Transporto em mim, oh dona dos meus dias
Toda a paixão que só ao amor concerne
Não são - vos juro - quimeras, fantasias
Nem vontade outra que a minha governe.
Trago rosas no peito que à vida pertence
Que a morte não a quero sem provar
Deste amor que me habita e que me vence
Depois de haver sulcado o largo mar.
Que forças serão estas, que bravuras,
Que inusitadamente me sustentam
De novo bem querenças e branduras?
Sinto que em mim renascem e fermentam
Novos alvores de fé nessas alturas
Que virtude confere aos que se tentam.
Que forças serão estas, que bravuras,
Que inusitadamente me sustentam
De novo bem querenças e branduras?
Sinto que em mim renascem e fermentam
Novos alvores de fé nessas alturas
Que virtude confere aos que se tentam.
Transporto em mim, oh dona dos meus dias
Toda a paixão que só ao amor concerne
Não são - vos juro - quimeras, fantasias
Nem vontade outra que a minha governe.
Trago rosas no peito que à vida pertence
Que a morte não a quero sem provar
Deste amor que me habita e que me vence
Depois de haver sulcado o largo mar.
Trago Rosas No Peito
Eugénio de Sá
Sintra - Portugal
Formatação e Criação: Luzia Gabriele
E-mail: luziagabriele@hotmail.com
Texto: Eugénio de Sá
Imagens: Internet e Arquivo Pessoal
Música: Ballade Pour Adeline The Strings Of Paris
http://www.slideshare.net/luziagabriele
https://www.youtube.com/channel/UCAdCeCGHGTxtxQskjl4zkow
Data: 10 de Fevereiro de 2022
Fortaleza-Ceará-Brasil

Trago rosas no peito eugénio de sá

  • 4.
    Transporto em mim,oh dona dos meus dias Toda a paixão que só ao amor concerne Não são - vos juro - quimeras, fantasias Nem vontade outra que a minha governe.
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    Trago rosas nopeito que à vida pertence Que a morte não a quero sem provar Deste amor que me habita e que me vence Depois de haver sulcado o largo mar.
  • 8.
    Que forças serãoestas, que bravuras, Que inusitadamente me sustentam De novo bem querenças e branduras?
  • 10.
    Sinto que emmim renascem e fermentam Novos alvores de fé nessas alturas Que virtude confere aos que se tentam.
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    Que forças serãoestas, que bravuras, Que inusitadamente me sustentam De novo bem querenças e branduras? Sinto que em mim renascem e fermentam Novos alvores de fé nessas alturas Que virtude confere aos que se tentam. Transporto em mim, oh dona dos meus dias Toda a paixão que só ao amor concerne Não são - vos juro - quimeras, fantasias Nem vontade outra que a minha governe. Trago rosas no peito que à vida pertence Que a morte não a quero sem provar Deste amor que me habita e que me vence Depois de haver sulcado o largo mar. Trago Rosas No Peito Eugénio de Sá Sintra - Portugal
  • 13.
    Formatação e Criação:Luzia Gabriele E-mail: luziagabriele@hotmail.com Texto: Eugénio de Sá Imagens: Internet e Arquivo Pessoal Música: Ballade Pour Adeline The Strings Of Paris http://www.slideshare.net/luziagabriele https://www.youtube.com/channel/UCAdCeCGHGTxtxQskjl4zkow Data: 10 de Fevereiro de 2022 Fortaleza-Ceará-Brasil