O personagem caminha sob a chuva em direção à casa de alguém, carregando uma garrafa de conhaque. Ele pensa nas aparências e no que o outro pode pensar sobre si, revelando inseguranças. Ao refletir sobre não querer que o outro o conheça de verdade, fica confuso e quer parar, mas sente a necessidade de continuar em direção ao calor e acolhimento que o aguardam.