O texto discute como nada é tão moderno quanto nós mesmos ao nascermos, e que sempre temos a escolha de como viver nossa vida, independentemente da idade ou circunstâncias. A frase central é "dá pra escolher", indicando que podemos escolher entre viver de forma reclusa ou social, produtiva ou preguiçosa, e assim por diante. Nossas escolhas são determinadas por nosso estado de espírito.