AGRADECIMENTOS Inserir os agradecimentos aos colaboradores à
execução do trabalho. Texto da Epígrafe. Citação relativa ao tema do
trabalho. É opcional. A epígrafe pode também aparecer na abertura de
cada seção ou capítulo. Deve ser elaborada de acordo com a NBR 10520.
(SOBRENOME do autor da epígrafe, ano) RESUMO No resumo são
ressaltados o objetivo da pesquisa, o método utilizado, as discussões e
os resultados com destaque apenas para os pontos principais. O resumo
deve ser significativo, composto de uma sequência de frases concisas,
afirmativas, e não de uma enumeração de tópicos. Não deve conter
citações. Deve usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
O texto do resumo deve ser digitado, em um único bloco, sem espaço de
parágrafo. O espaçamento entre linhas é 1,5 e o tamanho da fonte é 12.
Abaixo do resumo, informar as palavras-chave (palavras ou expressões
significativas retiradas do texto) ou, termos retirados de thesaurus da
área. Deve conter de 150 a 500 palavras. O resumo é elaborado de acordo
com a NBR 6028. Palavras-chave: palavra-chave 1; palavra-chave 2;
palavra-chave 3. ABSTRACT Resumo traduzido para outros idiomas,
neste caso, inglês. Segue o formato do resumo feito na língua vernácula.
As palavras-chave traduzidas, versão em língua estrangeira, são
colocadas abaixo do texto precedidas pela expressão “Keywords”,
separadas por ponto. Keywords: keyword 1; keyword 2; keyword 3. LISTA
DE FIGURAS Figura 1 – Elementos do trabalho acadêmico Erro! Indicador
não definido. LISTA DE QUADROS Quadro 1 – Formatação do texto Erro!
Indicador não definido. LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Médias
concentrações urbanas 2010-2011 Erro! Indicador não definido. LISTA DE
ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas
Técnicas IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística LISTA DE
SÍMBOLOS Yin Yang Estrela de Davi em círculo SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO
............................................................................................ 13 2 REFERENCIAL
TEÓRICO ....................................................................... 14 2.1 Subcapítulo (se
houver) ............................................................................... 15 2.2 Subcapítulo
(se houver) ............................................................................... 15 3
METODOLOGIA (p/ pesquisa de campo/rev. literatura) ....................... 16 4
RESULTADOS E DISCUSSÃO (p/ pesquisa de campo/rev. literatura). 17 4.1
Subcapítulo (se houver) ............................................................................... 18
4.2 Subcapítulo (se houver) ...............................................................................
19 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ......................................................................
23 REFERÊNCIAS ...........................................................................................
25 APÊNDICES (se houver) ............................................................................
28 ANEXOS (se houver) ...................................................................................
INTRODUÇÃO Apesar de existir vários modelos de introdução, alguns
elementos são comuns e essenciais para cumprir a função desse
capítulo. Particularmente, a introdução é o primeiro texto que escrevo,
mas algumas pessoas preferem deixar para escrever por último. Não há
problema em inserir uma ou mais citações, diretas ou indiretas. Aqui,
apresentarei dois modelos, lembrando que não é recomendável utilizar
tópicos e marcadores para compor o texto desse capítulo. Modelo 1: -
Apresentação do tema (1 parágrafo). - Justificativa do tema (1 parágrafo) –
explicitando o interesse/relevância social e acadêmica. - Problematização
(1 parágrafo) em torno do tema – apontando o problema (pergunta
central) a ser respondido. - Os objetivos: geral e específicos (não devem
vir em forma de tópicos). - Estrutura do texto monográfico (2 ou 3
parágrafos), explicitando a organização em capítulos e o que cada um
trata. - Metodologia (1 parágrafo), destacando o tipo de pesquisa, os
instrumentos e técnicas de coleta de dados, etc. - Conclusão da
introdução. Modelo 2: contextualização, problematização, questões
norteadoras, objetivos, relevância e estrutura do texto monográfico.
REFERENCIAL TEÓRICO Podemos nomear esse capítulo como
“REFERENCIAL TEÓRICO” ou mesmo o próprio título do que será tratado,
como por exemplo: EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL.
Acrescenta-se quantos subcapítulos (coerentemente) forem necessários.
Cabe ressaltar que o referencial teórico tem relação direta com o objeto
de pesquisa, em linhas gerais, é a ampliação da fundamentação teórica
elaborada no projeto de pesquisa. Um bom referencial apresenta
definições, conceitos e teorias principais sobre o tema, além de breve
contextualização histórica (ou mesmo apoiada em legislação, se for o
caso) apontando como o tema evoluiu ao longo do tempo. É fundamental,
também, apresentarmos pesquisas contemporânea (estado da arte) sobre
o tema. As definições, conceitos e teorias são importantes para tornar
compreensível a problemática (e o problema) e o objetivo apresentados
na introdução – afinal, para chegarmos a eles foi preciso embasamento.
Cabe lembrar que a escrita do referencial teórico não se resume apenas
em trazer citações (direta ou indireta) sobre o tema, vai além disso.
Normalmente os parágrafos que compõem o referencial teórico são
compostos de: informações sobre o tema, interpretação do autor e
citações (alternadas) para fundamentar. Outro exercício possível é a
comparação das concepções dos autores/teóricos sobre o tema e a
problemática, a fim de mostrarmos no que eles concordam,
complementam ou se distanciam. Não devemos nos preocupar com
quantidade de laudas, mas sim, detalhar muito bem o que encontramos
sobre o tema. Em suma, é tentarmos relacionar os conceitos, definições e
teorias com a problemática e os objetivos da pesquisa, mostrando que
mesmo diante de várias teorias para explicar aquela problemática – ela
apresenta especificações em função do contexto em que se encontra –
isto é o que chamamos de “enfrentamento do problema de pesquisa”.
2.1 Subcapítulo (se houver) Os subcapítulos cumprem a função de
apresentar/discutir informações específicas sobre o capítulo. Não é uma
exigência o capítulo possuir subcapítulos, pois só é necessário quando
se pretende destacar algo ou mesmo se o tema tem muito conteúdo. À
exemplo, se o capítulo 2 fosse EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO
BRASIL, poderíamos ter como subcapítulos: 2.1 O pioneirismo de Paulo
Freire na educação de jovens e adultos, 2.2 O programa Mobral. Decerto
que os capítulos e subcapítulos têm relação direta com os objetivos e
influenciam na escolha de cada título.
3 METODOLOGIA (caso a pesquisa seja de campo ou rev. literatura) O
papel da metodologia é direcionar a investigação, guiando o pesquisador
ao alcance dos objetivos e resultados esperados. Alguns elementos são
essenciais para a metodologia, tais como: tipo de pesquisa, referencial
teórico-metodológico, método de pesquisa (quantitativo, qualitativo ou
misto) com suas bases conceituais, cenário de pesquisa, sujeitos, coleta
de dados, análise dos dados e questões éticas envolvidas no tipo de
estudo proposto. Esse é um roteiro geral que, de acordo com o tipo de
pesquisa sofre pequenas modificações. Para pesquisas quantitativas,
adota-se estudos provenientes de correntes experimentais ou
observacionais como referencial teórico-metodológico; já nas pesquisas
qualitativas podemos optar pelo materialismo históricodialético,
interacionismo simbólico, fenomenologia, entre outros. Cada uma dessas
correntes têm forma própria de ver a realidade e interpretar os
fenômenos.
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO (caso a pesquisa seja de campo ou
revisão de literatura) É um capítulo pouco exigido para pesquisas
bibliográficas e teóricas, mas fundamental para pesquisas de campo e do
tipo revisão de literatura (narrativa, integrativa e sistemática). No que se
refere ao método de pesquisa (quantitativo, qualitativo ou misto), os
resultados e discussão sofrem modificações. Nas pesquisas quantitativas
constrói-se um capítulo para resultados e outro para discussão; nas
qualitativas, aparecem em um só capítulo. Independentemente do tipo de
pesquisa, os resultados e discussão devem atender ao que foi proposto
pelos objetivos. Nos estudos qualitativos, as técnicas de coleta de dados
mais comuns são: entrevista, análise documental e observação. Se
utilizamos a entrevista, os resultados serão os trechos ou falas dos
entrevistados. Se for uma análise documental, então, os resultados serão
as informações características e categoriais sobre os documentos. Caso
a técnica seja a observação (participante e não-participante), os
resultados serão as informações oriundas dos registros. Na possibilidade
de utilizar as três técnicas (triangulação de dados), os resultados serão as
interpretações gerais sobre as informações coletadas, destacando-se as
ocorrências em cada técnica. Sistematicamente, identificamos a categoria
(exemplo: autonomia) de análise, colhemos informações sobre ela, em
seguida, apresentamos a interpretações, depois buscamos resultados de
estudos parecidos a fim de identificar aproximações e distanciamentos e,
por fim, fazemos o fechamento dessa categoria – ligando-a com a
próxima. Tanto nos estudos quantitativos quanto qualitativos podemos
apresentar os resultados utilizado elementos estatísticos como quadros,
gráficos (coluna, linha, pizza, área, dispersão, redes, histograma,
infográfico) e tabelas ou os três. Vale ressaltar que alguns desses
elementos são mais visuais que outros (gráficos) ou exigem uma
explicação (quadros e tabelas) maior sobre os dados apresentados.
Importa dizer que cada gráfico tem sua utilidade, o de pizza por exemplo,
é recomendado para estatísticas e percentuais. Na discussão dos estudos
quantitativos, tomamos os resultados que foram apresentados e
comparamos com o que a literatura dispõem: se são diferentes (até
mesmo quanto ao método) dos dados que encontramos com a pesquisa.
Isto é importante para demonstrar os limites do nosso estudo e no que
fomos capazes de avançar. Quando o estudo é do tipo revisão de
literatura, os resultados e discussão se detêm sobre as informações que
outros estudos dispuseram sobre o tema abordado.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Apesar de ser o último capítulo a elaborar, a
conclusão ou considerações finais é tão importante quanto as demais.
Não é recomendável inserir tópicos e citações de autores. É um capítulo
que tem raciocínio próprio, o texto pode ser organizado em cinco
momentos: 1) apresentar os resultados mais relevantes, 2) destacar, de
forma sincera, as contribuições do estudo, especificamente os benefícios
que os resultados trazem para a sociedade/academia, 3) apontar os
limites do estudo quanto ao tempo de execução da pesquisa, resultados
esperados ou mesmo naquilo que precisa avançar, 4) apontar as
possibilidades de novos estudos a desenvolver pelo autor ou outras
pessoas a partir do que foi descoberto, 5) concluir trazendo as
impressões pessoais sobre todo o processo de pesquisa. Não é
recomendável acrescentar novas informações, isto é, aquilo que não
consta nos capítulos anteriores. A conclusão precisa responder à questão
de pesquisa, aos objetivos e hipóteses (se houver).
REFERÊNCIAS
APÊNDICE A – Descrição (se houver) Textos elaborados pelo autor, a fim
de completar a sua argumentação. Deve ser precedido da palavra
APÊNDICE, identificada por letras maiúsculas consecutivas, travessão e
pelo respectivo título. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas quando
esgotadas as letras do alfabeto. Planilha 1 – Modelo A
ANEXO A – Descrição (se hover) São documentos não elaborados pelo
autor que servem como fundamentação (mapas, leis, estatutos). Deve ser
precedido da palavra ANEXO, identificada por letras maiúsculas
consecutivas, travessão e pelo respectivo título. Utilizam-se letras
maiúsculas dobradas quando esgotadas as letras do alfabeto.

TCC MODELO.p df

  • 1.
    AGRADECIMENTOS Inserir osagradecimentos aos colaboradores à execução do trabalho. Texto da Epígrafe. Citação relativa ao tema do trabalho. É opcional. A epígrafe pode também aparecer na abertura de cada seção ou capítulo. Deve ser elaborada de acordo com a NBR 10520. (SOBRENOME do autor da epígrafe, ano) RESUMO No resumo são ressaltados o objetivo da pesquisa, o método utilizado, as discussões e os resultados com destaque apenas para os pontos principais. O resumo deve ser significativo, composto de uma sequência de frases concisas, afirmativas, e não de uma enumeração de tópicos. Não deve conter citações. Deve usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. O texto do resumo deve ser digitado, em um único bloco, sem espaço de
  • 2.
    parágrafo. O espaçamentoentre linhas é 1,5 e o tamanho da fonte é 12. Abaixo do resumo, informar as palavras-chave (palavras ou expressões significativas retiradas do texto) ou, termos retirados de thesaurus da área. Deve conter de 150 a 500 palavras. O resumo é elaborado de acordo com a NBR 6028. Palavras-chave: palavra-chave 1; palavra-chave 2; palavra-chave 3. ABSTRACT Resumo traduzido para outros idiomas, neste caso, inglês. Segue o formato do resumo feito na língua vernácula. As palavras-chave traduzidas, versão em língua estrangeira, são colocadas abaixo do texto precedidas pela expressão “Keywords”, separadas por ponto. Keywords: keyword 1; keyword 2; keyword 3. LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Elementos do trabalho acadêmico Erro! Indicador não definido. LISTA DE QUADROS Quadro 1 – Formatação do texto Erro! Indicador não definido. LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Médias concentrações urbanas 2010-2011 Erro! Indicador não definido. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística LISTA DE SÍMBOLOS Yin Yang Estrela de Davi em círculo SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ............................................................................................ 13 2 REFERENCIAL TEÓRICO ....................................................................... 14 2.1 Subcapítulo (se houver) ............................................................................... 15 2.2 Subcapítulo (se houver) ............................................................................... 15 3 METODOLOGIA (p/ pesquisa de campo/rev. literatura) ....................... 16 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO (p/ pesquisa de campo/rev. literatura). 17 4.1 Subcapítulo (se houver) ............................................................................... 18 4.2 Subcapítulo (se houver) ............................................................................... 19 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................................................... 23 REFERÊNCIAS ........................................................................................... 25 APÊNDICES (se houver) ............................................................................ 28 ANEXOS (se houver) ................................................................................... INTRODUÇÃO Apesar de existir vários modelos de introdução, alguns elementos são comuns e essenciais para cumprir a função desse capítulo. Particularmente, a introdução é o primeiro texto que escrevo, mas algumas pessoas preferem deixar para escrever por último. Não há problema em inserir uma ou mais citações, diretas ou indiretas. Aqui, apresentarei dois modelos, lembrando que não é recomendável utilizar tópicos e marcadores para compor o texto desse capítulo. Modelo 1: - Apresentação do tema (1 parágrafo). - Justificativa do tema (1 parágrafo) – explicitando o interesse/relevância social e acadêmica. - Problematização (1 parágrafo) em torno do tema – apontando o problema (pergunta central) a ser respondido. - Os objetivos: geral e específicos (não devem
  • 3.
    vir em formade tópicos). - Estrutura do texto monográfico (2 ou 3 parágrafos), explicitando a organização em capítulos e o que cada um trata. - Metodologia (1 parágrafo), destacando o tipo de pesquisa, os instrumentos e técnicas de coleta de dados, etc. - Conclusão da introdução. Modelo 2: contextualização, problematização, questões norteadoras, objetivos, relevância e estrutura do texto monográfico. REFERENCIAL TEÓRICO Podemos nomear esse capítulo como “REFERENCIAL TEÓRICO” ou mesmo o próprio título do que será tratado, como por exemplo: EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL. Acrescenta-se quantos subcapítulos (coerentemente) forem necessários. Cabe ressaltar que o referencial teórico tem relação direta com o objeto de pesquisa, em linhas gerais, é a ampliação da fundamentação teórica elaborada no projeto de pesquisa. Um bom referencial apresenta definições, conceitos e teorias principais sobre o tema, além de breve contextualização histórica (ou mesmo apoiada em legislação, se for o caso) apontando como o tema evoluiu ao longo do tempo. É fundamental, também, apresentarmos pesquisas contemporânea (estado da arte) sobre o tema. As definições, conceitos e teorias são importantes para tornar compreensível a problemática (e o problema) e o objetivo apresentados na introdução – afinal, para chegarmos a eles foi preciso embasamento. Cabe lembrar que a escrita do referencial teórico não se resume apenas em trazer citações (direta ou indireta) sobre o tema, vai além disso. Normalmente os parágrafos que compõem o referencial teórico são compostos de: informações sobre o tema, interpretação do autor e citações (alternadas) para fundamentar. Outro exercício possível é a comparação das concepções dos autores/teóricos sobre o tema e a problemática, a fim de mostrarmos no que eles concordam, complementam ou se distanciam. Não devemos nos preocupar com quantidade de laudas, mas sim, detalhar muito bem o que encontramos sobre o tema. Em suma, é tentarmos relacionar os conceitos, definições e teorias com a problemática e os objetivos da pesquisa, mostrando que mesmo diante de várias teorias para explicar aquela problemática – ela apresenta especificações em função do contexto em que se encontra – isto é o que chamamos de “enfrentamento do problema de pesquisa”. 2.1 Subcapítulo (se houver) Os subcapítulos cumprem a função de apresentar/discutir informações específicas sobre o capítulo. Não é uma exigência o capítulo possuir subcapítulos, pois só é necessário quando se pretende destacar algo ou mesmo se o tema tem muito conteúdo. À exemplo, se o capítulo 2 fosse EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO BRASIL, poderíamos ter como subcapítulos: 2.1 O pioneirismo de Paulo
  • 4.
    Freire na educaçãode jovens e adultos, 2.2 O programa Mobral. Decerto que os capítulos e subcapítulos têm relação direta com os objetivos e influenciam na escolha de cada título. 3 METODOLOGIA (caso a pesquisa seja de campo ou rev. literatura) O papel da metodologia é direcionar a investigação, guiando o pesquisador ao alcance dos objetivos e resultados esperados. Alguns elementos são essenciais para a metodologia, tais como: tipo de pesquisa, referencial teórico-metodológico, método de pesquisa (quantitativo, qualitativo ou misto) com suas bases conceituais, cenário de pesquisa, sujeitos, coleta de dados, análise dos dados e questões éticas envolvidas no tipo de estudo proposto. Esse é um roteiro geral que, de acordo com o tipo de pesquisa sofre pequenas modificações. Para pesquisas quantitativas, adota-se estudos provenientes de correntes experimentais ou observacionais como referencial teórico-metodológico; já nas pesquisas qualitativas podemos optar pelo materialismo históricodialético, interacionismo simbólico, fenomenologia, entre outros. Cada uma dessas correntes têm forma própria de ver a realidade e interpretar os fenômenos. 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO (caso a pesquisa seja de campo ou revisão de literatura) É um capítulo pouco exigido para pesquisas bibliográficas e teóricas, mas fundamental para pesquisas de campo e do tipo revisão de literatura (narrativa, integrativa e sistemática). No que se refere ao método de pesquisa (quantitativo, qualitativo ou misto), os resultados e discussão sofrem modificações. Nas pesquisas quantitativas constrói-se um capítulo para resultados e outro para discussão; nas qualitativas, aparecem em um só capítulo. Independentemente do tipo de pesquisa, os resultados e discussão devem atender ao que foi proposto pelos objetivos. Nos estudos qualitativos, as técnicas de coleta de dados mais comuns são: entrevista, análise documental e observação. Se utilizamos a entrevista, os resultados serão os trechos ou falas dos entrevistados. Se for uma análise documental, então, os resultados serão as informações características e categoriais sobre os documentos. Caso a técnica seja a observação (participante e não-participante), os resultados serão as informações oriundas dos registros. Na possibilidade de utilizar as três técnicas (triangulação de dados), os resultados serão as interpretações gerais sobre as informações coletadas, destacando-se as ocorrências em cada técnica. Sistematicamente, identificamos a categoria (exemplo: autonomia) de análise, colhemos informações sobre ela, em seguida, apresentamos a interpretações, depois buscamos resultados de estudos parecidos a fim de identificar aproximações e distanciamentos e,
  • 5.
    por fim, fazemoso fechamento dessa categoria – ligando-a com a próxima. Tanto nos estudos quantitativos quanto qualitativos podemos apresentar os resultados utilizado elementos estatísticos como quadros, gráficos (coluna, linha, pizza, área, dispersão, redes, histograma, infográfico) e tabelas ou os três. Vale ressaltar que alguns desses elementos são mais visuais que outros (gráficos) ou exigem uma explicação (quadros e tabelas) maior sobre os dados apresentados. Importa dizer que cada gráfico tem sua utilidade, o de pizza por exemplo, é recomendado para estatísticas e percentuais. Na discussão dos estudos quantitativos, tomamos os resultados que foram apresentados e comparamos com o que a literatura dispõem: se são diferentes (até mesmo quanto ao método) dos dados que encontramos com a pesquisa. Isto é importante para demonstrar os limites do nosso estudo e no que fomos capazes de avançar. Quando o estudo é do tipo revisão de literatura, os resultados e discussão se detêm sobre as informações que outros estudos dispuseram sobre o tema abordado. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Apesar de ser o último capítulo a elaborar, a conclusão ou considerações finais é tão importante quanto as demais. Não é recomendável inserir tópicos e citações de autores. É um capítulo que tem raciocínio próprio, o texto pode ser organizado em cinco momentos: 1) apresentar os resultados mais relevantes, 2) destacar, de forma sincera, as contribuições do estudo, especificamente os benefícios que os resultados trazem para a sociedade/academia, 3) apontar os limites do estudo quanto ao tempo de execução da pesquisa, resultados esperados ou mesmo naquilo que precisa avançar, 4) apontar as possibilidades de novos estudos a desenvolver pelo autor ou outras pessoas a partir do que foi descoberto, 5) concluir trazendo as impressões pessoais sobre todo o processo de pesquisa. Não é recomendável acrescentar novas informações, isto é, aquilo que não consta nos capítulos anteriores. A conclusão precisa responder à questão de pesquisa, aos objetivos e hipóteses (se houver). REFERÊNCIAS APÊNDICE A – Descrição (se houver) Textos elaborados pelo autor, a fim de completar a sua argumentação. Deve ser precedido da palavra APÊNDICE, identificada por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelo respectivo título. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas quando esgotadas as letras do alfabeto. Planilha 1 – Modelo A
  • 6.
    ANEXO A –Descrição (se hover) São documentos não elaborados pelo autor que servem como fundamentação (mapas, leis, estatutos). Deve ser precedido da palavra ANEXO, identificada por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelo respectivo título. Utilizam-se letras maiúsculas dobradas quando esgotadas as letras do alfabeto.