O documento descreve os últimos dias de vida do filósofo Sócrates, que foi condenado à morte aos 70 anos. Quando um amigo lhe oferece a chance de fugir da prisão, Sócrates recusa, afirmando que ninguém pode matá-lo porque ele é sua alma imortal. No dia da execução, Sócrates bebe o veneno com tranquilidade, dizendo que só seu corpo será enterrado, mas sua alma viverá para sempre.