O documento discute a urgente necessidade do Espírito Santo na missão da igreja, criticar a fusão entre políticas públicas e fé promovida por alguns líderes evangélicos e destacar a importância da oração como fundamento do ministério. Enfatiza que o verdadeiro reavivamento deve ser buscado fervorosamente e que a receptividade do Espírito Santo depende da nossa determinação e unidade como igreja. A conclusão apela para que os cristãos busquem o Espírito Santo, individualmente e coletivamente, para se prepararem para a missão divina em meio a um mundo de trevas.