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MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVAS
APLICÁVEIS NAS ESCAVAÇÕES E EM
TUBULÕES A CÉU ABERTO E COM
PRESSÃO HIPERBÁRICA
ACIDENTES DO TRABALHOACIDENTES DO TRABALHO
Eventos:Eventos:
 súbitos,súbitos,
 indesejáveis,indesejáveis,
 que ocorrem durante o trabalho,que ocorrem durante o trabalho,
 que acarretam perdas,que acarretam perdas,
 que prejudicam a imagem da empresa.que prejudicam a imagem da empresa.
CONSENSO
ARMADILHASARMADILHAS
 acontecimento casual, fortuito, inesperadoacontecimento casual, fortuito, inesperado
 qualquer acontecimento, desagradável ou infeliz, quequalquer acontecimento, desagradável ou infeliz, que
envolva dano, perda, lesão, sofrimento ou morte.envolva dano, perda, lesão, sofrimento ou morte.
 evento súbito, imprevisívelevento súbito, imprevisível, com conseqüências, com conseqüências
inesperadas e indesejadas.inesperadas e indesejadas.
1ª) SIGNIFICADO DA PALAVRA ACIDENTE:1ª) SIGNIFICADO DA PALAVRA ACIDENTE:
2ª) CONFUSÃO: FINALIDADES PREVENTIVAS E JURÍDICAS2ª) CONFUSÃO: FINALIDADES PREVENTIVAS E JURÍDICAS
 acontecimento casual, fortuito, inesperadoacontecimento casual, fortuito, inesperado
 qualquer acontecimento, desagradável ou infeliz, quequalquer acontecimento, desagradável ou infeliz, que
envolva dano, perda, lesão, sofrimento ou morte.envolva dano, perda, lesão, sofrimento ou morte.
 evento súbito,evento súbito, imprevisívelimprevisível, com conseqüências, com conseqüências
inesperadas e indesejadas.inesperadas e indesejadas.
ACIDENTE
FATORES DE AT:
 dos indivíduos (qualificação, experiência etc)
 da atividade ou tarefa
 dos materiais
 do ambiente
 GERENCIAIS E ORGANIZACIONAIS
SOTERRAMENTO EM OBRAS
RESIDENCIAIS/COMERCIAIS
SOTERRAMENTO COM
VÍTIMA FATAL
Zona Leste- SP
Acidente no Hospital São
Domingos- São Luís-Maranhão –
Dia 12/04/08
DESCRIÇÃO:
Durante a realização de escavação para fundação do prédio de ampliação do
hospital São Domingos, houve desmoronamento das paredes da escavação vindo
a soterrar dois colaboradores da construtora que realizava a obra.
Acidente no Hospital São
Domingos - Dia 12/04/08
Cronologia do resgate:
06:00 - Ocorreu o desabamento do material que ocasionou o acidente;
07:00 - O primeiro corpo foi resgatado;
07:52 - Bombeiro Militar solicitou recurso para VALE - CCE (Italo Carvalho);
08:15 - Os recursos foram mobilizados – Retro-Escavadeira;
09:00 - Ítalo Carvalho chegou ao local do acidente;
09:30 - A retro-escavadeira da contratada SERVENG chegou ao local e
iniciaram-se os trabalhos de remoção de material e escavação;
16:50 - Foi realizado o resgate do segundo corpo, cerca 3m profundidade;
18:00 - Foram encerradas as operações.
LOCAL DAS ESCAVAÇÕES QUE
DESMORONOU
ESCAVAÇÃO
COM OS
FUNCIONÁRIOS
SOTERRADOS
Fotos do Local
ESCAVAÇÕES MUITOS PRÓXIMAS
REALIZADAS EM TERRENO INSTÁVEL.
MATERIAL DA ESCAVAÇÃO
DISPOSTO NA BORDA DA
MESMA (2 lados).
ESCORAMENTO
INEXISTENTE E
INADEQUADO
Algumas situações como
possíveis causas
Foto da Escavação
Forma de Resgate
Resgate realizado pelo bombeiro militar e defesa civil
SOTERRAMENTO EM OBRAS DE
TELEFONIA
Acidente fatal em
26-05-05
Chácara Flora
SOTERRAMENTO EM OBRAS DE
SANEAMENTO BÁSICO
SOTERRAMENTO COM
VÍTIMAS FATAIS
 SABESP
 Av. Águas
Espraiadas.
 9 de janeiro de
1998.
 Acidente com duas
vítimas fatais.
 Trabalhadores de
empresa
terceirizada e sem
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ENVOLVIDOS
Acidente na Guatemala
02-07
Normas Básicas que tratam de
Segurança de Escavação a Céu
Aberto
 NR-18.6 Escavações, Fundações e
Desmonte de Rochas;
 NBR- 9061/85 – Segurança de Escavação
a Céu Aberto da ABNT;
 NBR-11682 - Estabilidade de Taludes
 Os serviços de
escavação,
fundação e
desmonte de
rochas devem ter
responsável técnico
legalmente
habilitado.
Responsabilidades(NR 18.6.3)
Fatores de segurança no Projeto a
serem considerados :
 Grau de conhecimento das solicitações e
materiais a serem utilizados;
 Características do solo;
 Complexidade das condições geotécnicas;
 Complexidade da execução do projeto;
 Confiabilidade dos métodos adotados, cálculos
e execução;
 Tempo de existência da escavação;
 Potencial de gerar acidentes
 18.6.1 A área de trabalho deverá ser
previamente limpa, devendo ser retirados
ou escorados solidamente árvores,
rochas, equipamentos, materiais ou
objetos de qualquer natureza, quando
houver risco de comprometimento de sua
estabilidade, durante a execução dos
serviços
 18.6.2 Muros, edificações vizinhas e todas
as estruturas que possam ser afetadas
pela escavação devem ser escorados
Taludes Instáveis(NR 18.6.5)
 Os taludes instáveis das
escavações com
profundidade superior a
1,25m ( um metro e vinte
e cinco centímetros)
devem ter sua
estabilidade garantida
por meio de estruturas
dimensionadas para
este fim.
Cargas e carregamento
(Item 5.3 da NBR 9061)
 A) cargas estáticas
 Empuxo lateral do solo;
 Pressão hidrostática;
 Cargas provenientes de construções
próximas;
 Acúmulo de material escavado na borda
da escavação
Cargas e carregamento
(Item 5.3 da NBR 9061)
 B) cargas dinâmicas
 Tráfego de veículos;
 Máquinas e equipamentos
FISCALIZAÇÃO
 Somente a utilização
da lona plástica para
proteção de talude
não é suficiente.
 É preciso
dimensionar o
escoramento para
garantir a segurança
do trabalhador e
edificações vizinhas.
FISCALIZAÇÃO
 Esse
desmoronamento
soterrou um
trabalhador na zona
leste de SP.
Uso de escadas ou rampas
(NR 18.6.7)
 As escavações com mais de 1,25 m de
profundidade devem dispor de escadas
ou rampas, colocadas próximas aos
postos de trabalho, a fim de permitir, em
caso de emergência, a saída rápida dos
trabalhadores.
Para que serve esta escada de mão?
INOVAÇÕES TECNOLOGICAS:
OBS: NÃO COPIE, ITEM
PATENTEADO
ABERTURA DE VALAS
Serviços de Saneamento
18.6.5. Os taludes instáveis das
escavações com profundidade superior a
1,25m ( um metro e vinte e cinco
centímetros) devem ter sua estabilidade
garantida por meio de estruturas
dimensionadas para este fim. ( No
local do acidente não foram identificados
escoramentos)
18.6.9. Os taludes com altura superior a
1,75m (um metro e setenta e cinco
centímetros) devem ter estabilidade
garantida
ADOÇÃO DE ESCORAMENTOS
2,5 m
3,0 m
600 kg
Escoramento em função da
profundidade e largura da vala
Largura
(mm)
Profundidade
(m)
Sem
escoramento
e pontaletea-
mento
Descontínuo
/contínuo
Especial Metálico
300 0-2
2-4
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6-8
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0,90
1,00
1,10
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1,85
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2,40
1,90
2,10
2,50
2,80
-
2,85
3,00
3,15
Os escoramentos podem ser:
Pontaleteamento
Escoramento descontínuo
Escoramento contínuo
Escoramento especial
Escoramento metálico madeira
Tipo de Escoramento :
Contínuo
vertical
horizontal
travado
VCA - Trincheira
h
h
2
Distância
segura =
18.6.8. Os materiais retirados da
escavação devem ser depositados a
uma distância superior à metade da
profundidade, medida a partir da borda
do talude.
DISTÂNCIA DO MATERIAL DA BORDA DA
ESCAVAÇÃO.
Execução de tubulões a céu aberto
 Escoramento(encamisamento) a critério
do engenheiro especializado em solos;
 Deverá ser precedida de sondagem ou de
estudo geotécnico do local;
 A partir de 3,0 m de profundidade será
exigido estudo geotécnico;
Outros riscos e cuidados a serem
considerados:
 Movimentação de veículos;
 Qualificação dos operários;
 Manutenção periódica dos veículos;
 Atropelamento;
 Sinalização do local;
 Vazamento de gases;
 Animais peçonhentos;
 Cabos elétricos e outras interferências
subterrâneas
ÁREA CRÍTICA DE FECHAMENTO
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO
 Locais Confinados – NR 18 e NR 33
 Plano de Engenharia de Segurança do
Trabalho contendo Parecer Técnico – Engº
Especialista em Fundações ou Solos.
 Encamisamento.
 Liberação de Serviço.
 Dupla trava de segurança no sarilho.
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO
 Jornada de 6 horas para o Poceiro.
 Cabo-guia e corda de içamento do balde –
NR 18.
 Corda do balde – qualquer posição –
mínimo de 6 voltas no tambor.
 Gancho forjado com trava – corda do balde.
 Sistema de ventilação com filtro de ar e
duto até o local de trabalho.
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO
 Tablado uniforme e no mínimo de 0,50 m da
borda da tubulão.
 Não depositar materiais até 1,00 m da borda
do tubulão.
 Plano de Emergência e evidências de
treinamentos.
 Isolamento de área e placas de advertência.
PROPOSTA DE ALTERAÇÃO
 Ferramentas em perfeitas condições.
 Diâmetro mínimo de 0,80 m até 3,00 m de
profundidade
 Diâmetro mínimo de 1,0 m até 7,00 m de
profundidade
 Diâmetro mínimo de 1,2 m até 10,00 m de
profundidade
 Não é permitido escavação e/ou alargamento
manual da base para tubulão com profundidade
superior a 10,00 m
 Estudo geotécnico é obrigatório para
profundidade superior a 1,00 m
Tubulões a ar comprimido
Tubulões com pressão hiperbárica
 Obediência a NR-33 – Espaços confinados e Anexo 6 da NR-15;
 Utilização de cinto de segurança (atividade interna e externa ao
tubulão);
 Elaboração de Ordens de Serviço com treinamento;
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fixação de cinto e implementação;
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para resgate em tubulões, diponibilizando
monopé com guincho no caso de pane no
sistema elétrico ou no guincho interno, e uso
de maca;
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através de porteiro eletrônico.
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tubulões com ar comprimido
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Riscos e cuidados com escavações

  • 1. MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVAS APLICÁVEIS NAS ESCAVAÇÕES E EM TUBULÕES A CÉU ABERTO E COM PRESSÃO HIPERBÁRICA
  • 2. ACIDENTES DO TRABALHOACIDENTES DO TRABALHO Eventos:Eventos:  súbitos,súbitos,  indesejáveis,indesejáveis,  que ocorrem durante o trabalho,que ocorrem durante o trabalho,  que acarretam perdas,que acarretam perdas,  que prejudicam a imagem da empresa.que prejudicam a imagem da empresa. CONSENSO
  • 3. ARMADILHASARMADILHAS  acontecimento casual, fortuito, inesperadoacontecimento casual, fortuito, inesperado  qualquer acontecimento, desagradável ou infeliz, quequalquer acontecimento, desagradável ou infeliz, que envolva dano, perda, lesão, sofrimento ou morte.envolva dano, perda, lesão, sofrimento ou morte.  evento súbito, imprevisívelevento súbito, imprevisível, com conseqüências, com conseqüências inesperadas e indesejadas.inesperadas e indesejadas. 1ª) SIGNIFICADO DA PALAVRA ACIDENTE:1ª) SIGNIFICADO DA PALAVRA ACIDENTE: 2ª) CONFUSÃO: FINALIDADES PREVENTIVAS E JURÍDICAS2ª) CONFUSÃO: FINALIDADES PREVENTIVAS E JURÍDICAS  acontecimento casual, fortuito, inesperadoacontecimento casual, fortuito, inesperado  qualquer acontecimento, desagradável ou infeliz, quequalquer acontecimento, desagradável ou infeliz, que envolva dano, perda, lesão, sofrimento ou morte.envolva dano, perda, lesão, sofrimento ou morte.  evento súbito,evento súbito, imprevisívelimprevisível, com conseqüências, com conseqüências inesperadas e indesejadas.inesperadas e indesejadas.
  • 4. ACIDENTE FATORES DE AT:  dos indivíduos (qualificação, experiência etc)  da atividade ou tarefa  dos materiais  do ambiente  GERENCIAIS E ORGANIZACIONAIS
  • 7.
  • 8. Acidente no Hospital São Domingos- São Luís-Maranhão – Dia 12/04/08 DESCRIÇÃO: Durante a realização de escavação para fundação do prédio de ampliação do hospital São Domingos, houve desmoronamento das paredes da escavação vindo a soterrar dois colaboradores da construtora que realizava a obra.
  • 9. Acidente no Hospital São Domingos - Dia 12/04/08 Cronologia do resgate: 06:00 - Ocorreu o desabamento do material que ocasionou o acidente; 07:00 - O primeiro corpo foi resgatado; 07:52 - Bombeiro Militar solicitou recurso para VALE - CCE (Italo Carvalho); 08:15 - Os recursos foram mobilizados – Retro-Escavadeira; 09:00 - Ítalo Carvalho chegou ao local do acidente; 09:30 - A retro-escavadeira da contratada SERVENG chegou ao local e iniciaram-se os trabalhos de remoção de material e escavação; 16:50 - Foi realizado o resgate do segundo corpo, cerca 3m profundidade; 18:00 - Foram encerradas as operações.
  • 10. LOCAL DAS ESCAVAÇÕES QUE DESMORONOU ESCAVAÇÃO COM OS FUNCIONÁRIOS SOTERRADOS Fotos do Local
  • 11. ESCAVAÇÕES MUITOS PRÓXIMAS REALIZADAS EM TERRENO INSTÁVEL. MATERIAL DA ESCAVAÇÃO DISPOSTO NA BORDA DA MESMA (2 lados). ESCORAMENTO INEXISTENTE E INADEQUADO Algumas situações como possíveis causas
  • 13. Forma de Resgate Resgate realizado pelo bombeiro militar e defesa civil
  • 14. SOTERRAMENTO EM OBRAS DE TELEFONIA
  • 15.
  • 16.
  • 18.
  • 19.
  • 20. SOTERRAMENTO EM OBRAS DE SANEAMENTO BÁSICO
  • 21. SOTERRAMENTO COM VÍTIMAS FATAIS  SABESP  Av. Águas Espraiadas.  9 de janeiro de 1998.  Acidente com duas vítimas fatais.  Trabalhadores de empresa terceirizada e sem
  • 25. SOTERRAMENTO EM OBRAS DE CONSTRUÇÃO PESADA(METRÔ)
  • 26. ACIDENTE NA LINHA AMARELA DO METRÔ DE SÃO PAULO O QUE DEU ERRADO ? PROJETOS CONSTRUTIVOS PLANEJAMENTO DA OBRA FALTA DE FISCALIZAÇÃO PELA CONTRATANTE TURN-KEY LEI DAS LICITAÇÕES PÚBLICAS QUALIFICAÇÃO/HABILITAÇÃO DOS ENVOLVIDOS
  • 27.
  • 28.
  • 29.
  • 31. Normas Básicas que tratam de Segurança de Escavação a Céu Aberto  NR-18.6 Escavações, Fundações e Desmonte de Rochas;  NBR- 9061/85 – Segurança de Escavação a Céu Aberto da ABNT;  NBR-11682 - Estabilidade de Taludes
  • 32.  Os serviços de escavação, fundação e desmonte de rochas devem ter responsável técnico legalmente habilitado. Responsabilidades(NR 18.6.3)
  • 33. Fatores de segurança no Projeto a serem considerados :  Grau de conhecimento das solicitações e materiais a serem utilizados;  Características do solo;  Complexidade das condições geotécnicas;  Complexidade da execução do projeto;  Confiabilidade dos métodos adotados, cálculos e execução;  Tempo de existência da escavação;  Potencial de gerar acidentes
  • 34.  18.6.1 A área de trabalho deverá ser previamente limpa, devendo ser retirados ou escorados solidamente árvores, rochas, equipamentos, materiais ou objetos de qualquer natureza, quando houver risco de comprometimento de sua estabilidade, durante a execução dos serviços  18.6.2 Muros, edificações vizinhas e todas as estruturas que possam ser afetadas pela escavação devem ser escorados
  • 35. Taludes Instáveis(NR 18.6.5)  Os taludes instáveis das escavações com profundidade superior a 1,25m ( um metro e vinte e cinco centímetros) devem ter sua estabilidade garantida por meio de estruturas dimensionadas para este fim.
  • 36. Cargas e carregamento (Item 5.3 da NBR 9061)  A) cargas estáticas  Empuxo lateral do solo;  Pressão hidrostática;  Cargas provenientes de construções próximas;  Acúmulo de material escavado na borda da escavação
  • 37. Cargas e carregamento (Item 5.3 da NBR 9061)  B) cargas dinâmicas  Tráfego de veículos;  Máquinas e equipamentos
  • 38. FISCALIZAÇÃO  Somente a utilização da lona plástica para proteção de talude não é suficiente.  É preciso dimensionar o escoramento para garantir a segurança do trabalhador e edificações vizinhas.
  • 40. Uso de escadas ou rampas (NR 18.6.7)  As escavações com mais de 1,25 m de profundidade devem dispor de escadas ou rampas, colocadas próximas aos postos de trabalho, a fim de permitir, em caso de emergência, a saída rápida dos trabalhadores.
  • 41. Para que serve esta escada de mão?
  • 42. INOVAÇÕES TECNOLOGICAS: OBS: NÃO COPIE, ITEM PATENTEADO
  • 45. 18.6.5. Os taludes instáveis das escavações com profundidade superior a 1,25m ( um metro e vinte e cinco centímetros) devem ter sua estabilidade garantida por meio de estruturas dimensionadas para este fim. ( No local do acidente não foram identificados escoramentos) 18.6.9. Os taludes com altura superior a 1,75m (um metro e setenta e cinco centímetros) devem ter estabilidade garantida ADOÇÃO DE ESCORAMENTOS
  • 47.
  • 48.
  • 49. Escoramento em função da profundidade e largura da vala Largura (mm) Profundidade (m) Sem escoramento e pontaletea- mento Descontínuo /contínuo Especial Metálico 300 0-2 2-4 4-6 6-8 0,80 0,90 1,00 1,10 0,80 1,00 1,20 1,40 0,90 1,20 1,50 1,80 - 1,85 2,00 2,15 1000 0-2 2-4 4-6 6-8 1,60 1,70 1,80 1,90 1,80 2,00 2,20 2,40 1,90 2,10 2,50 2,80 - 2,85 3,00 3,15
  • 50. Os escoramentos podem ser: Pontaleteamento Escoramento descontínuo Escoramento contínuo Escoramento especial Escoramento metálico madeira
  • 51. Tipo de Escoramento : Contínuo vertical horizontal travado
  • 53.
  • 54. h h 2 Distância segura = 18.6.8. Os materiais retirados da escavação devem ser depositados a uma distância superior à metade da profundidade, medida a partir da borda do talude. DISTÂNCIA DO MATERIAL DA BORDA DA ESCAVAÇÃO.
  • 55.
  • 56. Execução de tubulões a céu aberto  Escoramento(encamisamento) a critério do engenheiro especializado em solos;  Deverá ser precedida de sondagem ou de estudo geotécnico do local;  A partir de 3,0 m de profundidade será exigido estudo geotécnico;
  • 57.
  • 58.
  • 59.
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 63. Outros riscos e cuidados a serem considerados:  Movimentação de veículos;  Qualificação dos operários;  Manutenção periódica dos veículos;  Atropelamento;  Sinalização do local;  Vazamento de gases;  Animais peçonhentos;  Cabos elétricos e outras interferências subterrâneas
  • 64.
  • 65.
  • 66.
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70.
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
  • 76. ÁREA CRÍTICA DE FECHAMENTO
  • 77. PROPOSTA DE ALTERAÇÃO  Locais Confinados – NR 18 e NR 33  Plano de Engenharia de Segurança do Trabalho contendo Parecer Técnico – Engº Especialista em Fundações ou Solos.  Encamisamento.  Liberação de Serviço.  Dupla trava de segurança no sarilho.
  • 78. PROPOSTA DE ALTERAÇÃO  Jornada de 6 horas para o Poceiro.  Cabo-guia e corda de içamento do balde – NR 18.  Corda do balde – qualquer posição – mínimo de 6 voltas no tambor.  Gancho forjado com trava – corda do balde.  Sistema de ventilação com filtro de ar e duto até o local de trabalho.
  • 79. PROPOSTA DE ALTERAÇÃO  Tablado uniforme e no mínimo de 0,50 m da borda da tubulão.  Não depositar materiais até 1,00 m da borda do tubulão.  Plano de Emergência e evidências de treinamentos.  Isolamento de área e placas de advertência.
  • 80. PROPOSTA DE ALTERAÇÃO  Ferramentas em perfeitas condições.  Diâmetro mínimo de 0,80 m até 3,00 m de profundidade  Diâmetro mínimo de 1,0 m até 7,00 m de profundidade  Diâmetro mínimo de 1,2 m até 10,00 m de profundidade  Não é permitido escavação e/ou alargamento manual da base para tubulão com profundidade superior a 10,00 m  Estudo geotécnico é obrigatório para profundidade superior a 1,00 m
  • 81. Tubulões a ar comprimido
  • 82.
  • 83.
  • 84.
  • 85.
  • 86.
  • 87.
  • 88.
  • 89.
  • 90.
  • 91. Tubulões com pressão hiperbárica  Obediência a NR-33 – Espaços confinados e Anexo 6 da NR-15;  Utilização de cinto de segurança (atividade interna e externa ao tubulão);  Elaboração de Ordens de Serviço com treinamento;  Inclusão de projeto das plataformas de trabalho com ponto de fixação de cinto e implementação;  Testes dos vasos;
  • 92. Tubulões com pressão hiperbárica  Elaboração de procedimento operacional para resgate em tubulões, diponibilizando monopé com guincho no caso de pane no sistema elétrico ou no guincho interno, e uso de maca;  Instalação de sistema de comunicação através de porteiro eletrônico.
  • 93. Riscos principais do uso de tubulões com ar comprimido  Comunicação com o exterior/interior da campanula  Resgate dos operários  Acesso a campanula  Compressão/descompressão  Jornada de trabalho  Controle biológico dos operários  Uso de EPI  Permissão de PTE  Monitoramento de gases