O documento discute as mudanças na educação em Portugal desde a Revolução dos Cravos em 1974, destacando a transição de um sistema autoritário e segregado para um modelo mais inclusivo e democrático. As relações entre alunos e professores tornaram-se mais amigáveis, e as aulas não são mais centradas em cultos a figuras políticas ou religiosas. O ensino atualmente promove respeito e colaboração, além de permitir a escolha de livros diferentes por escola.