O documento discute o processo de escolha do reitor da USP, comparando-o com outros métodos usados em outras universidades. O processo na USP é o mais restrito e antidemocrático do Brasil, limitando candidatos a professores titulares e dando poder desproporcional a esse grupo no colégio eleitoral. Outras universidades adotam consultas à comunidade ou eleições diretas, enquanto a USP não oferece canais para a participação da maioria de sua população.