O documento discute a evolução da abstração e representação nos videogames, desde as primeiras versões abstratas até avatares mais realistas. A abstração inicial se deu por limitações técnicas, mas permitiu nossa alfabetização visual. Nos anos 1980, o avanço tecnológico possibilitou avatares com personalidade, como Mario. Dois níveis de abstração são identificados: visual e de eventos. A percepção do avatar envolve identidade ou empatia, dependendo do grau de projeção do jogador.