O artigo questiona se é necessário trazer a sociedade para dentro dos projetos de software livre. Argumenta que usuários finais, governos, empresas e ONGs são partes importantes do processo de uso e disseminação do software livre, e que as descrições sobre o movimento de software livre/aberto devem incluir esses atores sociais para serem completas. Defende que projetos de software livre devem ser vistos como redes técnicas e econômicas constituídas por desenvolvedores, ativistas e usuários que buscam coletivamente produzir, ap