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Reencarnação 
By Monjé & Kadja Saldanha 
O mago me revelou 
A perfeição é a meta do ser 
O ser iluminado 
Áurea santa irradia 
Equilíbrio e sabedoria 
Resplandecente poesia 
De o seu adormecer 
Adormecido eu estava 
Quando me fiz acordar 
Tirando as pedras da tumba 
Minha voz inteira falou 
Só levanto por amor 
Fisguei-me no sagrado tempo 
Levantei-me sem temor 
Propaguei-me ao Universo 
Transformei o côncavo e o convexo 
Emanei vida no plexo 
Minha áurea iluminou 
Energia em movimento 
Criaram as vibrações do som 
Ás vibrações, deslocamentos 
Deu-se a cristalização da matéria 
Transformei-a na etérea 
A carne reformulei 
Humano me apresentei 
Divino me consagrei
Ressurreição 
By Monjé & Kadja Saldanha 
No horto das oliveiras 
Encontramo-nos 
Minha áurea cobriu a sua 
Ficamos dois em um só 
O alvo do mármore estava vazio 
Estávamos muito além dele 
Queria minha áurea vestir-se da sua 
Singela a sua pele a minha toda aspirou 
A hora é chegada agora 
A quem milênios esta a esperar 
De ao vão fechar da esfera 
O corpo humano retornar 
Quis então chegar ao monte 
Olhar para a sua fronte 
Sua áurea captar 
Já envolta em meu manto 
Pus-me a respirar 
Daí imantei o tempo 
Recorri sua pineal 
Sem qualquer contratempo 
Revi seu são ancestral 
Sagrada era sua postura 
Acertou com formosura 
Meu órgão feito presente 
Embrulhei-o como um ventre 
Em forma de trapézio pungente 
Intumescido fiz-lhe avultar 
No limiar da união 
Leitura de seu entender 
Deu-se, com efeito, a cisão, 
Tamanha era a harmonia 
No auge da perfeição 
Nada se fez recusar 
Estava pronta a coesão 
Da minha ressurreição 
Com paixão elucidar

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  • 1.
    Publicidade 03 Reencarnação By Monjé & Kadja Saldanha O mago me revelou A perfeição é a meta do ser O ser iluminado Áurea santa irradia Equilíbrio e sabedoria Resplandecente poesia De o seu adormecer Adormecido eu estava Quando me fiz acordar Tirando as pedras da tumba Minha voz inteira falou Só levanto por amor Fisguei-me no sagrado tempo Levantei-me sem temor Propaguei-me ao Universo Transformei o côncavo e o convexo Emanei vida no plexo Minha áurea iluminou Energia em movimento Criaram as vibrações do som Ás vibrações, deslocamentos Deu-se a cristalização da matéria Transformei-a na etérea A carne reformulei Humano me apresentei Divino me consagrei
  • 2.
    Ressurreição By Monjé& Kadja Saldanha No horto das oliveiras Encontramo-nos Minha áurea cobriu a sua Ficamos dois em um só O alvo do mármore estava vazio Estávamos muito além dele Queria minha áurea vestir-se da sua Singela a sua pele a minha toda aspirou A hora é chegada agora A quem milênios esta a esperar De ao vão fechar da esfera O corpo humano retornar Quis então chegar ao monte Olhar para a sua fronte Sua áurea captar Já envolta em meu manto Pus-me a respirar Daí imantei o tempo Recorri sua pineal Sem qualquer contratempo Revi seu são ancestral Sagrada era sua postura Acertou com formosura Meu órgão feito presente Embrulhei-o como um ventre Em forma de trapézio pungente Intumescido fiz-lhe avultar No limiar da união Leitura de seu entender Deu-se, com efeito, a cisão, Tamanha era a harmonia No auge da perfeição Nada se fez recusar Estava pronta a coesão Da minha ressurreição Com paixão elucidar