A FIAT investe em iniciativas socioculturais e ambientais para promover o desenvolvimento sustentável do Brasil, além de produzir automóveis com alta tecnologia e design único. Conheça essas iniciativas no site da FIAT.
A FIAT, alémde produzir
automóveis com alta tecnologia
e design único, também investe
em ações socioculturais e ambi-
entais, pois acredita na parceria
de todos os setores da socie-
dade para o desenvolvimento
sustentável do Brasil. Conheça
essas iniciativas pelo site:
www.fiat.com.br/cidadania
Palio - Impresso 60355189 - XI/2009
COPYRIGHT BY FIAT AUTOMÓVEIS S.A. - PRINTED IN BRAZIL
Os dados contidos nesta publicação são fornecidos a título indicativo e poderão ficar desatualizados em conseqüência das modificações feitas pelo
fabricante, a qualquer momento, por razões de natureza técnica, ou comercial, porém sem prejudicar as características básicas do produto.
2.
300 mA
80 mA
ORIENTAÇÕES:
Prefira sempre Acessórios Genuínos FIAT.
Tanto o veículo como os equipamentos nele instalados consomem 36 mA
energia da bateria quando desligados, é o denominado “consumo em Consumo máximo
Stand-by da bateria
Standy-by”. Como a bateria possui um limite máximo de consumo para 4 mA
60 AH
11 mA
garantir a partida do motor, deve-se dimensionar o consumo dos equi-
pamentos ao limite de consumo da bateria.
Rádio
Rádio Rádio
Veículo Genuíno
marca A marca B
ADVERTÊNCIAS Fiat
Para assegurar a qualidade e o perfeito funcionamento do veículo, recomendamos instalar somente acessórios genuínos, à disposição
na Rede de Assistência Fiat.
A instalação de rádios, alarmes, rastreadores ou qualquer outro acessório eletrônico não genuíno poderá ocasionar consumo excessivo
de carga da bateria, podendo provocar o não funcionamento do veículo e a perda da garantia.
PRESSÃO DE CALIBRAGEM DOS PNEUS FRIOS lbf/pol2 (kgf/cm2)
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
Com carga média
- dianteiro: 27 (1,9) 27 (1,9) 28 (2,0) 28 (2,0)
- traseiro: 27 (1,9) 27 (1,9) 28 (2,0) 28 (2,0)
Com carga completa
- dianteiro: 31 (2,2) 31 (2,2) 31 (2,2) 31 (2,2)
- traseiro: 31 (2,2) 31 (2,2) 34 (2,4) 31 (2,2)
Roda de reserva 31 (2,2) 31 (2,2) 34 (2,4) 31 (2,2)
Obs.: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.
3.
aro Cliente,
Queremos agradecer-lhe por ter preferido a marca Fiat.
Preparamos este manual para que você possa conhecer cada detalhe do Fiat Palio e assim, utilizá-lo da maneira mais
correta.
Recomendamos que o leia com atenção antes de utilizar o veículo pela primeira vez.
No mesmo estão contidas informações, conselhos e advertências importantes para seu uso, que o ajudarão a aproveitar,
por completo, as qualidades técnicas do seu veículo; você vai encontrar, ainda, indicações para a sua segurança, para manter
o bom estado do veículo e para a proteção do meio ambiente.
As instruções de manutenção e instalação de acessórios são de caráter ilustrativo, e recomendamos que sua execução
seja feita por pessoal qualificado pela Fiat Automóveis S/A.
lém disso, no kit de bordo do veículo, você encontrará outras publicações, as quais, trazem informações específicas e
não menos importantes sobre outros assuntos; tais como:
oa leitura, e boa viagem!
Este manual descreve os instrumentos, equipamentos e acessórios que podem equipar o modelo Fiat Palio disponível
na rede de Concessionárias Fiat até a presente data. Mas atenção! Considere somente as informações inerentes ao
modelo/versão e equipamentos opcionais originais de fábrica do veículo adquirido, conforme discriminado na nota
fiscal de venda.
4.
s veículos Fiatsão automóveis de design original, idealizados em prol do prazer de dirigir em completa segurança e
respeitando ao máximo o meio ambiente. A começar pela adoção de modernos motores, passando pelos dispositivos de
segurança e a preocupação em oferecer todo o conforto possível aos ocupantes, tudo isso contribuirá para que a persona-
lidade de seu veículo seja apreciada logo no primeiro momento.
m seguida, você vai notar também que, além das exclusivas características de estilo, existem novos processos de cons-
trução que diminuem os custos de manutenção.
egurança, economia, inovação e respeito ao meio ambiente fazem do Fiat Palio um veículo a ser imitado.
5.
s sinais indicadosnesta página são muito importantes. Servem para evidenciar partes do manual onde é necessário
deter-se com mais atenção.
Como você pode ver, cada sinal é constituído por um símbolo gráfico diferente para que seja fácil e claro descobrir a
qual área pertencem os assuntos:
Segurança das pessoas Proteção do ambiente Integridade do veículo
Atenção. A falta total ou parcial de Indica o comportamento correto a Atenção. A falta total ou parcial de
respeito a estas prescrições pode pôr manter, para que o uso do veículo não respeito a estas prescrições pode acarre-
em grave perigo a segurança física das cause nenhum dano ao meio ambiente. tar sérios danos ao veículo e, em certos
pessoas. casos, a perda da garantia.
6.
ntes de arrancar,certifique-se de que o freio de estacionamento não esteja acionado e de que não existam obstáculos
que possam comprometer o movimento dos pedais, tais como tapetes ou qualquer outro objeto.
Verifique também se as luzes-piloto não estão assinalando nenhuma irregularidade.
Ajuste o banco e os espelhos retrovisores antes de movimentar o veículo.
Faça do uso do cinto de segurança um hábito. Utilize-o sempre para sua proteção.
Verifique o fechamento e o travamento correto das portas e da tampa do porta-malas, antes de movimentar o veículo.
Evite dirigir se não estiver em condições físicas normais.
Obstáculos, pedras ou buracos na pista podem causar danos ao veículo, comprometendo o seu funcionamento.
Evite deixar objetos soltos sobre os bancos, pois em caso de desaceleração rápida do veículo, os mesmos poderão provocar
ferimentos aos ocupantes ou danos ao próprio veículo.
Em cruzamentos, seja prudente, fique atento e reduza a velocidade ao chegar neles.
Respeite as velocidades máximas estabelecidas na legislação.
A execução das revisões é essencial para a integridade do veículo e para a continuidade do direito à Garantia. Quando
for notada qualquer anomalia, esta deve ser imediatamente reparada, sem aguardar a próxima revisão periódica.
7.
SÍMBOLOS DE PERIGO Correias e polias
Órgãos em movimento; não
Bateria aproximar partes do corpo
Em alguns componentes do seu Fiat, Líquido corrosivo. ou roupas.
ou perto dos mesmos, estão aplicadas
etiquetas coloridas específicas cujo
símbolo chama a atenção do usuário e Tubulação do climatizador
indica precauções importantes que este de ar
deve tomar, em relação ao componente Bateria
Não abrir.
em questão. Perigo de explosão.
Gás em alta pressão.
A seguir, são citados resumidamen-
te todos os símbolos indicados pelas
etiquetas empregadas no seu Fiat e, ao
lado, os componentes para os quais os SÍMBOLOS DE PROIBIÇÃO
símbolos chamam a atenção. Ventilador
É também indicado o significado do Pode ligar-se automatica- Bateria
símbolo de acordo com a subdivisão mente, mesmo com o motor
parado. Não aproximar chamas.
de perigo, proibição, advertência ou
obrigação, à qual o próprio símbolo
pertence.
Reservatório de Bateria
expansão Manter as crianças afasta-
Não remover a tampa quan- das.
do o líquido de arrefecimen-
to estiver quente. Anteparos de calor -
correias - polias - venti-
lador
Bobina Não pôr as mãos.
Alta tensão.
8.
AI
RBAG
Airbag do lado do passa- Circuito dos freios Veículo com gasolina eco-
geiro Não superar o nível máxi- lógica
Não instalar porta-bebês mo do líquido no reservató- Usar somente gasolina sem
virados para trás no banco rio. Usar somente o líquido chumbo.
dianteiro do passageiro. prescrito no capítulo “Abas-
tecimentos”.
Reservatório de expansão
SÍMBOLOS DE ADVERTÊNCIA Usar somente o líquido
Limpador do pára-brisa prescrito no capítulo “Abas-
Usar somente o líquido do tecimentos”.
Catalisador tipo prescrito no capítulo
“Abastecimentos”.
Não estacionar sobre super-
fícies inflamáveis. Consultar
o capítulo “Proteção dos SÍMBOLOS DE OBRIGAÇÃO
dispositivos que reduzem
as emissões”. Motor
Usar somente o tipo de Bateria
Direção hidráulica lubrificante prescrito no ca-
Não superar o nível máximo pítulo “ABASTECIMENTOS”. Proteger os olhos.
do líquido no reservatório.
Usar somente o líquido
prescrito no capítulo “Abas-
tecimentos”. Bateria Macaco
Consultar o manual de Uso
e Manutenção.
ecomendamos ler estecapítulo sentado confortavelmen- .............. A-21
... A-34 A
reconhecer imediatamente as partes descritas no manual e
verificar “ao vivo” o que está lendo. .................. A-36
................................ A-73
Em pouco tempo, você vai conhecer melhor o seu Fiat, com
os comandos e os dispositivos com os quais está equipado. ........... A-80
........................................................... A-81
outras descobertas agradáveis. ............................. A-82
............................................. A-83
............................... A-85
........................................................... A-92
................................... A-94
............................ A-1 ................................................................... A-97
..................................... A-3 ...................................................... A-101
............................ A-3 ............................................... A-103
.......................................... A-9 ........................................... A-104
FARÓIS ................................................................... A-104
PALIO ELX 1.0/ELX 1.4 ............................................. A-14 ...................................................... A-105
........................................................................ A-105
PALIO ELX 1.8/1.8 R................................................. A-15 .................................................................. A-108
............................... A-16
.................................. A-18 ................................................. A-113
......................... A-115
VERSÕES ELX 1.0/ELX 1.4 ........................................ A-20 ......................... A-118
13.
CHAVES fig. 1 ADVERTÊNCIA: aconselha-se a
manter o CODE CARD sempre consi-
Com o veículo são entregues: go (não no veículo) já que ele foi cria-
fig. 1. do especialmente para proporcionar A
A fim de minimizar riscos de furtos/ A chave fig. 1 de uso normal no ve- mais uma opção de segurança e tran-
roubos, o veículo é equipado com um ículo é usada para: qüilidade. É importante também ano-
sistema eletrônico de inibição do fun- tar os números constantes do CODE
- ignição;
CARD, para utilizá-los em caso de
é ativado automaticamente tirando a - portas e tampa do porta-malas; um eventual extravio do cartão.
chave da ignição. - desativação do airbag do lado do
Cada chave possui um dispositivo passageiro. TELECOMANDO
eletrônico com a função de transmitir Com o conjunto de chaves é entre-
um sinal em código para o sistema de A chave de ignição possui predispo-
fig. 2 no qual é sição para instalação de telecomando a
ignição através de uma antena especial indicado:
incorporada no comutador de ignição. fig. 1.
A- Aconselha-se o uso de alarmes com
O sinal enviado constitui a “palavra
a comunicar à Rede Assistencial FIAT telecomando incorporado à chave de
de ordem” sempre diferente para cada
para pedir cópias das chaves. ignição da linha Fiat Acessórios, que
partida com a qual a central reconhe-
ce a chave, e somente nessa condição, foram desenvolvidos e testados para
permite a partida do motor. uso em seu veículo e são oferecidos em
todas as concessionárias Fiat.
O FUNCIONAMENTO
Cada vez que girar a chave de ignição
na posição STOP, ou PARK, o sistema
de proteção ativa o bloqueio do motor.
Girando a chave para MAR:
fig. 1 fig. 2
14.
1) Se ocódigo for reconhecido, a ADVERTÊNCIA: cada Etiqueta - (Controle remoto)
no quadro de ins- chave fornecida possui um
trumentos faz um breve lampejo, indi- código próprio, diferen-
cando que o sistema de proteção reco- te de todos os outros, que deve
nheceu o código transmitido pela chave ser previamente memorizados pela
e o bloqueio do motor foi desativado. central eletrônica do sistema.
Girando a chave para AVV, o motor
funcionará. Este equipamento opera em caráter
2) ficar acesa secundário, isto é, não tem direito a pro-
- teção contra interferência prejudicial,
DUPLICAÇÃO DAS CHAVES E
digo não foi reconhecido. Neste caso, mesmo de estações do mesmo tipo, e
CODE CARD
aconselha-se a repor a chave na posi- não pode causar interferência a siste-
mas operando em caráter primário. Quando o proprietário necessitar de
ção STOP e, depois, de novo em MAR;
se o bloqueio persistir, tentar com as A seqüência numérica impressa aci-
deve ir a Rede Assistencial FIAT com
outras chaves fornecidas. ma do código de barras identifica o nú-
todas as chaves e o Code Card. A Rede
Com o automóvel em movimento e mero de homologação do immobilizer
Assistencial FIAT efetuará a memori-
a chave da ignição em MAR -
pada-piloto acender, significa que o O código de barras e os algarismos todas as chaves, tanto as novas quanto
sistema está efetuando um autodiagnós- localizados abaixo do mesmo contêm as que estiverem em mãos.
dados do fornecedor do equipamento. A Rede Assistencial FIAT poderá
exigir os documentos de propriedade
Etiqueta - (Immobilizer) do veículo.
ADVERTÊNCIA: impactos Os códigos das chaves não apre-
violentos podem danificar NBC 178 sentadas durante a nova operação de
os componentes eletrônicos memorização são definitivamente can-
contidos na chave. celados da memória para garantir que
1394 - 05 - 2754 as chaves eventualmente perdidas não
sejam mais capazes de ligar o motor.
Em caso de venda do veí-
(01) 0789 838176 003 2 culo, é indispensável que
o novo proprietário receba
todas as chaves e o CODE card.
15.
– PARK: motordesligado, luzes de
estacionamento acesas, a chave pode
ser removida. Para girar a chave para a
posição PARK, apertar o botão A. A
A chave pode girar para 4 posições
diferentes fig. 3: BANCOS fig. 4
Em caso de violação do
– STOP: motor desligado, a chave dispositivo da ignição por Qualquer regulagem deve ser feita
pode ser removida. Alguns dispositivos ex.: uma tentativa de roubo, exclusivamente com o veículo parado.
- mandar verificar o funcionamento
na Rede Assistencial Fiat. Regulagem no sentido longitudinal
funcionar.
Levantar a alavanca A e empurrar
– MAR o banco para a frente ou para trás. Ao
os dispositivos elétricos podem funcio- Ao descer do veículo, tire soltar a alavanca, verificar se o banco
nar. sempre a chave para evitar está bem travado, tentando empurrá-lo
– AVV: partida do motor. que alguém ligue os coman- para a frente e para trás. A falta deste
dos involuntariamente. Lembre-se bloqueio poderia provocar o movimen-
de puxar o freio de mão até travar to do banco, fazendo-o deslocar alguns
no dente necessário para imobili- milímetros para frente ou para trás.
zar completamente o veículo. Se o
veículo estiver em declive, engate a
primeira marcha, sendo aconselhá-
vel também virar as rodas em dire-
ção ao passeio, tomando o cuidado
para não tocar o pneu no meio-fio
P MAR AV (guias). Nunca deixe crianças sozi-
TO
S
V
nhas no veículo.
PA RK
A
A
fig. 3 fig. 4
16.
Com regulagem milimétrica: Para algumas versões, está prevista a APÓIA-CABEÇAS
Para reclinar completamente, ou para regulagem elétrica em altura.
regular adequadamente a inclinação do A regulagem deve ser feita com a Bancos dianteiros fig. 7
encosto, girar o dispositivo específico chave de ignição em MAR. Para regu- Para aumentar a segurança dos passa-
A-fig. 5, para a frente ou para trás, con- lar, atuar no botão B-fig. 6. geiros, os apóia-cabeças são reguláveis
forme desejado. em altura e travam-se automaticamente
Não desmontar os ban- na posição desejada.
Regulagem em altura cos nem efetuar serviços Lembre-se que os apóia-cabeças
Em algumas versões, para regulagem de manutenção e/ou repa- devem ser regulados de maneira que
ração nos mesmos: operações rea- a nuca, e não o pescoço, apóie neles.
alavanca A detalhe da fig. 6. Puxar o lizadas de modo incorreto podem Somente nesta posição podem protegê-
pino e girar a alavanca na posição de- prejudicar o funcionamento dos lo em caso de batidas.
sejada. dispositivos de segurança. Dirigir-se
sempre à Rede Assistencial Fiat.
A
A
B
fig. 5 fig. 6 fig. 7
17.
Bancos traseiros fig.8 Não desmontar os ban- - para o banco do passageiro, após
Para os bancos traseiros estão pre- cos nem efetuar serviços rebater o encosto, empurre o banco
vistos apóia-cabeças reguláveis em de manutenção e/ou repa- para frente para que deslize sobre os
altura. ração nos mesmos. Operações rea- trilhos; A
lizadas de modo incorreto podem - retorne o banco para posição nor-
Em algumas versões, está previsto prejudicar o funcionamento dos
um terceiro apóia-cabeça no banco mal empurrando-o até o completo tra-
dispositivos de segurança. Dirigir-se vamento.
traseiro. sempre à Rede Assistencial Fiat.
Para efetuar a regulagem: levantar to- O banco do passageiro retomará a
talmente os apoia-cabeças até a altura posição regulada anteriormente.
máxima, ou abaixá-los totalmente. APOIO DE BRAÇOS DIANTEIRO
Para removê-los, levantá-los na altu- Algumas versões são equipadas com
ra máxima, apertar os botões A-fig. 8 apoio de braços dianteiro que pode ser
ao lado dos suportes e puxar mais um levantado ou abaixado.
pouco para cima.
ACESSO AOS BANCOS TRASEIROS
(versões 3 portas) fig. 9
Pode-se acessar facilmente os bancos
traseiros por ambos os lados:
- puxe para cima a alavanca A e re-
bata o encosto para frente. Ao retornar A
o encosto para a posição normal, veri-
fique se está bem travado.
A
A
fig. 8 fig. 9
18.
ADVERTÊNCIA: o bancodeve Nestes casos, a deformação dos VOLANTE fig. 10 e 11
estar bem travado para evitar o seu bancos deve ser considerada uma Pode ser regulado no sentido verti-
movimento e possíveis acidentes. desejada conseqüência do sinistro, cal:
uma vez que é na deformação que
a energia do impacto é absorvida. 1) deslocar a alavanca A-fig. 10 para
ADVERTÊNCIA: o projeto de um Considera-se que após constatada a posição 2-fig. 11;
veículo é concebido atualmente esta deformação, o conjunto deverá 2) efetuar a regulagem do volante;
para que, em casos de sinistros, os ser substituído. 3) retornar a alavanca à posição 1
ocupantes sofram o mínimo de con- para travar o volante novamente.
seqüências possíveis.
Nos veículos dotados de
Para tanto, são concebidos na direção hidráulica, não per-
ótica de “Segurança ativa” e “segu- manecer com o volante em
rança passiva”. No caso específi- fim de curso (seja para a direita ou
co dos bancos, estes, quando da esquerda) por mais de 15 segundos,
ocorrência de impactos que pos- sob pena de danificar o sistema.
sam gerar desacelerações em níveis
“perigosos” aos usuários, são proje-
tados para deformarem-se e assim,
reduzir o nível de desaceleração
sobre os ocupantes, “preservando-
os passivamente”.
A 2
1
fig. 10 fig. 11
19.
ESPELHO RETROVISOR INTERNO ESPELHO RETROVISOR INTERNO Quando a fotocélula localizada na
fig. 12 ELETROCRÔMICO fig. 13 parte frontal do espelho, ao lado do in-
terruptor, detecta o ofuscamento pro-
A obtém-se: Presente em algumas versões, o es- vocado pelos faróis do veículo atrás do
pelho pode ser orientado em todas as A
1) posição antiofuscamento seu, ela energiza uma camada química
direções. do vidro, causando o escurecimento e
2) posição normal.
O funcionamento do espelho eletro- a absorção da luz. Assim que o ofusca-
O espelho retrovisor interno é equipa- crômico estará ativo e só será possível
do com um dispositivo contra acidentes mento diminui, o espelho volta para o
com a ignição ligada, condição em que seu estado normal de transparência.
que o desprende em caso de choque. o espelho passa a funcionar em modo Com o dispositivo ligado, o led verde
automático. Nesta situação, duas foto- B-fig. 13 permanece aceso, indicando
células controlam a atividade luminosa esse estado. Pressionando-se o botão
na frente e atrás do espelho, fazendo a A-fig. 13 com o dispositivo ligado, o
compensação entre localidades ilumi- led B-fig. 13 se apaga, indicando que
nadas ou escuras. o sistema deixou de funcionar em modo
automático.
Como característica adicional, o es-
pelho passará para a posição normal
-
gatada, garantindo a visibilidade em
manobras.
1 A
B A
2
fig. 12 fig. 13
20.
ESPELHOS RETROVISORES Com regulagem elétrica fig. 15 A lente do espelho retro-
EXTERNOS A regulagem é possível somente com visor direito é parabólica e
a chave de ignição na posição MAR. aumenta o campo de visão.
Com regulagem interna manual fig. No entanto, diminui o tamanho da
14 Para regular o espelho, basta apertar imagem, dando a impressão de que
Por dentro do veículo, mover o bo- nos quatro sentidos a tecla A situada na o objeto refletido está mais distante
tão A. porta do motorista. do que a realidade.
O botão B -
Qualquer regulagem deve
ser efetuada somente com o regulagem. Se a saliência do espe-
veículo parado. Aconselha-se efetuar a regulagem lho criar dificuldades numa
com o veículo parado e com o freio passagem estreita, dobre-o
de mão puxado. da posição 1-figs. 14 ou 15 para a
posição 2.
A
B
1 1
2 2 A
fig. 14 fig. 15
21.
Para retirar ocinto, apertar o botão Os cintos de segurança para os postos
(C). Acompanhar o cinto durante seu traseiros devem ser usados conforme o
enrolamento para evitar que se dobre. esquema ilustrado na fig. 17.
COMO UTILIZAR OS CINTOS DE
Para evitar engates incorretos, que A
Não apertar o botão (C) poderiam afetar a funcionalidade dos
SEGURANÇA fig. 16 cintos de segurança, as lingüetas dos
durante a marcha.
O cinto deve ser usado mantendo o cintos laterais e o fecho do cinto central
tórax ereto e apoiado contra o encosto O cinto, por meio do enrolador,
do banco. adapta-se automaticamente ao corpo são incompatíveis entre si.
Para colocar os cintos, pegar a lin- do passageiro permitindo liberdade de A extremidade excedente
güeta de fixação A-fig. 16 e introduzí- movimentos. do cinto resultante de um
la na sede B até perceber o “click” de Com o veículo estacionado em for- ajuste, assim como os pró-
travamento. te aclive ou declive o enrolador pode prios cintos de segurança dos lugares
Se durante a colocação do cinto, o travar-se: isto é normal. O mecanismo que não estiverem ocupados podem,
mesmo se travar, deixá-lo enrolar por de travamento do enrolador intervém inadvertidamente, ficar para fora do
um breve trecho e retirá-lo novamente em caso de qualquer puxão repentino veículo após ter fechado as portas
evitando puxões repentinos. do cinto ou em caso de freadas brus- traseiras. Aconselha-se a deixar afi-
cas, colisões e curvas em velocidade velados todos os cintos de segurança
Após engatar a fivela na traseiros dos veículos sem retrator
sede do fecho, puxar leve- sustentada.
automático, mesmo se não estiverem
mente o cinto para eliminar
Para obter a máxima pro- em uso, e sempre fazer o ajuste do
a folga do cadarço na região abdo-
teção, manter o encosto cinto ao corpo do passageiro.
minal.
em posição vertical, apoiar
bem as costas e manter o cinto
bem aderente ao tórax e à bacia.
Nunca utilizar o cinto com o banco
reclinado.
O banco traseiro possui cintos de
A segurança inerciais de três pontos de
C B fixação com enrolador para os postos
laterais.
fig. 16 fig. 17
22.
ADVERTÊNCIA: o cintoestará USO DO CINTO DO LUGAR Lembre-se que, em caso
regulado corretamente quando ade- CENTRAL fig. 18 de impacto violento, os pas-
rir bem à bacia. A sua eficiência sageiros dos bancos trasei-
depende diretamente da correta Para afivelar o cinto ros que não estiverem usando os
colocação por parte do usuário. Inserir a lingüeta de engate A na aber- cintos de segurança também consti-
tura B do fecho até ouvir o clique de tuem um grave perigo para os pas-
bloqueio. sageiros dos bancos dianteiros.
Recordar-se de que, em Para destravar o cinto: apertar o bo-
caso de colisão, os passa- tão C.
geiros dos bancos traseiros REGULAGEM EM ALTURA DOS
que não estiverem usando os cintos, Para ajustar o cinto fig. 19 CINTOS DIANTEIROS
além de estarem infringindo as leis - para apertar: pressionar a fivela A,
de trânsito e de serem expostos a puxando na extremidade B - A regulagem em altura
um grande risco, constituem um ração pode ser feita com o cinto já afi- dos cintos de segurança
perigo também para os passageiros deve ser feita com o veícu-
dos lugares dianteiros. lo parado.
- para afrouxar: pressionar a fivela A
puxar na parte C, mantendo a fivela A
perpendicular ao cinto. Regular sempre a altura dos cintos,
adaptando-os à estatura das pessoas
ADVERTÊNCIA: o cinto estará que os usam. Esta preocupação per-
regulado corretamente quando ade- mite melhorar sua eficácia reduzindo
rir bem à bacia. substancialmente os riscos de lesões em
caso de colisões.
C A B
A
A regulagem correta é obtida quando
o cinto passa cerca da metade entre a
extremidade do ombro e do pescoço. A
sua eficiência depende diretamente da
correta colocação por parte do usuário.
B
A regulagem em altura é possível em
C 5 posições distintas.
fig. 18 fig. 19
23.
Para fazer aregulagem, apertar o bo- Estes dispositivos detectam, através O pré-tensionador não necessita de
tão B-fig. 20 e levantar ou abaixar a de um sensor, que está ocorrendo uma nenhuma manutenção ou lubrificação.
empunhadura A-fig. 20. colisão violenta e puxam o cinto alguns Qualquer intervenção de modificação
de suas características originais invalida A
Após a regulagem, veri- perfeita aderência dos cintos ao corpo sua eficiência. Se, por eventos naturais
ficar sempre se o cursor dos ocupantes, antes que se inicie a
está travado em uma das ação de retenção.
posições predispostas. Para tanto, O travamento do cinto é reconhe- atingido por água ou barro, é obrigató-
sem pressionar o botão, fazer um cível pelo travamento do enrolador; o ria a sua substituição.
movimento para baixo para permi- cinto não se enrola mais, nem mesmo
tir o travamento do dispositivo de se acompanhado com as mãos.
fixação, caso o mesmo não tenha O pré-tensionador é uti-
sido travado em uma das posições lizável somente uma vez.
estabelecidas. Para ter a máxima pro- Após sua utilização, procu-
teção da ação do pré- rar a Rede Assistencial Fiat para sua
tensionador, usar o cinto substituição. A validade do disposi-
PRÉ-TENSIONADORES mantendo-o bem aderente ao tórax tivo está indicada em uma etiqueta
Para tornar ainda mais eficaz a ação e à bacia. adesiva localizada na tampa do por-
dos cintos de segurança dianteiros, as ta-luvas e, para algumas versões, na
versões equipadas com Airbag estão Os pré-tensionadores dos postos parte interna do capô. Atente para o
equipadas também com pré-tensiona- dianteiros se ativam somente se os res- prazo de validade e dirija-se à Rede
dores dos cintos de segurança. pectivos cintos estiverem corretamente Assistencial Fiat para a substituição
colocados nas fivelas. do dispositivo.
Havendo a ativação dos pré-tensio-
B
nadores, pode-se verificar uma ligeira
emissão de fumaça. Esta fumaça não é
A prejudicial e não indica um princípio
de incêndio.
fig. 20
24.
Intervenções que acarre- Para garantir a máxima Em hipótese alguma deve-
tem colisões, vibrações ou proteção aos ocupantes do se desmontar ou intervir
aquecimentos localizados veículo em caso de aciden- nos componentes do pré-
(superiores a 100°C por uma dura- te, recomenda-se manter o encosto tensionador. Qualquer reparação
ção máxima de 6 horas) na zona na posição mais ereta possível e o deve ser feita por pessoal qualifica-
do pré-tensionador podem provocar cinto bem aderente ao tórax e à do e autorizado. Procure sempre a
danos ou a ativação do sistema. Não bacia. Nunca utilizar o cinto com o Rede Assistencial Fiat.
se enquadram nestas condições as banco reclinado. Colocar sempre os
vibrações induzidas pela irregulari- cintos de segurança, tanto nos luga-
dade das estradas ou por ultrapassa- res dianteiros como traseiros. Viajar Se o cinto tiver sido sub-
gens acidentais de obstáculos como sem utilizar os cintos aumenta o metido a uma forte soli-
guias, quebra-molas, etc. Para qual- risco de lesões graves, ou de morte, citação como, por exem-
quer intervenção ou reparo, dirija-se em caso de colisão. plo, após um acidente, o mesmo
sempre à Rede Assistencial Fiat. deve ser substituído completamente
junto com as fixações, os parafusos
O cinto não deve ser e o próprio sistema pré-tensionador,
ADVERTÊNCIAS GERAIS PARA A dobrado. A parte superior mesmo não apresentando danos
UTILIZAÇÃO DOS CINTOS DE deve passar nos ombros e visíveis, pois estes equipamentos
SEGURANÇA atravessar diagonalmente o tórax. A podem ter perdido suas proprieda-
parte inferior deve aderir à bacia fig. des de resistência.
21 e não ao abdômen do passageiro.
as disposições legislativas locais com Não utilizar dispositivos (almofa-
relação à obrigação e modalidades de das, espumas, etc.) para manter o
utilização dos cintos. cinto não aderente ao corpo dos
passageiros, ou qualquer outro tipo
Colocar sempre os cintos de seguran- de dispositivo que trave, afrouxe ou
ça antes de iniciar uma viagem. modifique o funcionamento normal
do cinto de segurança.
fig. 21
25.
Cada cinto desegurança Obviamente as mulheres grávidas 3) Para limpar os cintos, lavá-los com
deve ser utilizado somen- devem posicionar a parte inferior do água e sabão neutro, enxaguando-os e
te por uma pessoa. Nunca cinto mais abaixo, de modo que o deixando-os secar à sombra. Não usar
transportar crianças no colo de um mesmo passe acima da bacia e sob o detergentes fortes, alvejantes ou tintu- A
passageiro utilizando um cinto de ventre fig. 23. -
segurança para a proteção de ambos mica que possa enfraquecer as fibras
fig. 22 e não colocar nenhum objeto COMO MANTER OS CINTOS DE do cinto.
entre a pessoa e o cinto. SEGURANÇA SEMPRE EFICIENTES 4) Evitar que os enroladores sejam
1) Utilizar sempre os cintos de se- molhados. O seu correto funcionamen-
O uso dos cintos é necessário tam- to é garantido somente se não sofrerem
bém para as mulheres grávidas: para gurança bem esticados, não torcidos;
certificar-se de que os mesmos possam infiltrações de água.
elas e para o bebê o risco de lesões em
caso de colisão é certamente menor se deslizar livremente sem impedimen- 5) Substituir o cinto quando apresen-
estiverem usando o cinto. tos. tar marcas de deterioração ou cortes.
2) Após um acidente, substituir o cin-
to usado, mesmo se aparentemente não
pareça danificado. Substituir o cinto em
caso de ativação do pré-tensionador.
fig. 22 fig. 23
26.
A disponibilidade ea posição dos instrumentos e dos sinalizadores podem variar em função dos itens opcionais adqui-
ridos/disponíveis.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 1
18 17 16 15 14 13 12 11 fig. 24
1) 2) Comandos - 3) Alavanca de comando das luzes externas/desem-
baçador traseiro - 4) 5) Interruptor de luzes de emergência - 6)
7) Alavanca de comando dos limpadores e lavadores do pára-brisa e do vidro traseiro - 8) -
veis e orientáveis - 9) Auto-rádio - 10) Airbag do lado do passageiro ou porta-luvas superior - 11) Porta-luvas - 12) Porta-
objetos - 13) Comandos de ventilação - 14) 15) Comutador de ignição - 16) Airbag do lado
do motorista - 17) Alavanca para abrir o capô do motor - 18)
27.
A disponibilidade ea posição dos instrumentos e dos sinalizadores podem variar em função dos itens opcionais adqui-
ridos/disponíveis. A
1 2 3 4 5 6 7 8 9 7 6 10 1
EE EE
F 3 H
100 120 1
30
40
80 140 E C 50
60 km/h 160 20 rpmx100
60
40 180
20 200
10 70
0
220
0 80
18 17 16 15 14 13 12 11
fig. 25
1) 2) Alavanca de comando das luzes externas - 3) 4) Quadro
5) Alavanca de comando dos limpadores e lavadores do pára-brisa e do vidro traseiro/
trip - 6) 7) Comandos - 8) Auto-rádio - 9) Interruptor de luzes de emer-
gência - 10) Airbag do lado do passageiro ou porta-luvas superior - 11) Porta-luvas - 12) Porta-objetos - 13) Comandos
de ventilação - 14) Comutador de ignição - 15) Airbag do lado do motorista - 16) Alavanca para abrir o capô do motor -
17) 18) Comandos do My car
28.
PALIO ELX 1.0/ELX1.4
km/h
A - Conta-giros.
B - Velocímetro.
C-
D - Indicador de temperatura do v F F
! > kmi
líquido de arrefecimento do motor. TRIP
MENU Beep
SPEED LIMIT 1 2
´ ( ¬ w
U Y K med
inst
I/100km/Ikmip/gh E
1 5 3
A B C D
fig. 26
F D
PALIO ELX 1.8 K 3
u
1
A - Velocímetro.
B - Indicador de nível de combustível.
C-
>
D - Indicador de temperatura do x
w v
W ´ K 5
líquido de arrefecimento do motor. U Y F¬ <
(
E - Conta-giros.
A B C D E
fig. 27
29.
PALIO 1.8 R
E E
F 3 H
A - Velocímetro. 100 120 1
30
40 A
80 140 E C 50
60
B - Indicador do nível de combustível. km/h 160 20 rpmx100 60
40 180
C- 20 200
10 70
D - Indicador de temperatura do líquido 0
220
0 80
ABS
de arrefecimento do motor. !
E - Conta-giros.
A B C D E
fig. 28
30.
INDICADOR DE TEMPERATURADO Em caso de superaqueci-
LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO DO mento, desligar o motor e
MOTOR figs. 30 providenciar o reboque do
veículo à concessionária Fiat mais
Em regime de funcionamento, nor- próxima.
VELOCÍMETRO fig. 29 malmente, o ponteiro deve estar sobre
os valores centrais da escala. Se chegar
Localizado no quadro de instrumen- perto da marca vermelha, significa que Observação:
tos, serve para indicar a velocidade de o motor está sendo muito solicitado e
deslocamento do veículo. H - do inglês hot: quente
é necessário reduzir a exigência de de-
A quilometragem parcial e total, sempenho. C - do inglês cold: frio
podem ser visualizadas através do dis- Viajando a velocidade muito baixa
play. com clima muito quente, o ponteiro po- Advertência: se o indicador esti-
de chegar perto da marca vermelha. ver no início da escala (temperatura
baixa) com a luz-piloto de excesso
de temperatura ou com a luz-piloto
do sistema de injeção acesa, é
sinal de anomalia no sistema. Neste
caso, procurar a Rede Assistencial
Fiat.
Se o motor funcionar sem o líqui-
do de arrefecimento, seu veículo
poderá ser seriamente danificado.
Os reparos, nestes casos, não serão
100 120
80 km/h 140
cobertos pela Garantia.
60 160
40 180
20 200
0 !
220
fig. 29 fig. 30
31.
CONTA-GIROS INDICADOR DO NÍVEL DE Advertência: o acendimento
COMBUSTÍVEL fig. 32 intermitente da escala de indicação
O ponteiro sobre as marcas verme- de combustível digital indica avaria
lhas A-fig. 31 indica um regime de ro- no sistema. Nesse caso, procurar a
tações muito elevado, que pode causar Versões ELX 1.0/ELX 1.4 A
Rede Assistencial Fiat.
danos ao motor e, portanto, deverá ser
evitado. as barras horizontais A-fig. 32 se ilu-
minam gradualmente até indicar o nível Versões ELX 1.8/1.8R
ADVERTÊNCIA: o sistema de con- de combustível existente no tanque. O ponteiro indica a quantidade
trole da injeção eletrônica inter- O acendimento intermitente da si- aproximada de combustível existente
rompe o fluxo de combustível quan- nalização de reserva B-fig. 32 indica no tanque.
do o motor estiver com excesso de que no tanque restam cerca de 5,5 a -
rotações, com conseqüente perda 7,5 litros de combustível. da-piloto de reserva C-fig. 32 indica
de potência do próprio motor. que no tanque restam cerca de 5,5 a
7,5 litros de combustível.
F
Observação: E-
km
rpm - rotações por minuto F-
TRIP
1 2
Ver observação no item
h E “Estacionamento” no capítulo B
B A “Uso correto do veículo”.
A A
Advertência: o acionamento inter-
mitente da lâmpada-piloto de reser-
F va indica avaria no sistema.
E
C
fig. 31 fig. 32
32.
Recomenda-se também, antesde efe- - Efetuar ajustes pessoais em alguma
tuar alguma operação, ler atentamente das funções, agindo em conjunto com
este capítulo. a pressão do botão mode/trip.
A pressão no botão mode/trip A-fig. O display exibe as informações úteis
34 permite: e necessárias durante a direção:
- Selecionar uma das várias funções
do trip computer. INFORMAÇÕES PRESENTES NA
O padrão e a quantidade de caracte-
- Confirmar o ajuste da função se- TELA PADRÃO
res das mensagens exibidas fig. 33 va-
riam de acordo com a versão do veículo lecionada, quando a função assim o A-fig. 35
e os equipamentos opcionais que estão permitir. B-fig. 35
presentes no mesmo.
Com a chave da ignição desligada ao
B-fig. abrir/fechar uma das portas dianteiras,
BOTÃO DE COMANDO 34, em sentido horário ou anti-horário, o display se ilumina, exibindo o hodô-
MODE/TRIP fig. 34 permite: metro total e o relógio.
Para usufruir das informações que - Selecionar uma das várias funções
posição MAR - Acessar informações referentes à
primeiramente familiarizar-se com os manutenção programada do veículo.
botões de comando correspondentes
localizados na alavanca direita da co-
luna da direção.
FLP0002
FLP0003
A
F
kmi km
MENU Beep B
TRIP SPEED LIMIT 1 2 MODE
TRIP
med
inst
I/100km/Ikmip/gh E A h
B
fig. 33 fig. 34 fig. 35
33.
INFORMAÇÕES NO DISPLAY PARA A VERSÃO ELX AS FUNÇÕES
SÃO:
- Indicação dos quilômetros faltantes
para a revisão programada ou adver-
tência do vencimento da mesma, com ALERTA DE VELOCIDADE A
lampejo do ícone . PROGRAMADA
- Indicação dos dias faltantes para a - Ativação/desativação da função do
troca anual do óleo ou advertência do Este menu permite a personalização alerta de velocidade excedida.
vencimento da mesma com lampejo do e configuração do veículo. - Ajuste do valor de velocidade limite
ícone . desejada.
Poderão também ser visualizadas no Atenção: o número de opções do - Ativação/desativação da função si-
display: menu está relacionado com os itens
- Informações do Computador de que equipam o veículo.
-
nação.
- Menu My Car.
É aconselhável que toda a
- Relógio. programação desejada seja MANUTENÇÃO PROGRAMADA
- Mensagens de advertência/avaria. executada com o veículo - Visualização dos quilômetros
- Alerta de velocidade programada. parado.
faltantes para a manutenção progra-
mada.
- Visualização dos dias faltantes para
troca anual do óleo do motor.
AJUSTE DO RELÓGIO
- Ajuste das horas.
- Ajuste dos minutos.
SAÍDA DO MENU
- Saída do menu.
34.
VERIFICAÇÃO INICIAL
Girando a chave de ignição para a posição MAR, dependendo da quilometragem do veículo ou do tempo transcorrido
desde a última operação de manutenção, o display exibe as informações relativas ao número de dias ou à quilometragem
faltante para a próxima manutenção programada ou troca do óleo do motor.
FLP0004
P MAR AV
TO
S
V
PA RK
F
km
MENU
1 2
E
F
MENU
1 2
E
O PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA do veículo prevê operações de manutenção e troca do óleo do motor a cada 15000 km ou 1
ano, prevalecendo a condição que primeiro ocorrer. A exibição de informações relativas às operações de manutenção (com exce-
ção da revisão de carroceria) ocorrerá automaticamente quando, com a chave de ignição na posição MAR, a partir dos 2.000 km
posição MAR, no display aparecerá o valor dos quilômetros faltantes para a revisão ou o número de dias para a troca anual do óleo
do motor precedido de um sinal negativo e um sinal sonoro será emitido. Procure a Rede Assistencial FIAT que realizará, além das
dos contadores de tempo ou quilômetros para a próxima troca anual do óleo ou manutenção programada. A contagem do tempo
para exibição da mensagem de troca anual de óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo percorrer
um mínimo de 200 quilômetros.
35.
DESCRIÇÃO DO MENU“MY CAR FIAT”
O menu é composto de uma série de funções que são selecionadas por meio da rotação do anel mode/trip
permitindo a personalização e configuração do veículo.
A
ACESSO À TELA DO MENU
Após a verificação inicial, é possível acessar a tela do menu efetuando a rotação do anel mode/trip em sentido
horário e anti-horário.
ATENÇÃO: ao acessar o menu, se não for efetuada nenhuma programação/regulagem dentro de um tempo igual a 60
segundos, o sistema sai automaticamente do menu e retorna a tela anteriormente visualizada. Neste caso, a última opção
- Com o veículo parado é possível ter acesso a todas opções do menu.
Atenção: é aconselhável que toda programação desejada seja executada com o veículo parado.
Acesso à tela do menu
Após a verificação inicial é possível acessar a tela do menu. Para navegar, efetuar a rotação, em sentido horário ou anti-
horário, do anel MY CAR MODE/TRIP e, para efetuar ajustes, apertar o botão MODE/TRIP
F F F
km
MENU MENU Dimmer
MODE SPEED LIMIT MODE
1 2 1 2 1 2
FLP0114
TRIP TRIP
h E km / h TRIP E E
F F F
km
MENU Beep MENU MENU
1 2 MODE 1 2 MODE 1 2
TRIP TRIP
E E E
veículo e os equipamentos opcionais que estão presentes no mesmo.
Advertência de fechamento incorreto das portas
A indicação de fechamento incorreto das portas ocorre, para algumas versões, através do acendimento da luz espia .
Para algumas versões, se o veículo atingir uma velocidade superior a 4 km/h com uma ou mais portas abertas, será emitido
um sinal sonoro.
36.
Limite de velocidadeprogramada
Esta função permite programar o alerta de limite de velocidade do veículo. Se esta for ultrapassada, é emitido automati-
camente um sinal sonoro, acompanhado do acendimento da mensagem “speed limit“ e a visualização de uma mensagem
específica no display de advertência para o motorista. Para programação da velocidade limite, proceder como a seguir:
F F
FLP0137
MENU MENU Através da rotação do anel escolher a ativação ou a desati-
Ver acesso a tela do menu SPEED LIMIT
1 2 MODE SPEED LIMIT
1 2
TRIP
E km / h E
Através do anel -
te o ajuste o valor expresso no display lampeja. Este valor pode
km/h. Confirmar o valor desejado através do botão MODE/TRIP.
Advertência: esta função não visa a substituir, nem exclui a Se o anel de ajuste for girado por tempo superior a 2s, o incre-
responsabilidade do motorista em manter-se atento e fazer mento ou diminuição do valor se dará de forma mais rápida.
cumprir a velocidade indicada para as rodovias transitadas. Quando estiver próximo ao valor desejado, soltar o botão e
completar o ajuste com toques simples.
O display irá exibir o ícone quando a função estiver habilitada.
Sinalização de ultrapassagem de velocidade limite
Logo que o veículo ultrapassar o valor de velocidade programada ocorre automaticamente um ciclo de sinalizações, jun-
tamente com um sinal sonoro e o acendimento da mensagem “speed limit“. Pressionando o botão “mode/trip” a indicação
no display é interrompida.
A indicação no display também é imediatamente interrompida se a velocidade do veículo atingir o valor do limite ajustado
menos 5 km/h.
F
FLP0007
km
SPEED LIMIT 1 2
med
inst
km / h E
37.
Dimmer
A
- do display do auto-rádio;
F
FLP0114
MENU Dimmer
1 2
E
Ajustar hora
- Ao pressionar o botão mode/trip o valor expresso no display lampeja.
- Proceder da mesma forma para ajustar os minutos.
Com rotação no botão superior a 2 segundos o ajuste se dará de forma mais rápida.
display lampeja. Confirmar o valor desejado através do botão mode/trip. Se o anel de ajuste
permanecer pressionado por tempo superior a 2 segundos, o incremento ou diminuição do
valor se dará de forma mais rápida.
F F F
FLP0008
MENU MENU MENU
1 2 MODE 1 2 MODE 1 2
TRIP TRIP
h E h E h E
38.
Sinal sonoro (Rogerbeep)
O sinal sonoro que acompanha o pressionamento da teclas
Para efetuar a ativação, proceder como a seguir:
F F
FLP0009
MENU Beep MENU Beep
Ver acesso a tela do menu 1 2 MODE
TRIP
1 2
E E
Advertência para a revisão programada
O display permite visualizar as indicações relativas aos quilômetros faltantes para a próxima revisão.
visualização, ou seja, 2000 km antes dos prazos estabelecidos no Plano de Manutenção Programada até 1000 km depois.
A indicação ocorrerá somente quando a chave de ignição for posicionada em MAR a cada 200 km dentro da faixa esta-
belecida para a advertência durante oito segundos. Serão visualizados no display, automaticamente, os quilômetros faltantes
para a próxima revisão ou quando forem excedidos os mesmos até 1.000 km. Será exibida no display, após a inicialização
Para algumas versões o ícone lampeja no quadro de instrumentos.
F
FLP0022
km
MENU
1 2
E
CAR em sentido horário ou anti-horário.
Quando for superado o valor de quilometragem, a visualização no display, conforme a versão, será indicado como a
seguir:
39.
Para algumas versõeso ícone lampeja no quadro de instrumentos.
F
FLP0027
km
1 2 A
E
Procure a Rede Assistencial FIAT que realizará, além das operações de manutenção previstas pelo “Plano de manuten-
próxima troca anual do óleo ou manutenção programada.
Advertência para a troca anual do óleo do motor
O número de dias faltantes para a troca de óleo será indicado no display após inicialização do mesmo, obedecendo a
F
FLP0023
MENU
1 2
E
quando tiver vencido o prazo indicado para a troca de óleo, conforme a versão, a seguinte mensagem no display:
F
FLP0026
1 2
E
O número de dias faltantes para a troca do óleo do motor pode ser consultado, a qualquer momento, girando o anel MY
CAR em sentido horário ou anti-horário.
Procure a Rede Assistencial FIAT que realizará, além das operações de manutenção previstas pelo “Plano de manuten-
próxima troca anual do óleo ou manutenção programada.
40.
Manutenção programada (Revisão)
O plano de manutenção programada do veículo prevê operações de manutenção e troca do óleo do motor a cada 15000 km ou 1 ano, prevalecendo a condição que primeiro
ocorrer. A exibição de informações relativas às operações de manutenção (com exceção da revisão de carroceria) ocorrerá automaticamente quando a chave de ignição for
colocada na posição MAR, a partir dos 2000 km faltantes para a próxima revisão ou a 30 dias da troca anual do óleo do motor. Essas informações serão exibidas a cada 200 km
MAR o display
dos contadores de tempo e quilometragem faltantes para a próxima intervenção.
A contagem de tempo para a exibição das mensagens de troca anual do óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo percorrer um mínimo de 200 quilô-
metros.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
O sistema de aviso de revisão não leva em consideração os períodos nos quais a bateria esteve desligada, de
modo que os intervalos de manutenção especificados no PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA terão prio-
ridade, devendo ser sempre observados.
Seguir rigorosamente as recomendações para troca de óleo do motor, no capítulo D, se o veículo for utilizado,
predominantemente, em condições particularmente severas.
Os displays não exibem o tempo faltante para a realização das revisões de carroceria.
Para ter pleno conhecimento das condições de manutenção e garantia do veículo, é indispensável a consulta ao
capítulo “D” no presente manual e ao manual de Garantia.
41.
TRIP COMPUTER
As informações do trip, disponíveis para algumas versões, são visualizadas de modo seqüencial conforme o esquema
seguinte:
A
F F F
km km km
FLP0061
TRIP MODE TRIP TRIP
1 2 TRIP 1 2 MODE 1 2
TRIP
med
inst
km E km/l E km/l E
F F F
km km km
TRIP MODE TRIP MODE TRIP
1 2 TRIP 1 2 TRIP
1 2
km E km / h E h E
1 - Trip computer – Distância percorrida
F
FLP0060
km
Para algumas versões será TRIP
1 2
visualizado no display:
km E
42.
2 - Tripcomputer - Consumo instantâneo
Informa o consumo de combustível que está ocorrendo naquele momento. A informação é atualizada de segundo em
segundo.
F F
FLP0062
km km
TRIP TRIP
1 2 1 2
inst inst
km/l E km/l E
3 - Trip computer – Consumo médio
F F
FLP0063
km km
TRIP TRIP
1 2 1 2
med med 500 m.
km/l E km/l E
43.
4 - Tripcomputer - Autonomia
na hipótese de
prosseguir a viagem com o mesmo estilo de dirigir, ou seja, na mesma condição de consumo.
A autonomia é calculada considerando o consumo médio dos últimos 5 minutos e os litros de combustível contidos no A
reservatório.
Em caso de abastecimento de combustível será calculado um novo valor de autonomia.
Em caso de paradas do veículo, carac-
terizada por uma velocidade inferior a
Quando a velocidade do veículo superar nova-
4 km/h e motor em funcionamento, será
mente o limite de 4km/h, o valor da autonomia
visualizado o último valor da autonomia
FLP0064
será recalculado considerando o combustível
calculado antes da parada do veículo. Se
consumido durante a parada e a forma de diri-
estas condições persistirem por mais de
gir precedente à mesma
3 minutos, no display serão visualizados
F
Se a parada persistir por mais de 3 F
km minutos ou a autonomia for inferior km
TRIP
à 50 km, a indicação será inter- TRIP
1 2 1 2
rompida. Quando a autonomia for
inferior à 50 km, veículo deverá ser
km E abastecido assim que possível. km E
5 - Trip computer - Velocidade média
F F
FLP0065
km km
TRIP TRIP
1 2 1 2
med
km / h E km / h E
44.
6 - Tripcomputer - Tempo de viagem
Obs.: o tempo de viagem é calculado somente quando o motor permanece ligado (rpm > 500)
F F
FLP0066
Quando o tempo atingir 99:59 h, ocorre um km km
reset de todos os dados do TRIP, exceto auto- TRIP
1 2 TRIP
1 2
h E h E
Zeramento (Reset) do TRIP
Quando o botão mode/trip é pressionado por um tempo superior a 2 segundos, será efetuado o zeramento dos dados do
Sistema FPS (Fire Prevention System) – Interruptor inercial
-
mações na página no ítem “Interruptor inercial para corte de combustível”, em “Comandos”, neste capítulo.
O display, conforme a versão, exibirá:
F
FLP0067
TRIP
1 2
h E
45.
Sistema Follow mehome
Uma vez ativado, durante 20 segundos, aparecerá no display do quadro de Instrumentos, uma indicação de que o sistema
está ativo com o tempo de duração para o qual foi ajustado.
O display, exibirá o tempo selecionado para ativação do dispositivo: A
FLP0070
h
Acendimento automático do display ao abrir/fechar porta(s) dianteira(s)
Com o veículo desligado, na abertura ou fechamento das portas dianteiras, o display do quadro de instrumentos se acende
durante 10 segundos, indicando o hodômetro total e o relógio digital.
Para algumas versões, o display exibe o relógio permanentemente.
O display, conforme a versão, indicará:
FLP0070
km
h
46.
O padrão ea quantidade de caracteres das mensagens exibidas variam de acordo com o tipo do display, com a versão do
veículo e os equipamentos opcionais que estão presentes no mesmo. São descritos a seguir os diferentes tipos de display e
o tipo de informação que cada um pode fornecer:
Display 1 (Standard) - Ideogramas, informações numéricas e mensagens de texto curtas.
Display 2 (multifuncional) - Ideogramas, informações numéricas e mensagens de texto.
1 2
0000.00 K Qui 6 Out
TRIP TOTAL km
36km
15:40 25 ºC 15:40
BOTÕES DE COMANDO - fig. 36 - 37
MAR
necessário primeiramente familiarizar-se com os botões de comando correspondentes localizados à esquerda da coluna da
direção e na extremidade da alavanca direita. Recomenda-se também, antes de efetuar alguma operação, ler atentamente
este capítulo.
47.
Tecla MODE
Pressão inferior a 2 segundos permite:
- entrar ou sair do menu “My Car” A
- confirmar o ajuste ou a função selecionada
- interromper a visualização das mensagens de adver-
MODE
tência no display, quando presentes.
MODE Pressão superior a 2 segundos permite:
- sair do menu “My Car”, memorizando os ajustes
tela visualizada anteriormente.
Teclas ,
fig. 36
Para seleção das opções do menu “My Car”, ajustes das
funções, dimmer e ajuste da sensibilidade do sistema auto
Tecla TRIP
TRIP
- Pressão inferior a 2 segundos indicada por nos es-
TRIP quemas seguintes para percorrer as várias telas relativas às
TRIP COMPUTER
- Pressão superior a 2 segundos para efetuar o zeramento
RESET TRIP.
fig. 37
O display exibe as informações úteis e necessárias
durante a direção.
48.
INFORMAÇÕES PRESENTES NA INFORMAÇÕES NO DISPLAY
TELA PADRÃO
- Indicação dos quilômetros faltantes
B-fig. para a revisão programada ou advertên-
38 cia do vencimento da mesma, com lam-
C-fig. 38 pejo da luz espia .
- Indicação dos dias faltantes para a
D-fig. 38 troca anual do óleo ou advertência do Este menu, disponível em algumas
vencimento da mesma com lampejo da versões, permite a personalização e
A-fig. 38 luz espia . configuração do veículo.
Com a chave da ignição desligada ao Em função da versão do veículo Atenção: o número de opções do
abrir/fechar uma das portas dianteiras, poderão também ser visualizadas no menu está relacionado com os itens
o display se ilumina, exibindo o hodô- display: que equipam o veículo.
metro total e o relógio.
- Informações do Computador de
É aconselhável que toda a
- Regulagem da intensidade lumino- programação desejada seja
sa dos comandos internos. executada com o veículo
- Menu My Car. parado.
- Mensagens de advertências/ava-
rias. AS FUNÇÕES SÃO:
ALERTA DE VELOCIDADE
B A B - Ativação/desativação da função do
alerta de velocidade excedida.
0000.00 K Qui 6 Out - Ajuste do valor de velocidade limite
TRIP TOTAL km
36km desejada.
15:40 25 ºC 15:40
C D C
fig. 38
49.
REGULAGEM DA SENSIBILIDADE AJUSTE DA DATA AUTO LOCK
DO SENSOR CREPUSCULAR (auto
lamp) (algumas versões) - Ajuste do ano. Para algumas versões o sistema pode-
- Ajuste do mês. rá ser habilitado ou desabilitado.
A
sensibilidade do sensor de luminosida- - Ajuste do dia.
automático das portas quando o veículo
de externa. ultrapassar 20 km/h.
REPETIÇÃO DAS INFORMAÇÕES
DO RÁDIO (em função da versão do -
HABILITAÇÃO DO TRIP B vamento das portas quando o veículo
veículo e do modelo de rádio)
ultrapassar 20 km/h.
relativa função.
das informações do auto-rádio no dis-
play do quadro de instrumentos. Atenção: caso seja necessário
AJUSTE DO RELÓGIO executar uma prova na bancada de
- roletes com o veículo, recordar-se
- Ajuste das horas. petição das informações do auto-rádio que as portas podem ser travadas
- Ajuste dos minutos. no display do quadro de instrumentos. automaticamente, impossibilitando
o acesso ao interior do veículo.
MODALIDADE RELÓGIO Atenção: o display apresenta Aconselha-se desativar a função,
- Seleção da modalidade relógio nas informações referentes ao auto- quando disponível, ou efetuar a
12 ou 24 horas. rádio apenas se o mesmo for o prova com os vidros abertos de
modelo original montado pela Fiat. modo a permitir o acesso ao habi-
táculo caso ocorra o travamento
automático.
50.
UNIDADE DE MEDIDA SELEÇÃO DO IDIOMA MANUTENÇÃO PROGRAMADA
“DISTÂNCIA”
- Seleção do idioma das mensagens - Visualização dos quilômetros fal-
- Seleção da unidade de medida da visualizadas no display. tantes para a manutenção programa-
da.
REGULAGEM DO VOLUME DO - Visualização dos dias faltantes para
SINALIZADOR ACÚSTICO DE troca anual do óleo do motor.
UNIDADE DE MEDIDA AVARIAS/ADVERTÊNCIAS
“CONSUMO” SAÍDA DO MENU
- Regulagem do volume das sinaliza-
Em função da unidade de medida da ções acústicas relativas às anomalias/ - Saída do menu.
advertências.
possível selecionar a unidade de medi-
REGULAGEM DO VOLUME DAS É aconselhável que toda a
TECLAS programação desejada seja
executada com o veículo
UNIDADE DE MEDIDA - Regulagem e eventual exclusão do parado.
“TEMPERATURA” volume das teclas.
- Seleção da unidade de medida: °C
51.
VERIFICAÇÃO INICIAL -DISPLAY 1
Girando a chave de ignição na posição MAR, o display exibe a mensagem Verificando: inicia-se a fase de diagnóstico de
todos os sistemas eletrônicos presentes no veículo; esta fase dura alguns segundos. Se durante este procedimento não forem
verificadas anomalias e, com o motor funcionando, o display exibe a mensagem verificação ok. A
Caso o display exiba uma eventual mensa-
gem de anomalia/advertência, ver o quanto
descrito no parágrafo luzes espia e sinalizações,
neste capítulo.
Verificando . . . Verificação ok
36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
Oleo mot . 27d
36km
25 ºC 15:40
Qui 6 Out
36km
25 ºC 15:40
Revisão 2000 km
36km
25 ºC 15:40
O PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA do veículo prevê operações de manutenção e de troca de óleo do motor a cada 15000 km ou 1 ano,
com exceção da revisão de
carroceria MAR, a partir dos 2.000 km faltantes para revisão ou a
Rede Assistencial Fiat que realizará, além das operações de manutenção previstas
pelo “PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA” ou pelo “PLANO DE INSPEÇÃO ANUAL
próxima troca anual do óleo ou manutenção programada. A contagem do tempo para exibição da mensagem de troca anual de óleo do motor
começará a partir do momento em que o veículo percorrer um mínimo de 200 quilômetros.
52.
VERIFICAÇÃO INICIAL -DISPLAY 2
1164
km
15:40
Para algumas ver- A luz espia lampeja no
sões será visualizado: quadro de instrumentos.
16d
15:40
O PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA do veículo prevê operações de manutenção e de troca de óleo do motor a cada 15000 km ou 1 ano,
com exceção da revisão de
carroceria MAR, a partir dos 2.000 km faltantes para revisão ou a 30
programada estiver próxima do vencimento previsto, girando a chave de ignição na posição MAR, no display aparecerá o valor dos quilômetros
faltantes para a revisão ou o número de dias para a troca anual do óleo do motor precedido de um sinal negativo. Procure a Rede Assistencial
Fiat que realizará, além das operações de manutenção previstas pelo “PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA” ou pelo “PLANO DE INSPEÇÃO ANUAL”, o
A contagem do
tempo para exibição da mensagem de troca anual de óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo percorrer um mínimo
de 200 quilômetros.
53.
DESCRIÇÃO DO MENU“MY CAR”
O menu é composto de uma série de funções que são selecionadas através das teclas e permitindo a personalização
também o “ACESSO A TELA DO MENU” nas páginas seguintes. A
Atenção: as mensagens exibidas nos displays eletrônicos podem apresentar pequenas diferenças de textos para
uma mesma informação. Isto se dá face à diversidade de informações fornecidas para os diferentes modelos do
veículo.
A quantidade de telas do menu MY CAR pode variar em função da presença de equipamentos opcionais.
DISPLAY 1 (STANDARD)
Hour
15:40
bUZZ SPEEd
km h
4 15:40
54.
DISPLAY 2 (MULTIFUNCIONAL) ^ Auto lamp. 1 ^ Trip B Off
^ Lim . vel . Off
15:40 15:40
15:40 ^ Ajustar hora
^ Menu 15:40
15:40
^ Modo hora 24h
^ Saída Menu Velocidade 15:40
15:40 > 0 km
^ Ajustar data
^ Revisões 15:40
15:40
^ Info radio Off
^ Vol . Teclas 4 15:40
15:40
^ Auto lock Off
15:40
^ Aviso sonoro 4
15:40
^ Dist. unid km
15:40
^ Lín. Português ^ Consumo mpg
15:40 ^ Temp. unid. C 15:40
15:40
ACESSO À TELA DO MENU
Após a verificação inicial, é possí- anteriormente visualizada. Neste caso, - Com o veículo parado é possível ter
vel acessar a tela do menu apertando a última opção selecionada e não con- acesso a todas opções do menu.
o botão . Os casos descritos estão representa-
Para navegar utilizar os botões e memorizada. dos no esquema da página seguinte.
. - Com o veículo em movimento é Atenção: é aconselhável que toda
Atenção: ao acessar o menu, se não possível ter acesso somente ao menu programação desejada seja executada
for efetuada nenhuma programação/ - com o veículo parado.
regulagem dentro de um tempo igual cidade e regulagem da sensibilidade do
a 60 segundos, o sistema sai automa-
ticamente do menu e retorna a tela
55.
Acesso à telado menu
e .
Não A
Qui 6 Out Veículo ^ Menu
36km a em
movimento
25 ºC 15:40 15:40
Lim. vel.
Auto lamp.
Sim
Ajustar hora
Modo hora
Ajustar data
^ Menu Info rádio
Auto lock
15:40 Consumo km/l
Lim. vel. Lin. Português
Auto lamp Aviso sonoro
Revisão
Saída menu
^ Saída Menu
a
15:40
Para algumas versões será visualizado:
0000.00 K
TRIP TOTAL Nivel km h
15:40
a
Hour bUZZ SPEEd
a a km h
15:40 4 120
56.
Advertência de portasabertas
Além do acendimento da luz espia, será escrito por extenso no display alfanumérico quais as portas que se encontram
abertas. Para algumas versões, a indicação de portas abertas ocorre através do acendimento da luz espia . Para algumas
versões, se o veículo atingir uma velocidade superior a 4 km/h com uma ou mais portas abertas, será emitido um sinal
sonoro. Exemplos:
Porta aberta dianteira
15:40 15:40
Porta aberta traseira
15:40 15:40
Check da iluminação externa
Além do acendimento da luz espia , será escrito por extenso no display alfanumérico qual o circuito que apresenta
anomalia.
Exemplo:
Avaria luzes de posição
15:40 15:40
Para algumas versões, a indicação de avaria no sistema de iluminação externa ocorre somente através do acendimento
da luz espia .
57.
Limite de velocidade
Esta função permite programar o alerta de limite de velocidade do veículo se esta for ultrapassada, é emitido automati-
camente um sinal sonoro, acompanhado do acendimento da luz-piloto e a visualização de uma mensagem específica no
display de advertência para o motorista. Para programação da velocidade limite, proceder como a seguir: A
SPEEd SPEEd
km h km h
OFF 130
^ Lim . vel . Off ^ Lim . vel . Off
15:40
a 15:40
Através dos botões ou escolher a ativação ou a desativa-
^ Lim . vel . On ^ Lim . vel . Off ^ Lim . vel . Off
15:40 15:40
a 15:40
a Através dos botões ou ajustar a velocidade desejada.
valor pode variar de 30 à 250km/h com passos de ajuste de
5 km/h ou 20 à 155 mph com passos de ajuste 5 mph.
^ Lim . vel . 70 ^ Lim . vel . 70
15:40 tempo superior a 2s, o incremento ou diminuição do valor
a 15:40
se dará de forma mais rápida. Quando estiver próximo ao
valor desejado, soltar o botão e completar o ajuste com
Advertência: esta função não visa a substituir, nem exclui a toques simples.
responsabilidade do motorista em manter-se atento e fazer
cumprir a velocidade indicada para as rodovias transita-
das.
58.
Sinalização de ultrapassagemde velocidade limite
Logo que o veículo ultrapassar o valor de velocidade programada ocorre automaticamente um ciclo de sinalizações,
juntamente com um sinal sonoro e o acendimento da luz espia . Pressionando a tecla “ ” a indicação no display é
interrompida.
A indicação no display também é imediatamente interrompida se a velocidade do veículo atingir o valor do limite ajustado
menos 5 km/h ou 5 mph.
^ Velocidade ^ excedida ^ Reduzir veloc.
15:40 15:40 15:40
Para algumas versões, ocorre o acendimento da luz espia juntamente com sinal sonoro e no display é indicado:
SPEEd
km h
120
59.
Regulagem da sensibilidadedo sensor crepuscular - auto lamp
níveis:
Nível 1 - Mínima sensibilidade A
Nível 2 - Média sensibilidade
Nível 3 - Máxima sensibilidade
Quanto maior a sensibilidade, menor será a intensidade de luz externa necessária para comandar o acendimento dos
faróis baixos, luzes de posição e luzes de placa. O ajuste é permitido mesmo com o veículo em movimento. Para ajustar o
nível de sensibilidade, proceder como a seguir:
^ Auto lamp 2 ^ Auto lamp 2
a
15:40 15:40
Através dos botões ou selecionar o nível de sensibilidade.
^ Auto lamp 3
15:40
a
^ Auto lamp 3
15:40
60.
Habilitação TRIP B
sãovisualizadas informações relativas a um determinado percurso de viagem. Informa o consumo médio, velocidade média,
Ver acesso a tela do menu
^ Trip B Off ^ Trip B On
a
15:40 15:40
Através dos botões ou
seleção, “On/Off” lampeja no display
^ Trip B On ^ Trip B Off
15:40 15:40
a a
^ Trip B On ^ Trip B Off
15:40 15:40
61.
Ajustar hora
segundos oajuste se dará de forma mais rápida.
A
Ver acesso na tela do menu
^ Ajustar hora ^ Ajustar hora ^ Ajustar hora
a a
15:40 15 :40 15: 40
a
Através dos botões ou -
ou - ^ Ajustar hora
rior a 2 segundos, o incremento ou diminuição do valor se dará de forma mais rápida.
15: 40
Hour Hour Hour
Para algumas versões o
ajuste será como a seguir:
15:40 15:40 15:40
62.
Modo hora
Esta função permite a visualização da hora na modalidade 12 ou 24 horas. Para selecionar o modo desejado, proceder
como a seguir:
Ver acesso a tela do menu
^ Modo hora 24h ^ Modo hora 24h
a
15:40 15:40
Através dos botões ou
seleção, a opção lampeja no display.
^ Modo hora 12h ^ Modo hora 24h
15:40 15:40
a a
^ Modo hora 12h ^ Modo hora 24h
15:40 15:40
63.
Ajuste da data
A
Ver acesso a tela
do menu
^ Ajustar data ^ 12 09 2008 ^ 12 09 2008 ^ 12 09 2008
a a a
15:40 15:40 15:40 15:40
a
Através dos botões ou
o número expresso no display lampeja. Se o botão de ajuste
ou
2s, o incremento ou diminuição se dará de forma mais
^ Ajustar data
rápida.
15:40
64.
Repetição das informaçõesde rádio (Info rádio)
Atenção: o display apresenta informações referentes ao auto-rádio apenas se o mesmo for o modelo original montado
pela Fiat. Consulte o manual de auto-rádio do veículo.
Ver acesso a tela do menu
^ Infor rádio Off ^ Infor rádio Off
a
15:40 15:40
Através dos botões ou -
rante a seleção, a opção lampeja no display.
^ Infor rádio On ^ Infor rádio Off
15:40 15:40
a a
^ Infor rádio On ^ Infor rádio Off
15:40 15:40
65.
TRAVAMENTO AUTOMÁTICO DASPORTAS - (AUTO LOCK)
Esta função permite para algumas versões:
A
Ver acesso a tela do menu
^ Auto lock Off ^ Auto lock Off
a
15:40 15:40
Através dos botões ou
seleção, a opção lampeja no display.
^ Auto lock On ^ Auto lock Off
15:40 15:40
a a
^ Auto lock On ^ Auto lock Off
15:40 15:40
66.
Unidade de medidapara as distâncias (Dist. Unid)
Ver acesso a tela do menu
^ Dist . unid km ^ Dist . unid km
a
15:40 15:40
Através dos botões ou -
te a seleção, a opção selecionada lampeja no display.
^ Dist . unid km ^ Dist . unid mi
15:40 15:40
a a
^ Dist . unid km ^ Dist . unid mi
15:40 15:40
67.
Unidade de consumo- Consumo (km/l ou l/100km)
A
Ver acesso a tela do menu
^ Consumo km/ l ^ Consumo km/ l
a
15:40 15:40
Através dos botões ou
seleção, a opção lampeja no display. Se a unidade for milha, a unidade de consumo será
^ Consumo km/ l ^ Cons. l 100km
15:40 15:40
a a
^ Consumo km/ l ^ Cons. l 100km
15:40 15:40
68.
Unidade de temperatura(Temp. unid)
Ver acesso a tela do menu
^ Temp . unid . C ^ Temp . unid . C
a
15:40 15:40
Através dos botões ou -
rante a seleção, a opção selecionada lampeja no display.
^ Temp . unid . C ^ Temp . unid . F
15:40 15:40
a a
^ Temp . unid . C ^ Temp . unid . F
15:40 15:40
69.
Seleção do idioma
A
Ver acesso a tela do menu
^ Lín. Português ^ Lín. Português ^ Lang. English
a
15:40 15:40 15:40
^ Dil Turkçe ^ Lang. Français
15:40 15:40
^ Ling. Italiano ^ Idiom. Español ^ Idiom. Español
a
15:40 15:40 15:40
^ Sprch. Deutsch
15:40
70.
Ajuste do volumedo sinal sonoro de advertências/avarias (aviso sonoro)
Para algumas versões, o dis-
bUZZ bUZZ
Ver acesso a tela do menu
play exibirá: a
4 4
^ Aviso sonoro 4 ^ Aviso sonoro 4
15:40
a 15:40
Através dos botões ou
a seleção, o valor ajustado lampeja no display.
^ Aviso sonoro 1 ^ Aviso sonoro 5
15:40 15:40
a a
^ Aviso sonoro 1 ^ Aviso sonoro 5
15:40 15:40
71.
Regulagem do volumedos botões (Vol. Teclas)
A
Ver acesso a tela do menu
^ Vol. teclas 4 ^ Vol. teclas 4
a
15:40 15:40
Através dos botões ou
a seleção, o valor ajustado lampeja no display.
^ Vol. teclas 1 ^ Vol. teclas 5
15:40 15:40
a a
^ Vol. teclas 1 ^ Vol. teclas 5
15:40 15:40
72.
Manutenção programada (Revisão)
oudias faltantes para a próxima troca anual do óleo do motor. Para visualizar estes dados, proceder como a seguir:
^ Revisão ^ Rev. 14964 km Oleo mot . 28d
a
15:40 15:40 15:40
a
O PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA do veículo prevê operações de manutenção e de troca de óleo do motor a cada 15000 km ou 1 ano, prevale-
com exceção da revisão de carroceria
ocorrerá automaticamente quando a chave de ignição for colocada na posição MAR, a partir dos 2000 km faltantes para a próxima revisão ou a
a manutenção programada estiver próxima do vencimento previsto, girando a chave de ignição para a posição MAR o display exibirá o número
de quilômetros faltantes para revisão ou o número de dias para a troca anual de óleo do motor. Procure a Rede Assistencial Fiat a qual realizará,
RESET
contadores de tempo e quilometragem faltantes para a próxima intervenção.
A contagem de tempo para a exibição das mensagens de troca anual do óleo do motor começará a partir do momento em que o veículo percorrer
um mínimo de 200 quilômetros.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTES
O sistema de aviso de revisão não leva em consideração os períodos nos quais a bateria esteve desligada, de modo que os intervalos de manu-
tenção especificados no PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA terão prioridade, devendo ser sempre observados.
Os displays não exibem o tempo faltante para a realização das revisões de carroceria.
Para ter pleno conhecimento das condições de manutenção e garantia do veículo, é indispensável a consulta ao capítulo “D” no presente
manual e ao Manual de Garantia.
73.
Advertência para arevisão programada
ou seja, 2000 km antes dos prazos estabelecidos no Plano de Manutenção Programada até 1000 km depois.
A indicação ocorrerá somente quando a chave de ignição for posicionada em MAR a cada 200 km dentro da faixa estabe- A
lecida para a advertência. Será visualizado no display, automaticamente, os quilômetros faltantes para a próxima revisão ou
quando forem excedidos os mesmos até 1.000 km. Será indicado no display, após a inicialização do quadro e obedecendo
1164 Revisão 2000
km ou
15:40 15:40 õ
Para algumas versões a luz espia lampeja no quadro de instrumentos e, para outras, será visualizada no display.
Quando for superado o valor de quilometragem, a visualização no display, conforme a versão, será indicado como a
seguir:
Para algumas versões a luz espia lampeja no quadro de instrumentos e, para outras, será visualizada no display.
0 Revisão vencida
km ou
15:40 15:40 15:40
Procure a Rede Assistencial Fiat que realizará, além das operações de manutenção previstas pelo “Plano de manutenção
troca anual do óleo ou manutenção programada.
74.
Advertência para atroca anual do óleo do motor
O valor dos dias faltantes para a troca de óleo será indicado no display após inicialização do mesmo, obedecendo a
durante 5 segundos.
16d Oleo mot . 10d
ou
8:20 15:40 õ
quando tiver vencido o prazo indicado para a troca de óleo, conforme a versão, a seguinte mensagem no display:
0d Vencida troca Oleo motor
ou
15:40 15:40 15:40
Para algumas versões a luz espia lampeja no quadro de instrumentos e, para outras, será visualizada no display.
Procure a Rede Assistencial Fiat que realizará, além das operações de manutenção previstas pelo “PLANO DE MANUTENÇÃO
PROGRAMADA” ou pelo “PLANO DE INSPEÇÃO ANUAL
troca anual do óleo ou manutenção programada.
Saída do menu (saída menu)
^ Saída Menu Qui 6 Out
a 36km
15:40 25 ºC 15:40
75.
TRIP COMPUTER
A
Automomia Distância Consumo médio Cons. instant.
36km 36km 36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
Velocid. média Tempo viagem
36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
pode ser habilitado ou desabilitado através do menu My Car.
Distância B Consumo méd. B Velocid. méd. B Tempo viagem B
36km 36km 36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
Para algumas versões será visualizado no display:
56 K 118 9 98 98 123 9:32
km TRIP km TRIP km l km l TRIP km h TRIP h
15:40 15:40 15:40 15:40 15:40 15:40
76.
Trip computer -Autonomia
na
hipótese de prosseguir a viagem com o mesmo estilo de dirigir, ou seja, mesma condição de consumo.
A autonomia é calculada considerando o consumo médio dos últimos 5 minutos e os litros de combustível contidos no
reservatório.
Em caso de abastecimento de combustível será calculado um novo valor de autonomia.
K
Quando a autonomia for inferior à 50 km, TRIP km
durante 20 segundos será visualizada a
mensagem: “ATENÇÃO: autonomia limi-
15:40
tada”, para algumas versões, e simultane-
amente será emitido um sinal sonoro. Atenção Autonomia limitada
36km 36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
36km
25 ºC 15:40
77.
Trip computer -Autonomia (continuação)
A
665 K K
TRIP km TRIP km
15:40 15:40
Autonomia Auton./ 374 km
36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
Auton km
36km
25 ºC 15:40
78.
Trip computer -Distância percorrida
Distância Dist. 100. 1 km
36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
178.9
TRIP km
15:40
Trip computer - Consumo médio
Consumo médio Cm km l Cm 8.7 km l
36km 36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
8.7
TRIP km l
15:40
79.
Trip computer -Consumo instantâneo
Cons. instant. Ci km l Ci 15 km l A
36km 36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
13.7
TRIP km l TRIP km l
15:40 15:40
Trip computer - Velocidade média
Velocid. média Vméd. km h Vméd. 120 km h
36km 36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
superior a 500 m.
48
TRIP km h TRIP km h
15:40 15:40
80.
Trip computer -Tempo de percurso
Tempo de viagem Ttrip 10:00
36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
10:20
TRIP h
15:40
81.
Zeramento (Reset) doTRIP
superior a 2 segundos
A
Trip reset
36km
25 ºC 15:40
Dist 0000.0 km Cm km l Vméd km h Ttrip 00:00
36km 36km 36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
Dis. B 0000.0 km CmB km l VmédB km h Ttrip B 00:00
36km 36km 36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
82.
tempo superior a2 segundos.
Trip B reset
36km
25 ºC 15:40
DisB 0000.0 km CmB km l VmédB km h Ttrip B 00:00
36km 36km 36km 36km
25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40 25 ºC 15:40
Sistema FPS (Fire Prevention System) - Interruptor inercial
-
mações no item “ Interruptor inercial para corte de combustível”, em “Comandos” neste capítulo.
O display, conforme a versão, visualizará:
Interruptor Inercial ativo FpSon
15:40 15:40 15:40
83.
Sistema Follow mehome
Uma vez ativado, durante 20 segundos, aparecerá no display do quadro de Instrumentos, uma indicação de que o sistema
está ativo com o tempo de duração para o qual foi ajustado.
O display, conforme a versão, visualizará: A
Follow Me 120s F120
15:40
Acendimento automático do display ao abrir/fechar porta(s) dianteira(s)
Com o veículo desligado, na abertura ou fechamento das portas dianteiras, o display do quadro de instrumentos se acende
durante 10 segundos, ou 20 segundos, para algumas versões, indicando o hodômetro total e o relógio digital.
O display, conforme a versão, indicará:
83000
Total km
36km
15:40 15:40
84.
Regulagem da iluminaçãodos instrumentos de bordo, display e botões de comando (Dimmer/reostato)
-
nação:
- Comandos do ar-condicionado
Para efetuar a regulagem, deve-se proceder como a seguir:
Através dos botões ou efetuar o ajuste do
nível de iluminação desejado.
Qui 6 Out Dimmer ççççåååå
36km
25 ºC 15:40 15:40
Retorno automático à tela padrão ou à tela anteriormente visualizada após alguns
85.
Nas páginas seguintessão demons- FREIO DE MÃO
trados alguns exemplos de situações ACIONADO (vermelha)
em que pode ocorrer o acendimen-
to de uma luz espia no quadro de Acende-se ao acionar o
freio de mão. A
instrumentos e/ou visualização no
ADVERTÊNCIAS GERAIS display em algumas versões. Em algumas versões, com o veículo
As sinalizações de advertência/ em movimento, é emitido um sinal so-
avaria ocorrem através do acendimento noro.
FLUIDO DOS FREIOS
de uma luz espia no quadro de instru-
INSUFICIENTE
mentos, podendo ser acompanhada por Se a luz espia acender durante
(vermelha)
um sinal sonoro e, para algumas versões a marcha, verificar se o freio de
mensagens no display. Girando a chave da ignição em MAR mão está acionado.
Estas sinalizações são sintéticas e a luz espia no quadro acende, mas deve
cautelares com o objetivo de sugerir a apagar após soltar o freio de mão. A
imediata ação que deve ser adotada pe-
lo motorista, em situações que podem juntamente com a mensagem visuali-
levar o veículo a condições extremas zada no display e é emitido um sinal
de uso. Esta sinalização não deve ser
considerada completa e/ou alternativa freios no reservatório desce abaixo do
ao especificado no presente manual de nível mínimo.
uso e manutenção, o qual recomenda-
mos sempre uma atenta e aprofunda- Se a luz espia acender durante
da leitura. Em caso de sinalização de a marcha (juntamente com a men-
advertência/avaria, recorrer sempre ao sagem visualizada no display), parar
quanto descrito no presente capítulo. imediatamente e dirigir-se à Rede
Assistencial Fiat.
86.
AVARIA DO AIRBAG ESPIA DE EXCLUSÃO DO INSUFICIENTE CARGA DA
(vermelha) AIRBAG DO LADO DO BATERIA (vermelha)
PASSAGEIRO
(amarelo âmbar) (quando
Girando a chave da ignição na posi- existente) Girando a chave da ignição na posi-
ção MAR a luz espia no quadro deve ção MAR a luz espia no quadro acende
acender e apagar após alguns segundos. A luz espia no quadro acende e deve apagar logo que o motor fun-
A luz espia acende de modo permanen- quando for desligado o airbag frontal
te juntamente com a mensagem visuali- do lado do passageiro, girando o co- é admitido um breve atraso no desliga-
zada no display, para algumas versões, mutador correspondente para a posição
quando o airbag apresentar anomalias “OFF”. imediatamente a Rede Assistencial
de funcionamento. Com o airbag frontal do lado do Fiat.
passageiro ligado, girando a chave
Se a luz espia não da ignição em MAR, a luz espia no
acender ou se permanecer quadro permanece acesa por cerca de 4
acesa com a chave na posi- segundos e depois lampeja por outros 4
ção MAR, ou acender durante a segundos e em seguida se apaga.
marcha do veículo (juntamente com
a mensagem visualizada no display) A luz espia do airbag
parar imediatamente o veículo e frontal do passageiro
procurar a Rede Assistencial Fiat. sinaliza também eventu-
ais anomalias da luz espia . Esta
condição é sinalizada pelo lampejo
A avaria da luz espia intermitente da luz espia mesmo
é sinalizada pelo lampejo além dos 4 segundos. Neste caso
da luz espia . Isto ocorre é necessário parar imediatamen-
somente após 4 segundos de acendi- te o veículo e procurar a Rede
mento fixo da luz espia . Assistencial Fiat.
87.
INSUFICIENTE PRESSÃO EXCESSIVA TEMPERATURA Se a lâmpada-piloto não
DE ÓLEO DO MOTOR DO LÍQUIDO DE se apagar em 2 a 3 minu-
(vermelha) ARREFECIMENTO DO tos, apesar das precauções
ou MOTOR (vermelha) tomadas, desligar o motor e solicitar A
Girando a chave da ignição em MAR assistência à Rede Assistencial Fiat.
a luz espia no quadro acende e deve
apagar logo que o motor funcione. Se o motor funcionar sem o líqui-
Na hipótese de uma baixa pressão de do de arrefecimento, seu veículo
óleo no motor, a luz espia permanece Quando o motor estiver poderá ser seriamente danificado.
acesa no quadro de instrumentos e, em muito quente, não retire a Os reparos, nestes casos, não serão
algumas versões, aparece a mensagem tampa do reservatório de cobertos pela Garantia.
de texto no display juntamente com o expansão, pois há perigo de quei-
sinal sonoro. maduras. ATENÇÃO: em caso de percursos
muito severos é recomendável manter
Se a luz espia acender Girando a chave da ignição em MAR, o motor funcionando e ligeiramente
durante a marcha do veículo (para a luz espia no quadro acende e deve acelerado por alguns minutos antes de
algumas versões, juntamente com a apagar após alguns segundos. desligá-lo.
mensagem visualizada no display),
desligar imediatamente o motor e versões, juntamente com a mensagem
procurar a Rede Assistencial Fiat. visualizada no display e emissão de um
-
peraquecido.
Se acender durante a marcha, parar o
veículo, manter o motor ligado e ligeira-
mente acelerado para permitir a circula-
ção do líquido de arrefecimento.
88.
FECHAMENTO CINTO DE SEGURANÇA Nestas condições pode-se prosseguir
INCORRETO DAS PORTAS (algumas versões) a marcha evitando solicitar grandes es-
(vermelha) (vermelha) forços ao motor ou altas velocidades. O
uso prolongado do veículo com a luz
Em algumas versões a luz espia no Ao posicionar a chave de segurança espia acesa fixa pode causar danos. Pro-
- na posição MAR, a luz espia do cinto cure a Rede Assistencial Fiat o mais
de segurança lampeja 10 vezes duran- rápido possível.
uma ou mais portas não estão perfeita- te 10 segundos independentemente do
mente fechadas. cinto de segurança estar afivelado ou A luz espia apaga se o mal funcio-
não. namento desaparecer, mas o sistema
Em algumas versões, com o veículo memoriza a sinalização;
em movimento e estando alguma das
portas abertas é emitido um sinal so-
noro. AVARIA NO SISTEMA DE Se, girando a chave da
NOTA: no display de algumas ver- CONTROLE DO MOTOR ignição na posição MAR, a
sões a visualização do símbolo indica (amarelo âmbar) luz espia não acender
o fechamento incompleto da porta do ou se, durante a marcha, acender-se
Em condições normais, girando a procure a Rede Assistencial Fiat.
lado esquerdo, enquanto a visualização chave da ignição na posição MAR a
do símbolo indica o fechamento in- luz espia acende e deve apagar quan-
completo da porta do lado direito. do o motor funcionar. O acendimento RESERVA DE COMBUS-
inicial indica o correto funcionamento TÍVEL (Algumas versões)
VELOCIDADE LIMITE da luz espia. (amarelo âmbar)
ULTRAPASSADA (amarelo
âmbar) Se a luz espia permanecer acesa ou -
- ra algumas versões, juntamente com
A luz espia acende no quadro de ins- mas versões, juntamente com a men-
- sagem visualizada no display e emissão quando, no reservatório, restarem cerca
tamente com a mensagem visualizada - de 5,5 a 7,5 litros de combustível.
cionamento no sistema de alimentação/
quando o veículo ultrapassa a velocida- ignição que pode provocar elevadas
de limite ajustada anteriormente. emissões na descarga, possível perda
Para algumas versões aparece a sina- de desempenho, má dirigibilidade e
consumo elevado.
89.
RESERVA DE bilidade de perda da direção. Procure
COMBUSTÍVEL versões, juntamente com a mensagem imediatamente a Rede Assistencial Fiat
(Algumas versões) visualizada no display e emissão do si- dirigindo com extrema cautela, para a
- verificação do sistema. A
O ícone lampeja no display quando, ficiente. Neste caso, o sistema de freio
no reservatório, restarem cerca de 5,5 mantém inalterada a sua eficácia, mas
a 7,5 litros de combustível. AVARIA NO SISTEMA DE
sem as potencialidades oferecidas pelo PROTEÇÃO DO VEÍCULO
- FIAT CODE
NIVEL INSUFICIENTE OU de modo particular em todos os casos (amarelo âmbar)
FALTA DE GASOLINA NO de aderência não ideal. É necessário
RESERVATÓRIO DE PARTI- dirigir-se à Rede Assistencial Fiat ime- Girando a chave da ignição na posi-
DA A FRIO diatamente. ção MAR a luz espia no quadro deve
lampejar somente uma vez e depois
A luz espia no quadro acende quan- apagar. Se, com a chave na posição
do, no reservatório, o nível de gasolina MAR, a luz espia permanecer acesa,
for insuficiente ou estiver vazio. CORRETOR ELETRÔNICO -
DE FRENAGEM EBD INEFI-
CIENTE
ATENÇÃO: o acendimento simul-
SISTEMA ANTI- + O veículo está equipado e indica
TRAVAMENTO DAS com corretor eletrônico de
RODAS ABS INEFICIENTE
(amarelo âmbar)
Girando a chave da ignição em MAR, quando dispuser do sistema
a luz espia no quadro acende e deve -
apagar após alguns segundos. neo das luzes espia no quadro de ins-
trumentos e
a mensagem visualizada no display e
funcionando, indica uma anomalia no
violentas, pode ocorrer um travamento
precoce das rodas traseiras, com possi-
90.
AVARIA DAS LUZES PREDISPOSIÇÃO FARÓIS INDICADOR DE DIREÇÃO
EXTERNAS (Algumas ver-
sões) (amarelo âmbar)
DE NEBLINA (verde)
E DIREITA (verde)
(intermitente)
Para algumas versões a mensagem é A luz espia no quadro acende quan- A luz espia no quadro acende quan-
visualizada no display juntamente com do são acesos os faróis de neblina. do a alavanca de comando das luzes de
emissão de sinal sonoro quando for
verificada uma anomalia em algumas INDICADOR DE DIREÇÃO ou, juntamente com a seta esquerda,
luzes externas:
- R ESQUERDA (verde) (inter-
mitente)
quando for acionado o interruptor das
luzes de emergência.
das pode ser: queima de uma ou mais
A luz espia no quadro acende quan-
de proteção ou interrupção da ligação do a alavanca de comando das luzes
LUZES DE POSIÇÃO E
elétrica. -
FARÓIS (verde)
xo ou, juntamente com a seta direita,
NOTA: no caso das luzes de direção, quando for acionado o interruptor das A luz espia no quadro acende quan-
no display, a visualização do símbolo luzes de emergência. do são ligadas as luzes de posição, as
indica uma avaria em uma luz do lado
esquerdo, enquanto a visualização do interruptor localizado na moldura
símbolo indica uma avaria em uma
luz do lado direito. Para as demais luzes faróis.
externas a indicação será com os dois
símbolos juntos.
91.
Se, após avisualização SINALIZAÇÃO DE AVARIA
FARÓIS ALTOS (AZUL) da mensagem, for sentido NO SENSOR DE CHUVA
odor de combustível ou fo-
rem observados vazamentos na ins- A
A luz espia acende quando são liga- talação de alimentação, não religar -
dos os faróis altos. o interruptor para evitar riscos de gumas versões juntamente com a men-
incêndio. sagem visualizada no display e emis-
for verificada uma anomalia no sensor
INTERRUPTOR de chuva. Procure a Rede Assistencial
INERCIAL DE CORTE DE SINALIZAÇÃO DE AVARIA Fiat.
COMBUSTÍVEL NO SENSOR CREPUSCU-
LAR - AUTO LAMP (Faróis Em caso de avaria no sensor de chuva,
Para algumas versões o acendimento automáticos) o funcionamento do limpador é obtido
da luz espia, juntamente com a mensa- somente se ativado manualmente.
gem visualizada no display e emissão -
do sinal sonoro, aparece quando o in- gumas versões juntamente com a men-
terruptor inercial de corte de combus- sagem visualizada no display e emis-
POSSÍVEL PRESENÇA DE
tível intervém.
GELO NA ESTRADA
for verificada uma anomalia no sensor
Para algumas versões é visualizado
Procure a Rede Assistencial Fiat. no display quando a temperatura ex-
Em caso de avaria no sensor de lumi- terna atinge ou desce abaixo dos 3°C
nosidade externa, as luzes de posição para advertir ao motorista da possível
e faróis baixos podem ser ligados ma- presença de gelo na estrada.
nualmente.
92.
1
1 - 1
do pára-brisa.
2
2 -
dos vidros laterais dianteiros.
3 - -
táveis.
4 - Aberturas laterais inferiores para
enviar ar aos pés do motorista e
do passageiro dianteiro. 3
3 2
4
4
fig. 39
93.
DIFUSORES ORIENTÁVEIS E B - Comando para orientação lateral
REGULÁVEIS - fig. 40 e fig. 41 do fluxo do ar. Em algumas versões os
difusores só podem ser orientados para
Os difusores podem ser orientados cima ou para baixo.
para cima ou para baixo girando-os.
COMANDOS - fig. 42 A
C A - Seletor para ligar o ventilador.
A - Comando para a regulagem da fig. 41.
quantidade de ar: B - Seletor para a distribuição do ar.
- girando até : difusor aberto C - Posição introdução do ar
- girando até : difusor fechado externo aberta.
C - Posição introdução do ar ex-
-
ferencialmente se trafega por regiões
poeirentas ou com muita poluição do
O - Fluxo de ar direcionado para o
corpo dos passageiros; nesta posição,
manter os difusores centrais e laterais
completamente abertos.
- Fluxo de ar direcionado para o
pára-brisa.
A C
B B A B C A B
fig. 40 fig. 41 fig. 42
94.
AQUECIMENTO DESEMBAÇAMENTO RÁPIDO
1) Seletor para a temperatura do ar:
ponteiro no setor vermelho. Pára-brisa e vidros laterais
2) Seletor do ventilador: botão na 1) Seletor para a temperatura do ar:
COMANDOS - fig. 43 velocidade desejada. -
A - Seletor para regular a temperatura 3) Seletor para a distribuição do ar:
- apontar em K para aquecer os pés e, 2) Seletor do ventilador: posicionar
ao mesmo tempo, desembaçar o pára- na velocidade máxima.
B - Cursor para ligar a função de re- brisa; 3) Seletor para a distribuição do ar:
circulação, eliminando a entrada de ar Para enviar ar aos pés e ter nos apontar em .
externo. difusores do painel uma temperatura 4) Cursor para a recirculação do ar
C - Seletor para ligar o ventilador. ligeiramente mais baixa, em condições na posição , equivalente à intro-
de temperatura intermediária; dução de ar externo.
D - Seletor para a distribuição do ar.
4) Cursor de recirculação: para obter Após o desembaçamento, usar os co-
um aquecimento mais rápido, deslocar mandos para manter as perfeitas condi-
o cursor da recirculação de ar para a ções de visibilidade.
posição, equivalente à circulação
somente do ar interno. Vidro traseiro
Para se evitar a sensação de enjôo, Pressionar levemente o botão .
fechar os difusores centrais quando for
utilizar o aquecimento. -
sembaçado, é aconselhável desligar o
botão.
A B C D
fig. 43
95.
Pode ser desativadode dois modos: VENTILAÇÃO
1)
Manualmente completamente abertos.
Acionando novamente a tecla cor- O sistema utiliza fluido refrige- A
2) Seletor para a temperatura do ar:
respondente rante R134a que, em caso de vaza-
apontar no setor azul.
mentos acidentais, não prejudica
Automaticamente (para algumas 3) Seletor do ventilador: posicionar o meio ambiente. Nunca utilizar
versões) na velocidade desejada. o fluido R12, incompatível com os
4) Seletor para a distribuição do ar: componentes do próprio sistema.
Após 20 minutos de funcionamento
apontar em .
O funcionamento automático está li-
gado ao número de rotações do motor, 5) Cursor para a recirculação de ar COMANDOS - fig. 44
obedecendo a seguinte lógica: na posição , equivalente à intro-
dução de ar externo. A - Seletor para regular a temperatura
Os primeiros 10 minutos de funcio-
namento são independentes do número Com o cursor na posição é
ativada somente a circulação do ar in- B - Cursor para ligar a recirculação
de rotações do motor.
terno. do ar, eliminando a entrada de ar ex-
Os minutos seguintes dependem das terno.
condições do motor:
C - Seletor para ligar o ventilador e o
- se o número de giros é inferior a ar-condicionado.
960 rpm, o sistema desliga-se após 10 ADVERTÊNCIA: a função de recir-
culação é útil principalmente em D - Seletor para a distribuição do ar.
segundos.
condições de forte poluição externa
- se o número de giros é superior a (engarrafamentos, trânsito em túnel
1056 rpm por uma duração de 5 segun- etc.). Não é aconselhado, no entan-
dos, o sistema reativa-se. to, um uso muito prolongado desta
Esta estratégia permanece ativa por função, especialmente se houver
20 minutos, sendo tempo suficiente pa- muitas pessoas no veículo. A B C D
ra desembaçar o vidro traseiro.
fig. 44
96.
CONDICIONAMENTO DO AR Caso seja observado uma diminuição DESEMBAÇAMENTO RÁPIDO
(RESFRIAMENTO) na vazão de ar pelos difusores, verificar
- O ar-condicionado é muito útil pa-
Para obter um resfriamento rápido ra acelerar o desembaçamento, pois
do habitáculo em veículos equipados substituição do filtro antipólen e carvão desumidifica o ar. É suficiente regular
com ar-condicionado, operar o sistema ativado no Plano de Manutenção no ca- os comandos para a função de desem-
conforme indicado: pítulo D. baçamento e ativar o condicionador,
1) Seletor para a temperatura do ar apertando o seletor C-fig. 44.
4) Ligar o ar-condicionado apertan-
A-fig. 44 totalmente posicionado à es- do o seletor C-fig. 44.
querda. Pára-brisa e vidros laterais
5) Se possível, abrir totalmente, ou 1) Condicionador de ar ligado: sele-
2) Seletor do ventilador C-fig. 44 pelo menos um pouco, as janelas das
posicionado na velocidade máxima. tor C-fig. 44.
portas dianteiras por um breve período
3) Seletor de distribuição do ar D- 2) Seletor para a temperatura do ar:
fig. 44 apontado para ; controlar para haja uma circulação mais intensa do
que todas as saídas de ar estejam total- ar no habitáculo. Em seguida, fechar as -
mente abertas. janelas.
Com o cursor na posição é ati- 3) Cursor do ventilador: posicionar
vada somente a circulação do ar inter- AQUECIMENTO na velocidade máxima.
no. 4) Seletor para a distribuição do ar:
Para as funções de aquecimento e
Algumas versões estão equipadas ventilação, não ligar o condiciona- apontar em .
com filtro antipólen, instalado na caixa dor, mas utilizar o sistema normal de 5) Recirculação do ar: desligada.
de ventilação/ar-condicionado, com o Após o desembaçamento, usar os co-
objetivo de filtrar o ar enviado para o mandos para manter as perfeitas condi-
interior do veículo. ções de visibilidade.
97.
RECIRCULAÇÃO ADVERTÊNCIA: trafegando em
estradas de terra ou regiões poei-
Com o cursor posicionado em , rentas em geral, é aconselhado
é ativada somente a circulação do ar ativar a recirculação do ar para
interno. A
prevenir a infiltração de poeira, ou
outro tipo de particulas no interior ALAVANCA ESQUERDA
Vidro traseiro do veículo. Reúne os comandos das luzes exter-
Pressionar levemente o botão lo- nas, das setas e, em algumas versões,
calizado no topo da alavanca esquerda desembaçador do vidro traseiro.
ou, para algumas versões, nos botões ADVERTÊNCIA: para plena efici-
A iluminação externa funciona so-
de comando no painel. Ver COMANDOS ência na operação de desembaça-
mente com a chave de ignição na po-
- mento, mantenha a parte interna
sição MAR
ro estiver desembaçado, é aconselhável dos vidros sempre limpa e desen-
desligar o dispositivo. Para algumas ver- gordurada. Para limpeza dos vidros,
sões o dispositivo desativa-se automati- use apenas detergente neutro e Acendendo as luzes externas, ilumi-
camente depois de 20 minutos. água. Não utilize produtos à base nam-se os ideogramas no quadro de ins-
de silicone para a limpeza de partes trumentos e os símbolos dos comandos
plásticas, principalmente o painel, situados no painel de instrumentos.
ADVERTÊNCIA: com a tempe-
ratura externa muito alta, a recir- pois o silicone se evapora quan-
culação acelera o resfriamento do do exposto ao sol, condensando-se
ar. Além disso, é particularmente sobre a superfície interna do vidro
útil em condições de forte poluição e prejudicando o desembaçamento
externa (engarrafamentos, trânsito e a visibilidade noturna.
em túnel etc.). Não é aconselhado,
no entanto, um uso muito prolonga-
do desta função.
98.
Luzes de posição- fig. 45 Faróis altos - fig. 47 Luzes de direção (setas) - fig. 48
Acendem-se girando a empunhadura Acendem-se com a empunhadura na
da posição O à posição . No quadro posição , e empurrando a alavanca para cima - ativa-se a seta direita;
de instrumentos acende-se a respectiva para a frente em direção ao painel de
. instrumentos. para baixo - ativa-se a seta esquerda.
No quadro de instrumentos acende-
Faróis baixos - fig. 46 piloto .
.
Acendem-se girando a empunhadura Apagam-se puxando a alavanca em
da posição à posição . direção do volante. As setas são desativadas automatica-
mente quando o veículo volta a prosse-
guir em linha reta.
Lampejos - fig. 49
Caso queira dar um sinal de luz rapi-
50 60 70 80
100 São feitos puxando a alavanca em di- damente, mova a alavanca para cima
40 80 60
30
20
10
40
20 ou para baixo, sem chegar ao final do
0
curso. Ao soltá-la, a alavanca volta so-
zinha ao ponto de partida.
fig. 45
100 100 100
50 60 70 80 50 60 70 80 50 60 70 80
40 80 60 40 80 40 80
60 60
30 30 30
40 40 40
20 20 20
20 20 20
10 10 10
0 0 0 0
fig. 46 fig. 47 fig. 48
99.
Sistema Follow meHome - fig. 49 e Uma vez ativado, durante 20 segun- ALAVANCA DIREITA
50 dos, aparecerá no display do quadro de
instrumentos, uma indicação de que o Reúne todos os comandos para a lim-
Este sistema permite manter o farol peza do pára-brisa e do vidro traseiro e,
ligado por 30 segundos até um tempo sistema está ativo com o tempo de du- A
ração para o qual foi ajustado. em algumas versões, comandos MODE/
máximo de 210 segundos, ou seja, 7 TRIP do MY CAR FIAT.
acionamentos consecutivos da alavan-
ca de luzes de posição, no sentido in- Home basta manter a alavanca de co- A alavanca pode apresentar confi-
dicado na fig. 49, depois de desligada mando na posição lampejo dos faróis guração diferente segundo a versão do
a chave de ignição. altos, durante um tempo superior à 2 veículo.
O sistema permite um tempo até 3 segundos. Uma outra maneira de se
desligar este sistema é girando a chave Limpador/lavador do pára-brisa -
de ignição na posição MAR. fig. 51
acionado. Após este tempo, ligar e des-
ligar a chave para o acionamento da Funciona somente com a chave de
função. ignição na posição MAR.
FLP0069
0 - Limpador do pára-brisa desliga-
do.
1 - Funcionamento intermitente/
h
100
50 60 70 80
40 80 60
30
40
20
10
0
20
0
4
Follow me 120s 0
1
15:40 2
3
fig. 49 fig. 50 fig. 51
100.
Algumas versões permitemquatro Em algumas versões, o limpador entra Comandos:
em ação automaticamente se a alavan- 1) Girar a empunhadura da posição
fig. 52. ca de comando é acionada por mais de para ;
2 - Funcionamento contínuo e lento. meio segundo.
2) Empurrando a alavanca em dire-
3 - Funcionamento contínuo e rápido. O limpador é desativado logo após
a liberação da alavanca, enquanto este se o esguicho do lavador do vidro tra-
4 executa as últimas passadas. Em algu-
versões: temporário e contínuo rápido; seiro e o limpador do vidro traseiro; ao
mas versões uma quarta passada poderá soltá-la, desligam-se.
ao soltar, a alavanca volta para a po- ser verificada.
sição e desliga automaticamente o
limpador do pára-brisa. Agindo repetidamente e rapidamente
Puxando a alavanca em direção do alavanca de comando, pode-se esgui-
volante fig. 53, ativa-se o esguicho do char na área do pára-brisa sem ativar
lavador do pára-brisa. o limpador.
Lavagem inteligente do vidro dian- Limpador/lavador do vidro traseiro -
teiro - fig. 53 fig. 54 e 55
Puxando a alavanca para o volante é Funciona somente com a chave de
possível ativar com um só movimento o ignição na posição MAR.
esguicho do limpador dianteiro.
fig. 54
fig. 52 fig. 53 fig. 55
101.
ASSISTÊNCIA À MARCHAA RÉ Lavagem inteligente do vidro traseiro SENSOR DE CHUVA
- fig. 55
Em algumas versões o limpador O sensor de chuva A-fig. 56, presen-
traseiro é automaticamente acionado Em algumas versões, empurrando a te em algumas versões, é um dispositivo
quando o dianteiro estiver ligado e for alavanca para o painel é possível ativar eletrônico, conjugado ao limpador do A
acionada a marcha a ré do veículo. com um só movimento o esguicho e o pára-brisa, com a função de adequar
limpador do vidro traseiro. O esguicho automaticamente, durante o funciona-
LIMPADOR INTELIGENTE DO e o limpador entram em ação automa- mento intermitente, a freqüência dos
VIDRO TRASEIRO ticamente se a alavanca de comando é ciclos do limpador do pára-brisa à in-
acionada por mais de meio segundo. tensidade da chuva.
Em algumas versões, existem três mo- O limpador é desativado logo após
dos de funcionamento do limpador do Obs.: este sensor é disponível apenas
a liberação da alavanca, enquanto este com o espelho retrovisor interno ele-
vidro traseiro dependendo da posição executa as últimas passadas. Em algu-
da alavanca: trocrômico.
mas versões uma quarta passada poderá
Modo 1: funcionamento com inter- ser verificada.
mitência. pela alavanca direita permanecem inal-
Agindo repetidamente e rapidamente teradas.
Modo 2: funcionamento sincroni-
zado com o funcionamento dos limpa- na alavanca de comando, pode-se es-
dores do pára-brisa - a cada dois ciclos guichar na área do vidro traseiro sem
dos limpadores do pára-brisa, ocorre ativar o limpador.
um ciclo de funcionamento do limpa-
dor traseiro.
Modo 3: funcionamento contínuo.
A
fig. 56
102.
O sensor dechuva ativa-se automa- Girando a chave na posição STOP, o Não ativar o sensor de
ticamente, colocando a alavanca da sensor de chuva é desativado e na par- chuva durante a lavagem
1-fig. 57 MAR do veículo em um sistema
campo de regulagem que varia pro- não se reativa mesmo se a alavanca de lavagem automática.
gressivamente desde limpador parado tiver permanecido na posição 1-fig.
57. Neste caso, para ativar o sensor de
está seco, até o limpador na primeira chuva, é suficiente deslocar a alavanca Se for necessário limpar
na posição 0 ou 2-fig. 57 e depois de o pára-brisa, verificar sem-
novo em 1-fig. 57. pre se o dispositivo está
O incremento da sensibilidade do Quando o sensor de chuva for reati- desligado.
sensor de chuva é alterado girando-se vado deste modo, verifica-se pelo me-
o anel comutador na extremidade da nos um ciclo do limpador do pára-brisa, O sensor de chuva reconhece e adap-
alavanca fig. 57. mesmo estando enxuto, para sinalizar a ta-se automaticamente à presença das
reativação. seguintes condições particulares que
Acionando o lavador do pára-brisa requerem uma sensibilidade diferente
- O sensor de chuva está localizado de intervenção:
atrás do espelho retrovisor interno, em
normal de lavagem ao término do qual, contato com o pára-brisa, e dentro da - impurezas na superfície de controle
o sensor de chuva retoma seu normal área coberta pelo limpador. O mesmo
funcionamento automático. comanda uma central eletrônica que - faixas de respingos de água provo-
por sua vez controla o motor do limpa- cadas pelas palhetas gastas do limpa-
dor do pára-brisa. dor;
A cada partida, o sensor de chuva
estabiliza-se automaticamente na tem- o olho humano é mais incomodado pe-
peratura de aproximadamente 40 °C
para eliminar da superfície de controle
a eventual condensação e impedir a Em caso de gelo ou barro
formação de gelo. no pára-brisa, certificar-se
do desligamento do dispo-
sitivo.
fig. 57
103.
SENSOR CREPUSCULAR externa. É visualizado a opção do menu ATENÇÃO: com o sensor das luzes
AUTO LAMP - fig. 58 My Car para ajuste da sensibilidade em ativado, é possível efetuar somente o
(Sensor de luminosidade externa) três níveis.
- - A
Em algumas versões está presente o cessário acender os faróis altos, é neces-
sensor crepuscular - auto lamp que é tão, indica se o dispositivo está ativado
ou não. sário girar a extremidade da alavanca
constituído de um sensor com led infra- esquerda do volante na posição e
vermelho instalado no pára-brisa, para A sensibilidade do sensor das luzes em seguida na posição
verificar as variações da intensidade pode ser também regulada posterior-
luminosa externa. Em função da sensi- mente pelo menu My Car através da
bilidade à luz insidida; quanto maior a Com as luzes acesas automatica-
sensibilidade, menor será a quantidade movimento, agindo nos botões MODE , , mente e na presença de comando de
de luz externa necessária, para coman- localizados no painel do lado esquer- desligamento pelo sensor, tem-se o des-
dar o acendimento das luzes externas. VER BOTÕES DE ligamento dos faróis e sucessivamente,
COMANDO DO “MY CAR” após cerca de 10 segundos, das luzes
O sensor das luzes é ativado apertan- de posição.
do o botão A-fig. 58, localizado à es-
querda do volante, deste modo habilita- O sensor das luzes não
se o acendimento automático das luzes verifica a presença de nebli-
de posição e dos faróis baixos, ao mes- na. Portanto, nestas con-
mo tempo, em função da luminosidade dições, é necessário acender estas
luzes, se presentes, manualmente.
-
lo sensor, é possível acender os faróis de
A
automático das luzes, desligam-se tam-
MODE
-
No acendimento automático seguin-
te, será necessário acender o farol de
neblina manualmente.
fig. 58
104.
A Para desligar, apertar novamente o
ativada no quadro de instrumentos para botão B.
ligar/desligar os faróis auxiliares. Só fun-
BOTÕES DE COMANDO
ciona a partir do acionamento das luzes A luz de emergência só
Funcionam somente com a chave de externas de posição. Os faróis auxiliares deve ser acionada com o
ignição na posição MAR. são desligados cada vez que a chave de veículo parado; nunca em
Para algumas versões quando uma ignição for desligada. Para ligá-lo nova- movimento.
função é ligada, acende-se a luz-piloto mente é necessário pressionar o botão
correspondente situada no quadro de A-fig. 59 e, para algumas versões, A-
instrumentos. Para desligar, basta aper- fig. 60. Desembaçador do vidro traseiro
tar novamente o botão. B C
Para algumas versões, o botão à es- para ligar/desligar as luzes de emergên- ativada no quadro de instrumentos para
querda do volante, fig. 59 é de coman- cia figs. 60 ou 61. ligar/desligar o desembaçador do vidro
do dos faróis auxiliares, enquanto que Acendem-se apertando levemente o traseiro B-figs. 59 e, para algumas ver-
para outras é usado para comando do botão B, independente da posição da sões, C-fig. 60.
fig. 58. chave de ignição. Em algumas versões, um temporiza-
Com o dispositivo ligado, em algu- dor desliga automaticamente o disposi-
mas versões, o símbolo sobre o inter- tivo depois de 20 minutos.
ruptor B e o indicador , no quadro
de instrumentos, iluminam-se de modo
intermitente.
A
A B C
B r (
B
fig. 59 fig. 60 fig. 61
105.
PREDISPOSIÇÃO PARA FARÓIS A ativação do interruptor provoca Inspecionar cuidadosamente o veí-
AUXILIARES (NEBLINA) também o destravamento automático culo para certificar-se de que não
O veículo possui predisposição pa- das portas e, para algumas versões, o existem vazamentos de combustível
- acendimento da luz de cortesia. Caso como, por exemplo, no vão do motor, A
esteja em chave OFF, religa a energia sob o veículo ou nas proximidades do
interna por aproximadamente 15 minu- reservatório.
O botão de comando A-fig. 59 e tos para utilização das luzes.
A-fig. 60 estará habilitado com seu Se não forem observados vazamentos
respectivo led quando for instalado o de combustível e o veículo estiver em
componente. Para a instalação dos fa- Se, após a colisão, for condições de funcionar, apertar o botão
róis auxiliares, recomendamos dirigir-se notado cheiro de combus- A para reativar o sistema de alimenta-
à Rede Assistencial Fiat. tível ou forem verificados ção e reacender as luzes.
vazamentos do sistema de alimenta-
ção, não religar o interruptor, para Após a colisão, recordar-se de girar
INTERRUPTOR INERCIAL PARA a chave da ignição em STOP para não
CORTE DE COMBUSTÍVEL - fig. 62 evitar riscos de incêndio.
descarregar a bateria.
É um interruptor automático, locali-
zado no lado esquerdo da coluna de
direção, que entra em funcionamento
em caso de colisão interrompendo a
alimentação de combustível e causan-
do, conseqüentemente, o desligamento
do motor.
A ativação do interruptor de corte de
combustível é visualizada pelo acendi- A
mento da luz espia juntamente com a
mensagem visualizada no display.
fig. 62
106.
CONJUNTO DA LUZINTERNA Se distinguem duas condições:
O conjunto da luz interna possui 3
situações distintas, de acordo com a 1- Chave OFF
posição do interruptor fig. 64: Quando se abre uma das portas la-
PORTA-LUVAS Posição 1: permanentemente desli- terais, a luz interna acende-se por três
gada; minutos. Se durante a abertura de uma
Para abrir, puxar o pegador porta, abre-se a outra, começa nova-
A-fig. 63. Posição 2: ou neutra na lente: acen- mente a contagem do tempo. Se a porta
Para algumas versões, puxar o pega- de-se, para algumas versões, somente está aberta por mais de três minutos, a
dor B-fig. 63 para abrir o porta-luvas com as portas abertas;
superior Posição 3: permanentemente ligada. próxima reabertura de uma das portas.
Se durante os três minutos for fechada
Nunca trafegue com a tampa do Temporização da luz interna as portas é ativado uma segunda con-
porta-luvas aberta. Em algumas versões, para propor- tagem de tempo de 10 segundos que é
cionar mais agilidade na entrada no interrompida se a chave de ignição for
veículo, em especial em lugares pouco colocada na posição MAR.
Em algumas versões o porta-luvas Após desbloqueio das portas pelo te-
é dotado de iluminação interna, que luz interna quando é destravada uma lecomando, a luz interna acende-se por
funciona quando é feita a abertura das portas. 10 segundos, sendo interrompida quan-
da tampa. do a chave de ignição é ligada. O blo-
queio da porta desliga a luz interna.
B 1 3
A
1 3
2
fig. 63 fig. 64
107.
Para algumas versõeso acendimen- TOMADA DE CORRENTE - fig. 65 - Para prevenir danos, o corpo do
to da luz interna é comandado por um plugue do acessório deve ser largo o
tempo de dois minutos após a desati- Algumas versões dispõem de tomada suficiente para servir como guia de
vação da chave de ignição. Esta função de corrente para alimentação de aces- centralização, quando este estiver inse- A
é habilitada se a chave for retirada do rido na tomada de corrente.
comutador até dois minutos após ter aspirador de pó, acendedor de cigarros,
sido desligada. Se houver dúvidas com relação à
Quando as portas são travadas por -
rios elétricos que podem ser conectados conformidade do plugue do aces-
meio de telecomando ou fechaduras sório a ser utilizado, recomenda-
das portas dianteiras, a luz interna se a esta tomada de corrente, recomenda-
se especial cuidado na utilização dos se verificar com o fabricante se
apaga. o mesmo atende às especificações
mesmos, observando se atendem as
especificações abaixo: vigentes.
2- CHAVE “ON”
- Somente podem ser conectados
A lógica de acendimento da luz in- - O plugue do acessório
terna segue o fechamento/abertura da ts. deve se ajustar perfeita-
porta sem temporização, ou seja: mente à medida da toma-
Abertura da porta - acendimento da da de corrente visando evitar mau
contato ou superaquecimento com
luz desligada. risco de incêndio.
fig. 65
108.
Em caso deutilização ADVERTÊNCIA: verificar CINZEIRO
da tomada de corrente sempre se o acendedor está
como acendedor de cigar- desligado após o uso. Está localizado no console central e,
ros (adquirido como acessório), em algumas versões, no painel. Abrir a
recomenda-se cautela no manuseio tampa A-fig. 66.
deste último para prevenir queima- O acendedor de cigarros alcança Para facilitar a sua limpeza o cinzeiro
duras causadas pelo calor gerado temperaturas elevadas. Manejá-lo pode ser removido.
pelo dispositivo. com cautela e evitar que crianças o
utilizem, pois há perigo de incêndio PORTA-COPOS
ou queimaduras.
Recomenda-se verificar na Rede No console central existem duas se-
Assistencial Fiat a disponibilidade des para colocar, com o veículo parado,
de acessórios originais e homologa- copos ou latinhas fig. 67.
dos para uso nos modelos Fiat. Para algumas versões existe um por-
ta-copos no console central para os pas-
sageiros do banco traseiro fig. 68.
A
fig. 66 fig. 67 fig. 68
109.
PORTA-ÓCULOS - fig.69 PÁRA-SÓIS
Para algumas versões está previsto Estão situados ao lado do espelho re-
um porta-óculos localizado acima da trovisor interno, podendo ser orientados
porta do motorista. para a frente ou para o lado.
PORTAS LATERAIS A
Para algumas versões, atrás do pára-
PORTA-OBJETOS sol do lado do motorista, há um bolso Abertura manual por fora - fig. 72
para documentos, e um espelho, en- Girar a chave para a posição 1 e pu-
Os porta-objetos estão localizados:
quanto que no do lado do passageiro xar a maçaneta de abertura.
- na parte central do painel B-fig. 70; há um espelho de cortesia fig. 71.
- painéis de portas; Travamento manual por fora
- para algumas versões, uma bolsa Girar a chave para a posição 2.
porta-objetos na parte posterior do en-
costo do banco do passageiro.
B
fig. 70
1
2
fig. 69 fig. 71 fig. 72
110.
Abertura/travamento manual por Posição 1 - dispositivo desativado. Por dentro
dentro das portas dianteiras Posição 2 -
Abertura: puxar a maçaneta de aber-
tura A-fig. 73. O dispositivo fica ativado mesmo se das maçanetas de abertura das portas
as portas forem destravadas com co-
a maçaneta. mando elétrico. também as portas traseiras.
Se uma porta estiver mal fechada,
Utilizar sempre este dis- ADVERTÊNCIA: se uma das portas
positivo quando for trans- dianteiras não estiver bem fechada
portar crianças. ou houver um defeito no sistema, o
travamento centralizado não é ati-
Dispositivo de segurança para vado e, após algumas tentativas, o
crianças TRAVAMENTO ELÉTRICO dispositivo é excluído por cerca de
30 segundos. Nestes 30 segundos, é
Impede a abertura das portas traseiras possível travar ou destravar as por-
pelo lado de dentro. É ativado inserindo Por fora
tas manualmente, sem que o sistema
a ponta da chave de ignição na ranhura Com as portas fechadas, inserir e girar elétrico intervenha. Após esses 30
A-fig. 74 e girando-a. a chave na fechadura de uma das portas segundos, a central está de novo
dianteiras. apta a receber os comandos.
Se foi resolvida a causa do proble-
ma, o dispositivo volta a funcionar
normalmente, caso contrário, repe-
te o ciclo de exclusão.
NOTA: algumas versões possuem
travamento automático das por-
tas quando o veículo ultrapassa 20
A 1 2 km/h. Ver TRAVAMENTO AUTOMÁTICO de
portas no item “MY CAR FIAT” - MENÚ
A DE SETUP, neste capítulo.
fig. 73 fig. 74
111.
LEVANTADORES DOS VIDROSDAS Para interromper o fechamento do Fechamento do vidro elétrico após
PORTAS vidro, basta um toque breve no inter- desligar a ignição
one touch Após desligar a ignição, o sistema de
Levantadores elétricos dos vidros Se forem feitos sucessivamente 20 vidros elétricos continuará a funcionar A
dianteiros - fig. 75 movimentos de subida e descida dos por mais 60 segundos, aproximada-
No apóia-braço da porta do lado vidros, sem alcançar o limite superior mente, para que os vidros possam ser
do motorista há duas teclas que co- ou inferior do vidro, a função será de- fechados, desde que, as portas não se-
mandam, com a chave de ignição em sabilitada. Para reabilitá-la, movimentar jam abertas.
MAR: o vidro através do respectivo interrup- Após este tempo, caso não tenha fe-
tor do levantador até o limite superior, chado os vidros, colocar a chave em
A - vidro esquerdo fechando-o completamente. MAR para que possa fazê-lo.
B - vidro direito.
No apóia-braço da porta do lado do LEVANTADORES ELÉTRICOS DOS Levantadores elétricos dos vidros tra-
passageiro há uma tecla para o coman- VIDROS COM FUNÇÃO seiros - fig. 76 e 77
do do respectivo vidro. ANTIESMAGAMENTO
No apóia-braço de cada porta traseira
Pressionar as teclas para abaixar os Em algumas versões, o mecanismo existe uma tecla A-fig. 76 para o acio-
vidros. Puxá-las para levantá-los. de acionamento dos vidros das portas namento do respectivo vidro. A tecla
Em algumas versões, é necessário é dotado de sistema de segurança que deve ser pressionada para abaixar o
bloqueia o movimento de subida do vidro, e levantada para fechá-lo.
one touch vidro. Caso se interponha algum obs-
vidros. táculo entre 200 mm e 4 mm em seu
curso, o vidro o pressionará por alguns
instantes e, em seguida, retornará até o
limite mínimo de 50 mm.
A
B
A
fig. 75 fig. 76
112.
Algumas versões podemapresentar Levantadores manuais dos vidros Ao sair do veículo, retire
comandos dos levantadores elétricos Girar a manivela da respectiva porta sempre a chave da ignição
dos vidros traseiros no apóia-braço do para abaixar ou levantar o vidro A-fig. para evitar que os levan-
lado do motorista fig. 77. 78. tadores elétricos dos vidros, acio-
A - Levantador do vidro dianteiro es- nados inadvertidamente, constitu-
querdo. am perigo para quem permanece
O uso impróprio dos a bordo.
B - Levantador do vidro traseiro es- levantadores elétricos dos
querdo. vidros pode ser perigoso.
C Antes e durante o acionamento, Ao instalar no veículo sis-
o funcionamento dos vidros traseiros verificar sempre se os passageiros temas de alarme eletrônico
- não estão expostos ao risco de lesões com fechamento automá-
queados, a iluminação das teclas de provocadas tanto direta ou indireta- tico dos vidros lembrar do peri-
comando dos mesmos se apagam. O mente pelos vidros em movimento, go adicional que esses dispositivos
como por objetos pessoais arrasta- podem oferecer para os passageiros
dos ou jogados pelos mesmos. que permanecem a bordo, sobretu-
Antes de acionar o inter- do quando não estiver disponível a
ruptor do mecanismo levan- função antiesmagamento.
tador do vidro, verifique se
não há alguém com o braço de fora,
especialmente se forem transporta- Instalações de acessórios,
das crianças. quando feitas de maneira
inadequada, podem afetar
a integridade do sistema elétrico do
veículo ocasionando graves danos.
Recomenda-se verificar na Rede
A A Assistencial Fiat a disponibilidade
B de acessórios projetados especifica-
mente para uso no veículo.
C
fig. 77 fig. 78
113.
Em algumas versões,a abertura da No uso do porta-malas,
tampa é facilitada pela ação dos amor- nunca superar as cargas
tecedores laterais a gás. máximas permitidas (ver
ABERTURA/FECHAMENTO DA capítulo “Características técnicas”). A
TAMPA DO PORTA-MALAS Para fechar, abaixar a tampa e com au- Certificar-se ainda que os objetos
xílio do puxador A-fig. 79 impulsioná-la contidos no porta-malas estejam
Para abrir a tampa do porta-malas por com o dedo polegar pela fechadura. bem colocados, para evitar que uma
fora, destrancar a fechadura usando a freada brusca possa jogá-los para a
chave de ignição fig. 79. Para evitar o fechamento espon-
tâneo da tampa do porta-malas, frente, machucando os passageiros.
Em algumas versões, é possível abrir
quando o veículo estiver em um
o porta-malas por dentro do veículo,
plano inclinado, deve-se forçá-la até Colocar acessórios no bagagito
puxando a alavanca A-fig. 80 locali-
o final de curso, para que os braços ou na tampa do porta-malas (alto-
zada ao lado esquerdo do banco do
de articulação sejam fixados pelos falantes, spoiler etc., exceto quan-
motorista.
suportes de retenção. do previsto pelo fabricante) pode
prejudicar o correto funcionamento
Não acionar a alavanca Para fechar, é necessária uma dos amortecedores laterais a gás da
de abertura do porta-malas força inicial maior para desencaixar própria tampa. Objetos soltos devem
com o veículo em movi- os braços de articulação dos res- ser colocados no porta-malas.
mento. pectivos suportes. Abaixar a tampa
e soltá-la um pouco antes do fecha- O compartimento de bagagens é
mento para evitar que prenda os de uso exclusivo destas.
dedos.
A A
fig. 79 fig. 80
114.
ABERTURA DE EMERGÊNCIADA AMPLIAÇÃO DO PORTA-MALAS 4) Rebater para a frente o encosto, pas-
TAMPA DO PORTA-MALAS - fig. 81 1) Abaixar completamente os apóia- sando os cintos pelos lados, até que este
cabeças do banco traseiro. se apóie sobre o assento traseiro fig. 83.
A abertura de emergência da tampa
do porta-malas está disponível para al- 2) Se for necessário, remover os 5) Em seguida, rebater o banco traseiro
gumas versões. inteiro para a frente de maneira a obter
“Regulagens Personalizadas” neste ca- uma única superfície de carga fig. 84.
Para utilizá-la, proceder como a se-
guir: BANCO TRASEIRO BIPARTIDO
de bagagens.
1 -
traseiro e recline o banco totalmente à 3) O banco traseiro bipartido em algu-
frente até apoiá-lo no assento do ban- alavancas laterais A-fig. 82 no sentido mas versões permite ampliar apenas
co, como indicado em “ampliação do da seta. parte do porta-malas, tendo a opção de
porta-malas” neste capítulo; rebater o banco individual ou duplo.
2- Através do pino A exixtente à es- Para isso, destravar a alavanca da di-
querda da fechadura, destravar no senti- reita ou da esquerda A-fig. 82 e rebater
do da seta para abertura da tampa. para a frente o encosto até obter uma
A
única superfície de carga.
Para repor o banco na posição nor-
mal fig. 84:
1) Rebater para trás o banco traseiro
completo.
fig. 82
A
fig. 81 fig. 83 fig. 84
115.
2) Rebater paratrás o encosto, passan- Para remover o bagagito:
do os cintos pelos lados, engatando os 1) Soltar as extremidades superiores
pinos de fixação. Verificar se engatou. A-fig. 85 dos dois tirantes, desprenden- Para abrir o capô do motor:
3) Se tiverem sido desmontados, re- do as argolas dos pinos. 1) puxar a alavanca A-fig. 87. A
montar os apóia-cabeças. 2) B-fig. 86 do bagagi- 2) mover a trava localizada sob o ca-
Com banco duplo, é possí - to das respectivas sedes e removê-lo.
pô para cima A-fig. 88;
vel rebater separadamente a par- Uma vez retirada, a superfície pode
te esquerda ou direita do banco. ser posta transversalmente entre os en- 3) levantar o capô segurando-o pela
costos dos bancos da frente e o assento parte central e, simultaneamente, soltar
rebatido do banco de trás. a vareta de suporte do seu dispositivo
de bloqueio;
4) introduzir a extremidade da vareta A
na abertura B do capô do motor fig. 89.
Atenção: uma colocação
A incorreta da vareta pode
provocar a queda violenta
do capô.
A
fig. 85 fig. 87
A B
A
B
fig. 86 fig. 88 fig. 89
116.
Se houver necessidade
de se fazer alguma verifi-
cação no motor, estando REGULAGEM DO FACHO
este ainda quente, evite encostar-se LUMINOSO
no eletroventilador, pois o mesmo As sedes para encaixar as fixações,
poderá funcionar mesmo com a ficam acessíveis após ter deslocado Fig. 91 - farol esquerdo
chave de ignição desligada. Espere levemente a guarnição das portas nos Fig. 92 - farol direito
até que o motor esfrie. pontos indicados na fig. 90.
A este respeito, sugerimos verificar na ADVERTÊNCIA: uma correta regu-
Para fechar o capô do motor: Rede Assistencial Fiat a existência de um lagem dos faróis é determinante para
bagageiro específico para o Fiat Palio. o conforto e a segurança não só de
1) manter levantado o capô com uma
quem guia o veículo, mas de todos
mão e, com a outra, tirar a vareta A-fig.
os usuários. Além disso, constitui
89 da abertura B e repô-la no seu dis-
uma norma precisa do Código de
positivo de bloqueio;
trânsito. Para garantir a si mesmo e
2) abaixar o capô a cerca de 20 cm aos outros as melhores condições de
do vão do motor; visibilidade viajando com os faróis
3) deixá-lo cair: o capô fecha-se au- acesos, o veículo deve ter um corre-
tomaticamente. to alinhamento dos mesmos.
Para o controle e a eventual regu-
Verificar sempre se o lagem, dirigir-se à Rede Assistencial
capô foi bem fechado para fig. 90 Fiat.
evitar que se abra durante a
marcha do veículo. 1 1
2 2
fig. 91 fig. 92
117.
COMPENSAÇÃO DA INCLINAÇÃO
Quando o veículo está carregado, É um sistema eletrônico de controle
este inclina-se para trás e, conseqüen- -
da aceleração que substitui o cabo do A
temente, o feixe luminoso eleva-se. É acelerador. A aceleração do veículo,
necessário, neste caso, regulá-lo corre- sistema de freios convencional, que im-
através do pedal, é transmitida a uma pede o bloqueio das rodas permitindo:
tamente. central eletrônica por impulsos elétri-
cos, que gerencia a abertura da borbo- - melhorar o controle e a estabilidade
Regulador no farol fig. 91 e 92 leta de aceleração. Este sistema evita o do veículo durante a freada;
O acesso é obtido pelo vão do mo- desconforto dos trancos na aceleração - otimizar o mínimo espaço de fre-
tor. causados, sobretudo, em retomadas ou nagem;
Posição 1 - com veículo com carga desacelerações muito rápidas. - usufruir plenamente da aderência
normal. Quando a bateria é desligada, a central de cada pneu.
Posição 2 - com veículo com carga perde a referência da posição do pedal Uma central eletrônica recebe os
completa. do acelerador, neste caso, o veículo fica sinais provenientes das rodas, localiza
sem a aceleração. Para que possa ser res- quais tendem a travar-se e envia um
É importante que os dispositivos de
sinal à central eletrohidráulica para
ambos os faróis estejam orientados na do pedal acelerador, voltando a situação reduzir, manter ou aumentar a pressão
mesma posição. normal proceder da seguinte forma: nos cilindros de comando dos freios, de
- girar a chave de ignição sem ligar maneira a evitar o bloqueio.
Controlar a orientação o motor e aguardar 40 segundos, logo
dos feixes luminosos cada em seguida ligar o motor. quando é solicitada a total capacidade
vez que mudar o peso da de frenagem do veículo. O motorista é
carga transportada. avisado através da pulsação do pedal
do freio com ruídos de funcionamen-
Regulagem dos faróis dianteiros to hidráulico. Este comportamento é
completamente normal e indica que o
Para o controle e a eventual regulagem, sistema está ativo.
dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.
118.
No caso dequalquer anomalia, o - Eventuais vazamentos de líquido
sistema desativa-se automaticamente, tes de carregá-la ou antes de qualquer de freios afetam o funcionamento dos
passando a funcionar normalmente o mesmos, sejam do tipo convencional
sistema convencional. Nesta condição, - Não retirar ou colocar o conector da
no qua- unidade de comando com comutador
dro de instrumentos e ocorre visualiza- de ignição ligado. A eficiência do sistema,
- Não desligar a bateria com o motor em termos de segurança
em funcionamento. ativa, não deve induzir o
motorista a correr riscos desne-
ADVERTÊNCIA: nos veículos Fiat cessários. A conduta a manter ao
equipados com ABS devem ser mon- O acendimento somente da luz- volante deve ser sempre a adequada
tados exclusivamente rodas, pneus, piloto , com o motor em fun- para as condições atmosféricas, a
lonas e pastilhas de freio do tipo e cionamento, indica normalmente visibilidade da estrada, o trânsito e
marca aprovados pelo fabricante. uma anomalia de funcionamento do as normas de circulação.
sistema ABS. Neste caso, o sistema
de freios irá manter a sua eficiência
normal, não existindo no entanto a Uma utilização excessi-
O ABS não dispensa o va do freio motor (marchas
motorista de uma condução função antitravamento das rodas.
muito baixas com pouca
prudente, principalmente Recomenda-se levar o veículo até a aderência), poderia fazer derrapar
em estradas com água, lama, areia Rede Autorizada Fiat, evitando freadas as rodas motrizes. O sistema ABS
etc. bruscas. não tem qualquer efeito sobre este
tipo de situação.
- Em caso de solda elétrica no veí- Diante do acendimen-
culo, desligar a bateria e a unidade de to da lâmpada-piloto , Se o sistema ABS entrar
comando elétrica. indicando nível mínimo de em funcionamento, signi-
líquido no sistema de freios, levar fica que a aderência entre
- Retirar a unidade de comando elé- o veículo o quanto antes à Rede o pneu e a estrada foi reduzida em
trica quando o veículo for colocado em Assistencial Fiat para uma verifica- relação ao normal; neste caso, redu-
ção do sistema. zir imediatamente a velocidade, no
sentido de adequá-la às condições
do trecho em que se trafega.
119.
CORRETOR DE FRENAGEM O acendimento apenas da A eficiência do sistema,
ELETRÔNICO EBD luz-piloto , com o motor em termos de segurança
ligado, indica normalmente ativa, não deve induzir o
O veículo é dotado de um corretor uma anomalia somente do sistema motorista a correr riscos inúteis e
de frenagem eletrônico denominado A
ABS. Neste caso, o sistema de freios injustificáveis. A conduta a manter
EBD mantém a sua eficiência normal, ao volante deve ser sempre a ade-
através da centralina e dos sensores do não existindo, no entanto, a função quada para as condições atmosfé-
sistema ABS, permite intensificar a ação antitravamento. Em tais condições, ricas, a visibilidade da estrada, o
do sistema de freios. também a funcionalidade do siste- trânsito e as normas de circulação.
ma EBD pode ser reduzida. Também
Nos veículos equipados neste caso, é aconselhável dirigir-se
com corretor eletrônico de imediatamente à Rede Assistencial
frenagem (EBD), o acendi- Fiat mais próxima, conduzindo de
mento simultâneo das luzes-piloto modo a evitar freadas bruscas, para
e , com o motor ligado, indi- a verificação do sistema.
ca uma anomalia do sistema EBD;
neste caso, nas freadas violentas
pode ocorrer um travamento pre-
coce das rodas traseiras, com pos-
sibilidade de derrapagem. Conduzir
o veículo, com extrema cautela, à
Rede Assistencial Fiat mais próxima
para a verificação do sistema.
120.
O airbag nãose ativa nos Girando a chave para a
casos de impactos frontais posição MAR, a lâmpada-
não violentos, choques piloto acende-se, mas
DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO laterais, choques traseiros ou con- deve apagar-se depois de cerca de
tra obstáculos amortecedores que 4 segundos. Se a situação persistir,
O airbag é um dispositivo constituído absorvam o impacto. Nesses casos desligar o motor e providenciar o
de uma bolsa com enchimento instan- os ocupantes são protegidos somen- reboque do veículo à concessioná-
te pelos cintos de segurança do ria Fiat mais próxima.
no centro do volante, em frente ao mo- veículo, que devem, por isso, ser
torista, e que, quando previsto, equipa sempre usados. Qualquer manutenção no sistema do
também o painel em frente ao passa- airbag só deve ser feita por pessoal es-
geiro dianteiro. É disponível, portanto, A eficiência do sistema airbag é veri- pecializado da Rede Autorizada Fiat.
para o lado do motorista ou para ambos ficada, constantemente, por uma cen-
os lugares dianteiros. tral eletrônica. Não colar adesivos ou
No caso de qualquer anomalia, acen- outros objetos no volante
. ou no console do airbag do
suplementar ao mesmo, sendo aciona- lado do passageiro. Não viajar com
do exclusivamente em caso de impacto objetos no colo e muito menos com
frontal violento. Seu acionamento re- cachimbo, lápis etc., entre os lábios;
duz o risco de contato entre a cabeça/ em caso de choque com ativação do
tórax do ocupante contra o volante/ airbag, estes poderiam causar-lhe
painel do veículo, em decorrência da graves danos.
violência do choque.
A entrada em funcionamento do AIR O correto funcionamento do sistema
- airbag é garantido somente se todas as
na quantidade de pó. Este produto não limitações relativas à capacidade e à
é nocivo e não indica princípio de in- disposição da carga no veículo forem
cêndio. respeitadas.
fig. 93
121.
Dirija mantendo sempre AIRBAG DO LADO DO PASSAGEIRO Desativação do airbag do lado do
as mãos na parte externa passageiro fig. 94 e 95
do volante de maneira que, O airbag do lado do passageiro foi
estudado e calibrado para melhorar Em caso de necessidade de transporte
em caso de ativação do airbag, de criança no banco dianteiro deve-se, A
este possa encher-se sem encontrar a proteção de uma pessoa que esteja
usando o cinto de segurança. desativar o airbag do lado do passagei-
obstáculos que poderiam causar- ro.
lhe graves danos. Não dirija com o O seu volume, no momento de má-
corpo inclinado para a frente, mas ximo enchimento, preenche a maior Para desativar o airbag abrir a porta
mantenha o encosto em posição parte do espaço entre o painel e o pas- dianteira do passageiro. O sistema de
ereta, apoiando bem as costas. sageiro. desativação está localizado na lateral
do painel do veículo.
Em caso de colisão, uma pessoa que
AI
GRAVE PERIGO:
RBAG não esteja usando o cinto de segurança
em veículo equipado projeta-se para a frente em direção à ADVERTÊNCIA: mesmo no caso
com airbag no lado bolsa ainda na fase de abertura, com dos veículos que não possuam air-
do passageiro, não colocar a cadei- uma proteção certamente inferior à que bag para o passageiro, somente o
rinha para bebê virada para trás, de poderia ser fornecida. banco traseiro é recomendado para
costas para o painel. O airbag não é um substituto, mas o transporte de crianças. Esta posi-
um complemento ao uso do cinto, por ção é a mais protegida do veículo
isso recomenda-se usar sempre o cinto, em caso de choque.
Para não alterar a sensi-
bilidade do sistema airbag, seguindo rigorosamente a legislação de
evite a instalação, no veícu-
lo, de anteparos, proteções frontais
e/ou laterais, acessórios não origi-
nais ou mesmo componentes não
preconizados pela fábrica. A B
F F
Intervenções não recomendadas ON OFF
poderiam interferir no funciona-
PASS
mento do airbag, alterando o com- AIR BAG
portamento originalmente previsto
para esse dispositivo.
fig. 94 fig. 95
122.
Operar no interruptorsomente com AIRBAGS LATERAIS (SIDE BAG) Em caso de choques laterais de baixa
o motor desligado e a chave de igni-
ção retirada. Os airbags laterais, presentes em al-
gumas versões, possuem a função de
O interruptor tem duas posições A e aumentar a proteção dos ocupantes por
B-fig. 94. nestes casos é sempre necessária a uti-
- lização dos cintos de segurança, que
A - Airbag lado do passageiro ativa- das de um choque lateral violento. São em caso de choque lateral asseguram
ON A-fig. 94 - constituídos de bolsas de enchimento o correto posicionamento do ocupante
pada-piloto no quadro de instrumentos e evitam a sua expulsão do veículo pro-
apagada. - os side bags, estão alojados na late- vocadas por colisões muito violentas.
B - Airbag do lado do passageiro de- ral dos encostos dos bancos dianteiros, Portanto, os airbags laterais não subs-
OFF B-fig. 94 sendo esta a solução que permite ter tituem, mas complementam o uso dos
- sempre a bolsa na posição ideal em re- cintos de segurança, que deverão ser
mentos acesa. lação ao ocupante, independentemente sempre usados por todos os ocupantes
- da posição do banco; dos veículo para garantir-lhes prote-
trumentos fica permanentemente acesa Em caso de choque lateral violento, ção.
até a reativação do airbag do lado do uma central eletrônica elabora os sinais O funcionamento dos airbags laterais
passageiro. provenientes de um sensor de desace- não é desativado pelo acionamento do
Lembre-se de reativar imediatamente leração e ativa, quando necessário, o interruptor de comando da desativação
o airbag assim que não for mais trans- enchimento das bolsas. do airbag frontal do passageiro.
portar crianças. As bolsas inflam-se instantaneamen- ATENÇÃO: A melhor proteção por
- te, colocando-se como proteção entre parte do sistema em caso de colisão
- o corpo dos passageiros e a lateral do lateral é obtida mantendo uma corre-
çam de utilizar os cintos de segurança veículo. Imediatamente após, as bolsas ta posição no banco, permitindo deste
com os quais o veículo é equipado ori- se esvaziam. modo um correto desdobramento do
ginalmente, deverão ser protegidos por airbag lateral.
dispositivos de transporte de crianças
rigorosamente as instruções do fabri-
cante do dispositivo.
123.
Não apoiar, osbraços ou ATENÇÃO: a eficácia do sistema
os cotovelos na porta, nas airbag é constantemente verifica- reparação e substituição relativas aos
janelas e na área do airbag da por uma central eletrônica. Na airbags devem ser efetuadas exclusiva-
lateral para evitar possíveis lesões eventualidade de alguma anomalia, mente pela Rede Assistencial Fiat. A
durante a fase de enchimento. a luz espia se acende, ou lampeja Em caso de sucateamento do veículo
a luz espia , nestes casos, procure é necessário dirigir-se primeiramente à
imediatamente a Rede Assistencial Rede Assistencial Fiat para desativar
ATENÇÃO: é possível a ativação Fiat. a instalação.
dos airbags frontais e/ou laterais
se o veículo for submetido a fortes Em caso de troca de propriedade do
colisões ou incêndios que envol- A validade do sistema de veículo é indispensável que o novo
verem a zona da parte de baixo airbag está indicada na eti- proprietário tenha conhecimento das
da carroceria como, por exemplo, queta adesiva localizada na modalidades de utilização e das adver-
choques violentos contra grades, tampa do porta-luvas e, em algu- tências acima, e que lhe seja entregue o
guias de passeio ou saliências fixas mas versões, encontra-se na parte presente MANUAL DE USO E MANUTENÇÃO.
do terreno, quedas do veículo em interna do capô. Atente para o
grandes buracos ou depressões da prazo de validade e dirija-se à Rede ATENÇÃO: a ativação de pre-
estrada. Assistencial Fiat para a substituição tensionadores, airbags frontais e
do dispositivo. laterais é decidida de modo dife-
ATENÇÃO: a entrada em funciona- renciado pela central eletrônica em
mento dos airbags libera uma pequena ATENÇÃO: em caso de acidente no função do tipo de colisão. O fato de
quantidade de gases. Esses gases não qual tenha sido ativado qualquer dos os mesmos não serem ativados em
são nocivos nem indicam um princípio dispositivos de segurança, procure a determinados tipos de choque não
de incêndio; a superfície da bolsa des- Rede Assistencial Fiat para substituir é indicador de mau funcionamento
dobrada e o interior do veículo podem aqueles ativados e para verificar a inte- do sistema.
ser cobertos com um resíduo poeirento; gridade da instalação.
esta poeira pode irritar a pele e os olhos.
Em caso de exposição, lavar-se com sa-
bão neutro e água.
124.
ADVERTÊNCIAS GERAIS Girando a chave da igni- O airbag não substitui
ção na posição MAR a luz os cintos de segurança mas
Girando a chave da igni-
espia (com interruptor incrementa sua eficiência.
ção em MAR a luz espia
de desativação do airbag frontal do Além disso, uma vez que o airbag
acende e deve apagar após
lado do passageiro na posição ON) não intervém em caso de colisões
alguns segundos. Se a luz espia não
acende e lampeja por alguns segun- frontais a baixa velocidade, colisões
acender, permanecer acesa ou acen-
der-se durante a marcha, procure dos para recordar que o airbag do laterais, colisões traseiras ou capo-
imediatamente a Rede Assistencial passageiro se ativará em caso de tamentos, nestes casos os ocupantes
Fiat. colisão, e em seguida deve apagar. são protegidos somente pelos cintos
de segurança que devem ser sempre
Não cobrir o encosto dos usados por todos os ocupantes do
bancos dianteiros e traseiros Não lavar os bancos com veículo.
com revestimentos ou capas. água ou vapor em pressão
(à mão ou em postos de
Lembramos que com a lavagem automática para bancos). Se o veículo tiver sido
chave colocada na posição objeto de roubo ou de ten-
MAR, mesmo com o motor tativa de roubo, se sofreu
desligado, os airbags podem ativar- A intervenção do airbag atos de vandalismo, inundações
se também com o veículo parado se está prevista para colisões ou alagamentos, mandar verifi-
o mesmo for colidido por outro veí- de gravidade superior à car o sistema airbag junto à Rede
culo em marcha. Portanto, mesmo dos pré-tensionadores. Em colisões Assistencial Fiat.
com veículo parado não devem ser compreendidas no intervalo entre
colocadas crianças no banco dian- os dois limites de ativação, é normal
teiro. Por outro lado lembramos que que somente os pretensionadores ADVERTÊNCIAS: no caso de um
se a chave for colocada na posição entrem em funcionamento. acidente no qual foi ativado o air-
STOP, nenhum dispositivo de segu- bag, recomenda-se não dirigir, e
rança (airbags e pretensionadores) sim, rebocar o veículo até à Rede
será ativado em conseqüência de Não colocar objetos rígi- Assistencial Fiat para substituir o dis-
uma colisão; a falta de ativação dos nas alças de segurança. positivo e os cintos de segurança.
destes dispositivos nestes casos não
pode ser considerada como mau
funcionamento do sistema.
125.
Não desligar acentral eletrônica – cabo e plugue de alimentação elé-
do chicote, nem mesmo desco- trica para o auto-rádio C-fig. 97.
nectar a bateria, estando a chave – cabo e conector para antena de teto
de ignição na posição MAR, pois a A-fig. 97. A
central memoriza estas condições
como avarias do sistema. – cabos e plugue para conexão dos
Nas versões que não possuem auto- B-fig. 97.
rádio instalado originalmente, este equi-
– tampa desmontável para o auto-
pamento deverá ser montado na respec-
Todas as intervenções de contro- tiva sede prevista para esta finalidade,
le, conserto e substituição do airbag a qual é removida fazendo pressão nas – sede para os alto-falantes nas portas
devem ser efetuadas junto à Rede lingüetas de retenção indicadas pelas
Assistencial Fiat.
setas A-fig. 96.
Podem existir, de série ou opcional-
Caso o veículo seja sucateado é mente, 2 níveis de preparação para a
necessário desativar o sistema junto instalação do auto-rádio. No nível de
à Rede Assistencial Fiat. predisposição básico, têm-se:
Em caso de venda do veículo, é
indispensável que o novo proprie-
tário conheça as modalidades de
usoe as advertências acima indica-
das e que receba o presente manu-
al de Uso e Manutenção original, A
A
A C
ou que adquira o mesmo na Rede
Assistencial Fiat.
B
A
A
fig. 96 fig. 97
126.
No nível depredisposição avançado - alto-falantes traseiros coaxiais OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE A
fig. 99. INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE SOM
- cabo de alimentação do auto-rádio - recomenda-se a instalação dos mo-
C-fig. 97. Alto-falantes -
- cabo para alto-falante dianteiro e - dois alto-falantes coaxiais dianteiros
traseiro B-fig. 97. projetados para proporcionar uma per-
- antena e respectivo cabo com co- - dois alto-falantes coaxiais traseiros feita integração estética com o painel
nector. de instrumentos do veículo.
- alto-falantes na porta dianteira - os dois níveis de predisposição para
fig. 98. auto-rádio existentes, permitem também
a instalação de outros mo-delos de au-
to-rádio disponíveis no mercado, desde
que o equipamento escolhido possua
características técnicas e dimensões
compatíveis com a sede disponível no
painel do veículo.
- a instalação dos auto-rádios ori-
ginais envolve a remoção de compo-
nentes plásticos do painel e, portanto,
é recomendável que este trabalho seja
confiado às concessionárias da Rede
Assistencial Fiat.
fig. 98 fig. 99
127.
A instalação desiste- Se o veículo estiver em trânsi-
mas de som (auto-rádios, to por outros países, certifique-se
módulos de potência, CD de que o abastecimento seja feito
Changers etc.), que implique em somente com gasolina que não con- A
alterações das condições originais Os dispositivos antipoluentes exigem o tenha chumbo em sua composição.
da instalação elétrica e/ou em inter- uso exclusivo de gasolina sem chumbo.
ferências nos sistemas eletrônicos De acordo com regulamenta-
de bordo; além de provocar o can- ção vigente estabelecida pela ANP Nunca introduzir, nem
celamento da garantia dos com- (Agência Nacional de Petróleo) a mesmo em casos de emer-
ponentes envolvidos, pode gerar gasolina normalmente disponível no gência, a mínima quanti-
anomalias de funcionamento com mercado brasileiro não deve conter dade de gasolina com chumbo no
risco de incêndio. chumbo em proporções que possam tanque.
causar danos ao conversor catalíti-
co dos automóveis.
Ver recomendações em ACESSÓRIOS O conversor catalítico
COMPRADOS PELO USUÁRIO,no capítulo ineficiente provoca emis-
A adição de outro tipo
USO CORETO DO VEÍCULO. sões nocivas no escapamen-
de gasolina no tanque (ex.:
to, com a conseqüente poluição do
gasolina de aviação), não
meio ambiente.
PREDISPOSIÇÃO PARA ALARME homologada para uso automotivo,
pode provocar danos irreversíveis
Os veículos com o opcional vidro no conversor catalítico.
elétrico e trava elétrica possuem pre- Por motivos de segurança,
disposição para instalação de alarme assim como para garantir o
funcionamento correto do
sistema, a chave de ignição deverá
permanecer desligada enquanto o
Para instalação do sistema dirigir-se veículo estiver sendo abastecido.
à Rede Assistencial Fiat.
fig. 100
128.
TAMPA DO RESERVATÓRIODE O acesso à tampa de combustível é Para algumas versões, o destrava-
COMBUSTÍVEL obtido abrindo a portinhola fig. 101 e mento da tampa de acesso ao bocal
observando as seguintes instruções: de abastecimento é feito por dentro
A tampa do reservatório de combus- do veículo, através da alavanca A-fig.
tível é hermética, sem respiro, a fim de - segure a tampa e gire a chave no 104. Levantar a alavanca pela parte
evitar o lançamento de vapores de com- sentido anti-horário; prossiga girando dianteira.
bustível no meio ambiente, em atendi- a tampa fig. 102 até o seu completo
mento à legislação vigente. Em caso de emergência é possível
desalojamento; abrir a portinhola puxando a cordinha
Mantenha-a sempre bem fechada e - após a retirada da tampa, encaixe-a localizada no lado direito dentro do
não a substitua por outra de tipo dife- no suporte existente na portinhola fig. porta-malas.
rente. 103.
Não se aproximar do
O combustível que escor- bocal do tanque de com-
re acidentalmente durante bustível com fósforos ou
o abastecimento, além de cigarros acesos, pois há perigo de
ser poluente, pode danificar a pin- incêndio. Evitar também aproximar
tura do veículo na região do bocal demais o rosto do bocal, para não
de abastecimento, devendo ser evi- inalar vapores nocivos.
tado.
fig. 102
A
fig. 101 fig. 103 fig. 104
129.
ADVERTÊNCIA: os postosde A central eletrônica de controle de in- Os motores flex podem apre-
combustíveis contam com bombas jeção está preparada para “gerenciar” a sentar níveis de ruídos diferentes,
de desligamento automático que, interação entre os dois tipos de combus- dependendo do combustível utiliza-
em alguns casos, interrompem o do (álcool ou gasolina) bem como A
abastecimento antes do completo um funcionamento sempre regular em percentual de mistura. Este com-
enchimento do tanque do veículo. todas as situações de utilização. portamento é normal e não afeta o
Se isso ocorrer, solicite a operação No uso normal o sistema Flex não desempenho do motor.
manual da bomba, de forma a intro- requer cuidados ou procedimentos es-
duzir no tanque o combustível que peciais, excetuando a observação das ADVERTÊNCIA: após um abaste-
falta para atingir a sua capacidade advertências de utilização presentes cimento, o sistema Flex necessita
máxima, assim como, possibilitar a neste capítulo e os pontos de manuten- de um pequeno tempo de adapta-
efetiva indicação de tanque cheio ção específicos. ção (aproximadamente 10 minutos)
no quadro de instrumentos. com o veículo funcionando, para
Para propiciar partidas mais rápi- reconhecer o combustível que está
SISTEMA FLEX (combustível álcool e/ das, manter sempre abastecido o no tanque (álcool ou gasolina).
ou gasolina) reservatório de gasolina para par-
O sistema FLEX foi projetado para tida a frio. Esta recomendação é importante,
proporcionar total flexibilidade na ali- sobretudo, quando tenha ocorrido
mentação do motor do veículo, permi- a troca do combustível que esta-
tindo a utilização de álcool combustí- Não utilizar combustí- va sendo utilizado (ex.: álcool em
vel ou de gasolina indistintamente. O veis diferentes dos especi- vez de gasolina). O veículo deve
combustível pode ser adicionado no ficados. O sistema somente cumprir um percurso mínimo (pelo
reservatório na proporção que o usuário está preparado para funcionar com tempo anteriormente especificado)
julgar conveniente para o uso. álcool e gasolina automotivos. para que o sistema assimile o novo
Caberá ao usuário a análise sobre combustível.
qual proporção dos dois combustíveis Não adaptar o veículo
é mais conveniente para o seu tipo de para funcionamento com Este procedimento irá minimizar
utilização, considerando as diversas GNV (Gás natural veicular) eventuais problemas na próxima
- pois as características do sistema partida do veículo, principalmente
FLEX não possibilitam a conversão. se o motor estiver frio.
130.
USO DE MATERIAISNÃO NOCIVOS O conversor catalítico é um “labora-
AO MEIO AMBIENTE tório” no qual uma porcentagem muito
alta destes componentes transforma-se
Nenhum componente do veículo
A proteção do meio ambiente condu- contém amianto ou cádmio. Os com-
ponentes espumados e o sistema de ar- A transformação é auxiliada pela
ziu o projeto e a realização dos veículos
- presença de minúsculas partículas de
Fiat em todas as suas fases. O resulta-
metais nobres presentes no corpo de
do está na utilização de materiais e no
redução da camada de ozônio. -
aperfeiçoamento de dispositivos capa-
tálico de aço inoxidável.
zes de reduzir ou limitar drasticamen-
te as influências nocivas sobre o meio DISPOSITIVOS PARA REDUZIR AS
ambiente. EMISSÕES A retirada do conver-
O Veículo Fiat está pronto para rodar sor catalítico, além de não
com uma boa margem de vantagem so- Conversor catalítico trivalente contribuir para aumentar o
bre as mais severas normas antipoluição A-fig. 105 desempenho do veículo, ocasiona
internacionais. poluição desnecessária e constitui
Monóxido de carbono, óxidos de um claro desrespeito à legislação
nitrogênio e hidrocarbonetos não quei- ambiental para veículos automo-
Alterações feitas no veículo com o mados são os principais componentes tores.
objetivo de aumentar o seu desem- nocivos dos gases de escapamento.
penho, tais como a retirada do
catalisador e/ou modificações no Sonda Lambda (sensor de oxigênio)
sistema de injeção eletrônica, além
de contribuírem para aumentar des- com a sonda lambda, pois esta garante
necessariamente a poluição atmos- o controle da relação exata da mistura
férica, podem resultar no cancela- A
A ar/gasolina, fundamental para o correto
mento da garantia dos componentes funcionamento do motor e do catalisa-
envolvidos. dor.
fig. 105
131.
Sistema antievaporação É importante o seguimento do “Ser- Reciclagem obrigatória:
Sendo impossível, mesmo com o viço Periódico de Manutenção”, para
motor desligado, impedir a formação que o veículo permaneça dentro dos
padrões antipoluentes. Não descarte a bateria no
dos vapores de gasolina, o sistema os lixo. A
mantêm armazenados num recipiente
especial de carvão ativado, de onde Trafegar com o sistema
são aspirados e queimados durante o de escapamento modifi-
funcionamento do motor. cado ou danificado, além revendedor no ato da troca.
de aumentar consideravelmente o
nível de ruído do veículo (poluição Composição básica: chumbo, ácido
Ruídos veiculares sonora), constitui uma infração ao sulfúrico diluído e plástico.
Este veículo está em conformidade Código Nacional de Trânsito. Os pontos de venda são obrigados a
com a legislação vigente de controle aceitar a devolução de sua bateria usa-
da poluição sonora para veículos au- da, bem como armazená-la em local
tomotores. Não jogue pontas de
cigarro para fora da janela. adequado e devolvê-la ao fabricante
Limite máximo de ruído para fiscali- Além de evitar incêndios e para reciclagem.
- queimadas, você estará evitando a
lo parado segundo Resolução n° 01/93 contaminação do solo. Riscos do contato com a solução
ácida e com o chumbo
O lixo que é jogado na Quando a solução ácida e o chumbo
rua coloca em risco as gera- contidos na bateria são descartados na
PALIO ELX 1.0 ções futuras devido ao altís- natureza de forma incorreta, poderão
simo tempo de decomposição de contaminar o solo, o subsolo e as águas,
PALIO ELX 1.4 determinados materiais. bem como causar riscos à saúde do ser
humano.
PALIO ELX 1.8 DESTINAÇÃO DE BATERIAS No caso de contato acidental com
os olhos ou com a pele, lavar imedia-
tamente com água corrente e procurar
PALIO 1.8 R obrigado a devolver sua bateria usada orientação médica.
-
133.
ara utilizar oveículo Fiat do melhor modo possível, PARTIDA DO MOTOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-1
para não danificá-lo e, principalmente, para poder aproveitar ESTACIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-2
todas as suas qualidades, neste capítulo sugerimos “o que
fazer, o que não fazer e o que evitar”. USO DO CÂMBIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-3
Trata-se, na maior parte dos casos, de comportamentos DIRIGIR COM SEGURANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . B-5
válidos também para outros veículos. Em outros, pode tratar- DIRIGIR COM ECONOMIA E RESPEITANDO
se de detalhes de funcionamento exclusivos do Fiat Palio. B
O MEIO AMBIENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-9
Assim, é preciso prestar muita atenção neste capítulo também,
LONGA INATIVIDADE DO VEÍCULO . . . . . . . . . B-13
para conhecer o comportamento na direção e no uso que lhe
permitirão desfrutar ao máximo do seu veículo. CONTROLES FREQÜENTES E ANTES DE
VIAGENS LONGAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . B-14
ACESSÓRIOS COMPRADOS PELO USUÁRIO . . . B-14
DISPOSITIVO PARA REBOQUE . . . . . . . . . . . . . . B-15
135.
Antes de darpartida no motor: Se o motor não funcionar na primei-
1) Verificar se o freio de mão está ra tentativa, é necessário repor a chave
acionado. na posição STOP antes de tentar de
novo.
2) Colocar a alavanca do câmbio
em ponto morto. Nas versões equipadas com FIAT CO-
É perigoso deixar o motor DE se, com a chave na posição MAR,
funcionando em local 3) Pisar a fundo no pedal da embre- a lâmpada-piloto ficar acesa junto
fechado. O motor conso- agem, sem pisar no acelerador. com a lâmpada-piloto , aconselha-se
me oxigênio e libera gás carbôni- 4) Girar a chave de ignição para a repor a chave na posição STOP e, de-
co, monóxido de carbono e outros posição AVV e soltá-la assim que o mo- pois, de novo em MAR; se a lâmpada- B
gases tóxicos. tor der partida. piloto continuar acesa, tentar a partida
de novo com a outra chave fornecida.
Nos primeiros segundos de funcio-
namento, principalmente se o veículo Não é necessário pisar no
tiver ficado muito tempo parado, pode acelerador para dar partida ADVERTÊNCIA: com o motor
ocorrer aumento do nível dos ruídos no motor. desligado, não deixar a chave de
do motor. Este fenômeno, que não pre- ignição na posição MAR.
judica o funcionamento e sua confia-
bilidade, é característico das válvulas Com o motor em movi-
hidráulicas: o sistema de distribuição mento, não tocar nos cabos
escolhido para algumas versões do seu de alta tensão (cabos das
Fiat que contribui para reduzir os ser- velas).
viços de manutenção.
136.
COMO AQUECER OMOTOR Lembre-se que, enquan-
DEPOIS DA PARTIDA to o motor não funcionar,
o servofreio e a direção
- Colocar o carro em movimento len- hidráulica não são ativados, sendo
tamente, deixando o motor em regime Desligar o motor, puxar
necessário exercer um esforço o freio de mão, engatar
médio, sem aceleradas bruscas. muito maior tanto no pedal do freio a 1ª marcha e deixar as
- Evitar exigir, desde os primeiros qui- como no volante. rodas viradas em direção ao meio-
lômetros, o máximo de desempenho.
fio (guias) do passeio. Se o veículo
PARA DESLIGAR O MOTOR estiver estacionado em uma descida
PARTIDA COM MOTOR QUENTE íngreme, aconselha-se também a
Com o motor em marcha lenta, gi- travar as rodas com um calço.
Para dar partida com o motor quente, rar a chave de ignição para a posição
aconselha-se manter a chave em MAR STOP.
por alguns segundos antes de girá-la Não deixar a chave de ignição na
para AVV. A “pisada no acelerador” antes de posição MAR, para não descarregar a
desligar o motor não serve para nada, bateria.
Essa operação fará a bomba elétri- e causa um consumo inútil de combus-
ca de combustível funcionar antes do Ao descer do veículo, tirar sempre a
tível, além de ser prejudicial. chave do contato.
motor, possibilitando uma partida mais
rápida.
ADVERTÊNCIA: depois de um
percurso desgastante, melhor deixar
Para os veículos catalisa- o motor em marcha lenta antes de Nunca deixe crianças
dos deve ser completamen- desligá-lo, para que a temperatura sozinhas no veículo.
te evitado a partida com do motor se abaixe.
empurrão, reboque ou aproveitando
as descidas. Essas manobras pode-
riam causar o afluxo de combustível
no conversor catalítico e danificá-lo
irremediavelmente.
137.
Observação: o indicadordo nível Para acionar o freio de mão, puxar a
de combustível possui um circuito ele- alavanca para cima até travar no dente
trônico de amortecimento, que tem a necessário para imobilizar completa- Para engrenar as marchas, pisar a
função de neutralizar as oscilações do mente o veículo. fundo no pedal da embreagem e pôr
ponteiro que poderiam ser causadas a alavanca do câmbio em uma das po-
pela movimentação do combustível ADVERTÊNCIA: independente sições do esquema na fig. 2 (o esque-
dentro do tanque. dos prazos constantes da tabela do ma também está indicado no pomo da
Portanto, se no momento da partida “Plano de manutenção programa- alavanca).
o veículo se encontrava estacionado em da”, e sem prejuízo destes, sempre Para engrenar a marcha a ré (R), (o
posição inclinada (subida ou descida), que for requerido maior esforço para veículo deve estar parado e em ponto
B
a indicação fornecida pelo ponteiro acionamento do freio de mão de seu morto), pisar no pedal da embreagem
pode levar até 8 minutos para ser atu- veículo, leve-o à Rede Assistencial até o fim do curso, aguardar alguns se-
alizada. Fiat para efetuar a regulagem. gundos e, só então, puxar para cima o
dispositivo inibidor de ré A e, ao mes-
FREIO DE MÃO - fig. 1 Com o freio de mão acionado e a mo tempo, deslocar a alavanca para a
chave de ignição na posição MAR, no direita e para trás.
A alavanca do freio de mão está situ- quadro de instrumentos ilumina-se a
ada entre os bancos dianteiros. lâmpada-piloto .
Para desengatar o freio de mão:
1) Levantar levemente a alavanca e
apertar o botão de desengate A-fig. 1.
2) Manter apertado o botão e abai-
4EN0988BR
4EN0273BR
xar a alavanca. A lâmpada-piloto
apaga-se. 1 3 5
A
2 4 R
A
fig. 1 fig. 2
138.
Velocidades para trocade marchas
Para se obter máxima economia, recomendamos observar os seguintes limites de velocidades para trocas de marchas:
1ª ➡ 2ª 2ª ➡ 3ª 3ª ➡ 4ª 4ª ➡ 5ª
ELX 1.0 13,8 26,4 38,8 51,0
PALIO
ELX 1.4 15,2 29,1 45,0 63,2
ELX 1.8 18,9 33,0 48,6 63,9
1.8 R 20 40 55 65
Para mudar as marchas corretamente, é necessário pisar a fundo no pedal da embreagem. Por isso, o piso
sob os pedais não deve ter obstáculos. Verificar se os tapetes estão sempre bem estendidos e não interferem
no deslocamento dos pedais, diminuindo o seu curso.
139.
- Verifique seos eventuais sistemas EM VIAGEM
de proteção das crianças (porta-bebês,
bercinhos etc.) estão fixados correta- - A primeira regra para dirigir com
mente no banco traseiro. Não use o segurança é a prudência.
Ao projetar o veículo, a Fiat trabalhou banco dianteiro para o transporte de - Prudência também significa estar
com empenho para obter um veículo crianças. em condições de prever um compor-
capaz de garantir a máxima segurança tamento incorreto ou imprudente dos
- Coloque com cuidado objetos no
aos passageiros. No entanto, o com- outros motoristas.
porta-malas para evitar que uma freada
portamento de quem dirige é sempre - Siga rigorosamente as regras do
brusca possa jogá-los para a frente.
um fator decisivo para a segurança nas Código Nacional de Trânsito e, princi- B
estradas. - Evite ingerir alimentos pesados an-
tes de viajar. Uma alimentação leve, palmente, respeite os limites de veloci-
A seguir, você vai encontrar algumas dade.
de fácil digestão, ajuda a manter os
regras simples para viajar com seguran- - Certifique-se sempre que, além de
reflexos rápidos. Evite, principalmente,
ça em diversas condições. Com certe- você, todos os outros passageiros do ve-
bebidas alcoólicas.
za, muitas serão já conhecidas, mas, de ículo também estejam usando os cintos
qualquer forma, será útil ler tudo com Periodicamente, lembre-se de fazer
os controles citados em “Controles de segurança e que as crianças sejam
atenção. transportadas com sistemas específi-
freqüentes e antes de viagens longas”,
neste capítulo. cos.
ANTES DE SAIR COM O VEÍCULO
- Verifique o correto funcionamento Não dirija em estado de
ADVERTÊNCIA: nunca transporte
das luzes e dos faróis. embriaguez alcoólica ou sob
no veículo reservatórios suplemen-
- Regule bem a posição do banco, do tares de combustível, uma vez que, efeito de medicamentos.
volante e dos espelhos retrovisores, pa- em caso de vazamento ou acidente,
ra obter a posição melhor para dirigir. poderiam explodir ou incendiar-se.
- Regule com cuidado os apóia-ca-
beças de modo que a nuca, e não o Nunca encha galões de combustí-
pescoço, seja apoiada neles. vel no interior do veículo ou sobre
- Certifique-se que nada (tapetes, a caçamba, pois a eletricidade está-
etc.) impeça o movimento e o curso tica e os vapores de combustível dos
dos pedais. galões podem provocar explosão e
incêndio.
140.
Use sempre oscintos de DIRIGIR À NOITE - Mantenha uma distância de segu-
segurança, e certifique-se rança em relação aos veículos da frente,
de que os passageiros tam- Aqui estão as principais indicações a maior do que a que manteria durante o
bém façam o mesmo. Viajar sem seguir quando viajar à noite. dia. É difícil avaliar a velocidade dos
o uso dos cintos aumenta o risco - Dirija com prudência especial, já outros veículos quando só as luzes são
de lesões graves, ou de morte, em que, à noite, as condições de direção visíveis.
caso de acidente, e ainda é uma são mais difíceis. - Verifique a correta orientação dos
infração. - Reduza a velocidade, principal- faróis; se estiverem baixos demais, re-
mente em estradas sem iluminação. duzem a visibilidade e cansam a vista.
- Viagens longas devem ser feitas em Se estiverem altos demais, podem atra-
boas condições físicas. - Aos primeiros sinais de sonolência,
pare o veículo em local seguro. Prosse- palhar os motoristas dos outros veícu-
- Não dirija por muitas horas conse- guir seria um risco para si mesmo e para los.
cutivas; efetue paradas periódicas para os outros. Continue a viagem só depois - Use os faróis altos somente fora das
fazer um pouco de movimento e revi- de ter descansado bastante. cidades e quando tiver certeza que não
gorar o físico. atrapalharão os outros motoristas.
- Troque constantemente o ar no ve- - Cruzando com um outro veículo,
ículo. passe, com bastante antecedência, dos
- Nunca percorra descidas com o faróis altos (se estiverem acesos) aos
motor desligado; não tendo o auxílio baixos.
do freio motor e do servofreio, a ação - Mantenha luzes e faróis limpos.
de frenagem requer um esforço muito
maior no pedal. - Fora da cidade, atenção para com
a travessia de animais.
4EN1305BR
fig. 3
141.
DIRIGIR COM CHUVA - Se estiver chovendo muito forte, a DIRIGIR NA NEBLINA
visibilidade também é reduzida. Nestes
A chuva e as estradas molhadas casos, mesmo se for dia, acenda os fa- - Se a neblina for densa, evitar, o
significam perigo. róis baixos para tornar-se mais visíveis quanto possível, viajar.
Em uma estrada molhada, todas as aos outros. Em caso de dirigir com névoa, nebli-
manobras são mais difíceis, pois o atrito - Não atravesse poças em alta velo- na uniforme ou possibilidade de banco
das rodas no asfalto é reduzido consi- cidade e segure bem o volante. Uma de neblina:
deravelmente. Conseqüentemente, os poça atravessada em alta velocidade - Mantenha uma velocidade modera-
espaços para frear aumentam muito e pode provocar a perda de controle do da.
a aderência na estrada diminui. veículo (aquaplanagem). - Acenda, mesmo durante o dia, os
B
Aqui estão alguns conselhos a seguir - Coloque os comandos de ventila- faróis baixos e os eventuais faróis au-
em caso de chuva: ção na função de desembaçamento (ver xiliares dianteiros. Não use os faróis
- Reduza a velocidade e mantenha capítulo “Conhecimento do veículo”), altos.
uma distância de segurança maior dos para não ter problemas de visibilida- - Coloque os comandos de ventilação
veículos da frente. de. na função de desembaçamento (ver ca-
- Verifique, de vez em quando, as pítulo “CONHECIMENTO DO VEÍCULO”), para
condições das palhetas dos limpadores não ter problemas de visibilidade.
do pára-brisa.
A passagem em poças d’água muito
profundas, ou em ruas alagadas, pode
ocasionar graves danos ao motor do
veículo. A esse propósito, sugerimos
4EN1306BR
4EN1307BR
consultar a Rede Assistencial Fiat so-
bre a disponibilidade de instalação de
acessórios específicos para a transposi-
ção de locais alagados.
fig. 4 fig. 5
142.
- Lembre-se quea presença de ne- DIRIGIR EM MONTANHA DIRIGIR COM O ABS
blina também causa umidade no asfal-
to, o que dificulta qualquer manobra - Em estradas em descida, use o freio O ABS é um equipamento do
e aumenta a distância dos espaços da motor, engrenando marchas fortes, para sistema de frenagem que dá, essencial-
frenagem. não superaquecer os freios. mente, duas vantagens:
- Mantenha uma grande distância de - Não percorra, em hipótese alguma, 1) Evita o bloqueio e o conseqüente
segurança do veículo da frente. descidas com o motor desligado ou em deslizamento das rodas nas freadas de
ponto morto, e muito menos com a cha- emergência e, principalmente, em con-
- Evite, ao máximo, variações repen- ve tirada do contato. dições de pouca aderência.
tinas de velocidade.
- Dirija com velocidade moderada, 2) Permite frear e virar ao mesmo
- Evite, se possível, ultrapassar outros evitando “cortar” as curvas. tempo, para evitar eventuais obstáculos
veículos. repentinos, ou para dirigir o veículo pa-
- Lembre-se que a ultrapassagem em
Em caso de parada forçada do veícu- subida é mais lenta e, por isso, requer ra onde quiser durante a frenagem; isto
lo (avarias, impossibilidade de prosse- mais estrada livre. Ao ser ultrapassado compativelmente com os limites físicos
guir por causa de má visibilidade etc.), em subida, facilite a ultrapassagem do de aderência lateral do pneu.
antes de mais nada, tente parar fora das outro veículo. Para usufruir do ABS da melhor ma-
faixas de rodagem. Em seguida, acenda neira:
as luzes de emergência e, se possível,
os faróis baixos. Toque a buzina repeti- - Nas freadas de emergência ou com
damente se perceber a aproximação de pouca aderência, percebe-se uma leve
um outro veículo. pulsação no pedal do freio: é sinal que
o ABS está funcionando. Não solte o
pedal, mas continue a apertar para que
4EN0961BR
a ação de frenagem continue.
O ABS impede o bloqueio das rodas,
mas não aumenta os limites físicos de
aderência entre pneus e estrada. Assim,
mesmo com veículo equipado com
ABS, respeite a distância de segurança
dos veículos da frente e diminua a ve-
locidade no começo das curvas.
fig. 6
143.
DIRIGIR EM ESTRADASNÃO PROTEÇÃO DOS DISPOSITIVOS
PAVIMENTADAS QUE REDUZEM AS EMISSÕES
A utilização do veiculo em estradas O correto funcionamento dos
não pavimentadas, rodovias ou cami- dispositivos antipoluentes não só garan-
nhos com a presença de buracos, va- te o respeito ao meio ambiente, mas in-
letas, pedras, terrenos lamacentos e/ou flui também no rendimento do veículo.
alagadiços, presença de areia ou todo A proteção do meio ambiente é um Assim, manter em boas condições estes
e qualquer material que possa danificar dos princípios que conduziram a reali- dispositivos é a primeira regra para uma
carroceria e/ou componentes mecâni- zação dos veículos Fiat. Os dispositivos direção ao mesmo tempo ecológica e B
cos do veiculo deve ser evitada. antipoluentes desenvolvidos dão resul- econômica.
tados muito além das normas vigentes. A primeira precaução é seguir
Entretanto, o meio ambiente não po- cuidadosamente o plano de Manuten-
de ficar sem o maior cuidado da parte ção Programada.
de cada um. Para os motores a gasolina, use so-
O motorista, seguindo regras simples, mente gasolina sem chumbo.
pode evitar danos ao meio ambiente e, Se a partida for difícil, não insis-
ao mesmo tempo, diminuir o consumo ta com tentativas prolongadas. Evite,
de combustível. principalmente, empurrar, rebocar ou
A este respeito, são citadas, a seguir, usar descidas; são todas manobras que
muitas indicações úteis que unem-se podem danificar o conversor catalítico.
àquelas identificadas pelo símbolo , Use somente uma bateria auxiliar (ver
presentes em várias partes do manual. “Partida com bateria auxiliar” no capí-
tulo “EM EMERGÊNCIA”).
O conselho, tanto para as primeiras
como para as últimas, é de ler tudo com Se, durante a marcha, o motor não
atenção. funcionar bem, prossiga reduzindo ao
mínimo indispensável a exigência de
desempenho do motor e dirija-se, logo
que puder, à Rede Assistencial Fiat.
144.
Quando acender alâmpada-piloto No seu funcionamento OUTROS CONSELHOS
de reserva de combustível, abastecer normal, o conversor cata-
assim que for possível. Um baixo nível lítico atinge elevadas tem- - Não aquecer o motor com o veículo
do combustível poderia causar uma peraturas. Assim, não estacione o parado; neste estado o motor se aque-
alimentação irregular do motor, e co- veículo sobre material inflamável ce muito mais devagar, aumentando
mo conseqüência, possíveis danos ao (grama, folhas secas, folhas de consumos e emissões. Assim, é melhor
conversor catalítico. pinheiro etc.): pois há perigo de partir lentamente, evitando regimes de
incêndio. rotação elevados.
Não ligar o motor, mesmo que só
para testar, com uma ou mais velas - Assim que as condições do trânsito
desligadas. Não instale outros anteparos de calor e a estrada o permitirem, utilizar uma
e nem remova os existentes colocados marcha mais alta.
Não aquecer o motor em marcha sobre o conversor catalítico e o tubo de
lenta antes de partir, a não ser que a - Evitar acelerações quando estiver
escapamento. parado em semáforos ou antes de des-
temperatura externa esteja muito baixa
e, mesmo neste caso, não por mais de Não borrifar nenhum produto sobre ligar o motor.
30 segundos. o conversor catalítico, a sonda lambda - Manter uma velocidade uniforme
e o tubo de escapamento. o quanto possível, evitando freadas e
arranques supérfluos que gastam com-
A retirada do conver- bustível e aumentam claramente as
sor catalítico, além de não A falta de respeito a estes
procedimentos pode causar emissões.
contribuir para aumentar o
desempenho do veículo, ocasiona incêndio. - Desligar o motor em paradas pro-
poluição desnecessária e constitui longadas.
um claro desrespeito à legislação - Controlar periodicamente a pressão
ambiental para veículos automo- dos pneus. Se a pressão estiver muito
tores. baixa, o consumo de combustível au-
menta.
- Remover o bagageiro do teto quan-
do não for usado. Este acessório diminui
consideravelmente a penetração aero-
dinâmica do veículo.
145.
- Utilizar osdispositivos elétricos CONTENÇÃO DOS GASTOS DE Pneus
somente pelo tempo necessário. A exi- UTILIZAÇÃO E DA POLUIÇÃO Controlar periodicamente a pressão
gência de corrente aumenta o consumo AMBIENTAL de ar dos pneus em intervalos não supe-
de combustível. riores a 4 semanas; se a pressão estiver
A seguir, são fornecidas algumas
sugestões que permitem obter uma muito baixa, o consumo de combustível
Não jogue resíduos ou economia de utilização do veículo e aumenta quanto maior for a resistência
recipientes vazios na rua, um comportamento ecologicamente ao rolamento. É importante ressaltar,
mantenha dentro do veí- adequado. nestas condições, o desgaste natural dos
culo um saco plástico para guardá- pneus é acelerado, piorando também
los até que possa descartá-los em o comportamento do veículo e, conse- B
CONSIDERAÇÕES GERAIS
uma lixeira apropriada. Esta prática qüentemente, a segurança de marcha.
ajuda a manter as ruas mais limpas,
evitando o entupimento dos esgo- Manutenção do veículo Cargas inúteis
tos e reduzindo, assim, o perigo As condições de manutenção do ve- Não viajar com excesso de carga. O
das enchentes causadas pelas fortes ículo representam um fator muito im- peso do veículo (sobretudo no trânsito
chuvas de verão. portante, que incide diretamente sobre urbano), influencia fortemente o consu-
o consumo de combustível, a tranqüi- mo e a estabilidade.
lidade de marcha e a própria vida útil
Trafegar com o sistema do veículo. Por este motivo, é oportu-
de escapamento modifi- no cuidar da manutenção fazendo com
cado ou danificado, além que o veículo passe pelas revisões e
de aumentar consideravelmente o operações de manutenção previstas no
nível de ruído do veículo (poluição “Plano de Manutenção Programada”.
4EN0956BR
sonora), constitui uma infração ao
Código Nacional de Trânsito.
fig. 7
146.
Equipamentos elétricos MODO DE DIRIGIR Velocidade máxima
Utilizar os dispositivos elétricos so- O consumo de combustível aumenta
mente pelo tempo necessário. Os faróis Troca de marchas proporcionalmente em relação à veloci-
auxiliares, o limpador de pára-brisa e o Tão logo as condições do trânsito dade que o veículo desenvolve; como
eletroventilador do sistema de aqueci- o permitam, utilizar as marchas mais exemplo, pode-se dizer que passando
mento e ventilação requerem, para o altas. O uso de marchas baixas para de 90 a 120 km/h, o incremento de
seu funcionamento, uma quantidade de obter uma boa resposta do motor pro- consumo de combustível é de aproxi-
energia adicional que pode aumentar o voca aumento inevitável do consumo. madamente 30%.
consumo de combustível do veículo em Da mesma forma, a insistência em man- Tentar manter uma velocidade uni-
até 25%, em trechos urbanos. ter marchas altas em trechos de baixa forme, dentro do possível, evitando fre-
velocidade, além de aumentar o consu- adas e retomadas desnecessárias, que
Ar-condicionado mo e a emissão de poluentes, acelera o consomem combustível e aumentam,
Exerce forte influência no consumo desgaste do motor. simultaneamente, a emissão de poluen-
de combustível do veículo (aproxi- tes. Aconselha-se a adotar um modo de
madamente 20% a mais). Quando a dirigir prudente, tratando de antecipar
temperatura externa o permitir, utilizar as manobras para evitar perigo iminente
somente o sistema de renovação de ar e de respeitar a distância de segurança
natural do veículo. em relação aos veículos que trafegam
logo a frente.
Acessórios aerodinâmicos
Os acessórios aerodinâmicos não
certificados durante o desenvolvimento
4EN0971BR
do veículo podem, na realidade, pena-
lizar o consumo e o próprio coeficiente
aerodinâmico original.
fig. 8
147.
Aceleração Situação do trânsito e condição das
Acelerar o motor de forma violenta, vias e estradas
induzindo-o a funcionar em rotações O consumo elevado de combustível
elevadas, penaliza notavelmente o con- está ligado diretamente a situações de
sumo de combustível, as emissões de trânsito intenso, sobretudo nas gran-
poluentes e a própria durabilidade do des cidades, onde se trafega durante a Se o veículo tiver que ficar parado
mesmo; convém acelerar gradualmente maior parte do tempo utilizando mar- por mais de um mês, tomar estas pre-
e não ultrapassar o regime de torque chas baixas e as paradas em semáforos cauções:
máximo do motor. são muito freqüentes. - Colocar o veículo num lugar cober- B
Também os percursos sinuosos, co- to, seco e possivelmente arejado;
Condições de utilização mo estradas de montanha, ou trechos - Engrenar uma marcha;
Trajetos muito curtos e partidas fre- em mau estado de conservação, influe-
ciam negativamente o consumo. - Certificar-se que o freio de mão não
qüentes com o motor frio não permitem
esteja puxado;
que o motor atinja a temperatura ideal
de funcionamento, além de significar Paradas ou interrupções de trânsito. - Desligar os bornes dos pólos da ba-
um incremento de consumo e de emis- teria (retirar primeiro o borne negativo)
Durante as paradas prolongadas,
são de substâncias nocivas da ordem e controlar o estado de carga da mesma.
motivadas por trânsito interrompido, o
de 15 a 30%. Durante o tempo em que o veículo ficar
melhor a fazer é desligar o motor.
parado, este controle terá que ser feito
mensalmente. Recarregar se a tensão
estiver abaixo de 12,5V.
4EN1177BR
4EN1308BR
fig. 9 fig. 10
148.
- Limpar eproteger as partes pintadas
aplicando ceras protetoras;
- Limpar e proteger as partes metáli-
cas brilhantes com produtos especiais;
- Polvilhar talco nas palhetas de bor-
racha do limpador do pára-brisa e do
limpador do vidro traseiro e deixá-las A cada 500 km, ou antes de viagens NOTA: tanto o veículo quanto os
afastadas dos vidros; longas controlar: equipamentos nele instalados con-
- Abrir um pouco os vidros; somem energia da bateria, mesmo
- pressão e estado dos pneus; desligados, o que se denomina
- Cobrir o veículo com uma capa de - nível do líquido da bateria; consumo stand-by. A bateria pos-
tecido ou de plástico perfurado. Não sui um limite máximo de consumo
usar encerados de plástico compacto - nível do óleo do motor;
para garantir a partida do motor.
que não deixam evaporar a umidade - nível do líquido de arrefecimento Portanto, o consumo dos equipa-
presente na superfície do veículo; do motor e estado do sistema; mentos deve ser dimensionado de
- Calibrar os pneus com uma pressão - nível do líquido dos freios; acordo com o limite de consumo da
de +0,5 bar em relação à normalmente - nível do líquido do lavador do pára- bateria. Os acessórios genuínos Fiat
indicada e controlá-la periodicamen- brisa; oferecem essa garantia.
te;
- nível do líquido da direção hidráu-
- Não esvaziar o sistema de refrigera- lica;
ção do motor; A instalação de rádios,
- nível de gasolina no reservatório de alarmes ou qualquer outro
- Esvaziar o reservatório de gasolina partida a frio (FLEX); acessório eletrônico não
para partida a frio (FLEX).
- estado do filtro de ar. genuíno poderá ocasionar consu-
mo excessivo de carga da bateria,
podendo ocasionar o não funcio-
namento do veículo e a perda da
garantia.
149.
Para assegurar aquali- O dispositivo para o gancho de re-
dade e o perfeito funcio- boque deve ser fixado à carroceria por
namento do veículo, reco- pessoal especializado da Rede Assis-
mendamos instalar somente acessó- tencial Fiat (ver observação na página
rios genuínos, à disposição na Rede seguinte), conforme as indicações que
de Assistência Fiat. INSTALAÇÃO DO GANCHO DE serão fornecidas a seguir, as quais deve-
REBOQUE PARA ATRELADOS rão ser integralmente respeitadas.
Para efetuar reboques de atrelados - Efetuar no veículo a furação com
TRANSMISSORES DE
(carretinhas, trailers, etc.), o veículo Ø (diâmetro) 11 mm traspassando o as-
RÁDIO E TELEFONES B
deve estar equipado com engate es- soalho posterior (ver detalhe A-fig. 11)
CELULARES
férico para acoplamento mecânico e e a longarina nas marcas esquemáticas
A eficiência de transmissão destes conexão elétrica adequada, sendo que indicadas na fig. 12.
aparelhos pode ficar prejudicada pelo ambos dispositivos devem cumprir Em alguns modelos de veículos, são
efeito isolante da carroceria do veículo. os requisitos das normas vigentes da aproveitados alguns furos pré-existen-
ABNT (Associação Brasileira de Normas tes, retirando e recolocando parafusos
Técnicas). que fixam alguns componentes (ver
ADVERTÊNCIA: para efeito de uti-
lização de telefonia celular durante figuras).
a marcha, mantenha-se rigorosa- De acordo com o tipo de gancho de
mente informado do quanto esta- reboque homologado pela Fiat Auto-
belecido pela legislação de trânsito móveis, será necessário furar também
Seção lateral traseira de um veículo
vigente, à época, mesmo no caso o painel traseiro de algumas versões
(exemplo genérico)
da disponibilidade no veículo de (ver figura).
4EN1160BR
dispositivos originais ou adquiridos
no mercado.
A
fig. 11
150.
- Alargar osfuros, somente no assoa- OBSERVAÇÕES GERAIS SOBRE Caso as ligações da
lho, para Ø (diâmetro) 16 mm. REBOQUE tomada elétrica do atrela-
- Aplicar proteção contra a corrosão do forem mal executadas,
sobre os furos. podem ocorrer sérios danos no sis-
Lembre-se que o ato de rebocar tema eletroeletrônico do veículo.
- Montar o engate para reboque con- um atrelado reduz a capacidade
forme orientação do fabricante do Kit. máxima do veículo para superar
Para garantir a completa funcio- aclives (rampas). A garantia contra corrosão da
nalidade e segurança da instalação, região perfurada somente será man-
e dependendo do modelo de engate tida se os furos forem executados
adequado para cada versão, pode ser Nos percursos em des- através da Rede Assistencial Fiat
necessário efetuar modificações na cida, engatar uma marcha e desde que o campo “Acessórios
parte posterior do veículo (recorte do forte em vez de usar somen- Fiat”, contido no Manual de
pára-choque, por exemplo) com a fina- te o freio. Garantia, esteja devidamente pre-
lidade de evitar interferências entre os enchido com a assinatura e carimbo
componentes envolvidos. da concessionária.
O peso que o reboque exerce
- Aplicar um torque de aperto de 40 no engate para reboque do veículo
N.m sobre os parafusos. reduz, a capacidade de carga do O engate para reboque genuí-
próprio veículo. Para ter certeza de no Fiat, adquirido como acessório
não superar o peso máximo rebocá- original e instalado fora da Rede
vel, é preciso levar em considera- Assistencial Fiat, tem exclusivamen-
ção o peso do atrelado com carga te garantia legal de 90 dias.
completa, incluídos acessórios e
bagagens pessoais. Este veículo tem
capacidade de tracionar somente
um reboque sem freio próprio até o
limite de 400 kg.
151.
A peça genuínaadquirida e ins- A Fiat Automóveis somente se
talada na Rede Assistencial Fiat, responsabiliza por instalações efe- Vista superior do assoalho traseiro
mediante pagamento é garantida tuadas na Rede Assistencial Fiat,
4EN1161BR
por 12 (doze) meses, inclusa garan- de acordo com as prescrições e os
tia legal de noventa dias, contados a critérios técnicos das informações
partir da data da execução dos ser- anteriormente citadas.
viços, conforme nota fiscal de servi-
ços, que deverá ser mantida com o
cliente para apresentação, quando Recomenda-se a utilização de
exigida pela Fiat Automóveis e/ou engate para reboque genuíno Fiat, B
Rede Assistencial Fiat no Brasil. o qual, se disponível para o modelo
de seu veículo, pode ser adquirido e
instalado na Rede Assistencial Fiat.
O respeito à presente
instrução de instalação é
uma forma de conservar a Antes de trafegar com reboque
integridade do veículo e prevenir a em outro país, verifique as dispo-
ocorrência de acidentes. Instalações sições gerais do mesmo em relação
efetuadas de modo diferente ao ao reboque de atrelados. Respeite
quanto indicado neste manual são, os limites de velocidade específicos
conforme a legislação vigente, de de cada país para os veículos com
responsabilidade do instalador e do reboque.
proprietário do veículo.
fig. 12
153.
s páginas seguintesforam elaboradas especialmente PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR . . . . . . . . . . .C-1
para socorrê-lo em situações de emergências com seu veí- PARTIDA COM MANOBRAS POR INÉRCIA . . . . .C-2
culo.
Como você verá, foram considerados alguns inconve- SE FURAR UM PNEU . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-3
nientes e, para cada um deles, é sugerido o tipo de inter- SE APAGAR UMA LUZ EXTERNA . . . . . . . . . . . . .C-3
venção que você pode efetuar pessoalmente. No caso de
SE APAGAR UMA LUZ INTERNA . . . . . . . . . . . .C-10
contratempos mais sérios, porém, é necessário dirigir-se à
Rede Assistencial Fiat. SE QUEIMAR UM FUSÍVEL . . . . . . . . . . . . . . . . .C-11
A este respeito lembramos-lhe que, junto com o Manual SE DESCARREGAR A BATERIA . . . . . . . . . . . . . .C-15
de Uso e Manutenção, também constam em seu kit de bordo,
o Manual Básico de Segurança no Trânsito, o Livrete Confiat SE PRECISAR LEVANTAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-16
e o Manual de Garantia, nos quais estão descritos detalha- SE PRECISAR REBOCAR O VEÍCULO . . . . . . . . .C-17
C
damente todos os serviços que a Fiat coloca à sua disposição
EM CASO DE ACIDENTE . . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-17
em caso de dificuldades.
Aconselhamos, de qualquer maneira, a leitura destas pá- EXTINTOR DE INCÊNDIO . . . . . . . . . . . . . . . . . .C-18
ginas. Assim, em caso de necessidade, você vai saber locali-
zar imediatamente as informações úteis.
155.
2) Ligar, comum segundo cabo, o Não efetue esta opera-
borne negativo (–) da bateria auxiliar ção se não tiver experiên-
com um ponto de massa no motor ou cia; operações efetuadas de
na caixa de mudanças do veículo a ser forma incorreta podem provocar
Se a bateria estiver descarregada, ligado, ou com o borne negativo (–) da descargas elétricas de intensidade
pode-se ligar o motor usando uma ou- bateria descarregada; considerável e até mesmo explosão
tra bateria que tenha capacidade igual da bateria. Além disso, recomenda-
3) Ligar o motor;
ou pouco superior à da bateria descar- se não chegar perto da bateria com
regada (ver capítulo “CARACTERÍSTICAS 4) Quando o motor estiver em mo- chamas ou cigarros acesos e não
TÉCNICAS”). vimento, retirar os cabos, seguindo a provocar faíscas, pois há perigo de
ordem inversa. explosão e de incêndio.
Esta operação deverá ser feita da se-
guinte maneira: Se, depois de algumas tentativas, o
motor não funcionar, não insistir inu-
1) Ligar os bornes positivos (sinal +
tilmente, mas dirigir-se à Rede Assis- Evitar, rigorosamente,
perto do borne) das duas baterias com
tencial Fiat. o uso de um carregador
um cabo especial;
de baterias para a parti-
C
da de emergência. Poderiam ser
danificados os sistemas eletrônicos
e, principalmente, as centrais que
comandam as funções de ignição e
de alimentação.
4EN296BR
fig. 1
156.
2. PEGAR FERRAMENTAS,MACACO
E RODA SOBRESSALENTE
Estão no porta-malas debaixo do
1. PARAR O VEÍCULO
estepe, para retirá-las:
- Se possível, parar o veículo em ter- - Levantar o tapete de revestimento.
reno plano e compacto.
Para os veículos catali- - Desatarraxar o dispositivo de blo-
- Ligar as luzes de emergência. queio A-fig. 2, tirar a roda sobressalen-
sados, deve ser comple-
tamente evitada a partida - Puxar o freio de mão. te.
com empurrões, a reboque ou apro- - Engatar a primeira marcha ou a - Soltar as ferramentas, e remover o
veitando descidas. Essas manobras marcha a ré. macaco fig. 3 puxando-o de sua sede.
poderiam causar o afluxo de com- - Calçar as rodas com um pedaço de
bustível no conversor catalítico, madeira, ou outros materiais adequa-
danificando-o irremediavelmente. dos, caso o veículo se encontre em uma
via inclinada ou em mau estado. O cal-
ço deve estar na roda diagonal oposta à
Lembre-se que, enquan- utilização do macaco.
to o motor não funcionar,
o servofreio e a direção
hidráulica não se ativam, sendo
necessário exercer um esforço
muito maior tanto no pedal do freio
como no volante.
4EN0295BR
4EN0919BR
A
fig. 2 fig. 3
157.
3. SUBSTITUIR ARODA: 4) Colocar o macaco onde está mar- 8) Atarraxar apenas um dos parafu-
cado o símbolo O B-fig. 4, perto da sos A-fig. 6, em correspondência com
O veículo apresenta configurações roda a substituir, e certificar-se de que a válvula de enchimento B;
diferentes para as calotas de acordo a ranhura A do macaco esteja bem en-
com as versões. 9) Colocar a calota cuidando para
caixada na longarina C. que o símbolo Y, na parte interna, fi-
1) Desapertar cerca de uma volta que em correspondência com a válvula,
os parafusos de fixação da roda a ser e dessa maneira o furo maior da calota
substituída; (nos veículos equipados A colocação incorreta do
macaco pode provocar a A-fig. 7 passe pelo parafuso já fixado;
com calota fixada sob pressão, retirá-la
antes, usando a chave de fenda); queda do veículo levantado
ou acoplamento incorreto da roda.
2) Com rodas de liga, balançar la-
teralmente o veículo para facilitar o 5) Girar a manivela do macaco e
desengate da roda do cubo da roda; levantar o veículo de maneira que a
4EN0277BR
3) Girar a manivela do macaco para roda fique a alguns centímetros longe
abri-lo parcialmente. do chão; C
Para algumas versões, a chave de ro- 6) Desparafusar completamente os 4
da deve ser utilizada para acionamento parafusos e remover a calota e a roda;
B
do macaco. 7) Montar a roda sobressalente, en- A
caixando os furos A-fig. 5 com os res-
pectivos pinos B;
fig. 6
4EN0171BR
4EN0154BR
4EN0155BR
B
A A
B
A C
fig. 4 fig. 5 fig. 7
158.
10) Atarraxar osoutros três parafu- 13) Apertar bem os parafusos, passan- 15) Guardar as ferramentas utilizadas
sos; do alternadamente de um parafuso ao nos lugares específicos nos suportes;
11) Apertar os parafusos utilizando a outro diagonalmente oposto, de acordo 16) Colocar o suporte das ferramentas
chave de roda específica fig. 8; com a ordem ilustrada na fig. 9. no local apropriado;
12) Girar a manivela do macaco de 14) Colocar o macaco no suporte das 17) Colocar a roda substituída no
maneira a abaixar o veículo e remover ferramentas fig. 10, encaixando de mo- compartimento da roda sobressalente;
o macaco. do a evitar vibrações, ou que se solte
durante a marcha; 18) Fixar a roda com o dispositivo de
bloqueio A-fig. 11.
4EN0195BR
2
3
4
1
fig. 9
4EN0919BR
4EN0295BR
4EN0174BR
A
fig. 8 fig. 10 fig. 11
159.
A roda substituídae os ADVERTÊNCIA: após a troca de
seus elementos de fixação pneus deve-se calibrá-los.
deverão ser sempre reco-
locados em suas sedes, para evitar
que, com o movimento do veículo, Nos veículos com opcio-
sejam arremessados em direção aos nal rodas em liga leve, é Modificações ou conser-
seus ocupantes. prevista uma roda sobressa- tos do sistema elétrico, efe-
lente específica, diferente da que é tuados de maneira incorre-
prevista nos veículos com rodas de ta e sem levar em consideração as
ADVERTÊNCIA: na primeira opor- aço. Em caso de posterior compra características técnicas do sistema,
tunidade, providencie a reparação de rodas em liga para substituir as podem causar um funcionamento
do pneu furado. Evite rodar com a de aço, aconselhamos manter dis- anômalo com riscos de incêndio.
roda sobressalente. poníveis no veículo 4 parafusos ori-
ginais para serem usados somente
com a roda sobressalente, para não INDICAÇÕES GERAIS
ADVERTÊNCIA: periodicamente, comprometer os cubos das rodas. C
controlar a pressão dos pneus e da Quando uma luz não funcionar, an-
roda de reserva. tes de substituir a lâmpada, verificar se
o fusível correspondente está em bom
estado.
O macaco serve somente Quanto à localização dos fusíveis,
para a troca das rodas. Não consultar “Se queimar um fusível” nes-
deve, em hipótese alguma, te capítulo.
ser usado para efetuar consertos
debaixo do veículo. Antes de substituir uma lâmpada apa-
gada, verificar se os contatos não estão
oxidados.
160.
As lâmpadas “queimadas”devem ser As lâmpadas halógenas TIPOS DE LÂMPADAS
substituídas por outras com as mesmas devem ser manuseadas
características. Observe as especifica- tocando somente a parte Diversos tipos de lâmpadas estão ins-
ções na lâmpada e consulte a tabela metálica. Se o bulbo transparente taladas no veículo - fig. 12.
na próxima página. As lâmpadas com entrar em contato com os dedos,
potência insuficiente iluminam pouco, diminui a intensidade da luz emitida A - Lâmpadas totalmente de vidro
enquanto que as potentes demais con- e pode ser prejudicada a duração São inseridas a pressão. Para retirá-
somem muita energia, além de causar da lâmpada. Em caso de contato las, basta puxá-las.
danos à instalação elétrica do veículo. acidental, esfregar o bulbo com B - Lâmpadas a baioneta
Após ter substituído uma lâmpada dos um pano umedecido com álcool e
deixar secar. Para retirá-la do porta-lâmpada, aper-
faróis, verificar sempre a regulagem dos tar o bulbo de vidro, girá-lo em sentido
mesmos por motivos de segurança. anti-horário e extrair a lâmpada.
As lâmpadas halógenas contêm C - Lâmpadas cilíndricas
ADVERTÊNCIA: em dias frios e/ gás sob pressão que, em caso de Para extraí-las, separar o contato elé-
ou úmidos, os faróis podem apre- quebra da lâmpada, pode projetar trico que as sustenta.
sentar condensação de água nas fragmentos de vidro.
lentes. Esta condensação deve desa- D - Lâmpadas halógenas
parecer momentos após o veículo Para remover a lâmpada, retirar antes
trafegar com os faróis acesos. a presilha de fixação de sua sede.
161.
4EN1380BR
Lâmpada Referência - fig. 12 Tipo Potência
A
Luz de posição dianteira A W5W 5W
Indicadores de direção dianteiros B PY21W 21 W
Indicadores de direção traseiros B PY21W 21 W
Luz de posição traseira P21/5W 5W
B
B Luz de freio P21/5W 21 W
Luz de marcha a ré B P21W 21 W
Luz de placa C C5W 5W C
Porta-luvas C C5W 5W
C
Farol alto D H1 55 W
Farol baixo D H1 55 W
Luz interna dianteira C C10W 10 W
D Porta-malas C C5W 5W
Farol neblina D H1 55 W
fig. 12
162.
FAROL 4) Remover a lâmpada; INDICADORES DE DIREÇÃO
5) Posicionar a nova lâmpada em DIANTEIROS (SETAS)
Para substituir a lâmpada halógena,
deve-se: seu alojamento, reenganchar a presi- Para substituir as lâmpadas de setas
lha de fixação A-fig. 14 e encaixar o dianteiras, deve-se:
1) Girar a tampa A-fig. 13 (para conector B-fig. 14;
trocar a lâmpada do farol baixo) ou a 1) Girar a tampa porta-lâmpada C-fig.
tampa B-fig. 13 (para trocar a lâmpada 6) Recolocar a tampa A-fig. 13 ou 13 no sentido anti-horário e retirá-la.
do farol alto) no sentido anti-horário e B-fig. 13, girando-a no sentido horá-
rio. 2) Retirar a lâmpada A-fig. 15, em-
retirá-la: purrando-a um pouco e girando-a em
2) Soltar o conector B-fig. 14; sentido horário.
3) Apertar para baixo a presilha 3) Substituir a lâmpada e recolocar
A-fig. 14, abrindo-a lateralmente; a tampa C-fig. 13, girando-a no sentido
anti-horário.
Em caso de dificuldades
na operação, recomenda-se
dirigir-se à Rede Assistencial
Fiat.
4EN1140BR
4EN1141BR
4EN1142BR
B
A
A
C B A
fig. 13 fig. 14 fig. 15
163.
LUZES DE POSIÇÃODIANTEIRA LUZES DOS FARÓIS AUXILIARES 4) remover as lâmpadas empurrando-
as levemente e girando-as no sentido
1) Girar a tampa B-fig. 13 no senti- Para substituição das lâmpadas dos horário fig. 18.
do anti-horário e retirá-la; faróis auxiliares, dirigir-se à Rede As-
sistencial Fiat. As lâmpadas são de tipo:
2) Puxar o porta-lâmpada A-fig. 16
para retirá-la de sua sede; De 12V-21W para as luzes dos freios
LANTERNAS TRASEIRAS A-fig. 18;
3) Remover a lâmpada puxando-a
no sentido de retirá-la de sua sede; De 12V-21W para as luzes de mar-
cha a ré B-fig. 18;
4) Depois de substituir a lâmpada, Para a substituição de
remontar o porta-lâmpada; lâmpadas, é recomendado De 12V-R5W para as luzes de posi-
dirigir-se à Rede Assistencial ção A-fig. 18;
5) Recolocar a tampa B-fig. 13,
girando-a no sentido horário. Fiat. De 12V-21W para os indicadores de
direção C-fig. 18.
Para substituir uma lâmpada:
1) Por dentro do porta-malas, le- C
vantar a abertura no carpete e soltar as
porcas A-fig. 17.
2) retirar o conector;
3) retirar o conjunto de lâmpada re-
movendo os parafusos indicados pela
setas fig. 17.
4EN0947BR
4EN0948BR
4EN1143BR
A
A
A
A B C
A
fig. 16 fig. 17 fig. 18
164.
LUZ DE PLACAfig. 19 3ª LUZ DE FREIO (BRAKE-LIGHT)
Para substituir a lâmpada de 12V- Para substituir o conjunto de lâmpa-
5W, deve-se: das de 12V-2,3W, deve-se:
1) retirar os refletores A-fig. 19 uti- 1) com a tampa traseira aberta, reti-
lizando uma chave de fenda (forneci- rar os parafusos A-fig. 20 e remover o CONJUNTO DA LUZ INTERNA
da no Kit de ferramentas para algumas brake-light; Para substituir a lâmpada cilíndrica
versões) no ponto indicado pela seta 2) retirar a conexão elétrica; de 12V-10W:
fig. 19;
3) substituir o conjunto de lâmpadas - Com uma chave de fenda (forneci-
2) retirar a lâmpada e substituí-la. ou somente a lâmpada defeituosa. da no Kit de ferramentas para algumas
versões) nos pontos indicados fig. 21,
remover o conjunto da luz interna mon-
tada a pressão pelas travas;
4EN1019BR
4EN0288BR
4EN0289BR
A B
A
fig. 19 fig. 20 fig. 21
165.
- Abrir atampa A-fig. 22 no sentido - Com uma chave de fenda (fornecida
indicado pela seta; no Kit de ferramentas para algumas ver-
- Retirar a lâmpada B-fig. 22 e subs- sões), pressionar nos pontos indicados
tituí-la; pelas setas remover o conjunto de luz
interna montado a pressão pelas travas
- Remontar o conjunto da luz interna fig. 23; POSIÇÃO DOS FUSÍVEIS
na sua sede fazendo uma ligeira pres-
são. - Retirar o refletor A atuando nas tra- A central dos fusíveis está debaixo do
vas B e substituir a lâmpada D recolo- painel porta-instrumentos, à esquerda
Algumas versões podem apresentar cando a nova lâmpada na sede C; do volante.
conjunto de luz interna como o repre-
sentado na fig. 23 e 24; - Remontar o refletor e o conjunto de Para alcançar os fusíveis, remover os
luz interna na sua sede fazendo uma parafusos A-fig. 25 e a proteção B.
ligeira pressão. Os símbolos gráficos que identificam
4EN0322BR
o elemento elétrico principal correspon-
dente a cada fusível estão indicados no
lado de dentro da tampa. C
B
A
fig. 22
4EN0323BR
4EN0321BR
4EN0751BR
C A
A
B
D
B
A
fig. 23 fig. 24 fig. 25
166.
VERSÕES ELX 1.0/ELX1.4 3 - 20 A - Levantador elétrico 14 T - 10 A - Luzes dos freios.
do vidro dianteiro direito.
15 - 15 A - Alimentação do qua-
FUSÍVEIS NA CENTRAL - fig. 26 4 - 10 A - Farol alto esquerdo. dro de instrumentos, luzes
1 - 20 A - Limpador e lava- de marcha a ré, airbag.
5 - 10 A - Farol alto direito. - Sensor de nível do reser-
dor do pára-brisa, lavador
do vidro traseiro. 6 - 15 A - Central dos levan- vatório de partida a frio.
tadores elétricos dos - Iluminação do porta-obje-
2 - 20 A - Levantadores elé- vidros. tos.
tricos dos vidros diantei-
ros esquerdos. 7 - 7,5 A - Luzes de posição 16 - 10 A - Ar-condicionado.
dianteira esquerda e trasei-
ra direita, luz de placa, ilu- 17 - 10 A - Farol baixo esquer-
4EN0917BR
minação dos comandos. do.
8 - 7,5 A - Luzes de posição 18 - 10 A - Farol baixo direito.
dianteira direita e traseira
esquerda, iluminação da 19 - 30 A - Eletroventilador
tomada de corrente. interno, tomada de cor-
rente.
9 - 15 A - Farol de neblina.
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 20 - 10 A - Conjunto da luz
10 - 20 A - Trava elétrica das interna, auto-rádio e
portas. tomada de diagnose.
11 12 13 14 15 16 17 18
11 - 30 A - Desembaçador do - Antifurto.
vidro traseiro.
19 20 21 22 23 24 25 21 - 10 A - Partida a frio
12 - 10 A - Luzes de emergên- (Flex).
cia.
26 27 28 29 22 - 10 A - ABS.
13 - 20 A - Buzina.
23 IMMOB - 10 A - Fiat CODE.
fig. 26
167.
24 - 20 A - Levantador elétrico F-28 - 40 A - Dispositivo de ignição VERSÕES ELX 1.8 /1.8 R
do vidro traseiro esquerdo. F-27 - 50 A - Alimentação geral dos
serviços FUSÍVEIS NA CENTRAL - fig. 29
25 - 20 A - Levantador elétrico
do vidro traseiro direito. F-26 - 60 A - Alimentação geral dos F34 - 20 A - Levantador elétrico do
serviços vidro traseiro direito.
26 - Livre. F-30 - 30 A - Eletroventilador do ra- F48 - 20 A - Levantador elétrico do
diador (40A com ar-condicionado) vidro dianteiro direito.
27 - Livre.
F-31 - 10 A - Fiat code e injeção (15A
28 - Livre. para algumas versões)
F-32 - 15 A - Sonda lambda aquecida
29 - Livre. e canister (10A para algumas versões)
4EN0291BR
F-33 - ND
FUSÍVEIS NO VÃO DO MOTOR - A - ND
figs. 27 e 28 C
A - 60 A - Fusível proteção ABS (al-
Está localizada junto à bateria. Para gumas versões)
acesso aos fusíveis, soltar a trava A-fig. Em algumas versões é possível en-
27, puxar a tampa para cima no sentido contrar fusíveis ou relés como predis-
da seta e abrir a caixa. posição para funções não disponíveis
A
A
A
A
A
F-29 - 30 A - Injeção, Fiat CODE ele- no veículo.
trobomba de combustível
A
A
A
A
4EN1409BR
4EN1408BR
A
T10
A
A
A
A
A
T11
T9
A
F26
A
A
A
A
F33
F27
F28 F32
F29
F31
A
A
A
A
A
F30
fig. 27 fig. 28 fig. 29
168.
F49 - 7,5A - Serviço +15, alimenta- F41 - Livre. F08 - 40 A - Eletroventilador do
ção interna para auto-rádio, espelho F43 - 30 A - Limpador do pára-brisa ar-condicionado.
elétrico, iluminação do painel, ilumi- e bomba bidirecional. F18 - 7,5 A - Central de controle do
nação do comando do espelho elétrico, motor.
sensor de chuva. F40 - 30 A - Vidro traseiro térmico.
F44 - 20 A - Tomada de corrente. F23 - Livre
F35 - 10 A - Alimentação interna.
F36 - 15 A - Alimentação subwoo- F21 - 15 A - Bomba de combustível.
F13 - 10 A - Farol baixo esquerdo.
fer. F17 - 10 A - Central de controle do
F46 - Livre. motor.
F39 - 10 A - Alimentação +30, luz
F33 - 20 A - Levantador elétrico do interna, auto-rádio, tomada de diagno- F22 - 20 A - Injetores, bobina de ig-
vidro traseiro esquerdo. se. nição, bomba de combustível.
F37 - 10 A - Luz de freio, quadro de F38 - 20 A - Trava elétrica.
instrumentos.
4EN0292BR
F53 - 10 A - Luz de direção/emer-
F42 - 7,5 A - Central ABS. gência, quadro de instrumentos.
F12 - 10 A - Farol baixo direito. F31 - 7,5 A - Alimentação interna,
F45 - 15 A - Banco elétrico. luz de ré, bobina, central do vão motor,
F47 - 20 A - Levantador elétrico do sistema de climatização manual.
vidro dianteiro esquerdo.
F32 - 15 A - Alimentação +30, co- FUSÍVEIS NO VÃO DO MOTOR -
fig. 30
20A
70A
40A
30A
40A
50A
10A
40A
mando da iluminação das luzes exter-
nas. F03 - 20 A - Comutador de ignição. F03 F01 F02 F06 F07 F04 F05 F08
7,5A 10A
F50 - 7,5 A - Airbag. F01 - 70 A - Central do painel. F18 F14
7,5A
F23 F19
F51 - 7,5 A - Alimentação, luz de F02 - 40 A - Central do painel. 15A 10A
placa, iluminação dos comandos do F06 - 30 A - 1ª velocidade do venti-
F21
10A
F15
15A
ar-condicionado, iluminação do auto- lador do radiador.
F17
20A
F10
7,5A
rádio, iluminação do cinzeiro, ilumina- F22 F24
ção da tomada de corrente no conso- F07 - 40 A - 2ª velocidade do venti- 15A
F11
15A
F30
le. lador do radiador. 7,5A
F16
F52 - 15 A - Limpador traseiro. F04 - 50 A - Antiskid. F20 F09
F05 - Livre. fig. 30
169.
F11 - 15A - Velocímetro, sonda lam- SUBSTITUIR OS FUSÍVEIS
bda, eletroventilador canister, controle
do motor, carga secundária Quando um dispositivo elétrico não
funciona mais, verificar se o fusível
F20 - Livre correspondente está em bom estado Antes de tudo, aconselha-se a ver no
F14 - 10 A - Farol alto direito fig. 31. capítulo “Manutenção do veículo” as
F19 - 7,5 A - Compressor do ar-con- A - Fusível em bom estado. precauções para evitar que a bateria se
dicionado B - Fusível com filamento interrom- descarregue e para garantir uma longa
F15 - 10 A - Farol alto esquerdo pido. duração da mesma.
F10 - 15 A - Buzina Retirar o fusível que deve ser subs-
PARTIDA COM BATERIA AUXILIAR
F24 - 10 A - +15/54 Comando da luz tituído.
de neblina Substituir o fusível fundido por um Ver “Partida com bateria auxiliar”
fusível do mesmo valor (mesma cor). neste capítulo.
F30 - 15 A - Farol de neblina
F16 - 7,5 A - Central de controle do Se o defeito acontecer de novo, diri- C
motor, relé do controle do sistema do gir-se à Rede Assistencial Fiat. Evitar, rigorosamente, o
motor, sistema de arrefecimento uso de um carregador de
bateria para a partida do
F09 - Livre Nunca substitua um fusí-
motor; isto poderia danificar os sis-
Em algumas versões é possível en- vel queimado por outro de
temas eletrônicos e, principalmen-
contrar fusíveis ou relés como predis- capacidade diferente.
te, as centrais que comandam as
posição para funções não disponíveis funções de ignição e alimentação.
no veículos.
4EN0158BR
A A
fig. 31
170.
RECARGA DA BATERIA Lateralmente
Aconselha-se uma recarga lenta com O veículo pode ser levantado com
baixa corrente pela duração de cerca um macaco hidráulico posicionado co-
de 24 horas. Aqui estão os procedi- mo ilustrado nas figs. 32 e 33.
mentos:
1) Desligar os bornes do sistema elé- O veículo não deve ser
COM O MACACO
trico dos terminais da bateria; levantado pela parte trasei-
2) Ligar, aos terminais da bateria, os Ver “Se furar um pneu”, neste capí- ra (parte inferior da carro-
cabos do aparelho de recarga; tulo. ceria, eixo traseiro ou partes da sus-
pensão ou estribos laterais) e parte
3) Ativar o aparelho de recarga; dianteira (carcaça do câmbio).
O macaco serve somente para tro-
4) Terminada a recarga, desativar o
car as rodas. Não deve, de maneira
aparelho antes de desligá-lo da bate-
alguma, ser utilizado em caso de
ria;
conserto debaixo do veículo.
5) Ligar os bornes aos terminais da
bateria respeitando as polaridades.
O líquido contido na
bateria é venenoso e cor-
rosivo. Evite o contato com
a pele ou com os olhos. A operação
de recarga da bateria deve ser efetu-
4EN0159BR
4EN0160BR
ada em ambiente ventilado e longe
de chamas ou possíveis fontes de
faíscas, pois há perigo de explosão
ou de incêndio.
fig. 32 fig. 33
171.
COM ELEVADOR DEDUAS
COLUNAS
O veículo deve ser levantado colo-
cando as extremidades dos braços do - É importante manter sempre a cal-
elevador nos pontos inferiores da carro- ma.
ceria, conforme indicado na fig. 34. É aconselhável, sempre, utilizar ca-
minhão-guincho para rebocar o veícu- - Se não estiver diretamente envolvi-
lo. Desta forma, o veículo poderá ser do, pare a uma distância de pelo menos
Cuidar para que os bra- seguramente sustentado pelas rodas uns dez metros do acidente.
ços do elevador não dani- dianteiras ou traseiras ou, ainda, apoia- - Em rodovia, pare em local seguro.
fiquem a carroceria, a saia do em plataformas específicas sobre o
plástica lateral ou os estribos late- - Desligue o motor e acenda as luzes
próprio caminhão-guincho. de emergência.
rais. Regular as sapatas dos braços
do elevador e, se preciso, usar um Respeite a legislação de trânsito vi- - À noite, ilumine com os faróis o lu-
calço de borracha ou madeira entre gente sobre procedimentos de rebo- gar do acidente.
as sapatas e a carroceria. que. C
- Comporte-se com prudência, não
corra o risco de ser atropelado.
- Assinale o acidente pondo o tri-
ângulo bem à vista e a uma distância
regulamentar.
- Chame o socorro, fornecendo infor-
mações da maneira precisa.
4EN0191BR
- Nos acidentes múltiplos em rodo-
vias, principalmente com pouca visibili-
dade, é grande o risco de envolvimento
em outros impactos. Abandone imedia-
tamente o veículo e proteja-se fora do
“guard-rail”.
- Remova a chave de ignição dos ve-
ículos acidentados.
fig. 34
172.
- Se sentircheiro de combustível ou O extintor de incêndio é indicado
de outros produtos químicos, não fume para apagar princípio de incêndio das
e mande apagar os cigarros. classes:
- Para apagar os incêndios, mesmo A - sólidos inflamáveis como borra-
O Extintor de incêndio está localiza-
de pequenas dimensões, use o extintor chas, plásticos e espumas;
do no piso, à frente do banco do moto-
(descrito neste capítulo), cobertas, areia B - líquidos inflamáveis;
rista, fig. 35.
ou terra. Nunca use água.
Para algumas versões está previsto C - materiais elétricos.
SE HOUVER FERIDOS uma capa de proteção para o extintor. O extintor de incêndio deverá ser
A validade do extintor de incêndio imediatamente recarregado, quando
- Nunca se deve abandonar o ferido. está vinculada ao teste hidrostático do ocorrer uma das situações seguintes:
A obrigação de socorro é válida tam- mesmo (teste para verificação de vaza- - Vencimento do prazo de validade
bém para as pessoas não envolvidas mentos no cilindro), que é de 5 anos, do teste hidrostático;
diretamente no acidente. a partir da sua data de fabricação. A - Após a sua utilização em incên-
- Não aglomerar-se ao redor dos feridos. indicação desta validade se encontra dios;
- Tranqüilize o ferido em relação à ra- gravada no corpo do cilindro.
- Se o ponteiro do manômetro estiver
pidez dos socorros, fique a seu lado para fora da sua faixa normal de operação
dominar eventuais crises de pânico. (faixa verde), indicando alguma anoma-
- Destrave ou corte os cintos de se- lia no cilindro, na válvula ou no próprio
gurança que retêm os feridos. manômetro.
- Não dê água aos feridos.
- O ferido nunca deve ser removido Recomendamos, também, ler as
4EN0293BR
do veículo, salvo nos casos indicados instruções impressas no equipamen-
no ponto seguinte. to.
- Tirar o ferido do veículo somente em
caso de perigo de incêndio, de afunda-
mento em água ou de queda em precipí-
cio. Ao tirar um ferido: não provoque des-
locamentos dos membros, nunca dobre a
cabeça dele. Manter, sempre que possível,
o corpo em posição horizontal. fig. 35
173.
s veículos FiatPalio são novos em tudo, até nos MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . . . . . . . . . . D-1
critérios de manutenção. PLANO DE MANUTENÇÃO PROGRAMADA . . . D-2
A primeira revisão de Manutenção Programada está SUBSTITUIÇÕES FORA DO PLANO . . . . . . . . . . D-5
prevista somente aos 15.000 km. Entretanto, é útil recor-
dar que o veículo necessita sempre de serviços ordinários SERVIÇOS ADICIONAIS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-5
como, por exemplo, o controle sistemático do nível dos VERIFICAÇÃO DOS NÍVEIS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-8
líquidos com eventual restabelecimento da pressão dos FILTRO DE AR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-13
pneus etc.
BATERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-14
De qualquer maneira, lembramos que uma correta
manutenção do automóvel é certamente o melhor modo CENTRAIS ELETRÔNICAS . . . . . . . . . . . . . . . . . D-15
para conservar inalterados no decorrer do tempo os ren- VELAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-16
dimentos do veículo e as características de segurança, o RODAS E PNEUS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-16
respeito pelo meio ambiente e os baixos custos de funcio-
namento. TUBULAÇÕES DE BORRACHA . . . . . . . . . . . . . D-18
Lembre-se ainda que um respeito pelas normas de LIMPADORES DO PÁRA-BRISA E DO
manutenção indicadas pelo símbolo pode constituir a VIDRO TRASEIRO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-18
condição necessária para a conservação da garantia.
D
AR-CONDICIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-20
CARROCERIA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-20
INTERIOR DO VEÍCULO . . . . . . . . . . . . . . . . . . D-23
175.
A correta manutençãodo Os produtos que o veícu-
veículo, além de contribuir lo utiliza para o seu funcio-
para prolongar ao máximo namento (óleo de motor,
a sua vida útil, é essencial também fluido de freio, fluido de direção
Uma correta manutenção é deter- para garantir o respeito ao meio hidráulica, líquido para radiador
minante para garantir ao veículo uma ambiente. etc.), quando substituídos, deverão
longa duração em condições perfeitas. ser recolhidos cuidadosamente evi-
Por isso, a Fiat preparou uma série de Durante a realização de intervenções, tando, assim, que se contamine o
controles e de intervenções de manu- além das operações previstas, pode ha- meio ambiente.
tenção a cada 15 mil quilômetros. ver a necessidade de substituições ou
consertos não programados, os quais
ADVERTÊNCIA: as revisões de serão comunicados ao cliente. Os refe- ADVERTÊNCIA: alguns com-
Manutenção Programada são pres- ridos consertos podem alterar o prazo ponentes tais como lubrificantes,
critas pelo fabricante. A não reali- de entrega do veículo. podem requerer uma verificação/
zação das mesmas pode acarretar a troca com maior freqüência, devido
perda da garantia. ADVERTÊNCIA: aconselha-se a utilização do veículo, portanto, é
dirigir-se imediatamente à Rede importante observar com cuidado
O serviço de Manutenção Programa- Assistencial Fiat, quando verificar as recomendações constantes desta
da é prestado por toda a Rede Assisten- pequenas anomalias de funciona- seção do manual.
cial Fiat, com tempos prefixados. mento, sem esperar a realização da
próxima revisão. D
176.
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Controle do estado das pastilhas dos freios a disco dianteiros (*) + + + + + + + + + +
Verificação visual do estado: tubulações (escapamento-
alimentação de combustível - freios), elementos de borracha (pro-
+ + + + + + + + + +
teções - mangueiras - buchas - etc.), tubulações flexíveis do siste-
ma dos freios, alimentação (pneus) e sistema de partida a frio
Restabelecimento dos níveis dos líquidos (arrefecimento
do motor, freios, direção hidráulica, lavador do pára-brisa, + + + + + + + + + +
embreagem hidráulica etc.)
Controle do sistema de ignição/injeção
+ + + + +
(com utilização de equipamento de autodiagnóstico)
Controle das emissões dos gases de escapamento + + +
Controle visual das condições das Versões 1.8 + +
correias trapezoidais e/ou poly-V Fire Flex + + + + + + + + + +
Controle visual da correia dentada da distribuição + +
Substituição da correia dentada de comando da distribuição
+ +
(ou a cada 3 anos) (**)
(*) Verificar a pastilha de freio na revisão. Caso a espessura seja inferior a 5 mm, substituí-la.
(**) Em caso de utilização do veículo predominantemente em estradas poeirentas, arenosas ou lamacentas, efetuar um
controle do estado da correia a cada 15.000 km e, se necessário, efetuar a sua substituição. Efetuar também a substituição
das correias dos órgãos auxiliares.
O referido Plano poderá sofrer alterações sem comunicação prévia.
177.
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Substituição do filtro de combustível (ver “Advertência” em
+ + + + + + + + + +
“Serviços Adicionais” neste capítulo)
Substituição do elemento do filtro de ar (ver “Advertência”
+ + + + + + + + + +
em “Serviços Adicionais” neste capítulo)
Substituição das velas, controle dos cabos + + + + +
Controle dos equipamentos de segurança - extintor/cintos de
segurança e funcionamento dos sistemas de iluminação/sina- + + + + + + + + + +
lização e comandos elétricos dos vidros/portas e limpadores
Controle e regulagem das folgas de válvulas - Fire Flex + + + + +
Substituição do óleo do motor
(vide advertência óleo do motor)***
Substituição do filtro de óleo do motor
(***) Substituir o óleo do motor a cada 7.500 km se o veículo for utilizado, predominantemente, numa das seguintes
condições particularmente severas: D
- Reboques, estradas lamacentas, arenosas ou poeirentas, trajetos curtos inferiores a 8 km, motor que roda freqüentemente
em marcha lenta ou em distâncias longas com baixa velocidade (ex.: táxi, veículos de entrega de porta em porta ou utilizado
como veículo de patrulha).
Se nenhuma destas condições ocorrer, troque o óleo e o filtro a cada 15.000 km ou 12 meses, o que ocorrer primeiro,
sempre com o motor quente.
178.
milhares de quilômetros 15 30 45 60 75 90 105 120 135 150
Controle do nível do óleo da caixa de mudanças/diferencial + + +
Controle do estado e desgaste das lonas e tambores do freio
+ +
traseiro
Substituição do óleo da caixa de mudanças/diferencial +
Substituição do líquido dos freios (ou a cada 24 meses) + + +
Verificação/limpeza do sistema Versões 1.8 + + +
de ventilação do cárter do motor (blow-by) Fire Flex + + + + + + + + + +
Verificação e eventual substituição do filtro antipólen e car-
+ + + + + + + + + +
vão ativado (quando disponível)
Controle do sistema antievaporativo + + +
Controle e eventual regulagem do curso ou altura do pedal
+ + + + + + + + + +
da embreagem (para versões com comando mecânico)
179.
ADVERTÊNCIA - Óleodo Motor
Substituir o óleo e o filtro de óleo
a cada 7.500 km, se o veículo esti-
ver sujeito a quaisquer das seguintes
A cada 500 km ou antes de viagens condições:
A cada 2 anos: longas, controlar e, se necessário, res-
- Reboques;
- Líquido dos freios (TUTELA) TOP tabelecer:
4/S. - Estradas poeirentas, arenosas ou
- nível do óleo do motor. lamacentas;
- Líquido do sistema de arrefecimento - nível do líquido de arrefecimento - Motor que roda freqüentemente
do motor 50% Paraflu UP (vermelho) do motor. em marcha lenta, condução em dis-
+ 50% de água pura. - nível do líquido dos freios. tâncias longas com baixa velocidade
- nível do líquido da direção hidráu- ou baixa rotação freqüente (por ex.:
CONTINUIDADE DA MANUTENÇÃO “anda e pára” do tráfego urbano,
lica.
Após a realização da última revisão táxis, entregas de porta em porta ou
- nível do líquido do lavador do pára- em caso de longa inatividade);
indicada no Plano de Manutenção brisa.
(150.000 km), considerar a mesma - Trajetos curtos (até 8 Km) com o
freqüência para substituição e verifica- - nível do líquido do reservatório de motor não aquecido completamente.
ção de itens a partir da revisão (45.000 partida a frio. Se nenhuma destas condições o
km). - pressão e estado dos pneus. correr, troque o óleo e o filtro de
- verificar o correto funcionamento do óleo a cada 15.000 km ou 12 meses, D
eletroventilador, assim como o estado das o que ocorrer primeiro, sempre com
pás da hélice quanto à limpeza e conser- o motor quente.
vação - ver CARROCERIA/Eletroventi- As trocas de óleo deverão ser feitas
lador do radiador, neste capítulo. dentro do intervalo de tempo ou qui-
lometragem estabelecidos, para que
- estado do filtro de ar. o óleo não perca sua propriedade de
lubrificação.
180.
A troca deóleo do veículo 2) Caso seja necessário comple- ADVERTÊNCIA - Bateria
deve ser feita obrigatoria- mentar o nível de óleo, utilize,
mente na Rede Assistencial sempre, óleo com a mesma especifi- Aconselha-se controlar o esta-
Fiat, que possui o filtro e o óleo cação daquele presente no motor. do da carga da bateria, com mais
recomendados, bem como possui freqüência se o veículo é usado
uma rotina correta de recolhimento, predominantemente para percursos
armazenamento e encaminhamento Em caso emergencial, utilize aque- breves ou se estiver equipado com
do produto usado para reciclagem. le que possuir especificação técni- dispositivos que absorvam energia
Lembre-se que o óleo usado não ca similar ao homologado. Atenção: permanentemente, mesmo com a
poderá ser descartado na rede públi- observe as instruções da embalagem. chave desligada, principalmente se
ca de esgoto, já que esta prática pode instalados depois da compra.
poluir rios e lagos e trazer sérios pre-
juízos ao meio ambiente. Recomendamos que, depois de
efetuada a troca emergencial, seu
veículo seja encaminhado a uma
Atenção: concessionária autorizada FIAT, o
mais breve possível, para que seja
1) Não se deve acrescentar qual- realizado o serviço de troca de óleo
quer tipo de aditivo ao óleo do utilizando os produtos aprovados
motor, pois o mesmo não necessita para o seu veículo.
de aditivos complementares.
Os danos causados pelo uso des-
ses aditivos não são cobertos pela
garantia do veículo.
181.
ADVERTÊNCIA - Filtrodo ar ADVERTÊNCIA - Filtro de combustível
O filtro de ar deverá ser inspeciona-
Utilizando o veículo em estradas do a cada 500 km e, caso se encontre Verificar o estado do filtro de
poeirentas, arenosas ou lamacentas, muito sujo, deverá ser substituído combustível se for notada alguma
substituir o elemento do filtro de ar antes do prazo especificado no Plano falha (engasgamento) no funciona-
com uma freqüência maior daquela de Manutenção Programada. mento do motor.
indicada no Plano de Manutenção
Programada. ADVERTÊNCIA - Extintor de incêndio
A manutenção do veículo
O mau estado do elemento do deve ser confiada à Rede Fazer, mensalmente, uma inspe-
filtro de ar pode ocasionar aumento Assistencial Fiat. Para os ção visual do estado do equipa-
no consumo de combustível. serviços de manutenção e repara- mento e, caso constate alguma ano-
ções pequenas e rotineiras, certifi- malia, levá-lo, de imediato, à Rede
que-se sempre se tem as ferramentas Assistencial Fiat ou representante
Para qualquer dúvida referente adequadas, as peças de substituição credenciado do fabricante do apa-
às freqüências de substituição do originais Fiat e os líquidos; em todo relho para verificação e solução do
óleo do motor e do elemento do caso, não faça tais operações se não inconveniente.
filtro de ar em relação a como é tiver nenhuma experiência.
utilizado o veículo, dirigir-se à Rede D
Assistencial Fiat.
182.
4EN1410BR
Palio ELX 1.0Fire Flex / 3
Palio ELX 1.4 Fire Flex 6 5
1) óleo do motor 2
2) líquido dos freios
3) líquido do lavador do pára-brisa
4) líquido de arrefecimento do motor 1
5) líquido da direção hidráulica
6) reservatório de gasolina para
partida a frio
4
fig. 1
Palio ELX 1.8 Flex /
4EN1320BR
Palio 1.8 R Flex 6 3
5
1) óleo do motor
2
2) líquido dos freios
3) líquido do lavador do pára-brisa
4) líquido de arrefecimento do
motor
5) líquido da direção hidráulica
6) reservatório de gasolina para 1
partida a frio. 4
fig. 2
183.
ÓLEO DO MOTOR ADVERTÊNCIA: verifique o nível e Se o nível do óleo estiver perto ou
efetue a troca do óleo do motor de até abaixo da referência MIN, adicionar
Palio ELX 1.0 Fire Flex / acordo com a freqüência indicada no óleo através do bocal de enchimento
Palio ELX 1.4 Fire Flex - fig. 3 “Plano de Manutenção Programada”. até atingir a referência MAX.
A - vareta de verificação O nível do óleo nunca deve ultrapas-
O nível do óleo deve estar entre as sar a referência MAX.
B - bocal de enchimento
referências MIN e MAX marcadas na
vareta de controle. O espaço entre elas ADVERTÊNCIA: depois de ter
Palio ELX 1.8 Flex / corresponde a cerca de 1 litro de óleo.
Palio 1.8 R - fig. 4 adicionado ou substituído o óleo,
O controle do nível do óleo deve ser funcionar o motor por alguns segun-
A - vareta de verificação efetuado com o veículo em terreno pla- dos, desligá-lo e só então verificar
B - bocal de enchimento no e com o motor ainda quente (cerca o nível.
de 10 minutos após tê-lo desligado).
Devido à concepção dos motores a
combustão interna, para que haja uma
boa lubrificação, parte do óleo lubrifi-
cante é consumido durante o funciona-
mento do motor.
D
4EN1319BR
4EN1236BR
A B
B
A
fig. 3 fig. 4
184.
Com motor quente,mexer LÍQUIDO DO SISTEMA DE
com muito cuidado dentro ARREFECIMENTO DO MOTOR - Se o motor funcionar sem o
do vão do motor, pois há pe- fig. 5 líquido de arrefecimento, seu
rigo de queimaduras. Lembre-se que, veículo poderá ser seriamente
com o motor quente, o eletroventi- danificado. Os reparos, nestes
lador pode pôr-se em movimento, e Quando o motor estiver muito casos, não serão cobertos pela
ocasionar lesões. quente, não remover a tampa do Garantia.
reservatório; pois há perigo de quei-
maduras.
Não adicionar óleo com
características diferentes O nível do líquido deve ser contro-
das do óleo já existente no lado com motor frio e não deve estar
motor. Só o uso dos óleos reco- Atenção: nunca abasteça o
abaixo da referência MIN marcada no reservatório no sistema de arre-
mendados (ver “Características reservatório.
dos lubrificantes e dos líquidos” no fecimento do motor do veículo
Se o nível for insuficiente, despejar com o líquido Paraflu (verde).
capítulo Características Técnicas) lentamente, através do bocal do reser-
garante a quilometragem prevista Utilize somente o produto Paraflu
vatório, uma mistura com 50% de Pa- UP (vermelho), pois a mistura
pelo plano de manutenção. raflu UP (vermelho) e 50% de água com outros aditivos pode alterar
pura. as propriedades do Paraflu UP
(vermelho), comprometendo sua
eficiência.
4EN0305BR
MAX
MIN
fig. 5
185.
LÍQUIDO DOS LAVADORESDO LÍQUIDO PARA A DIREÇÃO - Ligar o motor, deixá-lo em marcha
PÁRA-BRISA E DO VIDRO TRASEIRO HIDRÁULICA - fig. 7 lenta e aguardar até que o nível de líqui-
- fig. 6 do no reservatório esteja estabilizado;
Verificar se o nível do óleo, com o
Para adicionar líquido, tirar a tampa veículo em terreno plano e motor frio, - Com o motor ligado, girar comple-
e encher o reservatório. está entre as referências MIN e MAX tamente o volante para a esquerda e
marcadas na parte externa do reserva- para a direita;
ADVERTÊNCIA: não viajar com tório. - Encher somente até a marca de re-
o reservatório do lavador do pára- Com o óleo quente, o nível também ferência MAX do reservatório.
brisa vazio; a ação do lavador é pode superar a referência MAX.
fundamental para melhorar a visi- Se for necessário adicionar óleo, ADVERTÊNCIA: para esta opera-
bilidade. certificar-se de que tenha as mesmas ção é aconselhável dirigir-se à Rede
características do óleo já presente no Assistencial Fiat.
sistema.
Usar somente óleo TUTELA GI/A.
Evitar que o líquido para
Se o nível do líquido no reservatório a direção hidráulica entre
estiver inferior ao nível prescrito, adi- em contato com a partes
cionar o óleo TUTELA GI/A, operando quentes do motor.
da seguinte forma:
D
Não forçar o volante
totalmente girado em fim
4EN0303BR
4EN0167BR
de curso. Isto provoca o
aumento desnecessário da pressão
do sistema.
Verificar periodicamente o estado e a
tensão da correia da bomba da direção
MAX
hidráulica.
MIN
fig. 6 fig. 7
186.
RESERVATÓRIO DE GASOLINA LÍQUIDO DOS FREIOS - Se precisar adicionar líquido, utili-
PARA PARTIDA A FRIO figs. 9 e 10 zar somente os classificados DOT 4.
Em particular, aconselha-se o uso de
O reservatório de gasolina para parti- Periodicamente, controlar o funcio- (TUTELA) TOP 4/S, com o qual foi
da a frio fig. 8 possui uma capacidade namento da lâmpada-piloto situada no efetuado o primeiro enchimento.
de 2 litros. quadro de instrumentos: pressionando
a tampa do reservatório (com chave de O nível do líquido no reservatório não
ignição em MAR), a lâmpada-piloto deve ultrapassar a referência MAX.
O abastecimento deve ser efetua-
do com cautela, evitando derrama- deve acender.
mento de gasolina. Caso isto ocorra, Fig. 9 - versões com freio ABS. Evitar que o líquido dos
fechar o reservatório com a tampa Fig. 10 - versões sem freio ABS. freios, altamente corrosivo,
e jogar água, a fim de remover o entre em contato com as
excesso de combustível. partes pintadas. Se isso acontecer,
lavar imediatamente com água.
O reservatório de partida a frio deve
ser abastecido sempre que a luz espia
no painel acusar nível insuficiente de
gasolina.
O abastecimento deve ser efetuado
com o motor desligado.
4EN1261BR
4EN0304BR
4EN0161BR
A
fig. 8 fig. 9 fig. 10
187.
ADVERTÊNCIA: o líquidodos sustentação, localizada debaixo do fil-
freios é higroscópico (isto é, absor- tro de ar convencional C-fig. 12. Caso
ve a umidade). Por isto, se o veí- seja necessária, a limpeza do filtro de-
culo for usado predominantemente SUBSTITUIÇÃO - fig. 11 e 12 verá ser feita utilizando jatos de ar a
em regiões com alta porcentagem baixa pressão.
de umidade atmosférica, o líquido Soltar os grampos A e retirar a tam-
deve ser substituído com mais fre- pa B puxando-a para trás, tomando
cuidado para não danificar o tubo de A substituição do pré-
qüência do que indicado no Plano filtro de ar para serviço
de Manutenção Programada. borracha que está conectado à mesma.
Remover o elemento filtrante C. pesado deverá ser realizada
após duas ou três operações de
O filtro de ar deverá ser inspeciona-
limpeza ou, em todo caso, a cada
IMPORTANTE: para evitar incon- do periodicamente e, caso se encontre
30.000 km.
venientes de frenagem, substitua o muito sujo, deverá ser substituído antes
líquido dos freios a cada dois anos, do prazo especificado no Plano de Ma-
independentemente da quilometra- nutenção Programada.
Um filtro de ar muito
gem percorrida. sujo contribui para aumen-
PRÉ-FILTRO DE AR PARA SERVIÇO tar o consumo de combustí-
PESADO vel do veículo.
O símbolo , presente no reci-
piente, identifica os líquidos de Nas versões que possuem pré-filtro
freios de tipo sintético, distinguin- de ar para serviço pesado, tem-se aces- D
do-os dos de tipo mineral. Usar so ao mesmo retirando a tela plástica de
líquidos de tipo mineral danifica
4EN0172BR
4EN0459BR
irremediavelmente as juntas espe- A A C
ciais de borracha do sistema de
frenagem. B
A
A A
fig. 11 fig. 12
188.
ANTIPÓLEN E CARVÃOATIVADO A utilização da bateria
- FILTROS DO AR-CONDICIONADO com o nível de eletrólito
As baterias dos veículos Fiat são do muito baixo pode danificá-
O sistema de ar-condicionado de la irreparavelmente, provocando o
algumas versões pode possuir um fil- tipo “Sem Manutenção”, que, em con-
dições normais de uso, não exigem en- rompimento da caixa plástica e o
tro específico destinado a absorção de vazamento do ácido contido na
partículas de pólen que normalmente chimentos com água destilada.
mesma.
entrariam junto com o fluxo de ar cole- Para a recarga da bateria, ver o capí-
tado externamente. Este filtro, se estiver tulo “Em emergência”.
sujo, pode ser responsável direto por As baterias contêm subs-
uma eventual diminuição da eficiência O líquido contido na bate- tâncias muito perigosas
do sistema de ar-condicionado, razão ria é venenoso e corrosivo. para o meio ambiente. Para
pelo qual recomenda-se a sua inspeção Evitar o contato com a pele a substituição da bateria, aconse-
periódica e eventual substituição. e com os olhos. Não aproximar-se lhamos dirigir-se à Rede Assistencial
Se o veículo for utilizado predomi- da bateria com chamas ou possíveis Fiat, que está preparada para a
nantemente em localidades com alta fontes de faíscas, pois há perigo de eliminação da mesma respeitando a
concentração de poeira, poluição at- explosão e de incêndio. natureza e as disposições legais.
mosférica ou regiões litorâneas, deve-
se substituir com maior freqüência o
elemento filtrante. Uma montagem incorre-
O ar-condicionado do veículo pode ta de acessórios elétricos
estar equipado com o filtro de carvão e eletrônicos pode causar
ativado. A função deste filtro é elimi- graves danos ao veículo.
4EN0716BR
nar os odores resultantes da poeira e
fungos.
CONSELHOS ÚTEIS PARA
Recomendamos que tanto o trabalho PROLONGAR A DURAÇÃO DA
de inspeção quanto o de substituição BATERIA
dos elementos filtrantes sejam realiza-
dos na Rede Assistencial Fiat. Pb Ao estacionar o veículo, certificar-se
que as portas e o capô estejam bem fe-
chados. As luzes internas devem estar
apagadas.
fig. 13
189.
Com motor desligado,não manter - Não ligue ou desligue os terminais
dispositivos ligados por muito tempo das centrais eletrônicas quando a chave
(por ex. rádio, luzes de emergência de ignição estiver na posição MAR.
etc.). - Não verifique polaridades elétricas
Usando normalmente o veículo, não
com faíscas.
é preciso ter precauções especiais.
ADVERTÊNCIA: a bateria - Desligue as centrais eletrônicas no
mantida por muito tempo Em caso de intervenções no sistema
caso de soldas elétricas na carroceria.
com carga abaixo de 50% é elétrico ou de partida de emergência,
Removê-las em caso de temperaturas
danificada por sulfatação, reduzin- é necessário, porém, seguir cuidadosa-
acima de 80°C (trabalhos especiais na
do-se a sua capacidade e o desem- mente as instruções seguintes:
carroceria etc.).
penho na partida. - Nunca desligue a bateria do sistema
elétrico com o motor em movimento.
Em caso de parada prolongada, ver ADVERTÊNCIA: a insta-
- Desligue a bateria do sistema elétri- lação de acessórios eletrô-
“Inatividade prolongada do veículo”, co em caso de recarga.
no capítulo “Uso correto do veículo”. nicos (rádio, alarme etc.)
- Em caso de emergência, nunca efe- com exceção dos originais de fábri-
Se, após a compra do veículo, você tue a partida com um carregador de ba- ca, não deve em hipótese alguma,
desejar montar acessórios (alarme ele- teria, mas utilizar uma bateria auxiliar alterar os chicotes elétricos dos
trônico etc.), dirija-se à Rede Assisten- (ver “Partida com bateria auxiliar” no sistemas de injeção e ignição.
cial Fiat que irá sugerir-lhe os dispositi- capítulo “Em emergência”).
vos mais adequados e, principalmente, D
recomendar-lhe a utilização de uma - Tome um cuidado especial com li-
gação entre bateria e sistema elétrico, Modificações ou con-
bateria com capacidade maior. sertos no sistema elétrico,
verificando tanto a exata polaridade,
como a eficiência da própria ligação. efetuados de maneira incor-
ADVERTÊNCIA: tendo Quando a bateria é religada, a central reta e sem ter em consideração as
que instalar no veículo sis- do sistema de injeção/ignição deve rea- características técnicas do sistema,
temas adicionais (alarme, daptar os próprios parâmetros internos; podem causar anomalias de funcio-
som etc.), frisamos o perigo que portanto, nos primeiros quilômetros namento com risco de incêndio.
representam derivações inadequa- de uso, o veículo pode apresentar um
das em conexões dos chicotes elé- comportamento levemente diferente do
tricos, principalmente se ligados aos anterior.
dispositivos de segurança.
190.
Modelo/Versão Velas (tipo)
A limpeza e a integridade das velas
Palio ELX 1.0 BKR6EZ PRESSÃO DOS PNEUS
fig. 14 são decisivas para a eficiência
do motor e para a contenção das emis- Palio ELX 1.4 BKR6EZ Controlar semanalmente, e antes de
sões poluentes. Palio ELX 1.8 BPR6EYZ viagens longas, a pressão de cada pneu,
O aspecto da vela, se examinado por inclusive da roda sobressalente.
um especialista, é um válido indício pa- Palio 1.8 R BPR6EYZ
O controle da pressão deve ser efetu-
ra localizar um defeito, mesmo se não ado com pneu frio.
for ligado ao sistema de ignição. As-
sim, se o motor tiver algum problema, Usando o veículo por um longo pe-
é importante verificar as velas na Rede As velas devem ser subs- ríodo, é normal que a pressão aumen-
Assistencial Fiat. tituídas dentro dos pra- te. Se, por acaso, precisar controlar ou
zos previstos pelo Plano calibrar os pneus estando os mesmos
de Manutenção Programada. Use quentes, considere que o valor da pres-
somente velas do tipo recomen- são deverá ser +0,3 kgf/cm2 ou 4lbf/pol2
dado; se o grau térmico for inade- a mais em relação ao valor estabele-
quado, ou se não for garantida a cido.
duração prevista, podem acontecer
inconvenientes.
Lembre-se que a aderên-
cia do veículo na estrada
depende também da corre-
ta pressão dos pneus.
4EN0169BR
fig. 14
191.
Uma pressão erradaprovoca um des- A borracha não se decom- Verificar, periodicamente, se os
gaste anormal dos pneus fig. 15 põe com o passar do tempo, pneus não têm cortes laterais, aumen-
A - Pressão normal: banda de roda- razão pela qual os pneus to de volume ou desgaste irregular das
gem gasta de maneira uniforme. usados, quando forem substituídos, bandas de rodagem. Nesse caso, dirigir-
não devem ser descartados em lixei- se à Rede Assistencial Fiat.
B - Pressão insuficiente: banda de ras comuns. É aconselhável deixá-
rodagem gasta principalmente nas bor- Evitar viajar com sobrecarga; po-
los no estabelecimento que fez a de causar sérios danos às rodas e aos
das. troca para que este se encarregue pneus.
C - Pressão excessiva: banda de roda- de reciclá-los.
gem gasta principalmente no centro. Se furar um pneu, parar imediata-
mente e substituí-lo para não danificar
ADVERTÊNCIAS: se possível, evi- o próprio pneu, a roda, a suspensão e
Uma pressão baixa o mecanismo da direção.
demais provoca o supera- tar freadas repentinas, arrancadas
quecimento do pneu, com violentas, etc. O pneu envelhece mesmo se pouco
possibilidade de graves danos ao usado. Rachaduras na borracha da ban-
mesmo. da de rodagem e nas laterais são um
Evitar, principalmente, choques sinal de envelhecimento. De qualquer
violentos contra calçadas, buracos forma, se os pneus estão montados há
na estrada e obstáculos de qualquer mais de 6 anos, é necessário mandá-los
tipo. O uso prolongado em estradas controlar por pessoal especializado, pa-
mal conservadas pode danificar os ra avaliar se podem ainda ser utilizados. D
pneus. Lembre-se também de controlar com
muito cuidado a roda sobressalente.
4EN0170BR
Em caso de substituição, montar sem-
pre pneus novos, evitando os de prove-
niência duvidosa.
A B C
fig. 15
192.
Os veículos Fiatusam pneus Tube-
less, sem câmara de ar. Nunca usar câ-
maras de ar com estes pneus.
Se substituir um pneu, é oportuno tro-
Em relação às tubulações flexíveis de
car a válvula de enchimento também.
borracha do sistema de freios, da dire-
Para permitir um desgaste uniforme ção hidráulica e de alimentação, seguir
entre os pneus dianteiros e os trasei- PALHETAS
rigorosamente o Plano de Manutenção
ros, aconselha-se efetuar o rodízio dos Programada. Efetivamente, o ozônio, as Limpar, periodicamente, a parte de
pneus a cada 10-15 mil quilômetros, altas temperaturas e a falta prolongada borracha usando produtos adequados.
mantendo-os do mesmo lado do ve- de líquido no sistema podem causar o Substituir as palhetas se o limpador de
ículo para não inverter o sentido de endurecimento e a rachadura das tubu- borracha estiver deformado ou gasto.
rotação. lações, com possíveis vazamentos de lí- Em todo caso, aconselha-se a substituí-
Pneus novos apresentam melhor quidos. Assim, é necessário um controle las uma vez por ano.
aderência após percorrerem pelo me- cuidadoso.
nos 150 km. Viajar com as palhetas
do limpador do pára-brisa
Não efetuar rodízio em desgastadas representa um
cruz dos pneus, deslocan- grave risco, pois reduz a visibilidade
do-os do lado direito do em caso de más condições atmos-
veículo para o esquerdo e vice- féricas.
versa.
- Não ligar os limpadores do pára-bri-
sa e do vidro traseiro sobre o vidro seco.
Somente devem ser utilizados estando
o vidro molhado e livre de impurezas,
tais como: terra, barro, areia etc., sob
pena de se danificarem a borracha e o
próprio vidro.
193.
Substituição das palhetasdo limpador Substituição da palheta do limpador ESGUICHOS
do pára-brisa - fig. 16 do vidro traseiro fig. 17
Se o jato não sair, antes de tudo,
1) Levantar o braço A do limpador 1) Para retirar a palheta basta apertar verificar se há líquido no reservatório;
do pára-brisa e posicionar a palheta de a trava indicada fig. 17. ver “Verificação dos níveis” neste ca-
maneira que forme um ângulo de 90 2) Para montar a nova palheta basta pítulo.
graus com o próprio braço; encaixá-la na sede. Depois, usando um alfinete, verificar
2) Apertar a trava na haste e tirar se os furos de saída não estão entupidos
a palheta empurrando-a para baixo e B-fig. 18 e 19.
desengatando-a do braço A;
Os jatos do lavador do vidro traseiro
3) Montar a palheta nova introdu- podem ser orientados regulando a dire-
zindo-a na respectiva sede do braço e ção dos esguichos. Usar uma chave de
certificando-se de que fique bem colo- fenda (fornecida no Kit de ferramentas
4EN0162BR
cada. para algumas versões) para reposicionar
o jato atuando no direcionador A-fig.
18. O jato deve ser apontado para 3/4
da altura do vidro traseiro de maneira
que os mesmos sejam apontados para
o ponto mais alto alcançado pelo mo-
vimento das palhetas.
D
fig. 17
4EN0164BR
4EN1041BR
4EN1042BR
B
B
A
A
fig. 16 fig. 18 fig. 19
194.
Durante o inverno,o sistema de ar-
condicionado deve ser colocado em
A utilização constante do ar-condi- funcionamento pelo menos uma vez
cionado pode resultar, com o tempo, por mês e por cerca de 10 minutos. PROTEÇÃO CONTRA OS AGENTES
na formação de mau cheiro devido ao Antes do verão, verificar a eficiência ATMOSFÉRICOS
acúmulo de poeira e umidade no sis- do sistema na Rede Assistencial Fiat. As principais causas de fenômenos
tema de ar-condicionado, facilitando a de corrosão são:
proliferação de fungos e bactérias.
O sistema utiliza fluido - Poluição atmosférica
Para minimizar o problema de mau refrigerante R134a que, em
cheiro, é recomendado, semanalmen- - Salinidade e umidade da atmosfera
caso de vazamentos aciden-
te, desligar o ar-condicionado e ligar o (regiões litorâneas ou com clima quente
tais, não danifica o meio ambiente.
aquecedor, no máximo, cerca de 5 a e úmido)
Evitar completamente o uso de flui-
10 minutos antes de estacionar o veí- do R12 que, além de ser incompa- - Variações climáticas das estações.
culo, para que a umidade do sistema tível com os componentes do sis- Não se deve subestimar também a
seja eliminada. tema, contém clorofluorcarbonetos ação abrasiva da poeira atmosférica e
O filtro antipólen, existente no siste- (CFC). da areia levadas pelo vento, do barro e
ma, deve ser substituído com maior fre- do cascalho atirados pelos outros ve-
qüência, se o veículo transitar freqüen- ículos.
temente em estradas de muita poeira ou A Fiat adotou em seus veículos as
ficar estacionado debaixo de árvores. melhores soluções tecnológicas para
proteger, com eficácia, a carroceria
contra a corrosão.
Aqui estão as principais:
- Produtos e sistemas de pintura que
dão ao veículo uma maior resistência
contra corrosão e abrasão;
195.
- Uso dechapas zincadas (ou pré- Para os retoques na pintura, utilizar 2) passar na carroceria uma esponja
tratadas), dotadas de alta resistência somente produtos originais (ver o capí- com shampoo neutro automotivo, enxa-
contra a corrosão; tulo “Características técnicas”). guando a mesma com freqüência.
- Aspersão da parte inferior da carro- A manutenção normal da pintura 3) enxaguar bem com água e enxu-
ceria, do compartimento do motor, da consiste na lavagem, cuja freqüência gar com jato de ar, uma camurça ou
parte interna da caixa das rodas e outros depende das condições do ambiente pano macio.
elementos com produtos cerosos com de uso. Por exemplo, nas zonas com Ao enxugar, prestar atenção nas
elevado poder protetor; alta poluição atmosférica, alta salidade partes menos visíveis, como o vão das
- Aspersão de polímeros com função ou em estradas rurais, onde é comum portas, capô e contorno dos faróis, nos
protetora, nos pontos mais expostos: so- haver estrume de animal, orientamos a quais a água pode empoçar-se com
leira das portas, parte interna dos pára- lavar o veículo com mais freqüência. mais facilidade.
lamas, bordas etc; Aconselha-se a não guardar logo
- Uso de caixas “abertas” para evitar Os detergentes poluem as o veículo em ambiente fechado, mas
condensação e estagnação de água, que águas. Por isso, a lavagem deixá-lo ao ar livre para favorecer a
podem favorecer a formação de ferru- do veículo deve ser efetu- evaporação da água.
gem no interior. ada usando produtos biodegradá- Não lavar o veículo depois de ter fi-
veis, que se decompõem no meio cado parado sob o sol ou com o capô
CONSELHOS PARA A BOA ambiente. do motor quente; o brilho da pintura
CONSERVAÇÃO DA CARROCERIA pode ser alterado.
As partes de plástico externas devem
D
Ao lavar o veículo, utilize
Pintura o mínimo de água possível. ser limpas com o mesmo procedimen-
A pintura não tem só função estética, Se for utilizar mangueira, to seguido para a lavagem normal do
mas também de proteção das chapas. certifique-se de que a mesma não veículo.
Em caso de abrasões ou riscos pro- apresente vazamentos que favore- Evitar estacionar o veículo debaixo
fundos, aconselha-se a fazer os devidos çam o desperdício de água potável. de árvores; a resina que muitas espécies
retoques imediatamente, para evitar for- deixam cair, dão um aspecto opaco à
mações de ferrugem. Para uma lavagem correta: pintura e aumentam a possibilidade de
1) molhar a carroceria com um jato corrosão.
d’água com baixa pressão;
196.
ADVERTÊNCIA: os excrementos Vão do motor Após a lavagem, não pulverize
de pássaros devem ser lavados ime- A lavagem do compartimento do nenhum tipo de fluido (óleo die-
diatamente e com cuidado, pois sua motor é um procedimento que deve ser sel, querosene, óleo de mamona
acidez é bastante agressiva. evitado. Porém, quando isto se tornar etc.) sobre o motor e componentes,
necessário, observar as recomendações sob pena de danificá-los, causando,
Para proteger melhor a pintura, acon- a seguir: inclusive, a retenção de poeira.
selhamos encerar periodicamente, utili-
zando cera, a qual deixa uma camada ADVERTÊNCIA: ao lavar o motor,
protetora sobre a mesma. ADVERTÊNCIA: a lavagem deve
tome os seguintes cuidados: ser efetuada com motor frio e chave
- Não o lave quando estiver de ignição em STOP. Depois da
Vidros ainda quente; lavagem, verificar se as diversas
Para a limpeza dos vidros, usar deter- - Não utilize substâncias cáusti- proteções (ex.: tampas de borra-
gentes específicos. Usar panos bem lim- cas, produtos ácidos ou derivados cha e outras proteções) não foram
pos para não riscar os vidros ou alterar de petróleo; removidas ou danificadas.
a transparência dos mesmos.
- Evite jatos d’água diretamente
sobre os componentes eletroeletrô-
ADVERTÊNCIA: para não prejudi- nicos e seus chicotes;
car as resistências elétricas presen-
tes na superfície interna do vidro - Proteja com plásticos o alter-
traseiro, esfregar delicadamente nador, a central da ignição/injeção
seguindo o sentido das próprias eletrônica, a bateria, a bobina e, se
resistências. existente, a central do sistema ABS;
- Proteja também com plástico o
Evite aplicar decalques ou outros ade- reservatório do fluido de freio, para
sivos nos vidros, visto que os mesmos evitar a sua contaminação;
podem desviar a atenção e reduzem o
campo de visão.
197.
Eletroventilador do radiador A limpeza do eletroven-
A utilização do veículo em vias la- tilador do radiador deve
macentas pode ocasionar o acúmulo de ser feita respeitando as dis-
barro no eletroventilador, provocando posições estabelecidas no tópico
“Vão do motor”. Particularmente, o Periodicamente, verificar se não há
vibrações e ruídos anormais e, em si-
emprego inadequado de jatos d’água água parada debaixo dos tapetes (devi-
tuações extremas, o travamento do sis-
pode ocasionar danos nas colmeias do a sapatos molhados, guarda-chuvas
tema. A inspeção e limpeza do eletro-
do radiador e no motor elétrico do etc.) que poderiam proporcionar o sur-
ventilador do radiador é uma operação
eletroventilador. gimento de focos de corrosão.
necessária em veículos que trafegam
em tais condições.
LIMPEZA DOS BANCOS E DAS
Pneus PARTES DE TECIDO
Após uma lavagem geral do veículo
- Retirar o pó com uma escova macia
aconselha-se esfregar uma escova de
ou com um aspirador de pó.
cerdas macias com uma solução de
água e shampoo neutro. - Esfregar os bancos com uma espon-
ja umedecida com uma mistura de água
e detergente neutro.
D
198.
LIMPEZA DOS BANCOSEM PARTES DE PLÁSTICO INTERNAS ADVERTÊNCIA: não utilizar álco-
VELUDO ol ou benzina para a limpeza do
Usar produtos específicos, estudados visor do quadro de instrumentos.
Para limpeza do veludo, use aspira- para não alterar o aspecto dos compo-
dor de pó, uma escova de cerdas ma- nentes.
cias e água. Não use sabão ou detergen- Não deixar frascos de
tes, pois os mesmos podem manchar o TAPETES E PARTES DE BORRACHA aerossol no veículo, pois
veludo. (exceto vão do motor) há perigo de explosão. Os
Após aspirar deve-se proceder a lim- Recomenda-se usar produtos de efi- frascos de aerossol não devem ser
peza do encosto varrendo de cima para ciência comprovada. Misturas caseiras expostos a uma temperatura supe-
baixo com escova seca. de álcool + glicerina produzem brilho rior a 50°C. Dentro do veículo
O assento deve ser varrido da parte exagerado, além de agredir a borracha exposto ao sol, a temperatura pode
mais próxima do encosto para a frente dos pneus. ultrapassar em muito este valor.
do banco. Após o uso da escova seca
deve-se repetir a operação com a esco-
va levemente umedecida.
Em seguida, deixar que seque com-
pletamente para sua utilização.
ANO DE FABRICAÇÃO CÓDIGO DE IDENTIFICAÇÃO DE
CARROCERIA
C - Etiqueta sobre a coluna de fixa-
ção da porta dianteira direita, próxima E - Plaqueta fixada na travessa dian-
Estão indicados nos seguintes pontos à etiqueta VIS. teira com código de identificação de
fig. 1 e 2 carroceria.
TIPO E NÚMERO DO CHASSI
SEÇÃO DE IDENTIFICAÇÃO DO TIPO E NÚMERO DO MOTOR
D - Gravação no assoalho debaixo do
VEÍCULO (VIS) banco dianteiro direito. Gravação no bloco do motor.
A - Etiqueta sobre o pára-lama dian- F - Motores 1.0 /1.4 lado direito.
teiro direito. G - Motor 1.8 lado esquerdo.
B - Etiqueta sobre a coluna de fixa-
ção da porta dianteira direita.
Este número seqüencial está também
no pára-brisa, vidro traseiro e vidros das
portas.
4EN0268BR
4EN0264BR
4EN0265BR
A D
C
01 0
00 00
00
00 00
*9 B0
4EN1381BR
*9
C B
A B D
F
4EN1032BR
4EN1371BR
4EN1372BR
E F G E
E G
fig. 1 fig. 2
202.
ETIQUETA ADESIVA DE Indica os seguintes dados: ETIQUETA ADESIVA DE
IDENTIFICAÇÃO DA TINTA DA A - Fabricante da tinta IDENTIFICAÇÃO DO FABRICANTE
CARROCERIA - fig. 3 - fig. 4
B - Denominação da cor
A etiqueta adesiva está colada na par- C - Código Fiat da cor A etiqueta adesiva está localizada sob
te lateral interna da porta direita. o capô do motor.
D - Código da cor para retoques ou
nova pintura
4EN0177BR
4EN0163
FIAT AUTOMÓVEIS S.A.
BR 381, KM 429 - Betim - MG
C.G.C. 16.701.716/0001-56
Indústria Brasileira
fig. 3 fig. 4
203.
Código do motor Versão de carroceria
3 portas 5 portas
Palio ELX 1.0 310A1011
171.04L.2 171.40L.2
Palio ELX 1.4 310A2011 171.40M.2
Palio ELX 1.8 X7 171.44J.2
3 portas 5 portas
Palio 1.8 R X7
171.04J.2 171.40J.2
E
204.
Dados gerais Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
Código do tipo 310A1011 310A2011 X7 X7
Ciclo OTTO OTTO OTTO OTTO
Combustível Gasolina/álcool Gasolina/álcool Gasolina/álcool Gasolina/álcool
Número de cilindros 4 4 4 4
Número de válvulas por cilindro 2 2 2 2
Diâmetro x curso mm 70,0 x 64,9 72,0 x 84,0 80,5 x 88,2 80,5 x 88,2
Cilindrada total cm3 999,0 1368,0 1796,0 1796,0
Taxa de compressão 12,15 ± 0,15: 1 10,35 ± 0,15: 1 10,5 ± 0,3: 1 10,5 ± 0,3: 1
Potência máxima Gasolina Álcool Gasolina Álcool Gasolina Álcool Gasolina Álcool
ABNT cv/kW 73,0/53,7 75,0/55,2 85,0/62,6 86,0/63,3 112,0/82,4 114,0/83,9 113,0/83,2 115,0/84,6
regime correspondente rpm 6250 6250 5750 5750 5500 5500 5500 5500
Torque máximo ABNT kgm/daNm 9,5/93,1 9,9/97,0 12,4/121,5 12,5/122,5 17,8/174,4 18,5/181,3 18,0/176,6 18,5/181,5
regime correspondente rpm 4500 4500 3500 3500 2800 2800 2800 2800
Regime de marcha lenta rpm 850 ± 50 850 ± 50 850 ± 50 900 ± 50
DISTRIBUIÇÃO início antes
04° 06° 16º 16º
Admissão: do PMS
fim depois do PMI 31° 48° 88º 88º
Escapamento: início antes do PMI 32° 40° 80º 80º
fim depois do PMS 03° 02° 26º 26º
Teor de CO em marcha lenta < 0,5% < 0,5% < 0,5% < 0,5%
205.
ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO Pressão de injeção: 3 bar. ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO
Sistema de dosagem da mistura me-
Motor Fire 1.0 8V Flex diante elaboração eletrônica dos dados Motor Fire 1.4 8V Flex
Injeção eletrônica e ignição com detectados pelos sensores do ângulo de Injeção eletrônica e ignição com
sistemas integrados: uma única central abertura da borboleta aceleradora e de sistemas integrados: uma única central
eletrônica controla ambas as funções regime do motor. eletrônica controla ambas as funções
elaborando, ao mesmo tempo, a dura- Marcha lenta do motor: 850 ± 50 rpm. elaborando, ao mesmo tempo, a dura-
ção do tempo de injeção (para a do- Ordem de ignição: 1-3-4-2. ção do tempo de injeção e o ângulo de
sagem do combustível) e o ângulo de Velas de ignição: NGK BKR6EZ. avanço da ignição.
avanço da ignição. Tipo: Multipoint seqüencial indire-
Tipo: Multipoint seqüencial indire- ta.
ta. Filtro do ar: a seco, com elemento
Filtro do ar: a seco, com elemento filtrante de papel; tomada de seleção
filtrante de papel; tomada de seleção termostática.
termostática. Bomba de combustível: por imersão
Bomba de combustível: por imersão, no reservatório.
no reservatório. Pressão de injeção: 3 bar.
E
206.
Sistema de dosagemda mistura me- ALIMENTAÇÃO/IGNIÇÃO LUBRIFICAÇÃO
diante elaboração eletrônica dos dados Motor 1.8 8V FLEX
detectados pelos sensores do ângulo de Forçada, através de bomba de en-
abertura da borboleta aceleradora e de Injeção eletrônica e ignição com grenagens com válvula limitadora de
regime do motor. sistema integrado. Apenas uma central pressão incorporada.
eletrônica controla ambas as funções Filtragem do óleo mediante filtro de
Marcha lenta do motor: elaborando conjuntamente a duração cartucho em vazão total.
- 850 ± 50 rpm. do tempo de injeção (para dosagem
Ordem de ignição: 1-3-4-2. da gasolina) e o ângulo de avanço da ARREFECIMENTO
ignição.
Velas de ignição: NGK BKR6EZ Sistema de arrefecimento com radia-
Tipo: multipoint, semi-seqüencial
indireta. dor, bomba centrífuga e reservatório de
Modificações ou conser- expansão.
tos no sistema de alimenta-
ção, efetuados de maneira Vela
incorreta e sem ter em conta as
características técnicas do sistema, NGK BPR6EYZ
podem causar anomalias de funcio- Ordem de ignição: 1 - 3 - 4 - 2.
namento com riscos de incêndio.
207.
EMBREAGEM
Monodisco aseco com mola a disco e comando hidráulico (1.4 e 1.8). Não necessita de ajustes.
Monodisco a seco com mola a disco e comando mecânico (1.0).
CAIXA DE MUDANÇAS E DIFERENCIAL
Com cinco marchas para a frente e marcha a ré com sincronizadores para o engate das marchas para a frente.
As relações são:
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
Em 1a marcha 4,273 4,273 3,909 3,909
a
Em 2 marcha 2,238 2,238 2,238 2,238
a
Em 3 marcha 1,520 1,444 1,520 1,520
Em 4a marcha 1,156 1,029 1,156 1,156
Em 5a marcha 0,919 0,872 0,872 0,872
Em marcha a ré 3,909 3,909 3,909 3,909 E
208.
Grupo cilíndrico deredução e grupo diferencial incorporados à caixa de velocidades.
As relações são:
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
Relação de redução
4,357 4,067 3,733 3,867
do diferencial
Número de dentes (61/14) (61/15) (43/11) (58/15)
Transmissão do movimento para as rodas dianteiras através de semi-eixos ligados ao grupo diferencial e às rodas com
juntas homocinéticas.
209.
Volante com absorçãode energia
FREIOS DE SERVIÇO DIANTEIRA (airbag) opcional.
Dianteiros: a disco ventilado, com De rodas independentes, tipo Coluna da direção articulada, com
pinça flutuante. McPherson com braços oscilantes fixa- absorção de energia e com sistema de
Traseiros: a tambor, com sapatas au- dos a uma travessa. regulagem angular em altura.
tocentrantes. Molas helicoidais e amortecedores hi- Sistema mecânico ou hidráulico com
Circuitos hidráulicos cruzados. dráulicos telescópicos de duplo efeito. pinhão e cremalheira com lubrificação
Barra estabilizadora. permanente.
Servofreio por depressão.
Direção hidráulica (opcional para
Sistema ABS de quatro canais e qua- algumas versões).
tro sensores (opcional). TRASEIRA
Articulações com lubrificação per-
Recuperação automática da folga de- De rodas independentes (eixo de manente.
vido ao desgaste das pastilhas e lonas torção).
de freio. Molas helicoidais e amortecedores hi- Diâmetro mínimo de curva
Regulador de frenagem a corte fixo dráulicos telescópicos de duplo efeito.
9,8 metros
que age no circuito hidráulico dos freios Barra estabilizadora. (Para algumas
traseiros. versões). Número de voltas do volante
FREIO DE MÃO - 4,13 voltas com direção mecânica
- 2,77 voltas com direção hidráulica
Comandado por alavanca de mão
que age mecanicamente sobre as sapa-
tas dos freios traseiros. E
RODAS TRASEIRAS
Câmber Convergência
Palio ELX 1.0 -30 ± 30’ +1,5 ± 1,5 mm
Palio ELX 1.4 -30 ± 30’ +1,5 ± 1,5 mm
Palio ELX 1.8 -30 ± 30’ +1,5 ± 1,5 mm
Palio 1.8 R -30 ± 30’ +1,5 ± 1,5 mm
E
212.
Rodas Pneus
5,5 x 14”
Palio ELX 1.0 175/65R14 82T
5,5 x 14” (*)
5,5 x 14” 175/65R14 82T (direção mecânica)
Palio ELX 1.4 5,5 x 14” (*) 185/60R14 82H
5,5 x 15” (*) 185/60R15 84H
5,5 x 15”
Palio ELX 1.8 185/60R15 84H
5,5 x 15”(*)
Palio 1.8 R 5,5 x 15” (*) 185/60R15 84H
(*) Opcional em roda de liga.
Estabelecidas as dimensões prescritas, para a segurança da marcha, é indispensável que o veículo esteja equipado com
pneus da mesma marca e do mesmo tipo em todas as rodas.
ADVERTÊNCIA: com pneus Tubeless (sem câmara), não usar câmaras de ar. As rodas de liga leve são fixadas com
parafusos específicos incompatíveis com qualquer roda de aço estampado, exceto com a de reserva específica.
213.
Tensão de alimentação:12 volts.
BATERIA
Com negativo em massa.
Capacidades
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
Versão básica 40 Ah 40 Ah 50 Ah 50 Ah
Com ar-condicionado 40 Ah 40 Ah 50 Ah 50 Ah
ALTERNADOR
Retificador e regulador de tensão eletrônico incorporado. Início da carga da bateria assim que o motor é ligado.
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
Corrente nominal 70 A 70 A 90 A 90 A
fornecida 90 A (*) 90 A (*) 110 A (*) 110 A (*)
(*) Com ar-condicionado E
O alternador possui um regulador de tensão que incorpora a função de diagnóstico, ou seja, a lâmpada de recarga da
bateria permanece acesa até 2,5 segundos após a partida do veículo para leitura do sistema.
Se houver algum inconveniente permanente, a lâmpada continuará acesa. Neste caso, dirigir-se à Rede Assistencial Fiat.
Caso não haja nenhum inconveniente permanente no veículo a lâmpada apagará e, se a seguir, a chave de ignição for
colocada em Stop e novamente em marcha, a lâmpada de recarga da bateria não mais acenderá.
214.
MOTOR DE PARTIDA
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
1,10 kw / 1,30 kw
Potência fornecida 0,8 kw 0,9 kw 1,1 kw
(opcional)
Modificações ou consertos no sistema elétrico, efetuados de maneira incorreta e sem ter em conta as
características técnicas do sistema, podem causar anomalias de funcionamento com riscos de incêndio.
215.
Velocidades máximas admissíveis,com média carga e estrada plana (km/h).
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
Gasolina Álcool Gasolina Álcool Gasolina Álcool Gasolina Álcool
a
1 marcha 35,9 35,9 33,4 33,4 41,8 41,8 40,0 40,0
2a marcha 68,5 68,5 63,8 63,8 73,1 73,1 70,0 70,0
a
3 marcha 100,9 100,9 98,9 98,9 107,6 107,6 102,0 102,0
4a marcha 132,6 132,6 138,7 138,7 141,5 141,5 135,0 135,0
a
5 marcha (*) 156,0 157,0 166,0 167,0 188,0 190,0 189,0 191,0
Em marcha a ré 39,2 39,2 36,5 36,5 41,8 41,8 40,0 40,0
(*) Valores indicativos.
Rampa máxima superável (*), em primeira marcha e com carga útil; estando o veículo já em movimento com o motor
em rotação de torque máximo.
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
%* 33,6 34,0 33,9 37,5 E
Obs.: os valores obtidos são de veículos base e os valores podem variar para menos 5%, dependendo dos opcio-
nais do veículo.
216.
4EN1303BR
(em mm -veículo vazio)
E
F
A B C
H
PALIO ELX D I
Volume do porta-malas
(norma ISO 3832):
- em condições normais: 290 (versões 1.0 e 1.4)
- em condições normais: 275,0 (versões 1.8)
Veículo com banco bipartido:
- rebatido 1/3: 440,0 (versões 1.0 e 1.4) / 425,0 (versões 1.8)
G
- rebatido 2/3: 550,0 (versões 1.0 e 1.4) / 535,0 (versões 1.8)
fig. 5
Dimensões em mm:
A B C D E F G H I
1433 (1.0*)
1444 (1.4*)
788,0 2373,0 686,0 3847,0 1418,0 1378,0 1640,0 1906,0
1447 (ELX 1.8*)
1434 (1.8 R*)
(*) Veículo vazio
217.
Pesos (kg)
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
3 portas 5 portas 5 portas 5 portas 3 portas 5 portas
Peso do veículo em ordem de marcha (com
abastecimentos, roda de reserva, ferramen- 950,0 970,0 981,0 1025,0 1005,0 1025,0
tas e acessórios):
Capacidade útil incluindo o motorista: 400,0 400,0 400,0 400,0 400,0 400,0
Cargas máximas admitidas (*):
- eixo dianteiro 650,0 655,0 671,0 686,0 681,0 686,0
- eixo traseiro 700,0 715,0 715,0 739,0 724,0 739,0
Cargas rebocáveis:
400,0 400,0 400,0 400,0
- reboque sem freio
Carga máxima sobre o teto 50,0 50,0 50,0 50,0
(*) Cargas que não devem ser superadas. É de responsabilidade do usuário, a colocação das bagagens no porta-malas e/
ou sobre a superfície de carga, respeitando as cargas máximas admitidas.
E
218.
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R Produtos
litros kg litros kg litros kg litros kg homologados (*)
Tanque de combustível: (*) 48 - 48 - 48 - - Gasolina tipo C ou álcool
48
Incluída uma reserva etílico hidratado combustível
5,5 a 7,5
aproximada de: 5,5 a 7,5 - 5,5 a 7,5 - 5,5 a 7,5 - - em qualquer proporção
Sistema de arrefecimento do motor: -
- base 5,1 a 5,3 - 5,6 a 5,8 - 6,0 - 6,0 50% de Paraflu UP (vermelho)
- com aquecedor e/ou 5,3 a 5,4 - 5,8 a 5,9 - 6,4 - 6,4 + 50% de água pura
-
ar-condicionado
Motor 1.0 e 1.4: - SELÈNIA K
PURE ENERGY 5W-30
Cárter do motor e filtro: 2,7 2,3 2,7 2,4 3,5 3,08 3,5 3,08
Motor 1.8: - SELÈNIA
PERFORMER 15W-40
Caixa de mudanças/diferencial: 2,0 - 2,0 1,76 1,98 - 1,98 - TUTELA CAR EPYX
Direção hidráulica: 0,68 - 0,68 - 0,68 - 0,68 - TUTELA CAR GI/A
Junta homocinética e coifa: - 0,075 - 0,075 - 0,075 - 0,075 TUTELA MRM 2/L
Circuito dos freios hidráulicos
dianteiros e traseiros/Comando 0,44 - 0,44 - 0,44 - 0,44 - TUTELA TOP 4/S
hidráulico da embreagem:
Circuito dos freios hidráulicos com
dispositivo antibloqueio ABS/ 0,54 - 0,54 - 0,54 - 0,54 - TUTELA TOP 4/S
Comando hidráulico da embreagem:
Reservatório do líquido dos lavado- 2,3 - 2,3 - 2,3 - 2,3 - Água pura (**)
res do pára-brisa e do vidro traseiro:
Gasolina tipo C com teor de
Reservatório de partida a frio 2,0 - 2,0 - 2,0 - 2,0 - álcool etílico anidro conforme
legislação vigente
(*) Valores aproximados, podendo variar de acordo com o plano de inclinação do veículo no momento do abastecimento.
(**) Para facilitar e melhorar a limpeza do vidro do pára-brisa, recomenda-se adicionar o produto Tutela SC 35 Limpa pára-brisas ao líquido do reservatório
do limpador, na seguinte proporção: 25% de Tutela SC 35 Limpa pára-brisas + 75% de água pura.
219.
NOTAS SOBRE OUSO DOS CONSUMO DE ÓLEO DO MOTOR ADVERTÊNCIA: o consumo do óleo
PRODUTOS do motor depende do modo de dirigir
Devido à concepção dos motores a e das condições de uso do veículo.
combustão interna, para que haja uma
Óleo boa lubrificação, parte do óleo lubrifi-
Não completar o nível com óleos de cante é consumido durante o funciona-
características diferentes das do óleo já mento do motor.
existente. De maneira indicativa, o consumo
máximo de óleo do motor, expresso em
Combustíveis ml a cada 1000 km, é o seguinte:
Os motores foram projetados para
utilizar gasolina do tipo “C” com teor
de álcool etílico anidro conforme legis- ml a cada 1000 km
lação vigente (PROGRAMA DE CON-
TROLE DE POLUIÇÃO DO AR PARA Palio ELX 1.0 300
VEÍCULOS AUTOMOTORES e ANP) ou
álcool etílico hidratado combustível em Palio ELX 1.4 400
qualquer proporção.
Palio ELX 1.8 800
ADVERTÊNCIA: o uso de combus-
Palio 1.8 R 800
tíveis diferentes dos especificados
poderá comprometer o desempe-
nho do veículo, bem como causar
danos aos componentes do sistema
de alimentação, e do próprio motor,
que não são cobertos pela garantia. E
220.
PRODUTOS UTILIZADOS ESUAS CARACTERÍSTICAS
Características qualitativas dos lubrificantes e fluidos para
Tipo Aplicação
um correto funcionamento do veículo (*)
- Motor 1.0/ 1.4: Lubrificante sintético (SAE 5W30) ou de
Lubrificantes para motores base sintética (15W40) - API SL e FIAT 9.55535;
Cárter do motor
a gasolina/álcool (FLEX) - Motor 1.8: Lubrificante de base sintética (15W40) - API
SL e FIAT 9.55535
Óleo 80W90 para caixa de mudanças e diferenciais. Aten- Caixa de mudanças e
de às especificações API GL-4, FIAT 9.55550 diferencial
Lubrificantes e graxas pa-
ra a transmissão do Óleo de tipo DEXRON II Direções hidráulicas
movimento
Graxa de bissulfeto de molibdênio à base de sabões de
Juntas homocinéticas e coifas
lítio, consistência N.L.G.I. = 2
Fluidos para freios Freios hidráulicos e comandos
Fluido sintético, classe DOT 4 SAE J 1703
hidráulicos hidráulicos da embreagem
Fluido concentrado para sistemas de arrefecimento a base
Protetor e anticongelante
de monoetilenoglicol e um pacote inibidor de corrosão
para sistema de Sistema de arrefecimento
de origem orgânica – OAT (Organic and Acid Tecnology).
arrefecimento
Mistura de 50 % com 50 % de água pura.
(*) O uso de produtos que não atendam às especificações informadas poderá causar danos e/ou prejudicar o fun-
cionamento do veículo.
A Fiat recomenda a utilização dos produtos homologados descritos na seção abastecimentos, neste capítulo.
221.
PRESSÃO DE CALIBRAGEMDOS PNEUS FRIOS - lbf/pol2 (kgf/cm2)
Com pneu quente, o valor da pressão deve ser +0,3 kgf/cm2 ou 4 lbf/pol2 em relação ao valor prescrito.
Palio ELX 1.0 Palio ELX 1.4 Palio ELX 1.8 Palio 1.8 R
Com carga média
- dianteiro: 27 (1,9) 27 (1,9) 28 (2,0) 28 ou (2,0)
- traseiro: 27 (1,9) 27 (1,9) 28 (2,0) 28 ou (2,0)
Com carga completa
- dianteiro: 31 (2,2) 31 (2,2) 31 (2,2) 31 ou (2,2)
- traseiro: 31 (2,2) 31 (2,2) 34 (2,4) 31 ou (2,2)
Roda de reserva 31 (2,2) 31 (2,2) 34 (2,4) 31 ou (2,2)
Obs.: a primeira especificação é em lbf/pol2 e a segunda, entre parênteses, é em kgf/cm2.
E
223.
Aquecimento e ventilação. A-80; A-82 Cinto de segurança do
Ar-condicionado .............A-83; D-20 lugar central ............................A-10
Arrefecimento do motor .............. E-6 Cintos de segurança ....................A-9
Assistência à marcha a ré ..........A-89 Cinzeiro ....................................A-96
bastecimentos ....................... E-18
Auto-rádio - predisposição Code card ...................................A-1
Abertura/fechamento da
tampa do porta-malas ...........A-101 para instalação ......................A-113 Código de identificação
da carroceria ............................. E-1
Abertura/fechamento das portas .A-97
Código dos motores –
Abertura de emergência da agageiro de teto ...................A-104 versões de carroceria ................ E-3
tampa do porta-malas ...........A-102
Banco traseiro bipartido ..........A-102 Comandos .................................A-92
ABS .........................................A-105
Bancos ........................................A-3 Como aquecer o motor depois
Acesso aos bancos traseiros ........A-5
Bateria ............C-16; D-6; D-14; E-13 da partida .................................. B-2
Acidente ....................................C-18
Botões de comando...................A-92 Como manter os cintos de segurança
Advertências gerais para utilização sempre eficientes.....................A-13
Brake-light .................................C-10
dos cintos de segurança ..........A-12
Compensação da inclinação
Airbag do lado do passageiro ..A-109 dos faróis...............................A-105
Airbag .....................................A-108 aixa de mudanças e diferencial. E-7 Condicionamento do ar.............A-84
Airbags laterais ........................A-110 Capô do motor ........................A-103 Conhecimento do veículo .............. A
Alavancas sob o volante ............A-85 Características dos lubrificantes Conjunto da luz interna .. A-94; C-10
Alimentação/ignição.................... E-5 e dos líquidos.......................... E-20
Conselhos para a boa
Alinhamento das rodas .............. E-10 Características técnicas ...................E conservação da carroceria ..... D-21
Alternador ................................. E-13 Carroceria ................................ D-20 Consumo de óleo do motor....... E-19
Ampliação do porta-malas ......A-102 Cartão Code card ........................A-1 Conta-giros ................................A-19
Ano de fabricação ....................... E-1 Centrais eletrônicas .................. D-15 Contenção dos gastos de utilização
Apoio de braços dianteiro ...........A-5 Chaves ........................................A-1 e da poluição ambiental.......... B-11
F
224.
Controles freqüentes eantes Dirigir na neblina ........................ B-7 Extintor de incêndio ..................C-18
de viagens longas .................... B-14 Display eletrônico –
Corretor de frenagem versões ELX 1.0/ELX 1.4 ..........A-20
eletrônico EBD ......................A-107 aróis – compensação da
Display eletrônico –
inclinação .............................A-105
versões ELX 1.8/1.8 R ..............A-34
Faróis – regulagem do facho
Dispositivo de segurança
ados para a identificação ........ E-1 luminoso ...............................A-104
para crianças ...........................A-98
Desembaçador do vidro traseiro..A-92 Faróis altos ........................ A-86; C-8
Dispositivo para reboque .......... B-15
Desembaçamento rápido . A-82; A-84 Faróis auxiliares ................ A-92; C-9
Drive by wire ..........................A-105
Desempenho ............................. E-15 Faróis baixos ..................... A-86; C-8
Duplicação das chaves
Destinação de baterias ............A-119 e code card ...............................A-2 Ferramentas .................................C-2
Difusores orientáveis Fiat Code Geração II ...................A-1
e reguláveis .............................A-81 Filtro antipólen e carvão ativado.. D-14
mbreagem ................................ E-7
Dimensões ................................ E-16 Filtro de ar para serviço pesado. D-13
Emergência..................................... C
Direção ....................................... E-9 Filtro de ar................................ D-13
Equipamentos internos ..............A-94
Dirigir à noite .............................. B-6 Filtros do ar-condicionado ....... D-14
Esguichos ................................. D-19
Dirigir com chuva ....................... B-7 Follow me home .......................A-87
Espelho retrovisor interno
Dirigir com economia e Freio de mão ........................ B-3, E-9
eletrocrômico ............................A-7
respeitando o meio ambiente .... B-9 Freios .......................................... E-9
Espelho retrovisor interno ............A-7
Dirigir com o ABS ....................... B-8 Fusíveis .....................................C-11
Espelhos retrovisores externos .....A-8
Dirigir com segurança ................. B-5 Estacionamento ........................... B-2
Dirigir em estradas não Etiqueta adesiva de identificação ndicador de temperatura do líquido
pavimentadas ............................ B-9 da tinta da carroceria ................ E-2 de arrefecimento do motor ......A-18
Dirigir em montanha ................... B-8 Etiqueta adesiva de identificação Indicador do nível de
Dirigir em viagem ....................... B-5 do fabricante ............................. E-2 combustível.............................A-19
225.
Instalação do ganchode reboque Líquido do sistema de arrefecimento My Car Fiat Menu de setup –
para atrelados.......................... B-15 do motor .............. D-10; E-18; E-20 versões ELX 1.8/1.8 R ..............A-36
Instrumentos de bordo...............A-18 Líquido dos freios ... D-12; E-18; E-20
Interior do veículo .................... D-23 Líquido dos lavadores do pára-brisa e
bservações gerais sobre a instala-
do vidro traseiro ............ D-11; E-18
Interruptor inercial para corte ção de sistemas de som.........A-114
de combustível ........................A-93 Líquido para a direção
Observações gerais sobre
hidráulica ............. D-11; E-18; E-20
reboque................................... B-16
Longa inatividade do veículo .... B-13
Óleo do motor D-9; E-18; E-19; E-20
ampejos de faróis ...................A-86 Lubrificação do motor ................. E-6
Lanternas traseiras .......................C-9 Luz de placa..............................C-10
Levantadores dos vidros Luzes de direção ............... A-86; C-8 ainel de instrumentos –
das portas ................................A-99 Palio ELX 1.0/ELX 1.4 ..............A-14
Luzes de emergência .................A-92
Levantadores elétricos dos vidros com Painel de instrumentos –
Luzes de posição ............... A-86; C-9 Palio ELX 1.0/Palio 1.8 R ........A-15
função antiesmagamento.........A-99
Luzes espia e sinalizações .........A-73 Palhetas .................................... D-18
Limpador inteligente do Luzes traseiras .............................C-9
vidro traseiro ...........................A-89 Para desligar o motor .................. B-2
Limpador/lavador do Para-sóis ....................................A-97
pára-brisa ............A-87; D-11; D-18 acaco ........................... C-2; C-16 Partida com bateria auxiliar ........C-1
Limpador/lavador do Manutenção do veículo..................D Partida com manobras por inércia .C-2
vidro traseiro .......A-88; D-11; D-18 Manutenção programada ........... D-1 Partida com motor quente ........... B-2
Limpeza das partes de Modo de dirigir ..................B-5, B-12 Partida do motor ......................... B-1
plástico internas ..................... D-24 Motor de partida ....................... E-14 Pesos ......................................... E-17
Limpeza de tapetes e partes Motor .......................................... E-4 Plano de manutenção
de borracha ............................ D-24 My Car Fiat Menu de setup – programada .............................. D-2
Limpeza dos bancos em veludo . D-24 versões ELX 1.0/ELX 1.4 ..........A-21 Pneus e rodas ......... D-16; E-12; E-21
F
226.
Porta-copos ...............................A-96 ecarga da bateria ...................C-16 Setas .................................. A-86; C-8
Porta-luvas ................................A-94 Regulagem de altura dos Side bag ..................................A-110
Porta-malas .............................A-101 cintos de segurança.................A-10 Símbolo de obrigação .................... 6
Porta-objetos .............................A-97 Regulagem do facho luminoso Simbologia ..................................... 5
dos faróis...............................A-104 Símbolos de advertência ................ 6
Porta-óculos ..............................A-97
Regulagens personalizadas ..........A-3 Símbolos de perigo......................... 5
Portas laterais ............................A-97
Reservatório de gasolina Símbolos de proibição.................... 5
Portas ........................................A-97
para partida a frio.......... D-12; E-18 Símbolos para uma direção correta .. 3
Posição dos fusíveis...................C-11 Roda sobressalente .............C-2; E-21 Sistema de aquecimento/
Posto de abastecimento ...........A-115 Rodas e pneus ........ D-16; E-12; E-21 ventilação ...............................A-80
Predisposição para alarme.......A-115 Sistema elétrico ......................... E-13
Predisposição para faróis Sistema Flex ............................A-117
e apagar uma luz externa.........C-6
auxiliares.................................A-93 Sistema follow me home ...........A-87
Se apagar uma luz interna .........C-10
Predisposição para instalação Substituições fora do plano
do auto-rádio ........................A-113 Se descarregar a bateria ............C-15
de manutenção ........................ D-5
Pressão dos pneus ........... D-16; E-21 Se furar um pneu .........................C-2 Substituir os fusíveis ..................C-15
Pré-tensionadores ......................A-11 Se precisar levantar o veículo....C-16 Suspensões .................................. E-9
Se precisar rebocar o veículo ....C-17
Proteção contra os agentes
atmosféricos ........................... D-20 Se queimar um fusível ...............C-11
ampa do reservatório
Proteção do meio ambiente ....A-118 Seção de identificação
de combustível ......................A-116
do veículo (VIS)......................... E-1
Proteção dos dispositivos que Tanque de combustível ..A-116; E-18
Sensor crepuscular auto lamp ...A-91
reduzem as emissões................. B-9 Telecomando ..............................A-1
Sensor de chuva ........................A-89
Terceira luz de freio ..................C-10
Serviços adicionais ao
uadro de instrumentos ..........A-16 plano de manutenção .............. D-5 Tipo e número do chassi ............. E-1
227.
Tipo e númerodo motor ............. E-1
Tipos de lâmpadas ......................C-6
Tomada de corrente ..................A-95
Transmissão................................. E-7
Transmissores de rádio
e telefones celulares ................ B-15
Travamento elétrico de portas ...A-98
Trip Computer ................. A-29; A-63
Tubulações de borracha ........... D-18
so correto do veículo ................. B
Uso do câmbio............................ B-3
elas ...................................... D-16
Velocímetro...............................A-18
Ventilação .................................A-81
Verificação dos níveis ................ D-8
Volante........................................A-6
F
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