Os três pinheiros!
Quando o Menino Jesus nasceu, todas as pessoas e animais, e até as árvores sentiram uma alegria imensa. Do lado de fora do estábulo onde o Menino dormia estavam três árvores.
.  Uma palmeira, uma oliveira e um pequeno pinheirinho. Todos os dias as pessoas passavam e deixavam presentes ao Menino. - Nós também lhe devíamos dar prendas! - disseram as árvores.
- Eu vou dar-lhe a minha folha mais larga - disse a palmeira -, quando vier o tempo do calor, ele pode abanar-se com ela e sentir-se mais fresco. - Mas que lhe poderei dar eu? - perguntou ansioso o pequeno pinheiro. - Tu? Os teus ramos são agudos e picam - disseram as outras duas árvores. - Tu não tens nada para lhe dar.
Um anjo, que tinha ouvido a conversa toda, sentiu muita pena da arvorezinha que não tinha nada para dar ao Menino. As estrelas estão a brilhar no céu. Então o anjo, muito de mansinho, trouxe-as cá para baixo, desde a mais pequenina à mais brilhante e colocou-as nos ramos pontiagudos do pinheiro.
Dentro do estábulo, o Menino acordou. Olhou para as três árvores do lado de lá da gruta, contra a escuridão do céu. De repente as folhas escuras do pinheirinho brilharam, resplandecentes porque nelas as estrelas descansavam, como se fossem velas. Que lindo estava o pinheiro que não tinha nada para oferecer ao Menino! E o Menino Jesus levantou as mãozinhas, tal como fazem os bebés, e sorriu para as estrelas e para aquela árvore que iluminava a escuridão da noite.
Desde então, o pinheirinho ficou a ser, para todo o sempre, a Árvore de Natal.
Retirado de Jogos de Língua Portuguesa - Porto Editora  Formatação: Ana Maciel [email_address] [email_address] www.mensagensvirtuais.com.br

Os tres pinheiros

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    Quando o MeninoJesus nasceu, todas as pessoas e animais, e até as árvores sentiram uma alegria imensa. Do lado de fora do estábulo onde o Menino dormia estavam três árvores.
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    . Umapalmeira, uma oliveira e um pequeno pinheirinho. Todos os dias as pessoas passavam e deixavam presentes ao Menino. - Nós também lhe devíamos dar prendas! - disseram as árvores.
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    - Eu voudar-lhe a minha folha mais larga - disse a palmeira -, quando vier o tempo do calor, ele pode abanar-se com ela e sentir-se mais fresco. - Mas que lhe poderei dar eu? - perguntou ansioso o pequeno pinheiro. - Tu? Os teus ramos são agudos e picam - disseram as outras duas árvores. - Tu não tens nada para lhe dar.
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    Um anjo, quetinha ouvido a conversa toda, sentiu muita pena da arvorezinha que não tinha nada para dar ao Menino. As estrelas estão a brilhar no céu. Então o anjo, muito de mansinho, trouxe-as cá para baixo, desde a mais pequenina à mais brilhante e colocou-as nos ramos pontiagudos do pinheiro.
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    Dentro do estábulo,o Menino acordou. Olhou para as três árvores do lado de lá da gruta, contra a escuridão do céu. De repente as folhas escuras do pinheirinho brilharam, resplandecentes porque nelas as estrelas descansavam, como se fossem velas. Que lindo estava o pinheiro que não tinha nada para oferecer ao Menino! E o Menino Jesus levantou as mãozinhas, tal como fazem os bebés, e sorriu para as estrelas e para aquela árvore que iluminava a escuridão da noite.
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    Desde então, opinheirinho ficou a ser, para todo o sempre, a Árvore de Natal.
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    Retirado de Jogosde Língua Portuguesa - Porto Editora Formatação: Ana Maciel [email_address] [email_address] www.mensagensvirtuais.com.br