Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Introdução à Cibernética
Professor: Rogério Pontes de Araújo
Grupo 8: Maria Fernanda Nicéas de A. Souza
Maurício Cardoso Lima
Maurício Freitas Athayde Cavalcanti Filho
Maurício Marques de Trindade
Maviael Vanter de Aguiar Andrade
O que é a IA?
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
O que temos em mente quando pensamos em IA?
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Gentil
Prestativa
Educada
O que REALMENTE PENSAMOS QUE VAI ACONTECER?
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Extinção?
Desemprego?
Dominação da máquina?
Organograma da Apresentação
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
MAVIAEL VANTER
MAURÍCIO FREITAS
MARIA FERNANDA
MAURÍCIO TRINDADE
MAURÍCIO CARDOSO
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
COMO UMA IA APRENDE?
IMAGENS GERADAS COM IA MIDJOURNEY
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
A IA é o conceito mais amplo, que
permite que uma máquina ou um
sistema emite funções cognitivas
associadas à inteligência humana.
Já o Machine Learning é o que
permite que as máquinas extraiam
conhecimento e aprendam com eles
de maneira autônoma.
o Mimetizar o comportamento humano;
o Execução de tarefa bem sucedida.
o Objetivo principal não é executar a tarefa;
o Treinamento do algoritmo para analisar as
informações, identificar padrões e a
precisar a previsão.
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
DIFERENÇA DA IA E O MACHINE LEARNING.
Subconjunto do Machine Learning que
utiliza o conceito de Redes Neurais
Artificiais e que permitem o aprendizado a
padrões cada vez mais e mais complexos.
o A IA Generativa é um subconjunto do
Deep Learning.
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
CRONOLOGIA DA IA (E DA IA GENERATIVA)
Conferência de
Dartmouth
Ponto de partida oficial da IA
como campo científico.
Surgimento do termo
“Inteligência Artificial”.
Alan Turing propõe a
realização do Teste de Turing
Avaliar se computador é capaz
de replicar comportamento
inteligente do ser humano.
Considerado marco inicial da IA.
1950
1956
Sistema de
reconhecimento de voz
Google lança um sistema de
reconhecimento por voz baseado em
Processamento de Linguagem
Natural (PLN).
Isso estabelece a base do que mais
tarde servirá de base para assistentes
virtuais (Siri e Alexa).
1997
2008
Lançamento do Deep
Blue pela IBM
Computador Deep Blue
derrota o, na época,
campeão mundial de
xadrez, Garry Kasparov.
Um marco nos sistemas
reativos de IA de baseados
em lógica e predição.
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Crescimento
exponencial
Crescimento exponencial de dados e
poder computacional viabiliza modelos
de larga escala.
Proposição do conceito de GANs
(Redes Geradoras Adversariais)
GANs são duas redes neurais
(geradora e discriminadora)
treinadas de forma
competitiva.
Início da IA Generativa
moderna, utilização das GANs
em áreas diversas.
IA generativa acessível ao
público, saindo do meio
acadêmico e alcançando
usuários comuns.
Melhoria de diversas outras
ferramentas de IA generativa
foram impulsionadas,
2014
2022
Lançamento do Chat
GPT pela Open AI
2010
Década de
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
CRONOLOGIA DA IA GENERATIVA
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
O que é a IA Generativa?
o Definição: Conjunto de métodos e aplicações capazes de gerar conteúdos com caraterísticas indistinguíveis das que um
ser humano produziria;
o Popularização em 2023;
o Aprendizagem a partir de uma coleção considerável de dados fornecidos e de exemplos reais;
o Produção de novos conteúdos a partir das instruções de geração de um utilizador humano.
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
o Capacidade de geração de novos conteúdos em vez de realizar apenas análise, classificação ou previsão com base em dados existentes.
o A IA discriminativa responde a perguntas como: "Isso é um gato ou um cachorro?“ Já a IA generativa tenta criar algo novo, como: "Gere
uma imagem de um gato ou de um cachorro."
TIPO DE IA FUNÇÃO PRINCIPAL APLICAÇÃO PRÁTICA
IA Discriminativa
Classifica ou reconhece
padrões nos dados.
Detecção de um spam ou
reconhecimento facial.
IA Generativa
Cria novos dados
similares aos dados de
treinamento.
Criação de uma imagem
ou de uma música nova.
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
COMO A IA GENERATIVA DIFERE DAS DEMAIS IAS?
DESCRIMINATIVO GENERATIVO
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
MODELOS DE IA GENERATIVA
AUTOENCODERS
1) Codificação;
2) Decodificação.
VARIATIONAL
AUTOENCODERS
Conhecidos como VAEs.
1) Codificação;
2) Decodificação.
GENERATIVE
ADVERSARIAL
NETWORKS
Conhecidos como GANs.
“Dois modelos jogando um jogo”.
1) Gerador (Generator);
2) Discriminador (Discriminator).
TRANSFORMER
“Mecanismo de atenção”.
1) Encoder;
2) Decoder.
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
DIFUSION MODELS
1) Difusão (Noising);
2) Desdifusão (Denoising).
MULTIMODAL
MODELS
1) Codificação multimodal;
2) Fusão de Dados;
3) Decodificação.
VIDEO
GENERATIVE
MODELS
1) Entrada (Imput);
2) Geração quadro a quadro;
3) Coerência temporal;
4) Saída (Output).
GENERATIVE
PRETRAINED
TRANSFORMER
Conhecidos como GPTs.
1) Pretrained;
2) Fine-Tuning;
3) Generative.
MODELOS DE IA GENERATIVA
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
CASOS E USOS REAIS
SAÚDE
FACILITAÇÃO NA
COMUNICAÇÃO
FINANÇAS
GAMES
WEB DESIGN
ACESSIBILIDADE
PROGRAMAÇÃO
CODIFICAÇÃO
MANUFATURA
FILMES
MÚSICAS
IMAGENS
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
DESAFIOS ÉTICOS E CRÍTICOS
○ Direitos autorais: quem é o “autor” da obra gerada?
○ O impacto no trabalho dos criadores humanos.
Darren Aronofsky e Google Deepmind: IA
na criação de novas produções
This Girl Does Not Exist: Jogo
criado por IA Generativa
IA Generativa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
DESAFIOS ÉTICOS E CRÍTICOS
○ Deepfakes e manipulação de informação;
IA Generativa: Canguru de apoio
emocional no aeroporto
Processamento de Linguagem Neural?
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Processamento de Linguagem Neural
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Conceito : É um ramo da Inteligência Artificial (IA) e da ciência da computação que permite que
computadores compreendam, interpretem e gerem linguagem humana (Machine Learning). Essa área da
IA visa construir sistemas que interagem com humanos através da linguagem natural, como texto ou voz,
de forma mais natural e eficiente.
Processamento de Linguagem Neural
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Metodologia Básica:
Processamento de Linguagem Neural
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Análise de sentimentos: É uma aplicação da inteligência artificial que utiliza o processamento de
linguagem natural e análise de texto para identificar e classificar emoções expressas em um texto ou diálogo.
Processamento de Linguagem Neural
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Modelos Avançados:
BERT (Bidirectional Encoder Representations from
Transformers): É um modelo de linguagem natural
desenvolvido pelo Google. É conhecido por sua
capacidade de compreender o contexto das palavras de
forma bidirecional (tanto antes quanto depois de uma
palavra), o que melhora significativamente a
compreensão da linguagem.
Processamento de Linguagem Neural
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Exemplos:
Processamento de Linguagem Neural
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Dificulades de Desenvolvimento:
VISÃO
COMPUTACIONAL
Fundamentos e uso de IA
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55
1/30
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 2/30
Uma imagem vale mais do que 1000 palavras...
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 26/30
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 27/30
VAMOS ASSISTIR A UM VÍDEO QUE TEM 40 ANOS?
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 28/30
OBJETIVO
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 29
•Discutir os fundamentos
de visão computacional e
o uso de IA nesta área
METODOLOGIA
• Exposição
•Experimentos
– Planilha excel imagelab.xls
– Quem desejar, seguir passo a passo
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 30
ATIVIDADE
•Abra a planilha imagelab.xlms
•Habilite macros
•Clique na aba experimentos
•Há abas com imagens
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 31
CONTEÚDOS
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 32
1. O que é visão computacional
2. Imagens cinza e colorida
3. Processamento tradicional
4. Detecção tradicional
5. Videos
6. Detecção com IA
O QUE É VISÃO COMPUTACIONAL?
•É o campo da computação que estuda como fazer com que
computadores 'vejam' e interpretem imagens e vídeos.
•O que se quer?
•A maquina deve extrair informações significativas de imagens
digitais para a tomada de decisão
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 33
IMAGEM
DIGITAL
•Array bi-dimensional de números (tons
de cinza, cores: intensidades) -> pixels
•Tons de cinza. Ex. 0=preto, 225=branco
• Cor: 3 arrays (RGB)
• Resolução: 128x128, 512x512, 640x480 (VGA),
1280x720(HD), 1920x1080(Full DH), etc.
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 34
Formatos: GIF, TIF,
JPEG, PNG, BMP, etc.
Indexação: 0=preto, 1=Branco,
0.5=Cinza médio...
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 35
EXPERIMENTO 1
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 36/30
EXPERIMENTO 2
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 37/30
QD
I1
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 38/30
EXPERIMENTO 3
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 39/30
QD
Zoom..
.
XD
Zoom..
.
I1
I1-ZOOM
ML
09:55 22/30
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
ML -
ZOOM
O QUE UM SISTEMA DE
VISÃO COMPUTACIONAL
TÍPICO FAZ?
•Entrada: imagem ou vídeo
•Processamento tradicional
•Transformações pixel-pixel, filtros espaciais, filtros de frequência
• Realce de linhas V/H, contraste, ruídos, contornos
•Reconhecimento de um padrão
•Saída: interpretação (ex: 'isso é um rosto')
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 46
TRANSFORMAÇÕES PIXEL-PIXEL
•g(x,y)=T[f(x,y)]
Ex. g(x,y)=sqrt(f(x,y))
Aumento de
contraste Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 47
Thresholding
CLAREAR, ESCURECER, REVERTER
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 48/30
LOG: g(x,y) = c.log(1 + f(x,y))
•Evidenciar regiões de pixels escuros
g
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 49
f
HISTOGRAM EQUALIZATION
•Histograma: h(g(x,y))=número de pixels com determinada
intensidade ou dentro de uma faixa (classe)
•Equaliza imagens muito claras ou escuras
•Melhora contraste
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 50
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 51/30
EXPERIMENTO 4
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 52/30
DK ORIGINAL
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 53/30
DK
EQUALIZADA
AE ORIGINAL AE
EQUALIZADA
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 54/30
FILTROS ESPACIAIS
•Vizinhança de um pixel f(x,y)
• [f(x-1,y-1),...f(x+1,y+1)]
• Kernel w : operação na vizinhança
• Redução de ruídos, suavização, realce de características, etc.
• Kernels: média (box), gaussiano, mediana, Sobel, etc.
...
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 55
BOX (média simples)
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 56/30
Gaussiano
09:55 34/30
APLICANDO...
Visão Computacional: fundamentos
Sharpen
Nitidez
Emboss
Relevo
Contornos Linhas
horizontais
Linhas
verticais
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 58
FILTROS ESPACIAIS
FILTROS ESPACIAIS
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 59/30
EXPERIMENTO 5
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 60/30
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 61/30
FILTROS EM FREQUÊNCIA
•Espectro de frequência
•Transformadas
•Fourier(DFT, FFT)
•Walsh-Hadamard, Wavelet, Radom
•Etc.
•Filtros
•Passa baixa
•Passa alta, etc.
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 62
FILTROS EM FREQUÊNCIA
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 63/30
DETECÇÃO
•Identificação de um padrão em uma
imagem
•Pattern Recognition: probabilidade
•Decisão estatística: se a probabilidade de
ser um círculo for maior que 90% então
É UM CÍRCULO
•Processamento tradicional consegue
fazer detecções pela comparação de
contornos com padrões
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 65
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 66/30
EXPERIMENTO 6
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 67/30
1C ORIGINAL 1C_C BORDAS
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 68/30
5C ORIGINAL 5C_C BORDAS
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 69/30
EXPERIMENTO 7
APLICAR NA ABA NOME_C CRIADA NO EXPERIMENTO 6
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 70
1C_C CIRCUNFERÊNCIAS
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 71/30
5C_C CIRCUNFERÊNCIAS
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 72/30
COMPLICAÇÕES...
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 73/30
COR
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 74
•Uma imagem colorida complica
ainda mais as coisas
•São 3 funções: R(x,y), G(x,y) e
B(x,y)
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 75/30
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 76/30
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 77/30
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
•Problemas de detecção mais complexos onde o
processamento tradicional falha
Se os pixels do centro
e das extremidades
foram escuros é um X
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 78
Se os pixels do centro
e das extremidades
foram claros é um O
4 “X” DIFERENTES
3 dos 5 pixels
têm o padrão do O
4 dos 5 pixels
têm o padrão do O
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 79
TODOS os 5 pixels
têm o padrão do O
TODOS os 5 pixels
têm o padrão do O
IA: APRENDIZADO
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 80/30
IA: TREINAMENTO
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 81/30
IA: IDENTIFICAÇÃO DE PADRÕES
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 82/30
IA: IDENTIFICAÇÃO DE PADRÕES
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 83/30
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 84/30
IA: REDE NEURAL
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 85/30
IA: REDE NEURAL
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 86/30
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 87/30
VIDEO
•Sequência de imagens
•30 frames/s (típico)
•Formatos: AVI, MPEG, MP4, etc.
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 89
VISUAL
MOTION
•Identificação de padrões em
imagens e em sua
sequência
•“Há alguém em fuga?”
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 90
EXEMPLOS DE APLICAÇÕES
•🚗 Carros autônomos: detecção de faixas, sinais e pedestres
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 91
EXEMPLOS DE APLICAÇÕES
•🚗 Carros autônomos: detecção de faixas, sinais e pedestres
•🏥 Medicina: detecção de tumores
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 92
EXEMPLOS DE APLICAÇÕES
•🚗 Carros autônomos: detecção de faixas, sinais e pedestres
•🏥 Medicina: detecção de tumores
•🌾 Agricultura: monitoramento por drone
•📅 Indústria: inspeção de qualidade
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 93
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 94/30
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 95/30
•🔑 Contagem e acompanhamento de pessoas (tracking)
APLICAÇÕES
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 96
•Vigilância
APLICAÇÕES
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 97
•Leitura labial
APLICAÇÕES
•Localização
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 98/30
•Área Militar
APLICAÇÕES
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 99
•Área Militar
•Varejo
APLICAÇÕES
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 100
APLICAÇÕES
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 101/3
ARTIGO
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 102/3
CLASSIFICANDO MAÇÃS: ESTRUTURA
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 103/3
TRATAMENTO PRELIMINAR
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 104/3
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 105/3
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 106/3
Robótica: Controle de Movimentos, Interação Homem-Robô, Robôs industriais, área de uso e robô de serviços
na FORMULA 1.
Apresentador: Maurício Cardoso Lima
Introdução
A robótica moderna vai além das fábricas e está muito presente na Fórmula 1. Este estudo analisa como
os robôs ajudam em várias etapas: desde a fabricação das peças dos carros até a análise dos dados
durante as corridas.
Controle de Movimentos
Na Fórmula 1, Também há máquinas que simulam o vento e as condições da corrida, permitindo testar e ajustar a
aerodinâmica do carro. Além disso, os simuladores que os pilotos usam têm plataformas robóticas que imitam o movimento
real do carro, como acelerar, frear e fazer curvas com telemetria zerada.
Interação Homem-Robô
Na Fórmula 1, a interação homem-robô acontece de diversas formas: engenheiros usam IA para
ajustes estratégicos durante as corridas; pilotos utilizam painéis com sensores e feedback tátil; e,
nos centros de desenvolvimento, robôs colaborativos auxiliam na análise de componentes.
Robôs Industriais
A robótica industrial na fabricação de carros de F1. Braços robóticos executam tarefas como
soldagem a laser, pintura automatizada, e controle dimensional de peças.
Áreas de Uso na Fórmula 1
Os sistemas robóticos são empregados
operações logísticas e montagem dos boxes.
Robôs de Serviços
Embora menos visíveis, os robôs de serviço têm papel crescente nos bastidores da F1. Sistemas automatizados de
transporte de pneus, veículos a em paddocks,aeronaves, os robôs de inspeção técnica são exemplos.
Casos Reais e Inovação
Equipes como a Mercedes-AMG Petronas e a Ferrari Scuderia investem pesadamente
em automação e robótica. A Mercedes, por exemplo, utiliza robôs colaborativos na
montagem de sistemas híbridos.
Futuro da Robótica na F1
Maior autonomia de sistemas de diagnóstico e manutenção preditiva - Integração com inteligência
artificial para tomada de decisões estratégicas- Aplicação de sensores biométricos no piloto e interação
em tempo real com sistemas robóticos Imagem sugerida:
353 km/h, 17.000 rpm, 500.000 linhas de código: a dinâmica computacional de
avanço rápido está no comando dos carros de F1 atuais. Não se trata apenas de
uma corrida – é uma guerra tecnológica.
Robótica na Fórmula 1: Aplicações e Estudos
1. Projeto F1-T.C.R. (Formula One Tire Changing Robot)
Um problema associado ao automobilismo é a diferença de tempo entre as equipes durante os pit stops, o que afeta substancialmente os
resultados finais. Além disso, uma alta porcentagem de acidentes na Fórmula 1 se deve a problemas nos pit stops. Trocar os pneus de um carro
quase em movimento, após atingir valores perigosos de pressão e temperatura, é um desafio muito arriscado, não importa o quão bem treinada
a equipe seja. Aproximadamente 15 a 25 pessoas estão constantemente expostas a sérios perigos. Os riscos assumidos são extremos e qualquer
ideia de reduzi-los sem afetar a qualidade da corrida deve ser considerada. Nossa ideia é construir um sistema totalmente robotizado que
assuma o processo de troca de pneus. Praticamente não haverá necessidade de intervenção humana. O sistema demonstrará notável precisão
de tempo, precisão e implicações de baixo risco.
Publicado em: Anais da Conferência Internacional IEEE sobre Robótica e Automação de 1999 (Cat. No. 99CH36288C)
Data da Conferência: 10 a 15 de maio de 1999
Data adicionada ao IEEE Xplore : 06 de agosto de 2002
ISBN impresso: 0-7803-5180-0
ISSN impresso: 1050-4729
DOI: 10.1109/ROBOT.1999.769999
Editora: IEEE
Local da conferência: Detroit, MI, EUA
Aprendizado de Máquina
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
O que é aprendizado de máquina de verdade?
Figura 1. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt
“uma imagem criativa e “brincalhona” sobre o tema”.
Aprendizado de máquina Vive
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 2. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “rie uma
imagem com as siglas da netflix, spotify, gmail, instagram, magazine luiza e
amazon”.
Aprendizado de Máquina
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Como elas aprendem?
Dados = Ingredientes
Algoritmo = Chefe de cozinha
Modelo = Receita aprendida
Previsão = Bolo pronto!
Figura 3. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt
“Gere uma imagem com mesa de cozinha, um chef, ingredientes e um
bolo pronto”.
“Ciclo” do Aprendizado de Máquina
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 4. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt
“Gere um fluxo didático que explique como funciona a ML”.
Input de dados: Limpeza,
transformação, seleção de
características, divisão dos dados
Fase de treino: Treinamento do
modelo, validação e ajuste de
hiperparâmetros
Criação do modelo: Levantamento do
tipo de problema, características do
dado, requisitos, exemplos de
algoritmos
Inferência: Pronto para ser utilizado,
novos dados, novas saídas,
Redes Neurais Artificiais - A mais complexa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 5. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “Você
poderia criar uma imagem de redes neurais?”.
Redes Neurais Artificiais - A mais complexa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 6. Imagem retirada do site da usp. Fonte:
https://sites.icmc.usp.br/andre/research/neural/#:~:text=Redes%20Neurais%20Arti
ficiais%20s%C3%A3o%20t%C3%A9cnicas,adquirem%20conhecimento%20atrav
%C3%A9s%20da%20experi%C3%AAncia.
Redes Neurais Artificiais Mais Profundas ou com mais camadas?
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Utilização da ML de acordo com os pilares
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Aprendizado de
máquina
Não supervisionado
Supervisionado
Classificação Regressão Agrupamento Associação Sumarização
Pilares do Aprendizado de Máquina - Aprendizado supervisionado
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Supervisionado
Classificação Regressão
Classificação de e-mails: Spam/Não Spam
Reconhecimento de imagens: Pessoas, carros e etc
Detecção de fraudes: Transações fraudulentas
Previsão de preço de Imóveis
Previsão de vendas
Estimativas de tempo de viagens
Previsão de consumo: Energia, gás, água e etc.
Estimativa de idade em reconhecimento facial
Pilares do Aprendizado de Máquina - Aprendizado não supervisionado
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Não supervisionado
Agrupamento Associação Sumarização
Segmentação de clientes: empresas de varejo,
e-commerce e serviços
Organização de documentos: Notícias, artigos,
e-mails, relatórios
Sistemas de recomendação: Netflix, Spotify,
Amazon
Otimização de logística e rota
Análise da cesta de compras: Varejo
Otimização de catálogos e Menus: Restaurantes e
serviços.
Análise de dados genômicos
Pré-processamento de imagens
Reclamações de clientes
Aprendizado de Máquina - Aprendizado por Reforço
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 7. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “Crie uma
imagem de um humano dando um petisco como recompensa a um robô”.
Aprendizado de Máquina - Aprendizado por Reforço
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 8.
Fonte: Free Code Camp
Conclusão e Referências
A robótica é parte integrante do ecossistema tecnológico da Fórmula 1, impactando
desde a fabricação até a performance em pista. A sinergia entre controle de
movimentos, interação homem-máquina e robótica de serviço impulsiona a inovação
contínua. Estudar a F1 sob esse prisma permite compreender como a robótica molda o
futuro da mobilidade e da engenharia.
Referências: - Wright, P. (2001). Formula One Technology - FIA Technical Reports
(https://www.fia.com) - ABB Robotics – Aplicações na indústria automotiva -
McKinsey & Company (2023). Future of Mobility & Automation.
REFERÊNCIAS
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 132
• Gonzales & Woods: Digital Image Processing – Pearson – 4ª edição
• Code.org: How Computer Video Works
-https://www.youtube.com/watch?v=2hXG8v8p0KM
• Shah, Mubarak: UCF Center For Research in computer vídeo. Lecture 1 – Introduction
to
Computer Vision
-https://www.youtube.com/watch?v=oGvHtpJMO3M&t=420s
• AltexSoft: Computer Video: how applications Work
- https://www.youtube.com/watch?v=715uLCHt4jE
• 3Blue1Brown: But what is a neural network? | Deep learning chapter 1
• https://www.youtube.com/watch?v=aircAruvnKk

[OFICIAL] Grupo #8 - Inteligência Artificial.pdf

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    Grupo #8 –Inteligência Artificial (IA) Introdução à Cibernética Professor: Rogério Pontes de Araújo Grupo 8: Maria Fernanda Nicéas de A. Souza Maurício Cardoso Lima Maurício Freitas Athayde Cavalcanti Filho Maurício Marques de Trindade Maviael Vanter de Aguiar Andrade
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    O que éa IA? Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
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    O que temosem mente quando pensamos em IA? Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Gentil Prestativa Educada
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    O que REALMENTEPENSAMOS QUE VAI ACONTECER? Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Extinção? Desemprego? Dominação da máquina?
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    Organograma da Apresentação Grupo#8 – Inteligência Artificial (IA) MAVIAEL VANTER MAURÍCIO FREITAS MARIA FERNANDA MAURÍCIO TRINDADE MAURÍCIO CARDOSO
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) COMO UMA IA APRENDE? IMAGENS GERADAS COM IA MIDJOURNEY
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) A IA é o conceito mais amplo, que permite que uma máquina ou um sistema emite funções cognitivas associadas à inteligência humana. Já o Machine Learning é o que permite que as máquinas extraiam conhecimento e aprendam com eles de maneira autônoma. o Mimetizar o comportamento humano; o Execução de tarefa bem sucedida. o Objetivo principal não é executar a tarefa; o Treinamento do algoritmo para analisar as informações, identificar padrões e a precisar a previsão. INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA DIFERENÇA DA IA E O MACHINE LEARNING. Subconjunto do Machine Learning que utiliza o conceito de Redes Neurais Artificiais e que permitem o aprendizado a padrões cada vez mais e mais complexos. o A IA Generativa é um subconjunto do Deep Learning.
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA CRONOLOGIA DA IA (E DA IA GENERATIVA) Conferência de Dartmouth Ponto de partida oficial da IA como campo científico. Surgimento do termo “Inteligência Artificial”. Alan Turing propõe a realização do Teste de Turing Avaliar se computador é capaz de replicar comportamento inteligente do ser humano. Considerado marco inicial da IA. 1950 1956 Sistema de reconhecimento de voz Google lança um sistema de reconhecimento por voz baseado em Processamento de Linguagem Natural (PLN). Isso estabelece a base do que mais tarde servirá de base para assistentes virtuais (Siri e Alexa). 1997 2008 Lançamento do Deep Blue pela IBM Computador Deep Blue derrota o, na época, campeão mundial de xadrez, Garry Kasparov. Um marco nos sistemas reativos de IA de baseados em lógica e predição.
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) Crescimento exponencial Crescimento exponencial de dados e poder computacional viabiliza modelos de larga escala. Proposição do conceito de GANs (Redes Geradoras Adversariais) GANs são duas redes neurais (geradora e discriminadora) treinadas de forma competitiva. Início da IA Generativa moderna, utilização das GANs em áreas diversas. IA generativa acessível ao público, saindo do meio acadêmico e alcançando usuários comuns. Melhoria de diversas outras ferramentas de IA generativa foram impulsionadas, 2014 2022 Lançamento do Chat GPT pela Open AI 2010 Década de INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA CRONOLOGIA DA IA GENERATIVA
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA O que é a IA Generativa? o Definição: Conjunto de métodos e aplicações capazes de gerar conteúdos com caraterísticas indistinguíveis das que um ser humano produziria; o Popularização em 2023; o Aprendizagem a partir de uma coleção considerável de dados fornecidos e de exemplos reais; o Produção de novos conteúdos a partir das instruções de geração de um utilizador humano.
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) o Capacidade de geração de novos conteúdos em vez de realizar apenas análise, classificação ou previsão com base em dados existentes. o A IA discriminativa responde a perguntas como: "Isso é um gato ou um cachorro?“ Já a IA generativa tenta criar algo novo, como: "Gere uma imagem de um gato ou de um cachorro." TIPO DE IA FUNÇÃO PRINCIPAL APLICAÇÃO PRÁTICA IA Discriminativa Classifica ou reconhece padrões nos dados. Detecção de um spam ou reconhecimento facial. IA Generativa Cria novos dados similares aos dados de treinamento. Criação de uma imagem ou de uma música nova. INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA COMO A IA GENERATIVA DIFERE DAS DEMAIS IAS? DESCRIMINATIVO GENERATIVO
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) MODELOS DE IA GENERATIVA AUTOENCODERS 1) Codificação; 2) Decodificação. VARIATIONAL AUTOENCODERS Conhecidos como VAEs. 1) Codificação; 2) Decodificação. GENERATIVE ADVERSARIAL NETWORKS Conhecidos como GANs. “Dois modelos jogando um jogo”. 1) Gerador (Generator); 2) Discriminador (Discriminator). TRANSFORMER “Mecanismo de atenção”. 1) Encoder; 2) Decoder.
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) DIFUSION MODELS 1) Difusão (Noising); 2) Desdifusão (Denoising). MULTIMODAL MODELS 1) Codificação multimodal; 2) Fusão de Dados; 3) Decodificação. VIDEO GENERATIVE MODELS 1) Entrada (Imput); 2) Geração quadro a quadro; 3) Coerência temporal; 4) Saída (Output). GENERATIVE PRETRAINED TRANSFORMER Conhecidos como GPTs. 1) Pretrained; 2) Fine-Tuning; 3) Generative. MODELOS DE IA GENERATIVA
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) CASOS E USOS REAIS SAÚDE FACILITAÇÃO NA COMUNICAÇÃO FINANÇAS GAMES WEB DESIGN ACESSIBILIDADE PROGRAMAÇÃO CODIFICAÇÃO MANUFATURA FILMES MÚSICAS IMAGENS
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) DESAFIOS ÉTICOS E CRÍTICOS ○ Direitos autorais: quem é o “autor” da obra gerada? ○ O impacto no trabalho dos criadores humanos. Darren Aronofsky e Google Deepmind: IA na criação de novas produções This Girl Does Not Exist: Jogo criado por IA Generativa
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    IA Generativa Grupo #8– Inteligência Artificial (IA) DESAFIOS ÉTICOS E CRÍTICOS ○ Deepfakes e manipulação de informação; IA Generativa: Canguru de apoio emocional no aeroporto
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    Processamento de LinguagemNeural? Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
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    Processamento de LinguagemNeural Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Conceito : É um ramo da Inteligência Artificial (IA) e da ciência da computação que permite que computadores compreendam, interpretem e gerem linguagem humana (Machine Learning). Essa área da IA visa construir sistemas que interagem com humanos através da linguagem natural, como texto ou voz, de forma mais natural e eficiente.
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    Processamento de LinguagemNeural Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Metodologia Básica:
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    Processamento de LinguagemNeural Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Análise de sentimentos: É uma aplicação da inteligência artificial que utiliza o processamento de linguagem natural e análise de texto para identificar e classificar emoções expressas em um texto ou diálogo.
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    Processamento de LinguagemNeural Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Modelos Avançados: BERT (Bidirectional Encoder Representations from Transformers): É um modelo de linguagem natural desenvolvido pelo Google. É conhecido por sua capacidade de compreender o contexto das palavras de forma bidirecional (tanto antes quanto depois de uma palavra), o que melhora significativamente a compreensão da linguagem.
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    Processamento de LinguagemNeural Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Exemplos:
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    Processamento de LinguagemNeural Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Dificulades de Desenvolvimento:
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    VISÃO COMPUTACIONAL Fundamentos e usode IA Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 1/30
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 2/30 Uma imagem vale mais do que 1000 palavras...
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 26/30
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 27/30
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    VAMOS ASSISTIR AUM VÍDEO QUE TEM 40 ANOS? Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 28/30
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    OBJETIVO Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 29 •Discutir os fundamentos de visão computacional e o uso de IA nesta área
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    METODOLOGIA • Exposição •Experimentos – Planilhaexcel imagelab.xls – Quem desejar, seguir passo a passo Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 30
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    ATIVIDADE •Abra a planilhaimagelab.xlms •Habilite macros •Clique na aba experimentos •Há abas com imagens Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 31
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    CONTEÚDOS Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 32 1. O que é visão computacional 2. Imagens cinza e colorida 3. Processamento tradicional 4. Detecção tradicional 5. Videos 6. Detecção com IA
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    O QUE ÉVISÃO COMPUTACIONAL? •É o campo da computação que estuda como fazer com que computadores 'vejam' e interpretem imagens e vídeos. •O que se quer? •A maquina deve extrair informações significativas de imagens digitais para a tomada de decisão Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 33
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    IMAGEM DIGITAL •Array bi-dimensional denúmeros (tons de cinza, cores: intensidades) -> pixels •Tons de cinza. Ex. 0=preto, 225=branco • Cor: 3 arrays (RGB) • Resolução: 128x128, 512x512, 640x480 (VGA), 1280x720(HD), 1920x1080(Full DH), etc. Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 34
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    Formatos: GIF, TIF, JPEG,PNG, BMP, etc. Indexação: 0=preto, 1=Branco, 0.5=Cinza médio... Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 35
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    EXPERIMENTO 1 Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 36/30
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    EXPERIMENTO 2 Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 37/30
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    EXPERIMENTO 3 Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 39/30
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    09:55 22/30 Visão Computacional:fundamentos e uso de IA ML - ZOOM
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    O QUE UMSISTEMA DE VISÃO COMPUTACIONAL TÍPICO FAZ? •Entrada: imagem ou vídeo •Processamento tradicional •Transformações pixel-pixel, filtros espaciais, filtros de frequência • Realce de linhas V/H, contraste, ruídos, contornos •Reconhecimento de um padrão •Saída: interpretação (ex: 'isso é um rosto') Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 46
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    TRANSFORMAÇÕES PIXEL-PIXEL •g(x,y)=T[f(x,y)] Ex. g(x,y)=sqrt(f(x,y)) Aumentode contraste Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 47 Thresholding
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    CLAREAR, ESCURECER, REVERTER VisãoComputacional: fundamentos e uso de IA 09:55 48/30
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    LOG: g(x,y) =c.log(1 + f(x,y)) •Evidenciar regiões de pixels escuros g Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 49 f
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    HISTOGRAM EQUALIZATION •Histograma: h(g(x,y))=númerode pixels com determinada intensidade ou dentro de uma faixa (classe) •Equaliza imagens muito claras ou escuras •Melhora contraste Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 50
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    EXPERIMENTO 4 Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 52/30
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    DK ORIGINAL Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 53/30 DK EQUALIZADA
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    AE ORIGINAL AE EQUALIZADA VisãoComputacional: fundamentos e uso de IA 09:55 54/30
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    FILTROS ESPACIAIS •Vizinhança deum pixel f(x,y) • [f(x-1,y-1),...f(x+1,y+1)] • Kernel w : operação na vizinhança • Redução de ruídos, suavização, realce de características, etc. • Kernels: média (box), gaussiano, mediana, Sobel, etc. ... Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 55
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    BOX (média simples) VisãoComputacional: fundamentos e uso de IA 09:55 56/30 Gaussiano
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    FILTROS ESPACIAIS Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 59/30
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    EXPERIMENTO 5 Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 60/30
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 61/30
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    FILTROS EM FREQUÊNCIA •Espectrode frequência •Transformadas •Fourier(DFT, FFT) •Walsh-Hadamard, Wavelet, Radom •Etc. •Filtros •Passa baixa •Passa alta, etc. Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 62
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    FILTROS EM FREQUÊNCIA VisãoComputacional: fundamentos e uso de IA 09:55 63/30
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    DETECÇÃO •Identificação de umpadrão em uma imagem •Pattern Recognition: probabilidade •Decisão estatística: se a probabilidade de ser um círculo for maior que 90% então É UM CÍRCULO •Processamento tradicional consegue fazer detecções pela comparação de contornos com padrões Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 65
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    EXPERIMENTO 6 Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 67/30
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    1C ORIGINAL 1C_CBORDAS Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 68/30
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    5C ORIGINAL 5C_CBORDAS Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 69/30
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    EXPERIMENTO 7 APLICAR NAABA NOME_C CRIADA NO EXPERIMENTO 6 Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 70
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    1C_C CIRCUNFERÊNCIAS Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 71/30
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    5C_C CIRCUNFERÊNCIAS Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 72/30
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    COR Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 74 •Uma imagem colorida complica ainda mais as coisas •São 3 funções: R(x,y), G(x,y) e B(x,y)
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 75/30
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 76/30
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    INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL •Problemas dedetecção mais complexos onde o processamento tradicional falha Se os pixels do centro e das extremidades foram escuros é um X Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 78 Se os pixels do centro e das extremidades foram claros é um O
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    4 “X” DIFERENTES 3dos 5 pixels têm o padrão do O 4 dos 5 pixels têm o padrão do O Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 79 TODOS os 5 pixels têm o padrão do O TODOS os 5 pixels têm o padrão do O
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    IA: APRENDIZADO Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 80/30
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    IA: TREINAMENTO Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 81/30
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    IA: IDENTIFICAÇÃO DEPADRÕES Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 82/30
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    IA: IDENTIFICAÇÃO DEPADRÕES Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 83/30
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 84/30
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    IA: REDE NEURAL VisãoComputacional: fundamentos e uso de IA 09:55 85/30
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    IA: REDE NEURAL VisãoComputacional: fundamentos e uso de IA 09:55 86/30
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 87/30
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    VIDEO •Sequência de imagens •30frames/s (típico) •Formatos: AVI, MPEG, MP4, etc. Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 89
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    VISUAL MOTION •Identificação de padrõesem imagens e em sua sequência •“Há alguém em fuga?” Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 90
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    EXEMPLOS DE APLICAÇÕES •🚗Carros autônomos: detecção de faixas, sinais e pedestres Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 91
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    EXEMPLOS DE APLICAÇÕES •🚗Carros autônomos: detecção de faixas, sinais e pedestres •🏥 Medicina: detecção de tumores Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 92
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    EXEMPLOS DE APLICAÇÕES •🚗Carros autônomos: detecção de faixas, sinais e pedestres •🏥 Medicina: detecção de tumores •🌾 Agricultura: monitoramento por drone •📅 Indústria: inspeção de qualidade Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 93
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 94/30
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 95/30
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    •🔑 Contagem eacompanhamento de pessoas (tracking) APLICAÇÕES Visão Computacional: fundamentos e uso de IA 09:55 96
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    CLASSIFICANDO MAÇÃS: ESTRUTURA VisãoComputacional: fundamentos e uso de IA 09:55 103/3
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    TRATAMENTO PRELIMINAR Visão Computacional:fundamentos e uso de IA 09:55 104/3
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 105/3
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    Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 106/3
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    Robótica: Controle deMovimentos, Interação Homem-Robô, Robôs industriais, área de uso e robô de serviços na FORMULA 1. Apresentador: Maurício Cardoso Lima
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    Introdução A robótica modernavai além das fábricas e está muito presente na Fórmula 1. Este estudo analisa como os robôs ajudam em várias etapas: desde a fabricação das peças dos carros até a análise dos dados durante as corridas.
  • 109.
    Controle de Movimentos NaFórmula 1, Também há máquinas que simulam o vento e as condições da corrida, permitindo testar e ajustar a aerodinâmica do carro. Além disso, os simuladores que os pilotos usam têm plataformas robóticas que imitam o movimento real do carro, como acelerar, frear e fazer curvas com telemetria zerada.
  • 110.
    Interação Homem-Robô Na Fórmula1, a interação homem-robô acontece de diversas formas: engenheiros usam IA para ajustes estratégicos durante as corridas; pilotos utilizam painéis com sensores e feedback tátil; e, nos centros de desenvolvimento, robôs colaborativos auxiliam na análise de componentes.
  • 111.
    Robôs Industriais A robóticaindustrial na fabricação de carros de F1. Braços robóticos executam tarefas como soldagem a laser, pintura automatizada, e controle dimensional de peças.
  • 112.
    Áreas de Usona Fórmula 1 Os sistemas robóticos são empregados operações logísticas e montagem dos boxes.
  • 113.
    Robôs de Serviços Emboramenos visíveis, os robôs de serviço têm papel crescente nos bastidores da F1. Sistemas automatizados de transporte de pneus, veículos a em paddocks,aeronaves, os robôs de inspeção técnica são exemplos.
  • 114.
    Casos Reais eInovação Equipes como a Mercedes-AMG Petronas e a Ferrari Scuderia investem pesadamente em automação e robótica. A Mercedes, por exemplo, utiliza robôs colaborativos na montagem de sistemas híbridos.
  • 115.
    Futuro da Robóticana F1 Maior autonomia de sistemas de diagnóstico e manutenção preditiva - Integração com inteligência artificial para tomada de decisões estratégicas- Aplicação de sensores biométricos no piloto e interação em tempo real com sistemas robóticos Imagem sugerida:
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    353 km/h, 17.000rpm, 500.000 linhas de código: a dinâmica computacional de avanço rápido está no comando dos carros de F1 atuais. Não se trata apenas de uma corrida – é uma guerra tecnológica.
  • 118.
    Robótica na Fórmula1: Aplicações e Estudos 1. Projeto F1-T.C.R. (Formula One Tire Changing Robot) Um problema associado ao automobilismo é a diferença de tempo entre as equipes durante os pit stops, o que afeta substancialmente os resultados finais. Além disso, uma alta porcentagem de acidentes na Fórmula 1 se deve a problemas nos pit stops. Trocar os pneus de um carro quase em movimento, após atingir valores perigosos de pressão e temperatura, é um desafio muito arriscado, não importa o quão bem treinada a equipe seja. Aproximadamente 15 a 25 pessoas estão constantemente expostas a sérios perigos. Os riscos assumidos são extremos e qualquer ideia de reduzi-los sem afetar a qualidade da corrida deve ser considerada. Nossa ideia é construir um sistema totalmente robotizado que assuma o processo de troca de pneus. Praticamente não haverá necessidade de intervenção humana. O sistema demonstrará notável precisão de tempo, precisão e implicações de baixo risco. Publicado em: Anais da Conferência Internacional IEEE sobre Robótica e Automação de 1999 (Cat. No. 99CH36288C) Data da Conferência: 10 a 15 de maio de 1999 Data adicionada ao IEEE Xplore : 06 de agosto de 2002 ISBN impresso: 0-7803-5180-0 ISSN impresso: 1050-4729 DOI: 10.1109/ROBOT.1999.769999 Editora: IEEE Local da conferência: Detroit, MI, EUA
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    Aprendizado de Máquina Grupo#8 – Inteligência Artificial (IA) O que é aprendizado de máquina de verdade? Figura 1. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “uma imagem criativa e “brincalhona” sobre o tema”.
  • 120.
    Aprendizado de máquinaVive Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Figura 2. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “rie uma imagem com as siglas da netflix, spotify, gmail, instagram, magazine luiza e amazon”.
  • 121.
    Aprendizado de Máquina Grupo#8 – Inteligência Artificial (IA) Como elas aprendem? Dados = Ingredientes Algoritmo = Chefe de cozinha Modelo = Receita aprendida Previsão = Bolo pronto! Figura 3. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “Gere uma imagem com mesa de cozinha, um chef, ingredientes e um bolo pronto”.
  • 122.
    “Ciclo” do Aprendizadode Máquina Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Figura 4. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “Gere um fluxo didático que explique como funciona a ML”. Input de dados: Limpeza, transformação, seleção de características, divisão dos dados Fase de treino: Treinamento do modelo, validação e ajuste de hiperparâmetros Criação do modelo: Levantamento do tipo de problema, características do dado, requisitos, exemplos de algoritmos Inferência: Pronto para ser utilizado, novos dados, novas saídas,
  • 123.
    Redes Neurais Artificiais- A mais complexa Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Figura 5. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “Você poderia criar uma imagem de redes neurais?”.
  • 124.
    Redes Neurais Artificiais- A mais complexa Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Figura 6. Imagem retirada do site da usp. Fonte: https://sites.icmc.usp.br/andre/research/neural/#:~:text=Redes%20Neurais%20Arti ficiais%20s%C3%A3o%20t%C3%A9cnicas,adquirem%20conhecimento%20atrav %C3%A9s%20da%20experi%C3%AAncia.
  • 125.
    Redes Neurais ArtificiaisMais Profundas ou com mais camadas? Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
  • 126.
    Utilização da MLde acordo com os pilares Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Aprendizado de máquina Não supervisionado Supervisionado Classificação Regressão Agrupamento Associação Sumarização
  • 127.
    Pilares do Aprendizadode Máquina - Aprendizado supervisionado Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Supervisionado Classificação Regressão Classificação de e-mails: Spam/Não Spam Reconhecimento de imagens: Pessoas, carros e etc Detecção de fraudes: Transações fraudulentas Previsão de preço de Imóveis Previsão de vendas Estimativas de tempo de viagens Previsão de consumo: Energia, gás, água e etc. Estimativa de idade em reconhecimento facial
  • 128.
    Pilares do Aprendizadode Máquina - Aprendizado não supervisionado Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Não supervisionado Agrupamento Associação Sumarização Segmentação de clientes: empresas de varejo, e-commerce e serviços Organização de documentos: Notícias, artigos, e-mails, relatórios Sistemas de recomendação: Netflix, Spotify, Amazon Otimização de logística e rota Análise da cesta de compras: Varejo Otimização de catálogos e Menus: Restaurantes e serviços. Análise de dados genômicos Pré-processamento de imagens Reclamações de clientes
  • 129.
    Aprendizado de Máquina- Aprendizado por Reforço Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Figura 7. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “Crie uma imagem de um humano dando um petisco como recompensa a um robô”.
  • 130.
    Aprendizado de Máquina- Aprendizado por Reforço Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA) Figura 8. Fonte: Free Code Camp
  • 131.
    Conclusão e Referências Arobótica é parte integrante do ecossistema tecnológico da Fórmula 1, impactando desde a fabricação até a performance em pista. A sinergia entre controle de movimentos, interação homem-máquina e robótica de serviço impulsiona a inovação contínua. Estudar a F1 sob esse prisma permite compreender como a robótica molda o futuro da mobilidade e da engenharia. Referências: - Wright, P. (2001). Formula One Technology - FIA Technical Reports (https://www.fia.com) - ABB Robotics – Aplicações na indústria automotiva - McKinsey & Company (2023). Future of Mobility & Automation.
  • 132.
    REFERÊNCIAS Visão Computacional: fundamentose uso de IA 09:55 132 • Gonzales & Woods: Digital Image Processing – Pearson – 4ª edição • Code.org: How Computer Video Works -https://www.youtube.com/watch?v=2hXG8v8p0KM • Shah, Mubarak: UCF Center For Research in computer vídeo. Lecture 1 – Introduction to Computer Vision -https://www.youtube.com/watch?v=oGvHtpJMO3M&t=420s • AltexSoft: Computer Video: how applications Work - https://www.youtube.com/watch?v=715uLCHt4jE • 3Blue1Brown: But what is a neural network? | Deep learning chapter 1 • https://www.youtube.com/watch?v=aircAruvnKk