Grupo #8 –Inteligência Artificial (IA)
Introdução à Cibernética
Professor: Rogério Pontes de Araújo
Grupo 8: Maria Fernanda Nicéas de A. Souza
Maurício Cardoso Lima
Maurício Freitas Athayde Cavalcanti Filho
Maurício Marques de Trindade
Maviael Vanter de Aguiar Andrade
2.
O que éa IA?
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
3.
O que temosem mente quando pensamos em IA?
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Gentil
Prestativa
Educada
4.
O que REALMENTEPENSAMOS QUE VAI ACONTECER?
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Extinção?
Desemprego?
Dominação da máquina?
5.
Organograma da Apresentação
Grupo#8 – Inteligência Artificial (IA)
MAVIAEL VANTER
MAURÍCIO FREITAS
MARIA FERNANDA
MAURÍCIO TRINDADE
MAURÍCIO CARDOSO
6.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
COMO UMA IA APRENDE?
IMAGENS GERADAS COM IA MIDJOURNEY
7.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
A IA é o conceito mais amplo, que
permite que uma máquina ou um
sistema emite funções cognitivas
associadas à inteligência humana.
Já o Machine Learning é o que
permite que as máquinas extraiam
conhecimento e aprendam com eles
de maneira autônoma.
o Mimetizar o comportamento humano;
o Execução de tarefa bem sucedida.
o Objetivo principal não é executar a tarefa;
o Treinamento do algoritmo para analisar as
informações, identificar padrões e a
precisar a previsão.
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
DIFERENÇA DA IA E O MACHINE LEARNING.
Subconjunto do Machine Learning que
utiliza o conceito de Redes Neurais
Artificiais e que permitem o aprendizado a
padrões cada vez mais e mais complexos.
o A IA Generativa é um subconjunto do
Deep Learning.
8.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
CRONOLOGIA DA IA (E DA IA GENERATIVA)
Conferência de
Dartmouth
Ponto de partida oficial da IA
como campo científico.
Surgimento do termo
“Inteligência Artificial”.
Alan Turing propõe a
realização do Teste de Turing
Avaliar se computador é capaz
de replicar comportamento
inteligente do ser humano.
Considerado marco inicial da IA.
1950
1956
Sistema de
reconhecimento de voz
Google lança um sistema de
reconhecimento por voz baseado em
Processamento de Linguagem
Natural (PLN).
Isso estabelece a base do que mais
tarde servirá de base para assistentes
virtuais (Siri e Alexa).
1997
2008
Lançamento do Deep
Blue pela IBM
Computador Deep Blue
derrota o, na época,
campeão mundial de
xadrez, Garry Kasparov.
Um marco nos sistemas
reativos de IA de baseados
em lógica e predição.
9.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
Crescimento
exponencial
Crescimento exponencial de dados e
poder computacional viabiliza modelos
de larga escala.
Proposição do conceito de GANs
(Redes Geradoras Adversariais)
GANs são duas redes neurais
(geradora e discriminadora)
treinadas de forma
competitiva.
Início da IA Generativa
moderna, utilização das GANs
em áreas diversas.
IA generativa acessível ao
público, saindo do meio
acadêmico e alcançando
usuários comuns.
Melhoria de diversas outras
ferramentas de IA generativa
foram impulsionadas,
2014
2022
Lançamento do Chat
GPT pela Open AI
2010
Década de
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
CRONOLOGIA DA IA GENERATIVA
10.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
O que é a IA Generativa?
o Definição: Conjunto de métodos e aplicações capazes de gerar conteúdos com caraterísticas indistinguíveis das que um
ser humano produziria;
o Popularização em 2023;
o Aprendizagem a partir de uma coleção considerável de dados fornecidos e de exemplos reais;
o Produção de novos conteúdos a partir das instruções de geração de um utilizador humano.
11.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
o Capacidade de geração de novos conteúdos em vez de realizar apenas análise, classificação ou previsão com base em dados existentes.
o A IA discriminativa responde a perguntas como: "Isso é um gato ou um cachorro?“ Já a IA generativa tenta criar algo novo, como: "Gere
uma imagem de um gato ou de um cachorro."
TIPO DE IA FUNÇÃO PRINCIPAL APLICAÇÃO PRÁTICA
IA Discriminativa
Classifica ou reconhece
padrões nos dados.
Detecção de um spam ou
reconhecimento facial.
IA Generativa
Cria novos dados
similares aos dados de
treinamento.
Criação de uma imagem
ou de uma música nova.
INTRODUÇÃO À IA GENERATIVA
COMO A IA GENERATIVA DIFERE DAS DEMAIS IAS?
DESCRIMINATIVO GENERATIVO
12.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
MODELOS DE IA GENERATIVA
AUTOENCODERS
1) Codificação;
2) Decodificação.
VARIATIONAL
AUTOENCODERS
Conhecidos como VAEs.
1) Codificação;
2) Decodificação.
GENERATIVE
ADVERSARIAL
NETWORKS
Conhecidos como GANs.
“Dois modelos jogando um jogo”.
1) Gerador (Generator);
2) Discriminador (Discriminator).
TRANSFORMER
“Mecanismo de atenção”.
1) Encoder;
2) Decoder.
13.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
DIFUSION MODELS
1) Difusão (Noising);
2) Desdifusão (Denoising).
MULTIMODAL
MODELS
1) Codificação multimodal;
2) Fusão de Dados;
3) Decodificação.
VIDEO
GENERATIVE
MODELS
1) Entrada (Imput);
2) Geração quadro a quadro;
3) Coerência temporal;
4) Saída (Output).
GENERATIVE
PRETRAINED
TRANSFORMER
Conhecidos como GPTs.
1) Pretrained;
2) Fine-Tuning;
3) Generative.
MODELOS DE IA GENERATIVA
14.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
CASOS E USOS REAIS
SAÚDE
FACILITAÇÃO NA
COMUNICAÇÃO
FINANÇAS
GAMES
WEB DESIGN
ACESSIBILIDADE
PROGRAMAÇÃO
CODIFICAÇÃO
MANUFATURA
FILMES
MÚSICAS
IMAGENS
15.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
DESAFIOS ÉTICOS E CRÍTICOS
○ Direitos autorais: quem é o “autor” da obra gerada?
○ O impacto no trabalho dos criadores humanos.
Darren Aronofsky e Google Deepmind: IA
na criação de novas produções
This Girl Does Not Exist: Jogo
criado por IA Generativa
16.
IA Generativa
Grupo #8– Inteligência Artificial (IA)
DESAFIOS ÉTICOS E CRÍTICOS
○ Deepfakes e manipulação de informação;
IA Generativa: Canguru de apoio
emocional no aeroporto
Processamento de LinguagemNeural
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Conceito : É um ramo da Inteligência Artificial (IA) e da ciência da computação que permite que
computadores compreendam, interpretem e gerem linguagem humana (Machine Learning). Essa área da
IA visa construir sistemas que interagem com humanos através da linguagem natural, como texto ou voz,
de forma mais natural e eficiente.
Processamento de LinguagemNeural
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Análise de sentimentos: É uma aplicação da inteligência artificial que utiliza o processamento de
linguagem natural e análise de texto para identificar e classificar emoções expressas em um texto ou diálogo.
21.
Processamento de LinguagemNeural
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Modelos Avançados:
BERT (Bidirectional Encoder Representations from
Transformers): É um modelo de linguagem natural
desenvolvido pelo Google. É conhecido por sua
capacidade de compreender o contexto das palavras de
forma bidirecional (tanto antes quanto depois de uma
palavra), o que melhora significativamente a
compreensão da linguagem.
ATIVIDADE
•Abra a planilhaimagelab.xlms
•Habilite macros
•Clique na aba experimentos
•Há abas com imagens
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 31
32.
CONTEÚDOS
Visão Computacional: fundamentose uso de IA
09:55 32
1. O que é visão computacional
2. Imagens cinza e colorida
3. Processamento tradicional
4. Detecção tradicional
5. Videos
6. Detecção com IA
33.
O QUE ÉVISÃO COMPUTACIONAL?
•É o campo da computação que estuda como fazer com que
computadores 'vejam' e interpretem imagens e vídeos.
•O que se quer?
•A maquina deve extrair informações significativas de imagens
digitais para a tomada de decisão
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 33
34.
IMAGEM
DIGITAL
•Array bi-dimensional denúmeros (tons
de cinza, cores: intensidades) -> pixels
•Tons de cinza. Ex. 0=preto, 225=branco
• Cor: 3 arrays (RGB)
• Resolução: 128x128, 512x512, 640x480 (VGA),
1280x720(HD), 1920x1080(Full DH), etc.
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 34
35.
Formatos: GIF, TIF,
JPEG,PNG, BMP, etc.
Indexação: 0=preto, 1=Branco,
0.5=Cinza médio...
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 35
O QUE UMSISTEMA DE
VISÃO COMPUTACIONAL
TÍPICO FAZ?
•Entrada: imagem ou vídeo
•Processamento tradicional
•Transformações pixel-pixel, filtros espaciais, filtros de frequência
• Realce de linhas V/H, contraste, ruídos, contornos
•Reconhecimento de um padrão
•Saída: interpretação (ex: 'isso é um rosto')
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 46
LOG: g(x,y) =c.log(1 + f(x,y))
•Evidenciar regiões de pixels escuros
g
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 49
f
50.
HISTOGRAM EQUALIZATION
•Histograma: h(g(x,y))=númerode pixels com determinada
intensidade ou dentro de uma faixa (classe)
•Equaliza imagens muito claras ou escuras
•Melhora contraste
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 50
FILTROS ESPACIAIS
•Vizinhança deum pixel f(x,y)
• [f(x-1,y-1),...f(x+1,y+1)]
• Kernel w : operação na vizinhança
• Redução de ruídos, suavização, realce de características, etc.
• Kernels: média (box), gaussiano, mediana, Sobel, etc.
...
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 55
FILTROS EM FREQUÊNCIA
•Espectrode frequência
•Transformadas
•Fourier(DFT, FFT)
•Walsh-Hadamard, Wavelet, Radom
•Etc.
•Filtros
•Passa baixa
•Passa alta, etc.
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 62
DETECÇÃO
•Identificação de umpadrão em uma
imagem
•Pattern Recognition: probabilidade
•Decisão estatística: se a probabilidade de
ser um círculo for maior que 90% então
É UM CÍRCULO
•Processamento tradicional consegue
fazer detecções pela comparação de
contornos com padrões
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 65
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
•Problemas dedetecção mais complexos onde o
processamento tradicional falha
Se os pixels do centro
e das extremidades
foram escuros é um X
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 78
Se os pixels do centro
e das extremidades
foram claros é um O
79.
4 “X” DIFERENTES
3dos 5 pixels
têm o padrão do O
4 dos 5 pixels
têm o padrão do O
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 79
TODOS os 5 pixels
têm o padrão do O
TODOS os 5 pixels
têm o padrão do O
EXEMPLOS DE APLICAÇÕES
•🚗Carros autônomos: detecção de faixas, sinais e pedestres
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 91
92.
EXEMPLOS DE APLICAÇÕES
•🚗Carros autônomos: detecção de faixas, sinais e pedestres
•🏥 Medicina: detecção de tumores
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 92
93.
EXEMPLOS DE APLICAÇÕES
•🚗Carros autônomos: detecção de faixas, sinais e pedestres
•🏥 Medicina: detecção de tumores
•🌾 Agricultura: monitoramento por drone
•📅 Indústria: inspeção de qualidade
Visão Computacional: fundamentos e uso de IA
09:55 93
Robótica: Controle deMovimentos, Interação Homem-Robô, Robôs industriais, área de uso e robô de serviços
na FORMULA 1.
Apresentador: Maurício Cardoso Lima
108.
Introdução
A robótica modernavai além das fábricas e está muito presente na Fórmula 1. Este estudo analisa como
os robôs ajudam em várias etapas: desde a fabricação das peças dos carros até a análise dos dados
durante as corridas.
109.
Controle de Movimentos
NaFórmula 1, Também há máquinas que simulam o vento e as condições da corrida, permitindo testar e ajustar a
aerodinâmica do carro. Além disso, os simuladores que os pilotos usam têm plataformas robóticas que imitam o movimento
real do carro, como acelerar, frear e fazer curvas com telemetria zerada.
110.
Interação Homem-Robô
Na Fórmula1, a interação homem-robô acontece de diversas formas: engenheiros usam IA para
ajustes estratégicos durante as corridas; pilotos utilizam painéis com sensores e feedback tátil; e,
nos centros de desenvolvimento, robôs colaborativos auxiliam na análise de componentes.
111.
Robôs Industriais
A robóticaindustrial na fabricação de carros de F1. Braços robóticos executam tarefas como
soldagem a laser, pintura automatizada, e controle dimensional de peças.
112.
Áreas de Usona Fórmula 1
Os sistemas robóticos são empregados
operações logísticas e montagem dos boxes.
113.
Robôs de Serviços
Emboramenos visíveis, os robôs de serviço têm papel crescente nos bastidores da F1. Sistemas automatizados de
transporte de pneus, veículos a em paddocks,aeronaves, os robôs de inspeção técnica são exemplos.
114.
Casos Reais eInovação
Equipes como a Mercedes-AMG Petronas e a Ferrari Scuderia investem pesadamente
em automação e robótica. A Mercedes, por exemplo, utiliza robôs colaborativos na
montagem de sistemas híbridos.
115.
Futuro da Robóticana F1
Maior autonomia de sistemas de diagnóstico e manutenção preditiva - Integração com inteligência
artificial para tomada de decisões estratégicas- Aplicação de sensores biométricos no piloto e interação
em tempo real com sistemas robóticos Imagem sugerida:
116.
353 km/h, 17.000rpm, 500.000 linhas de código: a dinâmica computacional de
avanço rápido está no comando dos carros de F1 atuais. Não se trata apenas de
uma corrida – é uma guerra tecnológica.
118.
Robótica na Fórmula1: Aplicações e Estudos
1. Projeto F1-T.C.R. (Formula One Tire Changing Robot)
Um problema associado ao automobilismo é a diferença de tempo entre as equipes durante os pit stops, o que afeta substancialmente os
resultados finais. Além disso, uma alta porcentagem de acidentes na Fórmula 1 se deve a problemas nos pit stops. Trocar os pneus de um carro
quase em movimento, após atingir valores perigosos de pressão e temperatura, é um desafio muito arriscado, não importa o quão bem treinada
a equipe seja. Aproximadamente 15 a 25 pessoas estão constantemente expostas a sérios perigos. Os riscos assumidos são extremos e qualquer
ideia de reduzi-los sem afetar a qualidade da corrida deve ser considerada. Nossa ideia é construir um sistema totalmente robotizado que
assuma o processo de troca de pneus. Praticamente não haverá necessidade de intervenção humana. O sistema demonstrará notável precisão
de tempo, precisão e implicações de baixo risco.
Publicado em: Anais da Conferência Internacional IEEE sobre Robótica e Automação de 1999 (Cat. No. 99CH36288C)
Data da Conferência: 10 a 15 de maio de 1999
Data adicionada ao IEEE Xplore : 06 de agosto de 2002
ISBN impresso: 0-7803-5180-0
ISSN impresso: 1050-4729
DOI: 10.1109/ROBOT.1999.769999
Editora: IEEE
Local da conferência: Detroit, MI, EUA
119.
Aprendizado de Máquina
Grupo#8 – Inteligência Artificial (IA)
O que é aprendizado de máquina de verdade?
Figura 1. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt
“uma imagem criativa e “brincalhona” sobre o tema”.
120.
Aprendizado de máquinaVive
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 2. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “rie uma
imagem com as siglas da netflix, spotify, gmail, instagram, magazine luiza e
amazon”.
121.
Aprendizado de Máquina
Grupo#8 – Inteligência Artificial (IA)
Como elas aprendem?
Dados = Ingredientes
Algoritmo = Chefe de cozinha
Modelo = Receita aprendida
Previsão = Bolo pronto!
Figura 3. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt
“Gere uma imagem com mesa de cozinha, um chef, ingredientes e um
bolo pronto”.
122.
“Ciclo” do Aprendizadode Máquina
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 4. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt
“Gere um fluxo didático que explique como funciona a ML”.
Input de dados: Limpeza,
transformação, seleção de
características, divisão dos dados
Fase de treino: Treinamento do
modelo, validação e ajuste de
hiperparâmetros
Criação do modelo: Levantamento do
tipo de problema, características do
dado, requisitos, exemplos de
algoritmos
Inferência: Pronto para ser utilizado,
novos dados, novas saídas,
123.
Redes Neurais Artificiais- A mais complexa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 5. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “Você
poderia criar uma imagem de redes neurais?”.
124.
Redes Neurais Artificiais- A mais complexa
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 6. Imagem retirada do site da usp. Fonte:
https://sites.icmc.usp.br/andre/research/neural/#:~:text=Redes%20Neurais%20Arti
ficiais%20s%C3%A3o%20t%C3%A9cnicas,adquirem%20conhecimento%20atrav
%C3%A9s%20da%20experi%C3%AAncia.
125.
Redes Neurais ArtificiaisMais Profundas ou com mais camadas?
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
126.
Utilização da MLde acordo com os pilares
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Aprendizado de
máquina
Não supervisionado
Supervisionado
Classificação Regressão Agrupamento Associação Sumarização
127.
Pilares do Aprendizadode Máquina - Aprendizado supervisionado
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Supervisionado
Classificação Regressão
Classificação de e-mails: Spam/Não Spam
Reconhecimento de imagens: Pessoas, carros e etc
Detecção de fraudes: Transações fraudulentas
Previsão de preço de Imóveis
Previsão de vendas
Estimativas de tempo de viagens
Previsão de consumo: Energia, gás, água e etc.
Estimativa de idade em reconhecimento facial
128.
Pilares do Aprendizadode Máquina - Aprendizado não supervisionado
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Não supervisionado
Agrupamento Associação Sumarização
Segmentação de clientes: empresas de varejo,
e-commerce e serviços
Organização de documentos: Notícias, artigos,
e-mails, relatórios
Sistemas de recomendação: Netflix, Spotify,
Amazon
Otimização de logística e rota
Análise da cesta de compras: Varejo
Otimização de catálogos e Menus: Restaurantes e
serviços.
Análise de dados genômicos
Pré-processamento de imagens
Reclamações de clientes
129.
Aprendizado de Máquina- Aprendizado por Reforço
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 7. Imagem gerada usando o Gemini (Pro) a partir do prompt “Crie uma
imagem de um humano dando um petisco como recompensa a um robô”.
130.
Aprendizado de Máquina- Aprendizado por Reforço
Grupo #8 – Inteligência Artificial (IA)
Figura 8.
Fonte: Free Code Camp
131.
Conclusão e Referências
Arobótica é parte integrante do ecossistema tecnológico da Fórmula 1, impactando
desde a fabricação até a performance em pista. A sinergia entre controle de
movimentos, interação homem-máquina e robótica de serviço impulsiona a inovação
contínua. Estudar a F1 sob esse prisma permite compreender como a robótica molda o
futuro da mobilidade e da engenharia.
Referências: - Wright, P. (2001). Formula One Technology - FIA Technical Reports
(https://www.fia.com) - ABB Robotics – Aplicações na indústria automotiva -
McKinsey & Company (2023). Future of Mobility & Automation.
132.
REFERÊNCIAS
Visão Computacional: fundamentose uso de IA
09:55 132
• Gonzales & Woods: Digital Image Processing – Pearson – 4ª edição
• Code.org: How Computer Video Works
-https://www.youtube.com/watch?v=2hXG8v8p0KM
• Shah, Mubarak: UCF Center For Research in computer vídeo. Lecture 1 – Introduction
to
Computer Vision
-https://www.youtube.com/watch?v=oGvHtpJMO3M&t=420s
• AltexSoft: Computer Video: how applications Work
- https://www.youtube.com/watch?v=715uLCHt4jE
• 3Blue1Brown: But what is a neural network? | Deep learning chapter 1
• https://www.youtube.com/watch?v=aircAruvnKk