Este poema descreve as características e comportamentos de um gato chamado Sabiá, incluindo dormir muito, subir em telhados, cair sempre em pé, gostar de se esconder em lugares estranhos, observar o mundo da janela, e se alongar ao sol. Apesar de não demonstrar afeto como um cão, o gato Sabiá se aproxima do autor e dá um "chi-coração", mostrando que ele sente a presença do outro.