O documento analisa a relação entre o desenho e a produção de pensamento, utilizando conceitos da filosofia contemporânea, como intensidade e experiência do fora. O desenho é abordado como uma força intensiva que não apenas registra, mas também atua como uma ferramenta criativa que possibilita a formação de novas ideias. A pesquisa propõe que desenhar pode ser uma prática que gera pensamento, quebrando a representação mimética da realidade e explorando intensidades e repetições no ato criativo.