AULA 1
NR 15
INSTRUTOR
GEOVANIOTAVIANO DA CUNHA
RODRIGUES ENGENHEIRO DE
SEGURANÇA DO TRABALHO
INSTRUTOR RAC´S VALE
CREDENCIADO
ATIVIDADES E
OPERAÇÕES
INSALUBRES
2.
Trazer aos alunosa importância do
monitoramento dos riscos ambientais, normas
aplicáveis, metodologias utilizáveis e
aplicação pratica no campo de trabalho
OBJETIVO DA AULA
PÚBLICO ALVO
Alunos do curso de Técnico de segurança do trabalho
da faculdade Faculdade Senac Contagem
3.
Esse material foidesenvolvido pela Escola da
Prevenção.
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Ajude as empresas brasileiras que se dedicam a
produção de conteúdo na área de segurança do
trabalho.
Obrigado!
Herbert Bento da Escola da Prevenção
BREVE DESCRIÇÃO DA NR 15 ATIVIDADES
E OPERAÇÕES INSALUBRES
ANEXO 1- Ruido Continuo e Intermitente
–
ANEXO 2 – Ruido de Impacto –
ANEXO 3 – Exposição ao Calor
ANEXO 5 – Radiação Ionizante
ANEXO 8 – Vibração
ANEXO 12 – Poeira Mineral
RISCOS AMBIENTAIS
FISICOS, QUIMICOS, BIOLOGICOS,
ERGONÔMICOS E DE ACIDENTES
GRUPOS HOMOGENIOS
NHO – NORMAS DE HIGIENE
OCUPACIONAL
NHO 1 – RUIDO
NHO 3 – ANALISE GRAVIMETRICA
AERODISPERSOIDES (POEIRA MINERAL)
NHO 05 – RAIO X
NHO – 09 VIBRAÇÃO CORPO INTEIRO
NHO 10 – VIBRAÇÃO MÃOS E BRAÇOS
LTCAT
LAUDO TECNICO DE CONDIÇÔES AMBIENTAIS DE
TRABALHO
COMO FAZER, PORQUE FAZER E ONDE SE APLICA.
CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO
4.
INTRODUÇÃO
RISCOS AMBIENTAIS
Conceito:Pode se dizer que é tudo que esta presente no ambiente de
trabalho e que tem um potencial de causar danos ou doenças ao
trabalhador.
Grupo Homogêneo
Tecnica utilizada para agrupar
trabalhadores de uma empresa que
estão expostos a riscos semelhantes
no ambiente de trabalho
5.
• Anexo Ie II NR 15 –Avaliações de Ruído
Dosimetria.
• Anexo III – Medição de calor- IBUTG
• Anexo VIII – VCI- Vibração de corpo inteiro e VMB –
Vibração de Mão e Braços
• Anexo XII- Poeiras Minerais particulados
PRINCIPAIS PONTOS A SE DESTACAR NA NR 15
6.
Deve se seguira NHO – 01
Porque fazer?
Parte integrante do PGR – Programa de gerenciamento de riscos
Ações trabalhistas
Melhorias no controle dos riscos no ambiente
de trabalho e melhor gestão de SST
AVALIAÇÕES DE RUIDO CONTINUO E
INTERMITENTE
DECIBELIMETRO
Como fazer?
Limite de tolerância – Mínimo
85 db(a) e 115 db(a) Máximo
Dosímetro (mais utilizado) e Decibelímetro
Circuitos de compensação A e resposta lenta (slow), feitas próximo ao ouvido do
trabalhador
Equipamentos devidamente calibrados e com certificado de calibração.
Pegar o máximo de horas de exposição possível do trabalhador.
Resultado deve ser interpretado após emissão do relatório da medição do aparelho
Jogar na formula para obter o resultado da medição.
Cn indica o tempo total que o trabalhador fica exposto a um nível de ruído específico, e Tn
indica a máxima exposição diária permissível a este nível, segundo o Quadro.
DOSIMETRO
7.
AVALIAÇÕES DE RUIDODE IMPACTO
Como fazer?
Deve-se interpreter o resultado dado pelo aparelho e depois
jogar na formula
Colocar o aparelho na lapela (camisa) ou proximo ao ouvido, efetuar as calibrações e
conversar como o trabalhador para que se tenha maximo de Cuidado como o aparelho e
deixar o mesmo mais a vontade possivel
Entende-se por ruído de impacto aquele que apresenta picos de energia
acústica de duração inferior a 1 (um) segundo, a intervalos superiores a 1
(um) segundo.
Os níveis de impacto deverão ser avaliados em decibéis (dB), com medidor de
nível de pressão sonora operando no circuito linear e circuito de resposta para
impacto. As leituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador. O limite
de tolerância para ruído de impacto será de 130 dB (linear). Nos intervalos entre
os picos, o ruído existente deverá ser avaliado como ruído contínuo
8.
Como fazer
Instalaro aparelho em local de maior exposição do trabalhador ao calor, analisar o
ambiente de trabalho para melhor escolha
Calibrar o equipamento no local – realizar a medição da temperatura inicial do ambiente
para logo em seguida proceder com a avaliação
Nota: Devem ser realizadas medições em cada situação térmica que compõe o ciclo de
exposição a que o trabalhador fica submetido. Ressalta-se que o número de situações
térmicas pode ser superior ao número de pontos de trabalho, visto poderem ocorrer
duas ou mais situações térmicas distintas no mesmo ponto.
Para as medições deve se cria uma planilha anotando os seguintes dados
a data e o horário de início e fim da medição; • a descrição das características ambientais
e operacionais que a compõem; • os dados obtidos nas medições de temperaturas; • os
dados de cronometragem do tempo de duração da situação.
b) para cada atividade física identificada: • a descrição das operações e dos
procedimentos que a compõem; • os dados de cronometragem do tempo de duração da
atividade.
c) descrição detalhada das características da vestimenta e dos equipamentos de
proteção individual utilizados pelo trabalhador, visando ao enquadramento no Quadro 2
do item 5.5 da NHO 06.
d) identificação do responsável pela elaboração da planilha de campo.
MEDIR TAMBEM NOS LOCAIS DE DESCANSO
Avaliação de Calor NHO 06
IBUTG é a sigla para Índice de Bulbo
Úmido - Termômetro de Globo, um
parâmetro que avalia a exposição ao
calor no ambiente de trabalho
9.
LIMITE DE TOLERÂNCIA
QUADRO1 ANEXO III
FORMULA PARA
CALCULO
M = taxa metabólica média ponderada no tempo em W
Taxa metabólica(a) (W) = Conforme atividade que esta sendo desempenhada
10.
VIBRAÇÃO DE CORPOINTEIRO
A avaliação da exposição ocupacional à vibração de corpo
inteiro deverá ser feita utilizando-se sistemas de medição
que permitam a determinação da aceleração resultante de
exposição normalizada (Aren) e do valor da dose de
vibração resultante (VDVR), parâmetros representativos da
exposição diária do trabalhador.
Aceleração resultante de exposição parcial (arep) -
corresponde à aceleração média resultante representativa
da exposição ocupacional relativa à componente de
exposição “i”, ocorrida em uma parcela de tempo da jornada
diária, considerando os três eixos ortogonais X-Y-Z
Avaliar as duas mãos não somente uma, pois não sabemos qual mão vibra mais,
portanto deve-se avaliar as duas nas mesmas condições
VCI- Vibração de corpo inteiro e VMB
Vibração de Mão e Braços
LIMITE DE TOLERÂNCIA NHO 09:
O limite de exposição ocupacional
diária à vibração de corpo inteiro,
adotado nesta norma
corresponde a um valor da
aceleração resultante de
exposição normalizada (Aren) de
1,1 m/s² e ao valor da dose de
vibração resultante (VDVR) de 21
m/s 1,75
11.
VIBRAÇÃO DE CORPOINTEIRO
Aceleração resultante de exposição normalizada (aren):
corresponde à aceleração resultante de exposição (are)
convertida para uma jornada diária padrão de 8 horas.
Valor da dose de vibração resultante (VDVR): corresponde
ao valor da dose de vibração representativo da exposição
ocupacional diária, considerando a resultante dos três eixos
de medição, que pode ser obtido por meio da expressão
que segue:
VCI- Vibração de corpo inteiro e VMB
Vibração de Mão e Braços
NOTA: Existem planilhas de Excel
que você adquiri que simplifica
bastante os cálculos
12.
VIBRAÇÃO MÃOS EBRAÇOS
Falando agora sobre Vibração de mãos e Braços
precisamos das variáveis abaixo para se fazer os
cálculos e chegar ate Aceleração resultante de
exposição normalizada (Aren): corresponde à aceleração
resultante de exposição (are) convertida para uma
jornada diária padrão de 8 horas
Aceleração média resultante (amr) : corresponde à raiz
quadrada da soma dos quadrados das acelerações médias,
medidas segundo os três eixos ortogonais “x”, “y” e “z”
Aceleração média de exposição parcial (amep ): corresponde
à aceleração média representativa da exposição ocupacional
relativa à componente de exposição “i”, ocorrida em uma
parcela de tempo da jornada diária, obtida segundo um
determinado eixo de direção “j”, sendo que “j” corresponde aos
eixos ortogonais “x”, “y” ou “z”
Aceleração resultante de exposição parcial (arepi):
corresponde à aceleração média resultante representativa da
exposição ocupacional relativa à componente de exposição “i”,
ocorrida em uma parcela de tempo da jornada diária,
considerando os três eixos ortogonais.
13.
Deve avaliaro local de trabalho, obter informações
precisas sobre a atividade que será avaliada, de
preferência histórico da atividade e porque da avaliação.
Consultar o manual do fabricante do equipamento,
ferramenta ou maquinário em que se ira realizar a
medição.
Idade do equipamento, condições de manutenção do
equipamento.
Em caso de veículos, ou equipamentos auto propelidos
(movidos a motores a combustão) levar em consideração
o trajeto, local onde o equipamento esta rodando
(asfalto, terreno natural)
Obter o máximo de informações possível sobre as
avaliações.
PRECAUÇÕES ANTES DE INICIAR MEDIÇÕES DE VIBRAÇÃO
14.
Poeiras Minerais particulados
ANEXOXII da NR 15 e NHO 08
A NR 15 TRATA DE TRÊS EM PARTICULAR
1 - ASBESTOS –
Entende-se por "asbesto", também denominado amianto, a forma fibrosa
dos silicatos minerais pertencentes aos grupos de rochas metamórficas
das serpentinas, isto é, a crisotila (asbesto branco)
2 - MANGANÊS E SEUS COMPOSTOS
Extração do próprio mineral
Solda com eletrodo
3 - SÍLICA LIVRE CRISTALIZADA / POEIRA RESPIRAVEL
Extração e beneficiamento de quartzo, mineração, extração de areia sem
draga.
LIMTE DE TOLERÂNCIA PARA ASBESTO
O limite de tolerância para fibras respiráveis de
asbesto crisotila é de 2,0 f/cm3
MANGANÊS
O limite de tolerância para manganês 1mg/m3 no ar,
para jornada de até 8 (oito) horas por dia.
Coleta das amostrasa) calibrar a bomba de amostragem; b) montar o
sistema de coleta acoplando o dispositivo de coleta à bomba de
amostragem por meio da mangueira; c) instalar o sistema de coleta no
trabalhador ou posicioná-lo por meio de um tripé no local de trabalho a ser
avaliado, conforme ilustrado no Anexo A; d) verifi car se a entrada de ar
do dispositivo de coleta está livre e ligar a bomba de amostragem; e)
anotar data, horário do início da coleta, código do fi ltro, número da bomba
de amostragem e demais dados em um formulário de registro, conforme
modelo apresentado no Anexo G; f) acompanhar e observar o processo e
as atividades de trabalho, assim como as ocorrências que podem interferir
nos resultados durante o período de coleta;
COMO FAZER AMEDIÇÃO DE PARTICULADOS NA
PRATICA
Coleta das amostras
a) calibrar a bomba de amostragem
b) montar o sistema de coleta acoplando o dispositivo de coleta à bomba de
amostragem por meio da mangueira;
c) c) instalar o sistema de coleta no trabalhador ou posicioná-lo por meio de
um tripé no local de trabalho a ser avaliado, conforme ilustrado no Anexo
A;
d) d) verificar se a entrada de ar do dispositivo de coleta está livre e ligar a
bomba de amostragem; e) anotar data, horário do início da coleta, código
do filtro, número da bomba de amostragem e demais dados em um
formulário de registro, conforme modelo apresentado no Anexo G;
e) f) acompanhar e observar o processo e as atividades de trabalho, assim
como as ocorrências que podem interferir nos resultados durante o
período de coleta;
f) Realizar mais de uma amostra caso necessário.