Hoje o riso chorou
Não tem como definir o sentimento relacionado à morte, senão de dor, saudade, tristeza.
Morre alguém que sai no obtuário e lá vem aquela dor, aquele sentimento de que perdemos alguém. Mesmo não sendo de nosso relacionamento.
Morre um conhecido, um ente querido, quanta dor no coração. O mundo parece que desaba naquele instante.
Morre um artista, quanta tristeza. Parece estar morrendo um pedaço da gente. Aliás, só de falar em morte, já nos associamos a perda, redução, menos, fim.
E como definir a morte de alguém que tinha a missão de nos fazer felizes. Nos proporcionar alegria?
Como não sofrer com a morte de alguém que fazia rir até os parceiros de palco ou de gravação? Como não sentir o falecimento de Nair Belo?
É, aquela da Globo, que se saia bem em qualquer papel, desde que fosse ligado ao humor.
Aquela que sabia fazer piada da própria piada e pegava todo mundo despreparado, chegando ao ponto de criar um clima impróprio para a continuidade da gravação?
Enfim, como não sofrer com a morte da alegria, do talento, do humor?
Pois é chegado o momento: perdemos Nair Belo. Aquela que nos alegrava nos finais de semanas, até para nos ajudar a suportar as semanas com seus muitos problemas.
O humor está de luto. A tristeza tomou conta. Onde havia muitos risos, pelo menos por um tempo estará ocupando o seu lugar, a tristeza generalizada.
Mas até entendo que alguém, que em toda sua vida teve a preocupação única de proporcionar alegria a todos nós, por certo tem um lugar especial reservado no céu.
E com isso, sorte dos que lá a estão aguardando. Imagina ela com Golias, com Chacrinha, com Walter D´Ávila, Oscarito, e tantos outros.
Hoje tem festa no céu.
Uma singela homenagem de Renato Cardoso
www.vivendobauru.com.br

Nair Belo Dor

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    Não tem comodefinir o sentimento relacionado à morte, senão de dor, saudade, tristeza.
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    Morre alguém quesai no obtuário e lá vem aquela dor, aquele sentimento de que perdemos alguém. Mesmo não sendo de nosso relacionamento.
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    Morre um conhecido,um ente querido, quanta dor no coração. O mundo parece que desaba naquele instante.
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    Morre um artista,quanta tristeza. Parece estar morrendo um pedaço da gente. Aliás, só de falar em morte, já nos associamos a perda, redução, menos, fim.
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    E como definira morte de alguém que tinha a missão de nos fazer felizes. Nos proporcionar alegria?
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    Como não sofrercom a morte de alguém que fazia rir até os parceiros de palco ou de gravação? Como não sentir o falecimento de Nair Belo?
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    É, aquela daGlobo, que se saia bem em qualquer papel, desde que fosse ligado ao humor.
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    Aquela que sabiafazer piada da própria piada e pegava todo mundo despreparado, chegando ao ponto de criar um clima impróprio para a continuidade da gravação?
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    Enfim, como nãosofrer com a morte da alegria, do talento, do humor?
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    Pois é chegadoo momento: perdemos Nair Belo. Aquela que nos alegrava nos finais de semanas, até para nos ajudar a suportar as semanas com seus muitos problemas.
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    O humor estáde luto. A tristeza tomou conta. Onde havia muitos risos, pelo menos por um tempo estará ocupando o seu lugar, a tristeza generalizada.
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    Mas até entendoque alguém, que em toda sua vida teve a preocupação única de proporcionar alegria a todos nós, por certo tem um lugar especial reservado no céu.
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    E com isso,sorte dos que lá a estão aguardando. Imagina ela com Golias, com Chacrinha, com Walter D´Ávila, Oscarito, e tantos outros.
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    Uma singela homenagemde Renato Cardoso
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