MÓDULO MTD 2608
MANUAL TEÓRICO E
PRÁTICO
MÓDULO MTD 2608
COM CAIXA DE COMPONENTES
MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO
TERMO DE GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA
TERMO DE GARANTIA
1. A DATAPOOL ELETRÔNICA LTDA. garante este equipamento contra quaisquer defeitos de material ou
fabricação que nele se apresentem, em condições normais de uso e manutenção, pelo prazo de 3 (três)
meses (garantia legal), mais 9 (nove) meses de garantia adicional, num total de 1 (um) ano, contados a
partir da data de emissão da Nota Fiscal de Venda.
2. Qualquer defeito que, eventualmente, se apresente dentro do prazo de validade deve ser
imediatamente notificado à Assistência Técnica da Datapool.
3. A DATAPOOL reparará o equipamento sem custo nenhum para o proprietário, desde que este seja
enviado à DATAPOOL, com os custos de transporte sob responsabilidade do proprietário e
acompanhado da Nota Fiscal de Venda.
4. O reparo, a critério da DATAPOOL, poderá incluir a substituição de componentes e placas por novos ou
recondicionados equivalentes. As partes substitutas serão garantidas pelo restante do prazo original. As
partes substituídas se tornarão propriedade da DATAPOOL.
5. A Garantia não cobre:
a. Equipamentos que tenham tido o número de série alterado ou adulterado;
b. Defeitos ou danos resultantes de uso abusivo ou incorreto do equipamento, tais como peças
arranhadas, trincadas ou quebradas, derramamento de alimentos ou líquidos de qualquer
natureza e outros;
c. Defeitos ou danos provocados por acidentes, desastres e causas naturais, tais como quedas,
incêndios, inundações, exposição excessiva a calor, descargas elétricas, maresia e outros;
d. Defeitos ou danos resultantes de limpeza ou instalação feitas em desacordo com o Manual de
Operação, Manutenção e Ajustes;
e. Defeitos ou danos resultantes de alterações, modificações ou reparos efetuados por pessoas
não autorizadas pela DATAPOOL;
f. Defeitos ou danos resultantes do não cumprimento rigoroso das instruções dos manuais do
equipamento na realização dos experimentos didáticos e testes;
g. Defeitos ou danos resultantes da realização de experimentos e testes não previstos nos
manuais do equipamento.
6. Em hipótese alguma a DATAPOOL assumirá responsabilidade, superior ao preço da compra do
equipamento, por quaisquer perdas, inconveniências, prejuízos ou danos diretos ou indiretos,
resultantes do uso ou da impossibilidade do uso do equipamento.
7. Em especial, considerando que os experimentos e testes envolvendo a conexão dos módulos à rede
elétrica devem ser realizados ou supervisionados por profissional habilitado, a DATAPOOL não assume
quaisquer responsabilidades por acidentes e danos pessoais no uso de seus equipamentos.
ASSISTÊNCIA TÉCNICA
1. Após o término do prazo de garantia, se o equipamento necessitar de manutenção ou assistência
técnica, a DATAPOOL ELETRÔNICA deve ser notificada e o equipamento enviado à DATAPOOL, com
os custos de transporte sob responsabilidade do proprietário. Não serão recebidos equipamentos com
frete a pagar.
2. O reparo, a critério da DATAPOOL, poderá incluir a substituição de componentes, placas e
equipamentos por novos ou recondicionados equivalentes.
TERMO DE GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA
DADOS DO EQUIPAMENTO
O preenchimento dos dados abaixo é essencial para a utilização da Garantia e Assistência Técnica dos
Produtos DATAPOOL.
DADOS DO EQUIPAMENTO
MODELO Nº DE SÉRIE Nº DA NOTA FISCAL DATA DE COMPRA
DADOS DO PROPRIETÁRIO
NOME / RAZÃO SOCIAL
ENDEREÇO
CIDADE ESTADO CEP
TELEFONE FAX E-MAIL
CONTATO
OBSERVAÇÕES
FALE CONOSCO
Estamos implantando nosso Sistema de Gestão da Qualidade, que visa, dentre outras metas, a melhoria
contínua de nossos produtos e serviços. Envie suas dúvidas, sugestões de melhoria, opiniões sobre nossos
produtos, reclamações e críticas. Agradecemos a sua contribuição.
DATAPOOL ELETRÔNICA LTDA.
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MÓDULO MTD 2608 com CAIXA DE COMPONENTES
MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO
SUMÁRIO
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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SUMÁRIO
CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO MTD 2608 1
1.1 CHAVES DE DADOS 1
1.2 BOTOEIRAS COM E SEM RETENÇÃO 2
1.3 LED`S DE MONITORAÇÃO 2
1.4 EXPERIÊNCIA 3
1.5 CONECTORES DE FONTES DE ALIMENTAÇÃO 4
1.6 CONECTORES DE EXPANSÃO 4
1.7 PROTOBOAD OU MATRIZ DE CONTATOS 4
1.8 PONTA DE PROVA 5
1.9 BUZZER 6
1.10 FREQUÊNCIAS FIXAS 6
1.11 – MXD - EXPANSOR DIGITAL 7
1.12 CIRCUITOS OPCIONAIS 8
1.12.1 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 01 8
1.12.2 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 02 9
1.12.3 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 03 9
CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS 11
2.1 INTRODUÇÃO 11
2.2 EXPERIÊNCIAS 1 E 2: FUNÇÃO LÓGICA GATES “E” (AND) 12
2.2.1 RESUMO 12
2.2.2 OBJETIVO 12
2.2.3 MATERIAL NECESSÁRIO 13
2.2.4 EXPERIÊNCIA 1: GATE “E” DE DUAS ENTRADAS 13
2.2.4.1 PROCEDIMENTOS 13
2.2.5 EXPERIÊNCIA 2: “E” DE QUATRO ENTRADAS 15
2.2.5.1 PROCEDIMENTOS 15
2.2.6 DEMORA DE PROPAGAÇÃO (DELAY TIME) 17
2.2.7 EXERCÍCIOS 18
2.3 EXPERIÊNCIAS 3 E 4: FUNÇÃO LÓGICA GATE “OU” (OR) 19
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SUMÁRIO
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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2.3.1 RESUMO 19
2.3.2 OBJETIVO 19
2.3.3 MATERIAL UTILIZADO 20
2.3.4 EXPERIÊNCIA 3: “OU” DE DUAS ENTRADAS 20
2.3.4.1 PROCEDIMENTOS 20
2.3.5 EXPERIÊNCIA 4: “OU” DE QUATRO ENTRADAS 21
2.3.5.1 PROCEDIMENTOS 21
2.3.6 ANÁLISE DE DEMORA 23
2.3.7 EXERCÍCIOS 24
2.4 EXPERIÊNCIA 5: FUNÇÃO LÓGICA GATE “INVERSORA” (NOT) 25
2.4.1 RESUMO 25
2.4.2 OBJETIVO 26
2.4.3 MATERIAL UTILIZADO 26
2.4.4 PROCEDIMENTO 26
2.4.5 ANÁLISE DE DEMORA 27
2.4.6 FAN-OUT (CAPACIDADE DE CARGAS) 27
2.4.7 EXERCÍCIOS 28
2.5 EXPERIÊNCIAS 6 A 8: FUNÇÃO LÓGICA GATE “NÃO-E” (NAND) 29
2.5.1 RESUMO 29
2.5.2 OBJETIVO 29
2.5.3 MATERIAL UTILIZADO 30
2.5.4 EXPERIÊNCIA 6: “NÃO-E” DE DUAS ENTRADAS 30
2.5.4.1 PROCEDIMENTOS 30
2.5.5 EXPERIÊNCIA 7: “NÃO-E” DE TRÊS ENTRADAS 31
2.5.5.1 PROCEDIMENTOS 31
2.5.6 EXPERIÊNCIA 8: GATE “NÃO-E” FUNCIONANDO COMO INVERSOR 32
2.5.6.1 PROCEDIMENTOS 32
2.5.7 EXERCÍCIOS 33
2.6 EXPERIÊNCIAS 9 A 11: FUNÇÃO LÓGICA GATE “NÃO-OU” (NOR) 33
2.6.1 RESUMO 33
2.6.2 OBJETIVO 34
2.6.3 MATERIAL UTILIZADO 34
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SUMÁRIO
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2.6.4 EXPERIÊNCIA 9: “NÃO-OU DE DUAS ENTRADAS 35
2.6.4.1 PROCEDIMENTOS 35
2.6.5 EXPERIÊNCIA 10: “NÃO-OU” DE TRÊS ENTRADAS 36
2.6.5.1 PROCEDIMENTOS 36
2.6.6 EXPERIÊNCIA 11: GATE “NÃO-OU” FUNCIONANDO COMO INVERSOR 36
2.6.6.1 PROCEDIMENTOS 36
2.6.7 EXERCÍCIOS 37
2.7 EXPERIÊNCIA 12: FUNÇÃO LÓGICA “OU-EXCLUSIVO” (XOR) 38
2.7.1 RESUMO 38
2.7.2 OBJETIVO 38
2.7.3 MATERIAL UTILIZADO 39
2.7.4 PROCEDIMENTOS 39
2.7.5 EXERCÍCIOS 41
CAPÍTULO 3 - TEOREMA DE “DE MORGAN” 43
3.1 RESUMO 43
3.2 EXPERIÊNCIA 1: EQUIPAMENTO ENTRE AS FUNÇÕES “NÃO-E” E “OU” (DUAS
ENTRADAS) 43
3.2.1 OBJETIVO 43
3.2.2 MATERIAL NECESSÁRIO 44
3.2.3 PROCEDIMENTOS 45
3.2.4 CONCLUSÃO 46
3.3 EXPERIÊNCIA 2: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “NÃO OU” E “E” (DUAS
ENTRADAS) 46
3.3.1 OBJETIVO 46
3.3.2 MATERIAL NECESSÁRIO 47
3.3.3 PROCEDIMENTOS 48
3.3.4 CONCLUSÃO 49
3.4 EXPERIÊNCIA 3: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “OU” E “NÃO E” (TRÊS
VARIÁVEIS) 49
3.4.1 OBJETIVO 49
3.4.2 MATERIAL NECESSÁRIO 50
3.4.3 PROCEDIMENTOS 51
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3.4.4 CONCLUSÃO 52
3.5 EXPERIÊNCIA 4: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “E” E “NÃO OU” (TRÊS
VARIÁVEIS) 52
3.5.1 OBJETIVO 52
3.5.2 MATERIAL NECESSÁRIO 53
3.5.3 PROCEDIMENTOS 54
3.5.4 CONCLUSÃO 55
CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS 57
4.1 RESUMO 57
4.2 FLIP-FLOP S-R 57
4.3 FLIP-FLOP T 59
4.4 FLIP-FLOP D 60
4.5 FLIP-FLOP JK 60
4.6 TIPOS DE GATILHAMENTO DOS FLIP-FLOPS 61
4.7 FLIP-FLOPS GATILHÁVEIS DO TIPO MESTRE-ESCRAVO 63
4.7.1 FLIP-FLOP MESTRE-ESCRAVO COM DATA LOCK-OUT 64
4.8 PARÂMETROS IMPORTANTES DOS FLIP-FLOPS 65
4.9 EXPERIÊNCIA 1 66
4.9.1 MATERIAL NECESSÁRIO 66
4.9.2 PROCEDIMENTO 66
4.9.1 CONCLUSÃO 68
4.10 EXPERIÊNCIA 2 68
4.10.1 MATERIAL NECESSÁRIO 68
4.10.2 PROCEDIMENTO 68
4.10.1 CONCLUSÃO 69
4.11 EXPERIÊNCIA 3 70
4.11.1 MATERIAL NECESSÁRIO 70
4.11.2 PROCEDIMENTO 70
4.11.1 CONCLUSÃO 71
4.12 EXPERIÊNCIA 4 72
4.12.1 MATERIAL NECESSÁRIO 72
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4.12.2 PROCEDIMENTO 72
4.12.1 CONCLUSÃO 1 73
4.12.2 CONCLUSÃO 2 74
4.13 EXERCÍCIOS 75
CAPÍTULO 5 - CONTADORES 77
5.1 DEFINIÇÃO 77
5.2 CONTADORES RIPPLE (ASSINCRONO) 77
5.2.1 EXPERIÊNCIA 1 77
5.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 77
5.2.1.2 PROCEDIMENTO 77
5.2.2 EXPERIÊNCIA 2 79
5.2.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 79
5.2.2.2 PROCEDIMENTO 80
5.3 CONTADORES SÍNCRONOS 82
5.3.1. EXPERIÊNCIA 1 82
5.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 82
5.3.1.2 PROCEDIMENTO 82
5.4 CONTADORES SÍNCRONOS CONTROLADOS 84
5.5 CONTADORES EM ANEL 84
5.5.1 EXPERIÊNCIA 1 85
5.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 85
5.2.2.2 PROCEDIMENTO 85
CAPÍTULO 6 - REGISTRADORES 87
6.1 RESUMO 87
6.2 REGISTRADORES BUFFER 87
6.2.1 EXPERIÊNCIA 1 87
6.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 87
6.2.2 EXPERIÊNCIA 2 89
6.2.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 89
6.3 REGISTRADORES DE DESLOCAMENTO 91
6.3.1 EXPERIÊNCIA 1 91
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6.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 91
6.3.2 EXPERIÊNCIA 2 93
6.3.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 93
6.3.3 EXPERIÊNCIA 3 95
6.3.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO 95
6.4 CARREGAMENTO PARALELO 97
6.4.1 EXPERIÊNCIA 1: (OPCIONAL) 98
6.4.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 98
6.5 REGISTRADORES NA FORMA DE CI'S 100
CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148. 101
7.1 INTRODUÇÃO 101
7.1.1 CONVERSORES DE CÓDIGOS 101
7.1.2 CODIFICADOR 8 PARA 3 (CI 74LS148) 101
7.2 OBJETIVO 103
7.3 EXPERIÊNCIA 1: CODIFICADOR 4 ENTRADAS / 2 SAÍDAS 103
7.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO 103
7.4 EXPERIÊNCIA 2: CODIFICADOR 8 PARA 3 (CI 74LS148) 104
7.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO 104
CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES CI 74LS138 107
8.1 INTRODUÇÃO 107
7.1.1 CI 74LS138 108
8.3 EXPERIÊNCIA 2: DECODIFICADOR 1 PARA 8 (CI 74LS138) 110
8.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO 110
CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 113
9.1 RESUMO 113
9.2 EXPERIÊNCIA 1 114
9.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 114
9.3 DECODIFICADOR BCD PARA DECIMAL 115
9.3.1 EXPERIÊNCIA 2 115
9.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 115
9.4 DECODIFICADOR DRIVER 117
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9.4.1 DECODIFICADOR/DRIVERS BCD PARA 7 SEGMENTOS 117
9.4.1.1 EXPERIÊNCIA 3 119
CAPÍTULO 10 - CODIFICADORES 121
8.1 RESUMO 121
10.2 EXPERIÊNCIA 1 121
10.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 121
10.3 EXPERIÊNCIA 2 123
10.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO 123
10.4 CHAVES CODIFICADORAS 124
10.5 CONVERSORES DE CÓDIGOS 125
10.5.1 EXPERIÊNCIA 3 126
10.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 126
CAPÍTULO 11 - MULTIPLEXADORES 129
11.1 RESUMO 129
11.2 MULTIPLEXADOR DE 2 ENTRADAS 129
11.9.1 EXPERIÊNCIA 1 130
11.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 130
11.2.1.2 PROCEDIMENTO 130
CAPÍTULO 12 - DEMULTIPLEXADORES 133
12.1 RESUMO 133
12.2 DEMULTIPLEXADOR DE 4 SAÍDAS 134
12.2.1 EXPERIÊNCIA 1 134
12.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 134
12.3 DEMULTIPLEXADORES NA FORMA DE CI'S 136
12.3.1 DEMULTIPLEXADOR 74LS155 136
12.3.1.1 EXPERIÊNCIA 2 137
12.3.1.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 137
12.3.1.2 EXPERIÊNCIA 3 139
12.3.1.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 139
CAPÍTULO 13 - COMPARADORES DIGITAIS 141
13.1 RESUMO 141
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viii
13.2 EXPERIÊNCIA 1 141
13.2.1. EXPERIÊNCIA 2 141
13.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 141
13.3 EXPERIÊNCIA 2 142
13.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO 142
13.4 EXPERIÊNCIA 3 144
13.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO 144
13.5 EXPERIÊNCIA 4 145
13.5.1 MATERIAL NECESSÁRIO 145
13.6 EXPERIÊNCIA 5 146
13.6.1 MATERIAL NECESSÁRIO 146
13.7 EXPERIÊNCIA 6 147
13.7.1 MATERIAL NECESSÁRIO 147
CAPÍTULO 14 - GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE 149
14.1 RESUMO 149
14.2 CHEQUE DE PARIDADE 150
14.2.1 EXPERIÊNCIA 1 151
14.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 151
12.3 GERAÇÃO DE PARIDADE 152
14.3.1 EXPERIÊNCIA 2 153
14.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 153
CAPÍTULO 15 - CIRCUITOS ARITMÉTICOS 155
15.1 RESUMO 155
15.2 MEIO SOMADOR 155
15.2.1 EXPERIÊNCIA 1 156
15.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 156
15.3 MEIO SUBTRATOR 157
15.3.1 EXPERIÊNCIA 2 158
15.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 158
16.4 SOMADOR 159
15.4.1 EXPERIÊNCIA 3 161
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15.4.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 161
15.4.1.2 PROCEDIMENTO 161
15.5 SUBTRATOR 162
15.5.1 EXPERIÊNCIA 4 164
15.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 164
15.6 SUBTRAÇÃO ATRAVÉS DE SOMA 165
15.6.1 COMPLEMENTO DE UM NÚMERO BINÁRIO 165
15.6.2 COMPLEMENTO DE DOIS DE UM NÚMERO BINÁRIO 165
15.6.3 CIRCUITO SUBTRATOR SOMADOR 167
15.7 SOMADORES PARALELOS NA FORMA DE CI'S 168
15.7.1 EXPERIÊNCIA 5 169
15.7.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 169
15.8 LIGAÇÃO DE SOMADORES CI'S PARALELOS EM CASCATA 170
15.8.1 EXPERIÊNCIA 6 171
15.8.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 171
15.9 EXPERIÊNCIA 7 173
15.10 SOMADOR SÉRIE 174
15.8.1 FUNCIONAMENTO DO SOMADOR SÉRIE 175
15.11 OVERFLOW E UNDERFLOW NA ARITMÉTICA DO COMPLEMENTO DE 2 175
15.8.1 OVERFLOW E UNDERFLOW NA ADIÇÃO 175
15.8.2 OVERFLOW E UNDERFLOW NA SUBTRAÇÃO 176
15.8.3 DETEÇÃO DE OVERFLOW E UNDERFLOW 176
15.8.4 EXPERIÊNCIA 8 178
15.12 ARITMÉTICA BCD 178
CAPÍTULO 16 - UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU'S) 179
16.1 RESUMO 179
16.2 O 74LS181 179
16.2.1 EXPERIÊNCIA 1 181
16.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 181
16.3 USO DO COMPARADOR DO 74LS181 183
16.2.1 EXPERIÊNCIA 2 184
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16.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 184
CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS 187
17.1 RESUMO 187
17.2 MEMÓRIAS RAM'S 187
17.3 ORGANIZAÇÃO DE UMA MEMÓRIA RAM ESTÁTICA 188
17.4 TEMPOS IMPORTANTES DE MEMÓRIA 189
17.5 MEMÓRIAS RAM'S BIPOLARES E MOS 189
17.6 CONSTRUÇÃO DE MEMÓRIAS MAIORES 192
17.6.1 EXPERIÊNCIA 1 193
17.6.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 193
17.6.1.2 PROCEDIMENTO 193
17.7 MEMÓRIAS ROM 196
17.6.1 EXPERIÊNCIA 4 200
17.6.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 200
CAPÍTULO 18 – BUFFER’S 203
18.1 INTRODUÇÃO 203
18.3.19 O BUFFER 203
18.3.20 BUFFER COM SAÍDA CONTROLADA / TRI-STATE 204
18.2 OBJETIVO 206
18.3.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS 206
CAPÍTULO 19 – CONVERSOR AD/DA 209
19.1 CONVERSOR DIGITAL/ANALÓGICO (D/A) 209
19.2 CONVERSOR ANALÓGICO/DIGITAL (A/D) 213
19.3 PARÂMETROS DOS CONVERSORES D/A E A/D 217
19.3.1 RESOLUÇÃO 217
19.3.2 LINEARIDADE 217
19.3.3 LINEARIDADE DIFERENCIAL 218
19.3.4 MONOTONICIDADE 218
19.3.5 ERRO DE QUANTIZAÇÃO 218
19.3.6 VELOCIDADE DE CONVERSÃO 219
19.4 EXPERIÊNCIA 1: CONVERSORES D/A 219
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19.4.1 EQUIPAMENTO NECESSÁRIO 219
19.4.2 PROCEDIMENTO 220
19.5 EXPERIÊNCIA 2: CONVERSORES A/D 222
19.5.1 EQUIPAMENTO NECESSÁRIO 222
19.5.2 PROCEDIMENTO 222
19.6 EXPERIÊNCIA 3: INTEGRAÇÃO ENTRE CONVERSORES D/A E CONVERSORES A/D
225
19.6.1 EQUIPAMENTO NECESSÁRIO 225
19.6.2 PROCEDIMENTO 226
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CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO MTD 2608
O módulo MTD 2608 foi desenvolvido para estudos dos princípios digitais, facilitando a
compreensão dos assuntos relacionados com as disciplinas. A principal vantagem do
desenvolvimento deste módulo é poder verificar os princípios digitais com circuitos
eletrônicos reais e não a partir de simulações.
Neste capítulo, serão mostradas as funções do módulo MTD 2608 e o seu funcionamento.
1.1 CHAVES DE DADOS
O módulo MTD 2608 possui um conjunto de 16 chaves que geram em suas saídas, níveis
lógicos “0” ou “1” (0 Volts ou 5 Volts). Cada chave é identificada por uma letra (A, B, C, D,
E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O e P) e suas saídas estão disponíveis no conector CN3. Vale
lembrar que todas estas chaves têm suas saídas normais e complementadas equipadas
com circuitos anti-oscilação (Anti-bounce). Por exemplo, se a Chave A estiver “para
baixo”, o “pino A” do conector CN3 estará em nível lógico “0” e o pino “A/” estará em nível
lógico “1”. Por outro lado, se a Chave A estiver “para cima”, o pino “A” estará em nível
lógico “1” e o pino “A/” estará em nível lógico “0”.
MÓDULO MTD 2608 com CAIXA DE COMPONENTES
MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO
CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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1.2 BOTOEIRAS COM E SEM RETENÇÃO
São chaves que ao serem pressionadas, gerarão em suas saídas, níveis lógicos “0”, ou s
“1”. Suas saídas também estão disponíveis nos conectores CN4 do módulo.
As Botoeiras com retenção possuem as referências BR0, BR1, BR2 e BR3. Já as
Botoeiras sem retenção possuem as referências BT0, BT1, BT2 e BT3.
A figura a seguir, mostra o conector CN4 com todos os pontos de acesso. Lembrando que
esse conector é responsável pela saída das chaves.
Conector de saída das chaves
1.3 LED`S DE MONITORAÇÃO
O módulo MTD 2608 também possui 16 leds que operam com níveis de tensão
compatíveis com TTL (faixa de 0 a 5 Volts) que são numerados de L0 até L15. Seus
pontos de acessos estão no conector CN3. Sendo que L0 até L7 são da cor vermelha e
L8 até L15 da cor verde. L0 até L7 também estão ligados ao circuito de palavra de
dados. Assim, quando se “entrar” com uma palavra em L0 até L7, seu valor poderá ser
visto em binário nos leds e em hexadecimal nos displays da palavra de dados.
Conector de leds de monitoração
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CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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1.4 EXPERIÊNCIA
Utilizando o módulo MTD 2608 e um conjunto de 16 fios para protoboard iremos realizar
uma experiência a fim de familiarizarmos com o módulo.
a) Com o módulo desligado, faça as ligações dos fios entre os conectores CN4 e CN3
conforme mostrado na figura a seguir:
b) Coloque o conector da fonte de alimentação (fornecida junto como equipamento), no
conector CN1 do módulo. Este conector se encontra no canto superior esquerdo do
módulo.
c) Ligue a fonte de alimentação na rede elétrica. Após feito esses passos o módulo
deverá ligar. (Isso pode ser observado através dos displays da palavra de dados)
d) Posicione todas as chaves (uma a uma) de A até P para “cima” e observe o que
acontece com os Leds de L0 até L15 e com o displays da palavra de dados.
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e) Coloque as chaves de A até H (uma a uma) para baixo e observe o que ocorre nos
Leds e nos displays da palavra de dados.
f) Agora, coloque as chaves de I até P (uma a uma) para baixo e observe o que ocorre
nos Leds e nos displays da palavra de dados.
g) Mude as chaves de I até P colocando-as de forma aleatória e observe novamente o
que ocorre nos leds e nos displays.
h) Retire os fios dos pontos de A até P do conector de saída das chaves e ligue-os nos
pontos de cima do conector CN4. (A/ até H/, BT3 até BT0 e de BR3 até BR0).
i) Pressione as botoeiras com e sem retenção e observe o que acontece com os leds.
Agora, mude as chaves de A até H e observe o que acontece nos displays.
1.5 CONECTORES DE FONTES DE ALIMENTAÇÃO
Quando ligada no conector CN1 uma fonte de 12V, a mesma fornecerá energia para o
módulo e também para os conectores de fontes de alimentação de +5V (CN7) e
+12V(CN9).
Quando houver necessidade de tensões negativas -5V(CN8) e -12V(CN10), basta ligar
uma outra fonte de 12V no conector CN2 do módulo. Lembrando que essa segunda fonte,
é opcional. O conector de “Referência”, “Negativo” ou “Terra”, está disponível no conector
CN11 do módulo.
1.6 CONECTORES DE EXPANSÃO
São os conectores CN12 e CN13. Eles são usados quando houver a necessidade de
outro circuito adicional ao módulo. Nota-se que quase todos os sinais do equipamento se
encontram disponíveis nesses conectores. (Fontes, chaves de dados, leds de
monitoração e buzzer).
1.7 PROTOBOAD OU MATRIZ DE CONTATOS
Os protoboards ou matriz de contatos estão disponíveis no centro do equipamento. É o
local onde será realizada a maioria das montagens das experiências.
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CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO
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Figura 1.7 - Protoboard ou matriz de contatos.
Seus pontos estão ligados da seguinte forma:
Geralmente, os contatos de cima e de baixo do protoboard são usados para a
alimentação do circuito. Sendo a parte de cima geralmente usada para o potencial
positivo e o de baixo para o potencial negativo.
1.8 PONTA DE PROVA
O módulo MTD 2608, possui um circuito que identifica três estados lógicos do sinal
através de três leds de diferentes cores: Vermelho para o nível “logico alto”, “H”, “1” ou
“5V”, Verde para o nível “lógico baixo”, “L”, “0” ou “0V” e Amarelo para o nível “lógico
falso” que é um nível entre “alto” e “baixo”.
Na realidade o circuito identifica um estado lógico “baixo” qualquer sinal entre 0 volt e 0,8
volts, estado lógico “falso” acima de 0,8 volts até 2 volts e estado lógico “alto” acima de
2 volts até 5 volts. (Padrão TTL)
O circuito da ponta de prova é encontrado no canto inferior direito do módulo e é
formado pelos leds L16, L17 e L8. O seu acesso é através do conector CN6.
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CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO
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Ligação com o circuito de ponta de prova
Para fazer ligação com o circuito da ponta de prova, basta conectar um fio no pino PP1
Do conector CN5.
1.9 BUZZER
No módulo também possui um BUZZER, que é um componente que produz um sinal
audível, quando se aplica sobre ele uma tensão de 5 Volts. Seu acesso é feito através do
pino BUZZER do conector CN6 do módulo.
Ligação com o circuito do buzzer.
1.10 FREQUÊNCIAS FIXAS
Os conectores CN5 e CN6 do módulo fornecem 6 sinais de frequências fixas que são de:
1Hz, 10Hz, 100Hz, 1KHz, 10KHz e 100KHz. Estes sinais são compatíveis com níveis
TTL.
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CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO
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Ligação com as frequências fixas.
1.11 – MXD - EXPANSOR DIGITAL
Com o módulo desligado, instale a placa MXD 01 nos conectores de expansão CN12 e
CN13 do módulo MTD 2608.
OBSERVAÇÃO:
É de extrema importância ter o conhecimento dessas partes que compõem o
módulo didático para a realização das experiências.
Nos próximos capítulos, serão estudadas as teorias que envolvem o curso
sempre com experiências para fixar o aprendizado.
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CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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MXD 01 Módulo MTD 2608
OBSERVAÇÃO:
Verificar a polarização da placa no encaixe.
CN1 (MXD 01) encaixado no conector CN13 (MTD 2608)
CN2 (MXD 01) encaixado no conector CN12 (MTD 2608)
1.12 CIRCUITOS OPCIONAIS
O módulo MTD 2608 possui alguns cartões que facilitam a operação do equipamento em
algumas experiências.
1.12.1 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 01
O cartão de expansão MTX 01 possui alguns componentes que facilitam a montagem de
experiências. Os componentes utilizados no cartão MTX 01 são: Resistores, Capacitores,
Diodos, Transistores, Relé, LDR (resistor dependente da luz), opto-acoplador,
potenciômetros e uma lâmpada de 12V.
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CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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1.12.2 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 02
O cartão de expansão MTX 02 possui alguns componentes que facilitam a montagem de
algumas experiências. Os componentes utilizados no cartão MTX 02 são: 2 Relés de 12V,
4 potenciômetros, banco de capacitores com 6 valores mais utilizados e uma chave BCD.
1.12.3 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 03
O cartão de expansão MTX 03 possui alguns componentes que facilitam a montagem de
algumas experiências. Os componentes utilizados no cartão MTX 03 são: 2 Relés de 12V,
4 potenciômetros, duas chaves BCD e um circuito gerador de pulso. Os terminais dos
componentes estão disponíveis através de conectores no cartão.
ATENÇÃO: DEVIDO ÀS CONSTANTES MUDANÇAS
TECNOLÓGICAS, RESERVAMO-NOS O DIREITO DE REALIZAR
ALTERAÇÕES TÉCNICAS NO PRODUTO SEM PRÉVIO AVISO.
OBSERVAÇÃO:
É de extrema importância ter o conhecimento dessas partes que compõem o
módulo didático para a realização das experiências.
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CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS
2.1 INTRODUÇÃO
Como em circuitos digitais a base de todos os componentes são os Gates lógicos, existe
a necessidade de se estudar os circuitos lógicos básicos como lógica E, OU,
INVERSORA, OU-EXCLUSIVA, entre outras. Estes circuitos podem ser encontrados na
série TTL 74, como os CIs 74LS00, 74LS08 e 74LS32.
As experiências apresentadas neste capítulo têm como objetivo demonstrar as funções
lógicas básicas e alguns circuitos integrados da família TTL. Outro objetivo deste capítulo
é apresentar a demora de propagação do sinal elétrico em circuitos integrados.
Todas as experiências relatadas neste capítulo estão de acordo com a tabela 2.1
Tabela 2. 1 - Descrição das experiências
EXPERIÊNCIAS DESCRIÇÃO
1 “E” de duas entradas
2 “E” de quatro entradas
3 “OU” de duas entradas
4 “OU” de quatro entradas
5 INVERSOR
6 “NÃO-E” de duas entradas
7 “NÃO-E” de três entradas
8 “NÃO-E” como INVERSOR
9 “NÃO-OU” de duas entradas
10 “NÃO-OU” de três entradas
11 “NÃO-OU” como INVERSOR
12 OU-EXCLUSIVO
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CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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2.2 EXPERIÊNCIAS 1 e 2: FUNÇÃO LÓGICA GATES “E” (AND)
2.2.1 RESUMO
A função “E” é definida como:
“Produz uma saída 1 somente quando todas as entradas forem 1”. Desta maneira o
circuito lógico “E” dará um nível alto (1) na saída quando todas as entradas estiverem em
nível lógico alto (1). A figura 2.1 mostra a tabela verdade, o símbolo e a expressão
booleana para o gate “E”.
Figura 2. 1 - Gate E – (a) Tabela Verdade – (b) Símbolo – (c) Expressão Booleana
2.2.2 OBJETIVO
A familiarização com os GATES “E”, tabela verdade, conceito de entradas múltiplas e
demora de propagação.
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CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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2.2.3 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS08
2.2.4 EXPERIÊNCIA 1: GATE “E” DE DUAS ENTRADAS
2.2.4.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608
b) Montar o circuito da figura 2.2, no protoboard. Observando que “A” e “B” são saídas
das chaves disponíveis no conector CN3 do módulo e “L0” é a entrada de led de
monitoração disponível no conector CN2 também do módulo.
c) A figura 2.2, mostra a pinagem do CI 74LS08.
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Figura 2. 2 - Layout do CI 74LS08
Figura 2.2.4.1c -
d) Montar a circuito da figura 2.3.
Figura 2. 3 - Circuito com o GATE “E”
e) Completar a tabela 2.2.
Tabela 2. 2 - Tabela Verdade da Função “E” de duas entradas.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ = A . B
Ø Ø
Ø 1 NOTA: O led aceso
1 1 indica 1, apagado Ø.
1 Ø
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2.2.5 EXPERIÊNCIA 2: “E” DE QUATRO ENTRADAS
2.2.5.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608.
b) Montar o circuito da figura 2.4, no protoboard; observando que “A”, “B”, “C” e “D” são
saídas das chaves disponíveis no conector CN3 do módulo e “L0” é a entrada de led
de monitoração disponível no conector CN2 também no módulo.
Figura 2. 4 - Circuito “E” de 4 entradas.
c) Completar a tabela 2.3.
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Tabela 2. 3 - Tabela Verdade do GATE “E” de 4 entradas.
ENTRADAS SAÍDAS
A B C D L0 = ABCD
Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø 1
Ø Ø 1 Ø
Ø Ø 1 1
Ø 1 Ø Ø
Ø 1 Ø 1
Ø 1 1 Ø
Ø 1 1 1
1 Ø Ø Ø
1 Ø Ø 1
1 Ø 1 Ø
1 Ø 1 1
1 1 Ø Ø
1 1 Ø 1
1 1 1 Ø
1 1 1 1
d) Observação: No circuito testado foi montado um gate “E” de 4 entradas usando
gates “E” de duas entradas. Usando as propriedades da álgebra de Boole foi feito:
L0 = ABCD = (((AB) C) D)
Em termos de blocos lógicos, teremos o mostrado na figura 2.5
Figura 2. 5 - Gate “E” de 4 entradas.
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2.2.6 DEMORA DE PROPAGAÇÃO (DELAY TIME)
É o tempo requerido para a saída do gate muda de estado após as entradas terem
mudado.Um gate TTL típico possui uma demora de propagação de 10ns. Esta demora de
propagação depende da tensão de alimentação, temperatura ambiente e da carga
capacitiva de saída. O significado de algumas simbologias referentes a tempo e
encontradas nas folhas de dados são:
 tPLH - Demora de propagação quando a saída está mudando de um nível Ø (baixo),
para um nível 1 (alto).
 tPHL - Demora de propagação quando a saída está mudando de um nível 1 (alto),
para um nível Ø (baixo).
Ambos os parâmetros, tPHL e tPLH, são medidas com respeito ao pulso de entrada. Os
circuitos das figuras 2.2.6 e 2.2.6a, ilustram a demora de propagação. Devido a estes
tempos estarem na ordem de nanosegundos não poderão ser observados a olho nu, e
sim com o uso de equipamentos de alta frequência.
Figura 2. 6 - Circuito para teste de demora de propagação.
Na figura 2.6, se A = 1, C = 1 e os pinos 2 e 12 estão ligados a um gerador de pulso ()
com uma frequência de 1Hz e com largura de pulso menor que a demora de propagação
do bloco lógico, então a saída (pino 11) ficaria constantemente em zero, devido aos
instantes de ocorrência dos pulsos nos pinos 12 e 13 acontecerem em momentos não
coincidentes. A figura 2.7, ilustra estes atrasos.
Figura 2. 7 - Formas de ondas correspondente a figura 2.6.
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Figura 2. 8 - Circuito para teste de demora de propagação
Na figura 2.8, se A = 1 e B = 1, na saída teríamos um pulso a cada segundo, com duração
igual ao instante de coincidência dos pulsos. A figura 2.9 ilustra estes atrasos.
Figura 2. 9 - Formas de onda correspondente a 2.8.
Disto conclui-se que devido à Demora de Propagação de cada gate na figura 2.6, o sinal
aplicado no pino 2 vai chegar a entrada do gate de saída após ter terminado o pulso
introduzido na outra entrada deste gate; desta maneira a saída permanece em zero. Na
figura 2.9, o atraso não é suficiente, de maneira que os sinais chegam a tempos próximos
um do outro no gate de saída, dando assim uma saída adequada, isto, é um pulso.
2.2.7 EXERCÍCIOS
a) Em um gate “E” de 3 entradas A, B e C, para A = 1, B = 1 e C = Ø a saída será:
1. 1
2. Ø
3. Indeterminada
b) Se ligarmos todas as entradas de um gate “E” a uma só chave, a saída será:
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1. Igual a entrada
2. O inverso da entrada
3. A função OU
c) A saída de um gate “E” de 3 entradas pode ser representada pela expressão
Booleana:
1. (A . B . C )
2. (A . B) C
3. A (B . C )
4. (B C) A
5. C . A . B
2.3 EXPERIÊNCIAS 3 e 4: FUNÇÃO LÓGICA GATE “OU” (OR)
2.3.1 RESUMO
A função “OU” é definida como:
“Se uma ou mais entradas forem 1 a saída será 1”.
Desta maneira, o circuito lógico “OU” dará uma saída alta (1) se pelo menos uma de suas
entradas estiver no nível alto (1). A figura 2.10 mostra a tabela verdade, o símbolo e a
expressão booleana para o gate “OU”.
Figura 2. 10 - Gate “OU” – (a) Tabela Verdade – (b) Símbolo Lógico – (c) Expressão
Booleana
2.3.2 OBJETIVO
Neste ponto será examinada a tabela verdade do gate “OU” e o conceito de múltiplas
entradas.
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2.3.3 MATERIAL UTILIZADO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS32
2.3.4 EXPERIÊNCIA 3: “OU” DE DUAS ENTRADAS
2.3.4.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608.
b) A figura 2.11 mostra as pinagens do CI 74LS32
Figura 2. 11 - Layout do CI 74LS32.
c) Montar o circuito da figura 2.12 no protoboard.
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CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS
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Figura 2. 12 - Circuito com o Gate OU.
d) Ligar o módulo MTD 2608.
e) Completar a tabela 2.4.
Tabela 2. 4 - Tabela Verdade do Gate “OU”.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ = A + B
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
2.3.5 EXPERIÊNCIA 4: “OU” DE QUATRO ENTRADAS
2.3.5.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608.
b) Montar o circuito da figura 2.13, no protoboard.
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CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS
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Figura 2. 13 - Circuito “OU” de 4 entradas
c) Completar a tabela 2.5.
Tabela 2. 5 - Tabela Verdade do Gate “OU” de 4 entradas
ENTRADAS SAÍDAS
A B C D L0 = A+B+C+D
Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø 1
Ø Ø 1 Ø
Ø Ø 1 1
Ø 1 Ø Ø
Ø 1 Ø 1
Ø 1 1 Ø
Ø 1 1 1
1 Ø Ø Ø
1 Ø Ø 1
1 Ø 1 Ø
1 Ø 1 1
1 1 Ø Ø
1 1 Ø 1
1 1 1 Ø
1 1 1 1
Observação:
O circuito montado executou a função de um gate “OU” de 4 entradas, porém usa Gates
“OU” de duas entradas. Isto foi conseguido lançando mão de uma das propriedades da
álgebra de Boole que diz:
L0 = A + B + C + D = (((A + B) + C) + D)
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CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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Em termos de blocos lógicos, tem-se o mostrado na figura 2.14.
Figura 2. 14 - Gate “OU” de 4 entradas
2.3.6 ANÁLISE DE DEMORA
O circuito das figuras 2.15 e 2.16 ilustram a demora de propagação.
Figura 2. 15 - Circuito do Gate OU com 4 entradas.
Na figura 2.15, se B = Ø, C = Ø e os pinos 1 e 12 são ligados a um gerador de pulso
negativo (  ) com uma frequência de 1Hz e com largura de pulso menor que a demora
de propagação, ter-se-á na saída, pino 11, a forma de onda apresentada na figura 2.15.
Isto porque o pulso negativo de entrada sofre atrasos diferentes, provocando pulsos
adicionais na saída.
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CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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Figura 2. 16 - Circuito do Gate “OU” de 4 entradas com demora reduzida.
Na figura 2.16, se B = Ø, C = Ø e os pulsos negativos de 1Hz são aplicados aos pinos 1 e
5, a saída, pino 11, apresentaria a forma de onda da figura 2.16. Isto porque, neste caso,
os atrasos seriam de um único bloco lógico e aplicado ao circuito de saída em instantes
coincidentes.
Disto conclui-se que, apesar dos circuitos das figuras 2.15 e 2.16 terem expressões
lógicas equivalentes, o circuito da figura 2.16 introduz menor demora de propagação e,
consequentemente, poderá operar em maiores frequências.
2.3.7 EXERCÍCIOS
a) Em um bloco “OU” de 4 entradas A, B, C e D, para A = 1, B = Ø, C = Ø e D = Ø, a
saída será:
1. Alta (1 ) ( )
2. Baixa (Ø ) ( )
3. Indeterminada ( )
b) Se temos disponível gates “OU” de 2 entradas, quantos gates são necessários para
se executar uma função OU de 8 entradas?
1. 1 ( )
2. 2 ( )
3. 5 ( )
4. 7 ( )
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5. 9 ( )
6. 10 ( )
7. Nenhuma das anteriores ( )
c) Tem-se disponível um gate “OU” de 5 entradas e deseja-se executar a expressão L
= A+ B. O que deve ser feito com as outras entradas?
1. Ligar ao potencial 1 ( )
2. Ligar ao potencial Ø1 ( )
3. Deixar flutuando1 ( )
4. Ligar a uma entrada usada1 ( )
d) Se a saída do gate “OU” é baixa (Ø) isto indica que:
1. Todas as entradas são altas ( )
2. Uma entrada é alta (1) ( )
3. Uma entrada é baixa (Ø) ( )
4. Todas as entradas são baixas (Ø ) ( )
2.4 EXPERIÊNCIA 5: FUNÇÃO LÓGICA GATE “INVERSORA” (NOT)
2.4.1 RESUMO
O gate “INVERSOR” providencia na saída um nível lógico que é o inverso do nível lógico
da entrada. A tabela ilustra esta operação.
Figura 2. 17 - Gate “INVERSOR” - a) Tabela Verdade - b) Símbolos Lógicos - c)
Expressão Booleana.
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2.4.2 OBJETIVO
Neste ponto será examinada a tabela verdade do gate “INVERSOR” e algumas
aplicações do gate “INVERSOR” como BUFFER e gerador de atraso.
2.4.3 MATERIAL UTILIZADO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
2.4.4 PROCEDIMENTO
a) Desligar o módulo MTD 2608.
b) Observar a figura 2.18, mostra a pinagem do CI 74LS04
Figura 2. 18 - Layout do CI 74LS04.
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c) Montar o circuito da figura 2.19, no protoboard.
Figura 2. 19 - Circuito com o gate Inversor.
d) Ligar o módulo.
e) Completar a tabela 2.6.
Tabela 2. 6 - Tabela Verdade do Gate Inversor.
ENTRADAS SAÍDAS
A
LØ = A
Ø
1
2.4.5 ANÁLISE DE DEMORA
Os gates “INVERSORES” podem ser usados para introduzir demora de propagação em
uma determinada linha. Usados em cascata, como mostra a figura 2.20 cada gate
“INVERSOR” introduzem um atraso típico de 10ns, para TTL padrão.
Figura 2. 20 - Gates INVERSORES funcionando como Delay (atraso).
2.4.6 FAN-OUT (CAPACIDADE DE CARGAS)
Um parâmetro importante dos circuitos integrados é a quantidade de outros gates do
mesmo tipo, ou cargas, que a saída de um determinado gate poderá alimentar. Esta
característica é chamada “FAN-OUT” e nos circuitos TTL tem valor típico de 10.
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Se o circuito exige que mais de 10 cargas devam ser controladas por uma determinada
saída, podemos usar gates “INVERSORES” como BUFFER, de maneira a aumentar
este número. A figura 2.21 ilustra este fato.
Figura 2. 21 - Uso de Gates INVERSORES como BUFFER.
O circuito original 74LS00 alimenta diretamente apenas 10 entradas, porém neste caso
faz o controle de 19, podendo ser expandido para 100.
2.4.7 EXERCÍCIOS
a) O gate “INVERSOR” pode ser usado para inverter dois sinais ao mesmo tempo.
1. Falso
2. Verdadeiro
b) Os gates “INVERSORES” podem ser usados como elemento de demora.
1. Falso
2. Verdadeiro
c) Os gates “INVERSORES” podem ser usados como BUFFER.
1. Falso
2. Verdadeiro
d) Um número par de gates “INVERSORES” ligados em série:
1. Inverte o sinal de entrada
2. Mantém o mesmo sinal de entrada
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2.5 EXPERIÊNCIAS 6 a 8: FUNÇÃO LÓGICA GATE “NÃO-E” (NAND)
2.5.1 RESUMO
A função “NÃO-E” pode ser definida como:
"Produz uma saída Ø somente quando todas as entradas são 1."
Em suma, o gate “NÃO-E” é o complemento do gate “E”. A figura 2.22, mostra a tabela
verdade, o símbolo e a expressão lógica do gate “NÃO-E”.
Figura 2. 22 - Gate “NÃO-E” - a) Tabela Verdade - b) Símbolo - c) Expressão
Booleana.
2.5.2 OBJETIVO
Será examinada a tabela verdade do gate “NÃO-E”, a maneira de montar o circuito
“NÃO-E” com múltiplas entradas e sua utilização como gate INVERSOR.
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2.5.3 MATERIAL UTILIZADO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
2.5.4 EXPERIÊNCIA 6: “NÃO-E” DE DUAS ENTRADAS
2.5.4.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608.
b) Observar a figura 2.23, mostra a pinagem do CI 74LS00
Figura 2. 23 - Lay-out do CI 74LS00.
c) A figura 2.24 mostra o circuito a ser utilizado:
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Figura 2. 24 - Circuito com um Gate “NÃO-E”.
d) Ligar o módulo.
e) Completar a tabela 2.7.
Tabela 2. 7 - Tabela Verdade do Gate “NÃO-E”.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ = AB
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
2.5.5 EXPERIÊNCIA 7: “NÃO-E” DE TRÊS ENTRADAS
2.5.5.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608.
b) Montar o circuito da figura 2.25, no protoboard.
Figura 2. 25 - Circuito do Gate “NÃO-E” de 3 entradas
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c) Ligar o módulo.
d) Completar a tabela 2.8
Tabela 2. 8 - Tabela Verdade do gate “NÃO E” de 3 entradas.
ENTRADA SAÍDA
A B C L0 = ABC
Ø Ø Ø
Ø Ø 1
Ø 1 Ø
Ø 1 1
1 Ø Ø
1 Ø 1
1 1 Ø
1 1 1
O circuito montado na figura 2.25 pode ser representado simbolicamente como mostra na
figura abaixo.
Figura 2. 26 - Gate “NÃO-E” de 3 entradas (símbolo).
2.5.6 EXPERIÊNCIA 8: GATE “NÃO-E” FUNCIONANDO COMO INVERSOR
2.5.6.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608.
b) Montar o circuito da figura 2.27.
Figura 2. 27 - Gate “NÃO-E” funcionando como inversor
c) Ligar o módulo.
c) Completar a tabela 2.9.
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Tabela 2. 9 - Tabela Verdade do Gate “NÃO-E” funcionando como inversor.
ENTRADAS SAÍDAS
A LØ = A
Ø
1
d) O gate “NÃO-E” quando tem as entradas ligadas no mesmo ponto, ou quando é
usada apenas uma das entradas deixando as outras flutuando funciona como um
gate “INVERSOR”. Na figura 2.27, a entrada do circuito equivalente a 1 unidade de
carga quando em nível lógico baixo e a 2 unidades de carga quando em nível lógico
alto.
2.5.7 EXERCÍCIOS
a) Em um gate “NÃO-E” de 3 entradas, duas entradas são conectadas ao +5v e a
terceira é ligada a chave A, a saída será:
1. A
2. A
3. 1
4. Ø
b) Com gates “NÃO-E” pode-se executar qualquer expressão Booleana.
1. Certo
2. Errado
2.6 EXPERIÊNCIAS 9 a 11: FUNÇÃO LÓGICA GATE “NÃO-OU” (NOR)
2.6.1 RESUMO
A função “NÃO-OU” pode ser definida como:
"Produz uma saída Ø se uma ou mais entradas forem 1."
Isto que dizer que o gate “NÂO-OU” é complemento do gate “OU”. A figura 2.28 mostra a
tabela verdade, o símbolo e a expressão Booleana do gate “NÂO-OU”.
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Figura 2. 28 - Gate “NÃO-OU” - a) Tabela Verdade - b) Símbolo Lógico - c)
Expressão Booleana.
2.6.2 OBJETIVO
Será examinada a tabela verdade do gate “NÃO-OU”, seu uso como inversor e
implementação de gates “NÃO-OU” com múltiplas entradas utilizando Gates de duas
entradas.
2.6.3 MATERIAL UTILIZADO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS02
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2.6.4 EXPERIÊNCIA 9: “NÃO-OU DE DUAS ENTRADAS
2.6.4.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608
b) Layout do CI 74LS02
Figura 2. 29 - Layout do CI 74LS02.
c) Montar o circuito da figura 2.30.
Figura 2. 30 - Circuito com o gate “NÃO-OU”.
d) Ligar o módulo
e) Completar a tabela 2.10.
Tabela 2. 10 - Tabela Verdade do gate NÃO-OU.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ = A+B
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
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2.6.5 EXPERIÊNCIA 10: “NÃO-OU” DE TRÊS ENTRADAS
2.6.5.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608.
b) Montar o circuito da figura 2.31.
Figura 2. 31 - Gate “NÃO-OU” de 3 entradas.
c) Ligar o módulo.
d) Completar a tabela 2.11.
Tabela 2. 11 - Tabela Verdade do gate “NÃO OU” de 3 entradas.
ENTRADAS SAÍDAS
A B C L0 = A+B+C
Ø Ø Ø
Ø Ø 1
Ø 1 Ø
Ø 1 1
1 Ø Ø
1 Ø 1
1 1 Ø
1 1 1
2.6.6 EXPERIÊNCIA 11: GATE “NÃO-OU” FUNCIONANDO COMO INVERSOR
2.6.6.1 PROCEDIMENTOS
a) Desligar o módulo MTD 2608.
b) Montar o circuito da figura 2.32.
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Figura 2. 32 - Circuito com Gate “NÃO-OU” funcionando como inversor.
c) Ligar o módulo.
d) Completar a tabela 2.12.
Tabela 2. 12 - Tabela Verdade do Gate “NÃO-OU” com as entrada ligada ao mesmo
ponto.
ENTRADA SAÍDA
A L0
Ø
1
2.6.7 EXERCÍCIOS
a) Se uma entrada de um gate “NÃO-OU” é 1 e as outras são desconhecidas,
podendo ser 1 ou Ø, qual será a saída:
1. 1
2. Ø
3. Indeterminada
b) Para implementar a função S = A + B + C + D, usando gates “NÃO-OU” de duas
entradas e sem o uso da lógica por fios, quantos gates são necessários?
1. 2
2. 4
3. 6
4. 8
c) A Lógica por fios
1. É uma boa prática em TTL
2. Reduz o número de gates necessários
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3. Pode ser usadas com várias saída de gates ligadas juntas
d) Com gates “NÃO-OU” pode-se executar qualquer expressão Booleana.
1. Errado
2. Certo
2.7 EXPERIÊNCIA 12: FUNÇÃO LÓGICA “OU-EXCLUSIVO” (XOR)
2.7.1 RESUMO
O gate “OU-EXCLUSIVO” e um gate “OU” modificado, no qual uma entrada “1” produz
uma saída “1”, porém se mais de uma entrada for “1” a saída será “0”, e também se todas
as entradas forem “0” a saída será “0”. Deste modo podemos definir a função “OU-
EXCLUSIVO” como:
"Produz uma saída “1” somente se as entradas forem diferentes."
A figura abaixo apresenta uma tabela verdade, símbolo e expressão Booleana do gate
OU-EXCLUSIVO.
Figura 2. 33 - Gate “OU-EXCLUSIVO” a) Tabela Verdade - b) Símbolo - c) Expressão
Booleana
2.7.2 OBJETIVO
Será examinada a utilização de gates “OU-EXCLUSIVO” disponível em CI.
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2.7.3 MATERIAL UTILIZADO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS86
2.7.4 PROCEDIMENTOS
a) Layout do CI 74LS86.
Figura 2. 34 - Lay-out do CI 74LS86.
b) Montar o circuito da figura 2.35.
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Figura 2. 35 - Gate “OU-EXCLUSIVO”.
c) Completar a tabela 2.13.
Tabela 2. 13 - Tabela Verdade do gate “OU-EXCLUSIVO”.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ = A  B
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
d) Completar a tabela 2.14.
Tabela 2. 14 - Tabela Verdade do gate “OU-EXCLUSIVO” funcionando como um
Inversor Programável.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ
Ø Ø
1 Ø
Ø 1
1 1
e) Observar na tabela 2.14 que quando B = Ø, a saída do gate “OU-EXCLUSIVO”
apresenta o nível lógico idêntico ao da entrada A. Porém, quando B = 1 a saída é o
inverso de “A”. Deste modo, o gate “OU-EXCLUSIVO” pode ser usado como um
inversor programável; se uma das entradas é Ø não há inversão, porém se for 1 há
inversão do nível lógico da outra entrada.
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CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS
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2.7.5 EXERCÍCIOS
a) O gate “OU-EXCLUSIVO” produz uma saída 1 se:
1. Ambas as entradas forem Ø
2. As entradas forem estados contrários
3. Ambas as entradas forem 1
4. Nenhuma das respostas anteriores
b) O gate “OU-EXCLUSIVO” produz uma saída Ø se as entradas forem as mesmas.
1. Verdade
2. Falso
c) Para usar o gate “OU-EXCLUSIVO” como inversor:
1. As entradas devem ser 1 simultaneamente
2. As entradas devem ser Ø simultaneamente
3. Uma entrada deve ser sempre Ø
4. Uma entrada deve ser sempre 1
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CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
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CAPÍTULO 3 - TEOREMA DE “DE MORGAN”
3.1 RESUMO
Basicamente, o teorema de De Morgan permite a execução de uma expressão Booleana
usando determinados tipos de gates, por exemplo “NÃO-E” ou então “NÃO-OU”. O
teorema funciona da seguinte maneira:
A + B = A . B
A . B = A + B
Isto está mostrado em símbolos na figura 3.1.
Figura 3. 1 - Teorema De Morgan.
Deste modo podemos passar de um tipo de função a outra pela aplicação do Teorema de
De Morgan.
3.2 EXPERIÊNCIA 1: EQUIPAMENTO ENTRE AS FUNÇÕES “NÃO-E” e “OU”
(DUAS ENTRADAS)
3.2.1 OBJETIVO
Verificar experimentalmente a validade do Teorema de De Morgan
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CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
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3.2.2 MATERIAL NECESSÁRIO
Primeira parte
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
Segunda Parte
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
1 Circuito Integrado 74LS32
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CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
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3.2.3 PROCEDIMENTOS
Primeira Parte
a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado;
b) Montar o circuito a seguir, no protoboard ligando as chaves “A” e “B” nas entradas
do gate “NÃO E” e a saída no led “L0”;
Figura 3. 2 - Implementação da função A . B
c) Ligar o módulo MTD 2608;
d) Preencher a tabela 3.1.
Segunda Parte
a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado;
b) Montar o circuito a seguir, no protoboard ligando as chaves “A” e “B” nas entradas
do circuito montado, e a saída no led “L1”;
Figura 3. 3 - Imprementação da função A + B
c) Ligar o módulo MTD 2608;
d) Completar a tabela 3.1.
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CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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Tabela 3. 1 - Tabela Verdade das saídas L1 e L0
ENTRADAS SAÍDA L1 SAÍDA L0
A B
Ø Ø
Ø 1
1 Ø
1 1
3.2.4 CONCLUSÃO
Através dos resultados obtidos na tabela 3.1, observa-se a igualdade entre os sinais em
“L1” e “L0”, comprovando a validade do Teorema de De Morgan. Observar-se ainda que a
mudança da função “NÃO E” para a função “OU” foi seguida pela inversão das duas
entradas. Os resultados obtidos são mostrados na forma de símbolos lógicos na figura
3.4.
Figura 3. 4 - a) Representação Simbólica do circuito montado - b) Identidade pelo
Teorema de De Morgan.
3.3 EXPERIÊNCIA 2: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “NÃO OU” E “E”
(DUAS ENTRADAS)
3.3.1 OBJETIVO
Verificar experimentalmente a validade do Teorema de De Morgan
MÓDULO MTD 2608 com CAIXA DE COMPONENTES
MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO
CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
47
3.3.2 MATERIAL NECESSÁRIO
Primeira parte
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS02
Segunda Parte
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
1 Circuito Integrado 74LS08
MÓDULO MTD 2608 com CAIXA DE COMPONENTES
MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO
CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
48
3.3.3 PROCEDIMENTOS
Primeira Parte
a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado;
b) Montar o circuito a seguir, no protoboard ligando as chaves “A” e “B” nas entradas
do gate “NÃO OU” e a saída no led “L0”;
Figura 3. 5 - Implementação da função A + B
c) Ligar o módulo MTD 2608;
d) Preencher a tabela 3.3.3.
Segunda Parte
a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado;
b) Montar o circuito a seguir, no protoboard ligando as chaves “A” e “B” nas entradas
do circuito montado, a saída no led “L1”;
Figura 3. 6 - Implementação da função A . B
e) Ligar o módulo MTD 2608;
e) Completar a tabela 3.2.
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CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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Tabela 3. 2 - Tabela Verdade das saídas L1 e L0
ENTRADAS SAÍDA L1 SAÍDA L0
A B
Ø Ø
Ø 1
1 Ø
1 1
3.3.4 CONCLUSÃO
Através dos resultados obtidos na tabela 3.2, observa-se a igualdade entre os sinais em
“L1” e “L0”, comprovando a validade do Teorema de De Morgan. Observar-se ainda que a
mudança da função “NÃO OU” para a função “E” foi acompanhada pela inversão das
duas entradas. Os resultados obtidos são mostrados na forma de símbolos lógicos na
figura 3.7.
Figura 3. 7 - Representação Simbólica do circuito montado - b) Identidade pelo
Teorema de De Morgan.
3.4 EXPERIÊNCIA 3: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “OU” E “NÃO E”
(TRÊS VARIÁVEIS)
3.4.1 OBJETIVO
Verificar experimentalmente a validade do Teorema de De Morgan.
MÓDULO MTD 2608 com CAIXA DE COMPONENTES
MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO
CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
50
3.4.2 MATERIAL NECESSÁRIO
Primeira parte
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
1 Circuito Integrado 74LS08
1 Circuito Integrado 74LS32
Segunda Parte
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
1 Circuito Integrado 74LS00
MÓDULO MTD 2608 com CAIXA DE COMPONENTES
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CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
51
3.4.3 PROCEDIMENTOS
Primeira Parte
a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado;
b) Montar o circuito a seguir, no protoboard;
Figura 3. 8 - Circuito de expressão boleana A . B + C
c) Ligar o módulo MTD 2608;
d) Preencher a tabela 3.3.
Segunda Parte
a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado;
b) Montar o circuito a seguir, no protoboard;
Figura 3. 9 - Implementação da função A . B . C
f) Ligar o módulo MTD 2608;
f) Completar a tabela 3.3.
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CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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Tabela 3. 3 - Tabela Verdade das saídas L1 e L0
ENTRADAS SAÍDA L1 SAÍDA L0
A B C
Ø Ø Ø
Ø Ø 1
Ø 1 Ø
Ø 1 1
1 Ø Ø
1 Ø 1
1 1 Ø
1 1 1
3.4.4 CONCLUSÃO
Através dos resultados obtidos na tabela 3.3, deve ser observada a igualdade entre os
sinais em “L1” e “L0”, comprovando a validade do Teorema de De Morgan. Observar-se
ainda que a mudança da função “OU” para a função “NÃO E” foi acompanhada pela
inversão das entradas desta porta “NÃO E”, sendo que agora uma destas entradas é uma
expressão lógica.
3.5 EXPERIÊNCIA 4: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “E” E “NÃO OU”
(TRÊS VARIÁVEIS)
3.5.1 OBJETIVO
Verificar experimentalmente a validade do Teorema de De Morgan
MÓDULO MTD 2608 com CAIXA DE COMPONENTES
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CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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3.5.2 MATERIAL NECESSÁRIO
Primeira Parte
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
1 Circuito Integrado 74LS08
1 Circuito Integrado 74LS32
Segunda Parte
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
1 Circuito Integrado 74LS02
MÓDULO MTD 2608 com CAIXA DE COMPONENTES
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CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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3.5.3 PROCEDIMENTOS
Primeira Parte
a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado;
b) Montar o circuito a seguir, no protoboard;
Figura 3. 10 - Circuito de expressão boleana (A + C) . B
c) Ligar o módulo MTD 2608;
d) Preencher a tabela 3.4.
Segunda Parte
a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado;
b) Montar o circuito a seguir, no protoboard;
Figura 3. 11 - Implementação da função A + C + B
c) Ligar o módulo MTD 2608;
MÓDULO MTD 2608 com CAIXA DE COMPONENTES
MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO
CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN”
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
55
d) Completar a tabela 3.4.
Tabela 3. 4 - Tabela Verdade das saídas L1 e L0
ENTRADAS SAÍDA L1 SAÍDA L0
A B C
Ø Ø Ø
Ø Ø 1
Ø 1 Ø
Ø 1 1
1 Ø Ø
1 Ø 1
1 1 Ø
1 1 1
3.5.4 CONCLUSÃO
Através dos resultados obtidos na tabela 3.4, deve ser observada a igualdade entre os
sinais em “L1” e “L0”, comprovando a validade do Teorema de De Morgan. Observar-se
ainda que a mudança da função “E” para a função “NÃO OU” foi acompanhada pela
inversão das entradas desta porta “NÃO OU”, sendo que agora uma destas entradas é
uma expressão lógica.
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CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS
4.1 RESUMO
Os flip-flops são os componentes básicos de vários dispositivos, dentre os quais
destacam-se as memórias semicondutoras e os contadores.
Os flip-flops podem ser classificados em dois tipos principais:
a) Flip-Flops Síncronos ou com "clock"
b) Flip-Flops Assíncronos ou sem "clock"
Os flip-flops síncronos exigem, para seu perfeito funcionamento, um pulso de
gatilhamento também chamado "clock", além das entradas normais. Deste modo, nos flip-
flops síncronos as mudanças só ocorrerão durante o pulso de sincronização, ou clock. Já
nos flip-flops assíncronos, as transições ocorrem após terem sido completadas mudanças
nas entradas normais, sem haver a necessidade de pulsos de sincronização.
De acordo com o funcionamento de suas entradas existem diversos tipos de flip-flops,
sendo os mais comuns: S-R, T, D e JK, cujas características de funcionamento passamos
a descrever.
4.2 FLIP-FLOP S-R
Este é o mais simples dispositivo de memória, também chamado de "Flip-Flop Set
Reset".
A figura 4.1 mostra o diagrama em blocos e a tabela verdade do flip-flop S-R.
Figura 4. 1 - Flip-Flop S-R – (a) Símbolo – (b) Tabela de Funcionamento – (c) Tabela
Resumida.
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CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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A leitura da tabela se faz do seguinte modo:
"-" significa não deve ocorrer ou não interessa.
QT é a saída Q existente no instante (T) de aplicação das entradas S e R.
QT+1 é a saída Q após a aplicação das entradas S e R.
Da tabela da figura 4.1 pode-se observar que quando S = 1 e R = Ø a saída Q vai para 1;
quando S = Ø e R = 1, a saída Q vai para Ø; quando R = S = Ø, Q mantém o estado
anterior e quando S = R = 1 a saída será indeterminada.
O flip-flop em sua versão mais simples é muitas vezes chamado de LATCH, e pode ser
implementado com gates NÃO-OU ou com gates NÃO-E, como mostra a figura 4.2.
Figura 4. 2 - - Flip-Flop S-R – (a) Símbolo – (b) Implementação com gates “NÃO-
OU” - (c) Implementação com gates “NÃO-E” – (d) Formas de onda.
Como pode ser observado, os flip-flops vistos são assíncronos, isto é, são diretamente
operados pelas entradas S e R; porém, estes dispositivos podem ser implementados com
uma linha de sincronização em clock. Na figura 4.3 é mostrado este circuito.
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Figura 4. 3 - Flip-Flop S-R Síncrono – (a) Símbolo – (b) Implementação com gates
“NÃO-E” - (c) Tabela de Funcionamento.
Na tabela da figura 4.3(c) notar que quando o clock está em 1 o flip-flop funciona
normalmente, e quando está em Ø não ocorre mudanças na saída.
A figura 4.4 mostra as formas de onda de funcionamento do flip-flop S-R síncrono.
Figura 4. 4 - Formas de onda de funcionamento de um Flip-Flop S-R Síncrono.
4.3 FLIP-FLOP T
O Flip-Flop T (Toggle) ou Complementar tem sua tabela de funcionamento mostrada na
figura 4.5.
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CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS
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Figura 4. 5 - Flip-Flop T – (a) Símbolo – (b) Tabela de Funcionamento – (c) Tabela
Resumida
O Flip-Flop T não é disponível comercialmente, podendo, no entanto ser construído a
partir de outros.
4.4 FLIP-FLOP D
O Flip-Flop D é quase sempre gatilhável (síncrono), isto é, vem sempre associado com
uma entrada de clock, às vezes denominada ENABLE. A figura 4.6 mostra a sua tabela
de funcionamento.
Figura 4. 6 - Flip-Flop D – (a) Saída – (b) Tabela de Funcionamento – (c) Tabela
Resumida.
Da figura 4.6(b) vemos que a saída Q acompanha a entrada D, desde que o clock esteja
em 1. Com o clock em Ø não há mudança de saída.
4.5 FLIP-FLOP JK
Este é o mais versátil dos flip-flops, não possuindo condições de entradas inválidas (como
o S-R para S = R = 1).
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Figura 4. 7 - Flip-Flop J-K – (a) Símbolo – (b) Tabela de Funcionamento – (c) Tabela
Resumida.
Com o flip-flop J-K podemos construir outros tipos de flip-flops, como mostra a figura 4.8.
Figura 4. 8 - Uso do Flip-Flop J-K na construção de outros – (a) Construção do FF S-
R - (b) Construção do FF T – (c) Construção do FF D.
4.6 TIPOS DE GATILHAMENTO DOS FLIP-FLOPS
Quanto ao tipo de gatilhamento, os flip-flops se dividem em:
1. Gatilhável por nível (Level-Triggered)
2. Gatilhável por rampa (Edge-Triggered)
Os flip-flops gatilháveis por nível executam uma ação se a linha de clock estiver no nível 1
(ou Ø algumas vezes).
Deste modo, "em um dispositivo gatilhável por nível as entradas de dados não
devem ser mudadas, exceto após o término do estado ativo do clock."
Os flip-flops gatilháveis por edge podem ser de 2 tipos:
1. Edge Positivo
2. Edge Negativo
Os gatilháveis por Edge Positivo fazem a transferência de informação, da entrada para a
saída, na subida do pulso de clock (edge positivo).
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Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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Os gatilháveis por Edge Negativo fazem esta transferência na descida do pulso de clock
(edge negativo).
A figura 4.9 mostra os tipos de Edge:
Figura 4. 9 - Tipos de Edge – (a) Edge Positivo no início do clock "Leading Edge" –
(b) Edge Positivo no fim do clock "Trailing Edge" – (c) Edge Negativo no fim do
clock "Trailing Edge" – (d) Edge Negativo no início do clock "Leading Edge".
Pode-se estabelecer que:
"Basicamente um dispositivo gatilhável por Edge pode ter seus dados de entrada
mudados em qualquer instante, exceto durante o Edge."
A figura 4.10 mostra as simbologias mais usuais da conexão do clock.
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Figura 4. 10 - Simbologias das conexões do clock.
4.7 FLIP-FLOPS GATILHÁVEIS DO TIPO MESTRE-ESCRAVO
Estes flip-flops são classificados como gatilháveis por nível.
Basicamente, estes dispositivos são compostos de dois flip-flops, sendo um chamado
Mestre e o outro chamado Escravo.
A fim de executar uma transferência correta de informação, da entrada para a saída, este
flip-flop exige que o clock execute uma transição completa, isto é, saia do nível Ø, vá para
o nível 1, permaneça um certo tempo e volte para o nível Ø.
Deste modo, as entradas não devem mudar durante o ciclo de clock.
A figura 4.7 mostra um circuito e as fases de funcionamento do flip-flop Mestre-Escravo.
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Figura 4. 11 - Flip-Flop Mestre-Escravo : Fases do Gatilhamento e Circuito de um FF
Mestre-Escravo SR.
A figura 4.12 mostra as formas de onda do circuito mostrado na figura 4.11.
Figura 4. 12 - - Formas de onda do FF Mestre-Escravo SR.
4.7.1 FLIP-FLOP MESTRE-ESCRAVO COM DATA LOCK-OUT
Este flip-flop difere do Mestre-Escravo normal apenas pelo fato dos dados serem
guardados no mestre no Edge positivo e transferidos para a saída no Edge negativo do
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Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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pulso do clock. Deste modo, neste flip-flop pode haver mudança nas entradas durante o
nível positivo do clock, pois a informação da entrada já foi armazenada no mestre no edge
positivo do clock.
A figura 4.13 mostra as formas de onda FF Mestre-Escravo normal e do FF Mestre-
Escravo com Data Lock-Out (74111).
Figura 4. 13 - Formas de onda de comparação entre os Flip-Flops Mestre-Escravo
Normal e com Data Lock-Out.
4.8 PARÂMETROS IMPORTANTES DOS FLIP-FLOPS
a) TEMPO DE SETAMENTO -tSET-UP
Este é o tempo mínimo que o sinal deve estar presente nas entradas, antes da
ocorrência do pulso de gatilhamento. A figura 4.14 mostra tal fato:
Figura 4. 14 - TSET-UP (tempo de setamento).
b) TEMPO DE MANUTENÇÃO - THOLD
Este é o tempo que o sinal deve permanecer nas entradas após a ocorrência do pulso de
gatilhamento. A figura 4.15 mostra tal fato:
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Figura 4. 15 - THOLD (tempo de Manutenção).
c) FREQUÊNCIA MÁXIMA – fmáx
É a maior frequência dos pulsos de clock que pode ser aplicado ao dispositivo, mantendo
um chaveamento confiável.
4.9 EXPERIÊNCIA 1
4.9.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS76
4.9.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 4.16. Consultar as folhas de dados para a ligação da
alimentação.
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Figura 4. 16 - Flip-Flop JK Mestre-Escravo 74LS76.
b) Completar a tabela 4.1.
Tabela 4. 1 - Funcionamento do flip-flop 74LS76.
ENTRADAS SAÍDAS
J K Clock Q Q
A B C LØ L1
Ø Ø Ø
Ø Ø 1
Ø Ø Ø
1 Ø Ø
1 Ø 1
1 Ø Ø
Ø 1 Ø
Ø 1 1
Ø 1 Ø
1 1 Ø
1 1 1
1 1 Ø
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4.9.1 CONCLUSÃO
Nesta experiência, pode-se observar o funcionamento do flip-flop mestre escravo e a
necessidade da aplicação de um pulso completo de clock para que o dispositivo atue
corretamente.
4.10 EXPERIÊNCIA 2
4.10.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS74
4.10.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 4.17. Consultar as folhas de dados para a ligação da
alimentação.
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Figura 4. 17 - Flip-Flop D Edge Triggered 74LS74.
Figura 4.10b
b) Completar a tabela 4.18.
ENTRADA
S
SAÍDAS
Ø Clock Q Q
A C LØ L1
Ø Ø
D = Ø Ø 1
Clock Ø  1 Ø Ø
1 Ø
D = 1 1 1
Clock Ø  1 1 Ø
Clock = 1 1 1
Ø 1
D 1  Ø 1 1
Ø  1 Ø 1
Figura 4. 18 - Funcionamento do FF D 74LS74.
4.10.1 CONCLUSÃO
Observar que a transferência de informação da entrada “D” para a saída se faz na subida
do clock, e que as entradas podem mudar de estado durante a permanência do clock em
“1” ou “Ø”, sem alteração da saída.
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4.11 EXPERIÊNCIA 3
4.11.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS74
4.11.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 4.19.
Figura 4. 19 - Circuito para teste do Preset e do Clear.
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Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
71
b) Completar a tabela 4.2.
Tabela 4. 2 - Funcionamento do Preset e do Clear.
ENTRADAS SAÍDAS
Prese
t
Clea
r
Cloc
k
D Q Q
A B C D LØ L1
1 1 Ø Ø
1 1 1 Ø
1 1 Ø Ø
Atuação do Preset Ø 1 Ø Ø
Ø 1 1 Ø
1 1 Ø Ø
1 Ø Ø Ø
Atuação do Clear 1 Ø Ø 1
1 Ø 1 1
Atuação do Preset e Ø Ø 1 1
do Clear simultâneos Ø Ø Ø Ø
4.11.1 CONCLUSÃO
Pode ser notado, pela tabela de funcionamento, que um “Ø” na linha do Preset faz a
saída “Q” ir para o nível “1” ("preseta" a saída), e um “Ø” na linha clear faz a saída “Q” ir
para “Ø” ("limpa" a saída). Ainda, deve ser observado que as linhas Preset e Clear têm
prioridade sobre as outras linhas de entrada (no caso, sobre as linhas “D” e clock). Pela
informação das últimas duas linhas da tabela, vê-se que a atuação de Preset e do Clear,
simultaneamente, faz com que a saída Q e Q fiquem em nível 1, perdendo assim a
característica de serem complementares.
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CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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4.12 EXPERIÊNCIA 4
4.12.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS74
1 Circuito Integrado 74LS04
4.12.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 4.20.
Figura 4. 20 - Circuito para teste do tSET-UP
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CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
73
b) Completar a tabela 4.3.
Tabela 4. 3 - Funcionamento do Circuito da Figura 4.20.
Entradas Saídas
D = ck Clear Q Q
C B L1 LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
4.12.1 CONCLUSÃO 1
Quando a chave “C” vai de Ø para 1, a saída deveria mudar de Ø para 1, pois a entrada
D está com 1 e houve um edge positivo do clock. Isto não ocorre devido ao set-up-time,
pois a informação nas linhas de entrada devem estar disponíveis um tempo antes do
aparecimento do edge positivo do clock, tempo este chamado de tSET-UP (setamento).
a) Introduzir, no circuito da figura 4.20, a modificação mostrada na figura 4.21.
Este circuito fornece um atraso entre o dado e o clock. Caso o uso de 4 inversores
não for suficiente, deve-se aumentar o número de inversores para obter um atraso
maior. Este atraso pode variar dependentemente do fabricante.
Figura 4. 21 - Circuito com Introdução de um atraso na linha do Clock
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CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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74
b) Completar a tabela 4.4
Tabela 4. 4 - Funcionamento do circuito da figura 4.21.
ENTRADAS SAÍDAS
D = ck Clear Q Q
A B L1 LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
4.12.2 CONCLUSÃO 2
Com a modificação introduzida, o atraso de tempo dos gates inversores promovem o tSET-
UP. Deste modo o dispositivo funcionou corretamente. A figura 4.22 a seguir mostra as
formas de onda do ocorrido.
Figura 4. 22 - formas de onda após modificações introduzidas
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CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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75
4.13 EXERCÍCIOS
a) Com um flip-flop J-K pode-se construir um flip-flop D.
1. Certo
2. Errado
b) As linhas de Preset e de Clear prevalecem sobre as outras linhas de entrada.
1. Certo
2. Errado
c) Em um flip-flop Mestre-Escravo o funcionamento correto exige que o clock:
1. Tenha um Edge negativo
2. Tenha um Edge positivo
3. Saia do nível Ø, vá para 1, permaneça um tempo
mínimo 1, e volta para Ø
d) O tempo set-up em um flip-flop D exige que:
1. A entrada D esteja presente após o clock
2. A entrada D esteja presente antes do clock
3. A entrada D e o clock devam ocorrer simultaneamente.
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CAPÍTULO 5 – CONTADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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CAPÍTULO 5 - CONTADORES
5.1 DEFINIÇÃO
Um contador é um registro que pode somar uma quantidade, geralmente um, ao dado
guardado.
5.2 CONTADORES RIPPLE (ASSINCRONO)
Nos contadores ripple a saída de um flip-flop é conectada a entrada do clock do próximo.
Tal contador é, às vezes, chamado contador série.
5.2.1 EXPERIÊNCIA 1
5.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS76
5.2.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 5.1 e alimentar os componentes.
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CAPÍTULO 5 – CONTADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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Figura 5. 1 - Contador ripple de 0000 até 1111 com retorno.
b) Completar a tabela 5.1.
Tabela 5. 1 - Tabela para circuito da figura 5.1.
CLEAR CLOCK SAÍDAS
A C L3 L2 L1 LØ
Ø x 
1 
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
OBSERVAÇÃO
Na figura 5.1 lembrar que as entradas J e K abertas funcionam como se
estivessem conectadas ao nível lógico 1.
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CAPÍTULO 5 – CONTADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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1
1
1
1
Ø 
c) Na tabela 5.1 observar que em:
 e  A = Ø, é feito um clear no contador, portanto L3 L2 L1 LØ = ØØØØ.
 o contador conta em binário puro desde ØØØØ (Ø10) até 1111 (1510),
retornando a ØØØØ (Ø10) e o ciclo se repetindo.
d) O contador da figura 5.1 é chamado contador ripple. O flip-flop mais significativo (o
que tem saída L3 na figura 5.1) não pode mudar de estado durante um tempo
correspondente a 4 demoras (uma para cada flip-flop). Se, por exemplo, o TP de um
flip-flop é 10ns, o contador gasta 40ns após o edge negativo do clock para fornecer
a palavra correta. O circuito da figura 5.1 pode ser ampliado para contadores ripple
maiores.
5.2.2 EXPERIÊNCIA 2
5.2.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS76
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CAPÍTULO 5 – CONTADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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5.2.2.2 PROCEDIMENTO
a) Modificar o circuito da experiência 1 como mostrado na figura 5.2.
Figura 5. 2 - Contador ripple controlado.
b) Completar a tabela 5.2.
Tabela 5. 2 - Tabela para o circuito da figura 5.2.
CLEAR CONTROLE CLOCK SAÍDAS
A B C L3 L2 L1 LØ
Ø x x 
1 Ø 
1 1
1 1
1 1 
1 1
1 1
1 1 
1 1
1 1
1 1
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CAPÍTULO 5 – CONTADORES
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1 1 
1 1
1 1
1 1
1 1
1 1
1 1
c) Na tabela 5.2 observar que em:
  A = Ø, é dado um clear no contador e L3 L2 L1 LØ = ØØØØ.
  Com o controle B = Ø o contador não conta.
  Com B = 1 o contador conta normalmente.
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CAPÍTULO 5 – CONTADORES
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5.3 CONTADORES SÍNCRONOS
A fim de contornar o problema da demora de propagação dos contadores ripple, usa-se
os contadores síncronos, que tem a característica de possuir as entradas de clock dos
flip-flops ligados em paralelo.
5.3.1. EXPERIÊNCIA 1
5.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
1 Circuito Integrado 74LS10
2 Circuito Integrado 74LS76
5.3.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 5.3 e alimentar os componentes.
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83
Figura 5. 3 - Contador Síncrono.
b) Completar a tabela 5.3.
Tabela 5. 3 - Tabela para circuito da figura 5.3.
CLEAR CLOCK SAÍDAS
A C L3 L2 L1 LØ
Ø x 
1
1
1
1
1 
1
1
1
1
1
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CAPÍTULO 5 – CONTADORES
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CLEAR CLOCK SAÍDAS
A C L3 L2 L1 LØ
1
1
1 
1
1
1
c) Na tabela 5.3 observar que em:
  A = Ø, é dado um clear no contador e L3 L2 L1 LØ = ØØØØ.
  A = 1 e há clock, portanto o contador conta normalmente desde ØØØØ até
1111, retornando a ØØØØ, e repetindo o ciclo.
5.4 CONTADORES SÍNCRONOS CONTROLADOS
Com pequenas modificações no circuito da figura 5.3, pode-se tornar o circuito em um
contador síncrono controlado, no qual só haverá contagem quando acionada a linha de
contagem.
5.5 CONTADORES EM ANEL
Em vez de contar com números binários, um contador Anel usa palavras que tem um
único Bit alto (nível lógico 1).
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CAPÍTULO 5 – CONTADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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5.5.1 EXPERIÊNCIA 1
5.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS74
5.2.2.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 5.4 e alimentar os componentes.
Figura 5. 4 - Contador em anel de 4 bits.
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CAPÍTULO 5 – CONTADORES
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b) Completar a tabela 5.4.
Tabela 5. 4 - Tabela para o circuito da figura 5.4
CLEAR CLOCK SAÍDAS
A C L3 L2 L1 LØ
Ø x 
1
1 
1
1
c) Na tabela 5.4 observar que em:
  A = Ø, é estabelecida a condição inicial do contador (no caso L3 L2 L1 LØ
= 1ØØØ).
  O contador conta de 1ØØØ para Ø1ØØ, deste valor para ØØ1Ø e daí
para ØØØ1, retornando a 1ØØØ, onde é reiniciado outro ciclo.
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
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CAPÍTULO 6 - REGISTRADORES
6.1 RESUMO
Um registrador (ou registro) é um grupo de elementos de memória que trabalham em
conjunto como uma única unidade. Os registradores mais simples guardam palavras
binárias, outros modificam a palavra guardada, somando 1 ou deslocando bits para a
direita ou para a esquerda ou, ainda, executando outras operações.
6.2 REGISTRADORES BUFFER
O registrador buffer é um dos mais simples; tudo o que faz é simplesmente guardar
temporariamente uma palavra binária.
6.2.1 EXPERIÊNCIA 1
6.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS74
6.2.1.1 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 6.1.
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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88
Figura 6. 1 - Registrador de 4 bits.
b) Completar a tabela 6.1, lembrando que o clock deve ser ativado após selecionadas
as entradas A, B, C e D.
Tabela 6. 1 - Tabela para o circuito da figura 6.1.
ENTRADAS CLOCK SAÍDAS
A B C D H L3 L2 L1 LØ
Ø Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø Ø
1 Ø Ø Ø
1 1 Ø Ø
1 1 Ø 1
1 1 1 1
Ø Ø Ø Ø
Ø 1 1 Ø
1 1 Ø 1
Ø 1 Ø Ø
Ø Ø Ø 1
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
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c) O circuito da figura 6.1 se destina a carregar no registrador, após aplicação do clock,
a palavra selecionada por A, B, C e D. O circuito é muito primitivo para ser de
qualquer uso, porém a seguir é apresentado melhorias neste circuito básico.
6.2.2 EXPERIÊNCIA 2
6.2.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 3 Circuito Integrado 74LS00
2 Circuito Integrado 74LS74
6.2.2.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 6.2.
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
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90
Figura 6.2 - Registrador de 4 bits melhorado.
b) Completar a tabela 6.2.
Tabela 6.2 - Tabela para o circuito da figura 6.2.
LOAD (CARGA) ENTRADAS CLOCK CLEAR SAÍDAS
G A B C D H F L3 L2 L1 LØ
Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 
Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1
Ø 1 Ø 1 Ø 1 
Ø 1 1 1 Ø 1
1 1 1 1 Ø 1 
Ø Ø Ø Ø Ø 1
1 Ø Ø 1 1 1 
Ø 1 1 1 1 1
c) Na tabela 6.2, observar que em:
  tem-se F = Ø, logo as saídas L3 L2 L1 LØ devem ser ØØØØ, pois F = Ø
significa clear.
  com G = Ø não se pode carregar o registrador.
  e  com G = 1, o registrador deve ser carregado com as informações contidas
em A B C D, porém com G = Ø a informação anterior é mantida no registrador.
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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6.3 REGISTRADORES DE DESLOCAMENTO
Os registradores de deslocamento ou shift registers deslocam os bits guardados para a
direita ou para a esquerda, dependendo do seu projeto.
6.3.1 EXPERIÊNCIA 1
6.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS74
6.3.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 6.3.
Figura 6.3 - Registrador de deslocamento a esquerda.
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
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92
b) Completar a tabela 6.3.
Tabela 6.3 - Tabela para o circuito da figura 6.3
CLEAR ENTRADA CLOCK SAÍDAS
B A C L3 L2 L1 LØ
Ø x x 
1 1
1 1 
1 1
1 1
1 Ø
1 Ø 
1 Ø
1 Ø
c) Na tabela 6.3 observar que em  foi feito clear no registrador, e em  e  há o
deslocamento para a esquerda de um bit 1 e um bit Ø, respectivamente. Este
circuito é então um registrador de deslocamento à esquerda.
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
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6.3.2 EXPERIÊNCIA 2
6.3.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS74
6.3.2.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 6.4
Figura 6.4 - Registrador de deslocamento à direita.
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
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94
b) Completar a tabela 6.4.
Tabela 6. 4 - Tabela para o circuito da figura 6.4.
CLEAR ENTRADA CLOCK SAÍDAS
B A C L3 L2 L1 LØ
Ø x x 
1 1
1 1 
1 1
1 1
1 Ø
1 Ø 
1 Ø
1 Ø
c) Na tabela 6.4 observar que em  foi feito clear no registrador, e em  e  há o
deslocamento para a direita de um bit 1 e um bit Ø, respectivamente. Assim, o
circuito da figura 6.4 é um registrador de deslocamento à direita.
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6.3.3 EXPERIÊNCIA 3
6.3.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 3 Circuito Integrado 74LS00
2 Circuito Integrado 74LS74
6.3.2.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 6.5.
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Figura 6.5 - Registrador de deslocamento controlado
b) Completar a tabela 6.5.
Tabela 6.5 - Tabela do circuito da figura 6.5.
CLEAR DESLOCAMENTO ENTRADA CLOCK SAÍDAS
B D A C L3 L2 L1 LØ
Ø x x x 
1 Ø 1 
1 1 1
1 1 1
1 1 1 
1 1 1
1 1 Ø
1 Ø Ø 
1 Ø Ø
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
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CLEAR DESLOCAMENTO ENTRADA CLOCK SAÍDAS
B D A C L3 L2 L1 LØ
1 1 Ø
1 1 Ø
1 1 Ø
c) Na tabela 6.5 observar que em:
  B = Ø, o que significa clear do registrador.
  D = Ø, não há deslocamento. No clock os dados do registrador serão
mantidos.
  D = 1, há deslocamento. O registrador no 1º clock recebe o bit da entrada “A”,
no seguinte clock o bit L3 é deslocado para L2 e o segundo bit de “A” entra em L3,
e assim por diante.
  os dados do registrador são mantidos, pois D = Ø.
6.4 CARREGAMENTO PARALELO
Na experiência seguinte é mostrado outro passo da evolução dos registradores de
deslocamento. Além da entrada CLR, pode-se carregar os bits diretamente nos flip-flops,
do mesmo modo que num registrador buffer. Esta espécie de entrada de dados é
chamada carregamento paralelo.
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA..
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6.4.1 EXPERIÊNCIA 1: (OPCIONAL)
6.4.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 3 Circuito Integrado 74LS00
1 Circuito Integrado 74LS02
2 Circuito Integrado 74LS10
1 Circuito Integrado 74LS74
6.4.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 6.6.
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
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Figura 6.6 - Registrador de deslocamento com carregamento paralelo.
b) Completar a tabela 6.6.
Tabela 6.6 - Tabela para circuito da figura 6.6.
CLEAR DESLOCAMENTO CARGA ENTRADAS CLOCK SAÍDAS
VCC/COM B D A E F G H C L3 L2 L1 LØ
Ø x x x x x x x x 
1 Ø Ø x x x x x 
1 Ø 1 x 1 Ø 1 Ø
1 Ø 1 x 1 1 Ø Ø 
1 Ø 1 x Ø Ø Ø Ø
1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø
1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø 
1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø
1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø
1 1 1 _____________ ______ _ _ _ _ 
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CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES
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c) Na tabela 6.6 observar que em:
  clear = Ø (comum), é dado um clear nas saídas, portanto L3, L2,L1 e LØ =
ØØØØ.
  B = Ø e D = Ø, os dados do registrador são mantidos após o clock
(recirculados).
  B = Ø e D = 1, o registrador é carregado com os dados contidos nas entradas
EFGH.
  B = 1 e D = Ø, o conteúdo do registrador é deslocado a cada clock, com a
entrada A aparecendo na saída L3.
6.5 REGISTRADORES NA FORMA DE CI's
Na série 74 existem alguns registradores na forma de CI's, entre os quais pode-se citar: o
74164, que é um registrador de deslocamento entrada série, saída paralelo; o 74165, que
é um registrador de deslocamento, entrada paralela, saída série; e o 74194, que é um
registrador de deslocamento universal, no qual os dados podem entrar em série ou em
paralelo e sair em paralelo ou em série.
Em computadores, circuitos baseados em registradores de deslocamento com entrada
paralela e saída série, são responsáveis pela transmissão serial de dados, enquanto que
circuitos baseados em registradores de deslocamento com entrada série e saída paralela,
são responsáveis pela recepção serial de dados.
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CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148.
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CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148.
7.1 INTRODUÇÃO
Um codificador executa o processo inverso do decodificador, isto é, um codificador é um
circuito que tem um número M de linhas de entrada, sendo que somente uma delas é
ativada por vez, e produz um código de saída de N bits. O código de saída depende da
entrada ativada. A figura 7.1 é o diagrama geral de um codificador com M entradas e N
saídas.
Figura 7.1: Diagrama geral de um codificador de M entradas e N saídas.
7.1.1 CONVERSORES DE CÓDIGOS
Frequentemente, em sistemas digitais, é necessário converter de um código para outro.
Um conversor de código (às vezes também chamado de codificador) é um dispositivo
para converter um código específico, aplicado às suas entradas, em outro código que
será fornecido nos seus terminais de saída. A figura 7.2 mostra o diagrama geral de um
conversor de código.
Figura7.2: Diagrama geral de um conversor de código.
7.1.2 CODIFICADOR 8 PARA 3 (CI 74LS148)
Este circuito integrado realiza a codificação de 8 linhas para três linhas em binário (octal).
A pinagem deste CI é mostrada na figura 7.3.
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CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148.
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Uma característica particular deste circuito é a existência de prioridade das linhas de
entrada mais significativas sobre as menos significativas, podendo ser utilizado como
codificador de prioridade.
As linhas E0 (saída) e E1 (entrada) são utilizadas para conexão em cascata (expansão
octal), de modo que não seja necessária a utilização de circuitos adicionais para tal
finalidade.
Figura 7.3: Pinagem do CI 74LS148.
A operação do codificador 74LS148 pode ser resumida na tabela 7.1:
Tabela 1: Tabela de funcionamento do CI 74LS148.
Entradas Saídas
E1 Ø 1 2 3 4 5 6 7 A2 A1 AØ GS E0
H X X X X X X X X H H H H H
L H H H H H H H H H H H H L
L X X X X X X X L L L L L H
L X X X X X X L H L L H L H
L X X X X X L H H L H L L H
L X X X X L H H H L H H L H
L X X X L H H H H H L L L H
L X X L H H H H H H L H L H
L X L H H H H H H H H L L H
L L H H H H H H H H H H L H
H = HIGH (ALTO) L = LOW (BAIXO)
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CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148.
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7.2 OBJETIVO
Utilizando-se o módulo MTD2608 e circuitos integrados verificando, experimentalmente, a
utilização de alguns tipos de codificadores.
7.3 EXPERIÊNCIA 1: CODIFICADOR 4 ENTRADAS / 2 SAÍDAS
7.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS32
7.3.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 7.4:
Figura 7.4: Codificador de 4 entradas e 2 saídas.
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CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148.
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b) Completar a tabela 7.2.
Tabela 7.2: Tabela para codificador de 4 entradas e 2 saídas.
ENTRADAS SAÍDAS
A B C D L1 LØ
1 Ø Ø Ø
Ø 1 Ø Ø
Ø Ø 1 Ø
Ø Ø Ø 1
c) Na tabela 52, se mais de uma entrada fosse 1 num dado instante, o resultado da
saída seria errado. Se nenhuma entrada for 1, as saídas fornecerão ØØ.
7.4 EXPERIÊNCIA 2: CODIFICADOR 8 PARA 3 (CI 74LS148)
7.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS148
7.4.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 7.5:
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CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148.
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Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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Figura 7.5: Codificador 8 para 3 utilizando o 74LS148.
b) Completar a tabela :
Tabela 7.3: Tabela de funcionamento do codificador 8 para 3.
Entradas Saídas
A B C D E F G H LØ L1 L2
Ø 1 1 1 1 1 1 1
1 Ø 1 1 1 1 1 1
1 1 Ø 1 1 1 1 1
1 1 1 Ø 1 1 1 1
1 1 1 1 Ø 1 1 1
1 1 1 1 1 Ø 1 1
1 1 1 1 1 1 Ø 1
1 1 1 1 1 1 1 Ø
1 1 Ø 1 Ø 1 1 1
1 1 1 1 1 Ø 1 Ø
Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1
Conclusões:
Após realizada esta experiência, deve ter sido observado que para cada linha de entrada
ativa, as saídas assumem o valor binário correspondente ao número da entrada do CI.
Também, deve ter sido observado que quando mais de uma entrada é ativada, a entrada
mais significativa tem prioridade.
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CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES CI 74LS138
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CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES CI 74LS138
8.1 INTRODUÇÃO
Um decodificador é um circuito que tem N entradas binárias e M linhas de saídas (sendo
M  2N), de modo que somente uma linha de saída M é ativada por vez para cada
combinação das N entradas.
A figura 8.1 mostra o diagrama geral de um decodificador com N entradas e M saídas.
Figura 8.1: Decodificador geral com N entradas e M saídas.
Alguns decodificadores não utilizam todas 2N combinações de entradas de código
possíveis, mas apenas algumas destas. Decodificadores deste tipo são, frequentemente,
projetados de modo que se qualquer dos códigos não usados for aplicado às entradas,
nenhuma das saídas será ativada.
A tabela 8.1 mostra a tabela de um decodificador de 2 para 4 linhas.
Tabela 8.2: Tabela para decodificador de 2 entradas e 4 saídas.
ENTRADAS SAÍDAS
A B L3 L2 L1 LØ
Ø Ø 1 Ø Ø Ø
Ø 1 Ø 1 Ø Ø
1 Ø Ø Ø 1 Ø
1 1 Ø Ø Ø 1
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CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES
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7.1.1 CI 74LS138
O CI 74LS138 (figura 8.2) é um decodificador / demultiplexador que possui três entradas
de seleção e 8 saídas, as quais são ativas em nível baixo (Ø). Cada uma das oito
possíveis combinações das entradas de seleção ativa uma das oito linhas de saída (Ø),
permanecendo as outras desativadas (1).
Figura 8.2: Pinagem do CI 74LS138.
Além das linhas de entrada de seleção e das linhas de saída existem três entradas de
habilitação (enable): G1, G2A e G2B, sendo a primeira ativa em nível alto (1) e as outras
duas ativas em nível baixo (Ø). Todas estas três linhas de habilitação devem estar ativas
para o funcionamento do CI. Se uma delas não estiver habilitada, todas as linhas de saída
permanecem em nível alto (1). A tabela 8.2 demonstra o funcionamento deste
decodificador.
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CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES
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Tabela 8.3: Tabela de funcionamento do CI 74LS138.
Entradas
Saídas
Habilitação Seleção
G1 G2* C B A YØ Y1 Y2 Y3 Y4 Y5 Y6 Y7
X H X X X H H H H H H H H
L X X X X H H H H H H H H
H L L L L L H H H H H H H
H L L L H H L H H H H H H
H L L H L H H L H H H H H
H L L H H H H H L H H H H
H L H L L H H H H L H H H
H L H L H H H H H H L H H
H L H H L H H H H H H L H
H L H H H H H H H H H H L
* G2 = G2A + G2B
H = HIGH (ALTO)
L = LOW (BAIXO)
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CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES
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8.3 EXPERIÊNCIA 2: DECODIFICADOR 1 PARA 8 (CI 74LS138)
8.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS138
8.4.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 8.3
Figura 8.3: Decodificador 1 para 8.
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CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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b) Completar a tabela 8.5:
Tabela 8.4: Tabela de funcionamento do decodificador 1 para 8.
Entradas Saídas
Habilitação Seleção YØ Y1 Y2 Y3 Y4 Y5 Y6 Y7
G1 G2A C B A LØ L1 L2 L3 L4 L5 L6 L7
X 1 X X X
Ø X X X X
1 Ø Ø Ø Ø
1 Ø Ø Ø 1
1 Ø Ø 1 Ø
1 Ø Ø 1 1
1 Ø 1 Ø Ø
1 Ø 1 Ø 1
1 Ø 1 1 Ø
1 Ø 1 1 1
Nota: Na Tabela, G1 corresponde a chave D e G2A a chave E.
Observação:
Notar que a entrada de habilitação G2B está sempre ativa (está aterrada). Deste
modo a habilitação é feita pelos pinos G1 e G2A.
Deve ter sido observado que, estando o CI habilitado, somente uma saída fica
ativa (nível lógico Ø) por vez. Caso contrário, todas as saídas ficam desativadas
(nível lógico 1).
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CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42
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CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42
9.1 RESUMO
Um decodificador é um circuito que tem N entradas binárias e M linhas de saídas (sendo
M  2N), de modo que somente uma linha de saída M é ativada por vez, para cada
combinação das N entradas.
A figura 9.1 mostra o diagrama geral de um decodificador com N entradas e M saídas.
Figura 9.1 - Decodificador geral com N entradas e M saídas
Alguns decodificadores não utilizam todas 2N combinações de entradas de código
possíveis, mas apenas algumas destas. Decodificadores deste tipo são frequentemente,
projetados de modo que se qualquer dos códigos não usados for aplicado as entradas,
nenhuma das saídas será ativada.
A tabela 9.1 mostra um decodificador de 2 para 4 linhas.
Tabela 9.1 - Decodificador de 2 entradas e 4 saídas.
ENTRADAS SAÍDAS
A B L3 L2 L1 LØ
Ø Ø 1 Ø Ø Ø
Ø 1 Ø 1 Ø Ø
1 Ø Ø Ø 1 Ø
1 1 Ø Ø Ø 1
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CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42
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Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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9.2 EXPERIÊNCIA 1
9.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
1 Circuito Integrado 74LS08
9.2.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 9.2.
Figura 9.2 - Decodificador de 2 entradas e 4 saídas com Gates.
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CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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b) Completar a tabela 9.2.
Tabela 9. 2 - Tabela do circuito
ENTRADAS SAÍDAS
A B L3 L2 L1 LØ
Ø Ø
Ø 1
1 Ø
1 1
9.3 DECODIFICADOR BCD PARA DECIMAL
Um decodificador que tem 4 entradas no código BCD e produz 10 saídas correspondendo
aos dígitos decimais é chamado Decodificador (ou conversor) BCD para decimal, ou
Decodificador 1 de 10.
9.3.1 EXPERIÊNCIA 2
9.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS42
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CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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9.3.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 9.3.
Figura 9.3 - Decodificador 74LS42.
b) Completar a tabela 9.3.
Tabela 9.3 - 74LS42.
ENTRADAS SAÍDAS
D C B A 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Ø
CHAVES
D C B A L9 L8 L7 L6 L5 L4 L3 L2 L1 LØ
Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø 1
Ø Ø 1 Ø
Ø Ø 1 1
 Ø 1 Ø Ø
Ø 1 Ø 1
Ø 1 1 Ø
Ø 1 1 1
1 Ø Ø Ø
1 Ø Ø 1
1 Ø 1 Ø
 1 Ø 1 1
1 1 Ø Ø
1 1 Ø 1
c) Observar que em  uma única saída é Ø de cada vez. Na prática, este
decodificador pode ser usado para habilitar um circuito externo que requeira uma
única entrada para cada saída. As combinações de entradas de  são combinações
que não devem ser usadas e neste caso nenhuma saída é Ø.
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9.4 DECODIFICADOR DRIVER
O decodificador da figura 9.3 pode ser modificado para ter saída com maiores correntes e
tensões. Isto está mostrado na figura 9.4, onde a saída do decodificador atua na base do
transistor, o qual tem coletor aberto e é capaz de operar correntes e tensões
relativamente altas. A figura 9.4 mostra uma conexão típica para alimentar uma pequena
lâmpada incandescente de 20 volts. Deve-se observar que a saída do transistor fica S, já
que este age como um inversor.
Figura 9. 4 - Uma das saídas do decodificador com transistor driver.
Na família TTL 74 já existem circuitos de coletor aberto que são indicados para se usar na
saída s, em substituição ao transistor. Entre estes, pode-se citar o CI 74LS06, que consta
de 6 inversores Buffers/Drivers com saída para alta tensão (até 30 volts) e podendo
absorver correntes de até 40mA. Outro destes é o CI 7407, que consta de 6
Buffers/Drivers com saída possuindo características de tensão e corrente iguais as do
74LS06.
Existem também CI's decodificadores, na família 74, que já vêm com o driver incorporado
e, nestes casos, são denominados Decodificadores/Drivers. Entre estes pode-se citar o
74141, que é um decodificador/driver BCD para decimal.
9.4.1 DECODIFICADOR/DRIVERS BCD PARA 7 SEGMENTOS
Alguns displays numéricos usam uma configuração de 7 segmentos para produzir um
caracter alfanumérico. Cada segmento é composto de um material que emite luz quando
percorrido por corrente. Os materiais mais comumente utilizados são diodos de emissão
de luz (LED's) e filamentos incandescentes.
Um decodificador/driver BCD para 7 segmentos recebe entradas BCD de 4 bits e fornece
as saídas que conduzirão as correntes, através dos segmentos apropriados para mostrar
o caracter alfanumérico. A tabela 9.4 mostra os segmentos acesos com os respectivos
dígitos decimais.
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CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42
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Tabela 9. 4 - Display de 7 segmentos.
SEGMENTOS ACESOS DÍGITO DECIMAL
a b c d e f g
1
Ø
1
1
Ø
1
Ø
1
1
1
1
1
1
1
1
Ø
Ø
1
1
1
1
1
Ø
1
1
1
1
1
1
1
1
Ø
1
1
Ø
1
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
Ø
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
Ø
Ø
1
1
1
Ø
1
1
Ø
Ø
1
1
1
1
1
Ø
1
1
Ø
1
2
3
4
5
6
7
8
9
a) b)
O nome decodificador é aplicado para este caso pois, apesar de se ter várias saídas
ativas simultaneamente no decodificador, na saída do decodificador/driver-display só se
tem um único dígito decimal.
Existem decodificadores/drivers BCD para 7 segmentos na série 74. Entre estes pode-se
citar o 7446 e o 7447. Entretanto, um decodificador / driver muito popular é o 9368 e que
é utilizado neste equipamento, podendo ser encontrado ou similar (7448)
O módulo 8810 contém 2 decodificadores em EPLD’s ligados aos displays.
Suas respectivas entradas são:
LØ a L3 – dígito correspondentes aos 4 bits menos significativos
L4 a L7 – dígitos correspondentes aos 4 bits mais significativos
Existe display que já têm ao seu circuito o decodificador / driver.
A figura 9.5 mostra como é o circuito discreto equivalente ao do módulo.
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CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42
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Figura 9. 5 - Circuito decodificador / display do Módulo 8810.
9.4.1.1 EXPERIÊNCIA 3
a) Ligar as chaves A, B, C e D em L3, L2, L1 e L0, respectivamente.
Observação:
Poderá ligar E, F, G e H em L7, L6, L5 e L4, respectivamente.
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CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
120
b) Verificar a tabela 9.5.
Tabela 9. 5 - 9368 e FND 500.
ENTRADAS SAÍDA
A B C D Caracter Alfanumérico
Ø
Ø
Ø
Ø
Ø
Ø
Ø
Ø
1
1
Ø
Ø
Ø
Ø
1
1
1
1
Ø
Ø
Ø
Ø
1
1
Ø
Ø
1
1
Ø
Ø
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1

1
1
1
1
1
1
Ø
Ø
1
1
1
1
1
1
Ø
Ø
1
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1

c) Observar que:
 Em  são os decimais correspondentes às entradas.
 Em  as saídas são os hexadecimais correspondentes às entradas.
Disto conclui-se que:
1º - Usando-se entradas desde ØØØØ até 1ØØ1 o 9368 funciona como
decodificador / driver BCD para decimal.
2º - Usando-se entradas desde ØØØØ até 1111 o 9368 funciona como decodificador
/ driver binário para hexadecimal.
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CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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121
CAPÍTULO 10 - CODIFICADORES
10.1 RESUMO
Um codificador executa o processo inverso do decodificador, isto é, um codificador é um
circuito que tem um número “M” de linhas de entradas, sendo que somente uma delas é
ativada por vez e produz um código de saída de “N” bits. O código de saída depende de
que entrada é ativada. A figura 10.1 é o diagrama geral de um codificador com “M”
entradas e “N” saídas.
Figura 10.1 - Diagrama geral de um codificador de M entradas e N saídas.
10.2 EXPERIÊNCIA 1
10.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS32
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CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
122
10.2.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 10.2, lembrando que a chave “A” só seria usada para
circuitos maiores.
Figura 10.2 - Codificador de 4 entradas e 2 saídas.
b) Completar a tabela 10.1.
Tabela 10.1 - Codificador de 4 entradas e 2 saídas.
ENTRADAS SAÍDAS
A B C D L1 LØ
1 Ø Ø Ø
Ø 1 Ø Ø
Ø Ø 1 Ø
Ø Ø Ø 1
c) Na tabela 10.1, se mais de uma entrada fosse 1 num dado instante, o resultado
da saída seria errado. Se nenhuma entrada for 1, as saídas fornecerão ØØ.
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CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES
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123
10.3 EXPERIÊNCIA 2
10.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS32
10.3.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 10.3, lembrando que a chave só seria usada para
circuitos maiores.
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CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES
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124
Figura 10.3 - Codificador/decodificador de chaves para displays de sete segmentos,
com 4 entradas.
b) Completar a tabela 10.2.
Tabela 10. 2 - Tabela do circuito da figura 8.3.
ENTRADAS CARACTER
A B C D GERADO
1 Ø Ø Ø
Ø 1 Ø Ø
Ø Ø 1 Ø
Ø Ø Ø 1
c) Observar que cada chave corresponde a um número decimal.
10.4 CHAVES CODIFICADORAS
Muitos sistemas digitais usam chaves para entrada de dados. Como exemplo tem-se as
calculadoras eletrônicas, as quais usam teclado de entrada. Outro exemplo é o teclado de
computadores. Nestes e em outros casos similares, a atuação das chaves deve ser
codificada no código apropriado e requerido pelo sistema. Num sistema similar ao usado
na figura 10.2, em que no lugar das entradas A B C D tenha-se as chaves do teclado, tais
chaves codificadoras podem ser usadas, sempre que dados B C D tenham de entrar
manualmente no sistema digital.
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CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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125
Como exemplo de seu uso pode-se citar a calculadora eletrônica, onde o operador
pressiona várias chaves em sequência para entrar dados decimais. Numa calculadora
simples, o código B C D para cada dígito decimal entra num registrador de 4 bits. Em
outras palavras, quando a primeira chave é pressionada, o código B C D para aquele
dígito é guardado num registrador de 4 bits.
Quando a segunda chave é pressionada, o código B C D para este dígito é enviado para
outro registrador de 4 bits e assim sucessivamente.
Existem codificadores na forma de CI's e entre estes pode-se citar, na série TTL 74, o
74147, que é um codificador decimal para B C D, o 74148 que é um codificador, com
prioridade, para oito chaves.
10.5 CONVERSORES DE CÓDIGOS
Frequentemente, em sistemas digitais é necessário converter de um código para outro.
Um conversor de código (às vezes também chamado de codificador) é um dispositivo
para converter um código específico, aplicado à suas entradas, em um outro código, que
será fornecido nos seus terminais de saída. A figura 10.4 mostra o diagrama geral de um
conversor de código.
Figura10.4 - Diagrama geral de um conversor de código.
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CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES
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10.5.1 EXPERIÊNCIA 3
10.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
10.5.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 10.5.
Figura 10.5 - Conversor de código 2421 para 8421.
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CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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b) Completar a tabela 10.3.
Tabela 10.3 - Tabela do circuito da figura 10.5.
ENTRADAS SAÍDAS
A B C D L3 L2 L1 LØ
Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø 1
Ø Ø 1 Ø
Ø Ø 1 1
Ø 1 Ø Ø
1 Ø 1 1
1 1 Ø Ø
1 1 Ø 1
1 1 1 Ø
1 1 1 1
c) Observar, pela tabela 8.3 que as entradas A B C D estão no código 2421 e que as
saídas L3, L2, L1 e LØ estão no código 8421.
Observação:
Pode-se fazer outros conversores de códigos para converter de um código
qualquer para outro. O procedimento lógico é simples. Contudo, já existem alguns
circuitos integrados que fazem algumas das conversões mais usuais. Outras
conversões podem ser feitas usando-se memórias EPROM’s, ou dispositivos
lógicos programáveis, tais como PLA, PAL, EPLD’s, etc.
Como exemplos de circuitos integrados conversores de códigos na série 74, tem-
se o 74184, que converte de B C D para binário puro, e o 74185 que converte de
binário puro para B C D.
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CAPÍTULO 11 – MULTIPLEXADORES
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CAPÍTULO 11 - MULTIPLEXADORES
11.1 RESUMO
Um multiplexador ou seletor de dados é um circuito lógico que aceita diversas entradas de
dados e permite que somente uma delas atinja a saída por vez.
A rota da entrada de dados desejada para saída é controlada pelas entradas de seleção
(Select), algumas vezes denominadas entradas de endereço.
A figura 11.1 mostra o diagrama em bloco de um multiplexador geral e sua representação
conceitual em termos de chaves.
Figura 11. 1 - (a) Diagrama Geral de um Multiplexador digital – (b) Representação
conceitual do multiplexador.
11.2 MULTIPLEXADOR DE 2 ENTRADAS
A figura 11.2 mostra o circuito de um multiplexador de 2 entradas de 1 bit, ou
multiplexador de 2 canais de 1 bit.
Figura 11. 2 - Multiplexador de 2 canais de 1 bit.
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CAPÍTULO 11 – MULTIPLEXADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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11.9.1 EXPERIÊNCIA 1
11.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
1 Circuito Integrado 74LS08
1 Circuito Integrado 74LS32
11.2.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 11.3.
Figura 11. 3 - Multiplexador de 2 canais de 1 bit
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CAPÍTULO 11 – MULTIPLEXADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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131
b) Completar a tabela 11.1.
Tabela 11. 1 - Tabela de 1 multiplexador de 2 entradas de 1 bit.
ENTRADAS SAÍDA
DADOS SELEÇÃO
A B D L1
Ø Ø Ø
Ø 1 Ø
1 1 Ø
1 Ø Ø
Ø Ø 1
Ø 1 1
1 1 1
1 Ø 1
c) Observar que com D = Ø é selecionada a entrada “B”, e que com D = 1 é
selecionada a entrada “A”.
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CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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133
CAPÍTULO 12 - DEMULTIPLEXADORES
12.1 RESUMO
Um demultiplexador executa a operação inversa do multiplexador, isto é, toma uma única
entrada e a distribui para uma das diversas saídas.
A figura 12.1 mostra o diagrama em bloco de um demultiplexador e sua representação
conceitual em termos de chaves.
Figura 12.1 - Demultiplexador de 1 para 4 linhas.
A tabela 12.1 mostra um demultiplexador que distribui uma linha de entrada para 4 linhas
de saídas. Desta tabela, pode-se obter as equações das saídas aplicando-se a conhecida
fórmula de interpolação.
Tabela 12.1 – Demultiplexador de 1 para 4 linhas.
ENTRADAS SAÍDA SELECIONADA
DADOS SELEÇÃO
E ES1 ESØ S3 S2 S1 SØ
E Ø Ø Ø Ø Ø 1
E Ø 1 Ø Ø 1 Ø
E 1 Ø Ø 1 Ø Ø
E 1 1 1 Ø Ø Ø
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CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
134
12.2 DEMULTIPLEXADOR DE 4 SAÍDAS
A figura 12.2 mostra o circuito, em termos de blocos lógicos, do demultiplexador da
tabela 12.1.
Figura 12. 2 - Demultiplexador de 1 para 4 linhas, em termos de blocos lógicos.
12.2.1 EXPERIÊNCIA 1
12.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS10
1 Circuito Integrado 74LS04
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CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
135
12.2.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 12.3.
Figura 12. 3 - Demultiplexador de 4 saídas.
b) Completar a tabela 12.1.
Tabela 12. 1 - Demultiplexador de 4 saídas.
ENTRADAS SAÍDA SELECIONADA
DADOS SELEÇÃO
C A B L3 L2 L1 LØ
Ø Ø Ø
1 Ø Ø
Ø Ø 1
1 Ø 1
Ø 1 Ø
1 1 Ø
Ø 1 1
1 1 1
c) Observar que com A = B = Ø é selecionada a saída de LØ, e que com A = Ø e B = 1
é selecionada a saída L1, e assim por diante.
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CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
136
12.3 DEMULTIPLEXADORES NA FORMA DE CI's
Existem vários demultiplexadores na forma de CI's, daí não haver necessidade de projetá-
los. Entre estes demultiplexadores, na família TTL 74, pode-se citar os: 74154, 74155,
74156, 74159.
12.3.1 DEMULTIPLEXADOR 74LS155
Este CI contém um duplo demultiplexador de 1 entrada para 4 saídas. A figura 12.4
mostra seu circuito em blocos e a tabela de funcionamento.
Figura 12.4 - CI 74LS155 e sua tabela de funcionamento.
O nível de saída ativa para o 74LS155 é Ø (baixo). Consequentemente, todas as saídas
não selecionadas têm saídas 1. Se a entrada STROBE de qualquer seção for 1, desliga a
seção, levando todas suas saídas para 1. Então a entrada STROBE deve ser Ø para o
demultiplexador funcionar.
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CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES
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137
Na tabela 12.3, pode ser visto que cada saída selecionada da seção superior do 74LS155
é o complemento dos dados na linha de entrada do CI, isto é 1Y = 1C; enquanto que, na
seção inferior do 74LS155, a saída selecionada 2Y é a mesma que a entrada 2C, isto é
2Y = 2C.
12.3.1.1 EXPERIÊNCIA 2
12.3.1.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS155
12.3.1.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 10.5.
Figura 12. 5 - Demultiplexador 74LS155.
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CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
138
b) Completar a tabela 12.2 :
Tabela 12. 2 - Seção 1 do 74155.
ENTRADAS SAÍDAS
SELEÇÃO DADOS STROBE 1Y3 1Y2 1Y1 1YØ
A B D C L3 L2 L1 LØ
Ø Ø Ø 1
Ø Ø 1 1
Ø 1 Ø 1
Ø 1 1 1 
1 Ø Ø 1
1 Ø 1 1
1 1 Ø 1
1 1 1 1
Ø Ø Ø Ø
Ø Ø 1 Ø 
Ø 1 1 Ø 
1 Ø 1 Ø 
1 1 1 Ø 
Observações:
 - Todas saídas iguais a 1
 - Selecionada a saída 1YØ = D
 - Selecionada a saída 1Y1 = D
 - Selecionada a saída 1Y2 = D
 - Selecionada a saída 1Y3 = D
c) Completar a tabela 12.3:
Tabela 12. 3 - da seção 2 do 74155.
ENTRADAS SAÍDAS
SELEÇÃO DADOS STROBE 2Y3 2Y2 2Y1 2YØ
A B D C L7 L6 L5 L4
Ø Ø Ø 1
Ø Ø 1 1
Ø 1 Ø 1
Ø 1 1 1 
1 Ø Ø 1
1 Ø 1 1
1 1 Ø 1
1 1 1 1
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CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
139
Ø Ø Ø Ø
Ø Ø 1 Ø 
Ø 1 1 Ø 
1 Ø 1 Ø 
1 1 1 Ø 
12.3.1.2 EXPERIÊNCIA 3
12.3.1.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04
1 Circuito Integrado 74LS155
Observaçðes:
 - Todas saídas iguais a 1
 - Selecionada a saída 2YØ = F
 - Selecionada a saída 2Y1 = F
 - Selecionada a saída 2Y2 = F
 - Selecionada a saída 2Y3 = F
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CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
140
12.3.1.2.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito do demultiplexador de 8 saídas da figura 12.6.
Figura 12. 6 - Demultiplexador de 8 saídas com 74155.
b) Completar a tabela 12.4.
Tabela 12. 4 - Tabela do circuito da figura 10.6
ENTRADAS SAÍDAS
Seleção Dados 2Y3 2Y2 2Y1 2YØ 1Y3 1Y2 1Y1 1YØ
A B C D L7 L6 L5 L4 L3 L2 L1 LØ
Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø 1
Ø Ø 1 1
Ø 1 Ø 1
Ø 1 1 1
1 Ø Ø 1
1 Ø 1 1
1 1 Ø 1
1 1 1 1
Observação:
Notar que na tabela 12.4 foi obtido um demultiplexador de 8 saídas.
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CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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141
CAPÍTULO 13 - COMPARADORES DIGITAIS
13.1 RESUMO
Uma operação comum em circuitos aritméticos é a comparação de dois números, para
decidir se são iguais, ou se não, ou qual o maior. Gates simples podem ser usados para
efetuar esta comparação, quando se usa números de 1 único bit. No entanto, números
com mais de um bit requerem circuitos mais complexos.
Os gates que executam estas comparações são chamados comparadores.
13.2 EXPERIÊNCIA 1
13.2.1. EXPERIÊNCIA 2
13.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
13.2.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 13.1.
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CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
142
Figura 13. 1 - Comparador A > B
b) Completar a tabela 13.1.
Tabela 13. 1 - Comparador A > B.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
c) Observar que este é um comparador do tipo A > B, isto é, a saída é 1 somente
quando “A” for maior do que B.
13.3 EXPERIÊNCIA 2
13.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
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CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
143
13.3.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 11.2.
Figura 11. 2 - Comparador A < B.
b) Completar a tabela 13.2.
Tabela 13. 2 - Comparador A < B.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
c) Observar que o circuito da figura 13.2 é um comparador do tipo A < B.
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CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
144
13.4 EXPERIÊNCIA 3
13.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
13.4.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 13.3.
Figura 13. 3 - Comparador A  B.
b) Completar a tabela 13.3.
Tabela 13. 3 - Comparador A  B.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
c) Observar que o circuito da figura 14.3 é um comparador do tipo A  B.
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CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
145
13.5 EXPERIÊNCIA 4
13.5.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
13.5.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 13.4.
Figura 13. 4 - Comparador A  B.
b) Completar a tabela 13.4.
Tabela 13. 4 - Comparador A  B.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
c) Observar que o circuito da figura 13.4 é um comparador do tipo A  B.
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CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
146
13.6 EXPERIÊNCIA 5
13.6.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
13.6.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 13.5.
Figura 13. 5 - Comparador A  B.
b) Completar a tabela 13.5.
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CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
147
Tabela 13. 5 - Comparador A  B.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
c) Observar que o circuito da figura 13.5 é um comparador do tipo A  B.
13.7 EXPERIÊNCIA 6
13.7.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
13.7.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 13.6.
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CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
148
Figura 13. 6 - Comparador A = B.
b) Completar a tabela 13.6.
Tabela 13. 6 - - Comparador A = B.
ENTRADAS SAÍDAS
A B LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
c) Observar que o circuito da figura 13.6 é um comparador do tipo A = B.
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CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
149
CAPÍTULO 14 - GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE
14.1 RESUMO
Pode-se definir paridade como a adição de um bit a uma palavra binária, para se
assegurar a integridade dos dados. Há dois tipos de paridade: par e ímpar. Para se gerar
uma paridade ímpar, um bit é adicionado a cada palavra de modo que o número de
1's na palavra seja ímpar. Por exemplo, se uma palavra representando um caractere,
quando fornecida por um computador ou outro dispositivo, consiste de 7 bits, um 8º bit é
acrescentado a palavra para tornar o número de 1's no caractere de 8 bits ímpar.
A paridade par é o complemento da paridade ímpar. Se paridade par for usada, o número
de 1's em cada caractere tem que se par. Este processo de somar um bit para fazer a
paridade par ou ímpar é chamado de geração de paridade.
Exemplo:
Os caracteres X, Y e Z são recebidos de um computador. Gerar um oitavo bit para
manter:
a) Paridade par b) Paridade ímpar.
onde:
X = Ø 1 Ø 1 Ø 1 1
Y = Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø
Z = 1 1 1 1 1 1 1
Solução:
a) Paridade par
X = Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 o bit de paridade é Ø
Y = Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø o bit de paridade é Ø
Z = 1 1 1 1 1 1 1 o bit de paridade é 1
b) Paridade ímpar
X = Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 o bit de paridade é 1
Y = Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø o bit de paridade é 1
Z = 1 1 1 1 1 1 1 o bit de paridade é Ø
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CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
150
14.2 CHEQUE DE PARIDADE
Cheque de paridade é o processo de se examinar todos n bits de uma palavra, para
determinar se o número de 1's nos n bits é ímpar ou par, e indicar um erro se a paridade
estiver errada. A tabela 14.1 mostra o cheque de paridade ímpar para 4 entradas.
Tabela 14. 1 - Cheque de paridade ímpar para 4 entradas.
ENTRADAS CHEQUE DE PARIDADE ÍMPAR:
A B C D S
Ø Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø 1 1
Ø Ø 1 1 Ø
Ø Ø 1 Ø 1
Ø 1 1 Ø Ø
Ø 1 1 1 1
Ø 1 Ø 1 Ø
Ø 1 Ø Ø 1
1 1 Ø Ø Ø
1 1 Ø 1 1
1 1 1 1 Ø
1 1 1 Ø 1
1 Ø 1 Ø Ø
1 Ø 1 1 1
1 Ø Ø 1 Ø
1 Ø Ø Ø 1
Da tabela 1, observa-se que o cheque de paridade é “1” se houver um número ímpar de
entradas “1”. Um circuito que satisfaça a tabela 14.1 pode ser implementado por OU
exclusivos, conforme mostra a figura 14.1.
Figura 14. 1 - Circuito de cheque de paridade ímpar
Existe uma relação geral entre circuitos de paridade e gates OU Exclusivos, que é a
seguinte: Se todas saídas de um registrador são ligadas a OU exclusivos, a saída do
circuito OU exclusivo é 1 somente se o número de 1's da palavra de entrada é
ímpar.
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CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE
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151
14.2.1 EXPERIÊNCIA 1
14.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS86
14.2.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 14.2.
Figura 14. 2 - Circuito para cheque de paridade ímpar
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CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
152
b) Completar a tabela 14.2.
Tabela 14. 2 - Tabela para o circuito.
ENTRADAS SAÍDA
CHEQUE DE PARIDADE
A B C D LØ
Ø Ø Ø 1
Ø Ø 1 Ø
Ø 1 Ø Ø
Ø 1 1 1
1 Ø Ø Ø
1 Ø 1 1
1 1 Ø 1
1 1 1 Ø
c) Na tabela 14.2, observar que qualquer saída Ø indica um erro, pois está se
checando paridade ímpar.
12.3 GERAÇÃO DE PARIDADE
A geração de paridade envolve o acréscimo um bit extra a uma palavra de n bits, para se
produzir a paridade apropriada na palavra de n + 1 bits. Um circuito para gerar a paridade
apropriada pode ser construído usando-se “OU Exclusivos”. Se, por exemplo, é requerido
paridade ímpar, a palavra de n bits é checada para paridade ímpar. Se o número de 1's
na palavra de n bits examinada é ímpar, um Ø deve ser escrito no bit de paridade, e o
número ímpar de 1's na palavra é assim preservado. Se, o número de 1's for par, um 1
deve ser escrito na palavra de n bits examinada como bit de paridade, de modo que a
palavra de n + 1 bits tenha paridade ímpar.
No circuito de cheque de paridade da figura 14.2 a geração do bit de paridade é
obtida invertendo-se o bit de cheque.
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CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
153
14.3.1 EXPERIÊNCIA 2
14.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS86
1 Circuito Integrado 74LS04
15.3.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 14.3.
Figura 14. 3 - Gerador de paridade ímpar.
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CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
154
b) Completar a tabela 14.3.
Tabela 14. 3 - Tabela para o circuito
ENTRADAS SAÍDA
Bit de Paridade Ímpar
A B C D LØ
Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø 1
Ø Ø 1 1
Ø Ø 1 Ø
Ø 1 1 Ø
Ø 1 1 Ø
Ø 1 1 1
Ø 1 Ø 1
Ø 1 Ø Ø
1 1 Ø Ø
1 1 Ø 1
1 1 1 1
1 1 1 Ø
1 Ø 1 Ø
1 Ø 1 1
1 Ø Ø 1
1 Ø Ø Ø
c) Na tabela 14.3, observar que quando se considera a saída LØ e as entradas A B C
D, o número de bits “1” é ímpar.
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CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
155
CAPÍTULO 15 - CIRCUITOS ARITMÉTICOS
15.1 RESUMO
A vantagem de sistemas digitais é que todas as quantidades podem ser manipuladas
rapidamente usando operações numéricas. As operações de adição, subtração,
multiplicação e divisão de números binários são executadas pelos circuitos aritméticos na
maioria dos equipamentos digitais. Existem dispositivos mais flexíveis tais como as
unidades aritméticas e lógicas "ALU" que são fornecidas na forma de CI's, e que podem
executar diversos tipos de operação, as quais são selecionadas por entradas
programáveis.
15.2 MEIO SOMADOR
O meio somador é um circuito básico destinado a somar dois bits.
A soma de dois bits A e B obedecem às regras da tabela 15.1, onde S é a soma e C é o
Carry ou "Vai 1".
Tabela 15. 1 - Meio-Somador.
A B S C
Ø Ø Ø Ø
Ø 1 1 Ø
1 1 Ø 1
1 Ø 1 Ø
Da tabela 15.1, pode-se obter as expressões lógicas de S e C, que são:
S = AB + AB = A  B e
C = AB
A partir destas expressões obtém-se o circuito de um meio somador como na figura
16.1(a). e sua representação esquemática é mostrada na figura 15.1(b).
Figura 15. 1 - Circuito e representação esquemática de um Meio-Somador.
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CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
156
15.2.1 EXPERIÊNCIA 1
15.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
1 Circuito Integrado 74LS86
15.2.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 15.2.
Figura 15. 2 - Meio Somador com Gates.
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CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
157
b) Completar a tabela 15.2.
Tabela 15. 2 - Tabela para o circuito da figura 15.2
A B S C
L1 LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
15.3 MEIO SUBTRATOR
O meio subtrator é um circuito básico destinado a subtrair dois bits.
A subtração de dois bits A e B obedecem às regras da tabela 15.3, onde “S” é o resultado
da subtração e “C” é o carry ou "pede emprestado."
Tabela 15. 3 - Tabela para Meio-Subtrator.
A B S C
Ø Ø Ø Ø
Ø 1 1 1
1 1 Ø Ø
1 Ø 1 Ø
Da tabela 15.3, pode-se obter as expressões lógicas de S e C, que são:
S = AB + AB = A  B e
C = AB
A partir destas expressões obtém-se o circuito de um meio subtrator como na figura
15.3(a). e sua representação esquemática é mostrada na figura 15.3(b).
(a) (b)
Figura 15. 3 - Circuito e representação esquemática de um Meio Subtrator.
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CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
158
15.3.1 EXPERIÊNCIA 2
15.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
1 Circuito Integrado 74LS86
15.3.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 15.4.
Figura 15. 4 - Meio Subtrator com Gates.
b) Completar a tabela 15.4.
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
159
Tabela 15. 4 - Tabela para o circuito da figura 15.4
A B S C
L1 LØ
Ø Ø
Ø 1
1 1
1 Ø
16.4 SOMADOR
Quando se deseja somar dois números binários A e B, cada qual contendo mais de um
bit, usa-se o somador. Quase sempre há necessidade de se somar 3 bits conforme
mostrado no exemplo seguinte.
Exemplo:
Efetuar a soma dos números binários A e B, sendo A = 11 e B = 01.
Solução:
1
A = 1 1
+
B = Ø 1
Ø
vai 1 ou Cin
As regras de soma de 3 bits estão mostradas na tabela 15.5, onde “S” é o resultado da
soma, Cin é o Carry interno ou "vai 1" interno e Cout é o Carry externo ou "vai 1" externo.
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160
Tabela 15. 5 - Soma de três bits.
A B Cin S Cout
Ø Ø Ø Ø Ø
Ø Ø 1 1 Ø
Ø 1 1 Ø 1
Ø 1 Ø 1 Ø
1 1 Ø Ø 1
1 1 1 1 1
1 Ø 1 Ø 1
1 Ø Ø 1 Ø
Da tabela 15.5 podem-se obter as expressões lógicas de S e C (Cout), que são:
S = ABC + ABC + ABC + ABC = C (AB + AB) + C (AB + AB)
S = C (A  B) + C (A  B) = C  A  B
C = ABC + ABC + ABC + ABC = C (AB + AB) + AB
C = C (A  B) + AB
A partir das expressões de “S” e “C”, obtém-se o circuito de um somador utilizando-se
meio-somadores como na figura 15.5(a). e sua representação esquemática é mostrado na
figura15.5(b).
Figura 15. 5 - Circuito e representação esquemática de um Somador.
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161
15.4.1 EXPERIÊNCIA 3
15.4.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
1 Circuito Integrado 74LS32
1 Circuito Integrado 74LS86
15.4.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 15.6.
Figura 15. 6 - Somador com Gates.
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Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
162
b) Completar a tabela 15.6.
Tabela 15. 6 - Tabela para circuito.
A B C S C
L1 LØ
Ø Ø Ø
Ø Ø 1
Ø 1 1
Ø 1 Ø
1 1 Ø
1 1 1
1 Ø 1
1 Ø Ø
15.5 SUBTRATOR
Tal como já abordado para o somador, quando se deseja subtrair dois números binários A
e B, cada qual contendo mais de um bit, quase sempre há necessidade de se efetuar uma
subtração envolvendo 3 bits, conforme mostrado no exemplo seguinte. Nestes casos usa-
se um subtrator.
Exemplo:
Efetuar a subtração entre os números binários A e B, sendo A = 10 e B = 01.
Solução:
A = 1 Ø
-
B = Ø 1
1 1
1 Pede emprestado ou Carry 1
Ø
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Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
163
As regras de subtração de 3 bits estão mostradas na tabela 15.7, onde “S” é o resultado
da subtração, Cin é o Carry interno ou "pede emprestado interno", Cout é o Carry externo
ou "pede emprestado externo".
Tabela 15. 7 - Subtração de três bits.
A B Cin S Cout
Ø Ø Ø Ø Ø
Ø Ø 1 1 1
Ø 1 1 Ø 1
Ø 1 Ø 1 1
1 1 Ø Ø Ø
1 1 1 1 1
1 Ø 1 Ø Ø
1 Ø Ø 1 Ø
Da tabela 15.7, pode-se obter as expressões lógicas de S e C (Cout), que são:
S = ABC + ABC + ABC + ABC = C (AB + AB) + C (AB + AB)
S = C (A  B) + C (A  B) = C  A  B
C = ABC + ABC + ABC + ABC = C (AB + AB) + AB
C = C (A  B) + AB
A partir das expressões de S e C, obtém-se o circuito de um subtrator utilizando-se meio-
subtratores como na figura 15.7(a) e sua representação esquemática é mostrado na figura
15.7(b).
Figura 15. 7 - Circuito e representação esquemática de um Subtrator.
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
164
15.5.1 EXPERIÊNCIA 4
15.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 3 Circuito Integrado 74LS00
1 Circuito Integrado 74LS04
2 Circuito Integrado 74LS32
1 Circuito Integrado 74LS86
15.5.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 15.8.
Figura 15. 8 - Subtrator com Gates.
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Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
165
b) Completar a tabela 15.8.
Tabela 15. 8 - Tabela para o circuito da figura 15.8
A B C
S C
L1 LØ
Ø Ø Ø
Ø Ø 1
Ø 1 1
Ø 1 Ø
1 1 Ø
1 1 1
1 Ø 1
1 Ø Ø
15.6 SUBTRAÇÃO ATRAVÉS DE SOMA
Grande parte dos sistemas digitais usa um único circuito para efetuar subtração e soma.
Neste circuito a subtração é efetuada por soma, num processo conhecido como
complemento de dois.
15.6.1 COMPLEMENTO DE UM NÚMERO BINÁRIO
O complemento de um número binário é obtido trocando-se todos "Øs" por "1s" e todos
"1s" por "Øs".
Exemplo:
Obter o complemento do binário 1Ø1Ø11
Solução:
O complemento é Ø1Ø1ØØ
15.6.2 COMPLEMENTO DE DOIS DE UM NÚMERO BINÁRIO
O complemento de dois de um número binário é obtido tomando-se o complemento do
número binário e somando-se 1 a este complemento.
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166
Exemplo 1:
Obter o complemento de dois do binário correspondente ao decimal 3.
Solução:
310 = 11
O complemento de 11 é ØØ.
O complemento de dois de 11 é ØØ
+ 1
Ø1
Então, o complemento de 2 de 11 é Ø1.
Exemplo 2:
Obter o complemento de dois do binário Ø1.
Solução:
O complemento de Ø1 é 1Ø.
O complemento de 2 de Ø1 é 1Ø + 1 = 11
Então, o complemento de 2 do complemento de 2 é o número original.
Exemplo 3:
Efetuar a subtração através da soma
1ØØ (Minuendo)
- Ø11 (Subtraendo)
Solução:
Toma-se o complemento de dois do subtraendo e soma-se este complemento ao
minuendo; tem-se então:
1ØØ 1ØØ
- Ø11 1ØØ + 1Ø1
+ 1 1 ØØ1
1Ø1 Abandona-se o overflow
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CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
167
Assim o resultado é ØØ1.
15.6.3 CIRCUITO SUBTRATOR SOMADOR
A figura 15.9 mostra um circuito subtrator somador paralelo de 4 bits usando o processo
do complemento de dois.
Figura 15. 9 - Circuito Subtrator Somador.
O circuito da figura 15.9 tem o seguinte funcionamento:
Quando a entrada de seleção estiver em Ø, a operação executada é a soma dos
números A = A3A2A1AØ e B = B3B2B1BØ. Isto porque, com a entrada de seleção em Ø
obtém-se a saída dos "OU EXCLUSIVOS" como ilustra a figura 15.10.
Figura 15. 10 - Ilustração da saída do OU EXCLUSIVO com uma entrada Ø.
Então, o circuito é um somador paralelo que efetua a soma de
A3A2A1AØ
+
B3B2B1BØ
Por outro lado, quando a entrada de seleção estiver em 1, obtém-se a saída dos "OU
EXCLUSIVOS" como ilustra a figura 15.11.
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168
Figura 15. 11 - Ilustração da saída do OU EXCLUSIVO com uma entrada 1.
Então, o circuito somador irá efetuar a soma de A3A2A1AØ e B3B2B1BØ e 1, sendo que o 1
entra no carry menos significativo.
Isto é:
A3A2A1AØ
+ B3B2B1BØ porém como B3B2B1BØ
+ 1 + 1
é o complemento de 2 de B3B2B1BØ, a operação executada é a soma de “A” com o
complemento de dois de “B”, o que é a operação A - B.
15.7 SOMADORES PARALELOS NA FORMA DE CI's
Existem na forma de CI's alguns somadores paralelos. Na linha TTL 74 vamos abordar o
74LS83, que é um somador de 4 bits e que aceita dois números de 4 bits (A e B) e um
carry in (CØ) como entradas. O 74LS83 produz uma soma na saída de 4 bits () e uma
saída carry (C4). A figura 15.7 mostra o diagrama funcional do 74LS83.
Figura 15.12 - Diagrama Funcional do 74LS83.
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169
15.7.1 EXPERIÊNCIA 5
15.7.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS83
15.7.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 15.13.
Figura 15. 13 - Somador 74LS83.
b) Completar a tabela 15.9.
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170
Tabela 15. 9 - Tabela do circuito da figura 15.13.
A4 A3 A2 A1 B4 B3 B2 B1 CØ C4 4 3 2 1
A B C D E F G H J L4 L3 L2 L1 LØ
Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø Ø
Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø
Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø
Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø
Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø 
Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 Ø
Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø
Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø
Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø
1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 
1 Ø Ø 1 1 Ø Ø Ø Ø
1 Ø Ø 1 1 Ø Ø Ø 1 
1 1 1 1 1 1 1 1 1
c) Nesta tabela observar que em:
  Ocorre a soma de dois números A e B, tendo resultado menor ou no máximo
igual a 1111
  Ocorre a soma de dois números A e B, tendo resultado maior do que 1111.
Nestes casos C4 = L4 = 1.
  Ocorre a soma de dois números A e B e mais CØ, tendo resultado maior do
que 1111.
15.8 LIGAÇÃO DE SOMADORES CI's PARALELOS EM CASCATA
Para se construir um somador para números maiores do que 4 bits pode-se simplesmente
ligar vários 74LS83 em cascata. Para isto, conecta-se o C4 de um 74LS83 a entrada CØ
do próximo 74LS83 mais significativo, como mostrado na figura 13.14.
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171
Figura 15.14 - Ligação de CI's 74LS83 em cascata.
15.8.1 EXPERIÊNCIA 6
15.8.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS83
1 Circuito Integrado 74LS86
15.8.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 15.15.
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172
Figura 15.15 - Subtrator Somador com 74LS83.
b) Completar a tabela 15.10.
Tabela 15.10 - - Tabela do circuito.
SAÍDAS
DEC BINÁRIO DEC BINÁRIO SELEÇÃO DEC BINÁRIO
A A4 A3 A2 A1 B B4 B3 B2 B1 CØ  C4 4 3 2 1
A B C D E F G H J L4 L3 L2 L1 LØ
Ø Ø Ø Ø Ø 2 Ø Ø 1 Ø Ø
4 Ø 1 Ø Ø 6 Ø 1 1 Ø Ø 
9 1 Ø Ø 1 7 Ø 1 1 1 Ø
11 1 Ø 1 1 6 Ø 1 1 Ø 1 
11 1 Ø 1 1 8 1 Ø Ø Ø 1
d) Nesta tabela observar que:
 O carry-out (C4) deve ser abandonado.
 Em , CØ = Ø seleciona uma soma.
 Em , CØ = 1 seleciona uma subtração.
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173
15.9 EXPERIÊNCIA 7
A experiência seguinte se destina a soma e subtração de números relativos. O primeiro bit
é o bit de sinal, um Ø indica um número positivo e um 1 indica um número negativo na
forma de complemento de dois.
Usando o mesmo circuito da experiência 6, vamos procurar fazer a soma e a subtração
de dois números. Devido ao uso de somente 3 bits para magnitude, serão usados
números adequados, de modo a não haver ultrapassagem do número máximo ou mínimo
possível.
Exemplo:
Escrever com 3 bits de magnitude os números sinalizados: +5, -5, +2 e -2. Em seguida,
completar a tabela 15.11 e verificá-la pelo circuito da figura 15.15.
Solução:
+5 = Ø 1 Ø 1 +2 = Ø Ø 1 Ø
-5 = 1 Ø 1 Ø -2 = 1 1 Ø 1
1 1
1 Ø 1 1 1 1 1 Ø
Tabela 15. 11 - Operações com +5, -5, +2 e -2.
SAÍDAS
DEC BINÁRIO DEC BINÁRIO SELEÇÃO DEC BINÁRIO
A A4 A3 A2 A1 B B4 B3 B2 B1 CØ  C4 4 3 2 1
A B C D E F G H J L4 L3 L2 L1 LØ
+5 +2 Ø
+5 -2 Ø
-5 +2 Ø
-5 -2 Ø
+5 +2 1
+5 -2 1
-5 +2 1
-5 -2 1
Observação:
Nos circuitos subtratores/somadores o primeiro bit é destinado a sinal, assim
sendo não se deve invadir o local deste bit com bit de magnitude.
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174
15.10 SOMADOR SÉRIE
Outro método de se efetuar a soma de números binários de vários bits é através de um
somador série. Os números são somados em série, com os bits menos significativos
sendo somados primeiro.
Após cada soma é gerado S e C. O C é guardado num flip-flop até ser executada a
próxima adição.
A soma deve ser usada logo que cada bit fica disponível. Um registrador de deslocamento
pode ser usado para guardar os bits até que toda a soma tenha sido efetuada.
A figura 15.16 mostra o circuito de um somador série.
Figura 15. 16 - Somador série.
Observação:
Na tabela 15.11, C4 deve ser abandonado e quando se tiver 4 = Ø significa um
número positivo, porém com 4 = 1, tem-se um número negativo na forma de
complemento de dois. Este circuito pode ser estendido para números maiores e é
ideal para o uso em computadores onde os números são guardados na memória
na forma de complemento de dois e, neste caso, necessitam somente de serem
retirados e passados através de um subtrator-somador para se obter os resultados
desejados.
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175
15.8.1 FUNCIONAMENTO DO SOMADOR SÉRIE
Os dados entram a partir de uma fonte externa, que pode ser uma memória, nos
registradores A e B, sendo que em ambos registradores os bits menos significativos ficam
a direita. O bit menos significativo de cada registrador é deslocado para o somador.
Então, a soma é deslocada para o registrador de soma e os próximos 2 bits menos
significativos dos registradores A e B são deslocados para o somador, no mesmo pulso
de clock. Se a primeira adição produzir um carry, este é guardado no flip-flop e será uma
entrada para o somador durante a próxima adição.
15.11 OVERFLOW E UNDERFLOW NA ARITMÉTICA DO COMPLEMENTO DE 2
Um overflow (ou sobrecarga) ocorre quando o resultado de uma operação aritmética é um
número maior do que o registrador pode acomodar. Por outro lado, um underflow ocorre
quando o resultado de uma operação aritmética é um número menor do que o registrador
pode acomodar.
As limitações dos números que podem ser manuseados por um registrador de n bits são:
2n-1 - 1 números positivos e 2n-1 números negativos. Assim sendo, um registrador de 8 bits
pode acomodar números entre +127 e -128.
Para ilustrar o overflow considere a soma de dois números de 8 bits:
 A = (1 Ø 1)1Ø = Ø 1 1 Ø Ø 1 Ø 1 e
 B = (1 Ø 4)1Ø = Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø
 O resultado é (2Ø5)1Ø = 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1
Infelizmente, quando se opera um registrador de 8 bits com complemento de 2 dispõe-se
somente de 7 bits de magnitude, desde que o MSB é destinado à sinalização. Assim 205
está além da capacidade do registrador, já que seriam necessários 9 bits (com o MSB de
sinal). Usando registrador de 8 bits, o resultado seria 1 1 0 0 1 1 0 1 na forma de
complemento de 2. Isto significa -51, que é um resultado errado. Este fato acontece
porque 205 está além da faixa de números que podem ser manuseados por um
registrador de 8 bits.
15.8.1 OVERFLOW E UNDERFLOW NA ADIÇÃO
Se overflow e underflow podem causar problemas, deve-se construir circuitos para
detectar esta condição.
As regras para detecção de overflow e underflow na adição são:
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176
a) Se dois números de sinais diferentes são somados nunca haverá overflow ou
underflow. A soma nunca vai além da faixa permitida.
b) Se dois números positivos são somados e tem-se um resultado negativo (MSB =
1), ocorreu um overflow.
c) Se dois números negativos são somados e tem-se um resultado positivo (MSB =
Ø), ocorreu um underflow. O número negativo está abaixo da faixa permitida de
números.
15.8.2 OVERFLOW E UNDERFLOW NA SUBTRAÇÃO
A operação de subtração pode também produzir overflow e underflow, mas somente se os
operando são de sinais diferentes. Isto pode ocorrer, por exemplo nos seguintes casos:
a) Se um número negativo é subtraído de um número positivo ocorre um overflow se o
MSB de resultado for 1.
b) Se um número positivo é subtraído de um número negativo ocorre um underflow
se o MSB do resultado é Ø, indicando uma resposta positiva.
15.8.3 DETEÇÃO DE OVERFLOW E UNDERFLOW
A deteção de overflow e underflow em sistemas digitais pode ser necessária para avisar
os dispositivos da ocorrência de tais condições e impedir que respostas erradas sejam
tratadas como dados válidos.
Exemplo:
Projetar um circuito para detectar overflow no somador/subtrator complemento de 2.
Solução:
Um overflow somente ocorre nos seguintes casos:
a) Na adição, onde o MSB dos operando são ambos Ø e o MSB da soma é 1 (que
significaria que a soma de dois números positivos é negativa).
b) Na subtração de (A-B) quando o operando A é positivo, o operando B é negativo e
o resultado é negativo.
Fazendo-se a tabela destas condições do seguinte modo:
x = BIT mais significativo do operando A
y = BIT mais significativo do operando B
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177
R = BIT mais significativo do resultado
s = seleção de operação s = 1 = subtração
s = Ø = soma
tem-se a tabela 15.12, da qual obtém-se por interpolação.
Tabela 15.12 - Detecção de Overflow e Underflow num somador/subtrador.
x y S R OVERFLOW
Ø Ø Ø 1 1
Ø 1 1 1 1
Overflow = x y s R + x y s R
Com esta expressão, pode ser construído o circuito da figura 15.17, que pode ser ligado
diretamente aos circuitos somadores subtradores.
Figura 15. 17 - Circuito detector de overflow em somador/subtrator.
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15.8.4 EXPERIÊNCIA 8
Utilizando o circuito da experiência 6 (figura 15.15), complete a tabela 15.13 e observe a
ocorrência de overflow e underflow.
Tabela 15.13 - Exemplos de overflow e underflow.
DEC BINÁRIO DEC BINÁRIO SELEÇÃO SAÍDAS
DEC BINÁRIO
A A4 A3 A2 A1 B B4 B3 B2 B1 CØ  C4 4 3 2 1
A B C D E F G H J L4 L3 L2 L1 LØ
-5 +5 Ø 
+5 -5 Ø
+5 +5 Ø 
-5 -5 Ø 
-5 -5 1 
+5 +5 1
+5 -5 1 
-5 +5 1 
  – Não ocorre overflow nem underflow, pois soma números de sinais diferentes.
  – Ocorre overflow, pois o resultado de 5 +5 é um número positivo e a resposta
obtida foi um número negativo ( “4” = 1).
  – Ocorre underflow, pois o resultado de -5 +5 é um número negativo, e obteve-
se um número positivo (“4” = Ø).
  – Não ocorre overflow nem underflow, pois se subtrai números de mesmos
sinais.
  – Ocorre overflow, pois o resultado -5 -5 é um número positivo, e obteve-se um
número negativo (“4” = 1).
  – Ocorre underflow, pois o resultado de -5 -5 é um número negativo, e o
resultado obtido foi positivo (“4” = Ø).
15.12 ARITMÉTICA BCD
Para certas aplicações, tais como calculadoras, é vantajoso executar todas as operações,
no formato BCD. Isto elimina a necessidade de conversões, porém, infelizmente os
circuitos aritméticos obtidos são mais complexos e mais caros do que os circuitos para
operações com números binários puros.
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CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s)
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CAPÍTULO 16 - UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU's)
16.1 RESUMO
Em circuitos lógicos há necessidade de circuitos que possam executar diversas
operações aritméticas tais como: soma, subtração, deslocamento de palavras,
comparação de magnitude, geração de funções lógicas e outras. Tais circuitos existem na
forma de CI's e são chamados Unidades Aritméticas e Lógicas (ALU's).
16.2 O 74LS181
O 74LS181 é a unidade aritmética e lógica (ALU) básica da série 74. A figura 16.1 mostra
o seu lay-out funcional simplificado.
O 74LS181 aceita duas palavras de 4 bits, A e B, como entradas de dados e um carry-in,
que age como um carry-in invertido durante operações de adição, pois é Ø quando ocorre
um carry-in.
Figura 16. 1 - Lay-out Simplificado do 74LS181.
Há também cinco entradas de controle que determinam as operações a serem
executadas sobre as entradas. A entrada modo (mode) determina se a saída é uma
função aritmética ou lógica das entradas. O carry-in não afeta as funções lógicas. As 4
linhas de seleção selecionam 1 das 16 possíveis operações aritméticas e lógicas.
As saídas do 74LS181 são as saídas dos 4 bits do resultado (saídas F3 F2 F1 FØ), a saída
carry-out Cn+4, a saída A = B, e as saídas Geração e Propagação (destinadas a
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180
conexões Look AHEAD Carry entre ALU's). As saídas são determinadas de acordo com a
tabela funcional, onde deve-se notar que o sinal + significa a função lógica OU e a
palavra mais significa a soma das entradas.
A vantagem do 74LS181 é que pode executar as operações adição, subtração,
deslocamento (uma casa), E, OU, OU Exclusivo, e outras operações sobre as
variáveis de entrada, simplesmente mudando-se as entradas de controle, modo e
seleção.
Na subtração um Carry-out Cn+4 = Ø indica um resultado positivo ou zero e Cn+4 = 1
indica um resultado negativo ou um empréstimo.
Se o resultado da operação MENOS for negativo é apresentado como um número de
4 bits na forma de complemento de 2. Por exemplo, se o resultado for -5, as saídas
F acusam 1Ø 1 1 e o Carry-out é 1.
A tabela 16.1 mostra a funcionalidade de um 74LS181.
Tabela 16.1 – funcionalidade de um 74LS181.
ATIVO - DADOS ALTO
Seleção M = H M = L : Operações Aritméticas
S3 S2 S1 SØ
Funções
Lógicas Cn = H (Sem Carry) Cn = L (Com Carry)
L L L L F = A F = A F = A mais 1
L L L H F = A+B F = A + B F = (A+B) mais 1
L L H L F = AB F = A + B F = (A+B) mais 1
L L H H F = Ø F = menos 1 (comp. 2) F = zero
L H L L F = AB F = A mais AB F = A mais AB mais 1
L H L H F = B F = (A+B) mais AB F = (A+B) mais AB mais 1
L H H L F = A  B F = A menos B menos 1 F = A menos B
L H H H F = AB F = AB menos 1 F = AB
H L L L F = A+B F = A mais AB F = A mais AB mais 1
H L L H F = A  B F = A mais B F = A mais B mais 1
H L H L F = B F = (A+B) mais AB F = (A+B) mais AB mais 1
H L H H F = AB F = AB menos 1 F = AB
H H L L F = 1 F = A mais A* F = A mais A mais 1
H H L H F = A+B F = (A+B) mais A F = (A+B) mais A mais 1
H H H L F = A+B F = (A+B) mais A F = (A+B) mais A mais 1
H H H H F = A F = A menos 1 F = A
(*) Cada bit é deslocado para a próxima posição mais significativa.
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181
16.2.1 EXPERIÊNCIA 1
16.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS181
16.2.1.2 PROCEDIMENTO
b) Montar o circuito da figura 16.2.
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182
Figura 16. 2 - CI 74LS181
c) No circuito da figura 16.2 observar que a palavra de dados A (A3 A2 A1 AØ) foi
fixada no valor de 1 Ø 1 Ø e que a palavra de dados B (B3 B2 B1 BØ) foi fixada
no valor Ø 1 1 1.
d) Utilizando a tabela 16.1, completar a tabela 16.2 para executar a função indicada.
Selecionar as operações e verifique o resultado obtido.
Tabela 16. 2 - Tabela do Circuito da figura 16.2
SELEÇÃO SAÍDAS
Operação S3 S2 S1 SØ M Cn Cn+4 F3 F2 F1 FØ
A B C D E F L4 L3 L2 L1 LØ
F = A Ø
F = B Ø
F = A . B Ø 
F = A  B Ø
F = A + B Ø
F = A + B 1
F = A+B mais 1 Ø
F = A mais B 1
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183
F = A mais B mais 1 Ø 
F = A menos 1 1
F = A Ø
F = A menos B menos 1 1
F = A menos B Ø
e) Em  tem-se apenas operações lógicas, e M = 1.
Em  tem-se operações lógicas e aritméticas, e M = Ø.
f) Com o auxílio da tabela 16.1, executar outras funções que considerar importante.
16.3 USO DO COMPARADOR DO 74LS181
Considere-se o caso da comparação de dois números positivos A e B e quando se deseja
determinar qual deles é o maior. Para isto, coloca-se M = Ø e S3, S2, S1 e SØ = Ø11Ø e Cn
= 1. Na tabela de funcionamento do 74LS181 (Tabela 16.1) acha-se "F = A menos B
menos 1".
Nestas condições, se A > B o bit de sinal de Cn+4 será Ø. No 74LS181 os números
negativos são apresentados na forma de complemento de 2; então, se A < B, F será
negativo e Cn+4= 1. Se as entradas A e B forem iguais, a saída A = B será 1. A tabela 16.3
mostra como interpretar as magnitudes relativas, dependendo do valor da saída Cn+4.
Tabela 16. 3 – Comparador.
ENTRADA
Cn
SAÍDA
Cn+4
SIGNIFICADO
1 1 A  B
1 Ø A  B
Ø 1 A  B
Ø Ø A  B
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CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s)
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
184
16.2.1 EXPERIÊNCIA 2
16.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS83
1 Resistor de 1 K
16.3.1.2 PROCEDIMENTO
b) Montar o circuito da figura 16.3
Figura 16. 3 - 74LS181 com Comparador.
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CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s)
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
185
c) Completar a tabela 16.4, observando que S3, S2, S1 e SØ = Ø11Ø e M = Ø
selecionam a operação do tipo "A menos B" se Cn = Ø, e "A menos B menos 1" se
Cn = 1. Note também que A (A3, A2, A1 e AØ) foi fixado em Ø111 = 710.
Tabela 16. 4 - 74LS181 como comparador.
ENTRADAS SAÍDAS
BINÁRIO DEC BINÁRIO DEC CARRY
A3 A2 A1 AØ B3 B2 B1 BØ Cn Cn+
4
F3 F2 F1 FØ DEC A=B
Vcc / Com. E F G H C L4 L3 L2 L1 LØ L7
Ø 1 1 1 +7 Ø 1 Ø Ø +4 1
 Ø 1 1 1 +7 Ø 1 Ø 1 +5 1
Ø 1 1 1 +7 Ø 1 1 Ø +6 1
 Ø 1 1 1 +7 Ø 1 1 1 +7 1
Ø 1 1 1 +7 Ø 1 Ø Ø +4 Ø
Ø 1 1 1 +7 Ø 1 Ø 1 +5 Ø
 Ø 1 1 1 +7 Ø 1 1 Ø +6 Ø
Ø 1 1 1 +7 Ø 1 1 1 +7 Ø
d) Na tabela 16.4, observar que nos itens  e  tem-se Cn = 1, então a saída A = B
nos dá informação de comparação. Assim sendo, no item  tem-se A = 7 e B = 7
e a saída (A = B) = 1. Cn e Cn+4 fornecem informações relativas a comparação,
assim em 1 a operação selecionada é "A menos B menos 1" pois Cn = 1, e como
Cn+4 = Ø conclui-se que A > B (o que está de acordo com a tabela 16.1).
Em  Cn = Ø, logo a saída A = B não dá informação de comparação. Tal
informação pode ser obtida através dos valores de Cn e Cn+4. Neste caso, como
Cn = Ø e Cn+4 = Ø conclui-se da tabela 16.3 que A ≥ B.
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CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
187
CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS
17.1 RESUMO
As memórias semicondutoras na forma de CI possibilitaram a substituição das memórias
de núcleo, tais como armazenagem em fitas e discos. Estes circuitos podem ser divididos
em duas categorias principais: memórias voláteis e memórias não voláteis.
Memórias voláteis mantêm seus dados somente enquanto estiverem alimentadas, isto é,
a informação é perdida na ausência de alimentação. Entretanto, na grande maioria das
aplicações esta limitação não apresenta problemas. O termo genérico para definir este
tipo de memória é RAM (Randon Access Memory), memória de acesso aleatório, onde
os dados podem ser gravados (escritos), lidos e alterados sem problemas.
Em outras situações é imperativo o uso de uma memória não volátil, a qual manterá os
seus dados armazenados com ou sem alimentação. Nestes casos, o termo genérico para
definir este tipo de memória é ROM (Ready Only Memory), memória somente de leitura.
Estas são basicamente usadas nas situações onde as informações armazenadas não são
sujeitas a trocas.
17.2 MEMÓRIAS RAM's
O mercado de memórias tem proliferado e mais de 3000 circuitos de memória são
disponíveis. Consequentemente, em um projeto específico, a escolha de qual
componente deve ser usado deve ser feita considerando as características da memória
para tal aplicação. Dados relacionados com esta escolha serão: o tamanho da memória,
seu consumo de potência, custo, sua velocidade e características de volatilidade.
Porque as RAM's perdem seus dados na falta de alimentação, os sistemas necessitarão
de baterias de “backup” ou, então, deverão transferir os dados importantes para um meio
não volátil, antes de desligar a alimentação.
As memórias semicondutoras são construídas, principalmente, de gates bipolares ou
gates MOS. Ambos os tipos de memórias guardam suas informações em flip-flops ou em
capacitores dentro do CI. As memórias RAM's são divididas em duas categorias:
Estáticas e Dinâmicas.
Memórias Dinâmicas são dotadas de capacitores internos, para armazenagem dos
dados, e necessita de um circuito adicional, denominado circuito de refrescamento
(refreshing), para recarga periódica dos dados armazenados.
Isto porque existe a tendência natural de descarga dos capacitores com o passar do
tempo. Estas memórias são de velocidade moderada, de baixo consumo, de maior
capacidade de armazenagem, requerem maior tempo de projeto e têm menor custo por
bit devido a sua maior densidade.
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CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
188
Memórias Estáticas guardam suas informações em flip-flops e são de controle mais
simplificado, não necessitando de nenhum refrescamento periódico. Neste capítulo serão
abordadas as memórias RAM's estáticas.
17.3 ORGANIZAÇÃO DE UMA MEMÓRIA RAM ESTÁTICA
Figura 17. 1 - Organização de uma memória RAM ESTÁTICA.
Uma memória RAM normalmente tem pinos com as seguintes funções de entradas ou de
saídas:
1. M Bits de saída de dados;
2. M bits de entrada de dados;
3. N bits de endereços (para acessar 2N palavras);
4. Entrada(s) de habilitação para leitura/escrita;
5. Entrada de habilitação ou seleção do CHIP.
Devido a limitações no tamanho dos CHIPs, memórias de maior capacidade possuem as
funções de entrada e saída de dados em um mesmo conjunto de pinos. Quem diz se o
dado estará entrando na memória ou saindo da mesma será o comando de leitura/escrita
na memória.
A maioria das memórias tem saídas em coletor aberto ou em tri-state, para permitir
ligação em paralelo das mesmas, a fim de se obter maior capacidade de manuseio de
dados. Assim, quando o sinal de habilitação do CHIP não estiver atuando, este
componente ficará no estado de alta impedância, onde não se pode escrever na memória
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189
e nem ler seus conteúdos. Isto significa que a memória estará desconectada dos demais
componentes externos.
A operação de gravação ou escrita na memória é feita colocando-se os dados nas linhas
de entrada, habilitando o CHIP, colocando-se os sinais de endereço da posição desejada
e habilitando a escrita na memória.
Deste modo, os dados colocados nas linhas de entrada serão escritos na posição
selecionada pelas linhas de endereçamento. Deve-se tomar o cuidado com a sequência
correta de colocação dos sinais, pois uma alteração nos dados ou nos endereços,
enquanto o sinal de escrita estiver habilitado, irá alterar o conteúdo do endereço atual
selecionado, apagando o conteúdo anterior.
A operação de leitura da memória é feita colocando-se os sinais de endereço da posição
que se deseja ler, habilitando a leitura da memória e, finalmente, habilitando o CHIP.
Deste modo, a posição de memória selecionada libera seu conteúdo para os pinos
correspondentes de saída de dados.
A leitura é não destrutiva. Novamente, deve-se tomar o cuidado com o(s) sinal(is) de
leitura/escrita para que, durante um processo de leitura da memória, não se faça uma
escrita errada na posição selecionada.
Normalmente, o(s) sinal(is) de leitura/escrita deve(m) permanecer selecionando leitura; só
selecionarão escritas quando tiver certeza de que os outros sinais estão corretamente
colocados.
17.4 TEMPOS IMPORTANTES DE MEMÓRIA
a) Tempo de Acesso
É o tempo requerido para a memória apresentar dados válidos após firmados os
sinais de endereço e seleção.
b) Tempo de Ciclo ou Tempo de Escrita
É o tempo requerido para que o endereço e dados sejam mantidos constantes a fim
de se gravar na memória.
17.5 MEMÓRIAS RAM's BIPOLARES E MOS
A maioria das memórias são construídas com flip-flops bipolares (TTL) ou MOS. As
memórias bipolares são todas estáticas. Tais memórias são muito rápidas e são usadas
em sistemas de alta velocidade, exigindo somente uma fonte de +5 volts.
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Existem na linha TTL 74 várias memórias RAM, entre as quais pode-se citar a 7481 (16
palavras de 1 bit), a 74LS170 (4 palavras de 4 bits), a 7489 (16 palavras de 4 bits), a
74201 (256 palavras de 1 bit), etc.
Estas memórias têm pequena capacidade de armazenagem e, portanto, o custo de
produção por bit é alto. Por este motivo, estão deixando de ser produzidas por alguns
fabricantes.
O aperfeiçoamento da tecnologia MOS possibilitou a construção de memórias estáticas
HMOS e HCMOS que possuem características de alta performance relativos a baixo
consumo e altas velocidades.
A seguir será abordada a memória 6116 (2048 x 8 bits).
A memória estática 6116 é uma memória na tecnologia CMOS, contendo 2048 palavras
de 8 bits e possuindo baixo consumo, o que possibilita operação com baterias de backup
e não requer nenhum circuito de refrescamento. A retenção de dados é garantida para
alimentação de até 2 volts no mínimo.
Para tal capacidade, esta memória tem 8 pinos (M = 8) para bits de dados, operando
como entrada/saída (I/01 até I/08), 11 pinos (N = 11) para endereçamento (AØ até A10) e
3 pinos para operações de controle lógico.
Possui as seguintes características:
1. Tempo de acesso de 100 ns/120 ns/150 ns;
2. Corrente de operação no modo normal 70 mA;
3. Corrente de operação no modo standby 50 µA;
4. Retenção de dados para 2 volts;
5. Entradas e saídas diretamente compatíveis com TTL;
6. Única fonte de 5V  10%;
7. Saídas Tri-state;
8. Barramento de entrada e saída comum;
9. Pinagem compatível com memórias EPROM de 16K, por exemplo 2716.
A figura 17.2 mostra o lay-out dos pinos da memória 6116.
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Figura 17. 2 - Lay-out da memória 6116.
A tabela 17.1 mostra o funcionamento da memória 6116.
Tabela 17. 1 - Funcionamento para 6116.
CS OE WE I/Ø1-8 OPERAÇÃO
H X X Alta Impedância Desabilitado
L L H Saída Leitura
L H L Entrada Escrita
L L L Entrada Escrita
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17.6 CONSTRUÇÃO DE MEMÓRIAS MAIORES
As experiências 2 e 3 a seguir abordam o caso de construção de memórias maiores. Na
experiência 2, tem-se o caso em que é desejado aumentar o número de palavras das
memórias, porém mantendo o mesmo número de bits por palavras na memória maior. Já
na experiência 3, tem-se o caso em que é mantido o mesmo número de palavras na
memória maior e aumentado o número de bits por palavra.
A figura 17.4 mostra o diagrama em blocos resumido de uma memória de 4096 palavras
de 8 bits, usando duas memórias 6116 de 2048 palavras de 8 bits. A finalidade do CI
74LS155 é operar como decodificador de endereços, ou seja, dependendo do endereço
especificado pelo bit mais significativo (MSB), este CI selecionará uma das memórias
6116.
Figura 17.3 - Memória de 4096 palavras x 8 bits construída com 2 memórias de 2048
palavras x 8 bits
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193
17.6.1 EXPERIÊNCIA 1
17.6.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 6116
1 Circuito Integrado 74LS244
1 Circuito Integrado 74LS155
17.6.1.2 PROCEDIMENTO
a) Montar o circuito da figura 17.5
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.
Figura 17. 4 - Acoplamento de memórias 6116 (2048 x 8 bits) para formar uma
memória de 4096 palavras de 8 bits.
b) No circuito da figura 17.5, o CI 74LS155 estará habilitando a escrita/leitura nas 16
primeiras posições da memória 6116-Ø, quando F = Ø, ou habilitando a escrita / leitura
nas 16 primeiras posições da memória 6116-1, quando F = 1. A operação de
leitura/escrita será selecionada pela chave A (Ø = escrita, 1 = leitura). Se todas as
linhas de endereçamento fossem usadas, haveria 2048 palavras de 8 bits endereçadas
para cada memória, num total de 4096 palavras de 8 bits.
6116 - 1
VCC A10 A9 A8 A7 A6 A5 A4 A3 A2 A1 A0
I/O8 I/O7 I/O6 I/O5 I/O4 I/O3 I/O2 I/O1CS WE
24 19 22 23 1 2 3 4 5 6 7 8
GNDOE
18 21 17 16 15 14 13 11 10 9
1220
A0
I/O1
7 8
GND
OE
9
12
20
6116 - 0
VCC A10 A9 A8 A7 A6 A5 A4 A3 A2 A1
I/O8 I/O7 I/O6 I/O5 I/O4 I/O3 I/O2CS WE
24 19 22 23 1 2 3 4 5 6
18 21 17 16 15 14 13 11 10
0 0 0 0 0 0 0 G H I J
+5V +5V
L0
L1
L2
L3
L4
L5
L6
L7
A
VCC
1C
2C
2G GND B 1G
1Y0
1Y1
2Y0
2Y1
13
16
1
15
14 8 3 2
9
10
7
6
F
+5V
A
2Y4 2Y3 2Y2 2Y1 1Y4 1Y3 1Y2 1Y1
2A4 2A3 2A2 2A1 1A4 1A3 1A2 1A1
74LS244
1G
2G A
181614123 5 7 9
1
19
246811131517
F B C D E
A
A
1 - LEITURA
0 - ESCRITA
74LS155
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c) Completar a tabela 17.3.
Tabela 17. 2 - Tabela para o circuito da figura 17.5.
ENDEREÇOS ENTRADAS SAÍDAS COMEN-
TÄRIOS
A F G H I J B C D E L7 L6 L5 L4 L3 L2 L1 LØ
Ø 1 1 1 1 1 1 1 1
Ø Ø 1 1 1 Ø 1 1 1
Ø Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 
Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1
Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø
1 1 1 1 1 Ø Ø Ø Ø
1 Ø 1 1 1 1 Ø Ø Ø
1 Ø Ø 1 1 1 1 Ø Ø 
1 Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø
1 Ø Ø Ø Ø 1 1 1 1
1 1 Ø Ø Ø Ø X X X X
1 1 Ø Ø Ø 1 X X X X
1 1 Ø Ø 1 1 X X X X 
1 1 Ø 1 1 1 X X X X
1 1 1 1 1 1 X X X X
1 Ø 1 1 1 1 X X X X
1 Ø Ø 1 1 1 X X X X
1 Ø Ø Ø 1 1 X X X X 
1 Ø Ø Ø Ø 1 X X X X
1 Ø Ø Ø Ø Ø X X X X
COMENTÁRIOS:
1) Escrita nas 16 palavras iniciais de 6116-Ø
2) Escrita nas 16 palavras iniciais de 6116-1
3) Leitura das 16 palavras iniciais de 6116-1
4) Leitura das 16 palavras iniciais de 6116-Ø
d) Na tabela 17.3, observar que em:
  foram feitas operações de escrita em cinco endereços localizados entre as
16 primeiras palavras, o que corresponde ao uso da 6116- Ø.
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  foram feitas operações de escrita em cinco endereços localizados entre as 16
primeiras palavras da 6116-1.
 Nos casos  e , na parte mais significativa dos bytes da memória foi
gravados o valor da entrada “F”, conforme mostrado na conexão do 74LS126 “B”
da figura 16.5. (ØØØF)
  foram lidos os mesmos endereços usados em . As saídas devem ser as
mesmas entradas escritas em , com partes mais significativas iguais a ØØØ1.
  foram lidos os mesmos endereços usados em . As saídas devem ser as
mesmas entradas escritas em , com partes mais significativas iguais a ØØØØ.
Observação: os endereços usados nos itens  e  foram escolhidos de forma a
evitar corridas. Deve-se obedecer as sequências de mudanças das chaves, conforme
experiência anterior.
e) O demultiplexador da figura 16.5 permite a construção de uma memória de 8192
palavras de 8 bits, sendo necessárias mais duas memórias 6116. Isto seria possível
pelo fato do demultiplexador 74LS155 ainda ter disponíveis as saídas 1Y2, 1Y3, 2Y2
e 2Y3. Neste caso, a entrada “B” do 74LS155 participaria como uma entrada de
seleção, ou de endereço. Assim, o mapa de endereçamento deste circuito seria
dado pelas linhas AØ até A10 das memórias 6116 conectadas em paralelo e pelas
linhas A e B do 74LS155, que seriam responsáveis pela habilitação de uma das
quatro memórias existentes, como esquematizado na tabela 17.4 a seguir.
Tabela 17. 3 - Mapa de endereços de uma memória de 8192 palavras de 8 bits,
construída com 4 x 6116 (2048 x 8 bits).
LINHAS DE ENDEREÇAMENTO MEMÓRIA
B A A10 A9 A8 A7 A6 A5 A4 A3 A2 A1 AØ SELECIONADA
De
Até
Ø
Ø
Ø
Ø
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
6116-Ø
End.ØØØØH até Ø7FFH
De
Até
Ø
Ø
1
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
6116-1
End.Ø8ØØH até ØFFFH
De
Até
1
1
Ø
Ø
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
6116-2
End.1ØØØH até 17FFH
De
Até
1
1
1
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
Ø
1
6116-3
End.18ØØH até 1FFFH
17.7 MEMÓRIAS ROM
As memórias ROM são pré-gravadas de algum modo ou de forma semi-permanente. Não
são gravadas durante a operação normal do dispositivo; o conteúdo de uma ROM não
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197
muda e é não volátil, isto é, se faltar energia de alimentação o conteúdo não é destruído.
As ROM's são usadas para conversões de códigos, memorização de tabelas e para
programas de finalidades especiais de controle em computadores. Usualmente, são as
ROM's que rodam o programa num microprocessador.
Este programa é denominado de programa monitor, ou sistema operacional da máquina.
Pode-se classificar as ROM's em:
1) ROM propriamente dita;
2) PROM;
3) EPROM;
4) EAPROM.
a) Nas ROM's propriamente ditas, as palavras já são gravadas no processo de
fabricação. O usuário não pode mudar o conteúdo da ROM.
b) Nas PROM's (ROM's programáveis), o usuário consegue gravar na memória uma
única vez. Geralmente, isto é feito através da queima de elos fusíveis na matriz,
sendo a programação realizada por equipamentos especiais.
c) EPROM's são memórias PROM's apagáveis, em que os conteúdos da memória
podem ser apagados e novamente gravados com aparelhagem especial.
Geralmente, o apagamento é feito com luz ultravioleta.
d) EAPROM's são memórias EPROM's apagáveis eletricamente. Pode-se encarar a
ROM como um codificador, no sentido de que para uma única entrada ativada de
cada vez há um conjunto de saídas correspondente a esta entrada. A Tabela 17.6 é
de um codificador de 4 entradas e 4 saídas.
Tabela 17. 4 - Codificador (ROM) de 4 entradas e 4 saídas.
ENTRADAS SAÍDAS
A B C D S4 S3 S2 S1
Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1
Ø Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø
Ø 1 Ø Ø 1 Ø 1 Ø
1 Ø Ø Ø Ø Ø 1 1
A figura 17.7 mostra o circuito lógico da ROM da tabela 17.6.
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CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
198
Figura 17. 5 - Circuito correspondente a ROM da tabela 17.6
Figura 17. 6 - Memória PROM correspondente a tabela 16.6
No caso da ROM da figura 17.7, tem-se uma memória de 4 palavras e cada palavra de 4
bits. A figura 17.8 mostra a execução deste codificador na forma de PROM com matriz de
diodos e elos fusíveis.
Se as memórias fossem feitas como a das figuras 17.7 ou 17.8, o número de pinos
necessários para endereçar a memória teria de ser igual ao número de palavras
endereçadas. Então, não seria possível fazer-se estas memórias na forma de circuitos
integrados, os quais têm um número limitado de pinos.
A fim de se diminuir o número de entradas de endereçamento, usa-se um circuito
chamado decodificador, em que para cada combinação das entradas do decodificador
uma única entrada de endereçamento da memória é ativada.
A tabela 17.7 é a de um decodificador adequado a memória da figura 17.8. Normalmente,
as memórias já vêm com o decodificador incorporado.
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CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
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199
Tabela 17. 5 - Decodificador de 2 entradas e 4 saídas.
ENTRADAS SAÍDAS
E1 E2 A B C D
Ø Ø Ø Ø Ø 1
Ø 1 Ø Ø 1 Ø
1 Ø Ø 1 Ø Ø
1 1 1 Ø Ø Ø
A figura 17.9 mostra o circuito do decodificador correspondente a tabela 17.7.
Finalmente, a figura 17.10 mostra o circuito da memória ROM correspondente a tabela
17.6, com o decodificador incorporado.
Figura 17. 7 - Circuito do decodificador correspondente a tabela 17.7
Figura 17. 8 - Circuito da Memória ROM com decodificador incorporado.
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CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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200
17.6.1 EXPERIÊNCIA 4
17.6.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS00
17.6.1.2 PROCEDIMENTO
b) Montar o circuito da figura 17.11.
Figura 17. 9 - Memória ROM de 4 palavras com 4 bits cada.
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CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
201
Tabela 17. 6 - Tabela para o circuito da figura 17.11.
ENTRADAS SAÍDAS
A B L3 L2 L1 L0
Ø Ø
Ø 1
1 Ø
1 1
c) A memória utilizada na figura 18.11, é uma pequena memória ROM construída com
Gates “NÃO E”. Tal memória consta de 4 palavras de 4 bits, num total de 16 bits. Na
série TTL existem memórias ROM, como exemplo tem-se o 74187 que é uma
memória ROM de 256 palavras de 4 bits, tendo 8 linhas de endereços, para
selecionar uma das 256 palavras, e 4 saídas para cada palavra. Enquanto o chip
estiver habilitado a saída tem o valor dos 4 bits da palavra endereçada. A 74187 é
do tipo bipolar e tem tempo de acesso típico de 40ns.
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CAPÍTULO 18 – BUFFER’S
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203
CAPÍTULO 18 – BUFFER’S
18.1 INTRODUÇÃO
Na eletrônica digital, buffer’s ,são circuitos importantes no controle de entrada ou saída de
um circuito digital. São mais utilizados em conjunto com microprocessadores ou
microcontroladores (circuitos inteligentes).
18.3.19 O BUFFER
Uma das características importantes do buffer é de aumentar a capacidade de carga
em sua saída do sinal ligado na sua entrada. ou seja, amplificar a corrente e também
não permitir de certa forma, que o circuito ligado em sua entrada tenha contado direto
com o circuito em sua saída.
O buffer faz com que o sinal presente em sua entrada seja o mesmo na sua saída. Sua
representação e funcionamento estão detalhados a na figura 18.1:
E S
E=0 S=0 E=1 S=1
Figura 48.1: funciomento do buffer.
Perceba que se o sinal presente na entrada “E” for “0” a saída “S” estará em “0”, se na
entrada “E” estiver presente o nível lógico “1”, na saída “S” estará presente o nível “1”.
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CAPÍTULO 18 – BUFFER’S
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204
18.3.20 BUFFER COM SAÍDA CONTROLADA / TRI-STATE
Existe um tipo de buffer que permite o controle de sua saída, este controle é feito por um
circuito chamado “tri-state”. O circuito tri-state pode apresentar em sua saída três estados
lógicos: “baixo”, “alto” e “alta impedância”. Em outras palavras, o termo “alta
impedância” é como se a saída do buffer fosse desconectada ou desligada do circuito. A
representação e o funcionamento do buffer tri-state serão detalhados a seguir.
E S
EN
E=0
E=1
S=0
S=1
EN=1
E=0
E=1
S=X
S=X
EN=0
Figura 18.2: funcionamento do buffer.
O pino “E” é a entrada, “S” a saída e o pino “EN” de habilitação (enable). Quando
estiver presente o nível lógico “1” no pino “EN”, o nível lógico que estiver presente na
entrada “E” será o mesmo na saída “S”. De forma inversa, quando no pino “EN” estiver
presente o nível lógico “0”, independente do nível lógico presente na entrada “E”, na saída
“S” sempre estará em “X” (alta-impedância, como se a saída “S” estivesse desligada). Se
o buffer for do tipo inversor, os níveis lógicos presentes na entrada serão contrários na
saída.
Geralmente, os buffer’s digitais são formados por um conjunto de vários buffer’s tri-state.
Cada entrada e saída dos buffer’s tri-state são ligadas a um pino. Os pinos de habilitação
(EN) de cada buffer tri-state são ligados em um único pino permitindo a habilitação
simultânea de todos os buffer’s de uma só vez. Na figura a seguir podemos visualizar
melhor o buffer digital internamente.
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CAPÍTULO 18 – BUFFER’S
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205
E1
E2
E3
En
S1
S2
S3
Sn
EN
Figura 18.3: Internamente no buffer digital.
O buffer apresentado na figura 18.3 permite a transferência dos sinais presentes na
entrada para a saída, mas nunca da saída para a entrada. Este buffer é chamado de
“buffer unidirecional”, ou seja, permite o envio dos sinais em apenas uma direção.
Existe o buffer “bidirecional” que permite o tráfico dos sinais em qualquer uma das
direções. Ele é formado por duas lógicas tri-states ligadas em paralelo, mas com uma
diferença: A saída de uma tri-state é ligada com a entrada da outra conforme a figura
18.4.
A B
EN
Figura 18.4: buffer bi-direcional.
Dependendo do sinal presente no pino “EN”, o sinal fluirá de “A” para “B” ou de “B” para
“A”. Existem também alguns buffer’s com saída tri-state que faz a inversão do nível lógico
em sua saída.
E S
EN
Figura 18.5: buffer com saída inversora.
A seguir faremos duas experiências para fixarmos os conceitos apresentados
anteriormente.
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CAPÍTULO 18 – BUFFER’S
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206
18.2 OBJETIVO
Estudar o buffer’s e Latches na prática.
18.3 PRIMEIRA PARTE – BUFFER
18.3.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS244
18.3.2 PROCEDIMENTO
Na experiência, usamos o Buffer 74LS244, sua pinagem e funcionamento serão
detalhados a seguir:
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CAPÍTULO 18 – BUFFER’S
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
207
2
4
6
8
11
13
15
17
18
16
14
12
9
7
5
3
1
19
74LS244
ENTRADA
SAÍDA
Figura 18.6: pinagem do buffer 74ls244.
Os pinos 2, 4, 6, 8, 11, 13, 15 e 17 são os pinos de entrada do buffer. Os pinos 18, 16,
14, 12, 9, 7, 5 e 3 são os pinos de saída. Os pinos 1 e 19 são de “habilitação” que
permitirão a passagem dos dados da entrada para a saída e normalmente são ligados
juntos.
Quando ocorre um nível lógico “0” nos pinos “1” e “19” os dados são transferidos da
entrada para a saída. Ex: se no pino 2 estiver o nível lógico “1”, no pino 18 aparecerá o
nível lógico “1”. Este procedimento foi realizado na experiência.
Quando colocamos o jumper JP1 nas posições “1” e “2” estamos injetando nível lógico “0”
nos pinos 1 e 19. Ao mudarmos a posição das chaves de “A” a “H”, verificamos a
mudança nos leds e nos diplay’s. Quando colocamos o jumper JP1 entre as posições “3”
e “4” é injetado nível lógico “1” nos pinos 1 e 19 não permitindo mais a passagem dos
dados da entrada para a saída.
Os pinos de saída ficam em “Alta impedância” ou como se estivessem desligados do
circuito, isto pode ser observado no display da ponta de prova indicando o caractere “A”
“Aberto” ou “Alta impedância”.
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CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
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209
CAPÍTULO 19 – CONVERSOR AD/DA
Os conversores, analógico / digital e digital / analógico são circuitos eletrônicos que
permitem a comunicação entre circuitos que utilizem apenas sinais analógicos e outros
com sinais digitais.
Como a maioria dos sistemas de controle é baseada em microprocessadores (circuitos
digitais), existe a necessidade de converter sinais analógicos de sensores para que o
circuito digital possa compreendê-lo, sendo esta tarefa executada por um conversor A/D.
Depois de processado digitalmente, o sinal digital deverá ser novamente convertido em
analógico para atuar em dispositivos eletrônicos, o que será feito por um conversor D/A.
19.1 CONVERSOR DIGITAL/ANALÓGICO (D/A)
A conversão de sinais digitais para analógicos pode ser feita através de circuitos
relativamente simples como ilustrado na Figura 19.119.1 , que mostra uma conversão D/A
para quatro bits.
A3
A2
A1
A0
VRef
(LSB)
(MSB)
Chaves
Analógicas
R
RF
4R
8R
2R
+
-
e0
Created with Visio
Figura 19.1 - Conversor D/A de 4 bits.
Neste circuito as chaves analógicas são controladas de modo que se o bit An da entrada
digital estiver no nível lógico “1” à chave correspondente está conectando a tensão Vref à
entrada, caso contrário estará aterrando a entrada.
A tensão “eo“ será dada pela equação:
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210
REF
oF
o V
AAA
A
R
R
e )
842
( 12
3 
equação 1
onde os coeficientes A3, A2, A1 e A0 somente podem assumir os valores “0” e “1”.
Conforme se pode observar, o amplificador operacional é aqui utilizado como somador
inversor.
REFnnnn
F
VAAAA
R
R
e )
2
1
...
4
1
2
1
( 013210  
equação 2
que é uma equação absolutamente geral.
Fazendo RF=1/2 R, a expressão acima se simplifica:
REFnnn VAAAe )
2
1
...
4
1
2
1
( 0210  
equação 3
o valor mínimo de “e0“ é igual a 0, quando todos os bits da entrada digital estiverem em
zero; o valor máximo, quando todos os bits estiverem em “1”, será:
REFnmáx VAe )
2
1
...
8
1
4
1
2
1
( 00 
equação 4
A expressão entre parênteses representa a soma dos n termos de uma progressão
geométrica de razão ½ e termo inicial igual à ½, sendo fácil verificar que:
nn
2
1
1)
2
1
...
8
1
4
1
2
1
( 
equação 5
logo, o valor máximo de e0 será:
REFmáx Ve ).
2
1
1( 2.0 
equação 6
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211
Como o VREF, neste caso é negativo, temos a expressão final “e0“ com valores positivos
como ilustra a Figura 19.519.2, que mostra a variação da tensão de saída em função da
tensão de entrada digital de um conversor D/A de 3 bits.
entrada
digital
saida
analógica
0 0 0 0 1 1 1 1
0 0 1 1 0 0 1 1
0 1 0 1 0 1 0 1
A2
A1
A0
7/8 |Vref
|
3/4 |Vref|
5/8 |Vref
|
1/2 |Vref
|
3/8 |Vref|
1/4 |Vref
|
1/8 |Vref|
|e0|
Created with Visio
Figura 19.5 - Saída Analógica de um D/A de 3 bits.
O conversor D/A da Figura 19.519.2 apresenta a desvantagem de que a faixa de valores
necessários para os resistores de entrada torna-se muito grande à medida que o número
de bits aumenta. Como estes resistores devem ser de precisão, pode ser muito difícil e
caro obter todos os valores necessários. Este problema é contornado utilizando na
entrada a rede R-2R (BINARY LADDER), que necessita apenas dois valores diferentes de
resistores, seja qual for o número de bits da entrada digital. A Figura 19.619.3 mostra o
circuito de um conversor D/A para quatro bits utilizando a rede R-2R.
Figura 19.6 - Conversor D/A utilizando rede R-2R.
Neste circuito, se a entrada digital Na está no nível lógico “1”, a chave analógica
correspondente, está na posição 2, caso contrário, está na posição 1. Para compreender
o funcionamento do circuito, considere-se A3=”1” e as demais entradas iguais a “0”. Neste
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212
caso, o circuito equivalente para a parte a esquerda da linha tracejada da Figura 19.619.3
fica como mostrado na Figura 19.719.4.
Figura 19.7 - Circuito Equivalente para rede R-2R
Circuito equivalente da malha resistiva para A3=”1” e A2=A1=A0=”0”.
Aplicando o teorema de Thevenin ao ponto A na Figura 19.719.4, conclui-se que o circuito
equivale será uma fonte de tensão de valor VREF/2 em série com uma resistência R.
Assim, a tensão de saída neste caso, será:
2
.
3
0
REFF V
R
R
e 
Supondo A2=”1” e A3=A1=A0=”0”, o circuito equivalente fica conforme mostrado na
Figura 19.819.5 abaixo:
Figura 19.8 - Circuito Equivalente para rede 2-2R.
O equivalente de Thevenin para o ponto “A” será uma fonte de tensão de valor VREF/4
em série com uma resistência R. A tensão de saída será, neste caso:
4
.
3
0
REFF V
R
R
e 
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213
Procedendo de maneira semelhante para os demais bits e aplicando o princípio da
superposição tem-se a expressão geral da tensão de saída em função das entradas
digitais:
REF
F
V
AAAA
R
R
e )
16842
(
3
0123
0 
para n bits tem-se:
REFnnn VAAAe )
2
1
...
4
1
2
1
0210  
a qual se simplifica para:
REFnnn VAAAe )
2
1
...
4
1
2
1
( 0210  
quando RF=3R.
Os conversores utilizados atualmente são circuitos integrados que não necessitam de
muitas ligações externas e possuem um mínimo de 8 bits. Quanto maior a quantidade de
bits de um conversor melhor será a sua resolução.
19.2 CONVERSOR ANALÓGICO/DIGITAL (A/D)
Existem vários tipos de circuitos para sinais analógicos em digitais, apresentaremos a
seguir alguns métodos mais comuns.
A Figura 19.919.6 ilustra um conversor A/D tipo contador de rampa (RAMP COUNTER
A/D CONVERTER).
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214
Figura 19.9 - Conversor A/D tipo contador de rampa.
A conversão tem início com o pulso START, que faz com que o contador vá para zero. A
saída do contador é convertida em um nível analógico e comparada com a tensão de
entrada. Enquanto a tensão Ea for maior que o valor representado pelas saídas do
contador, este recebe os pulsos de clock e vai incrementando sua contagem. No instante
em que a tensão Ea fica menor que o valor representado pelas saídas do contador os
pulsos de clock para o mesmo são inibidos e a contagem para. O valor presente na saída
digital representa o equivalente da tensão analógica de entrada com erro de
aproximadamente ½ LSB.
Este conversor tem como vantagem a simplicidade, baixo custo e boa precisão, mas tem
a desvantagem de ser lento. O tempo de conversão é proporcional ao valor da entrada
analógica, sendo mais longo para valores mais altos.
Em algumas aplicações onde se quer ter uma velocidade um pouco maior, usa-se um
contador progressivo/regressivo obtendo-se o chamado conversor A/D de contador de
rampa contínuo (CONTINUOUS RAMP COUNTER A/D CONVERTER), cujo diagrama
está ilustrado na Figura 19.1019.7.
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215
Figura 19.10 - Conversor A/D de contador de rampa contínuo.
Neste tipo de conversor não há necessidade de um sinal de início de conversão e o
contador inicia a contagem partindo do valor anterior. Se a entrada analógica é maior que
o valor representado pelas saídas do contador, a contagem é progressiva, caso contrário
será regressiva. O conversor está continuamente realizando a conversão e, por isso, a
saída fica oscilando em torno do valor final.
Quando a velocidade de conversão é o fator mais importante, o tipo mais utilizado é o
conversor A/D de aproximação sucessiva (SUCCESSIVE APROXIMATION A/D
CONVERTER), cujo diagrama é apresentado na Figura 19.1119.8.
Figura 19.11 - Conversor A/D de aproximação sucessiva.
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216
Ao iniciar-se o processo de conversão com o pulso de START, o MSB da saída digital é
setado. Se a saída é menor que a entrada analógica, o MSB permanece em “1” e o bit
seguinte é setado; caso contrário, o MSB é resetado e o bit seguinte é setado. O processo
de comparação descrito acima continua até o LSB. Após este processo o registro de
armazenamento contém o equivalente digital da saída analógica. Com este processo é
possível conseguir velocidade de conversão de até 100ns por bit.
No entanto, o processo mais rápido de conversão, denominado conversão paralela,
permite atingir taxas de até 25 MHz para quatro bits. A Figura 19.1219.9 apresenta um
conversor A/D paralelo.
Como se vê pelo esquema abaixo, neste conversor há 2n-1 comparadores polarizados
com uma diferença de um LSB entre si. Para um dado valor de Ea todos os
comparadores abaixo deste valor estão em um estado e todos os comparadores vão a um
decodificador, pois não estão em código binário. O conversor A/D paralelo tem a
vantagem de altíssima velocidade, mas seu uso está limitado a um número pequeno de
bits, devido ao grande número de comparadores requeridos.
Figura 19.12 - Conversor A/D paralelo.
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217
19.3 PARÂMETROS DOS CONVERSORES D/A E A/D
19.3.1 RESOLUÇÃO
É a menor variação analógica que pode ser distinguida por um conversor A/D ou
produzida por um conversor D/A. A resolução é o valor analógico do LSB, dado pela
tensão máxima de saída, ou tensão de fundo de escala, dividida por 2n, onde n é o
número de bits.
Por exemplo, se um conversor D/A como o da Figura 19.12 utiliza uma tensão de
referência VREF = -10,24V, a tensão de fundo de escala para n = 8 (no bits) é dada por:
Ve
Ve
o
REFno
20,10
24,10)
256
1
1()
2
1
1(


e a resolução é:
mV
e
R n
o
40
256
20,10
2
max

19.3.2 LINEARIDADE
A Figura 19.1319.10, ilustra a curva de transferência ideal de um conversor A/D. A
linearidade é definida como o desvio máximo em relação à linha reta traçada entre os
pontos extremos da função de transferência, conforme ilustrado na figura. Este parâmetro
geralmente vem expresso como uma fração do valor LSB e para um bom conversor deve
ser de no máximo ½ LSB.
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CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA
Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente.
Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
218
Figura 19.13 - Curva de transferência de um conversor A/D de 3 bits.
19.3.3 LINEARIDADE DIFERENCIAL
É o desvio máximo do valor real de um bit em relação a seu valor teórico para qualquer bit
em toda a escala do conversor. Por exemplo, calculou-se anteriormente que, (para o
conversor citado do item 19.3.1), os bits seriam espaçados de 40 mV. Na prática, alguns
podem ter 30 mV ou 50 mV, por exemplo. Se a linearidade diferencial é de ½ LSB, isto
significa que cada bit pode estar espaçado 1 LSB1/2LSB.
19.3.4 MONOTONICIDADE
A monotonicidade significa ter uma saída regular e continuamente crescente para uma
entrada regular e continuamente crescente. Isto implica em que um degrau
correspondente a um nível de entrada mais elevado não pode estar abaixo de outro
correspondente a um nível de entrada menor (ver Figura 19.1319.10). Para que a curva
de transferência seja monotônica é necessário que a linearidade diferencial seja menor
que 1 LSB.
19.3.5 ERRO DE QUANTIZAÇÃO
Em um conversor A/D há um número infinito para a tensão de entrada, mas somente 2n
códigos de saída. Assim, haverá um erro inerente ao processo de quantização que deve
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219
ser no máximo ½ LSB e que será máximo quando a entrada estiver justamente com um
valor correspondente à transição entre dois níveis de saída.
19.3.6 VELOCIDADE DE CONVERSÃO
É a medida que indica o tempo necessário para que o conversor forneça uma saída
válida. Em geral, é medido entre o pulso de início de conversão e o sinal que indica o fim
do processo.
19.4 EXPERIÊNCIA 1: CONVERSORES D/A
19.4.1 EQUIPAMENTO NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado DAC0800
2 Resistor de 2k2Ω
1 Resistor 5k1Ω
1 Resistor de 1kΩ
1 Potenciômetro de 10kΩ
1 Capacitor de10nF
1LM741
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220
19.4.2 PROCEDIMENTO
a) O conversor D/A utilizado nesta experiência é o DAC0800, que é um conversor de
8 bits e saída em corrente. A configuração mostrada na Figura 19.1419.11
permite que seja obtido o sinal convertido em tensão na saída do amplificador
operacional 741.
Figura 19.14 - Circuito do Conversor DAC0800
b) Para calibrar a tensão analógica de saída colocar as chaves de A a G na posição
(ligada) e ajustar o potenciômetro P2 para uma tensão de 5 volts entre PT0(-) e
PT2(+).
Com o voltímetro em escala DC, meça a tensão entre os pontos de teste PT2(+) e
PT0(-) completando a Tabela 19.519.1:
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221
Tabela 19.5 - Valores convertidos para analógico
ENTRADA DE DADOS SAÍDA
A B C D E F G LEITURA DO VOLTÍMETRO
0 0 0 0 0 0 0
0 0 0 0 0 0 1
0 0 0 0 0 1 0
0 0 0 0 1 0 0
0 0 0 1 0 0 0
0 0 1 0 0 0 0
0 1 0 0 0 0 0
1 0 0 0 0 0 0
0 0 0 1 1 1 1
0 1 0 0 0 1 1
0 1 1 1 1 1 1
0 0 0 0 0 1 1
1 0 0 0 0 0 1
1 1 1 1 1 1 1
c) Observar que o valor da saída do conversor DAC0800 varia conforme as chaves
são alteradas, sendo que as chaves têm pesos diferentes, isto é, uma mudança
na chave A equivale a uma maior variação na saída do que uma mudança na
chave D.
d) A tensão de saída depende também da malha de referência do DAC0800. Essa
malha é formada por R1, R2 e P2. Perceba que atuando no trimpot P2 a tensão
em PT2 é modificada. Consulte a folha de dados do componente no final da
apostila para maiores informações.
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222
19.5 EXPERIÊNCIA 2: CONVERSORES A/D
19.5.1 EQUIPAMENTO NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado ADC0808
2 Potenciômetro de 10kΩ
19.5.2 PROCEDIMENTO
a) O conversor analógico digital utilizado é ADC0808 de 8 bits. Este dispositivo possui
oito entradas analógicas selecionadas através dos pinos de controles A0, A1 e A2. No
circuito em questão são utilizadas três entradas analógicas. O circuito do conversor é
mostrado na Figura 19.1519.12.
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223
OE
EOC
IN0
IN1
IN2
IN3
IN4
IN5
IN6
IN7
REF+
REF-
CLK
D0
D1
D2
D3
D4
D5
D6
D7
A0
A1
A2
START
ALE
ADC0808
+5V
P1
10K
DAC0800
EXT.
P3
10K
+6V9
10Hz
J
SELEÇÃO
L0
L1
L2
L3
L4
L5
L6
L7
I
L9
SAÍDAS DIGITAIS
Figura 19.15 - Conversor ADC0808
Para que um sinal analógico seja convertido pelo ADC0808 é necessário que seja dado
um pulso de início de conversão, denominado START. Após dado o pulso de START, o
conversor irá iniciar a conversão do sinal. O tempo de conversão é dado pela frequência
de CLOCK aplicado no conversor A/D. Para essa experiência nota-se que o CLOCK
utilizado é de 10Hz a fim de se observar o tempo de conversão, mas este dispositivo
opera com frequências de até 1280kHz. Depois deste tempo de conversão o A/D irá gerar
um sinal de fim de conversão denominado EOC. Quando o EOC estiver em “1” o dado de
saída poderá ser lido. Como este conversor foi desenvolvido para ser aplicado
diretamente em processadores, a sua saída digital passa por um BUFFER TRI-STATE e,
portanto necessita de um sinal para habilitá-la. No ADC0800 este sinal chama-se OE.
b) O conversor ADC0808 necessita de uma sequência de passos para que se possa
fazer a leitura do sinal convertido. Antes de qualquer leitura deve-se seguir os
seguintes passos:
 Ajustar P3 para que se tenha 5V entre PT4(+) e PT0(-);
 Ajustar P1 para que se tenha 2.5V entre PT1(+) e PT0(-);
 Selecionar S1 e S2 na posição ligada;
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Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.
224
 Colocar a chave I em 1 e a chave J em 0;
 Dar um pulso na chave J (colocar em “1” e depois em “0” novamente);
 Esperar que o led L9 acenda (sinal de final de conversão – EOC).
 Verificar se os leds respondem ao valor ajustado entre PT1 e PT0;
 Varie o potenciômetro P1 (para a direita ou para a esquerda) e repita dos passos
“e” e “f” (repita esse passo “g” algumas vezes antes de ir para o próximo passo).
c) Completar a Tabela 19.619.2. Para variar o valor de Vent deve-se alterar a posição
do potenciômetro P1 e medir a tensão entre PT1(+) e PT0(-) através de um voltímetro.
Lembrando que para se obter o resultado nos leds, deve-se sempre fazer os passos
“d”, “e”, “f”, e “g” do item anterior.
Tabela 19.6 - Valores convertidos para digital
VENT[V] L7 L6 L5 L4 L3 L2 L1 L0 VALOR EM HEXA
0
0,25
0,50
1,00
1,25
1,50
2,00
2,25
2,50
3,00
3,50
4,00
4,50
5,00
Todos estes passos estão demonstrados graficamente de acordo com a Figura
19.1619.13.
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225
Figura 19.16 - Sequência de passos para a conversão A/D.
19.6 EXPERIÊNCIA 3: INTEGRAÇÃO ENTRE CONVERSORES D/A E CONVERSORES
A/D
19.6.1 EQUIPAMENTO NECESSÁRIO
Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado ADC0808
1 Circuito Integrado DAC 0800
1LM741
3 Potenciômetros e 10k
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226
19.6.2 PROCEDIMENTO
a) A experiência a ser realizada interliga os dois blocos conversores utilizados nas
experiências anteriores. O sinal digital aplicado no DAC0800 através de sete
chaves (A, B, ... ,G) é convertido para analógico e aplicado a entrada IN1 do
ADC0808. O sinal sofre uma nova conversão, desta vez para digital;
Figura 19.17 - Integração entre os conversores em digrama.
b) Ligar o Módulo MTD 2608 ;
c) Colocar as chaves A, B, C, D, E, F e G em “1”. Fazer a leitura entre PT2(+) e PT0
(-) e através do trimpot P2 ajustar a tensão em 5 volts;
d) Meça a tensão entre os pontos PT4(+) e PT0(-) e através do trimpot P3 ajuste a
mesma para 5 volts;
e) Utilizando um pedaço de fio, ligue o pino de 100Hz
f) Levar a chave I para “1”;
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227
g) Pulsar a chave J deverá ser observado FF nos Leds.
h) Completar a Tabela 19.7, variando as chaves A à G, observando a variação da
tensão entre PT2(+) e PT0(-) e nos leds. Toda vez que variar as chaves, será
necessário pulsar a chave J.
i) Deve ser observado que o bit menos significativo (LSB) do conversor DA está
conectado em +12 volts, portanto sempre estará em nível lógico “1”.
Tabela 19.7 - Valores convertidos para analógicos e para digital
ENTRADA DE DADOS
DIGITAL
SAÍDA DE DADOS
ANALÓGICA
SAÍDA DE DADOS DIGITAL
A B C D E F G LSB LEITURA DO
VOLTÍMETRO
L7 L6 L5 L4 L3 L2 L1 L0
0 0 0 0 0 0 0 1
0 0 0 0 0 0 1 1
0 0 0 0 0 1 0 1
0 0 0 0 1 0 0 1
0 0 0 1 0 0 0 1
0 0 1 0 0 0 0 1
0 1 0 0 0 0 0 1
1 0 0 0 0 0 0 1
0 0 0 1 1 1 1 1
0 1 0 0 0 1 1 1
0 1 1 1 1 1 1 1
0 0 0 0 0 1 1 1
1 0 0 0 0 0 1 1
1 1 1 1 1 1 1 1

Mtd2608 teoria e_pratica_cx_comp

  • 1.
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  • 3.
    MÓDULO MTD 2608 COMCAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO
  • 5.
    TERMO DE GARANTIAE ASSISTÊNCIA TÉCNICA TERMO DE GARANTIA 1. A DATAPOOL ELETRÔNICA LTDA. garante este equipamento contra quaisquer defeitos de material ou fabricação que nele se apresentem, em condições normais de uso e manutenção, pelo prazo de 3 (três) meses (garantia legal), mais 9 (nove) meses de garantia adicional, num total de 1 (um) ano, contados a partir da data de emissão da Nota Fiscal de Venda. 2. Qualquer defeito que, eventualmente, se apresente dentro do prazo de validade deve ser imediatamente notificado à Assistência Técnica da Datapool. 3. A DATAPOOL reparará o equipamento sem custo nenhum para o proprietário, desde que este seja enviado à DATAPOOL, com os custos de transporte sob responsabilidade do proprietário e acompanhado da Nota Fiscal de Venda. 4. O reparo, a critério da DATAPOOL, poderá incluir a substituição de componentes e placas por novos ou recondicionados equivalentes. As partes substitutas serão garantidas pelo restante do prazo original. As partes substituídas se tornarão propriedade da DATAPOOL. 5. A Garantia não cobre: a. Equipamentos que tenham tido o número de série alterado ou adulterado; b. Defeitos ou danos resultantes de uso abusivo ou incorreto do equipamento, tais como peças arranhadas, trincadas ou quebradas, derramamento de alimentos ou líquidos de qualquer natureza e outros; c. Defeitos ou danos provocados por acidentes, desastres e causas naturais, tais como quedas, incêndios, inundações, exposição excessiva a calor, descargas elétricas, maresia e outros; d. Defeitos ou danos resultantes de limpeza ou instalação feitas em desacordo com o Manual de Operação, Manutenção e Ajustes; e. Defeitos ou danos resultantes de alterações, modificações ou reparos efetuados por pessoas não autorizadas pela DATAPOOL; f. Defeitos ou danos resultantes do não cumprimento rigoroso das instruções dos manuais do equipamento na realização dos experimentos didáticos e testes; g. Defeitos ou danos resultantes da realização de experimentos e testes não previstos nos manuais do equipamento. 6. Em hipótese alguma a DATAPOOL assumirá responsabilidade, superior ao preço da compra do equipamento, por quaisquer perdas, inconveniências, prejuízos ou danos diretos ou indiretos, resultantes do uso ou da impossibilidade do uso do equipamento. 7. Em especial, considerando que os experimentos e testes envolvendo a conexão dos módulos à rede elétrica devem ser realizados ou supervisionados por profissional habilitado, a DATAPOOL não assume quaisquer responsabilidades por acidentes e danos pessoais no uso de seus equipamentos. ASSISTÊNCIA TÉCNICA 1. Após o término do prazo de garantia, se o equipamento necessitar de manutenção ou assistência técnica, a DATAPOOL ELETRÔNICA deve ser notificada e o equipamento enviado à DATAPOOL, com os custos de transporte sob responsabilidade do proprietário. Não serão recebidos equipamentos com frete a pagar. 2. O reparo, a critério da DATAPOOL, poderá incluir a substituição de componentes, placas e equipamentos por novos ou recondicionados equivalentes.
  • 6.
    TERMO DE GARANTIAE ASSISTÊNCIA TÉCNICA DADOS DO EQUIPAMENTO O preenchimento dos dados abaixo é essencial para a utilização da Garantia e Assistência Técnica dos Produtos DATAPOOL. DADOS DO EQUIPAMENTO MODELO Nº DE SÉRIE Nº DA NOTA FISCAL DATA DE COMPRA DADOS DO PROPRIETÁRIO NOME / RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO CIDADE ESTADO CEP TELEFONE FAX E-MAIL CONTATO OBSERVAÇÕES FALE CONOSCO Estamos implantando nosso Sistema de Gestão da Qualidade, que visa, dentre outras metas, a melhoria contínua de nossos produtos e serviços. Envie suas dúvidas, sugestões de melhoria, opiniões sobre nossos produtos, reclamações e críticas. Agradecemos a sua contribuição. DATAPOOL ELETRÔNICA LTDA. Av José Theóphilo, 30 | Caixa Postal 53 | CEP 37502-550 | Itajubá – MG Tel: (35) 3629-9550 | Fax: (35) 3629-9569 Home: www.datapool.com.br | E-mail: suportetecnico@datapool.com.br
  • 7.
    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. i SUMÁRIO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO MTD 2608 1 1.1 CHAVES DE DADOS 1 1.2 BOTOEIRAS COM E SEM RETENÇÃO 2 1.3 LED`S DE MONITORAÇÃO 2 1.4 EXPERIÊNCIA 3 1.5 CONECTORES DE FONTES DE ALIMENTAÇÃO 4 1.6 CONECTORES DE EXPANSÃO 4 1.7 PROTOBOAD OU MATRIZ DE CONTATOS 4 1.8 PONTA DE PROVA 5 1.9 BUZZER 6 1.10 FREQUÊNCIAS FIXAS 6 1.11 – MXD - EXPANSOR DIGITAL 7 1.12 CIRCUITOS OPCIONAIS 8 1.12.1 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 01 8 1.12.2 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 02 9 1.12.3 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 03 9 CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS 11 2.1 INTRODUÇÃO 11 2.2 EXPERIÊNCIAS 1 E 2: FUNÇÃO LÓGICA GATES “E” (AND) 12 2.2.1 RESUMO 12 2.2.2 OBJETIVO 12 2.2.3 MATERIAL NECESSÁRIO 13 2.2.4 EXPERIÊNCIA 1: GATE “E” DE DUAS ENTRADAS 13 2.2.4.1 PROCEDIMENTOS 13 2.2.5 EXPERIÊNCIA 2: “E” DE QUATRO ENTRADAS 15 2.2.5.1 PROCEDIMENTOS 15 2.2.6 DEMORA DE PROPAGAÇÃO (DELAY TIME) 17 2.2.7 EXERCÍCIOS 18 2.3 EXPERIÊNCIAS 3 E 4: FUNÇÃO LÓGICA GATE “OU” (OR) 19
  • 8.
    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. ii 2.3.1 RESUMO 19 2.3.2 OBJETIVO 19 2.3.3 MATERIAL UTILIZADO 20 2.3.4 EXPERIÊNCIA 3: “OU” DE DUAS ENTRADAS 20 2.3.4.1 PROCEDIMENTOS 20 2.3.5 EXPERIÊNCIA 4: “OU” DE QUATRO ENTRADAS 21 2.3.5.1 PROCEDIMENTOS 21 2.3.6 ANÁLISE DE DEMORA 23 2.3.7 EXERCÍCIOS 24 2.4 EXPERIÊNCIA 5: FUNÇÃO LÓGICA GATE “INVERSORA” (NOT) 25 2.4.1 RESUMO 25 2.4.2 OBJETIVO 26 2.4.3 MATERIAL UTILIZADO 26 2.4.4 PROCEDIMENTO 26 2.4.5 ANÁLISE DE DEMORA 27 2.4.6 FAN-OUT (CAPACIDADE DE CARGAS) 27 2.4.7 EXERCÍCIOS 28 2.5 EXPERIÊNCIAS 6 A 8: FUNÇÃO LÓGICA GATE “NÃO-E” (NAND) 29 2.5.1 RESUMO 29 2.5.2 OBJETIVO 29 2.5.3 MATERIAL UTILIZADO 30 2.5.4 EXPERIÊNCIA 6: “NÃO-E” DE DUAS ENTRADAS 30 2.5.4.1 PROCEDIMENTOS 30 2.5.5 EXPERIÊNCIA 7: “NÃO-E” DE TRÊS ENTRADAS 31 2.5.5.1 PROCEDIMENTOS 31 2.5.6 EXPERIÊNCIA 8: GATE “NÃO-E” FUNCIONANDO COMO INVERSOR 32 2.5.6.1 PROCEDIMENTOS 32 2.5.7 EXERCÍCIOS 33 2.6 EXPERIÊNCIAS 9 A 11: FUNÇÃO LÓGICA GATE “NÃO-OU” (NOR) 33 2.6.1 RESUMO 33 2.6.2 OBJETIVO 34 2.6.3 MATERIAL UTILIZADO 34
  • 9.
    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. iii 2.6.4 EXPERIÊNCIA 9: “NÃO-OU DE DUAS ENTRADAS 35 2.6.4.1 PROCEDIMENTOS 35 2.6.5 EXPERIÊNCIA 10: “NÃO-OU” DE TRÊS ENTRADAS 36 2.6.5.1 PROCEDIMENTOS 36 2.6.6 EXPERIÊNCIA 11: GATE “NÃO-OU” FUNCIONANDO COMO INVERSOR 36 2.6.6.1 PROCEDIMENTOS 36 2.6.7 EXERCÍCIOS 37 2.7 EXPERIÊNCIA 12: FUNÇÃO LÓGICA “OU-EXCLUSIVO” (XOR) 38 2.7.1 RESUMO 38 2.7.2 OBJETIVO 38 2.7.3 MATERIAL UTILIZADO 39 2.7.4 PROCEDIMENTOS 39 2.7.5 EXERCÍCIOS 41 CAPÍTULO 3 - TEOREMA DE “DE MORGAN” 43 3.1 RESUMO 43 3.2 EXPERIÊNCIA 1: EQUIPAMENTO ENTRE AS FUNÇÕES “NÃO-E” E “OU” (DUAS ENTRADAS) 43 3.2.1 OBJETIVO 43 3.2.2 MATERIAL NECESSÁRIO 44 3.2.3 PROCEDIMENTOS 45 3.2.4 CONCLUSÃO 46 3.3 EXPERIÊNCIA 2: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “NÃO OU” E “E” (DUAS ENTRADAS) 46 3.3.1 OBJETIVO 46 3.3.2 MATERIAL NECESSÁRIO 47 3.3.3 PROCEDIMENTOS 48 3.3.4 CONCLUSÃO 49 3.4 EXPERIÊNCIA 3: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “OU” E “NÃO E” (TRÊS VARIÁVEIS) 49 3.4.1 OBJETIVO 49 3.4.2 MATERIAL NECESSÁRIO 50 3.4.3 PROCEDIMENTOS 51
  • 10.
    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. iv 3.4.4 CONCLUSÃO 52 3.5 EXPERIÊNCIA 4: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “E” E “NÃO OU” (TRÊS VARIÁVEIS) 52 3.5.1 OBJETIVO 52 3.5.2 MATERIAL NECESSÁRIO 53 3.5.3 PROCEDIMENTOS 54 3.5.4 CONCLUSÃO 55 CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS 57 4.1 RESUMO 57 4.2 FLIP-FLOP S-R 57 4.3 FLIP-FLOP T 59 4.4 FLIP-FLOP D 60 4.5 FLIP-FLOP JK 60 4.6 TIPOS DE GATILHAMENTO DOS FLIP-FLOPS 61 4.7 FLIP-FLOPS GATILHÁVEIS DO TIPO MESTRE-ESCRAVO 63 4.7.1 FLIP-FLOP MESTRE-ESCRAVO COM DATA LOCK-OUT 64 4.8 PARÂMETROS IMPORTANTES DOS FLIP-FLOPS 65 4.9 EXPERIÊNCIA 1 66 4.9.1 MATERIAL NECESSÁRIO 66 4.9.2 PROCEDIMENTO 66 4.9.1 CONCLUSÃO 68 4.10 EXPERIÊNCIA 2 68 4.10.1 MATERIAL NECESSÁRIO 68 4.10.2 PROCEDIMENTO 68 4.10.1 CONCLUSÃO 69 4.11 EXPERIÊNCIA 3 70 4.11.1 MATERIAL NECESSÁRIO 70 4.11.2 PROCEDIMENTO 70 4.11.1 CONCLUSÃO 71 4.12 EXPERIÊNCIA 4 72 4.12.1 MATERIAL NECESSÁRIO 72
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. v 4.12.2 PROCEDIMENTO 72 4.12.1 CONCLUSÃO 1 73 4.12.2 CONCLUSÃO 2 74 4.13 EXERCÍCIOS 75 CAPÍTULO 5 - CONTADORES 77 5.1 DEFINIÇÃO 77 5.2 CONTADORES RIPPLE (ASSINCRONO) 77 5.2.1 EXPERIÊNCIA 1 77 5.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 77 5.2.1.2 PROCEDIMENTO 77 5.2.2 EXPERIÊNCIA 2 79 5.2.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 79 5.2.2.2 PROCEDIMENTO 80 5.3 CONTADORES SÍNCRONOS 82 5.3.1. EXPERIÊNCIA 1 82 5.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 82 5.3.1.2 PROCEDIMENTO 82 5.4 CONTADORES SÍNCRONOS CONTROLADOS 84 5.5 CONTADORES EM ANEL 84 5.5.1 EXPERIÊNCIA 1 85 5.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 85 5.2.2.2 PROCEDIMENTO 85 CAPÍTULO 6 - REGISTRADORES 87 6.1 RESUMO 87 6.2 REGISTRADORES BUFFER 87 6.2.1 EXPERIÊNCIA 1 87 6.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 87 6.2.2 EXPERIÊNCIA 2 89 6.2.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 89 6.3 REGISTRADORES DE DESLOCAMENTO 91 6.3.1 EXPERIÊNCIA 1 91
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. vi 6.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 91 6.3.2 EXPERIÊNCIA 2 93 6.3.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 93 6.3.3 EXPERIÊNCIA 3 95 6.3.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO 95 6.4 CARREGAMENTO PARALELO 97 6.4.1 EXPERIÊNCIA 1: (OPCIONAL) 98 6.4.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 98 6.5 REGISTRADORES NA FORMA DE CI'S 100 CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148. 101 7.1 INTRODUÇÃO 101 7.1.1 CONVERSORES DE CÓDIGOS 101 7.1.2 CODIFICADOR 8 PARA 3 (CI 74LS148) 101 7.2 OBJETIVO 103 7.3 EXPERIÊNCIA 1: CODIFICADOR 4 ENTRADAS / 2 SAÍDAS 103 7.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO 103 7.4 EXPERIÊNCIA 2: CODIFICADOR 8 PARA 3 (CI 74LS148) 104 7.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO 104 CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES CI 74LS138 107 8.1 INTRODUÇÃO 107 7.1.1 CI 74LS138 108 8.3 EXPERIÊNCIA 2: DECODIFICADOR 1 PARA 8 (CI 74LS138) 110 8.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO 110 CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 113 9.1 RESUMO 113 9.2 EXPERIÊNCIA 1 114 9.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 114 9.3 DECODIFICADOR BCD PARA DECIMAL 115 9.3.1 EXPERIÊNCIA 2 115 9.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 115 9.4 DECODIFICADOR DRIVER 117
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. vii 9.4.1 DECODIFICADOR/DRIVERS BCD PARA 7 SEGMENTOS 117 9.4.1.1 EXPERIÊNCIA 3 119 CAPÍTULO 10 - CODIFICADORES 121 8.1 RESUMO 121 10.2 EXPERIÊNCIA 1 121 10.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 121 10.3 EXPERIÊNCIA 2 123 10.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO 123 10.4 CHAVES CODIFICADORAS 124 10.5 CONVERSORES DE CÓDIGOS 125 10.5.1 EXPERIÊNCIA 3 126 10.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 126 CAPÍTULO 11 - MULTIPLEXADORES 129 11.1 RESUMO 129 11.2 MULTIPLEXADOR DE 2 ENTRADAS 129 11.9.1 EXPERIÊNCIA 1 130 11.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 130 11.2.1.2 PROCEDIMENTO 130 CAPÍTULO 12 - DEMULTIPLEXADORES 133 12.1 RESUMO 133 12.2 DEMULTIPLEXADOR DE 4 SAÍDAS 134 12.2.1 EXPERIÊNCIA 1 134 12.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 134 12.3 DEMULTIPLEXADORES NA FORMA DE CI'S 136 12.3.1 DEMULTIPLEXADOR 74LS155 136 12.3.1.1 EXPERIÊNCIA 2 137 12.3.1.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 137 12.3.1.2 EXPERIÊNCIA 3 139 12.3.1.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO 139 CAPÍTULO 13 - COMPARADORES DIGITAIS 141 13.1 RESUMO 141
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. viii 13.2 EXPERIÊNCIA 1 141 13.2.1. EXPERIÊNCIA 2 141 13.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 141 13.3 EXPERIÊNCIA 2 142 13.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO 142 13.4 EXPERIÊNCIA 3 144 13.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO 144 13.5 EXPERIÊNCIA 4 145 13.5.1 MATERIAL NECESSÁRIO 145 13.6 EXPERIÊNCIA 5 146 13.6.1 MATERIAL NECESSÁRIO 146 13.7 EXPERIÊNCIA 6 147 13.7.1 MATERIAL NECESSÁRIO 147 CAPÍTULO 14 - GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE 149 14.1 RESUMO 149 14.2 CHEQUE DE PARIDADE 150 14.2.1 EXPERIÊNCIA 1 151 14.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 151 12.3 GERAÇÃO DE PARIDADE 152 14.3.1 EXPERIÊNCIA 2 153 14.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 153 CAPÍTULO 15 - CIRCUITOS ARITMÉTICOS 155 15.1 RESUMO 155 15.2 MEIO SOMADOR 155 15.2.1 EXPERIÊNCIA 1 156 15.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 156 15.3 MEIO SUBTRATOR 157 15.3.1 EXPERIÊNCIA 2 158 15.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 158 16.4 SOMADOR 159 15.4.1 EXPERIÊNCIA 3 161
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. ix 15.4.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 161 15.4.1.2 PROCEDIMENTO 161 15.5 SUBTRATOR 162 15.5.1 EXPERIÊNCIA 4 164 15.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 164 15.6 SUBTRAÇÃO ATRAVÉS DE SOMA 165 15.6.1 COMPLEMENTO DE UM NÚMERO BINÁRIO 165 15.6.2 COMPLEMENTO DE DOIS DE UM NÚMERO BINÁRIO 165 15.6.3 CIRCUITO SUBTRATOR SOMADOR 167 15.7 SOMADORES PARALELOS NA FORMA DE CI'S 168 15.7.1 EXPERIÊNCIA 5 169 15.7.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 169 15.8 LIGAÇÃO DE SOMADORES CI'S PARALELOS EM CASCATA 170 15.8.1 EXPERIÊNCIA 6 171 15.8.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 171 15.9 EXPERIÊNCIA 7 173 15.10 SOMADOR SÉRIE 174 15.8.1 FUNCIONAMENTO DO SOMADOR SÉRIE 175 15.11 OVERFLOW E UNDERFLOW NA ARITMÉTICA DO COMPLEMENTO DE 2 175 15.8.1 OVERFLOW E UNDERFLOW NA ADIÇÃO 175 15.8.2 OVERFLOW E UNDERFLOW NA SUBTRAÇÃO 176 15.8.3 DETEÇÃO DE OVERFLOW E UNDERFLOW 176 15.8.4 EXPERIÊNCIA 8 178 15.12 ARITMÉTICA BCD 178 CAPÍTULO 16 - UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU'S) 179 16.1 RESUMO 179 16.2 O 74LS181 179 16.2.1 EXPERIÊNCIA 1 181 16.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 181 16.3 USO DO COMPARADOR DO 74LS181 183 16.2.1 EXPERIÊNCIA 2 184
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. x 16.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 184 CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS 187 17.1 RESUMO 187 17.2 MEMÓRIAS RAM'S 187 17.3 ORGANIZAÇÃO DE UMA MEMÓRIA RAM ESTÁTICA 188 17.4 TEMPOS IMPORTANTES DE MEMÓRIA 189 17.5 MEMÓRIAS RAM'S BIPOLARES E MOS 189 17.6 CONSTRUÇÃO DE MEMÓRIAS MAIORES 192 17.6.1 EXPERIÊNCIA 1 193 17.6.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 193 17.6.1.2 PROCEDIMENTO 193 17.7 MEMÓRIAS ROM 196 17.6.1 EXPERIÊNCIA 4 200 17.6.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO 200 CAPÍTULO 18 – BUFFER’S 203 18.1 INTRODUÇÃO 203 18.3.19 O BUFFER 203 18.3.20 BUFFER COM SAÍDA CONTROLADA / TRI-STATE 204 18.2 OBJETIVO 206 18.3.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS 206 CAPÍTULO 19 – CONVERSOR AD/DA 209 19.1 CONVERSOR DIGITAL/ANALÓGICO (D/A) 209 19.2 CONVERSOR ANALÓGICO/DIGITAL (A/D) 213 19.3 PARÂMETROS DOS CONVERSORES D/A E A/D 217 19.3.1 RESOLUÇÃO 217 19.3.2 LINEARIDADE 217 19.3.3 LINEARIDADE DIFERENCIAL 218 19.3.4 MONOTONICIDADE 218 19.3.5 ERRO DE QUANTIZAÇÃO 218 19.3.6 VELOCIDADE DE CONVERSÃO 219 19.4 EXPERIÊNCIA 1: CONVERSORES D/A 219
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO SUMÁRIO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. xi 19.4.1 EQUIPAMENTO NECESSÁRIO 219 19.4.2 PROCEDIMENTO 220 19.5 EXPERIÊNCIA 2: CONVERSORES A/D 222 19.5.1 EQUIPAMENTO NECESSÁRIO 222 19.5.2 PROCEDIMENTO 222 19.6 EXPERIÊNCIA 3: INTEGRAÇÃO ENTRE CONVERSORES D/A E CONVERSORES A/D 225 19.6.1 EQUIPAMENTO NECESSÁRIO 225 19.6.2 PROCEDIMENTO 226
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 1 CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO MTD 2608 O módulo MTD 2608 foi desenvolvido para estudos dos princípios digitais, facilitando a compreensão dos assuntos relacionados com as disciplinas. A principal vantagem do desenvolvimento deste módulo é poder verificar os princípios digitais com circuitos eletrônicos reais e não a partir de simulações. Neste capítulo, serão mostradas as funções do módulo MTD 2608 e o seu funcionamento. 1.1 CHAVES DE DADOS O módulo MTD 2608 possui um conjunto de 16 chaves que geram em suas saídas, níveis lógicos “0” ou “1” (0 Volts ou 5 Volts). Cada chave é identificada por uma letra (A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O e P) e suas saídas estão disponíveis no conector CN3. Vale lembrar que todas estas chaves têm suas saídas normais e complementadas equipadas com circuitos anti-oscilação (Anti-bounce). Por exemplo, se a Chave A estiver “para baixo”, o “pino A” do conector CN3 estará em nível lógico “0” e o pino “A/” estará em nível lógico “1”. Por outro lado, se a Chave A estiver “para cima”, o pino “A” estará em nível lógico “1” e o pino “A/” estará em nível lógico “0”.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 2 1.2 BOTOEIRAS COM E SEM RETENÇÃO São chaves que ao serem pressionadas, gerarão em suas saídas, níveis lógicos “0”, ou s “1”. Suas saídas também estão disponíveis nos conectores CN4 do módulo. As Botoeiras com retenção possuem as referências BR0, BR1, BR2 e BR3. Já as Botoeiras sem retenção possuem as referências BT0, BT1, BT2 e BT3. A figura a seguir, mostra o conector CN4 com todos os pontos de acesso. Lembrando que esse conector é responsável pela saída das chaves. Conector de saída das chaves 1.3 LED`S DE MONITORAÇÃO O módulo MTD 2608 também possui 16 leds que operam com níveis de tensão compatíveis com TTL (faixa de 0 a 5 Volts) que são numerados de L0 até L15. Seus pontos de acessos estão no conector CN3. Sendo que L0 até L7 são da cor vermelha e L8 até L15 da cor verde. L0 até L7 também estão ligados ao circuito de palavra de dados. Assim, quando se “entrar” com uma palavra em L0 até L7, seu valor poderá ser visto em binário nos leds e em hexadecimal nos displays da palavra de dados. Conector de leds de monitoração
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 3 1.4 EXPERIÊNCIA Utilizando o módulo MTD 2608 e um conjunto de 16 fios para protoboard iremos realizar uma experiência a fim de familiarizarmos com o módulo. a) Com o módulo desligado, faça as ligações dos fios entre os conectores CN4 e CN3 conforme mostrado na figura a seguir: b) Coloque o conector da fonte de alimentação (fornecida junto como equipamento), no conector CN1 do módulo. Este conector se encontra no canto superior esquerdo do módulo. c) Ligue a fonte de alimentação na rede elétrica. Após feito esses passos o módulo deverá ligar. (Isso pode ser observado através dos displays da palavra de dados) d) Posicione todas as chaves (uma a uma) de A até P para “cima” e observe o que acontece com os Leds de L0 até L15 e com o displays da palavra de dados.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 4 e) Coloque as chaves de A até H (uma a uma) para baixo e observe o que ocorre nos Leds e nos displays da palavra de dados. f) Agora, coloque as chaves de I até P (uma a uma) para baixo e observe o que ocorre nos Leds e nos displays da palavra de dados. g) Mude as chaves de I até P colocando-as de forma aleatória e observe novamente o que ocorre nos leds e nos displays. h) Retire os fios dos pontos de A até P do conector de saída das chaves e ligue-os nos pontos de cima do conector CN4. (A/ até H/, BT3 até BT0 e de BR3 até BR0). i) Pressione as botoeiras com e sem retenção e observe o que acontece com os leds. Agora, mude as chaves de A até H e observe o que acontece nos displays. 1.5 CONECTORES DE FONTES DE ALIMENTAÇÃO Quando ligada no conector CN1 uma fonte de 12V, a mesma fornecerá energia para o módulo e também para os conectores de fontes de alimentação de +5V (CN7) e +12V(CN9). Quando houver necessidade de tensões negativas -5V(CN8) e -12V(CN10), basta ligar uma outra fonte de 12V no conector CN2 do módulo. Lembrando que essa segunda fonte, é opcional. O conector de “Referência”, “Negativo” ou “Terra”, está disponível no conector CN11 do módulo. 1.6 CONECTORES DE EXPANSÃO São os conectores CN12 e CN13. Eles são usados quando houver a necessidade de outro circuito adicional ao módulo. Nota-se que quase todos os sinais do equipamento se encontram disponíveis nesses conectores. (Fontes, chaves de dados, leds de monitoração e buzzer). 1.7 PROTOBOAD OU MATRIZ DE CONTATOS Os protoboards ou matriz de contatos estão disponíveis no centro do equipamento. É o local onde será realizada a maioria das montagens das experiências.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 5 Figura 1.7 - Protoboard ou matriz de contatos. Seus pontos estão ligados da seguinte forma: Geralmente, os contatos de cima e de baixo do protoboard são usados para a alimentação do circuito. Sendo a parte de cima geralmente usada para o potencial positivo e o de baixo para o potencial negativo. 1.8 PONTA DE PROVA O módulo MTD 2608, possui um circuito que identifica três estados lógicos do sinal através de três leds de diferentes cores: Vermelho para o nível “logico alto”, “H”, “1” ou “5V”, Verde para o nível “lógico baixo”, “L”, “0” ou “0V” e Amarelo para o nível “lógico falso” que é um nível entre “alto” e “baixo”. Na realidade o circuito identifica um estado lógico “baixo” qualquer sinal entre 0 volt e 0,8 volts, estado lógico “falso” acima de 0,8 volts até 2 volts e estado lógico “alto” acima de 2 volts até 5 volts. (Padrão TTL) O circuito da ponta de prova é encontrado no canto inferior direito do módulo e é formado pelos leds L16, L17 e L8. O seu acesso é através do conector CN6.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 6 Ligação com o circuito de ponta de prova Para fazer ligação com o circuito da ponta de prova, basta conectar um fio no pino PP1 Do conector CN5. 1.9 BUZZER No módulo também possui um BUZZER, que é um componente que produz um sinal audível, quando se aplica sobre ele uma tensão de 5 Volts. Seu acesso é feito através do pino BUZZER do conector CN6 do módulo. Ligação com o circuito do buzzer. 1.10 FREQUÊNCIAS FIXAS Os conectores CN5 e CN6 do módulo fornecem 6 sinais de frequências fixas que são de: 1Hz, 10Hz, 100Hz, 1KHz, 10KHz e 100KHz. Estes sinais são compatíveis com níveis TTL.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 7 Ligação com as frequências fixas. 1.11 – MXD - EXPANSOR DIGITAL Com o módulo desligado, instale a placa MXD 01 nos conectores de expansão CN12 e CN13 do módulo MTD 2608. OBSERVAÇÃO: É de extrema importância ter o conhecimento dessas partes que compõem o módulo didático para a realização das experiências. Nos próximos capítulos, serão estudadas as teorias que envolvem o curso sempre com experiências para fixar o aprendizado.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 8 MXD 01 Módulo MTD 2608 OBSERVAÇÃO: Verificar a polarização da placa no encaixe. CN1 (MXD 01) encaixado no conector CN13 (MTD 2608) CN2 (MXD 01) encaixado no conector CN12 (MTD 2608) 1.12 CIRCUITOS OPCIONAIS O módulo MTD 2608 possui alguns cartões que facilitam a operação do equipamento em algumas experiências. 1.12.1 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 01 O cartão de expansão MTX 01 possui alguns componentes que facilitam a montagem de experiências. Os componentes utilizados no cartão MTX 01 são: Resistores, Capacitores, Diodos, Transistores, Relé, LDR (resistor dependente da luz), opto-acoplador, potenciômetros e uma lâmpada de 12V.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO AO MÓDULO Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 9 1.12.2 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 02 O cartão de expansão MTX 02 possui alguns componentes que facilitam a montagem de algumas experiências. Os componentes utilizados no cartão MTX 02 são: 2 Relés de 12V, 4 potenciômetros, banco de capacitores com 6 valores mais utilizados e uma chave BCD. 1.12.3 CARTÃO DE EXPANSÃO MTX 03 O cartão de expansão MTX 03 possui alguns componentes que facilitam a montagem de algumas experiências. Os componentes utilizados no cartão MTX 03 são: 2 Relés de 12V, 4 potenciômetros, duas chaves BCD e um circuito gerador de pulso. Os terminais dos componentes estão disponíveis através de conectores no cartão. ATENÇÃO: DEVIDO ÀS CONSTANTES MUDANÇAS TECNOLÓGICAS, RESERVAMO-NOS O DIREITO DE REALIZAR ALTERAÇÕES TÉCNICAS NO PRODUTO SEM PRÉVIO AVISO. OBSERVAÇÃO: É de extrema importância ter o conhecimento dessas partes que compõem o módulo didático para a realização das experiências.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 11 CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS 2.1 INTRODUÇÃO Como em circuitos digitais a base de todos os componentes são os Gates lógicos, existe a necessidade de se estudar os circuitos lógicos básicos como lógica E, OU, INVERSORA, OU-EXCLUSIVA, entre outras. Estes circuitos podem ser encontrados na série TTL 74, como os CIs 74LS00, 74LS08 e 74LS32. As experiências apresentadas neste capítulo têm como objetivo demonstrar as funções lógicas básicas e alguns circuitos integrados da família TTL. Outro objetivo deste capítulo é apresentar a demora de propagação do sinal elétrico em circuitos integrados. Todas as experiências relatadas neste capítulo estão de acordo com a tabela 2.1 Tabela 2. 1 - Descrição das experiências EXPERIÊNCIAS DESCRIÇÃO 1 “E” de duas entradas 2 “E” de quatro entradas 3 “OU” de duas entradas 4 “OU” de quatro entradas 5 INVERSOR 6 “NÃO-E” de duas entradas 7 “NÃO-E” de três entradas 8 “NÃO-E” como INVERSOR 9 “NÃO-OU” de duas entradas 10 “NÃO-OU” de três entradas 11 “NÃO-OU” como INVERSOR 12 OU-EXCLUSIVO
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 12 2.2 EXPERIÊNCIAS 1 e 2: FUNÇÃO LÓGICA GATES “E” (AND) 2.2.1 RESUMO A função “E” é definida como: “Produz uma saída 1 somente quando todas as entradas forem 1”. Desta maneira o circuito lógico “E” dará um nível alto (1) na saída quando todas as entradas estiverem em nível lógico alto (1). A figura 2.1 mostra a tabela verdade, o símbolo e a expressão booleana para o gate “E”. Figura 2. 1 - Gate E – (a) Tabela Verdade – (b) Símbolo – (c) Expressão Booleana 2.2.2 OBJETIVO A familiarização com os GATES “E”, tabela verdade, conceito de entradas múltiplas e demora de propagação.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 13 2.2.3 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS08 2.2.4 EXPERIÊNCIA 1: GATE “E” DE DUAS ENTRADAS 2.2.4.1 PROCEDIMENTOS a) Desligar o módulo MTD 2608 b) Montar o circuito da figura 2.2, no protoboard. Observando que “A” e “B” são saídas das chaves disponíveis no conector CN3 do módulo e “L0” é a entrada de led de monitoração disponível no conector CN2 também do módulo. c) A figura 2.2, mostra a pinagem do CI 74LS08.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 14 Figura 2. 2 - Layout do CI 74LS08 Figura 2.2.4.1c - d) Montar a circuito da figura 2.3. Figura 2. 3 - Circuito com o GATE “E” e) Completar a tabela 2.2. Tabela 2. 2 - Tabela Verdade da Função “E” de duas entradas. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ = A . B Ø Ø Ø 1 NOTA: O led aceso 1 1 indica 1, apagado Ø. 1 Ø
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 15 2.2.5 EXPERIÊNCIA 2: “E” DE QUATRO ENTRADAS 2.2.5.1 PROCEDIMENTOS a) Desligar o módulo MTD 2608. b) Montar o circuito da figura 2.4, no protoboard; observando que “A”, “B”, “C” e “D” são saídas das chaves disponíveis no conector CN3 do módulo e “L0” é a entrada de led de monitoração disponível no conector CN2 também no módulo. Figura 2. 4 - Circuito “E” de 4 entradas. c) Completar a tabela 2.3.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 16 Tabela 2. 3 - Tabela Verdade do GATE “E” de 4 entradas. ENTRADAS SAÍDAS A B C D L0 = ABCD Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø 1 1 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 d) Observação: No circuito testado foi montado um gate “E” de 4 entradas usando gates “E” de duas entradas. Usando as propriedades da álgebra de Boole foi feito: L0 = ABCD = (((AB) C) D) Em termos de blocos lógicos, teremos o mostrado na figura 2.5 Figura 2. 5 - Gate “E” de 4 entradas.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 17 2.2.6 DEMORA DE PROPAGAÇÃO (DELAY TIME) É o tempo requerido para a saída do gate muda de estado após as entradas terem mudado.Um gate TTL típico possui uma demora de propagação de 10ns. Esta demora de propagação depende da tensão de alimentação, temperatura ambiente e da carga capacitiva de saída. O significado de algumas simbologias referentes a tempo e encontradas nas folhas de dados são:  tPLH - Demora de propagação quando a saída está mudando de um nível Ø (baixo), para um nível 1 (alto).  tPHL - Demora de propagação quando a saída está mudando de um nível 1 (alto), para um nível Ø (baixo). Ambos os parâmetros, tPHL e tPLH, são medidas com respeito ao pulso de entrada. Os circuitos das figuras 2.2.6 e 2.2.6a, ilustram a demora de propagação. Devido a estes tempos estarem na ordem de nanosegundos não poderão ser observados a olho nu, e sim com o uso de equipamentos de alta frequência. Figura 2. 6 - Circuito para teste de demora de propagação. Na figura 2.6, se A = 1, C = 1 e os pinos 2 e 12 estão ligados a um gerador de pulso () com uma frequência de 1Hz e com largura de pulso menor que a demora de propagação do bloco lógico, então a saída (pino 11) ficaria constantemente em zero, devido aos instantes de ocorrência dos pulsos nos pinos 12 e 13 acontecerem em momentos não coincidentes. A figura 2.7, ilustra estes atrasos. Figura 2. 7 - Formas de ondas correspondente a figura 2.6.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 18 Figura 2. 8 - Circuito para teste de demora de propagação Na figura 2.8, se A = 1 e B = 1, na saída teríamos um pulso a cada segundo, com duração igual ao instante de coincidência dos pulsos. A figura 2.9 ilustra estes atrasos. Figura 2. 9 - Formas de onda correspondente a 2.8. Disto conclui-se que devido à Demora de Propagação de cada gate na figura 2.6, o sinal aplicado no pino 2 vai chegar a entrada do gate de saída após ter terminado o pulso introduzido na outra entrada deste gate; desta maneira a saída permanece em zero. Na figura 2.9, o atraso não é suficiente, de maneira que os sinais chegam a tempos próximos um do outro no gate de saída, dando assim uma saída adequada, isto, é um pulso. 2.2.7 EXERCÍCIOS a) Em um gate “E” de 3 entradas A, B e C, para A = 1, B = 1 e C = Ø a saída será: 1. 1 2. Ø 3. Indeterminada b) Se ligarmos todas as entradas de um gate “E” a uma só chave, a saída será:
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 19 1. Igual a entrada 2. O inverso da entrada 3. A função OU c) A saída de um gate “E” de 3 entradas pode ser representada pela expressão Booleana: 1. (A . B . C ) 2. (A . B) C 3. A (B . C ) 4. (B C) A 5. C . A . B 2.3 EXPERIÊNCIAS 3 e 4: FUNÇÃO LÓGICA GATE “OU” (OR) 2.3.1 RESUMO A função “OU” é definida como: “Se uma ou mais entradas forem 1 a saída será 1”. Desta maneira, o circuito lógico “OU” dará uma saída alta (1) se pelo menos uma de suas entradas estiver no nível alto (1). A figura 2.10 mostra a tabela verdade, o símbolo e a expressão booleana para o gate “OU”. Figura 2. 10 - Gate “OU” – (a) Tabela Verdade – (b) Símbolo Lógico – (c) Expressão Booleana 2.3.2 OBJETIVO Neste ponto será examinada a tabela verdade do gate “OU” e o conceito de múltiplas entradas.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 20 2.3.3 MATERIAL UTILIZADO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS32 2.3.4 EXPERIÊNCIA 3: “OU” DE DUAS ENTRADAS 2.3.4.1 PROCEDIMENTOS a) Desligar o módulo MTD 2608. b) A figura 2.11 mostra as pinagens do CI 74LS32 Figura 2. 11 - Layout do CI 74LS32. c) Montar o circuito da figura 2.12 no protoboard.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 21 Figura 2. 12 - Circuito com o Gate OU. d) Ligar o módulo MTD 2608. e) Completar a tabela 2.4. Tabela 2. 4 - Tabela Verdade do Gate “OU”. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ = A + B Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø 2.3.5 EXPERIÊNCIA 4: “OU” DE QUATRO ENTRADAS 2.3.5.1 PROCEDIMENTOS a) Desligar o módulo MTD 2608. b) Montar o circuito da figura 2.13, no protoboard.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 22 Figura 2. 13 - Circuito “OU” de 4 entradas c) Completar a tabela 2.5. Tabela 2. 5 - Tabela Verdade do Gate “OU” de 4 entradas ENTRADAS SAÍDAS A B C D L0 = A+B+C+D Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø 1 1 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 Observação: O circuito montado executou a função de um gate “OU” de 4 entradas, porém usa Gates “OU” de duas entradas. Isto foi conseguido lançando mão de uma das propriedades da álgebra de Boole que diz: L0 = A + B + C + D = (((A + B) + C) + D)
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 23 Em termos de blocos lógicos, tem-se o mostrado na figura 2.14. Figura 2. 14 - Gate “OU” de 4 entradas 2.3.6 ANÁLISE DE DEMORA O circuito das figuras 2.15 e 2.16 ilustram a demora de propagação. Figura 2. 15 - Circuito do Gate OU com 4 entradas. Na figura 2.15, se B = Ø, C = Ø e os pinos 1 e 12 são ligados a um gerador de pulso negativo (  ) com uma frequência de 1Hz e com largura de pulso menor que a demora de propagação, ter-se-á na saída, pino 11, a forma de onda apresentada na figura 2.15. Isto porque o pulso negativo de entrada sofre atrasos diferentes, provocando pulsos adicionais na saída.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 24 Figura 2. 16 - Circuito do Gate “OU” de 4 entradas com demora reduzida. Na figura 2.16, se B = Ø, C = Ø e os pulsos negativos de 1Hz são aplicados aos pinos 1 e 5, a saída, pino 11, apresentaria a forma de onda da figura 2.16. Isto porque, neste caso, os atrasos seriam de um único bloco lógico e aplicado ao circuito de saída em instantes coincidentes. Disto conclui-se que, apesar dos circuitos das figuras 2.15 e 2.16 terem expressões lógicas equivalentes, o circuito da figura 2.16 introduz menor demora de propagação e, consequentemente, poderá operar em maiores frequências. 2.3.7 EXERCÍCIOS a) Em um bloco “OU” de 4 entradas A, B, C e D, para A = 1, B = Ø, C = Ø e D = Ø, a saída será: 1. Alta (1 ) ( ) 2. Baixa (Ø ) ( ) 3. Indeterminada ( ) b) Se temos disponível gates “OU” de 2 entradas, quantos gates são necessários para se executar uma função OU de 8 entradas? 1. 1 ( ) 2. 2 ( ) 3. 5 ( ) 4. 7 ( )
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 32 c) Ligar o módulo. d) Completar a tabela 2.8 Tabela 2. 8 - Tabela Verdade do gate “NÃO E” de 3 entradas. ENTRADA SAÍDA A B C L0 = ABC Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 1 1 Ø Ø 1 Ø 1 1 1 Ø 1 1 1 O circuito montado na figura 2.25 pode ser representado simbolicamente como mostra na figura abaixo. Figura 2. 26 - Gate “NÃO-E” de 3 entradas (símbolo). 2.5.6 EXPERIÊNCIA 8: GATE “NÃO-E” FUNCIONANDO COMO INVERSOR 2.5.6.1 PROCEDIMENTOS a) Desligar o módulo MTD 2608. b) Montar o circuito da figura 2.27. Figura 2. 27 - Gate “NÃO-E” funcionando como inversor c) Ligar o módulo. c) Completar a tabela 2.9.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 33 Tabela 2. 9 - Tabela Verdade do Gate “NÃO-E” funcionando como inversor. ENTRADAS SAÍDAS A LØ = A Ø 1 d) O gate “NÃO-E” quando tem as entradas ligadas no mesmo ponto, ou quando é usada apenas uma das entradas deixando as outras flutuando funciona como um gate “INVERSOR”. Na figura 2.27, a entrada do circuito equivalente a 1 unidade de carga quando em nível lógico baixo e a 2 unidades de carga quando em nível lógico alto. 2.5.7 EXERCÍCIOS a) Em um gate “NÃO-E” de 3 entradas, duas entradas são conectadas ao +5v e a terceira é ligada a chave A, a saída será: 1. A 2. A 3. 1 4. Ø b) Com gates “NÃO-E” pode-se executar qualquer expressão Booleana. 1. Certo 2. Errado 2.6 EXPERIÊNCIAS 9 a 11: FUNÇÃO LÓGICA GATE “NÃO-OU” (NOR) 2.6.1 RESUMO A função “NÃO-OU” pode ser definida como: "Produz uma saída Ø se uma ou mais entradas forem 1." Isto que dizer que o gate “NÂO-OU” é complemento do gate “OU”. A figura 2.28 mostra a tabela verdade, o símbolo e a expressão Booleana do gate “NÂO-OU”.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 34 Figura 2. 28 - Gate “NÃO-OU” - a) Tabela Verdade - b) Símbolo Lógico - c) Expressão Booleana. 2.6.2 OBJETIVO Será examinada a tabela verdade do gate “NÃO-OU”, seu uso como inversor e implementação de gates “NÃO-OU” com múltiplas entradas utilizando Gates de duas entradas. 2.6.3 MATERIAL UTILIZADO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS02
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 35 2.6.4 EXPERIÊNCIA 9: “NÃO-OU DE DUAS ENTRADAS 2.6.4.1 PROCEDIMENTOS a) Desligar o módulo MTD 2608 b) Layout do CI 74LS02 Figura 2. 29 - Layout do CI 74LS02. c) Montar o circuito da figura 2.30. Figura 2. 30 - Circuito com o gate “NÃO-OU”. d) Ligar o módulo e) Completar a tabela 2.10. Tabela 2. 10 - Tabela Verdade do gate NÃO-OU. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ = A+B Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 36 2.6.5 EXPERIÊNCIA 10: “NÃO-OU” DE TRÊS ENTRADAS 2.6.5.1 PROCEDIMENTOS a) Desligar o módulo MTD 2608. b) Montar o circuito da figura 2.31. Figura 2. 31 - Gate “NÃO-OU” de 3 entradas. c) Ligar o módulo. d) Completar a tabela 2.11. Tabela 2. 11 - Tabela Verdade do gate “NÃO OU” de 3 entradas. ENTRADAS SAÍDAS A B C L0 = A+B+C Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 1 1 Ø Ø 1 Ø 1 1 1 Ø 1 1 1 2.6.6 EXPERIÊNCIA 11: GATE “NÃO-OU” FUNCIONANDO COMO INVERSOR 2.6.6.1 PROCEDIMENTOS a) Desligar o módulo MTD 2608. b) Montar o circuito da figura 2.32.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 37 Figura 2. 32 - Circuito com Gate “NÃO-OU” funcionando como inversor. c) Ligar o módulo. d) Completar a tabela 2.12. Tabela 2. 12 - Tabela Verdade do Gate “NÃO-OU” com as entrada ligada ao mesmo ponto. ENTRADA SAÍDA A L0 Ø 1 2.6.7 EXERCÍCIOS a) Se uma entrada de um gate “NÃO-OU” é 1 e as outras são desconhecidas, podendo ser 1 ou Ø, qual será a saída: 1. 1 2. Ø 3. Indeterminada b) Para implementar a função S = A + B + C + D, usando gates “NÃO-OU” de duas entradas e sem o uso da lógica por fios, quantos gates são necessários? 1. 2 2. 4 3. 6 4. 8 c) A Lógica por fios 1. É uma boa prática em TTL 2. Reduz o número de gates necessários
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 38 3. Pode ser usadas com várias saída de gates ligadas juntas d) Com gates “NÃO-OU” pode-se executar qualquer expressão Booleana. 1. Errado 2. Certo 2.7 EXPERIÊNCIA 12: FUNÇÃO LÓGICA “OU-EXCLUSIVO” (XOR) 2.7.1 RESUMO O gate “OU-EXCLUSIVO” e um gate “OU” modificado, no qual uma entrada “1” produz uma saída “1”, porém se mais de uma entrada for “1” a saída será “0”, e também se todas as entradas forem “0” a saída será “0”. Deste modo podemos definir a função “OU- EXCLUSIVO” como: "Produz uma saída “1” somente se as entradas forem diferentes." A figura abaixo apresenta uma tabela verdade, símbolo e expressão Booleana do gate OU-EXCLUSIVO. Figura 2. 33 - Gate “OU-EXCLUSIVO” a) Tabela Verdade - b) Símbolo - c) Expressão Booleana 2.7.2 OBJETIVO Será examinada a utilização de gates “OU-EXCLUSIVO” disponível em CI.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 39 2.7.3 MATERIAL UTILIZADO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS86 2.7.4 PROCEDIMENTOS a) Layout do CI 74LS86. Figura 2. 34 - Lay-out do CI 74LS86. b) Montar o circuito da figura 2.35.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 40 Figura 2. 35 - Gate “OU-EXCLUSIVO”. c) Completar a tabela 2.13. Tabela 2. 13 - Tabela Verdade do gate “OU-EXCLUSIVO”. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ = A  B Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø d) Completar a tabela 2.14. Tabela 2. 14 - Tabela Verdade do gate “OU-EXCLUSIVO” funcionando como um Inversor Programável. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 1 e) Observar na tabela 2.14 que quando B = Ø, a saída do gate “OU-EXCLUSIVO” apresenta o nível lógico idêntico ao da entrada A. Porém, quando B = 1 a saída é o inverso de “A”. Deste modo, o gate “OU-EXCLUSIVO” pode ser usado como um inversor programável; se uma das entradas é Ø não há inversão, porém se for 1 há inversão do nível lógico da outra entrada.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 2 – GATES LÓGICOS BÁSICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 41 2.7.5 EXERCÍCIOS a) O gate “OU-EXCLUSIVO” produz uma saída 1 se: 1. Ambas as entradas forem Ø 2. As entradas forem estados contrários 3. Ambas as entradas forem 1 4. Nenhuma das respostas anteriores b) O gate “OU-EXCLUSIVO” produz uma saída Ø se as entradas forem as mesmas. 1. Verdade 2. Falso c) Para usar o gate “OU-EXCLUSIVO” como inversor: 1. As entradas devem ser 1 simultaneamente 2. As entradas devem ser Ø simultaneamente 3. Uma entrada deve ser sempre Ø 4. Uma entrada deve ser sempre 1
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 43 CAPÍTULO 3 - TEOREMA DE “DE MORGAN” 3.1 RESUMO Basicamente, o teorema de De Morgan permite a execução de uma expressão Booleana usando determinados tipos de gates, por exemplo “NÃO-E” ou então “NÃO-OU”. O teorema funciona da seguinte maneira: A + B = A . B A . B = A + B Isto está mostrado em símbolos na figura 3.1. Figura 3. 1 - Teorema De Morgan. Deste modo podemos passar de um tipo de função a outra pela aplicação do Teorema de De Morgan. 3.2 EXPERIÊNCIA 1: EQUIPAMENTO ENTRE AS FUNÇÕES “NÃO-E” e “OU” (DUAS ENTRADAS) 3.2.1 OBJETIVO Verificar experimentalmente a validade do Teorema de De Morgan
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 44 3.2.2 MATERIAL NECESSÁRIO Primeira parte Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 Segunda Parte Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04 1 Circuito Integrado 74LS32
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 45 3.2.3 PROCEDIMENTOS Primeira Parte a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado; b) Montar o circuito a seguir, no protoboard ligando as chaves “A” e “B” nas entradas do gate “NÃO E” e a saída no led “L0”; Figura 3. 2 - Implementação da função A . B c) Ligar o módulo MTD 2608; d) Preencher a tabela 3.1. Segunda Parte a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado; b) Montar o circuito a seguir, no protoboard ligando as chaves “A” e “B” nas entradas do circuito montado, e a saída no led “L1”; Figura 3. 3 - Imprementação da função A + B c) Ligar o módulo MTD 2608; d) Completar a tabela 3.1.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 46 Tabela 3. 1 - Tabela Verdade das saídas L1 e L0 ENTRADAS SAÍDA L1 SAÍDA L0 A B Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 1 3.2.4 CONCLUSÃO Através dos resultados obtidos na tabela 3.1, observa-se a igualdade entre os sinais em “L1” e “L0”, comprovando a validade do Teorema de De Morgan. Observar-se ainda que a mudança da função “NÃO E” para a função “OU” foi seguida pela inversão das duas entradas. Os resultados obtidos são mostrados na forma de símbolos lógicos na figura 3.4. Figura 3. 4 - a) Representação Simbólica do circuito montado - b) Identidade pelo Teorema de De Morgan. 3.3 EXPERIÊNCIA 2: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “NÃO OU” E “E” (DUAS ENTRADAS) 3.3.1 OBJETIVO Verificar experimentalmente a validade do Teorema de De Morgan
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 47 3.3.2 MATERIAL NECESSÁRIO Primeira parte Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS02 Segunda Parte Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04 1 Circuito Integrado 74LS08
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 48 3.3.3 PROCEDIMENTOS Primeira Parte a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado; b) Montar o circuito a seguir, no protoboard ligando as chaves “A” e “B” nas entradas do gate “NÃO OU” e a saída no led “L0”; Figura 3. 5 - Implementação da função A + B c) Ligar o módulo MTD 2608; d) Preencher a tabela 3.3.3. Segunda Parte a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado; b) Montar o circuito a seguir, no protoboard ligando as chaves “A” e “B” nas entradas do circuito montado, a saída no led “L1”; Figura 3. 6 - Implementação da função A . B e) Ligar o módulo MTD 2608; e) Completar a tabela 3.2.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 49 Tabela 3. 2 - Tabela Verdade das saídas L1 e L0 ENTRADAS SAÍDA L1 SAÍDA L0 A B Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 1 3.3.4 CONCLUSÃO Através dos resultados obtidos na tabela 3.2, observa-se a igualdade entre os sinais em “L1” e “L0”, comprovando a validade do Teorema de De Morgan. Observar-se ainda que a mudança da função “NÃO OU” para a função “E” foi acompanhada pela inversão das duas entradas. Os resultados obtidos são mostrados na forma de símbolos lógicos na figura 3.7. Figura 3. 7 - Representação Simbólica do circuito montado - b) Identidade pelo Teorema de De Morgan. 3.4 EXPERIÊNCIA 3: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “OU” E “NÃO E” (TRÊS VARIÁVEIS) 3.4.1 OBJETIVO Verificar experimentalmente a validade do Teorema de De Morgan.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 50 3.4.2 MATERIAL NECESSÁRIO Primeira parte Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04 1 Circuito Integrado 74LS08 1 Circuito Integrado 74LS32 Segunda Parte Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04 1 Circuito Integrado 74LS00
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 51 3.4.3 PROCEDIMENTOS Primeira Parte a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado; b) Montar o circuito a seguir, no protoboard; Figura 3. 8 - Circuito de expressão boleana A . B + C c) Ligar o módulo MTD 2608; d) Preencher a tabela 3.3. Segunda Parte a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado; b) Montar o circuito a seguir, no protoboard; Figura 3. 9 - Implementação da função A . B . C f) Ligar o módulo MTD 2608; f) Completar a tabela 3.3.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 52 Tabela 3. 3 - Tabela Verdade das saídas L1 e L0 ENTRADAS SAÍDA L1 SAÍDA L0 A B C Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 1 1 Ø Ø 1 Ø 1 1 1 Ø 1 1 1 3.4.4 CONCLUSÃO Através dos resultados obtidos na tabela 3.3, deve ser observada a igualdade entre os sinais em “L1” e “L0”, comprovando a validade do Teorema de De Morgan. Observar-se ainda que a mudança da função “OU” para a função “NÃO E” foi acompanhada pela inversão das entradas desta porta “NÃO E”, sendo que agora uma destas entradas é uma expressão lógica. 3.5 EXPERIÊNCIA 4: EQUIVALÊNCIA ENTRE AS FUNÇÕES “E” E “NÃO OU” (TRÊS VARIÁVEIS) 3.5.1 OBJETIVO Verificar experimentalmente a validade do Teorema de De Morgan
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 53 3.5.2 MATERIAL NECESSÁRIO Primeira Parte Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04 1 Circuito Integrado 74LS08 1 Circuito Integrado 74LS32 Segunda Parte Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04 1 Circuito Integrado 74LS02
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 54 3.5.3 PROCEDIMENTOS Primeira Parte a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado; b) Montar o circuito a seguir, no protoboard; Figura 3. 10 - Circuito de expressão boleana (A + C) . B c) Ligar o módulo MTD 2608; d) Preencher a tabela 3.4. Segunda Parte a) Verificar se o módulo MTD 2608 está desligado; b) Montar o circuito a seguir, no protoboard; Figura 3. 11 - Implementação da função A + C + B c) Ligar o módulo MTD 2608;
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 3 – TEOREMA DE ‘DE MORGAN” Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 55 d) Completar a tabela 3.4. Tabela 3. 4 - Tabela Verdade das saídas L1 e L0 ENTRADAS SAÍDA L1 SAÍDA L0 A B C Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 1 1 Ø Ø 1 Ø 1 1 1 Ø 1 1 1 3.5.4 CONCLUSÃO Através dos resultados obtidos na tabela 3.4, deve ser observada a igualdade entre os sinais em “L1” e “L0”, comprovando a validade do Teorema de De Morgan. Observar-se ainda que a mudança da função “E” para a função “NÃO OU” foi acompanhada pela inversão das entradas desta porta “NÃO OU”, sendo que agora uma destas entradas é uma expressão lógica.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 57 CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS 4.1 RESUMO Os flip-flops são os componentes básicos de vários dispositivos, dentre os quais destacam-se as memórias semicondutoras e os contadores. Os flip-flops podem ser classificados em dois tipos principais: a) Flip-Flops Síncronos ou com "clock" b) Flip-Flops Assíncronos ou sem "clock" Os flip-flops síncronos exigem, para seu perfeito funcionamento, um pulso de gatilhamento também chamado "clock", além das entradas normais. Deste modo, nos flip- flops síncronos as mudanças só ocorrerão durante o pulso de sincronização, ou clock. Já nos flip-flops assíncronos, as transições ocorrem após terem sido completadas mudanças nas entradas normais, sem haver a necessidade de pulsos de sincronização. De acordo com o funcionamento de suas entradas existem diversos tipos de flip-flops, sendo os mais comuns: S-R, T, D e JK, cujas características de funcionamento passamos a descrever. 4.2 FLIP-FLOP S-R Este é o mais simples dispositivo de memória, também chamado de "Flip-Flop Set Reset". A figura 4.1 mostra o diagrama em blocos e a tabela verdade do flip-flop S-R. Figura 4. 1 - Flip-Flop S-R – (a) Símbolo – (b) Tabela de Funcionamento – (c) Tabela Resumida.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 58 A leitura da tabela se faz do seguinte modo: "-" significa não deve ocorrer ou não interessa. QT é a saída Q existente no instante (T) de aplicação das entradas S e R. QT+1 é a saída Q após a aplicação das entradas S e R. Da tabela da figura 4.1 pode-se observar que quando S = 1 e R = Ø a saída Q vai para 1; quando S = Ø e R = 1, a saída Q vai para Ø; quando R = S = Ø, Q mantém o estado anterior e quando S = R = 1 a saída será indeterminada. O flip-flop em sua versão mais simples é muitas vezes chamado de LATCH, e pode ser implementado com gates NÃO-OU ou com gates NÃO-E, como mostra a figura 4.2. Figura 4. 2 - - Flip-Flop S-R – (a) Símbolo – (b) Implementação com gates “NÃO- OU” - (c) Implementação com gates “NÃO-E” – (d) Formas de onda. Como pode ser observado, os flip-flops vistos são assíncronos, isto é, são diretamente operados pelas entradas S e R; porém, estes dispositivos podem ser implementados com uma linha de sincronização em clock. Na figura 4.3 é mostrado este circuito.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 59 Figura 4. 3 - Flip-Flop S-R Síncrono – (a) Símbolo – (b) Implementação com gates “NÃO-E” - (c) Tabela de Funcionamento. Na tabela da figura 4.3(c) notar que quando o clock está em 1 o flip-flop funciona normalmente, e quando está em Ø não ocorre mudanças na saída. A figura 4.4 mostra as formas de onda de funcionamento do flip-flop S-R síncrono. Figura 4. 4 - Formas de onda de funcionamento de um Flip-Flop S-R Síncrono. 4.3 FLIP-FLOP T O Flip-Flop T (Toggle) ou Complementar tem sua tabela de funcionamento mostrada na figura 4.5.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 60 Figura 4. 5 - Flip-Flop T – (a) Símbolo – (b) Tabela de Funcionamento – (c) Tabela Resumida O Flip-Flop T não é disponível comercialmente, podendo, no entanto ser construído a partir de outros. 4.4 FLIP-FLOP D O Flip-Flop D é quase sempre gatilhável (síncrono), isto é, vem sempre associado com uma entrada de clock, às vezes denominada ENABLE. A figura 4.6 mostra a sua tabela de funcionamento. Figura 4. 6 - Flip-Flop D – (a) Saída – (b) Tabela de Funcionamento – (c) Tabela Resumida. Da figura 4.6(b) vemos que a saída Q acompanha a entrada D, desde que o clock esteja em 1. Com o clock em Ø não há mudança de saída. 4.5 FLIP-FLOP JK Este é o mais versátil dos flip-flops, não possuindo condições de entradas inválidas (como o S-R para S = R = 1).
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 61 Figura 4. 7 - Flip-Flop J-K – (a) Símbolo – (b) Tabela de Funcionamento – (c) Tabela Resumida. Com o flip-flop J-K podemos construir outros tipos de flip-flops, como mostra a figura 4.8. Figura 4. 8 - Uso do Flip-Flop J-K na construção de outros – (a) Construção do FF S- R - (b) Construção do FF T – (c) Construção do FF D. 4.6 TIPOS DE GATILHAMENTO DOS FLIP-FLOPS Quanto ao tipo de gatilhamento, os flip-flops se dividem em: 1. Gatilhável por nível (Level-Triggered) 2. Gatilhável por rampa (Edge-Triggered) Os flip-flops gatilháveis por nível executam uma ação se a linha de clock estiver no nível 1 (ou Ø algumas vezes). Deste modo, "em um dispositivo gatilhável por nível as entradas de dados não devem ser mudadas, exceto após o término do estado ativo do clock." Os flip-flops gatilháveis por edge podem ser de 2 tipos: 1. Edge Positivo 2. Edge Negativo Os gatilháveis por Edge Positivo fazem a transferência de informação, da entrada para a saída, na subida do pulso de clock (edge positivo).
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 62 Os gatilháveis por Edge Negativo fazem esta transferência na descida do pulso de clock (edge negativo). A figura 4.9 mostra os tipos de Edge: Figura 4. 9 - Tipos de Edge – (a) Edge Positivo no início do clock "Leading Edge" – (b) Edge Positivo no fim do clock "Trailing Edge" – (c) Edge Negativo no fim do clock "Trailing Edge" – (d) Edge Negativo no início do clock "Leading Edge". Pode-se estabelecer que: "Basicamente um dispositivo gatilhável por Edge pode ter seus dados de entrada mudados em qualquer instante, exceto durante o Edge." A figura 4.10 mostra as simbologias mais usuais da conexão do clock.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 63 Figura 4. 10 - Simbologias das conexões do clock. 4.7 FLIP-FLOPS GATILHÁVEIS DO TIPO MESTRE-ESCRAVO Estes flip-flops são classificados como gatilháveis por nível. Basicamente, estes dispositivos são compostos de dois flip-flops, sendo um chamado Mestre e o outro chamado Escravo. A fim de executar uma transferência correta de informação, da entrada para a saída, este flip-flop exige que o clock execute uma transição completa, isto é, saia do nível Ø, vá para o nível 1, permaneça um certo tempo e volte para o nível Ø. Deste modo, as entradas não devem mudar durante o ciclo de clock. A figura 4.7 mostra um circuito e as fases de funcionamento do flip-flop Mestre-Escravo.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 64 Figura 4. 11 - Flip-Flop Mestre-Escravo : Fases do Gatilhamento e Circuito de um FF Mestre-Escravo SR. A figura 4.12 mostra as formas de onda do circuito mostrado na figura 4.11. Figura 4. 12 - - Formas de onda do FF Mestre-Escravo SR. 4.7.1 FLIP-FLOP MESTRE-ESCRAVO COM DATA LOCK-OUT Este flip-flop difere do Mestre-Escravo normal apenas pelo fato dos dados serem guardados no mestre no Edge positivo e transferidos para a saída no Edge negativo do
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 65 pulso do clock. Deste modo, neste flip-flop pode haver mudança nas entradas durante o nível positivo do clock, pois a informação da entrada já foi armazenada no mestre no edge positivo do clock. A figura 4.13 mostra as formas de onda FF Mestre-Escravo normal e do FF Mestre- Escravo com Data Lock-Out (74111). Figura 4. 13 - Formas de onda de comparação entre os Flip-Flops Mestre-Escravo Normal e com Data Lock-Out. 4.8 PARÂMETROS IMPORTANTES DOS FLIP-FLOPS a) TEMPO DE SETAMENTO -tSET-UP Este é o tempo mínimo que o sinal deve estar presente nas entradas, antes da ocorrência do pulso de gatilhamento. A figura 4.14 mostra tal fato: Figura 4. 14 - TSET-UP (tempo de setamento). b) TEMPO DE MANUTENÇÃO - THOLD Este é o tempo que o sinal deve permanecer nas entradas após a ocorrência do pulso de gatilhamento. A figura 4.15 mostra tal fato:
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 66 Figura 4. 15 - THOLD (tempo de Manutenção). c) FREQUÊNCIA MÁXIMA – fmáx É a maior frequência dos pulsos de clock que pode ser aplicado ao dispositivo, mantendo um chaveamento confiável. 4.9 EXPERIÊNCIA 1 4.9.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS76 4.9.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 4.16. Consultar as folhas de dados para a ligação da alimentação.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 67 Figura 4. 16 - Flip-Flop JK Mestre-Escravo 74LS76. b) Completar a tabela 4.1. Tabela 4. 1 - Funcionamento do flip-flop 74LS76. ENTRADAS SAÍDAS J K Clock Q Q A B C LØ L1 Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 1 Ø
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 68 4.9.1 CONCLUSÃO Nesta experiência, pode-se observar o funcionamento do flip-flop mestre escravo e a necessidade da aplicação de um pulso completo de clock para que o dispositivo atue corretamente. 4.10 EXPERIÊNCIA 2 4.10.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS74 4.10.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 4.17. Consultar as folhas de dados para a ligação da alimentação.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 69 Figura 4. 17 - Flip-Flop D Edge Triggered 74LS74. Figura 4.10b b) Completar a tabela 4.18. ENTRADA S SAÍDAS Ø Clock Q Q A C LØ L1 Ø Ø D = Ø Ø 1 Clock Ø  1 Ø Ø 1 Ø D = 1 1 1 Clock Ø  1 1 Ø Clock = 1 1 1 Ø 1 D 1  Ø 1 1 Ø  1 Ø 1 Figura 4. 18 - Funcionamento do FF D 74LS74. 4.10.1 CONCLUSÃO Observar que a transferência de informação da entrada “D” para a saída se faz na subida do clock, e que as entradas podem mudar de estado durante a permanência do clock em “1” ou “Ø”, sem alteração da saída.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 70 4.11 EXPERIÊNCIA 3 4.11.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS74 4.11.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 4.19. Figura 4. 19 - Circuito para teste do Preset e do Clear.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 71 b) Completar a tabela 4.2. Tabela 4. 2 - Funcionamento do Preset e do Clear. ENTRADAS SAÍDAS Prese t Clea r Cloc k D Q Q A B C D LØ L1 1 1 Ø Ø 1 1 1 Ø 1 1 Ø Ø Atuação do Preset Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø Atuação do Clear 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 1 Atuação do Preset e Ø Ø 1 1 do Clear simultâneos Ø Ø Ø Ø 4.11.1 CONCLUSÃO Pode ser notado, pela tabela de funcionamento, que um “Ø” na linha do Preset faz a saída “Q” ir para o nível “1” ("preseta" a saída), e um “Ø” na linha clear faz a saída “Q” ir para “Ø” ("limpa" a saída). Ainda, deve ser observado que as linhas Preset e Clear têm prioridade sobre as outras linhas de entrada (no caso, sobre as linhas “D” e clock). Pela informação das últimas duas linhas da tabela, vê-se que a atuação de Preset e do Clear, simultaneamente, faz com que a saída Q e Q fiquem em nível 1, perdendo assim a característica de serem complementares.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 72 4.12 EXPERIÊNCIA 4 4.12.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS74 1 Circuito Integrado 74LS04 4.12.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 4.20. Figura 4. 20 - Circuito para teste do tSET-UP
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 73 b) Completar a tabela 4.3. Tabela 4. 3 - Funcionamento do Circuito da Figura 4.20. Entradas Saídas D = ck Clear Q Q C B L1 LØ Ø Ø Ø 1 1 1 4.12.1 CONCLUSÃO 1 Quando a chave “C” vai de Ø para 1, a saída deveria mudar de Ø para 1, pois a entrada D está com 1 e houve um edge positivo do clock. Isto não ocorre devido ao set-up-time, pois a informação nas linhas de entrada devem estar disponíveis um tempo antes do aparecimento do edge positivo do clock, tempo este chamado de tSET-UP (setamento). a) Introduzir, no circuito da figura 4.20, a modificação mostrada na figura 4.21. Este circuito fornece um atraso entre o dado e o clock. Caso o uso de 4 inversores não for suficiente, deve-se aumentar o número de inversores para obter um atraso maior. Este atraso pode variar dependentemente do fabricante. Figura 4. 21 - Circuito com Introdução de um atraso na linha do Clock
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 74 b) Completar a tabela 4.4 Tabela 4. 4 - Funcionamento do circuito da figura 4.21. ENTRADAS SAÍDAS D = ck Clear Q Q A B L1 LØ Ø Ø Ø 1 1 1 4.12.2 CONCLUSÃO 2 Com a modificação introduzida, o atraso de tempo dos gates inversores promovem o tSET- UP. Deste modo o dispositivo funcionou corretamente. A figura 4.22 a seguir mostra as formas de onda do ocorrido. Figura 4. 22 - formas de onda após modificações introduzidas
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 4 – FLIP FLOPS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 75 4.13 EXERCÍCIOS a) Com um flip-flop J-K pode-se construir um flip-flop D. 1. Certo 2. Errado b) As linhas de Preset e de Clear prevalecem sobre as outras linhas de entrada. 1. Certo 2. Errado c) Em um flip-flop Mestre-Escravo o funcionamento correto exige que o clock: 1. Tenha um Edge negativo 2. Tenha um Edge positivo 3. Saia do nível Ø, vá para 1, permaneça um tempo mínimo 1, e volta para Ø d) O tempo set-up em um flip-flop D exige que: 1. A entrada D esteja presente após o clock 2. A entrada D esteja presente antes do clock 3. A entrada D e o clock devam ocorrer simultaneamente.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 77 CAPÍTULO 5 - CONTADORES 5.1 DEFINIÇÃO Um contador é um registro que pode somar uma quantidade, geralmente um, ao dado guardado. 5.2 CONTADORES RIPPLE (ASSINCRONO) Nos contadores ripple a saída de um flip-flop é conectada a entrada do clock do próximo. Tal contador é, às vezes, chamado contador série. 5.2.1 EXPERIÊNCIA 1 5.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS76 5.2.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 5.1 e alimentar os componentes.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 78 Figura 5. 1 - Contador ripple de 0000 até 1111 com retorno. b) Completar a tabela 5.1. Tabela 5. 1 - Tabela para circuito da figura 5.1. CLEAR CLOCK SAÍDAS A C L3 L2 L1 LØ Ø x  1  1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 OBSERVAÇÃO Na figura 5.1 lembrar que as entradas J e K abertas funcionam como se estivessem conectadas ao nível lógico 1.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 79 1 1 1 1 Ø  c) Na tabela 5.1 observar que em:  e  A = Ø, é feito um clear no contador, portanto L3 L2 L1 LØ = ØØØØ.  o contador conta em binário puro desde ØØØØ (Ø10) até 1111 (1510), retornando a ØØØØ (Ø10) e o ciclo se repetindo. d) O contador da figura 5.1 é chamado contador ripple. O flip-flop mais significativo (o que tem saída L3 na figura 5.1) não pode mudar de estado durante um tempo correspondente a 4 demoras (uma para cada flip-flop). Se, por exemplo, o TP de um flip-flop é 10ns, o contador gasta 40ns após o edge negativo do clock para fornecer a palavra correta. O circuito da figura 5.1 pode ser ampliado para contadores ripple maiores. 5.2.2 EXPERIÊNCIA 2 5.2.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS76
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 80 5.2.2.2 PROCEDIMENTO a) Modificar o circuito da experiência 1 como mostrado na figura 5.2. Figura 5. 2 - Contador ripple controlado. b) Completar a tabela 5.2. Tabela 5. 2 - Tabela para o circuito da figura 5.2. CLEAR CONTROLE CLOCK SAÍDAS A B C L3 L2 L1 LØ Ø x x  1 Ø  1 1 1 1 1 1  1 1 1 1 1 1  1 1 1 1 1 1
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 81 1 1  1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 c) Na tabela 5.2 observar que em:   A = Ø, é dado um clear no contador e L3 L2 L1 LØ = ØØØØ.   Com o controle B = Ø o contador não conta.   Com B = 1 o contador conta normalmente.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 82 5.3 CONTADORES SÍNCRONOS A fim de contornar o problema da demora de propagação dos contadores ripple, usa-se os contadores síncronos, que tem a característica de possuir as entradas de clock dos flip-flops ligados em paralelo. 5.3.1. EXPERIÊNCIA 1 5.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 1 Circuito Integrado 74LS10 2 Circuito Integrado 74LS76 5.3.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 5.3 e alimentar os componentes.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 83 Figura 5. 3 - Contador Síncrono. b) Completar a tabela 5.3. Tabela 5. 3 - Tabela para circuito da figura 5.3. CLEAR CLOCK SAÍDAS A C L3 L2 L1 LØ Ø x  1 1 1 1 1  1 1 1 1 1
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 84 CLEAR CLOCK SAÍDAS A C L3 L2 L1 LØ 1 1 1  1 1 1 c) Na tabela 5.3 observar que em:   A = Ø, é dado um clear no contador e L3 L2 L1 LØ = ØØØØ.   A = 1 e há clock, portanto o contador conta normalmente desde ØØØØ até 1111, retornando a ØØØØ, e repetindo o ciclo. 5.4 CONTADORES SÍNCRONOS CONTROLADOS Com pequenas modificações no circuito da figura 5.3, pode-se tornar o circuito em um contador síncrono controlado, no qual só haverá contagem quando acionada a linha de contagem. 5.5 CONTADORES EM ANEL Em vez de contar com números binários, um contador Anel usa palavras que tem um único Bit alto (nível lógico 1).
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 85 5.5.1 EXPERIÊNCIA 1 5.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS74 5.2.2.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 5.4 e alimentar os componentes. Figura 5. 4 - Contador em anel de 4 bits.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 5 – CONTADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 86 b) Completar a tabela 5.4. Tabela 5. 4 - Tabela para o circuito da figura 5.4 CLEAR CLOCK SAÍDAS A C L3 L2 L1 LØ Ø x  1 1  1 1 c) Na tabela 5.4 observar que em:   A = Ø, é estabelecida a condição inicial do contador (no caso L3 L2 L1 LØ = 1ØØØ).   O contador conta de 1ØØØ para Ø1ØØ, deste valor para ØØ1Ø e daí para ØØØ1, retornando a 1ØØØ, onde é reiniciado outro ciclo.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 87 CAPÍTULO 6 - REGISTRADORES 6.1 RESUMO Um registrador (ou registro) é um grupo de elementos de memória que trabalham em conjunto como uma única unidade. Os registradores mais simples guardam palavras binárias, outros modificam a palavra guardada, somando 1 ou deslocando bits para a direita ou para a esquerda ou, ainda, executando outras operações. 6.2 REGISTRADORES BUFFER O registrador buffer é um dos mais simples; tudo o que faz é simplesmente guardar temporariamente uma palavra binária. 6.2.1 EXPERIÊNCIA 1 6.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS74 6.2.1.1 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 6.1.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 88 Figura 6. 1 - Registrador de 4 bits. b) Completar a tabela 6.1, lembrando que o clock deve ser ativado após selecionadas as entradas A, B, C e D. Tabela 6. 1 - Tabela para o circuito da figura 6.1. ENTRADAS CLOCK SAÍDAS A B C D H L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 1 Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø Ø 1
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 89 c) O circuito da figura 6.1 se destina a carregar no registrador, após aplicação do clock, a palavra selecionada por A, B, C e D. O circuito é muito primitivo para ser de qualquer uso, porém a seguir é apresentado melhorias neste circuito básico. 6.2.2 EXPERIÊNCIA 2 6.2.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 3 Circuito Integrado 74LS00 2 Circuito Integrado 74LS74 6.2.2.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 6.2.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 90 Figura 6.2 - Registrador de 4 bits melhorado. b) Completar a tabela 6.2. Tabela 6.2 - Tabela para o circuito da figura 6.2. LOAD (CARGA) ENTRADAS CLOCK CLEAR SAÍDAS G A B C D H F L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø  Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1  Ø 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 Ø 1  Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 1  Ø 1 1 1 1 1 c) Na tabela 6.2, observar que em:   tem-se F = Ø, logo as saídas L3 L2 L1 LØ devem ser ØØØØ, pois F = Ø significa clear.   com G = Ø não se pode carregar o registrador.   e  com G = 1, o registrador deve ser carregado com as informações contidas em A B C D, porém com G = Ø a informação anterior é mantida no registrador.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 91 6.3 REGISTRADORES DE DESLOCAMENTO Os registradores de deslocamento ou shift registers deslocam os bits guardados para a direita ou para a esquerda, dependendo do seu projeto. 6.3.1 EXPERIÊNCIA 1 6.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS74 6.3.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 6.3. Figura 6.3 - Registrador de deslocamento a esquerda.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 92 b) Completar a tabela 6.3. Tabela 6.3 - Tabela para o circuito da figura 6.3 CLEAR ENTRADA CLOCK SAÍDAS B A C L3 L2 L1 LØ Ø x x  1 1 1 1  1 1 1 1 1 Ø 1 Ø  1 Ø 1 Ø c) Na tabela 6.3 observar que em  foi feito clear no registrador, e em  e  há o deslocamento para a esquerda de um bit 1 e um bit Ø, respectivamente. Este circuito é então um registrador de deslocamento à esquerda.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 93 6.3.2 EXPERIÊNCIA 2 6.3.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS74 6.3.2.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 6.4 Figura 6.4 - Registrador de deslocamento à direita.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 94 b) Completar a tabela 6.4. Tabela 6. 4 - Tabela para o circuito da figura 6.4. CLEAR ENTRADA CLOCK SAÍDAS B A C L3 L2 L1 LØ Ø x x  1 1 1 1  1 1 1 1 1 Ø 1 Ø  1 Ø 1 Ø c) Na tabela 6.4 observar que em  foi feito clear no registrador, e em  e  há o deslocamento para a direita de um bit 1 e um bit Ø, respectivamente. Assim, o circuito da figura 6.4 é um registrador de deslocamento à direita.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 95 6.3.3 EXPERIÊNCIA 3 6.3.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 3 Circuito Integrado 74LS00 2 Circuito Integrado 74LS74 6.3.2.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 6.5.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 96 Figura 6.5 - Registrador de deslocamento controlado b) Completar a tabela 6.5. Tabela 6.5 - Tabela do circuito da figura 6.5. CLEAR DESLOCAMENTO ENTRADA CLOCK SAÍDAS B D A C L3 L2 L1 LØ Ø x x x  1 Ø 1  1 1 1 1 1 1 1 1 1  1 1 1 1 1 Ø 1 Ø Ø  1 Ø Ø
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 97 CLEAR DESLOCAMENTO ENTRADA CLOCK SAÍDAS B D A C L3 L2 L1 LØ 1 1 Ø 1 1 Ø 1 1 Ø c) Na tabela 6.5 observar que em:   B = Ø, o que significa clear do registrador.   D = Ø, não há deslocamento. No clock os dados do registrador serão mantidos.   D = 1, há deslocamento. O registrador no 1º clock recebe o bit da entrada “A”, no seguinte clock o bit L3 é deslocado para L2 e o segundo bit de “A” entra em L3, e assim por diante.   os dados do registrador são mantidos, pois D = Ø. 6.4 CARREGAMENTO PARALELO Na experiência seguinte é mostrado outro passo da evolução dos registradores de deslocamento. Além da entrada CLR, pode-se carregar os bits diretamente nos flip-flops, do mesmo modo que num registrador buffer. Esta espécie de entrada de dados é chamada carregamento paralelo.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 98 6.4.1 EXPERIÊNCIA 1: (OPCIONAL) 6.4.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 3 Circuito Integrado 74LS00 1 Circuito Integrado 74LS02 2 Circuito Integrado 74LS10 1 Circuito Integrado 74LS74 6.4.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 6.6.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 99 Figura 6.6 - Registrador de deslocamento com carregamento paralelo. b) Completar a tabela 6.6. Tabela 6.6 - Tabela para circuito da figura 6.6. CLEAR DESLOCAMENTO CARGA ENTRADAS CLOCK SAÍDAS VCC/COM B D A E F G H C L3 L2 L1 LØ Ø x x x x x x x x  1 Ø Ø x x x x x  1 Ø 1 x 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 x 1 1 Ø Ø  1 Ø 1 x Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø  1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 1 1 _____________ ______ _ _ _ _ 
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 6 – REGISTRADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA.. 100 c) Na tabela 6.6 observar que em:   clear = Ø (comum), é dado um clear nas saídas, portanto L3, L2,L1 e LØ = ØØØØ.   B = Ø e D = Ø, os dados do registrador são mantidos após o clock (recirculados).   B = Ø e D = 1, o registrador é carregado com os dados contidos nas entradas EFGH.   B = 1 e D = Ø, o conteúdo do registrador é deslocado a cada clock, com a entrada A aparecendo na saída L3. 6.5 REGISTRADORES NA FORMA DE CI's Na série 74 existem alguns registradores na forma de CI's, entre os quais pode-se citar: o 74164, que é um registrador de deslocamento entrada série, saída paralelo; o 74165, que é um registrador de deslocamento, entrada paralela, saída série; e o 74194, que é um registrador de deslocamento universal, no qual os dados podem entrar em série ou em paralelo e sair em paralelo ou em série. Em computadores, circuitos baseados em registradores de deslocamento com entrada paralela e saída série, são responsáveis pela transmissão serial de dados, enquanto que circuitos baseados em registradores de deslocamento com entrada série e saída paralela, são responsáveis pela recepção serial de dados.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148. Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 101 CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148. 7.1 INTRODUÇÃO Um codificador executa o processo inverso do decodificador, isto é, um codificador é um circuito que tem um número M de linhas de entrada, sendo que somente uma delas é ativada por vez, e produz um código de saída de N bits. O código de saída depende da entrada ativada. A figura 7.1 é o diagrama geral de um codificador com M entradas e N saídas. Figura 7.1: Diagrama geral de um codificador de M entradas e N saídas. 7.1.1 CONVERSORES DE CÓDIGOS Frequentemente, em sistemas digitais, é necessário converter de um código para outro. Um conversor de código (às vezes também chamado de codificador) é um dispositivo para converter um código específico, aplicado às suas entradas, em outro código que será fornecido nos seus terminais de saída. A figura 7.2 mostra o diagrama geral de um conversor de código. Figura7.2: Diagrama geral de um conversor de código. 7.1.2 CODIFICADOR 8 PARA 3 (CI 74LS148) Este circuito integrado realiza a codificação de 8 linhas para três linhas em binário (octal). A pinagem deste CI é mostrada na figura 7.3.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148. Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 102 Uma característica particular deste circuito é a existência de prioridade das linhas de entrada mais significativas sobre as menos significativas, podendo ser utilizado como codificador de prioridade. As linhas E0 (saída) e E1 (entrada) são utilizadas para conexão em cascata (expansão octal), de modo que não seja necessária a utilização de circuitos adicionais para tal finalidade. Figura 7.3: Pinagem do CI 74LS148. A operação do codificador 74LS148 pode ser resumida na tabela 7.1: Tabela 1: Tabela de funcionamento do CI 74LS148. Entradas Saídas E1 Ø 1 2 3 4 5 6 7 A2 A1 AØ GS E0 H X X X X X X X X H H H H H L H H H H H H H H H H H H L L X X X X X X X L L L L L H L X X X X X X L H L L H L H L X X X X X L H H L H L L H L X X X X L H H H L H H L H L X X X L H H H H H L L L H L X X L H H H H H H L H L H L X L H H H H H H H H L L H L L H H H H H H H H H H L H H = HIGH (ALTO) L = LOW (BAIXO)
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148. Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 103 7.2 OBJETIVO Utilizando-se o módulo MTD2608 e circuitos integrados verificando, experimentalmente, a utilização de alguns tipos de codificadores. 7.3 EXPERIÊNCIA 1: CODIFICADOR 4 ENTRADAS / 2 SAÍDAS 7.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS32 7.3.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 7.4: Figura 7.4: Codificador de 4 entradas e 2 saídas.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148. Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 104 b) Completar a tabela 7.2. Tabela 7.2: Tabela para codificador de 4 entradas e 2 saídas. ENTRADAS SAÍDAS A B C D L1 LØ 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 c) Na tabela 52, se mais de uma entrada fosse 1 num dado instante, o resultado da saída seria errado. Se nenhuma entrada for 1, as saídas fornecerão ØØ. 7.4 EXPERIÊNCIA 2: CODIFICADOR 8 PARA 3 (CI 74LS148) 7.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS148 7.4.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 7.5:
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 7 – CODIFICADORES CI 74LS148. Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 105 Figura 7.5: Codificador 8 para 3 utilizando o 74LS148. b) Completar a tabela : Tabela 7.3: Tabela de funcionamento do codificador 8 para 3. Entradas Saídas A B C D E F G H LØ L1 L2 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 Conclusões: Após realizada esta experiência, deve ter sido observado que para cada linha de entrada ativa, as saídas assumem o valor binário correspondente ao número da entrada do CI. Também, deve ter sido observado que quando mais de uma entrada é ativada, a entrada mais significativa tem prioridade.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES CI 74LS138 Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 107 CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES CI 74LS138 8.1 INTRODUÇÃO Um decodificador é um circuito que tem N entradas binárias e M linhas de saídas (sendo M  2N), de modo que somente uma linha de saída M é ativada por vez para cada combinação das N entradas. A figura 8.1 mostra o diagrama geral de um decodificador com N entradas e M saídas. Figura 8.1: Decodificador geral com N entradas e M saídas. Alguns decodificadores não utilizam todas 2N combinações de entradas de código possíveis, mas apenas algumas destas. Decodificadores deste tipo são, frequentemente, projetados de modo que se qualquer dos códigos não usados for aplicado às entradas, nenhuma das saídas será ativada. A tabela 8.1 mostra a tabela de um decodificador de 2 para 4 linhas. Tabela 8.2: Tabela para decodificador de 2 entradas e 4 saídas. ENTRADAS SAÍDAS A B L3 L2 L1 LØ Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø Ø 1
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 108 7.1.1 CI 74LS138 O CI 74LS138 (figura 8.2) é um decodificador / demultiplexador que possui três entradas de seleção e 8 saídas, as quais são ativas em nível baixo (Ø). Cada uma das oito possíveis combinações das entradas de seleção ativa uma das oito linhas de saída (Ø), permanecendo as outras desativadas (1). Figura 8.2: Pinagem do CI 74LS138. Além das linhas de entrada de seleção e das linhas de saída existem três entradas de habilitação (enable): G1, G2A e G2B, sendo a primeira ativa em nível alto (1) e as outras duas ativas em nível baixo (Ø). Todas estas três linhas de habilitação devem estar ativas para o funcionamento do CI. Se uma delas não estiver habilitada, todas as linhas de saída permanecem em nível alto (1). A tabela 8.2 demonstra o funcionamento deste decodificador.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 109 Tabela 8.3: Tabela de funcionamento do CI 74LS138. Entradas Saídas Habilitação Seleção G1 G2* C B A YØ Y1 Y2 Y3 Y4 Y5 Y6 Y7 X H X X X H H H H H H H H L X X X X H H H H H H H H H L L L L L H H H H H H H H L L L H H L H H H H H H H L L H L H H L H H H H H H L L H H H H H L H H H H H L H L L H H H H L H H H H L H L H H H H H H L H H H L H H L H H H H H H L H H L H H H H H H H H H H L * G2 = G2A + G2B H = HIGH (ALTO) L = LOW (BAIXO)
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 110 8.3 EXPERIÊNCIA 2: DECODIFICADOR 1 PARA 8 (CI 74LS138) 8.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS138 8.4.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 8.3 Figura 8.3: Decodificador 1 para 8.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 8 – DECODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 111 b) Completar a tabela 8.5: Tabela 8.4: Tabela de funcionamento do decodificador 1 para 8. Entradas Saídas Habilitação Seleção YØ Y1 Y2 Y3 Y4 Y5 Y6 Y7 G1 G2A C B A LØ L1 L2 L3 L4 L5 L6 L7 X 1 X X X Ø X X X X 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 1 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 1 1 Nota: Na Tabela, G1 corresponde a chave D e G2A a chave E. Observação: Notar que a entrada de habilitação G2B está sempre ativa (está aterrada). Deste modo a habilitação é feita pelos pinos G1 e G2A. Deve ter sido observado que, estando o CI habilitado, somente uma saída fica ativa (nível lógico Ø) por vez. Caso contrário, todas as saídas ficam desativadas (nível lógico 1).
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 113 CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 9.1 RESUMO Um decodificador é um circuito que tem N entradas binárias e M linhas de saídas (sendo M  2N), de modo que somente uma linha de saída M é ativada por vez, para cada combinação das N entradas. A figura 9.1 mostra o diagrama geral de um decodificador com N entradas e M saídas. Figura 9.1 - Decodificador geral com N entradas e M saídas Alguns decodificadores não utilizam todas 2N combinações de entradas de código possíveis, mas apenas algumas destas. Decodificadores deste tipo são frequentemente, projetados de modo que se qualquer dos códigos não usados for aplicado as entradas, nenhuma das saídas será ativada. A tabela 9.1 mostra um decodificador de 2 para 4 linhas. Tabela 9.1 - Decodificador de 2 entradas e 4 saídas. ENTRADAS SAÍDAS A B L3 L2 L1 LØ Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø Ø 1
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 114 9.2 EXPERIÊNCIA 1 9.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04 1 Circuito Integrado 74LS08 9.2.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 9.2. Figura 9.2 - Decodificador de 2 entradas e 4 saídas com Gates.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 115 b) Completar a tabela 9.2. Tabela 9. 2 - Tabela do circuito ENTRADAS SAÍDAS A B L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 1 9.3 DECODIFICADOR BCD PARA DECIMAL Um decodificador que tem 4 entradas no código BCD e produz 10 saídas correspondendo aos dígitos decimais é chamado Decodificador (ou conversor) BCD para decimal, ou Decodificador 1 de 10. 9.3.1 EXPERIÊNCIA 2 9.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS42
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 116 9.3.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 9.3. Figura 9.3 - Decodificador 74LS42. b) Completar a tabela 9.3. Tabela 9.3 - 74LS42. ENTRADAS SAÍDAS D C B A 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Ø CHAVES D C B A L9 L8 L7 L6 L5 L4 L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 1  Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø 1 1 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø  1 Ø 1 1 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 c) Observar que em  uma única saída é Ø de cada vez. Na prática, este decodificador pode ser usado para habilitar um circuito externo que requeira uma única entrada para cada saída. As combinações de entradas de  são combinações que não devem ser usadas e neste caso nenhuma saída é Ø.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 117 9.4 DECODIFICADOR DRIVER O decodificador da figura 9.3 pode ser modificado para ter saída com maiores correntes e tensões. Isto está mostrado na figura 9.4, onde a saída do decodificador atua na base do transistor, o qual tem coletor aberto e é capaz de operar correntes e tensões relativamente altas. A figura 9.4 mostra uma conexão típica para alimentar uma pequena lâmpada incandescente de 20 volts. Deve-se observar que a saída do transistor fica S, já que este age como um inversor. Figura 9. 4 - Uma das saídas do decodificador com transistor driver. Na família TTL 74 já existem circuitos de coletor aberto que são indicados para se usar na saída s, em substituição ao transistor. Entre estes, pode-se citar o CI 74LS06, que consta de 6 inversores Buffers/Drivers com saída para alta tensão (até 30 volts) e podendo absorver correntes de até 40mA. Outro destes é o CI 7407, que consta de 6 Buffers/Drivers com saída possuindo características de tensão e corrente iguais as do 74LS06. Existem também CI's decodificadores, na família 74, que já vêm com o driver incorporado e, nestes casos, são denominados Decodificadores/Drivers. Entre estes pode-se citar o 74141, que é um decodificador/driver BCD para decimal. 9.4.1 DECODIFICADOR/DRIVERS BCD PARA 7 SEGMENTOS Alguns displays numéricos usam uma configuração de 7 segmentos para produzir um caracter alfanumérico. Cada segmento é composto de um material que emite luz quando percorrido por corrente. Os materiais mais comumente utilizados são diodos de emissão de luz (LED's) e filamentos incandescentes. Um decodificador/driver BCD para 7 segmentos recebe entradas BCD de 4 bits e fornece as saídas que conduzirão as correntes, através dos segmentos apropriados para mostrar o caracter alfanumérico. A tabela 9.4 mostra os segmentos acesos com os respectivos dígitos decimais.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 118 Tabela 9. 4 - Display de 7 segmentos. SEGMENTOS ACESOS DÍGITO DECIMAL a b c d e f g 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø Ø 1 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 1 Ø 1 1 Ø Ø 1 1 1 1 1 Ø 1 1 Ø 1 2 3 4 5 6 7 8 9 a) b) O nome decodificador é aplicado para este caso pois, apesar de se ter várias saídas ativas simultaneamente no decodificador, na saída do decodificador/driver-display só se tem um único dígito decimal. Existem decodificadores/drivers BCD para 7 segmentos na série 74. Entre estes pode-se citar o 7446 e o 7447. Entretanto, um decodificador / driver muito popular é o 9368 e que é utilizado neste equipamento, podendo ser encontrado ou similar (7448) O módulo 8810 contém 2 decodificadores em EPLD’s ligados aos displays. Suas respectivas entradas são: LØ a L3 – dígito correspondentes aos 4 bits menos significativos L4 a L7 – dígitos correspondentes aos 4 bits mais significativos Existe display que já têm ao seu circuito o decodificador / driver. A figura 9.5 mostra como é o circuito discreto equivalente ao do módulo.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 119 Figura 9. 5 - Circuito decodificador / display do Módulo 8810. 9.4.1.1 EXPERIÊNCIA 3 a) Ligar as chaves A, B, C e D em L3, L2, L1 e L0, respectivamente. Observação: Poderá ligar E, F, G e H em L7, L6, L5 e L4, respectivamente.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 9 – DECODIFICADORES 74LS42 Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 120 b) Verificar a tabela 9.5. Tabela 9. 5 - 9368 e FND 500. ENTRADAS SAÍDA A B C D Caracter Alfanumérico Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1  1 1 1 1 1 1 Ø Ø 1 1 1 1 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1  c) Observar que:  Em  são os decimais correspondentes às entradas.  Em  as saídas são os hexadecimais correspondentes às entradas. Disto conclui-se que: 1º - Usando-se entradas desde ØØØØ até 1ØØ1 o 9368 funciona como decodificador / driver BCD para decimal. 2º - Usando-se entradas desde ØØØØ até 1111 o 9368 funciona como decodificador / driver binário para hexadecimal.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 121 CAPÍTULO 10 - CODIFICADORES 10.1 RESUMO Um codificador executa o processo inverso do decodificador, isto é, um codificador é um circuito que tem um número “M” de linhas de entradas, sendo que somente uma delas é ativada por vez e produz um código de saída de “N” bits. O código de saída depende de que entrada é ativada. A figura 10.1 é o diagrama geral de um codificador com “M” entradas e “N” saídas. Figura 10.1 - Diagrama geral de um codificador de M entradas e N saídas. 10.2 EXPERIÊNCIA 1 10.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS32
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 122 10.2.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 10.2, lembrando que a chave “A” só seria usada para circuitos maiores. Figura 10.2 - Codificador de 4 entradas e 2 saídas. b) Completar a tabela 10.1. Tabela 10.1 - Codificador de 4 entradas e 2 saídas. ENTRADAS SAÍDAS A B C D L1 LØ 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 c) Na tabela 10.1, se mais de uma entrada fosse 1 num dado instante, o resultado da saída seria errado. Se nenhuma entrada for 1, as saídas fornecerão ØØ.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 123 10.3 EXPERIÊNCIA 2 10.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS32 10.3.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 10.3, lembrando que a chave só seria usada para circuitos maiores.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 124 Figura 10.3 - Codificador/decodificador de chaves para displays de sete segmentos, com 4 entradas. b) Completar a tabela 10.2. Tabela 10. 2 - Tabela do circuito da figura 8.3. ENTRADAS CARACTER A B C D GERADO 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 c) Observar que cada chave corresponde a um número decimal. 10.4 CHAVES CODIFICADORAS Muitos sistemas digitais usam chaves para entrada de dados. Como exemplo tem-se as calculadoras eletrônicas, as quais usam teclado de entrada. Outro exemplo é o teclado de computadores. Nestes e em outros casos similares, a atuação das chaves deve ser codificada no código apropriado e requerido pelo sistema. Num sistema similar ao usado na figura 10.2, em que no lugar das entradas A B C D tenha-se as chaves do teclado, tais chaves codificadoras podem ser usadas, sempre que dados B C D tenham de entrar manualmente no sistema digital.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 125 Como exemplo de seu uso pode-se citar a calculadora eletrônica, onde o operador pressiona várias chaves em sequência para entrar dados decimais. Numa calculadora simples, o código B C D para cada dígito decimal entra num registrador de 4 bits. Em outras palavras, quando a primeira chave é pressionada, o código B C D para aquele dígito é guardado num registrador de 4 bits. Quando a segunda chave é pressionada, o código B C D para este dígito é enviado para outro registrador de 4 bits e assim sucessivamente. Existem codificadores na forma de CI's e entre estes pode-se citar, na série TTL 74, o 74147, que é um codificador decimal para B C D, o 74148 que é um codificador, com prioridade, para oito chaves. 10.5 CONVERSORES DE CÓDIGOS Frequentemente, em sistemas digitais é necessário converter de um código para outro. Um conversor de código (às vezes também chamado de codificador) é um dispositivo para converter um código específico, aplicado à suas entradas, em um outro código, que será fornecido nos seus terminais de saída. A figura 10.4 mostra o diagrama geral de um conversor de código. Figura10.4 - Diagrama geral de um conversor de código.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 126 10.5.1 EXPERIÊNCIA 3 10.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 10.5.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 10.5. Figura 10.5 - Conversor de código 2421 para 8421.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 10 – CODIFICADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 127 b) Completar a tabela 10.3. Tabela 10.3 - Tabela do circuito da figura 10.5. ENTRADAS SAÍDAS A B C D L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø 1 1 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 c) Observar, pela tabela 8.3 que as entradas A B C D estão no código 2421 e que as saídas L3, L2, L1 e LØ estão no código 8421. Observação: Pode-se fazer outros conversores de códigos para converter de um código qualquer para outro. O procedimento lógico é simples. Contudo, já existem alguns circuitos integrados que fazem algumas das conversões mais usuais. Outras conversões podem ser feitas usando-se memórias EPROM’s, ou dispositivos lógicos programáveis, tais como PLA, PAL, EPLD’s, etc. Como exemplos de circuitos integrados conversores de códigos na série 74, tem- se o 74184, que converte de B C D para binário puro, e o 74185 que converte de binário puro para B C D.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 11 – MULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 129 CAPÍTULO 11 - MULTIPLEXADORES 11.1 RESUMO Um multiplexador ou seletor de dados é um circuito lógico que aceita diversas entradas de dados e permite que somente uma delas atinja a saída por vez. A rota da entrada de dados desejada para saída é controlada pelas entradas de seleção (Select), algumas vezes denominadas entradas de endereço. A figura 11.1 mostra o diagrama em bloco de um multiplexador geral e sua representação conceitual em termos de chaves. Figura 11. 1 - (a) Diagrama Geral de um Multiplexador digital – (b) Representação conceitual do multiplexador. 11.2 MULTIPLEXADOR DE 2 ENTRADAS A figura 11.2 mostra o circuito de um multiplexador de 2 entradas de 1 bit, ou multiplexador de 2 canais de 1 bit. Figura 11. 2 - Multiplexador de 2 canais de 1 bit.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 11 – MULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 130 11.9.1 EXPERIÊNCIA 1 11.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04 1 Circuito Integrado 74LS08 1 Circuito Integrado 74LS32 11.2.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 11.3. Figura 11. 3 - Multiplexador de 2 canais de 1 bit
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 11 – MULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 131 b) Completar a tabela 11.1. Tabela 11. 1 - Tabela de 1 multiplexador de 2 entradas de 1 bit. ENTRADAS SAÍDA DADOS SELEÇÃO A B D L1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 1 1 1 1 1 Ø 1 c) Observar que com D = Ø é selecionada a entrada “B”, e que com D = 1 é selecionada a entrada “A”.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 133 CAPÍTULO 12 - DEMULTIPLEXADORES 12.1 RESUMO Um demultiplexador executa a operação inversa do multiplexador, isto é, toma uma única entrada e a distribui para uma das diversas saídas. A figura 12.1 mostra o diagrama em bloco de um demultiplexador e sua representação conceitual em termos de chaves. Figura 12.1 - Demultiplexador de 1 para 4 linhas. A tabela 12.1 mostra um demultiplexador que distribui uma linha de entrada para 4 linhas de saídas. Desta tabela, pode-se obter as equações das saídas aplicando-se a conhecida fórmula de interpolação. Tabela 12.1 – Demultiplexador de 1 para 4 linhas. ENTRADAS SAÍDA SELECIONADA DADOS SELEÇÃO E ES1 ESØ S3 S2 S1 SØ E Ø Ø Ø Ø Ø 1 E Ø 1 Ø Ø 1 Ø E 1 Ø Ø 1 Ø Ø E 1 1 1 Ø Ø Ø
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 134 12.2 DEMULTIPLEXADOR DE 4 SAÍDAS A figura 12.2 mostra o circuito, em termos de blocos lógicos, do demultiplexador da tabela 12.1. Figura 12. 2 - Demultiplexador de 1 para 4 linhas, em termos de blocos lógicos. 12.2.1 EXPERIÊNCIA 1 12.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS10 1 Circuito Integrado 74LS04
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 135 12.2.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 12.3. Figura 12. 3 - Demultiplexador de 4 saídas. b) Completar a tabela 12.1. Tabela 12. 1 - Demultiplexador de 4 saídas. ENTRADAS SAÍDA SELECIONADA DADOS SELEÇÃO C A B L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø 1 1 1 1 1 c) Observar que com A = B = Ø é selecionada a saída de LØ, e que com A = Ø e B = 1 é selecionada a saída L1, e assim por diante.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 136 12.3 DEMULTIPLEXADORES NA FORMA DE CI's Existem vários demultiplexadores na forma de CI's, daí não haver necessidade de projetá- los. Entre estes demultiplexadores, na família TTL 74, pode-se citar os: 74154, 74155, 74156, 74159. 12.3.1 DEMULTIPLEXADOR 74LS155 Este CI contém um duplo demultiplexador de 1 entrada para 4 saídas. A figura 12.4 mostra seu circuito em blocos e a tabela de funcionamento. Figura 12.4 - CI 74LS155 e sua tabela de funcionamento. O nível de saída ativa para o 74LS155 é Ø (baixo). Consequentemente, todas as saídas não selecionadas têm saídas 1. Se a entrada STROBE de qualquer seção for 1, desliga a seção, levando todas suas saídas para 1. Então a entrada STROBE deve ser Ø para o demultiplexador funcionar.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 137 Na tabela 12.3, pode ser visto que cada saída selecionada da seção superior do 74LS155 é o complemento dos dados na linha de entrada do CI, isto é 1Y = 1C; enquanto que, na seção inferior do 74LS155, a saída selecionada 2Y é a mesma que a entrada 2C, isto é 2Y = 2C. 12.3.1.1 EXPERIÊNCIA 2 12.3.1.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS155 12.3.1.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 10.5. Figura 12. 5 - Demultiplexador 74LS155.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 138 b) Completar a tabela 12.2 : Tabela 12. 2 - Seção 1 do 74155. ENTRADAS SAÍDAS SELEÇÃO DADOS STROBE 1Y3 1Y2 1Y1 1YØ A B D C L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 1  1 Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø  Ø 1 1 Ø  1 Ø 1 Ø  1 1 1 Ø  Observações:  - Todas saídas iguais a 1  - Selecionada a saída 1YØ = D  - Selecionada a saída 1Y1 = D  - Selecionada a saída 1Y2 = D  - Selecionada a saída 1Y3 = D c) Completar a tabela 12.3: Tabela 12. 3 - da seção 2 do 74155. ENTRADAS SAÍDAS SELEÇÃO DADOS STROBE 2Y3 2Y2 2Y1 2YØ A B D C L7 L6 L5 L4 Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 1  1 Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 139 Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø  Ø 1 1 Ø  1 Ø 1 Ø  1 1 1 Ø  12.3.1.2 EXPERIÊNCIA 3 12.3.1.2.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS04 1 Circuito Integrado 74LS155 Observaçðes:  - Todas saídas iguais a 1  - Selecionada a saída 2YØ = F  - Selecionada a saída 2Y1 = F  - Selecionada a saída 2Y2 = F  - Selecionada a saída 2Y3 = F
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 12 – DEMULTIPLEXADORES Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 140 12.3.1.2.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito do demultiplexador de 8 saídas da figura 12.6. Figura 12. 6 - Demultiplexador de 8 saídas com 74155. b) Completar a tabela 12.4. Tabela 12. 4 - Tabela do circuito da figura 10.6 ENTRADAS SAÍDAS Seleção Dados 2Y3 2Y2 2Y1 2YØ 1Y3 1Y2 1Y1 1YØ A B C D L7 L6 L5 L4 L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 Observação: Notar que na tabela 12.4 foi obtido um demultiplexador de 8 saídas.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 141 CAPÍTULO 13 - COMPARADORES DIGITAIS 13.1 RESUMO Uma operação comum em circuitos aritméticos é a comparação de dois números, para decidir se são iguais, ou se não, ou qual o maior. Gates simples podem ser usados para efetuar esta comparação, quando se usa números de 1 único bit. No entanto, números com mais de um bit requerem circuitos mais complexos. Os gates que executam estas comparações são chamados comparadores. 13.2 EXPERIÊNCIA 1 13.2.1. EXPERIÊNCIA 2 13.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 13.2.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 13.1.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 142 Figura 13. 1 - Comparador A > B b) Completar a tabela 13.1. Tabela 13. 1 - Comparador A > B. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø c) Observar que este é um comparador do tipo A > B, isto é, a saída é 1 somente quando “A” for maior do que B. 13.3 EXPERIÊNCIA 2 13.3.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 143 13.3.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 11.2. Figura 11. 2 - Comparador A < B. b) Completar a tabela 13.2. Tabela 13. 2 - Comparador A < B. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø c) Observar que o circuito da figura 13.2 é um comparador do tipo A < B.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 144 13.4 EXPERIÊNCIA 3 13.4.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 13.4.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 13.3. Figura 13. 3 - Comparador A  B. b) Completar a tabela 13.3. Tabela 13. 3 - Comparador A  B. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø c) Observar que o circuito da figura 14.3 é um comparador do tipo A  B.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 145 13.5 EXPERIÊNCIA 4 13.5.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 13.5.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 13.4. Figura 13. 4 - Comparador A  B. b) Completar a tabela 13.4. Tabela 13. 4 - Comparador A  B. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø c) Observar que o circuito da figura 13.4 é um comparador do tipo A  B.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 146 13.6 EXPERIÊNCIA 5 13.6.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 13.6.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 13.5. Figura 13. 5 - Comparador A  B. b) Completar a tabela 13.5.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 147 Tabela 13. 5 - Comparador A  B. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø c) Observar que o circuito da figura 13.5 é um comparador do tipo A  B. 13.7 EXPERIÊNCIA 6 13.7.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 13.7.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 13.6.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 13 – COMPARADORES DIGITAIS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 148 Figura 13. 6 - Comparador A = B. b) Completar a tabela 13.6. Tabela 13. 6 - - Comparador A = B. ENTRADAS SAÍDAS A B LØ Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø c) Observar que o circuito da figura 13.6 é um comparador do tipo A = B.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 149 CAPÍTULO 14 - GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE 14.1 RESUMO Pode-se definir paridade como a adição de um bit a uma palavra binária, para se assegurar a integridade dos dados. Há dois tipos de paridade: par e ímpar. Para se gerar uma paridade ímpar, um bit é adicionado a cada palavra de modo que o número de 1's na palavra seja ímpar. Por exemplo, se uma palavra representando um caractere, quando fornecida por um computador ou outro dispositivo, consiste de 7 bits, um 8º bit é acrescentado a palavra para tornar o número de 1's no caractere de 8 bits ímpar. A paridade par é o complemento da paridade ímpar. Se paridade par for usada, o número de 1's em cada caractere tem que se par. Este processo de somar um bit para fazer a paridade par ou ímpar é chamado de geração de paridade. Exemplo: Os caracteres X, Y e Z são recebidos de um computador. Gerar um oitavo bit para manter: a) Paridade par b) Paridade ímpar. onde: X = Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 Y = Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Z = 1 1 1 1 1 1 1 Solução: a) Paridade par X = Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 o bit de paridade é Ø Y = Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø o bit de paridade é Ø Z = 1 1 1 1 1 1 1 o bit de paridade é 1 b) Paridade ímpar X = Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 o bit de paridade é 1 Y = Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø o bit de paridade é 1 Z = 1 1 1 1 1 1 1 o bit de paridade é Ø
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 150 14.2 CHEQUE DE PARIDADE Cheque de paridade é o processo de se examinar todos n bits de uma palavra, para determinar se o número de 1's nos n bits é ímpar ou par, e indicar um erro se a paridade estiver errada. A tabela 14.1 mostra o cheque de paridade ímpar para 4 entradas. Tabela 14. 1 - Cheque de paridade ímpar para 4 entradas. ENTRADAS CHEQUE DE PARIDADE ÍMPAR: A B C D S Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 1 1 Ø 1 1 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø 1 1 1 1 Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø Ø 1 Da tabela 1, observa-se que o cheque de paridade é “1” se houver um número ímpar de entradas “1”. Um circuito que satisfaça a tabela 14.1 pode ser implementado por OU exclusivos, conforme mostra a figura 14.1. Figura 14. 1 - Circuito de cheque de paridade ímpar Existe uma relação geral entre circuitos de paridade e gates OU Exclusivos, que é a seguinte: Se todas saídas de um registrador são ligadas a OU exclusivos, a saída do circuito OU exclusivo é 1 somente se o número de 1's da palavra de entrada é ímpar.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 151 14.2.1 EXPERIÊNCIA 1 14.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS86 14.2.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 14.2. Figura 14. 2 - Circuito para cheque de paridade ímpar
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 152 b) Completar a tabela 14.2. Tabela 14. 2 - Tabela para o circuito. ENTRADAS SAÍDA CHEQUE DE PARIDADE A B C D LØ Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø c) Na tabela 14.2, observar que qualquer saída Ø indica um erro, pois está se checando paridade ímpar. 12.3 GERAÇÃO DE PARIDADE A geração de paridade envolve o acréscimo um bit extra a uma palavra de n bits, para se produzir a paridade apropriada na palavra de n + 1 bits. Um circuito para gerar a paridade apropriada pode ser construído usando-se “OU Exclusivos”. Se, por exemplo, é requerido paridade ímpar, a palavra de n bits é checada para paridade ímpar. Se o número de 1's na palavra de n bits examinada é ímpar, um Ø deve ser escrito no bit de paridade, e o número ímpar de 1's na palavra é assim preservado. Se, o número de 1's for par, um 1 deve ser escrito na palavra de n bits examinada como bit de paridade, de modo que a palavra de n + 1 bits tenha paridade ímpar. No circuito de cheque de paridade da figura 14.2 a geração do bit de paridade é obtida invertendo-se o bit de cheque.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 153 14.3.1 EXPERIÊNCIA 2 14.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS86 1 Circuito Integrado 74LS04 15.3.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 14.3. Figura 14. 3 - Gerador de paridade ímpar.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 14 – GERAÇÃO E CHECK DE PARIDADE Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 154 b) Completar a tabela 14.3. Tabela 14. 3 - Tabela para o circuito ENTRADAS SAÍDA Bit de Paridade Ímpar A B C D LØ Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 1 Ø Ø 1 1 Ø Ø Ø c) Na tabela 14.3, observar que quando se considera a saída LØ e as entradas A B C D, o número de bits “1” é ímpar.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 155 CAPÍTULO 15 - CIRCUITOS ARITMÉTICOS 15.1 RESUMO A vantagem de sistemas digitais é que todas as quantidades podem ser manipuladas rapidamente usando operações numéricas. As operações de adição, subtração, multiplicação e divisão de números binários são executadas pelos circuitos aritméticos na maioria dos equipamentos digitais. Existem dispositivos mais flexíveis tais como as unidades aritméticas e lógicas "ALU" que são fornecidas na forma de CI's, e que podem executar diversos tipos de operação, as quais são selecionadas por entradas programáveis. 15.2 MEIO SOMADOR O meio somador é um circuito básico destinado a somar dois bits. A soma de dois bits A e B obedecem às regras da tabela 15.1, onde S é a soma e C é o Carry ou "Vai 1". Tabela 15. 1 - Meio-Somador. A B S C Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø Da tabela 15.1, pode-se obter as expressões lógicas de S e C, que são: S = AB + AB = A  B e C = AB A partir destas expressões obtém-se o circuito de um meio somador como na figura 16.1(a). e sua representação esquemática é mostrada na figura 15.1(b). Figura 15. 1 - Circuito e representação esquemática de um Meio-Somador.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 156 15.2.1 EXPERIÊNCIA 1 15.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 1 Circuito Integrado 74LS86 15.2.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 15.2. Figura 15. 2 - Meio Somador com Gates.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 157 b) Completar a tabela 15.2. Tabela 15. 2 - Tabela para o circuito da figura 15.2 A B S C L1 LØ Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø 15.3 MEIO SUBTRATOR O meio subtrator é um circuito básico destinado a subtrair dois bits. A subtração de dois bits A e B obedecem às regras da tabela 15.3, onde “S” é o resultado da subtração e “C” é o carry ou "pede emprestado." Tabela 15. 3 - Tabela para Meio-Subtrator. A B S C Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 1 1 1 Ø Ø 1 Ø 1 Ø Da tabela 15.3, pode-se obter as expressões lógicas de S e C, que são: S = AB + AB = A  B e C = AB A partir destas expressões obtém-se o circuito de um meio subtrator como na figura 15.3(a). e sua representação esquemática é mostrada na figura 15.3(b). (a) (b) Figura 15. 3 - Circuito e representação esquemática de um Meio Subtrator.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 158 15.3.1 EXPERIÊNCIA 2 15.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 1 Circuito Integrado 74LS86 15.3.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 15.4. Figura 15. 4 - Meio Subtrator com Gates. b) Completar a tabela 15.4.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 159 Tabela 15. 4 - Tabela para o circuito da figura 15.4 A B S C L1 LØ Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø 16.4 SOMADOR Quando se deseja somar dois números binários A e B, cada qual contendo mais de um bit, usa-se o somador. Quase sempre há necessidade de se somar 3 bits conforme mostrado no exemplo seguinte. Exemplo: Efetuar a soma dos números binários A e B, sendo A = 11 e B = 01. Solução: 1 A = 1 1 + B = Ø 1 Ø vai 1 ou Cin As regras de soma de 3 bits estão mostradas na tabela 15.5, onde “S” é o resultado da soma, Cin é o Carry interno ou "vai 1" interno e Cout é o Carry externo ou "vai 1" externo.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 160 Tabela 15. 5 - Soma de três bits. A B Cin S Cout Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø 1 1 1 1 1 1 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø 1 Ø Da tabela 15.5 podem-se obter as expressões lógicas de S e C (Cout), que são: S = ABC + ABC + ABC + ABC = C (AB + AB) + C (AB + AB) S = C (A  B) + C (A  B) = C  A  B C = ABC + ABC + ABC + ABC = C (AB + AB) + AB C = C (A  B) + AB A partir das expressões de “S” e “C”, obtém-se o circuito de um somador utilizando-se meio-somadores como na figura 15.5(a). e sua representação esquemática é mostrado na figura15.5(b). Figura 15. 5 - Circuito e representação esquemática de um Somador.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 161 15.4.1 EXPERIÊNCIA 3 15.4.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS00 1 Circuito Integrado 74LS32 1 Circuito Integrado 74LS86 15.4.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 15.6. Figura 15. 6 - Somador com Gates.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 162 b) Completar a tabela 15.6. Tabela 15. 6 - Tabela para circuito. A B C S C L1 LØ Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 Ø Ø 15.5 SUBTRATOR Tal como já abordado para o somador, quando se deseja subtrair dois números binários A e B, cada qual contendo mais de um bit, quase sempre há necessidade de se efetuar uma subtração envolvendo 3 bits, conforme mostrado no exemplo seguinte. Nestes casos usa- se um subtrator. Exemplo: Efetuar a subtração entre os números binários A e B, sendo A = 10 e B = 01. Solução: A = 1 Ø - B = Ø 1 1 1 1 Pede emprestado ou Carry 1 Ø
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 163 As regras de subtração de 3 bits estão mostradas na tabela 15.7, onde “S” é o resultado da subtração, Cin é o Carry interno ou "pede emprestado interno", Cout é o Carry externo ou "pede emprestado externo". Tabela 15. 7 - Subtração de três bits. A B Cin S Cout Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 1 1 1 Ø Ø Ø 1 1 1 1 1 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Da tabela 15.7, pode-se obter as expressões lógicas de S e C (Cout), que são: S = ABC + ABC + ABC + ABC = C (AB + AB) + C (AB + AB) S = C (A  B) + C (A  B) = C  A  B C = ABC + ABC + ABC + ABC = C (AB + AB) + AB C = C (A  B) + AB A partir das expressões de S e C, obtém-se o circuito de um subtrator utilizando-se meio- subtratores como na figura 15.7(a) e sua representação esquemática é mostrado na figura 15.7(b). Figura 15. 7 - Circuito e representação esquemática de um Subtrator.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 164 15.5.1 EXPERIÊNCIA 4 15.5.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 3 Circuito Integrado 74LS00 1 Circuito Integrado 74LS04 2 Circuito Integrado 74LS32 1 Circuito Integrado 74LS86 15.5.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 15.8. Figura 15. 8 - Subtrator com Gates.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 165 b) Completar a tabela 15.8. Tabela 15. 8 - Tabela para o circuito da figura 15.8 A B C S C L1 LØ Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 Ø Ø 15.6 SUBTRAÇÃO ATRAVÉS DE SOMA Grande parte dos sistemas digitais usa um único circuito para efetuar subtração e soma. Neste circuito a subtração é efetuada por soma, num processo conhecido como complemento de dois. 15.6.1 COMPLEMENTO DE UM NÚMERO BINÁRIO O complemento de um número binário é obtido trocando-se todos "Øs" por "1s" e todos "1s" por "Øs". Exemplo: Obter o complemento do binário 1Ø1Ø11 Solução: O complemento é Ø1Ø1ØØ 15.6.2 COMPLEMENTO DE DOIS DE UM NÚMERO BINÁRIO O complemento de dois de um número binário é obtido tomando-se o complemento do número binário e somando-se 1 a este complemento.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 166 Exemplo 1: Obter o complemento de dois do binário correspondente ao decimal 3. Solução: 310 = 11 O complemento de 11 é ØØ. O complemento de dois de 11 é ØØ + 1 Ø1 Então, o complemento de 2 de 11 é Ø1. Exemplo 2: Obter o complemento de dois do binário Ø1. Solução: O complemento de Ø1 é 1Ø. O complemento de 2 de Ø1 é 1Ø + 1 = 11 Então, o complemento de 2 do complemento de 2 é o número original. Exemplo 3: Efetuar a subtração através da soma 1ØØ (Minuendo) - Ø11 (Subtraendo) Solução: Toma-se o complemento de dois do subtraendo e soma-se este complemento ao minuendo; tem-se então: 1ØØ 1ØØ - Ø11 1ØØ + 1Ø1 + 1 1 ØØ1 1Ø1 Abandona-se o overflow
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 167 Assim o resultado é ØØ1. 15.6.3 CIRCUITO SUBTRATOR SOMADOR A figura 15.9 mostra um circuito subtrator somador paralelo de 4 bits usando o processo do complemento de dois. Figura 15. 9 - Circuito Subtrator Somador. O circuito da figura 15.9 tem o seguinte funcionamento: Quando a entrada de seleção estiver em Ø, a operação executada é a soma dos números A = A3A2A1AØ e B = B3B2B1BØ. Isto porque, com a entrada de seleção em Ø obtém-se a saída dos "OU EXCLUSIVOS" como ilustra a figura 15.10. Figura 15. 10 - Ilustração da saída do OU EXCLUSIVO com uma entrada Ø. Então, o circuito é um somador paralelo que efetua a soma de A3A2A1AØ + B3B2B1BØ Por outro lado, quando a entrada de seleção estiver em 1, obtém-se a saída dos "OU EXCLUSIVOS" como ilustra a figura 15.11.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 168 Figura 15. 11 - Ilustração da saída do OU EXCLUSIVO com uma entrada 1. Então, o circuito somador irá efetuar a soma de A3A2A1AØ e B3B2B1BØ e 1, sendo que o 1 entra no carry menos significativo. Isto é: A3A2A1AØ + B3B2B1BØ porém como B3B2B1BØ + 1 + 1 é o complemento de 2 de B3B2B1BØ, a operação executada é a soma de “A” com o complemento de dois de “B”, o que é a operação A - B. 15.7 SOMADORES PARALELOS NA FORMA DE CI's Existem na forma de CI's alguns somadores paralelos. Na linha TTL 74 vamos abordar o 74LS83, que é um somador de 4 bits e que aceita dois números de 4 bits (A e B) e um carry in (CØ) como entradas. O 74LS83 produz uma soma na saída de 4 bits () e uma saída carry (C4). A figura 15.7 mostra o diagrama funcional do 74LS83. Figura 15.12 - Diagrama Funcional do 74LS83.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 169 15.7.1 EXPERIÊNCIA 5 15.7.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS83 15.7.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 15.13. Figura 15. 13 - Somador 74LS83. b) Completar a tabela 15.9.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 170 Tabela 15. 9 - Tabela do circuito da figura 15.13. A4 A3 A2 A1 B4 B3 B2 B1 CØ C4 4 3 2 1 A B C D E F G H J L4 L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø  Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø  1 Ø Ø 1 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 Ø Ø Ø 1  1 1 1 1 1 1 1 1 1 c) Nesta tabela observar que em:   Ocorre a soma de dois números A e B, tendo resultado menor ou no máximo igual a 1111   Ocorre a soma de dois números A e B, tendo resultado maior do que 1111. Nestes casos C4 = L4 = 1.   Ocorre a soma de dois números A e B e mais CØ, tendo resultado maior do que 1111. 15.8 LIGAÇÃO DE SOMADORES CI's PARALELOS EM CASCATA Para se construir um somador para números maiores do que 4 bits pode-se simplesmente ligar vários 74LS83 em cascata. Para isto, conecta-se o C4 de um 74LS83 a entrada CØ do próximo 74LS83 mais significativo, como mostrado na figura 13.14.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 171 Figura 15.14 - Ligação de CI's 74LS83 em cascata. 15.8.1 EXPERIÊNCIA 6 15.8.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS83 1 Circuito Integrado 74LS86 15.8.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 15.15.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 172 Figura 15.15 - Subtrator Somador com 74LS83. b) Completar a tabela 15.10. Tabela 15.10 - - Tabela do circuito. SAÍDAS DEC BINÁRIO DEC BINÁRIO SELEÇÃO DEC BINÁRIO A A4 A3 A2 A1 B B4 B3 B2 B1 CØ  C4 4 3 2 1 A B C D E F G H J L4 L3 L2 L1 LØ Ø Ø Ø Ø Ø 2 Ø Ø 1 Ø Ø 4 Ø 1 Ø Ø 6 Ø 1 1 Ø Ø  9 1 Ø Ø 1 7 Ø 1 1 1 Ø 11 1 Ø 1 1 6 Ø 1 1 Ø 1  11 1 Ø 1 1 8 1 Ø Ø Ø 1 d) Nesta tabela observar que:  O carry-out (C4) deve ser abandonado.  Em , CØ = Ø seleciona uma soma.  Em , CØ = 1 seleciona uma subtração.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 173 15.9 EXPERIÊNCIA 7 A experiência seguinte se destina a soma e subtração de números relativos. O primeiro bit é o bit de sinal, um Ø indica um número positivo e um 1 indica um número negativo na forma de complemento de dois. Usando o mesmo circuito da experiência 6, vamos procurar fazer a soma e a subtração de dois números. Devido ao uso de somente 3 bits para magnitude, serão usados números adequados, de modo a não haver ultrapassagem do número máximo ou mínimo possível. Exemplo: Escrever com 3 bits de magnitude os números sinalizados: +5, -5, +2 e -2. Em seguida, completar a tabela 15.11 e verificá-la pelo circuito da figura 15.15. Solução: +5 = Ø 1 Ø 1 +2 = Ø Ø 1 Ø -5 = 1 Ø 1 Ø -2 = 1 1 Ø 1 1 1 1 Ø 1 1 1 1 1 Ø Tabela 15. 11 - Operações com +5, -5, +2 e -2. SAÍDAS DEC BINÁRIO DEC BINÁRIO SELEÇÃO DEC BINÁRIO A A4 A3 A2 A1 B B4 B3 B2 B1 CØ  C4 4 3 2 1 A B C D E F G H J L4 L3 L2 L1 LØ +5 +2 Ø +5 -2 Ø -5 +2 Ø -5 -2 Ø +5 +2 1 +5 -2 1 -5 +2 1 -5 -2 1 Observação: Nos circuitos subtratores/somadores o primeiro bit é destinado a sinal, assim sendo não se deve invadir o local deste bit com bit de magnitude.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 174 15.10 SOMADOR SÉRIE Outro método de se efetuar a soma de números binários de vários bits é através de um somador série. Os números são somados em série, com os bits menos significativos sendo somados primeiro. Após cada soma é gerado S e C. O C é guardado num flip-flop até ser executada a próxima adição. A soma deve ser usada logo que cada bit fica disponível. Um registrador de deslocamento pode ser usado para guardar os bits até que toda a soma tenha sido efetuada. A figura 15.16 mostra o circuito de um somador série. Figura 15. 16 - Somador série. Observação: Na tabela 15.11, C4 deve ser abandonado e quando se tiver 4 = Ø significa um número positivo, porém com 4 = 1, tem-se um número negativo na forma de complemento de dois. Este circuito pode ser estendido para números maiores e é ideal para o uso em computadores onde os números são guardados na memória na forma de complemento de dois e, neste caso, necessitam somente de serem retirados e passados através de um subtrator-somador para se obter os resultados desejados.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 175 15.8.1 FUNCIONAMENTO DO SOMADOR SÉRIE Os dados entram a partir de uma fonte externa, que pode ser uma memória, nos registradores A e B, sendo que em ambos registradores os bits menos significativos ficam a direita. O bit menos significativo de cada registrador é deslocado para o somador. Então, a soma é deslocada para o registrador de soma e os próximos 2 bits menos significativos dos registradores A e B são deslocados para o somador, no mesmo pulso de clock. Se a primeira adição produzir um carry, este é guardado no flip-flop e será uma entrada para o somador durante a próxima adição. 15.11 OVERFLOW E UNDERFLOW NA ARITMÉTICA DO COMPLEMENTO DE 2 Um overflow (ou sobrecarga) ocorre quando o resultado de uma operação aritmética é um número maior do que o registrador pode acomodar. Por outro lado, um underflow ocorre quando o resultado de uma operação aritmética é um número menor do que o registrador pode acomodar. As limitações dos números que podem ser manuseados por um registrador de n bits são: 2n-1 - 1 números positivos e 2n-1 números negativos. Assim sendo, um registrador de 8 bits pode acomodar números entre +127 e -128. Para ilustrar o overflow considere a soma de dois números de 8 bits:  A = (1 Ø 1)1Ø = Ø 1 1 Ø Ø 1 Ø 1 e  B = (1 Ø 4)1Ø = Ø 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø  O resultado é (2Ø5)1Ø = 1 1 Ø Ø 1 1 Ø 1 Infelizmente, quando se opera um registrador de 8 bits com complemento de 2 dispõe-se somente de 7 bits de magnitude, desde que o MSB é destinado à sinalização. Assim 205 está além da capacidade do registrador, já que seriam necessários 9 bits (com o MSB de sinal). Usando registrador de 8 bits, o resultado seria 1 1 0 0 1 1 0 1 na forma de complemento de 2. Isto significa -51, que é um resultado errado. Este fato acontece porque 205 está além da faixa de números que podem ser manuseados por um registrador de 8 bits. 15.8.1 OVERFLOW E UNDERFLOW NA ADIÇÃO Se overflow e underflow podem causar problemas, deve-se construir circuitos para detectar esta condição. As regras para detecção de overflow e underflow na adição são:
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 15 – CIRCUITOS ARITMÉTICOS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 178 15.8.4 EXPERIÊNCIA 8 Utilizando o circuito da experiência 6 (figura 15.15), complete a tabela 15.13 e observe a ocorrência de overflow e underflow. Tabela 15.13 - Exemplos de overflow e underflow. DEC BINÁRIO DEC BINÁRIO SELEÇÃO SAÍDAS DEC BINÁRIO A A4 A3 A2 A1 B B4 B3 B2 B1 CØ  C4 4 3 2 1 A B C D E F G H J L4 L3 L2 L1 LØ -5 +5 Ø  +5 -5 Ø +5 +5 Ø  -5 -5 Ø  -5 -5 1  +5 +5 1 +5 -5 1  -5 +5 1    – Não ocorre overflow nem underflow, pois soma números de sinais diferentes.   – Ocorre overflow, pois o resultado de 5 +5 é um número positivo e a resposta obtida foi um número negativo ( “4” = 1).   – Ocorre underflow, pois o resultado de -5 +5 é um número negativo, e obteve- se um número positivo (“4” = Ø).   – Não ocorre overflow nem underflow, pois se subtrai números de mesmos sinais.   – Ocorre overflow, pois o resultado -5 -5 é um número positivo, e obteve-se um número negativo (“4” = 1).   – Ocorre underflow, pois o resultado de -5 -5 é um número negativo, e o resultado obtido foi positivo (“4” = Ø). 15.12 ARITMÉTICA BCD Para certas aplicações, tais como calculadoras, é vantajoso executar todas as operações, no formato BCD. Isto elimina a necessidade de conversões, porém, infelizmente os circuitos aritméticos obtidos são mais complexos e mais caros do que os circuitos para operações com números binários puros.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s) Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 179 CAPÍTULO 16 - UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU's) 16.1 RESUMO Em circuitos lógicos há necessidade de circuitos que possam executar diversas operações aritméticas tais como: soma, subtração, deslocamento de palavras, comparação de magnitude, geração de funções lógicas e outras. Tais circuitos existem na forma de CI's e são chamados Unidades Aritméticas e Lógicas (ALU's). 16.2 O 74LS181 O 74LS181 é a unidade aritmética e lógica (ALU) básica da série 74. A figura 16.1 mostra o seu lay-out funcional simplificado. O 74LS181 aceita duas palavras de 4 bits, A e B, como entradas de dados e um carry-in, que age como um carry-in invertido durante operações de adição, pois é Ø quando ocorre um carry-in. Figura 16. 1 - Lay-out Simplificado do 74LS181. Há também cinco entradas de controle que determinam as operações a serem executadas sobre as entradas. A entrada modo (mode) determina se a saída é uma função aritmética ou lógica das entradas. O carry-in não afeta as funções lógicas. As 4 linhas de seleção selecionam 1 das 16 possíveis operações aritméticas e lógicas. As saídas do 74LS181 são as saídas dos 4 bits do resultado (saídas F3 F2 F1 FØ), a saída carry-out Cn+4, a saída A = B, e as saídas Geração e Propagação (destinadas a
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s) Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 180 conexões Look AHEAD Carry entre ALU's). As saídas são determinadas de acordo com a tabela funcional, onde deve-se notar que o sinal + significa a função lógica OU e a palavra mais significa a soma das entradas. A vantagem do 74LS181 é que pode executar as operações adição, subtração, deslocamento (uma casa), E, OU, OU Exclusivo, e outras operações sobre as variáveis de entrada, simplesmente mudando-se as entradas de controle, modo e seleção. Na subtração um Carry-out Cn+4 = Ø indica um resultado positivo ou zero e Cn+4 = 1 indica um resultado negativo ou um empréstimo. Se o resultado da operação MENOS for negativo é apresentado como um número de 4 bits na forma de complemento de 2. Por exemplo, se o resultado for -5, as saídas F acusam 1Ø 1 1 e o Carry-out é 1. A tabela 16.1 mostra a funcionalidade de um 74LS181. Tabela 16.1 – funcionalidade de um 74LS181. ATIVO - DADOS ALTO Seleção M = H M = L : Operações Aritméticas S3 S2 S1 SØ Funções Lógicas Cn = H (Sem Carry) Cn = L (Com Carry) L L L L F = A F = A F = A mais 1 L L L H F = A+B F = A + B F = (A+B) mais 1 L L H L F = AB F = A + B F = (A+B) mais 1 L L H H F = Ø F = menos 1 (comp. 2) F = zero L H L L F = AB F = A mais AB F = A mais AB mais 1 L H L H F = B F = (A+B) mais AB F = (A+B) mais AB mais 1 L H H L F = A  B F = A menos B menos 1 F = A menos B L H H H F = AB F = AB menos 1 F = AB H L L L F = A+B F = A mais AB F = A mais AB mais 1 H L L H F = A  B F = A mais B F = A mais B mais 1 H L H L F = B F = (A+B) mais AB F = (A+B) mais AB mais 1 H L H H F = AB F = AB menos 1 F = AB H H L L F = 1 F = A mais A* F = A mais A mais 1 H H L H F = A+B F = (A+B) mais A F = (A+B) mais A mais 1 H H H L F = A+B F = (A+B) mais A F = (A+B) mais A mais 1 H H H H F = A F = A menos 1 F = A (*) Cada bit é deslocado para a próxima posição mais significativa.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s) Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 181 16.2.1 EXPERIÊNCIA 1 16.2.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS181 16.2.1.2 PROCEDIMENTO b) Montar o circuito da figura 16.2.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s) Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 182 Figura 16. 2 - CI 74LS181 c) No circuito da figura 16.2 observar que a palavra de dados A (A3 A2 A1 AØ) foi fixada no valor de 1 Ø 1 Ø e que a palavra de dados B (B3 B2 B1 BØ) foi fixada no valor Ø 1 1 1. d) Utilizando a tabela 16.1, completar a tabela 16.2 para executar a função indicada. Selecionar as operações e verifique o resultado obtido. Tabela 16. 2 - Tabela do Circuito da figura 16.2 SELEÇÃO SAÍDAS Operação S3 S2 S1 SØ M Cn Cn+4 F3 F2 F1 FØ A B C D E F L4 L3 L2 L1 LØ F = A Ø F = B Ø F = A . B Ø  F = A  B Ø F = A + B Ø F = A + B 1 F = A+B mais 1 Ø F = A mais B 1
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s) Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 183 F = A mais B mais 1 Ø  F = A menos 1 1 F = A Ø F = A menos B menos 1 1 F = A menos B Ø e) Em  tem-se apenas operações lógicas, e M = 1. Em  tem-se operações lógicas e aritméticas, e M = Ø. f) Com o auxílio da tabela 16.1, executar outras funções que considerar importante. 16.3 USO DO COMPARADOR DO 74LS181 Considere-se o caso da comparação de dois números positivos A e B e quando se deseja determinar qual deles é o maior. Para isto, coloca-se M = Ø e S3, S2, S1 e SØ = Ø11Ø e Cn = 1. Na tabela de funcionamento do 74LS181 (Tabela 16.1) acha-se "F = A menos B menos 1". Nestas condições, se A > B o bit de sinal de Cn+4 será Ø. No 74LS181 os números negativos são apresentados na forma de complemento de 2; então, se A < B, F será negativo e Cn+4= 1. Se as entradas A e B forem iguais, a saída A = B será 1. A tabela 16.3 mostra como interpretar as magnitudes relativas, dependendo do valor da saída Cn+4. Tabela 16. 3 – Comparador. ENTRADA Cn SAÍDA Cn+4 SIGNIFICADO 1 1 A  B 1 Ø A  B Ø 1 A  B Ø Ø A  B
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s) Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 184 16.2.1 EXPERIÊNCIA 2 16.3.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS83 1 Resistor de 1 K 16.3.1.2 PROCEDIMENTO b) Montar o circuito da figura 16.3 Figura 16. 3 - 74LS181 com Comparador.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 16 – UNIDADES ARITMÉTICAS E LÓGICAS (ALU’s) Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 185 c) Completar a tabela 16.4, observando que S3, S2, S1 e SØ = Ø11Ø e M = Ø selecionam a operação do tipo "A menos B" se Cn = Ø, e "A menos B menos 1" se Cn = 1. Note também que A (A3, A2, A1 e AØ) foi fixado em Ø111 = 710. Tabela 16. 4 - 74LS181 como comparador. ENTRADAS SAÍDAS BINÁRIO DEC BINÁRIO DEC CARRY A3 A2 A1 AØ B3 B2 B1 BØ Cn Cn+ 4 F3 F2 F1 FØ DEC A=B Vcc / Com. E F G H C L4 L3 L2 L1 LØ L7 Ø 1 1 1 +7 Ø 1 Ø Ø +4 1  Ø 1 1 1 +7 Ø 1 Ø 1 +5 1 Ø 1 1 1 +7 Ø 1 1 Ø +6 1  Ø 1 1 1 +7 Ø 1 1 1 +7 1 Ø 1 1 1 +7 Ø 1 Ø Ø +4 Ø Ø 1 1 1 +7 Ø 1 Ø 1 +5 Ø  Ø 1 1 1 +7 Ø 1 1 Ø +6 Ø Ø 1 1 1 +7 Ø 1 1 1 +7 Ø d) Na tabela 16.4, observar que nos itens  e  tem-se Cn = 1, então a saída A = B nos dá informação de comparação. Assim sendo, no item  tem-se A = 7 e B = 7 e a saída (A = B) = 1. Cn e Cn+4 fornecem informações relativas a comparação, assim em 1 a operação selecionada é "A menos B menos 1" pois Cn = 1, e como Cn+4 = Ø conclui-se que A > B (o que está de acordo com a tabela 16.1). Em  Cn = Ø, logo a saída A = B não dá informação de comparação. Tal informação pode ser obtida através dos valores de Cn e Cn+4. Neste caso, como Cn = Ø e Cn+4 = Ø conclui-se da tabela 16.3 que A ≥ B.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 187 CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS 17.1 RESUMO As memórias semicondutoras na forma de CI possibilitaram a substituição das memórias de núcleo, tais como armazenagem em fitas e discos. Estes circuitos podem ser divididos em duas categorias principais: memórias voláteis e memórias não voláteis. Memórias voláteis mantêm seus dados somente enquanto estiverem alimentadas, isto é, a informação é perdida na ausência de alimentação. Entretanto, na grande maioria das aplicações esta limitação não apresenta problemas. O termo genérico para definir este tipo de memória é RAM (Randon Access Memory), memória de acesso aleatório, onde os dados podem ser gravados (escritos), lidos e alterados sem problemas. Em outras situações é imperativo o uso de uma memória não volátil, a qual manterá os seus dados armazenados com ou sem alimentação. Nestes casos, o termo genérico para definir este tipo de memória é ROM (Ready Only Memory), memória somente de leitura. Estas são basicamente usadas nas situações onde as informações armazenadas não são sujeitas a trocas. 17.2 MEMÓRIAS RAM's O mercado de memórias tem proliferado e mais de 3000 circuitos de memória são disponíveis. Consequentemente, em um projeto específico, a escolha de qual componente deve ser usado deve ser feita considerando as características da memória para tal aplicação. Dados relacionados com esta escolha serão: o tamanho da memória, seu consumo de potência, custo, sua velocidade e características de volatilidade. Porque as RAM's perdem seus dados na falta de alimentação, os sistemas necessitarão de baterias de “backup” ou, então, deverão transferir os dados importantes para um meio não volátil, antes de desligar a alimentação. As memórias semicondutoras são construídas, principalmente, de gates bipolares ou gates MOS. Ambos os tipos de memórias guardam suas informações em flip-flops ou em capacitores dentro do CI. As memórias RAM's são divididas em duas categorias: Estáticas e Dinâmicas. Memórias Dinâmicas são dotadas de capacitores internos, para armazenagem dos dados, e necessita de um circuito adicional, denominado circuito de refrescamento (refreshing), para recarga periódica dos dados armazenados. Isto porque existe a tendência natural de descarga dos capacitores com o passar do tempo. Estas memórias são de velocidade moderada, de baixo consumo, de maior capacidade de armazenagem, requerem maior tempo de projeto e têm menor custo por bit devido a sua maior densidade.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 188 Memórias Estáticas guardam suas informações em flip-flops e são de controle mais simplificado, não necessitando de nenhum refrescamento periódico. Neste capítulo serão abordadas as memórias RAM's estáticas. 17.3 ORGANIZAÇÃO DE UMA MEMÓRIA RAM ESTÁTICA Figura 17. 1 - Organização de uma memória RAM ESTÁTICA. Uma memória RAM normalmente tem pinos com as seguintes funções de entradas ou de saídas: 1. M Bits de saída de dados; 2. M bits de entrada de dados; 3. N bits de endereços (para acessar 2N palavras); 4. Entrada(s) de habilitação para leitura/escrita; 5. Entrada de habilitação ou seleção do CHIP. Devido a limitações no tamanho dos CHIPs, memórias de maior capacidade possuem as funções de entrada e saída de dados em um mesmo conjunto de pinos. Quem diz se o dado estará entrando na memória ou saindo da mesma será o comando de leitura/escrita na memória. A maioria das memórias tem saídas em coletor aberto ou em tri-state, para permitir ligação em paralelo das mesmas, a fim de se obter maior capacidade de manuseio de dados. Assim, quando o sinal de habilitação do CHIP não estiver atuando, este componente ficará no estado de alta impedância, onde não se pode escrever na memória
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 189 e nem ler seus conteúdos. Isto significa que a memória estará desconectada dos demais componentes externos. A operação de gravação ou escrita na memória é feita colocando-se os dados nas linhas de entrada, habilitando o CHIP, colocando-se os sinais de endereço da posição desejada e habilitando a escrita na memória. Deste modo, os dados colocados nas linhas de entrada serão escritos na posição selecionada pelas linhas de endereçamento. Deve-se tomar o cuidado com a sequência correta de colocação dos sinais, pois uma alteração nos dados ou nos endereços, enquanto o sinal de escrita estiver habilitado, irá alterar o conteúdo do endereço atual selecionado, apagando o conteúdo anterior. A operação de leitura da memória é feita colocando-se os sinais de endereço da posição que se deseja ler, habilitando a leitura da memória e, finalmente, habilitando o CHIP. Deste modo, a posição de memória selecionada libera seu conteúdo para os pinos correspondentes de saída de dados. A leitura é não destrutiva. Novamente, deve-se tomar o cuidado com o(s) sinal(is) de leitura/escrita para que, durante um processo de leitura da memória, não se faça uma escrita errada na posição selecionada. Normalmente, o(s) sinal(is) de leitura/escrita deve(m) permanecer selecionando leitura; só selecionarão escritas quando tiver certeza de que os outros sinais estão corretamente colocados. 17.4 TEMPOS IMPORTANTES DE MEMÓRIA a) Tempo de Acesso É o tempo requerido para a memória apresentar dados válidos após firmados os sinais de endereço e seleção. b) Tempo de Ciclo ou Tempo de Escrita É o tempo requerido para que o endereço e dados sejam mantidos constantes a fim de se gravar na memória. 17.5 MEMÓRIAS RAM's BIPOLARES E MOS A maioria das memórias são construídas com flip-flops bipolares (TTL) ou MOS. As memórias bipolares são todas estáticas. Tais memórias são muito rápidas e são usadas em sistemas de alta velocidade, exigindo somente uma fonte de +5 volts.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 190 Existem na linha TTL 74 várias memórias RAM, entre as quais pode-se citar a 7481 (16 palavras de 1 bit), a 74LS170 (4 palavras de 4 bits), a 7489 (16 palavras de 4 bits), a 74201 (256 palavras de 1 bit), etc. Estas memórias têm pequena capacidade de armazenagem e, portanto, o custo de produção por bit é alto. Por este motivo, estão deixando de ser produzidas por alguns fabricantes. O aperfeiçoamento da tecnologia MOS possibilitou a construção de memórias estáticas HMOS e HCMOS que possuem características de alta performance relativos a baixo consumo e altas velocidades. A seguir será abordada a memória 6116 (2048 x 8 bits). A memória estática 6116 é uma memória na tecnologia CMOS, contendo 2048 palavras de 8 bits e possuindo baixo consumo, o que possibilita operação com baterias de backup e não requer nenhum circuito de refrescamento. A retenção de dados é garantida para alimentação de até 2 volts no mínimo. Para tal capacidade, esta memória tem 8 pinos (M = 8) para bits de dados, operando como entrada/saída (I/01 até I/08), 11 pinos (N = 11) para endereçamento (AØ até A10) e 3 pinos para operações de controle lógico. Possui as seguintes características: 1. Tempo de acesso de 100 ns/120 ns/150 ns; 2. Corrente de operação no modo normal 70 mA; 3. Corrente de operação no modo standby 50 µA; 4. Retenção de dados para 2 volts; 5. Entradas e saídas diretamente compatíveis com TTL; 6. Única fonte de 5V  10%; 7. Saídas Tri-state; 8. Barramento de entrada e saída comum; 9. Pinagem compatível com memórias EPROM de 16K, por exemplo 2716. A figura 17.2 mostra o lay-out dos pinos da memória 6116.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 191 Figura 17. 2 - Lay-out da memória 6116. A tabela 17.1 mostra o funcionamento da memória 6116. Tabela 17. 1 - Funcionamento para 6116. CS OE WE I/Ø1-8 OPERAÇÃO H X X Alta Impedância Desabilitado L L H Saída Leitura L H L Entrada Escrita L L L Entrada Escrita
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 192 17.6 CONSTRUÇÃO DE MEMÓRIAS MAIORES As experiências 2 e 3 a seguir abordam o caso de construção de memórias maiores. Na experiência 2, tem-se o caso em que é desejado aumentar o número de palavras das memórias, porém mantendo o mesmo número de bits por palavras na memória maior. Já na experiência 3, tem-se o caso em que é mantido o mesmo número de palavras na memória maior e aumentado o número de bits por palavra. A figura 17.4 mostra o diagrama em blocos resumido de uma memória de 4096 palavras de 8 bits, usando duas memórias 6116 de 2048 palavras de 8 bits. A finalidade do CI 74LS155 é operar como decodificador de endereços, ou seja, dependendo do endereço especificado pelo bit mais significativo (MSB), este CI selecionará uma das memórias 6116. Figura 17.3 - Memória de 4096 palavras x 8 bits construída com 2 memórias de 2048 palavras x 8 bits
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 193 17.6.1 EXPERIÊNCIA 1 17.6.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 6116 1 Circuito Integrado 74LS244 1 Circuito Integrado 74LS155 17.6.1.2 PROCEDIMENTO a) Montar o circuito da figura 17.5
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 194 . Figura 17. 4 - Acoplamento de memórias 6116 (2048 x 8 bits) para formar uma memória de 4096 palavras de 8 bits. b) No circuito da figura 17.5, o CI 74LS155 estará habilitando a escrita/leitura nas 16 primeiras posições da memória 6116-Ø, quando F = Ø, ou habilitando a escrita / leitura nas 16 primeiras posições da memória 6116-1, quando F = 1. A operação de leitura/escrita será selecionada pela chave A (Ø = escrita, 1 = leitura). Se todas as linhas de endereçamento fossem usadas, haveria 2048 palavras de 8 bits endereçadas para cada memória, num total de 4096 palavras de 8 bits. 6116 - 1 VCC A10 A9 A8 A7 A6 A5 A4 A3 A2 A1 A0 I/O8 I/O7 I/O6 I/O5 I/O4 I/O3 I/O2 I/O1CS WE 24 19 22 23 1 2 3 4 5 6 7 8 GNDOE 18 21 17 16 15 14 13 11 10 9 1220 A0 I/O1 7 8 GND OE 9 12 20 6116 - 0 VCC A10 A9 A8 A7 A6 A5 A4 A3 A2 A1 I/O8 I/O7 I/O6 I/O5 I/O4 I/O3 I/O2CS WE 24 19 22 23 1 2 3 4 5 6 18 21 17 16 15 14 13 11 10 0 0 0 0 0 0 0 G H I J +5V +5V L0 L1 L2 L3 L4 L5 L6 L7 A VCC 1C 2C 2G GND B 1G 1Y0 1Y1 2Y0 2Y1 13 16 1 15 14 8 3 2 9 10 7 6 F +5V A 2Y4 2Y3 2Y2 2Y1 1Y4 1Y3 1Y2 1Y1 2A4 2A3 2A2 2A1 1A4 1A3 1A2 1A1 74LS244 1G 2G A 181614123 5 7 9 1 19 246811131517 F B C D E A A 1 - LEITURA 0 - ESCRITA 74LS155
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 195 c) Completar a tabela 17.3. Tabela 17. 2 - Tabela para o circuito da figura 17.5. ENDEREÇOS ENTRADAS SAÍDAS COMEN- TÄRIOS A F G H I J B C D E L7 L6 L5 L4 L3 L2 L1 LØ Ø 1 1 1 1 1 1 1 1 Ø Ø 1 1 1 Ø 1 1 1 Ø Ø Ø 1 1 Ø Ø 1 1  Ø Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 1 1 1 Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 1 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 1 1 Ø Ø  1 Ø Ø Ø 1 1 1 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø 1 1 1 1 1 1 Ø Ø Ø Ø X X X X 1 1 Ø Ø Ø 1 X X X X 1 1 Ø Ø 1 1 X X X X  1 1 Ø 1 1 1 X X X X 1 1 1 1 1 1 X X X X 1 Ø 1 1 1 1 X X X X 1 Ø Ø 1 1 1 X X X X 1 Ø Ø Ø 1 1 X X X X  1 Ø Ø Ø Ø 1 X X X X 1 Ø Ø Ø Ø Ø X X X X COMENTÁRIOS: 1) Escrita nas 16 palavras iniciais de 6116-Ø 2) Escrita nas 16 palavras iniciais de 6116-1 3) Leitura das 16 palavras iniciais de 6116-1 4) Leitura das 16 palavras iniciais de 6116-Ø d) Na tabela 17.3, observar que em:   foram feitas operações de escrita em cinco endereços localizados entre as 16 primeiras palavras, o que corresponde ao uso da 6116- Ø.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 196   foram feitas operações de escrita em cinco endereços localizados entre as 16 primeiras palavras da 6116-1.  Nos casos  e , na parte mais significativa dos bytes da memória foi gravados o valor da entrada “F”, conforme mostrado na conexão do 74LS126 “B” da figura 16.5. (ØØØF)   foram lidos os mesmos endereços usados em . As saídas devem ser as mesmas entradas escritas em , com partes mais significativas iguais a ØØØ1.   foram lidos os mesmos endereços usados em . As saídas devem ser as mesmas entradas escritas em , com partes mais significativas iguais a ØØØØ. Observação: os endereços usados nos itens  e  foram escolhidos de forma a evitar corridas. Deve-se obedecer as sequências de mudanças das chaves, conforme experiência anterior. e) O demultiplexador da figura 16.5 permite a construção de uma memória de 8192 palavras de 8 bits, sendo necessárias mais duas memórias 6116. Isto seria possível pelo fato do demultiplexador 74LS155 ainda ter disponíveis as saídas 1Y2, 1Y3, 2Y2 e 2Y3. Neste caso, a entrada “B” do 74LS155 participaria como uma entrada de seleção, ou de endereço. Assim, o mapa de endereçamento deste circuito seria dado pelas linhas AØ até A10 das memórias 6116 conectadas em paralelo e pelas linhas A e B do 74LS155, que seriam responsáveis pela habilitação de uma das quatro memórias existentes, como esquematizado na tabela 17.4 a seguir. Tabela 17. 3 - Mapa de endereços de uma memória de 8192 palavras de 8 bits, construída com 4 x 6116 (2048 x 8 bits). LINHAS DE ENDEREÇAMENTO MEMÓRIA B A A10 A9 A8 A7 A6 A5 A4 A3 A2 A1 AØ SELECIONADA De Até Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 6116-Ø End.ØØØØH até Ø7FFH De Até Ø Ø 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 6116-1 End.Ø8ØØH até ØFFFH De Até 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 6116-2 End.1ØØØH até 17FFH De Até 1 1 1 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø 1 6116-3 End.18ØØH até 1FFFH 17.7 MEMÓRIAS ROM As memórias ROM são pré-gravadas de algum modo ou de forma semi-permanente. Não são gravadas durante a operação normal do dispositivo; o conteúdo de uma ROM não
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 197 muda e é não volátil, isto é, se faltar energia de alimentação o conteúdo não é destruído. As ROM's são usadas para conversões de códigos, memorização de tabelas e para programas de finalidades especiais de controle em computadores. Usualmente, são as ROM's que rodam o programa num microprocessador. Este programa é denominado de programa monitor, ou sistema operacional da máquina. Pode-se classificar as ROM's em: 1) ROM propriamente dita; 2) PROM; 3) EPROM; 4) EAPROM. a) Nas ROM's propriamente ditas, as palavras já são gravadas no processo de fabricação. O usuário não pode mudar o conteúdo da ROM. b) Nas PROM's (ROM's programáveis), o usuário consegue gravar na memória uma única vez. Geralmente, isto é feito através da queima de elos fusíveis na matriz, sendo a programação realizada por equipamentos especiais. c) EPROM's são memórias PROM's apagáveis, em que os conteúdos da memória podem ser apagados e novamente gravados com aparelhagem especial. Geralmente, o apagamento é feito com luz ultravioleta. d) EAPROM's são memórias EPROM's apagáveis eletricamente. Pode-se encarar a ROM como um codificador, no sentido de que para uma única entrada ativada de cada vez há um conjunto de saídas correspondente a esta entrada. A Tabela 17.6 é de um codificador de 4 entradas e 4 saídas. Tabela 17. 4 - Codificador (ROM) de 4 entradas e 4 saídas. ENTRADAS SAÍDAS A B C D S4 S3 S2 S1 Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø 1 1 Ø Ø Ø 1 Ø Ø 1 Ø 1 Ø 1 Ø Ø Ø Ø Ø 1 1 A figura 17.7 mostra o circuito lógico da ROM da tabela 17.6.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 198 Figura 17. 5 - Circuito correspondente a ROM da tabela 17.6 Figura 17. 6 - Memória PROM correspondente a tabela 16.6 No caso da ROM da figura 17.7, tem-se uma memória de 4 palavras e cada palavra de 4 bits. A figura 17.8 mostra a execução deste codificador na forma de PROM com matriz de diodos e elos fusíveis. Se as memórias fossem feitas como a das figuras 17.7 ou 17.8, o número de pinos necessários para endereçar a memória teria de ser igual ao número de palavras endereçadas. Então, não seria possível fazer-se estas memórias na forma de circuitos integrados, os quais têm um número limitado de pinos. A fim de se diminuir o número de entradas de endereçamento, usa-se um circuito chamado decodificador, em que para cada combinação das entradas do decodificador uma única entrada de endereçamento da memória é ativada. A tabela 17.7 é a de um decodificador adequado a memória da figura 17.8. Normalmente, as memórias já vêm com o decodificador incorporado.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 199 Tabela 17. 5 - Decodificador de 2 entradas e 4 saídas. ENTRADAS SAÍDAS E1 E2 A B C D Ø Ø Ø Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø 1 Ø Ø 1 Ø Ø 1 1 1 Ø Ø Ø A figura 17.9 mostra o circuito do decodificador correspondente a tabela 17.7. Finalmente, a figura 17.10 mostra o circuito da memória ROM correspondente a tabela 17.6, com o decodificador incorporado. Figura 17. 7 - Circuito do decodificador correspondente a tabela 17.7 Figura 17. 8 - Circuito da Memória ROM com decodificador incorporado.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 200 17.6.1 EXPERIÊNCIA 4 17.6.1.1 MATERIAL NECESSÁRIO Módulo MTD 2608 2 Circuito Integrado 74LS00 17.6.1.2 PROCEDIMENTO b) Montar o circuito da figura 17.11. Figura 17. 9 - Memória ROM de 4 palavras com 4 bits cada.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 17 – MEMÓRIAS SEMICONDUTORAS Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 201 Tabela 17. 6 - Tabela para o circuito da figura 17.11. ENTRADAS SAÍDAS A B L3 L2 L1 L0 Ø Ø Ø 1 1 Ø 1 1 c) A memória utilizada na figura 18.11, é uma pequena memória ROM construída com Gates “NÃO E”. Tal memória consta de 4 palavras de 4 bits, num total de 16 bits. Na série TTL existem memórias ROM, como exemplo tem-se o 74187 que é uma memória ROM de 256 palavras de 4 bits, tendo 8 linhas de endereços, para selecionar uma das 256 palavras, e 4 saídas para cada palavra. Enquanto o chip estiver habilitado a saída tem o valor dos 4 bits da palavra endereçada. A 74187 é do tipo bipolar e tem tempo de acesso típico de 40ns.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 18 – BUFFER’S Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 203 CAPÍTULO 18 – BUFFER’S 18.1 INTRODUÇÃO Na eletrônica digital, buffer’s ,são circuitos importantes no controle de entrada ou saída de um circuito digital. São mais utilizados em conjunto com microprocessadores ou microcontroladores (circuitos inteligentes). 18.3.19 O BUFFER Uma das características importantes do buffer é de aumentar a capacidade de carga em sua saída do sinal ligado na sua entrada. ou seja, amplificar a corrente e também não permitir de certa forma, que o circuito ligado em sua entrada tenha contado direto com o circuito em sua saída. O buffer faz com que o sinal presente em sua entrada seja o mesmo na sua saída. Sua representação e funcionamento estão detalhados a na figura 18.1: E S E=0 S=0 E=1 S=1 Figura 48.1: funciomento do buffer. Perceba que se o sinal presente na entrada “E” for “0” a saída “S” estará em “0”, se na entrada “E” estiver presente o nível lógico “1”, na saída “S” estará presente o nível “1”.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 18 – BUFFER’S Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 204 18.3.20 BUFFER COM SAÍDA CONTROLADA / TRI-STATE Existe um tipo de buffer que permite o controle de sua saída, este controle é feito por um circuito chamado “tri-state”. O circuito tri-state pode apresentar em sua saída três estados lógicos: “baixo”, “alto” e “alta impedância”. Em outras palavras, o termo “alta impedância” é como se a saída do buffer fosse desconectada ou desligada do circuito. A representação e o funcionamento do buffer tri-state serão detalhados a seguir. E S EN E=0 E=1 S=0 S=1 EN=1 E=0 E=1 S=X S=X EN=0 Figura 18.2: funcionamento do buffer. O pino “E” é a entrada, “S” a saída e o pino “EN” de habilitação (enable). Quando estiver presente o nível lógico “1” no pino “EN”, o nível lógico que estiver presente na entrada “E” será o mesmo na saída “S”. De forma inversa, quando no pino “EN” estiver presente o nível lógico “0”, independente do nível lógico presente na entrada “E”, na saída “S” sempre estará em “X” (alta-impedância, como se a saída “S” estivesse desligada). Se o buffer for do tipo inversor, os níveis lógicos presentes na entrada serão contrários na saída. Geralmente, os buffer’s digitais são formados por um conjunto de vários buffer’s tri-state. Cada entrada e saída dos buffer’s tri-state são ligadas a um pino. Os pinos de habilitação (EN) de cada buffer tri-state são ligados em um único pino permitindo a habilitação simultânea de todos os buffer’s de uma só vez. Na figura a seguir podemos visualizar melhor o buffer digital internamente.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 18 – BUFFER’S Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 205 E1 E2 E3 En S1 S2 S3 Sn EN Figura 18.3: Internamente no buffer digital. O buffer apresentado na figura 18.3 permite a transferência dos sinais presentes na entrada para a saída, mas nunca da saída para a entrada. Este buffer é chamado de “buffer unidirecional”, ou seja, permite o envio dos sinais em apenas uma direção. Existe o buffer “bidirecional” que permite o tráfico dos sinais em qualquer uma das direções. Ele é formado por duas lógicas tri-states ligadas em paralelo, mas com uma diferença: A saída de uma tri-state é ligada com a entrada da outra conforme a figura 18.4. A B EN Figura 18.4: buffer bi-direcional. Dependendo do sinal presente no pino “EN”, o sinal fluirá de “A” para “B” ou de “B” para “A”. Existem também alguns buffer’s com saída tri-state que faz a inversão do nível lógico em sua saída. E S EN Figura 18.5: buffer com saída inversora. A seguir faremos duas experiências para fixarmos os conceitos apresentados anteriormente.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 18 – BUFFER’S Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 206 18.2 OBJETIVO Estudar o buffer’s e Latches na prática. 18.3 PRIMEIRA PARTE – BUFFER 18.3.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS Módulo MTD 2608 1 Circuito Integrado 74LS244 18.3.2 PROCEDIMENTO Na experiência, usamos o Buffer 74LS244, sua pinagem e funcionamento serão detalhados a seguir:
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 18 – BUFFER’S Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 207 2 4 6 8 11 13 15 17 18 16 14 12 9 7 5 3 1 19 74LS244 ENTRADA SAÍDA Figura 18.6: pinagem do buffer 74ls244. Os pinos 2, 4, 6, 8, 11, 13, 15 e 17 são os pinos de entrada do buffer. Os pinos 18, 16, 14, 12, 9, 7, 5 e 3 são os pinos de saída. Os pinos 1 e 19 são de “habilitação” que permitirão a passagem dos dados da entrada para a saída e normalmente são ligados juntos. Quando ocorre um nível lógico “0” nos pinos “1” e “19” os dados são transferidos da entrada para a saída. Ex: se no pino 2 estiver o nível lógico “1”, no pino 18 aparecerá o nível lógico “1”. Este procedimento foi realizado na experiência. Quando colocamos o jumper JP1 nas posições “1” e “2” estamos injetando nível lógico “0” nos pinos 1 e 19. Ao mudarmos a posição das chaves de “A” a “H”, verificamos a mudança nos leds e nos diplay’s. Quando colocamos o jumper JP1 entre as posições “3” e “4” é injetado nível lógico “1” nos pinos 1 e 19 não permitindo mais a passagem dos dados da entrada para a saída. Os pinos de saída ficam em “Alta impedância” ou como se estivessem desligados do circuito, isto pode ser observado no display da ponta de prova indicando o caractere “A” “Aberto” ou “Alta impedância”.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 209 CAPÍTULO 19 – CONVERSOR AD/DA Os conversores, analógico / digital e digital / analógico são circuitos eletrônicos que permitem a comunicação entre circuitos que utilizem apenas sinais analógicos e outros com sinais digitais. Como a maioria dos sistemas de controle é baseada em microprocessadores (circuitos digitais), existe a necessidade de converter sinais analógicos de sensores para que o circuito digital possa compreendê-lo, sendo esta tarefa executada por um conversor A/D. Depois de processado digitalmente, o sinal digital deverá ser novamente convertido em analógico para atuar em dispositivos eletrônicos, o que será feito por um conversor D/A. 19.1 CONVERSOR DIGITAL/ANALÓGICO (D/A) A conversão de sinais digitais para analógicos pode ser feita através de circuitos relativamente simples como ilustrado na Figura 19.119.1 , que mostra uma conversão D/A para quatro bits. A3 A2 A1 A0 VRef (LSB) (MSB) Chaves Analógicas R RF 4R 8R 2R + - e0 Created with Visio Figura 19.1 - Conversor D/A de 4 bits. Neste circuito as chaves analógicas são controladas de modo que se o bit An da entrada digital estiver no nível lógico “1” à chave correspondente está conectando a tensão Vref à entrada, caso contrário estará aterrando a entrada. A tensão “eo“ será dada pela equação:
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 210 REF oF o V AAA A R R e ) 842 ( 12 3  equação 1 onde os coeficientes A3, A2, A1 e A0 somente podem assumir os valores “0” e “1”. Conforme se pode observar, o amplificador operacional é aqui utilizado como somador inversor. REFnnnn F VAAAA R R e ) 2 1 ... 4 1 2 1 ( 013210   equação 2 que é uma equação absolutamente geral. Fazendo RF=1/2 R, a expressão acima se simplifica: REFnnn VAAAe ) 2 1 ... 4 1 2 1 ( 0210   equação 3 o valor mínimo de “e0“ é igual a 0, quando todos os bits da entrada digital estiverem em zero; o valor máximo, quando todos os bits estiverem em “1”, será: REFnmáx VAe ) 2 1 ... 8 1 4 1 2 1 ( 00  equação 4 A expressão entre parênteses representa a soma dos n termos de uma progressão geométrica de razão ½ e termo inicial igual à ½, sendo fácil verificar que: nn 2 1 1) 2 1 ... 8 1 4 1 2 1 (  equação 5 logo, o valor máximo de e0 será: REFmáx Ve ). 2 1 1( 2.0  equação 6
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 211 Como o VREF, neste caso é negativo, temos a expressão final “e0“ com valores positivos como ilustra a Figura 19.519.2, que mostra a variação da tensão de saída em função da tensão de entrada digital de um conversor D/A de 3 bits. entrada digital saida analógica 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 0 1 0 1 0 1 0 1 A2 A1 A0 7/8 |Vref | 3/4 |Vref| 5/8 |Vref | 1/2 |Vref | 3/8 |Vref| 1/4 |Vref | 1/8 |Vref| |e0| Created with Visio Figura 19.5 - Saída Analógica de um D/A de 3 bits. O conversor D/A da Figura 19.519.2 apresenta a desvantagem de que a faixa de valores necessários para os resistores de entrada torna-se muito grande à medida que o número de bits aumenta. Como estes resistores devem ser de precisão, pode ser muito difícil e caro obter todos os valores necessários. Este problema é contornado utilizando na entrada a rede R-2R (BINARY LADDER), que necessita apenas dois valores diferentes de resistores, seja qual for o número de bits da entrada digital. A Figura 19.619.3 mostra o circuito de um conversor D/A para quatro bits utilizando a rede R-2R. Figura 19.6 - Conversor D/A utilizando rede R-2R. Neste circuito, se a entrada digital Na está no nível lógico “1”, a chave analógica correspondente, está na posição 2, caso contrário, está na posição 1. Para compreender o funcionamento do circuito, considere-se A3=”1” e as demais entradas iguais a “0”. Neste
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 212 caso, o circuito equivalente para a parte a esquerda da linha tracejada da Figura 19.619.3 fica como mostrado na Figura 19.719.4. Figura 19.7 - Circuito Equivalente para rede R-2R Circuito equivalente da malha resistiva para A3=”1” e A2=A1=A0=”0”. Aplicando o teorema de Thevenin ao ponto A na Figura 19.719.4, conclui-se que o circuito equivale será uma fonte de tensão de valor VREF/2 em série com uma resistência R. Assim, a tensão de saída neste caso, será: 2 . 3 0 REFF V R R e  Supondo A2=”1” e A3=A1=A0=”0”, o circuito equivalente fica conforme mostrado na Figura 19.819.5 abaixo: Figura 19.8 - Circuito Equivalente para rede 2-2R. O equivalente de Thevenin para o ponto “A” será uma fonte de tensão de valor VREF/4 em série com uma resistência R. A tensão de saída será, neste caso: 4 . 3 0 REFF V R R e 
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 213 Procedendo de maneira semelhante para os demais bits e aplicando o princípio da superposição tem-se a expressão geral da tensão de saída em função das entradas digitais: REF F V AAAA R R e ) 16842 ( 3 0123 0  para n bits tem-se: REFnnn VAAAe ) 2 1 ... 4 1 2 1 0210   a qual se simplifica para: REFnnn VAAAe ) 2 1 ... 4 1 2 1 ( 0210   quando RF=3R. Os conversores utilizados atualmente são circuitos integrados que não necessitam de muitas ligações externas e possuem um mínimo de 8 bits. Quanto maior a quantidade de bits de um conversor melhor será a sua resolução. 19.2 CONVERSOR ANALÓGICO/DIGITAL (A/D) Existem vários tipos de circuitos para sinais analógicos em digitais, apresentaremos a seguir alguns métodos mais comuns. A Figura 19.919.6 ilustra um conversor A/D tipo contador de rampa (RAMP COUNTER A/D CONVERTER).
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 214 Figura 19.9 - Conversor A/D tipo contador de rampa. A conversão tem início com o pulso START, que faz com que o contador vá para zero. A saída do contador é convertida em um nível analógico e comparada com a tensão de entrada. Enquanto a tensão Ea for maior que o valor representado pelas saídas do contador, este recebe os pulsos de clock e vai incrementando sua contagem. No instante em que a tensão Ea fica menor que o valor representado pelas saídas do contador os pulsos de clock para o mesmo são inibidos e a contagem para. O valor presente na saída digital representa o equivalente da tensão analógica de entrada com erro de aproximadamente ½ LSB. Este conversor tem como vantagem a simplicidade, baixo custo e boa precisão, mas tem a desvantagem de ser lento. O tempo de conversão é proporcional ao valor da entrada analógica, sendo mais longo para valores mais altos. Em algumas aplicações onde se quer ter uma velocidade um pouco maior, usa-se um contador progressivo/regressivo obtendo-se o chamado conversor A/D de contador de rampa contínuo (CONTINUOUS RAMP COUNTER A/D CONVERTER), cujo diagrama está ilustrado na Figura 19.1019.7.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 215 Figura 19.10 - Conversor A/D de contador de rampa contínuo. Neste tipo de conversor não há necessidade de um sinal de início de conversão e o contador inicia a contagem partindo do valor anterior. Se a entrada analógica é maior que o valor representado pelas saídas do contador, a contagem é progressiva, caso contrário será regressiva. O conversor está continuamente realizando a conversão e, por isso, a saída fica oscilando em torno do valor final. Quando a velocidade de conversão é o fator mais importante, o tipo mais utilizado é o conversor A/D de aproximação sucessiva (SUCCESSIVE APROXIMATION A/D CONVERTER), cujo diagrama é apresentado na Figura 19.1119.8. Figura 19.11 - Conversor A/D de aproximação sucessiva.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 216 Ao iniciar-se o processo de conversão com o pulso de START, o MSB da saída digital é setado. Se a saída é menor que a entrada analógica, o MSB permanece em “1” e o bit seguinte é setado; caso contrário, o MSB é resetado e o bit seguinte é setado. O processo de comparação descrito acima continua até o LSB. Após este processo o registro de armazenamento contém o equivalente digital da saída analógica. Com este processo é possível conseguir velocidade de conversão de até 100ns por bit. No entanto, o processo mais rápido de conversão, denominado conversão paralela, permite atingir taxas de até 25 MHz para quatro bits. A Figura 19.1219.9 apresenta um conversor A/D paralelo. Como se vê pelo esquema abaixo, neste conversor há 2n-1 comparadores polarizados com uma diferença de um LSB entre si. Para um dado valor de Ea todos os comparadores abaixo deste valor estão em um estado e todos os comparadores vão a um decodificador, pois não estão em código binário. O conversor A/D paralelo tem a vantagem de altíssima velocidade, mas seu uso está limitado a um número pequeno de bits, devido ao grande número de comparadores requeridos. Figura 19.12 - Conversor A/D paralelo.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 217 19.3 PARÂMETROS DOS CONVERSORES D/A E A/D 19.3.1 RESOLUÇÃO É a menor variação analógica que pode ser distinguida por um conversor A/D ou produzida por um conversor D/A. A resolução é o valor analógico do LSB, dado pela tensão máxima de saída, ou tensão de fundo de escala, dividida por 2n, onde n é o número de bits. Por exemplo, se um conversor D/A como o da Figura 19.12 utiliza uma tensão de referência VREF = -10,24V, a tensão de fundo de escala para n = 8 (no bits) é dada por: Ve Ve o REFno 20,10 24,10) 256 1 1() 2 1 1(   e a resolução é: mV e R n o 40 256 20,10 2 max  19.3.2 LINEARIDADE A Figura 19.1319.10, ilustra a curva de transferência ideal de um conversor A/D. A linearidade é definida como o desvio máximo em relação à linha reta traçada entre os pontos extremos da função de transferência, conforme ilustrado na figura. Este parâmetro geralmente vem expresso como uma fração do valor LSB e para um bom conversor deve ser de no máximo ½ LSB.
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 218 Figura 19.13 - Curva de transferência de um conversor A/D de 3 bits. 19.3.3 LINEARIDADE DIFERENCIAL É o desvio máximo do valor real de um bit em relação a seu valor teórico para qualquer bit em toda a escala do conversor. Por exemplo, calculou-se anteriormente que, (para o conversor citado do item 19.3.1), os bits seriam espaçados de 40 mV. Na prática, alguns podem ter 30 mV ou 50 mV, por exemplo. Se a linearidade diferencial é de ½ LSB, isto significa que cada bit pode estar espaçado 1 LSB1/2LSB. 19.3.4 MONOTONICIDADE A monotonicidade significa ter uma saída regular e continuamente crescente para uma entrada regular e continuamente crescente. Isto implica em que um degrau correspondente a um nível de entrada mais elevado não pode estar abaixo de outro correspondente a um nível de entrada menor (ver Figura 19.1319.10). Para que a curva de transferência seja monotônica é necessário que a linearidade diferencial seja menor que 1 LSB. 19.3.5 ERRO DE QUANTIZAÇÃO Em um conversor A/D há um número infinito para a tensão de entrada, mas somente 2n códigos de saída. Assim, haverá um erro inerente ao processo de quantização que deve
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    MÓDULO MTD 2608com CAIXA DE COMPONENTES MANUAL TEÓRICO E PRÁTICO CAPÍTULO 19 – CONVERSORES AD/DA Este Manual tem por objetivo único fornecer as informações necessárias à realização de experiências no equipamento DATAPOOL correspondente. Não é permitido seu uso para quaisquer outras finalidades sem a autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. Não é permitida a reprodução total ou parcial deste Manual, por quaisquer meios, sem autorização expressa da DATAPOOL ELETRÔNICA. 221 Tabela 19.5 - Valores convertidos para analógico ENTRADA DE DADOS SAÍDA A B C D E F G LEITURA DO VOLTÍMETRO 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 1 0 1 0 0 0 1 1 0 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 0 0 0 1 1 1 1 1 1 1 1 c) Observar que o valor da saída do conversor DAC0800 varia conforme as chaves são alteradas, sendo que as chaves têm pesos diferentes, isto é, uma mudança na chave A equivale a uma maior variação na saída do que uma mudança na chave D. d) A tensão de saída depende também da malha de referência do DAC0800. Essa malha é formada por R1, R2 e P2. Perceba que atuando no trimpot P2 a tensão em PT2 é modificada. Consulte a folha de dados do componente no final da apostila para maiores informações.
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