1) A destruição é parte da história e precisamos estar cientes disso. A arte revela o oculto e nos ajuda a ver as sombras da realidade.
2) A arte deve ser agente da destruição para questionar formas de poder, incluindo o poder da própria arte, que é branco, capitalista e patriarcal.
3) A arte deve estar próxima da experiência humana real e do corpo, não do online. Individualidade e liberdade são conceitos problemáticos e precisamos inventar novos caminhos coletivos.