O documento discute como as pessoas "matam" suas mães em diferentes fases da vida ao buscarem independência, mas que mães só morrem quando querem e continuam presentes de diferentes formas. O autor conta como "matou" a mãe aos 7, 14 e 18 anos ao querer independência, mas ela sempre estava lá para apoiá-lo. Somente quando a mãe decidiu, ela morreu de verdade, mostrando que mães são para sempre em nossas vidas.