O documento critica o ditador iraniano Mahmoud Ahmadinejad por oprimir grupos minoritários no Irã, como mulheres e dissidentes, e incentivar o terrorismo. Denuncia que no Irã há apedrejamento de mulheres até a morte por infrações à lei islâmica e que o regime nega o holocausto nazista. Adverte que o Brasil pode seguir rumo semelhante se não refletir sobre a situação dos direitos humanos no Irã.