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AS VINDIMAS NA QUINTA DO BISAVÔ DA LEONORAUTORESCoelhinhos BILUSTRADORESDuarte, Francisco Mateus, Matilde, Leonor, Luís Lourenço e Tomás Palma
Era dia de vindimas na quinta do bisavô da Leonor.  E muitos foram os amigos que se juntaram para ajudar a colher as uvas.
Na adega já se pisavam as uvas, uns com os pés e outros com botas, e cantava-se a canção das vindimas: “Era o vinho meu bem,                   era o vinho.                   Era o vinho, que eu mais adorava…”
Depois das uvas bem pisadas, passou-se o sumo (mosto)  para uma prensa, que apertava bem as uvas. Espremia-as para sair todo o sumo que ainda pudessem ter.
De seguida, o sumo vai para os barris ou barricas. E lá fica por muito tempo e transforma-se em vinho.
Quando o vinho estiver pronto, o bisavô da Leonor passa-o para garrafas (engarrafamento)
e tapa-as muito bem com rolhas de cortiça,
No dia de anos da Leonor, os seus pais deram uma festa e serviram o vinho com bolo de chocolate e bolachas.
FIM