O documento critica a conexão entre o Hamas e ideais de esquerda, argumentando que a verdadeira religião é baseada no estudo da Bíblia, em contraste com as práticas pagãs. Alega que a esquerda ignora ou até apoia a violência do Hamas, comparando suas ações às de regimes comunistas do passado. Enfatiza a necessidade de um entendimento espiritual e político sobre os eventos atuais, afirmando que a batalha é entre o cristianismo e o socialismo terrorista.