O poema descreve as dúvidas de ter ou não filhos, as dificuldades de criá-los como as noites sem dormir e os choros, mas também as alegrias como o cheiro e gosto dos bebês. No final, apesar dos perigos, o autor reconhece o quão lindos os filhos são.
Filhos... Filhos? Melhornão tê-los! Mas se não os temos Como sabê-lo? Se não os temos Que de consulta Quanto silêncio Como os queremos!
3.
Banho de marDiz que é um porrete... Cônjuge voa Transpõe o espaço Engole água Fica salgada Se iodifica Depois, que boa Que morenaço Que a esposa fica! Resultado: filho.
4.
E então começaA aporrinhação: Cocô está branco Cocô está preto Bebe amoníaco Comeu botão.
Filhos são odemo Melhor não tê-los... Mas se não os temos Como sabê-los? Como saber Que macieza Nos seus cabelos Que cheiro morno Na sua carne Que gosto doce Na sua boca!
7.
Chupam gilete Bebemshampoo Ateiam fogo No quarteirão Porém, que coisa Que coisa louca Que coisa linda Que os filhos são!