O documento narra as histórias de vida de Durvalina Gomes de Sá (Durvinha) e Antônio Inácio da Silva (Moreno), dois sobreviventes do cangaço e do bando de Lampião. Eles compartilham suas memórias de infância, experiências no cangaço, a luta pela sobrevivência no sertão e a convivência com a violência da polícia, entre outros aspectos de suas vidas. Além disso, os relatos destacam a transformação sociocultural que viveram ao longo dos anos, afetando suas famílias e comunidades.