O documento discute a natureza "doida" e "santa" das mulheres. A autora argumenta que todas as mulheres são "doidas" de alguma forma, seja por sua vontade de viver plenamente ou por sua busca por amor. Ela também afirma que nenhuma mulher é realmente "santa", apesar de algumas parecerem cansadas da vida. O texto encoraja os homens a apreciarem as qualidades complexas das mulheres em suas vidas.