A DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL
A DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL
A distribuição da população no Planeta, apresenta grandes desigualdades, existindo
áreas densamente populosas e outras que constituem verdadeiros vazios humanos.
• 70% da população ocupa apenas 10% da superfície continental;
• 90% da população vive no HN (devido à maior massa continental)  20º e 60º N;
• cerca de 80% vive no hemisfério oriental e 20% no hemisfério ocidental;
• a costa litoral e as planícies aluviais dos rios, constituem as regiões mais atrativas para a
ocupação populacional;
• as áreas de grande latitude e altitude, e o interior dos continentes, encontram-se
relativamente despovoadas.
Pág. 36
A população não se encontra distribuída de modo igual: existem grandes
contrastes populacionais!
Densidade Populacional – número de habitantes por
unidade de superfície (hab/km2).
A DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL
Fig. A densidade populacional (DP) ou população
relativa no Mundo
A irregularidade na distribuição da população mundial, permite verificar a existência de
ÁREAS ATRATIVAS (densamente povoadas) e de ÁREAS REPULSIVAS (praticamente
vazias).
Regiões Atrativas
Regiões Repulsivas
- áreas que reúnem um conjunto de
fatores (humanos e físicos), que são
favoráveis à fixação da população e ao
desenvolvimento das atividades
económicas.
- áreas que reúnem um conjunto de
fatores (humanos e físicos), que são
adversos à fixação da população.
A DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL
Pág. 36
Fatores
Naturais
Fatores
Humanos
FATORES RESPONSÁVEIS PELA DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO
ATRATIVOS REPULSIVOS
• os climas temperados e tropicais;
• os solos e planícies férteis;
• a abundância de água;
• o litoral baixo e arenoso;
• as vertentes soalheiras (viradas a
Sul);
• as grandes cidades;
• as acessibilidades e numerosas
vias de comunicação;
• o dinamismo económico
(atividades dos setores secundário
e terciário);
• a cultura e o passado histórico.
• os climas frios e desérticos;
• as áreas montanhosas;
• a escassez de água;
• os declives acentuados do relevo;
• as vertentes umbrias (viradas a
Norte) ;
• a falta de emprego nas áreas
rurais;
• os acessos difíceis e a escassez de
vias de comunicação;
• dinamismo económico reduzido;
• guerras civis.
Fig. Áreas de maior
concentração demográfica e
principais vazios humanos.
ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DEMOGRÁFICA E
PRINCIPAIS VAZIOS HUMANOS
 Ásia Oriental.
 Ásia Meridional.
 Europa Ocidental e Central.
 Nordeste dos EUA.
CONCENTRAÇÕES
DEMOGRÁFICAS  América Latina (ex: Sul do
México, sudeste do Brasil e a
região de Buenos Aires);
 África (ex: planície do baixo Nilo
e o litoral do Golfo da Guiné);
 Ásia do Sudeste (ex: a região
de Jacarta).
CONCENTRAÇÕES
SECUNDÁRIAS
Pág. 39
ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DEMOGRÁFICA E
PRINCIPAIS VAZIOS HUMANOS
Pág. 39
ÁSIA ORIENTAL E MERIDIONAL
Fatores que justificam a elevada densidade populacional:
 China; Coreia do Norte e Sul; Filipinas; Índia; Indonésia;
Japão, Paquistão; Tailândia; Sri Lanka; Vietname.
 clima tropical húmido, com abundância de precipitação devido às Monções;
 temperaturas adequadas à vida humana;
 solos férteis e as extensas planícies aluviais e a prática intensiva da rizicultura, que exige
muita mão-de-obra;
 o ainda elevado crescimento natural;
 a expansão da indústria e dos serviços.
A população ocupa sobretudo:
• o litoral sudoeste da Índia e as extensas
planícies dos rios Indo e Ganges;
• o litoral e as planícies aluviais dos rios
Iansequião e Huang-Ho.
Pág. 42
Fatores que justificam a elevada densidade
populacional:
 o clima temperado (temperaturas amenas e
precipitações regulares e mais ou menos bem
distribuídas);
 o relevo geral pouco acentuado (com exceção do
Sul e Escandinávia);
 a existência de boas vias de comunicação, tanto
naturais (rios, canais...), como artificiais (estradas,
caminhos-de-ferro...);
 a abundância de recursos minerais e energéticos;
 o desenvolvimento agrícola e industrial.
A EUROPA OCIDENTAL E CENTRAL
 a maior densidade populacional dá-se no litoral e nas grandes planícies, sobretudo dos
rios Reno e Ruhr.
Pág. 43
Fatores que justificam a elevada densidade
populacional:
 o clima temperado (temperaturas amenas e
precipitações regulares e mais ou menos bem
distribuídas);
 a fertilidade do solo e a existência de
recursos minerais e energéticos;
 o grande desenvolvimento humano, agrícola
e industrial;
 as boas vias de comunicação e transportes;
 a intensa imigração e os antecendentes
históricos (os primeiros colonos europeus
fixaram-se nas planícies litorais próximo do
Atlântico).
 a maior concentração de população na orla dos Grandes Lagos e nas planícies do litoral.
O NORDESTE DOS EUA
Fig. Áreas de maior concentração demográfica e
principais vazios humanos.
ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DEMOGRÁFICA E
PRINCIPAIS VAZIOS HUMANOS
 Regiões polares e subpolares.
 Grandes desertos quentes.
 Grandes florestas húmidas da zona
equatorial.
 Áreas de grande altitude.
VAZIOS HUMANOS
Pág. 39
OS DESERTOS QUENTES
Fatores que justificam a reduzida
densidade populacional:
 as elevadas temperaturas médias
mensais (>20ºC);
 as grandes amplitudes térmicas
diurnas;
 a reduzida precipitação e a pobreza do
solo que inviabilizam a agricultura;
 a violência dos ventos;
 a pouca população existente reside nos
Oásis (espaço com vegetação, devido à
existência de água, no meio de um
deserto).
Sara
Namibe
Calaári
Arábico
Interior
da
Austrália
Pág. 44
Fig. Oásis de Huacachina – Perú (América do Sul)
Fatores que justificam a reduzida
densidade populacional:
 as temperaturas negativas, que se fazem
sentir na maioria dos meses do ano, e a
reduzida luz solar para além dos círculos
polares;
 a reduzida precipitação e quando
ocorre, é em forma de neve;
 a infertilidade e a permanência do solo
sempre gelado.
 as populações que existem, sobrevivem
da pesca, caça e do pastoreio da rena:
• esquimós (Canadá e Gronelândia);
• iacutes (Sibéria);
• lapões (escandinávia);
REGIÕES POLARES E SUBPOLARES
Pág. 44
Alasca
Norte do
Canadá
Gronelândia
Norte da
Escandinávia
Norte da
Rússia
Antártida
 a rarefação do ar;
 a reduzida temperatura devido ao
aumento da altitude;
 a pobreza dos solos (devido ao declive
do terreno, à pouca vegetação e à
cobertura de gelo);
 a morfologia do terreno que dificulta a
prática da agricultura, as acessibilidades
e a construção de vias de comunicação.
 existem populações a viver >4000m de
altitude (pulmões maiores e maior
número de glóbulos vermelhos) 
sobrevivem do pastoreio e do turismo de
inverno.
Fatores que justificam a reduzida
densidade populacional (> 3000m
altitude):
AS GRANDES ÁREAS DE ALTITUDE
Pág. 45
Rochosas
Andes
Himalaias
Fig. Nepal (norte dos Himalaias)
 as elevadas temperaturas registadas ao
longo do ano;
 os elevados valores de precipitação que
levam frequentemente à lixiviação
(lavagem dos solos);
 a acentuada densidade florestal que
dificulta a entrada do Homem e inviabiliza
a prática da agricultura.
 é possível encontrar povos indígenas a
habitar estas áreas (ex: ameríndios na
Amazónia, os pigmeus nas florestas do
Congo).
Fatores que justificam a reduzida
densidade populacional:
AS FLORESTAS HÚMIDAS DAS
REGIÕES EQUATORIAIS
Pág. 45
Amazónia
Bacia
do
Congo Nova
Guiné
Ilhas de
Bornéu
Fig. Porto de Leixões
Fig. Alentejo (interior português)
Exercícios – Manual: pág. 46
TPC / Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 48/49
TPC / Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 48/49
TPC / Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 48/49
TPC / Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 48/49
TPC / Atividade em aula:
MOBILIDADE DA POPULAÇÃO
Esta mobilidade da população designa-se de:
MIGRAÇÃO OU MOVIMENTO MIGRATÓRIO  movimento de pessoas de uma área para outra.
MOBILIDADE DA POPULAÇÃO
Pág. 50
O ser humano sempre se deslocou pelos diferentes territórios, procurando áreas
geográficas mais favoráveis que lhe proporcionem melhores condições de vida, e afastando-se
de outras menos favoráveis. .
Saldo Migratório
A evolução da população de um PAÍS (contrariamente à evolução da população mundial
que depende da natalidade e da mortalidade), depende da diferença da natalidade e da
mortalidade (ou seja, do crescimento natural), mas também da diferença entre a
imigração e a emigração, ou seja, do saldo migratório.
Crescimento Natural
Crescimento Efetivo
Natalidade - Mortalidade Imigração - Emigração
MOBILIDADE DA POPULAÇÃO: CONCEITOS
Pág. 51
CONCEITOS:
IMIGRAÇÃO (I)  entrada de estrangeiros em território nacional, onde fixam
residência por um período mais ou menos longo.
EMIGRAÇÃO (E)  saída de nacionais para um país estrangeiro, onde fixam
residência por um período mais ou menos longo.
SALDO MIGRATÓRIO (SM)  é a diferença entre a Imigração e a Emigração.
SM = I – E
Se I > E = SM positivo Se I < E = SM negativo
CRESCIMENTO EFETIVO (CE)  é a soma do crescimento natural com o saldo
migratório.
CE = CN + SM
TIPOS DE MIGRAÇÕES:
ESPAÇO GEOGRÁFICO
Intercontinentais
(são os movimentos
que se realizam para
países localizados em
diferentes
continentes (ex: de
Portugal para o
Brasil).
Intracontinentais
(são os movimentos
que se realizam
para países
localizados no
mesmo continente
(ex: de Portugal
para França).
Externas ou Internacionais - são as
deslocações que se efetuam para fora do
território nacional.
Internas - são as deslocações que se
efetuam dentro do território
nacional.
Pendulares - são os
movimentos diários
realizados pela
população, entre o local
de trabalho e o local de
residência.
Êxodo rural
(são fluxos
populacionais
das áreas rurais
para as áreas
urbanas).
Êxodo urbano
(são fluxos
populacionais
das áreas
urbanas para as
rurais).
Pág. 53
(Habitualmente distinguem-se
“emigração” e “imigração”).
Permanentes
- quando o emigrante
permanece na região/país de
chegada por um longo
período de tempo ou para
sempre.
(ex: as migrações externas; o
êxodo rural e urbano)
Temporárias
- quando o emigrante permanece na região/país de
chegada por um período de tempo inferior a um ano).
Migrações Sazonais
Laborais - quando durante
vários anos, na mesma altura
do ano, o emigrante se
desloca para trabalhar (ex: a
vindima no Douro; a apanha
da maçã em França, etc..
Turísticas - quando o
indivíduo se desloca,
numa época do ano,
para áreas turísticas e aí
usufruir as suas férias.
TEMPO DE DURAÇÃO
TIPOS DE MIGRAÇÕES:
Pág. 54
Legais
- quando o emigrante
tem autorização de
entrada, permanência
e de trabalho no país
de chegada.
Ilegais ou
Clandestinas
- quando o emigrante
NÃO tem autorização
de entrada,
permanência e de
trabalho no país de
chegada.
Voluntárias
- as deslocações
surgem por
vontade própria.
Forçadas
- as pessoas são obrigadas a
sair da sua casa, região ou país,
por uma questão de
sobrevivência ou segurança
(por ex: catástrofes naturais,
guerras, perseguições políticas
ou religiosas, etc.)
TOMADA DE DECISÃO RELAÇÃO COM A LEI
TIPOS DE MIGRAÇÕES:
Pág. 54
CAUSAS DAS MIGRAÇÕES
A decisão de partida nem sempre é fácil....e muitas são as razões que levam os migrantes
a abandonar o seu lugar de origem.
Pág. 54
CAUSAS ECONÓMICAS
 devido à forte pressão demográfica que se faz sentir nas áreas de menor
desenvolvimento, às elevadas taxas de desemprego e trabalhos mal remunerados - a
busca de melhores condições de vida.
 ex: a deslocação de portugueses em direção à França, Alemanha  após a II Guerra Mundial;
a vinda de milhares de africanos para a Europa;
a vinda para Portugal de imigrantes do Leste (ex: Ucrânia, Moldávia, Eslovénia, Sérvia, etc.).
CAUSAS DAS MIGRAÇÕES:
CAUSAS HUMANITÁRIAS
 devido à inexistência de
liberdade e à repressão de
regimes políticos (há um
desrespeito aos direitos
humanos, à democracia, à
liberdade de expressão...)
 ex: a população cubana
que foge ao seu país e se
refugia nos EUA.
Causas Políticas Causas Naturais
 devido à ocorrência de
catástrofes naturais (ex:
sismos, vulcões, inundações e
secas prolongadas).
Causas Religiosas
- devido às perseguições
religiosas, que originam a
deslocação de milhares de
pessoas, com medo de
represálias e temendo pela
sua vida.
 ex: o povo Judeu durante a
II Guerra Mundial
- devido às rivalidades étnicas,
que afetam particularmente as
minorias ou comunidades mais
fracas, pois são
frequentemente expulsas dos
locais onde habitam.
 ex: perseguições na ex-
Jugoslávia.
- a expulsão dos
ciganos de França pelo
Governo de Sarkozy.
Causas Étnicas
Exercícios – Manual: pág. 52
TPC / Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 53
TPC / Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 55
TPC / Atividade em aula:
CONSEQUÊNCIAS DAS MIGRAÇÕES
Pág. 56
Partem os jovens e adultos, em idade ativa e reprodutiva, maioritariamente masculinos…
Exercícios – Manual: pág. 56
TPC / Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 57
TPC / Atividade em aula:
FICHA nº 9 – Caderno de Atividades
GRANDES CICLOS MIGRATÓRIOS
Pág. 58
Fig. Fluxos dos grandes ciclos migratórios mundiais.
 MIGRAÇÕES FORÇADAS DE ESCRAVOS AFRICANOS
Motivadas pela grande necessidade de
mão-de-obra nas regiões de acolhimento.
Pág. 58
Fig. Fluxos dos grandes ciclos migratórios mundiais.
 MIGRAÇÕES INTERCONTINENTAIS DE POPULAÇÃO EUROPEIA
Motivadas pelo grande crescimento da
população europeia, o que desencadeou a
procura de novos espaços, despovoados e
ricos em recursos naturais.
Pág. 58
Fig. Fluxos dos grandes ciclos migratórios mundiais.
 MIGRAÇÕES PARA A EUROPA E OS EUA, NO PÓS 2ª GUERRA - ANOS 50 E 60
Pág. 58
Fig. Fluxos dos grandes ciclos migratórios mundiais.
 MIGRAÇÕES ATUAIS DOS PED PARA OS PD
Motivadas pelo elevado crescimento
demográfico, a pobreza e o desemprego.
PRINCIPAIS FLUXOS DAS MIGRAÇÕES ATUAIS
Pág. 60
PRINCIPAIS FLUXOS DAS MIGRAÇÕES ATUAIS
Pág. 60
Principais áreas de partida  Ásia, América Latina e Caraíbas, África e Europa Oriental.
Fig. Migrações
internacionais
(2010) e países com
saldo migratório
positivo (previsão
para 2010–2015).
Principais áreas de chegada  Europa Ocidental, América do Norte, Austrália e alguns PED.
 Das regiões menos desenvolvidas
 De Países em Desenvolvimento
 De Países Desenvolvidos
 De Países Desenvolvidos
MIGRAÇÕES EXTERNAS – principais fluxos
 Europa, América do Norte e Austrália
(com trabalhadores de baixa qualificação,
geralmente jovens adultos);
 outros da mesma região (com maior oferta
de emprego, atraindo os jovens e jovens adultos,
ex: Arábia Saudita);
 outros Países Desenvolvidos (com jovens
adultos qualificados, ex: do Leste Europeu rumo à
UE);
 Países em Desenvolvimento (sobretudo
profissionais mais qualificados).
PRINCIPAIS FLUXOS DAS MIGRAÇÕES ATUAIS
Pág. 61
para…
 Nos PED  o êxodo rural, motivado
pela industrialização e pela pobreza rural.
 Nos PD  a tendência de saída de
população das grandes cidades para
áreas da sua periferia – “êxodo urbano”.
MIGRAÇÕES INTERNAS – principais fluxos
PRINCIPAIS FLUXOS DAS MIGRAÇÕES ATUAIS
Pág. 61
 Movimentos Pendulares  nos
PD a tendência de saída de população
das grandes cidades para áreas da sua
periferia, que contribui para a
intensificação dos movimentos
pendulares, cada vez mais complexos e
efetuados a maiores distâncias.
Fig. Evolução da emigração portuguesa.
O número de emigrantes portugueses atinge os valores mais elevados nas décadas de
1960 e 1970.
A emigração portuguesa, acompanhou na intensidade dos fluxos e nos principais
destinos, os grandes ciclos migratórios internacionais.
Pág. 62
Pág. 62
Fig. Principais destinos da emigração
portuguesa no século XX.
Principais destinos:
 Até 1960  Brasil,
Argentina e EUA.
 Depois de 1960 
países europeus, EUA
e Venezuela. Venezuela
Pág. 62
No início do séc. XX, a imigração assumiu grande relevo.
Fig. Evolução da população estrangeira com autorização de residência e vistos de longa duração,
em Portugal, e suas principais origens, por nacionalidade (2011).
Pág. 62
 atenuou a queda da TCN, pelo
aumento da natalidade;
 elevou a taxa de crescimento
migratório, o que se refletiu no
aumento da taxa de crescimento
efetivo;
 aumentou as receitas do Estado
com as contribuições do trabalho.
Efeitos da imigração em Portugal:
Fig. A influência da imigração na TCN da população residente
em Portugal.
Exercícios – Manual: pág. 62
Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 63
Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 64
Atividade em aula:
Exercícios – Manual: pág. 65
Atividade em aula:

Distribuição da Pop. Mundial.pdf

  • 1.
    A DISTRIBUIÇÃO DAPOPULAÇÃO MUNDIAL
  • 2.
    A DISTRIBUIÇÃO DAPOPULAÇÃO MUNDIAL A distribuição da população no Planeta, apresenta grandes desigualdades, existindo áreas densamente populosas e outras que constituem verdadeiros vazios humanos. • 70% da população ocupa apenas 10% da superfície continental; • 90% da população vive no HN (devido à maior massa continental)  20º e 60º N; • cerca de 80% vive no hemisfério oriental e 20% no hemisfério ocidental; • a costa litoral e as planícies aluviais dos rios, constituem as regiões mais atrativas para a ocupação populacional; • as áreas de grande latitude e altitude, e o interior dos continentes, encontram-se relativamente despovoadas. Pág. 36
  • 3.
    A população nãose encontra distribuída de modo igual: existem grandes contrastes populacionais! Densidade Populacional – número de habitantes por unidade de superfície (hab/km2). A DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL
  • 5.
    Fig. A densidadepopulacional (DP) ou população relativa no Mundo
  • 7.
    A irregularidade nadistribuição da população mundial, permite verificar a existência de ÁREAS ATRATIVAS (densamente povoadas) e de ÁREAS REPULSIVAS (praticamente vazias). Regiões Atrativas Regiões Repulsivas - áreas que reúnem um conjunto de fatores (humanos e físicos), que são favoráveis à fixação da população e ao desenvolvimento das atividades económicas. - áreas que reúnem um conjunto de fatores (humanos e físicos), que são adversos à fixação da população. A DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL Pág. 36
  • 8.
    Fatores Naturais Fatores Humanos FATORES RESPONSÁVEIS PELADISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO ATRATIVOS REPULSIVOS • os climas temperados e tropicais; • os solos e planícies férteis; • a abundância de água; • o litoral baixo e arenoso; • as vertentes soalheiras (viradas a Sul); • as grandes cidades; • as acessibilidades e numerosas vias de comunicação; • o dinamismo económico (atividades dos setores secundário e terciário); • a cultura e o passado histórico. • os climas frios e desérticos; • as áreas montanhosas; • a escassez de água; • os declives acentuados do relevo; • as vertentes umbrias (viradas a Norte) ; • a falta de emprego nas áreas rurais; • os acessos difíceis e a escassez de vias de comunicação; • dinamismo económico reduzido; • guerras civis.
  • 9.
    Fig. Áreas demaior concentração demográfica e principais vazios humanos. ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DEMOGRÁFICA E PRINCIPAIS VAZIOS HUMANOS  Ásia Oriental.  Ásia Meridional.  Europa Ocidental e Central.  Nordeste dos EUA. CONCENTRAÇÕES DEMOGRÁFICAS  América Latina (ex: Sul do México, sudeste do Brasil e a região de Buenos Aires);  África (ex: planície do baixo Nilo e o litoral do Golfo da Guiné);  Ásia do Sudeste (ex: a região de Jacarta). CONCENTRAÇÕES SECUNDÁRIAS Pág. 39
  • 10.
    ÁREAS DE MAIORCONCENTRAÇÃO DEMOGRÁFICA E PRINCIPAIS VAZIOS HUMANOS Pág. 39
  • 11.
    ÁSIA ORIENTAL EMERIDIONAL Fatores que justificam a elevada densidade populacional:  China; Coreia do Norte e Sul; Filipinas; Índia; Indonésia; Japão, Paquistão; Tailândia; Sri Lanka; Vietname.  clima tropical húmido, com abundância de precipitação devido às Monções;  temperaturas adequadas à vida humana;  solos férteis e as extensas planícies aluviais e a prática intensiva da rizicultura, que exige muita mão-de-obra;  o ainda elevado crescimento natural;  a expansão da indústria e dos serviços. A população ocupa sobretudo: • o litoral sudoeste da Índia e as extensas planícies dos rios Indo e Ganges; • o litoral e as planícies aluviais dos rios Iansequião e Huang-Ho. Pág. 42
  • 12.
    Fatores que justificama elevada densidade populacional:  o clima temperado (temperaturas amenas e precipitações regulares e mais ou menos bem distribuídas);  o relevo geral pouco acentuado (com exceção do Sul e Escandinávia);  a existência de boas vias de comunicação, tanto naturais (rios, canais...), como artificiais (estradas, caminhos-de-ferro...);  a abundância de recursos minerais e energéticos;  o desenvolvimento agrícola e industrial. A EUROPA OCIDENTAL E CENTRAL  a maior densidade populacional dá-se no litoral e nas grandes planícies, sobretudo dos rios Reno e Ruhr. Pág. 43
  • 13.
    Fatores que justificama elevada densidade populacional:  o clima temperado (temperaturas amenas e precipitações regulares e mais ou menos bem distribuídas);  a fertilidade do solo e a existência de recursos minerais e energéticos;  o grande desenvolvimento humano, agrícola e industrial;  as boas vias de comunicação e transportes;  a intensa imigração e os antecendentes históricos (os primeiros colonos europeus fixaram-se nas planícies litorais próximo do Atlântico).  a maior concentração de população na orla dos Grandes Lagos e nas planícies do litoral. O NORDESTE DOS EUA
  • 14.
    Fig. Áreas demaior concentração demográfica e principais vazios humanos. ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO DEMOGRÁFICA E PRINCIPAIS VAZIOS HUMANOS  Regiões polares e subpolares.  Grandes desertos quentes.  Grandes florestas húmidas da zona equatorial.  Áreas de grande altitude. VAZIOS HUMANOS Pág. 39
  • 15.
    OS DESERTOS QUENTES Fatoresque justificam a reduzida densidade populacional:  as elevadas temperaturas médias mensais (>20ºC);  as grandes amplitudes térmicas diurnas;  a reduzida precipitação e a pobreza do solo que inviabilizam a agricultura;  a violência dos ventos;  a pouca população existente reside nos Oásis (espaço com vegetação, devido à existência de água, no meio de um deserto). Sara Namibe Calaári Arábico Interior da Austrália Pág. 44 Fig. Oásis de Huacachina – Perú (América do Sul)
  • 16.
    Fatores que justificama reduzida densidade populacional:  as temperaturas negativas, que se fazem sentir na maioria dos meses do ano, e a reduzida luz solar para além dos círculos polares;  a reduzida precipitação e quando ocorre, é em forma de neve;  a infertilidade e a permanência do solo sempre gelado.  as populações que existem, sobrevivem da pesca, caça e do pastoreio da rena: • esquimós (Canadá e Gronelândia); • iacutes (Sibéria); • lapões (escandinávia); REGIÕES POLARES E SUBPOLARES Pág. 44 Alasca Norte do Canadá Gronelândia Norte da Escandinávia Norte da Rússia Antártida
  • 17.
     a rarefaçãodo ar;  a reduzida temperatura devido ao aumento da altitude;  a pobreza dos solos (devido ao declive do terreno, à pouca vegetação e à cobertura de gelo);  a morfologia do terreno que dificulta a prática da agricultura, as acessibilidades e a construção de vias de comunicação.  existem populações a viver >4000m de altitude (pulmões maiores e maior número de glóbulos vermelhos)  sobrevivem do pastoreio e do turismo de inverno. Fatores que justificam a reduzida densidade populacional (> 3000m altitude): AS GRANDES ÁREAS DE ALTITUDE Pág. 45 Rochosas Andes Himalaias Fig. Nepal (norte dos Himalaias)
  • 18.
     as elevadastemperaturas registadas ao longo do ano;  os elevados valores de precipitação que levam frequentemente à lixiviação (lavagem dos solos);  a acentuada densidade florestal que dificulta a entrada do Homem e inviabiliza a prática da agricultura.  é possível encontrar povos indígenas a habitar estas áreas (ex: ameríndios na Amazónia, os pigmeus nas florestas do Congo). Fatores que justificam a reduzida densidade populacional: AS FLORESTAS HÚMIDAS DAS REGIÕES EQUATORIAIS Pág. 45 Amazónia Bacia do Congo Nova Guiné Ilhas de Bornéu
  • 20.
    Fig. Porto deLeixões
  • 21.
  • 23.
    Exercícios – Manual:pág. 46 TPC / Atividade em aula:
  • 24.
    Exercícios – Manual:pág. 48/49 TPC / Atividade em aula:
  • 25.
    Exercícios – Manual:pág. 48/49 TPC / Atividade em aula:
  • 26.
    Exercícios – Manual:pág. 48/49 TPC / Atividade em aula:
  • 27.
    Exercícios – Manual:pág. 48/49 TPC / Atividade em aula:
  • 28.
  • 29.
    Esta mobilidade dapopulação designa-se de: MIGRAÇÃO OU MOVIMENTO MIGRATÓRIO  movimento de pessoas de uma área para outra. MOBILIDADE DA POPULAÇÃO Pág. 50 O ser humano sempre se deslocou pelos diferentes territórios, procurando áreas geográficas mais favoráveis que lhe proporcionem melhores condições de vida, e afastando-se de outras menos favoráveis. .
  • 30.
    Saldo Migratório A evoluçãoda população de um PAÍS (contrariamente à evolução da população mundial que depende da natalidade e da mortalidade), depende da diferença da natalidade e da mortalidade (ou seja, do crescimento natural), mas também da diferença entre a imigração e a emigração, ou seja, do saldo migratório. Crescimento Natural Crescimento Efetivo Natalidade - Mortalidade Imigração - Emigração MOBILIDADE DA POPULAÇÃO: CONCEITOS Pág. 51
  • 31.
    CONCEITOS: IMIGRAÇÃO (I) entrada de estrangeiros em território nacional, onde fixam residência por um período mais ou menos longo. EMIGRAÇÃO (E)  saída de nacionais para um país estrangeiro, onde fixam residência por um período mais ou menos longo. SALDO MIGRATÓRIO (SM)  é a diferença entre a Imigração e a Emigração. SM = I – E Se I > E = SM positivo Se I < E = SM negativo CRESCIMENTO EFETIVO (CE)  é a soma do crescimento natural com o saldo migratório. CE = CN + SM
  • 32.
    TIPOS DE MIGRAÇÕES: ESPAÇOGEOGRÁFICO Intercontinentais (são os movimentos que se realizam para países localizados em diferentes continentes (ex: de Portugal para o Brasil). Intracontinentais (são os movimentos que se realizam para países localizados no mesmo continente (ex: de Portugal para França). Externas ou Internacionais - são as deslocações que se efetuam para fora do território nacional. Internas - são as deslocações que se efetuam dentro do território nacional. Pendulares - são os movimentos diários realizados pela população, entre o local de trabalho e o local de residência. Êxodo rural (são fluxos populacionais das áreas rurais para as áreas urbanas). Êxodo urbano (são fluxos populacionais das áreas urbanas para as rurais). Pág. 53 (Habitualmente distinguem-se “emigração” e “imigração”).
  • 33.
    Permanentes - quando oemigrante permanece na região/país de chegada por um longo período de tempo ou para sempre. (ex: as migrações externas; o êxodo rural e urbano) Temporárias - quando o emigrante permanece na região/país de chegada por um período de tempo inferior a um ano). Migrações Sazonais Laborais - quando durante vários anos, na mesma altura do ano, o emigrante se desloca para trabalhar (ex: a vindima no Douro; a apanha da maçã em França, etc.. Turísticas - quando o indivíduo se desloca, numa época do ano, para áreas turísticas e aí usufruir as suas férias. TEMPO DE DURAÇÃO TIPOS DE MIGRAÇÕES: Pág. 54
  • 34.
    Legais - quando oemigrante tem autorização de entrada, permanência e de trabalho no país de chegada. Ilegais ou Clandestinas - quando o emigrante NÃO tem autorização de entrada, permanência e de trabalho no país de chegada. Voluntárias - as deslocações surgem por vontade própria. Forçadas - as pessoas são obrigadas a sair da sua casa, região ou país, por uma questão de sobrevivência ou segurança (por ex: catástrofes naturais, guerras, perseguições políticas ou religiosas, etc.) TOMADA DE DECISÃO RELAÇÃO COM A LEI TIPOS DE MIGRAÇÕES: Pág. 54
  • 35.
    CAUSAS DAS MIGRAÇÕES Adecisão de partida nem sempre é fácil....e muitas são as razões que levam os migrantes a abandonar o seu lugar de origem. Pág. 54 CAUSAS ECONÓMICAS  devido à forte pressão demográfica que se faz sentir nas áreas de menor desenvolvimento, às elevadas taxas de desemprego e trabalhos mal remunerados - a busca de melhores condições de vida.  ex: a deslocação de portugueses em direção à França, Alemanha  após a II Guerra Mundial; a vinda de milhares de africanos para a Europa; a vinda para Portugal de imigrantes do Leste (ex: Ucrânia, Moldávia, Eslovénia, Sérvia, etc.).
  • 36.
    CAUSAS DAS MIGRAÇÕES: CAUSASHUMANITÁRIAS  devido à inexistência de liberdade e à repressão de regimes políticos (há um desrespeito aos direitos humanos, à democracia, à liberdade de expressão...)  ex: a população cubana que foge ao seu país e se refugia nos EUA. Causas Políticas Causas Naturais  devido à ocorrência de catástrofes naturais (ex: sismos, vulcões, inundações e secas prolongadas). Causas Religiosas - devido às perseguições religiosas, que originam a deslocação de milhares de pessoas, com medo de represálias e temendo pela sua vida.  ex: o povo Judeu durante a II Guerra Mundial - devido às rivalidades étnicas, que afetam particularmente as minorias ou comunidades mais fracas, pois são frequentemente expulsas dos locais onde habitam.  ex: perseguições na ex- Jugoslávia. - a expulsão dos ciganos de França pelo Governo de Sarkozy. Causas Étnicas
  • 37.
    Exercícios – Manual:pág. 52 TPC / Atividade em aula:
  • 38.
    Exercícios – Manual:pág. 53 TPC / Atividade em aula:
  • 39.
    Exercícios – Manual:pág. 55 TPC / Atividade em aula:
  • 40.
    CONSEQUÊNCIAS DAS MIGRAÇÕES Pág.56 Partem os jovens e adultos, em idade ativa e reprodutiva, maioritariamente masculinos…
  • 41.
    Exercícios – Manual:pág. 56 TPC / Atividade em aula:
  • 42.
    Exercícios – Manual:pág. 57 TPC / Atividade em aula:
  • 43.
    FICHA nº 9– Caderno de Atividades
  • 44.
    GRANDES CICLOS MIGRATÓRIOS Pág.58 Fig. Fluxos dos grandes ciclos migratórios mundiais.  MIGRAÇÕES FORÇADAS DE ESCRAVOS AFRICANOS Motivadas pela grande necessidade de mão-de-obra nas regiões de acolhimento.
  • 45.
    Pág. 58 Fig. Fluxosdos grandes ciclos migratórios mundiais.  MIGRAÇÕES INTERCONTINENTAIS DE POPULAÇÃO EUROPEIA Motivadas pelo grande crescimento da população europeia, o que desencadeou a procura de novos espaços, despovoados e ricos em recursos naturais.
  • 46.
    Pág. 58 Fig. Fluxosdos grandes ciclos migratórios mundiais.  MIGRAÇÕES PARA A EUROPA E OS EUA, NO PÓS 2ª GUERRA - ANOS 50 E 60
  • 47.
    Pág. 58 Fig. Fluxosdos grandes ciclos migratórios mundiais.  MIGRAÇÕES ATUAIS DOS PED PARA OS PD Motivadas pelo elevado crescimento demográfico, a pobreza e o desemprego.
  • 48.
    PRINCIPAIS FLUXOS DASMIGRAÇÕES ATUAIS Pág. 60
  • 49.
    PRINCIPAIS FLUXOS DASMIGRAÇÕES ATUAIS Pág. 60 Principais áreas de partida  Ásia, América Latina e Caraíbas, África e Europa Oriental. Fig. Migrações internacionais (2010) e países com saldo migratório positivo (previsão para 2010–2015). Principais áreas de chegada  Europa Ocidental, América do Norte, Austrália e alguns PED.
  • 50.
     Das regiõesmenos desenvolvidas  De Países em Desenvolvimento  De Países Desenvolvidos  De Países Desenvolvidos MIGRAÇÕES EXTERNAS – principais fluxos  Europa, América do Norte e Austrália (com trabalhadores de baixa qualificação, geralmente jovens adultos);  outros da mesma região (com maior oferta de emprego, atraindo os jovens e jovens adultos, ex: Arábia Saudita);  outros Países Desenvolvidos (com jovens adultos qualificados, ex: do Leste Europeu rumo à UE);  Países em Desenvolvimento (sobretudo profissionais mais qualificados). PRINCIPAIS FLUXOS DAS MIGRAÇÕES ATUAIS Pág. 61 para…
  • 51.
     Nos PED o êxodo rural, motivado pela industrialização e pela pobreza rural.  Nos PD  a tendência de saída de população das grandes cidades para áreas da sua periferia – “êxodo urbano”. MIGRAÇÕES INTERNAS – principais fluxos PRINCIPAIS FLUXOS DAS MIGRAÇÕES ATUAIS Pág. 61  Movimentos Pendulares  nos PD a tendência de saída de população das grandes cidades para áreas da sua periferia, que contribui para a intensificação dos movimentos pendulares, cada vez mais complexos e efetuados a maiores distâncias.
  • 52.
    Fig. Evolução daemigração portuguesa. O número de emigrantes portugueses atinge os valores mais elevados nas décadas de 1960 e 1970. A emigração portuguesa, acompanhou na intensidade dos fluxos e nos principais destinos, os grandes ciclos migratórios internacionais. Pág. 62
  • 53.
    Pág. 62 Fig. Principaisdestinos da emigração portuguesa no século XX. Principais destinos:  Até 1960  Brasil, Argentina e EUA.  Depois de 1960  países europeus, EUA e Venezuela. Venezuela
  • 54.
    Pág. 62 No iníciodo séc. XX, a imigração assumiu grande relevo. Fig. Evolução da população estrangeira com autorização de residência e vistos de longa duração, em Portugal, e suas principais origens, por nacionalidade (2011).
  • 55.
    Pág. 62  atenuoua queda da TCN, pelo aumento da natalidade;  elevou a taxa de crescimento migratório, o que se refletiu no aumento da taxa de crescimento efetivo;  aumentou as receitas do Estado com as contribuições do trabalho. Efeitos da imigração em Portugal: Fig. A influência da imigração na TCN da população residente em Portugal.
  • 56.
    Exercícios – Manual:pág. 62 Atividade em aula:
  • 57.
    Exercícios – Manual:pág. 63 Atividade em aula:
  • 58.
    Exercícios – Manual:pág. 64 Atividade em aula:
  • 59.
    Exercícios – Manual:pág. 65 Atividade em aula: