O documento apresenta o prólogo de um livro de ficção que descreve a raiva crescente de uma personagem chamada Catarina. Os animais da fazenda começam a evitá-la à medida que sua raiva aumenta. Acredita-se que sua "ruína" também esteja contaminando a fazenda, já que as plantações murcham e adoecem. Catarina passa noites em claro sentada sozinha, segurando um rifle.