COMO SERIA UMA IGREJA-LOCAL DIRIGIDA POR UMA “PASTORA”?
“Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos...Pois mudaram a verdade de
Deus em mentira...” Romanos 1.22,25
“Que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da
verdade.” II Timóteo 3.7
Antes de pensar nesse absurdo, vamos lembrar alguns casos na Bíblia
em que a mulher aparentemente exerceu função de autoridade sobre os
homens de seu tempo:
Débora – Débora viveu no tempo dos juízes em que “cada um fazia
conforme o seu coração” 21.25. A nação carecia de líderes e a lei não era
observada como deveria; o estado de anarquia e insegurança quanto às
obrigações eram patentes.
Débora exercia uma função civil e não religiosa 4.4
Débora reconheceu sua condição de mulher estranhando que
Baraque tenha se omitido em sua liderança natural na luta contra os
cananeus “...Pois a mão de uma mulher o Senhor venderá a Sísera...” 4.9.1
Veja o significado do nome Baraque, Ele não estava fazendo jus ao nome!
No final, o escritor aos Hebreus põe Baraque na galeria dos heróis da fé
Hb 11.32
As mulheres do Novo Testamento mais ainda, não tinham a
pretensão de liderar sobre os homens. Exerciam seus dons espirituais,
principalmente o de Serviço (ministério, diaconia, socorros,...): Evódia,
Sintique; as mulheres que aparecem em Romanos 16 na maioria das vezes
acompanhadas de seus respectivos maridos, em consonância com os
ensinos de I Timóteo 3 e Tito 1.5-16. Mesmo que estivessem sozinhas
(mulheres viúvas ou solteiras; pouco provável que houvessem separadas
ou divorciadas ou recasadas. Assim também no tocante aos homens).
O movimento feminista ao longo da história e, principalmente no sec. XIX
e XX, criou uma cultura de “igualdade” de gêneros, o que é contestado
pelas Escrituras. As diferenças existem e são grandes. A luta para impor a
igualdade de gêneros começou na esfera profissional e nos costumes. “As
mulheres podem exercer as mesmas funções que os homens” diziam e
1
Outra mulher, Jael é quem vai matar a Sísera.
dizem as feministas e os homens que as apoiam2
e na área dos costumes,
a moda unissex veio “suavizar” essas diferenças. A mulher passou a ter
mais liberdade de movimentos, com o uso de calças compridas e
bermudas , que era e ainda é reconhecido pelo mundo ocidental como
roupas tipicamente masculinas3
. Não o contrário: Um homem vestido de
saias logo será visto como homossexual, travesti, ou com desvios morais
profundos ou que passa por um sério problema mental4
. Na luta das
feministas, a roupa feminina era vista como uma afronta às liberdades da
mulher moderna. “Os homens querem nos impor o que devemos vestir”
No próximo artigo abordaremos como seria uma igreja “pastoreada” por
uma mulher...
2
Em parte, isso é verdade. Há muitas funções exercidas pelos homens em que as mulheres as
exercem até com mais perfeição; no entanto, há outras em que a natureza feminina da mulher,
(anatomia do corpo, visão de mundo, uso dos sentidos, a subjetividade, entre outras características
próprias da mulher que a diferenciam dos homens, afinal, Deus nos fez Macho e Femea...) traz
dificuldades no exercício de muitas outras funções. No entanto, o acumulo de funções – as funções
naturais da mulher, mais as funções impostas ás vezes de um modo antinatural, impõe-lhe um fardo
pesado que lhe consomem as energias, como resultado, temos muito mais mulheres sofrendo
problemas cardíacos, stress e depressão que no sec. Passado.
3
Não sou ingênuo para pensar que é possível se desfazer da moda Unissex, entendo que elas
ajudam as mulheres em muitas de suas tarefas que exigem mais liberdade de movimentos; no entanto,
vejo a necessidade de se preservar a feminidade nas mulheres modernas, no uso de roupas tipicamente
femininas (pelo menos no mundo ocidental). Muitas mães se vestem de modo unissex todo o tempo e
seus filhos e filhas nunca a viram vestidas com feminidade. Isso influencia as próximas gerações quanto
às diferenças de sexo! Nossos filhos e principalmente nossas filhas não podem perder de vista este
conceitos... Um ótimo ambiente para se preservar esses valores é o ambiente de culto. Nosso cultos
semanais e dominicais, principalmente os mais formais e mais aberto ao público (onde há indoutos, não
crentes, ect...) ou quando a igreja é representada diante da sociedade nas visitas, nos cultos fora do
templo, ect... Isso transmitiria a sociedade que a igreja mantém costumes saudáveis e não compartilha a
ideia do igualitarismo dos gêneros – “Sim! Há diferença entre homem e mulher, segundo as Escrituras!”
4
É o caso dos crossdressers que são homens, heterossexuais, que gostam de se vestir de mulher.

Como seria uma igreja com pastora

  • 1.
    COMO SERIA UMAIGREJA-LOCAL DIRIGIDA POR UMA “PASTORA”? “Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos...Pois mudaram a verdade de Deus em mentira...” Romanos 1.22,25 “Que aprendem sempre e nunca podem chegar ao conhecimento da verdade.” II Timóteo 3.7 Antes de pensar nesse absurdo, vamos lembrar alguns casos na Bíblia em que a mulher aparentemente exerceu função de autoridade sobre os homens de seu tempo: Débora – Débora viveu no tempo dos juízes em que “cada um fazia conforme o seu coração” 21.25. A nação carecia de líderes e a lei não era observada como deveria; o estado de anarquia e insegurança quanto às obrigações eram patentes. Débora exercia uma função civil e não religiosa 4.4 Débora reconheceu sua condição de mulher estranhando que Baraque tenha se omitido em sua liderança natural na luta contra os cananeus “...Pois a mão de uma mulher o Senhor venderá a Sísera...” 4.9.1 Veja o significado do nome Baraque, Ele não estava fazendo jus ao nome! No final, o escritor aos Hebreus põe Baraque na galeria dos heróis da fé Hb 11.32 As mulheres do Novo Testamento mais ainda, não tinham a pretensão de liderar sobre os homens. Exerciam seus dons espirituais, principalmente o de Serviço (ministério, diaconia, socorros,...): Evódia, Sintique; as mulheres que aparecem em Romanos 16 na maioria das vezes acompanhadas de seus respectivos maridos, em consonância com os ensinos de I Timóteo 3 e Tito 1.5-16. Mesmo que estivessem sozinhas (mulheres viúvas ou solteiras; pouco provável que houvessem separadas ou divorciadas ou recasadas. Assim também no tocante aos homens). O movimento feminista ao longo da história e, principalmente no sec. XIX e XX, criou uma cultura de “igualdade” de gêneros, o que é contestado pelas Escrituras. As diferenças existem e são grandes. A luta para impor a igualdade de gêneros começou na esfera profissional e nos costumes. “As mulheres podem exercer as mesmas funções que os homens” diziam e 1 Outra mulher, Jael é quem vai matar a Sísera.
  • 2.
    dizem as feministase os homens que as apoiam2 e na área dos costumes, a moda unissex veio “suavizar” essas diferenças. A mulher passou a ter mais liberdade de movimentos, com o uso de calças compridas e bermudas , que era e ainda é reconhecido pelo mundo ocidental como roupas tipicamente masculinas3 . Não o contrário: Um homem vestido de saias logo será visto como homossexual, travesti, ou com desvios morais profundos ou que passa por um sério problema mental4 . Na luta das feministas, a roupa feminina era vista como uma afronta às liberdades da mulher moderna. “Os homens querem nos impor o que devemos vestir” No próximo artigo abordaremos como seria uma igreja “pastoreada” por uma mulher... 2 Em parte, isso é verdade. Há muitas funções exercidas pelos homens em que as mulheres as exercem até com mais perfeição; no entanto, há outras em que a natureza feminina da mulher, (anatomia do corpo, visão de mundo, uso dos sentidos, a subjetividade, entre outras características próprias da mulher que a diferenciam dos homens, afinal, Deus nos fez Macho e Femea...) traz dificuldades no exercício de muitas outras funções. No entanto, o acumulo de funções – as funções naturais da mulher, mais as funções impostas ás vezes de um modo antinatural, impõe-lhe um fardo pesado que lhe consomem as energias, como resultado, temos muito mais mulheres sofrendo problemas cardíacos, stress e depressão que no sec. Passado. 3 Não sou ingênuo para pensar que é possível se desfazer da moda Unissex, entendo que elas ajudam as mulheres em muitas de suas tarefas que exigem mais liberdade de movimentos; no entanto, vejo a necessidade de se preservar a feminidade nas mulheres modernas, no uso de roupas tipicamente femininas (pelo menos no mundo ocidental). Muitas mães se vestem de modo unissex todo o tempo e seus filhos e filhas nunca a viram vestidas com feminidade. Isso influencia as próximas gerações quanto às diferenças de sexo! Nossos filhos e principalmente nossas filhas não podem perder de vista este conceitos... Um ótimo ambiente para se preservar esses valores é o ambiente de culto. Nosso cultos semanais e dominicais, principalmente os mais formais e mais aberto ao público (onde há indoutos, não crentes, ect...) ou quando a igreja é representada diante da sociedade nas visitas, nos cultos fora do templo, ect... Isso transmitiria a sociedade que a igreja mantém costumes saudáveis e não compartilha a ideia do igualitarismo dos gêneros – “Sim! Há diferença entre homem e mulher, segundo as Escrituras!” 4 É o caso dos crossdressers que são homens, heterossexuais, que gostam de se vestir de mulher.