O documento discute a inserção de uma música dos Bee Gees em slides de pinturas de Salvador Dalí. O autor argumenta que a combinação inusitada foi inspirada pela tendência de Dalí de cruzar imagens de forma não convencional e que a música romântica pode ser apreciada independentemente de sua letra. Alguns podem questionar a decisão, mas o autor a defende como uma forma de mesclar diferentes épocas e estilos de forma criativa.