Numa casa muito estranhaNuma casa muito estranha
Numa Casa muito estranhaNuma Casa muito estranha
Punha os copos no fogãoPunha os copos no fogão
As panelas na banheiraAs panelas na banheira
Os sapatos nas gavetasOs sapatos nas gavetas
E as meias na frigideiraE as meias na frigideira
Na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,naNa,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na
Na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na
Na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na,na
Escrevia com fios de aguaEscrevia com fios de agua
Varria a casa com com garfosVarria a casa com com garfos
Cozinhava numa cama
E comia no bidé.
Limpava o pó com farinhaLimpava o pó com farinha
Deitava cem gatos na sala.
Dormia na cozinha
 Poesia: Numa casa muito estranhaPoesia: Numa casa muito estranha
 Autor: António MotaAutor: António Mota
 Formador: José António BarataFormador: José António Barata
 Formandas: Ludovina CarneiroFormandas: Ludovina Carneiro
Antonieta Almeida.Antonieta Almeida.

Casa de xocolate