O documento discute a disparidade entre a imagem glamourosa da Índia apresentada pela mídia e a dura realidade vivida pela maioria da população, que enfrenta pobreza extrema, falta de higiene e práticas religiosas controversas. A descrição inclui críticas ao tratamento do rio Ganges, considerado sagrado, mas poluído e usado para rituais de cremação. O texto conclui que a representação da Índia na mídia não reflete a verdade da vida diária dos indianos e levanta questões sobre a verdadeira natureza da religiosidade no país.