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          CADERNO DE NORMAS PARA FORMATAÇÃO DE
TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCCs), DISSERTAÇÕES E TESES




                       PORTO ALEGRE
                            2011
2




                               Reitor
                       Flávio D’Almeida Reis

                      Pró-Reitora de Ensino
                       Laura Coradini Frantz

    Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão
                   Sidnei Renato Silveira

                Diretora de Suporte Acadêmico
                       Ivelone Nagel Reis


       Equipe responsável pela compilação e revisão
                    Ana Glenyr de Godoy
                 Bianca Bischoff de Oliveira
                     Cláudio Maraschin
                    Luciane Alves Santini
                  Robson Ferrão Barcellos

              Consultoria sobre o Microsoft Word
                       Renata de Souza




    Campus Porto Alegre: Rua Orfanotrófio, 555 – Alto Teresópolis
               Porto Alegre/RS – Fone: (51) 3230-3320
        Campus Canoas: Rua Santos Dumont, 888 – Niterói
                  Canoas/RS – Fone: (51) 3464-2045
Site: www.uniritter.edu.br/biblioteca E-mail: biblioteca@uniritter.edu.br
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      Este manual refere-se às normas da ABNT para apresentação gráfica de mo-
nografias, incluindo resumo, sumário, citações, notas de rodapé e referências, a
partir do estudo das NBRs 6023, 6024, 6027, 6028, 10520 e 14724, servindo como
exemplo para elaboração do projeto de TCC.


      Informações sobre capas, sobrecapas, encadernações, quantidade de cópias
e forma de entrega dos Trabalhos de Conclusão de Curso, Dissertações e Teses
devem ser obtidas diretamente com a Coordenação de cada curso.


      Certifique-se de que o trabalho a ser apresentado é em formato de “mo-
nografia”. Caso seja um artigo, utilize o manual Como Elaborar um Artigo Científico:
modelo, disponível no site da Biblioteca, no item “Trabalhos Acadêmicos”.
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                                                      SUMÁRIO


1      INTRODUÇÃO.................................................................................................... 8
2      TRABALHOS ACADÊMICOS ............................................................................ 9
3      CONSIDERAÇÕES INICIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DO TEXTO
       MONOGRÁFICO .............................................................................................. 11
4      APRESENTAÇÃO GRÁFICA........................................................................... 14
4.1 FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE ....................................................... 14
4.2 MARGENS ........................................................................................................ 16
4.3 ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS ................................................................. 16
4.4 PAGINAÇÃO..................................................................................................... 19
4.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA........................................................................ 20
4.6 ILUSTRAÇÕES................................................................................................. 21
4.6.1 Quadros .......................................................................................................... 21
4.6.2 Figuras ............................................................................................................ 22
4.6.3 Esquemas ....................................................................................................... 23
4.6.4 Fluxogramas ................................................................................................... 24
4.6.5 Organogramas................................................................................................ 25
4.6.6 Gráficos........................................................................................................... 26
4.7 TABELAS .......................................................................................................... 27
4.8 ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS ................................ 29
4.8.1 Abreviaturas ................................................................................................... 29
4.8.2 Unidades de medidas e símbolos ................................................................. 29
4.8.3 Equações e fórmulas ..................................................................................... 29
4.8.4 Numerais ......................................................................................................... 30
4.8.5 Porcentagem ................................................................................................... 30
5      ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO ................................................... 31
5.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ......................................................................... 31
5.1.1 Capa UniRitter ................................................................................................ 32
5




5.1.2 Capa ABNT ...................................................................................................... 32
5.1.3 Folha de rosto ................................................................................................. 33
5.1.4 Ficha catalográfica ......................................................................................... 34
5.1.5 Errata ............................................................................................................... 35
5.1.6 Folha de aprovação ........................................................................................ 36
5.1.7 Dedicatória, agradecimentos e epígrafe ...................................................... 37
5.1.8 Resumo na língua vernácula ......................................................................... 38
5.1.9 Resumo em língua estrangeira ..................................................................... 39
5.1.10 Lista de ilustrações ...................................................................................... 40
5.1.11 Lista de tabelas ............................................................................................. 41
5.1.12 Lista de abreviaturas e siglas ...................................................................... 41
5.1.13 Lista de símbolos ......................................................................................... 42
5.1.14 Sumário ......................................................................................................... 42
5.2 ELEMENTOS TEXTUAIS ................................................................................. 43
5.2.1 Introdução....................................................................................................... 44
5.2.2 Desenvolvimento ............................................................................................ 44
5.2.3 Conclusão ....................................................................................................... 44
5.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS......................................................................... 45
5.3.1 Glossário ......................................................................................................... 45
5.3.2 Referências..................................................................................................... 46
5.3.3 Apêndices ....................................................................................................... 47
5.3.4 Anexos ............................................................................................................ 47
5.3.5 Índice ............................................................................................................... 48
6      CITAÇÕES ....................................................................................................... 49
6.1 CITAÇÃO INDIRETA ........................................................................................ 49
6.2 CITAÇÃO DIRETA ............................................................................................ 50
6.3 SISTEMA AUTOR-DATA .................................................................................. 50
6.3.1 Sobrenomes iguais de autores diferentes ................................................... 51
6.3.2 Diversos documentos de mesma autoria ..................................................... 51
6




6.3.3 Citações de diversos autores em uma mesma publicação ........................ 52
6.3.4 Citação indireta .............................................................................................. 52
6.3.5 Citação direta curta ........................................................................................ 52
6.3.6 Citação direta longa ....................................................................................... 53
6.4 SISTEMA DE NOTAS DE REFERÊNCIA (NOTAS DE RODAPÉ) ................... 53
6.4.1 Citação indireta .............................................................................................. 56
6.4.2 Citação direta curta ........................................................................................ 56
6.4.3 Citação direta longa ....................................................................................... 57
6.5 SUPRESSÕES ................................................................................................. 57
6.6 INTERPOLAÇÕES ........................................................................................... 58
6.7 CITAÇÃO DE CITAÇÃO (APUD) ...................................................................... 59
6.8 CITAÇÃO EM RODAPÉ ................................................................................... 61
6.9 TRADUÇÃO EM CITAÇÃO .............................................................................. 61
6.10 CITAÇÕES DE UMA IDEIA COMUM A VÁRIOS AUTORES ........................... 62
6.11 ERROS GRÁFICOS ......................................................................................... 63
7      APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS ......................................................... 65
7.1 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LIVROS.................................................... 69
7.2 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CAPÍTULOS DE LIVROS ........................ 70
7.3 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DISSERTAÇÕES E TESES..................... 70
7.4 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGOS DE PERIÓDICOS ................... 71
7.5 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGO DE JORNAL .............................. 71
7.6 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ENTREVISTAS ........................................ 71
7.7 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PALESTRAS ............................................ 72
7.8 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ANOTAÇÕES DE AULA .......................... 72
7.9 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONGRESSOS E OUTROS EVENTOS
    CIENTÍFICOS CONSIDERADOS NO TODO.................................................... 73
7.10 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRABALHOS PUBLICADOS EM ANAIS
     DE EVENTOS ................................................................................................... 73
7.11 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LEGISLAÇÃO .......................................... 73
7




7.12 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONSTITUIÇÕES ................................... 74
7.13 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CÓDIGOS ................................................ 74
7.14 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VADE-MÉCUNS ...................................... 75
7.15 MODELO DE REFERÊNCIA PARA JURISPRUDÊNCIA ................................. 75
7.16 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PORTARIAS ............................................ 76
7.17 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PARECERES........................................... 76
7.18 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRATADOS INTERNACIONAIS .............. 77
7.19 MODELO DE REFERÊNCIA PARA COMISSÃO PARLAMENTAR DE
     INQUÉRITO (CPI)............................................................................................. 77
7.20 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VERBETES DE DICIONÁRIOS E
     ENCICLOPÉDIAS ............................................................................................. 77
7.21 MODELO DE REFERÊNCIA PARA FITAS DE VÍDEO / DVD / CD .................. 78
7.22 MODELO DE REFERÊNCIA PARA E-MAILS E LISTAS DE DISCUSSÃO ...... 78
7.23 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DESENHOS TÉCNICOS ......................... 78
7.24 MODELO DE REFERÊNCIA PARA EXPOSIÇÕES, FEIRAS ARTÍSTICAS,
     CULTURAIS, E ARQUITETÔNICAS ................................................................ 78
7.25 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PROJETOS DE ARQUITETURA ............. 79
7.26 MODELO DE REFERÊNCIA PARA MAPAS .................................................... 79
8      CONSIDERAÇÕES FINAIS.............................................................................. 80
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 82
APÊNDICE A- Atualizações da NBR 14724 ........................................................... 84
8




1   INTRODUÇÃO



      A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável
pela normalização técnica no País, representando no Brasil a International
Organization for Standardization (ISO). É reconhecido como único Foro Nacional de
Normalização. As normas brasileiras que dizem respeito à documentação e
informação, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros
(ABNT/CB-14) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas
por Comissões de Estudo (ABNT/CE-14:001.01 - Comissão de Estudo de
Documentação), formadas por representantes dos setores envolvidos, dos quais
fazem parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e
outros).
      O objetivo maior da normalização é promover, através da redução da
variedade   de   procedimentos,   meios    eficientes   de   troca   de   informações
(ASSOCIAÇÃO, 2011). No que se refere aos textos acadêmico-científicos, o
estabelecimento de padrões proporciona consistência à apresentação e, portanto,
credibilidade, elementos imprescindíveis à divulgação do saber científico e sua
socialização.
      Através deste manual, o Centro Universitário Ritter dos Reis busca
estabelecer um padrão de qualidade na elaboração e na apresentação da produção
intelectual, envolvendo as monografias (de graduação e especialização, lato e
stricto sensu) defendidas na Instituição, segundo os padrões oficiais de
normalização e adequado à identidade própria do UniRitter.
      A questão da padronização dos trabalhos finais de cursos tem sido motivo de
discussão, e a importância da utilização de normas na apresentação desses
trabalhos nem sempre é vista de uma forma tranquila por parte dos docentes
orientadores e alunos. Todavia, num mundo globalizado e interativo como este, cada
vez mais se observa a necessidade dessa padronização para efetivar intercâmbios e
divulgar trabalhos.
      Por outro lado, a padronização contribui para marcar a identidade institucional
por meio da produção científica gerada, fortalecendo a imagem da Instituição junto
às comunidades onde circulam suas publicações acadêmicas.
9
                                                                                              A




2   TRABALHOS ACADÊMICOS



      A NBR 14724 especifica princípios para a elaboração de trabalhos
acadêmicos, visando a sua apresentação à Instituição (banca, comissão
examinadora), podendo ser aplicada, ao que couber, aos trabalhos intra e
extraclasse da graduação. Essa norma apresenta a seguinte definição para esse
tipo de trabalho:


                    trabalho de conclusão de curso, trabalho de graduação
                    interdisciplinar, trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou
                    aperfeiçoamento
                    documento que apresenta o resultado de estudo, devendo expressar
                    conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente
                    emanado da disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e
                    outros ministrados. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador
                    (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.4)


      No UniRitter, cada curso adota um nome específico para as monografias
apresentadas como requisito parcial para a conclusão do curso. Verifique junto à
Coordenação de seu curso qual denominação deverá ser utilizada.
      A referida norma também apresenta as seguintes definições para dissertação
e tese:
                    dissertação
                    documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou
                    exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem
                    delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar
                    informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o
                    assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a
                    coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção do título de
                    mestre (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.2)
                    [...]
                    tese
                    documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou
                    exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve
                    ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real
                    contribuição para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de
                    um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor, ou similar
                    (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.4)
10




         As regras que determinam o encaminhamento dos trabalhos à Biblioteca
estão detalhadas na Resolução CONSEPE 004-20081.




1
    CENTRO UNIVERSITÁRIO RITTER DOS REIS (UNIRITTER). Resolução nº 04/2008. Porto Alegre,
    2008. Disponível em: <http://tinyurl.com/64ytupb>. Acesso em: 28 abr. 2011.
11




3   CONSIDERAÇÕES INICIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DO TEXTO
    MONOGRÁFICO



       O levantamento bibliográfico é o ponto de partida e uma importante etapa na
elaboração de monografias. Durante a leitura, é fundamental anotar as principais
ideias do autor, assim como os números das páginas onde estas estão descritas, a
fim de fazer citações diretas com todas as informações completas. Fichas com apon-
tamentos de leitura são extremamente úteis, onde devem ser anotadas todas as re-
ferências concernentes ao livro objeto de leitura: o conteúdo, as citações-chave,
análise de juízo e observações (ECO, 2009, p.96).
       Ao selecionar a bibliografia, prefira sempre a utilização de textos originais, evi-
tando a citação de citação (apud). Usa-se apud quando o autor referenciado por al-
guém é muito importante e quando não se tem, efetivamente, acesso direto ao texto
do autor, por se tratar de um livro esgotado ou raro. Em outras palavras, apud deve
ser uma exceção. Trabalhos escritos com muitos apuds denotam falta de qualidade,
revisão bibliográfica malfeita e costumam ser rejeitados.
       O texto científico deve ser redigido de forma impessoal: na terceira pessoa do
singular e na voz passiva.


                           Escrever é um ato social: escrevo para que o leitor aceite aquilo que lhe
                           proponho. Quando muito deve-se procurar evitar o pronome pessoal recor-
                           rendo a expressões mais impessoais, como “cabe, pois, concluir que”, “pa-
                           rece acertado que”, “deverse-ia dizer que”, “é lícito supor que”, “conclui-se
                           daí que”, “ao exame deste texto percebe-se que”, etc. (ECO, 2009, p.122)


       O parágrafo é a unidade do discurso. Em geral, ideias novas compreendem
parágrafos diversos; assim, quando mudar de assunto, mude de parágrafo. O texto
deve apresentar um encadeamento de palavras que façam sentido quando combi-
nadas. A coesão é mantida pela escolha de conetivos adequados.

 Conectivos que podem ser usados para introduzir uma citação
 Na opinião de...                   ...exemplifica...                ...explicita seus pressupostos...
 De acordo com...                   ...quando afirma...              ...alega que...
 Afirma...                          ...conceitua...                  ...caracteriza...
 Para...                            Segundo...                       Como descrito por...
 Na visão de...                     Como caracteriza...              Outro ensinamento de...
                                                                     Em...encontra-se o seguinte
 Do ponto de vista de...            No dizer de...
                                                                     esclarecimento...
12




       Cada parte da monografia deve cumprir seu propósito, apresentando texto
condizente com a seção a que pertence (introdução, desenvolvimento, conclusão).


ERRADO                             CERTO

2 ESTUDO COMPARATIVO               2 ESTUDO COMPARATIVO

2.1 CASO BRASILEIRO                    Neste capítulo será tratado o caso brasileiro...

                                   2.1 CASO BRASILEIRO


       Deve-se cuidar a numeração progressiva, evitando-se abrir subseções únicas,
isto é, para ter uma subseção deve haver ao menos 2 divisões, por exemplo: 2.1
passando direto para 3 sem ter uma divisão 2.2.


                      ERRADO               CERTO
                      2                    2
                      2.1                  2.1
                      2.1.1                2.2
                      3                    3


       Evite o uso excessivo de notas explicativas de rodapé, uma vez que
interrompem a sequência lógica da leitura. Caso necessário, que sejam sucintas.
       Tipos itálicos devem ser utilizados para nomes científicos e palavras ou ex-
pressões em língua estrangeira que ainda não foram absorvidas pela língua verná-
cula. O uso de negrito no texto é pouco recomendado e deve ser usado apenas para
dar destaque a letras ou a palavras quando não for possível destacá-las pela reda-
ção.
       Ao utilizar documentos eletrônicos, certifique-se da fidedignidade da fonte.
Grande parte da informação disponibilizada na Internet não está sujeita a um dos
principais mecanismos de validação utilizados pelas publicações tradicionais: a arbi-
tragem formal por parte de pares (peer-review mechanism). Na medida em que a
qualidade do material disponibilizado não é, nem deve ser, controlada centralmente,
é evidente que coexistem, lado a lado, informações de variável teor, desde as mais
completas e confiáveis até as deliberadamente enviesadas e/ou falsificadas.
13




      Como os documentos eletrônicos rapidamente podem perder seu URL, utilize
para referenciá-los, sempre que possível, o número do Digital Object Identifier (DOI)
ao invés do endereço da página.
      A citação deve levar a conhecer de forma clara o local onde podemos verificar
a opinião transmitida. Portanto, cite de forma clara, não deixando margem para dú-
vidas. As citações devem ser feitas na língua original e a tradução constar em nota
de rodapé com a indicação “tradução nossa” no final do texto. Suas opiniões pesso-
ais devem ser claramente identificadas.
      Não use reticências ou pontos de exclamação. Evite repetições, ecos, cacófa-
tos, adjetivos e advérbios. Seja preciso: expressões como "nem todos", "praticamen-
te todos", "vários deles" podem ser interpretadas de formas diferentes e prejudicam
a compreensão das afirmações.
      Para o título na capa do trabalho, caso opte por não utilizar os dois-pontos pa-
ra separá-lo do subtítulo, utilize, pelo menos, uma diferenciação tipográfica (título em
negrito, subtítulo sem negrito, por exemplo).
      A linguagem científica deve ser clara, objetiva, escrita em ordem direta e com
frases curtas. Lembre-se sempre que textos longos, complexos, com frases retóricas
e palavras incomuns, não demonstram erudição. Ao contrário, indicam que o autor
não sabe escrever.
      Quanto ao número de folhas, não existe padrão definido. Colzani (2006, p.85)
sugere:
      Monografias: entre 60 e 80 folhas
      Dissertações: entre 110 e 180 folhas
      Teses: entre 150 e 250 folhas
14




4     APRESENTAÇÃO GRÁFICA



         A NBR 14724 dispõe que o projeto gráfico da monografia é de
responsabilidade do autor do trabalho, mas apresenta algumas regras quanto ao seu
formato.


4.1    FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE


         Os textos devem ser apresentados em papel branco ou reciclado, formato A4
(21 cm x 29,7 cm), em cor preta ou automática, podendo-se utilizar outras cores
somente nos textos das ilustrações. A fonte utilizada deve ser Arial ou Times New
Roman. Os elementos textuais e pós-textuais podem ser impressos no verso e
anverso das folhas.

Dica Word (versão 2010) – Formate os títulos das seções utilizando o recurso “Estilos”.
Selecione o título de uma seção secundária. Clique na aba Página inicial > Alterar Estilos, na pequena flecha abaixo.
Coloque o cursor em cima do estilo “Seção 2”, por exemplo, e clique no pequeno botão à direita. Clique em “Modificar” e
preencha com a formatação recomendada neste manual para as seções secundárias (caixa-alta, tamanho 12,
alinhadas à esquerda).
Ainda na tela “Modificar”, clique no botão “Formatar” e selecione “Numeração”. Clique em “Definir novo formato de
número”. Digite um número que ocorra nas seções secundárias, como 1.1, por exemplo. Ok.
Não se esqueça de marcar “Atualizar automaticamente” e “Apenas neste documento”. Ok.
Repita essas operações para cada seção. Para as seções primárias, escolha o estilo “Seção 1”. Para as seções
terciárias use “Seção 3” e assim por diante.
Após defini-las, basta selecionar o texto e indicar o estilo correspondente àquela seção.
15




Descrição                              Formatação
                                       Fonte 12. Margem superior 11 cm e esquerda 5
Capa padrão UniRitter*                 cm.
                                       Fonte 12. Texto centralizado.
Capa
                                       Fonte 12. Texto centralizado. Nota alinhada do
Folha de rosto                         meio da mancha para a margem direita.
                                       Fonte 12. Texto centralizado.
Folha de aprovação
                                       Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da
Dedicatória                            mancha para a margem direita, junto à margem
                                       inferior da folha.
                                       Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da
Agradecimentos                         mancha para a margem direita, junto à margem
                                       inferior da folha.
                                       Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da
Epígrafe                               mancha para a margem direita, junto à margem
                                       inferior da folha.
                                       Fonte 12. Espaço simples. Parágrafo único justifi-
Resumo                                 cado. Título centralizado, não numerado.
                                       Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado,
Lista de ilustrações e tabelas         não numerado.
Lista de abreviaturas, siglas E        Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado,
símbolos                               não numerado.
                                       Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado,
Sumário                                não numerado.
                                       Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Espaçamento entre
Corpo do texto                         parágrafos simples ou 1,5 linha.
                                       Fonte 12. Alinhados à esquerda. Numerados a
                                       partir da introdução até a conclusão. Indicativo
Títulos de capítulos                   numérico separado do texto por um espaço de
                                       caractere.
                                       Fonte 12. Inseridas no parágrafo. Citação direta
Citações curtas (até três linhas)      entre aspas, citação indireta sem aspas.
Citações longas (mais de três          Fonte 10. Recuo 4 cm. Espaço simples. Sem as-
linhas)                                pas.
Legenda e fonte das ilustra-           Fonte 10. Legenda na parte superior; identifica-
ções                                   ção da fonte na parte inferior.
                                       Fonte 10. Legenda na parte superior; identifica-
Legenda e fonte das tabelas            ção da fonte na parte inferior.
                                       Fonte 10. Espaço simples. Alinhadas somente à
Notas de rodapé                        esquerda.
                                       Fonte 12. Espaço simples. Separadas por 1 es-
Referências                            paço simples entre elas. Alinhadas somente à
                                       esquerda. Título centralizado, não numerado.
                                       Fonte 12. Identificados por letras. Título centrali-
Apêndice/Anexo                         zado.

* Solicite a capa padrão UniRitter na Secretaria Acadêmica.
Fonte: NBR 14724
16




4.2    MARGENS


         As folhas devem apresentar margem esquerda e superior 3 cm, direita e
inferior 2 cm. Trabalhos a serem encadernados em capa dura deverão prever 1 cm
de medianiz.
         O espaço de digitação criado a partir da formatação das margens é
denominado “mancha”.


Dica Word (versão 2010) – Formate os espaçamentos da margem utilizando o recurso “Configurar Página” >
“Margens”, colocando 3 cm na superior e esquerda e 2 cm na inferior e direita.


Modelo




4.3    ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS


         O texto do corpo do trabalho deve ser alinhado à esquerda e à direita
(justificado), digitado em espaço de 1,5 linha (um e meio), em fonte tamanho 12,
sendo facultativo o uso do espaçamento diferenciado entre os parágrafos.
Optando-se por esse espaçamento, sugere-se que seja de 1,5 linha (um espaço e
17




meio em branco). A mudança de parágrafo deve ser indicada com o recuo de 1,25
cm (1 tab).
        As citações curtas consideram-se corpo do texto, devendo seguir a mesma
formatação deste. Citações longas, notas de rodapé, legendas e fontes de
ilustrações e tabelas devem ser apresentadas em espaço simples, em fonte
tamanho 10. As referências no final do trabalho devem ser alinhadas somente à
margem esquerda, separadas uma das outras por 1 (um) espaço simples; entre as
linhas da mesma referência deve ser usado espaço simples.
        Os títulos principais (seção primária) devem ser separados do texto por 1
(um) espaço de 1,5 linha em branco. Títulos não numerados devem ser
centralizados, títulos numerados devem ser alinhados à esquerda. A numeração
deve ser separada dos títulos ou subtítulos por um espaço de caractere (sem ponto).
        Os títulos principais devem ser alinhados pela margem superior da mancha,
sendo apresentados sempre em nova página. Os subtítulos (seções secundárias,
terciárias, etc.) devem aparecer na sequência do texto (sem iniciar nova página),
separados do texto anterior e posterior por 1 (um) espaço de 1,5 linha em branco.


Dica Word (versão 2010) – Altere o espaçamento entrelinhas em “Parágrafo” > “Espaçamento”, colocando antes e
depois 0 cm e espaçamento entrelinhas “1,5 linha”. Para as citações diretas longas, siga o mesmo procedimento,
colocando espaçamento entrelinhas “Simples”.
18




Modelo




         A NBR 14724 não faz referência ao controle das linhas órfãs e viúvas. Entre-
tanto, elas são consideradas inaceitáveis na diagramação de qualquer publicação. A
linha órfã é a primeira linha de um parágrafo impressa sozinha na parte inferior de
uma página. A linha viúva é a última linha de um parágrafo impressa sozinha na par-
te superior de uma página.
         Se um parágrafo começar com uma única linha numa página (linha viúva), o
começo do parágrafo é mudado para a próxima página e, se um parágrafo terminar
com uma única linha (linha órfã) na página seguinte ao seu começo, a penúltima li-
nha é enviada para aquela página. A mesma regra serve para os títulos das subse-
ções.


Dica word (versão 2010) – Formatação de parágrafo > Quebras de linha e de página > Controle de
linhas órfãs/viúvas.
19




         As indicações de volumes, páginas e edições não devem apresentar espaços
em branco, impedindo, dessa forma, que sejam separadas quando digitadas no final
da linha.

ERRADO                                                      CERTO
p. 15 / v. 5 / 2. ed.                                       p.15 / v.5 / 2.ed.


4.4    PAGINAÇÃO


         Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas
sequencialmente, mas nem todas são numeradas (cf. NBR 6029). A numeração é
colocada a partir da primeira folha da parte textual (não devendo aparecer nas
páginas de seção primária), em algarismos arábicos, em fonte 10. No verso da folha,
o número de página é inserido dentro da margem esquerda superior. No anverso da
folha, o número é inserido na margem direita superior. Todo trabalho deverá ser
numerado, incluindo apêndices e anexos. Utilize as ferramentas do Word através do
recurso “Inserir” > “Número de Páginas”. Oculte as numerações das folhas que
contêm seções primárias inserindo uma forma automática preenchida em branco ou
utilizando o recurso de “quebra de seção”.


Dica Word (versão 2010) – Para inserir número de página, utilize o recurso “Número de página” > “Formatar números
de página”, colocando em “Iniciar em” o número 0, pois o trabalho inicia sua contagem na folha de rosto, e não na capa.
Para inserir uma forma sobre o número a fim de escondê-lo nas páginas de seções primárias, deve-se clicar em “Inserir”
> “Formas” >, selecionar um retângulo e desenhar sobre o número da página >, clicar com o botão direito sobre a forma
e selecionar “Formatar forma” >, preenchimento sólido na cor branca e sem cor de linha.
20




Modelo




4.5   NUMERAÇÃO PROGRESSIVA


         Para hierarquização do trabalho, deve-se utilizar numeração progressiva de
acordo com a NBR 6024, limitando-se a, no máximo, seções quinárias. Os títulos
das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos
de caixa-alta, negrito, itálico ou sublinhado.


1 TÍTULO OU SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 SUBTÍTULO OU SEÇÃO SECUNDÁRIA
1.1.1 Subtítulo ou seção terciária
1.1.1.1 Subtítulo ou seção quaternária
1.1.1.1.1 Subtítulo ou seção quinária
2 TÍTULO OU SEÇÃO PRIMÁRIA

         Sobre a utilização de alíneas:
21




      a)    as divisões enumerativas devem ser indicadas por meio de alíneas;
      b)    o trecho final anterior às alíneas termina com dois-pontos;
      c)    as alíneas são ordenadas alfabeticamente;
      d)    como alternativa ao sistema alfabético, pode-se utilizar os numerais romanos
            em letras minúsculas - x.: (i), (ii), (iii), (iv)...);
      e)    as letras indicativas das alíneas são minúsculas, alinhadas na direção do pa-
            rágrafo, seguidas de sinal de fechamento de parênteses e terminam em pon-
            to e vírgula, exceto a última alínea que termina com ponto-final;
      f)    o texto da alínea começa por letra minúscula (exceto os nomes próprios);
      g)    a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam na direção da
            primeira letra do texto da própria alínea, ou seja, são alinhadas sob a primei-
            ra letra do texto da alínea;
      h)    as alíneas não comportam mais que um período sintático (não existe ponto-
            final no texto da alínea);
      i)    as divisões de alíneas devem ser indicadas por meio de incisos ou subalí-
            neas com hífen;
      j)    as alíneas possuem a mesma entrelinha do texto do trabalho.


4.6        ILUSTRAÇÕES


           Consideram-se        ilustrações:     esquemas,       fluxogramas,   gráficos,   figuras,
quadros, organogramas, fotografias, plantas, mapas. Sua identificação aparece na
parte superior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem
de ocorrência no texto, em algarismos arábicos. A fonte deve ser indicada na parte
inferior, de forma abreviada caso conste na lista de referências ou de forma
completa caso refira-se exclusivamente à ilustração.
           A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho ao qual se
refere. Sua enumeração deve constar de lista pré-texto.


4.6.1 Quadros


           Quadro pressupõe arranjo de palavras ou números dispostos em colunas e
linhas, porém predominantemente preenchidos com palavras, sendo utilizado para
22




dados qualitativos. Na sua formatação, deve-se usar letra e entrelinha menor (fonte
10, espaçamento simples).
         Os quadros devem ser alinhados às margens laterais do texto e, quando
pequenos, centralizados. Usar linhas de delimitação no cabeçalho para definir as
laterais e o limite inferior do quadro.


Modelo

Quadro 1 – Pareceres do CFE e Resoluções do MEC para a área de Comunicação Social




Fonte: MOURA, 2000


4.6.2 Figuras


         Figura é a ilustração gráfica por meio de imagens representadas por
desenhos ou gravuras.
23




Modelo

Figura 4 – Velocidades e suas alterações na passada




Fonte: MCDONALD, 2002


4.6.3 Esquemas


         Esquema é uma figura que dá uma representação muito simplificada e
funcional de um objeto, um movimento, um processo, etc.
24




Modelo

Esquema 1 – Estrutura interna do átomo




Fonte: Departamento de Física, UFSC



4.6.4 Fluxogramas


         Fluxograma é a representação gráfica de um procedimento ou sistema, cujas
etapas ou módulos são ilustrados de forma encadeada por meio de símbolos
geométricos interconectados.
         Os fluxogramas representam todas as etapas que compõem um processo,
baseando-se no raciocínio lógico. Cada símbolo geométrico tem um significado
próprio dentro do processo e deve ser respeitado.
25




Modelo


Figura 5 - Sequência de passos para o removedor de sufixos




Fonte: ORENGO, 2005



4.6.5 Organogramas


         Organograma é um tipo específico de gráfico de uma estrutura hierárquica de
uma organização social complexa, que representa simultaneamente os diferentes
elementos do grupo e suas ligações.
26




Modelo

Figura 6 - Antigo organograma das Agências da Instituição Bancária analisada




Fonte: SOUZA; SOUZA, 2005



4.6.6 Gráficos


         Depois de sintetizados em tabelas, os dados podem ser apresentados em
gráficos com a finalidade de proporcionar uma visão rápida do comportamento do
fenômeno analisado. Serve, pois, para apresentar uma tabela de maneira simples e
interessante, tornando claros os fatos que poderiam passar despercebidos em
dados apenas tabulados.
         Vários tipos de gráficos podem ser elaborados a partir do Excel, cada um para
uma situação diferente. Se um gráfico for definido de forma incorreta, poderá ocorrer
a análise errada de uma situação, causando uma série de interpretações distorcidas.
O uso correto das linhas deve obedecer:


   a) na linha horizontal (X) ou das abscissas, colocam-se os valores da variável
         (escores);
   b) na linha vertical (Y) ou das ordenadas, colocam-se as frequências
         observadas.
27




Modelo

Gráfico 1: Gastos do governo brasileiro e do Banco Mundial em DST e AIDS (1997-2001)




Fonte: THE WORLD BANK GROUP, 2004
Nota: dados trabalhados pelo autor


4.7     TABELAS


         Tabela é uma forma não discursiva de apresentar informações, das quais o
dado numérico se destaca como informação central. A NBR 14724 indica, para
formatação das tabelas, o documento Normas de Apresentação Tabular, do IBGE
(FUNDAÇÃO, 1993).
         O título deve ser colocado na parte superior, precedido da palavra Tabela e
de seu número de ordem em algarismos arábicos. As fontes citadas na construção
de tabelas e notas eventuais aparecem no final da tabela, após o fio (linha) de
fechamento. As colunas externas devem aparecer abertas.
         Deve-se utilizar fios horizontais para separar os títulos das colunas no
cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as
colunas e os fios horizontais para separar as linhas.
         Quando houver transformação dos dados numéricos obtidos na fonte, deve-
se identificar o responsável pela operação em nota geral ou específica.
         Não devem figurar dados em branco:


      a) traço indica dado inexistente;
      b) reticências indicam dado desconhecido;
28




   c)    “zeros” devem ser utilizados quando o dado for menor que a metade da uni-
         dade adotada para a expressão do dado.


         Anteriormente à apresentação, a tabela deve ser mencionada no texto através
da palavra Tabela (com a inicial em maiúsculo), seguida do respectivo número em
arábico.
         Quando muito extensas, as tabelas poderão ser apresentadas em apêndice
(quando elaboradas pelo autor do texto) ou em anexo (quando extraídas de
documento consultado pelo autor).


Modelo

Tabela 1 – Distribuição de rendimento do trabalho e Índice de Gini – Brasil 1960/70/80




Fonte: IBGE, 2004



Modelo

Tabela 2 – Componentes da CTBB em 2005 (em R$ bilhões)




Fonte: IBGE, 2007. Nota: dados trabalhados pelo autor.
29




Modelo

Tabela 3 – Área colhida e previsão de colheita de uvas na Região Metropolitana de Porto Alegre

 Cidade               Área em hectares em 2010                Área em hectares para 2011
 Porto Alegre         7.610                                   8.500
 Viamão               15.621                                  17.000
 Canoas               4.874                                   5.400

Fonte: dados coletados pelo autor




4.8   ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS


         Devem ser utilizados de maneira padronizada e consistente ao longo do texto.


4.8.1 Abreviaturas


         Na primeira vez em que forem mencionadas no texto, as abreviaturas devem
aparecer entre parênteses, precedidas de sua forma por extenso. A partir desta
primeira inserção, poderá ser utilizada apenas a forma abreviada.
         Deverão constar em lista pré-texto.


         No texto: Organização Mundial da Saúde (OMS)
         Na lista: OMS - Organização Mundial da Saúde


4.8.2 Unidades de medidas e símbolos


         Devem    restringir-se     apenas   àqueles    usados    convencionalmente        ou
sancionados pelo uso. Deverão constar em lista pré-texto.


4.8.3 Equações e fórmulas


         Devem ser destacadas no texto e, se necessário, numeradas com algarismos
arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Na sequencia normal do texto, é
30




permitido o uso de uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes,
índices, entre outros).


       X2 + y2 = z2
       (x2 + y2) / 5 = n


4.8.4 Numerais


       Os numerais se escrevem, normalmente, com algarismos arábicos, mas por
extenso nos seguintes casos:


   a) de zero a nove: oito livros, cinco mil, três milhões, etc.;
   b) as dezenas e centenas redondas: trinta, noventa, vinte mil, sessenta milhões,
       etc.;
   c) os números ordinais recebem o mesmo tratamento: segundo, quinto, sexto,
       etc.


       Em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens
ou classes inferiores: 13 mil, mas 13 700 e não 13 mil e setecentos; 247 320 e não
247 mil e trezentos e vinte. Acima do milhar, todavia, é possível recorrer a dois
procedimentos:


   a) aproximação do número fracionário, como em 23,6 milhões;
   b) desdobramento dos dois termos numéricos, como em 23 milhões e 635 mil.


       Números acima de 999 não se separam com ponto. Eles devem ser divididos
por um espaço em branco entre cada três dígitos (ex.: 1 750 livros), exceto no uso
de anos e de numeração de páginas (ex.: ano de 2003; página 1091).
       Artigos 1º ao 9º, do décimo em diante usar art. 10, art. 11. (BRASIL, 1999).


4.8.5 Porcentagem
31




       As porcentagens são sempre indicadas por algarismos, sucedidas do símbolo
próprio: 5%, 70%, 128%, etc. O símbolo % deve figurar junto dos algarismos.
5     ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO



       A NBR 14724 especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos
acadêmicos. O quadro abaixo apresenta os elementos de uma monografia:


Estrutura         Elemento                            Caráter
Pré-textuais      Capa                                Obrigatório
                  Folha de rosto                      Obrigatório
                  Ficha catalográfica                 Opcional
                  Errata                              Opcional
                  Folha de aprovação                  Opcional
                  Dedicatória(s)                      Opcional
                  Agradecimento(s)                    Opcional
                  Epígrafe                            Opcional
                  Resumo na língua vernácula          Obrigatório
                  Resumo em língua estrangeira        Opcional
                  Lista de ilustrações                Opcional
                  Lista de tabelas                    Opcional
                  Lista de abreviaturas e siglas      Opcional
                  Lista de símbolos                   Opcional
                  Sumário                             Obrigatório
Textuais          Introdução                          Obrigatório
                  Desenvolvimento                     Obrigatório
                  Conclusão                           Obrigatório
Pós-textuais      Referências                         Obrigatório
                  Glossário                           Opcional
                  Apêndice(s)                         Opcional
                  Anexo(s)                            Opcional
                  Índice(s)                           Opcional


5.1   ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS


       Elementos pré-textuais são aqueles que antecedem o texto. Contêm
informações que permitem a identificação do trabalho, não devendo constar no
sumário (uma vez que aparecem antes deste) nem receber indicativo de seção (i.e.
não são numerados). Quando couber título, este deverá ser centralizado no topo da
folha, respeitando a margem superior de 3 cm, ou seja, deverá ser inserido na parte
superior da mancha.
32




5.1.1 Capa UniRitter


           Os exemplares que serão encaminhados à banca deverão ter, além da capa
prevista na norma NBR 14724, uma capa adicional, conforme o tipo do trabalho:


           a) Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação: sobrecapa de cartão
              (padrão UniRitter) – nesta capa, deverão constar os seguintes dados: título
              da monografia, nome do graduando, nome do orientador, ano e semestre.
              Para fazer com que os dados apareçam na “janela” do cartão (solicite a
              capa padrão na Secretaria Acadêmica), deve-se formatar as margens da
              seguinte forma: superior 11 cm, direita e esquerda 5 cm. A capa padrão
              UniRitter é um documento à parte, não sendo contada ou paginada no
              trabalho.
              Dica Word (versão 2010) – Formate os espaçamentos da margem utilizando o recurso “Configurar
              Página” > “Margens”, colocando 11 cm na superior e 5 cm na esquerda e na direita.



           b) Teses,      Dissertações         e    Trabalhos         de    Conclusão         de   Curso   de
              Especialização – encadernação em capa dura, na cor preta; nesta
              encadernação deverão constar os seguintes dados: nome da instituição,
              nome do programa de pós-graduação, área de concentração2, nome do
              pós-graduando, título e subtítulo (se houver) do trabalho, cidade e ano.


5.1.2 Capa ABNT


           A capa a qual se refere a NBR 14724 deve ser impressa em papel A4, sendo
parte integrante do trabalho. Nela devem estar impressos:


      a)    logo da Instituição3;

2
    Os logos com o nome da instituição, nome do programa de pós-graduação e a área de
    concentração podem ser usados na encadernação. Alguns estão disponíveis para download no site
    do UniRitter, na seção Comunicação > Identidade Visual > menu à esquerda. Também podem ser
    solicitados nas coordenações dos cursos.
3
    O logo da Instituição encontra-se disponibilizado para download no site do UniRitter, na seção
    Comunicação > Identidade Visual.
33




   b)     nome do autor;
   c)     título da monografia;
   d)     local da Instituição (cidade);
   e)     ano da entrega.


Modelo




5.1.3 Folha de rosto


         A folha de rosto é um elemento de identificação obrigatório. Deve conter os
seguintes elementos essenciais, impressos em uma única face do papel:


   a)     nome do autor;
   b)     título da monografia;
34




   c)     natureza (monografia) e objetivo (grau pretendido); nome da instituição a
          que é submetido; área de concentração;
   d)     nome do professor que orientou o trabalho, com sua respectiva titulação;
   e)     local da Instituição (cidade);
   f)     ano da entrega.


Modelo




5.1.4 Ficha catalográfica


         A ficha catalográfica é a representação de um cartão que traz as informações
fundamentais do documento. Seu objetivo é permitir que a monografia se identifique
por si mesma, visando a sua armazenagem adequada na biblioteca. Deve constar
no verso da folha de rosto, de acordo com a NBR 12899, sendo elaborada
obrigatoriamente por um bibliotecário. No UniRitter, é elemento opcional para as
35




monografias de graduação e especialização. Caso deseje incluí-la em seu trabalho,
solicite pelo e-mail da Biblioteca (biblioteca@uniritter.edu.br), enviando a folha de
rosto, o sumário e o resumo, indicando como assunto Ficha catalográfica – Curso –
Campus (Porto Alegre ou Canoas).


Modelo




5.1.5 Errata


         A errata é um elemento opcional, condicionado à necessidade de retificar
algum aspecto da redação do trabalho. Deve ser utilizada como último recurso,
uma vez que demonstra falta de cuidado na revisão do trabalho. Não são admitidas
erratas para erros como acentuação, pontuação, sumário ou citações mal
elaboradas.
         Deve ser encartada após a folha de rosto. É constituída pela referência do
trabalho e seguida de uma tabela contendo a folha e a linha onde o erro aparece, o
termo errado e o termo corrigido.
36




Modelo




5.1.6 Folha de aprovação


         Deve ser colocada logo após a folha de rosto e assinada pelos componentes
da banca examinadora. Trata-se de um elemento obrigatório para as Teses e
Dissertações, mas opcional para os TCCs (uma vez que, na maioria das vezes, o
aluno não possui informações sobre a composição da banca).
         Nesta folha devem constar:


   a)     nome do autor;
   b)     título por extenso (e subtítulo, se houver);
   c)     local e data de aprovação;
   d)     nome dos membros componentes da banca examinadora e de suas
          respectivas instituições.
37




Modelo




5.1.7 Dedicatória, agradecimentos e epígrafe


         Não são elementos obrigatórios, mas podem ser usados pelo autor caso haja
o desejo de dedicar o trabalho a alguém, fazer algum agradecimento a pessoas que
contribuíram de maneira relevante com o trabalho ou adicionar alguma epígrafe
antes do início do trabalho.
         A epígrafe demonstra erudição do autor, devendo haver ligação entre o
pensamento e o conteúdo de sua obra. (NEGRA; NEGRA, 2004, p.77). Deverá
obedecer à NBR 10520, formato autor-data.
38




Modelos




5.1.8 Resumo na língua vernácula


      Monografias deverão utilizar resumos do tipo “informativo”, conforme a NBR
6028. Este tipo de resumo fornece informações suficientes para que o leitor possa
decidir sobre a conveniência da leitura do texto.
      O resumo deve expor as finalidades, a metodologia, os resultados e as
conclusões. A mesma norma recomenda que para monografias o resumo tenha
extensão de 150 a 500 palavras.. A NBR 6028 recomenda a utilização de parágrafo
único sem recuo e justificado. Dependendo do tamanho do resumo, recomenda-se
usar o espaçamento simples entrelinhas com o objetivo de manter todo o texto em
uma única página.
      Deve-se utilizar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular.
Resumos não devem conter citações. No final do resumo, separado por um espaço
de 1,5 linha em branco, devem constar as palavras-chave representativas do
conteúdo do trabalho, separadas entre si por um ponto. Sugere-se o número mínimo
de três e o máximo de cinco palavras, retiradas preferencialmente do título ou do
resumo. Ao escolher as palavras-chave, lembre-se que elas são fundamentais na
indexação e, portanto, na recuperação do trabalho nas bibliotecas.
39




Modelo




5.1.9 Resumo em língua estrangeira


         Trata-se da versão do resumo em idioma de divulgação internacional. Deve
ser a tradução literal do resumo em português e apresentar palavras-chave logo
abaixo do texto. Deverá ser escolhida apenas uma das seguintes línguas para
elaboração do resumo em língua estrangeira: inglês, espanhol ou francês.
         Para as monografias de graduação, o resumo em língua estrangeira é
opcional. Desejando incluí-lo, apresente um texto adequadamente redigido, jamais
utilize traduções automáticas.
40




Modelo




5.1.10 Lista de ilustrações


         A lista de ilustrações deve ser elaborada de acordo com a ordem em que
aparece no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado
do   respectivo     número     da    página.     Consideram-se   ilustrações:   esquemas,
fluxogramas, gráficos, figuras, quadros, organogramas, fotografias, plantas e mapas.
Recomenda-se a elaboração de uma lista para cada tipo de ilustração. A lista de
ilustrações torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar número
considerável de ilustrações (mais de três).


Dois gráficos                                    Sem lista de gráficos
Um gráfico e um quadro                           Sem lista de ilustrações
Um gráfico, um quadro e um organograma           LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Três gráficos                                    LISTA DE GRÁFICOS
Dois gráficos, uma fotografia e uma planta       LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Três gráficos, uma fotografia e uma planta       LISTA DE ILUSTRAÇÕES
Três gráficos, três fotografias e três plantas   LISTA DE GRÁFICOS, LISTA DE
                                                 FOTOGRAFIAS, LISTA DE PLANTAS
Sete mapas, três fotografias e 14 plantas        LISTA DE MAPAS, LISTA DE
                                                 FOTOGRAFIAS, LISTA DE PLANTAS
41




Modelo




5.1.11 Lista de tabelas


         A lista de tabelas deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparece
no texto, com cada item designado por seu nome específico, seguido do respectivo
número da página. A lista de tabelas torna-se elemento obrigatório quando o
trabalho apresentar número considerável de tabelas (mais de três).


5.1.12 Lista de abreviaturas e siglas


         Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas usadas no texto,
seguidas das palavras ou expressões correspondentes, por extenso. A lista de
abreviaturas e siglas torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar
número considerável de siglas ou abreviaturas (mais de três).
42




5.1.13 Lista de símbolos


          A lista de símbolos deve ser elaborada de acordo com a ordem em que
aparece no texto, com o devido significado. Torna-se elemento obrigatório quando o
trabalho apresentar número considerável de símbolos (mais de três).


5.1.14 Sumário


          O sumário consiste na enumeração das divisões e subdivisões de um
trabalho, apresentada na mesma ordem e grafia em que os temas sucedem-se
(NBR 6027). Não se deve confundir sumário com índice, pois o índice é a lista de
entradas ordenadas seguindo determinado critério (NBR 6034), normalmente
alfabético4.
          Para hierarquização do trabalho e, portanto, do sumário, deve-se utilizar
numeração progressiva, de acordo com a NBR 6024, limitando-se a, no máximo,
seções quinárias. Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se
racionalmente os recursos de caixa-alta/baixa, negrito, itálico ou sublinhado.
          A mesma estrutura de seções e subseções apresentada no decorrer do
trabalho deverá estar contemplada no sumário, que deverá apresentar-se,
preferencialmente, em uma única página.
          Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. Já os elementos
pós-textuais devem constar no sumário.


Dica Word (versão 2010) – Sugere-se a formatação do sumário através da utilização do recurso “Estilos” para os títulos
das seções e, após, a ferramenta “Referências” > “Sumário”.


Dica Word (versão 2010) 2 – Caso não utilize a criação de estilos, o Sumário pode ser inserido criando-se uma tabela.
“Inserir” > “Tabela” > criar duas colunas e o número necessário de linhas >, utilizar a régua para ajustar as colunas de
forma que a coluna da direita (onde vão as páginas) fique bem menor que a da esquerda (onde vão os títulos) >, digitar

4
    Segundo o prof. Antônio Houaiss, "índices, stricto sensu, são sempre alfabéticos, enquanto as tábuas
    [sumário] só serão por acaso, porque o princípio que as informa é o da estruturação orgânica da obra".
    HOUAISS, A. Elementos de bibliologia. Rio de Janeiro: INL, 1967. p.xvii.
43




os títulos e as páginas correspondentes dentro das colunas e linhas (cada seção em uma linha da tabela) >, após cada
título, dê um espaço e insira o pontilhado até o limite final da coluna, encostando na coluna da página > no final, para que
as linhas da tabela não apareçam, clique com o botão direito sobre ela e acesse “Bordas e sombreamento” > “Bordas” >
marque “Nenhuma” borda.


Modelo




5.2    ELEMENTOS TEXTUAIS


         São considerados elementos textuais pela NBR 14724 a introdução, o
desenvolvimento e a conclusão. As seções relativas aos elementos textuais deverão
ser numeradas, sendo a introdução a primeira da numeração progressiva que guiará
o restante do trabalho.
44




5.2.1 Introdução


      A introdução é a parte inicial do trabalho, é o momento de apresentar
resumidamente os temas abordados ao longo do texto. Sugere-se que a introdução
ocupe em torno de 1/5 do texto e que apresente os objetivos do trabalho e as razões
de sua elaboração, bem como a relação com outros trabalhos existentes.
      O texto da introdução não deve repetir ou parafrasear o resumo nem
antecipar as conclusões, mas pode apresentar a natureza do trabalho, a justificativa,
os objetivos, o tema proposto e outros elementos para situar o trabalho.


5.2.2 Desenvolvimento


      O desenvolvimento compreende a revisão da literatura, a metodologia e a
exposição da pesquisa.
      A revisão de literatura apresenta a evolução do tema, com ideias de
diferentes autores sobre o assunto. Deve conter citações textuais ou livres, com
indicação   dos   autores,   conforme   norma   NBR     10520.   Os   procedimentos
metodológicos empregados para o levantamento de dados e sua análise devem
estar claramente apresentados. Os argumentos para a exposição da pesquisa
devem ser adequados, apresentando prova matemática, exemplos, equações,
análises estatísticas, padrões/tendências observadas, opiniões e ideias, além da
relação de números coletados e tabelados.
      É importante que apresente comparações com resultados obtidos por outros
pesquisadores, caso existam, bem como sugestão de aplicações para o trabalho.


5.2.3 Conclusão


      É o espaço destinado à discussão dos resultados obtidos na pesquisa, onde
se verificam as observações pessoais do autor. Poderá também apresentar
sugestões de novas linhas de estudo. A conclusão será o somatório de uma
expressão inicial mais a reafirmação do tópico que originou a pesquisa, seguido de
uma observação final.
45




      A conclusão não deve apresentar citações ou interpretações de outros
autores. Um texto bem concluído deve evitar repetir argumentos já utilizados. Assim,
devem ser evitadas expressões como “Portanto, como já dissemos antes...” ou
“Então, como já vimos...”.
      O caráter de fechamento da conclusão deve ficar evidente na clareza e força
de argumentos do autor. Portanto, é desnecessário e pouco elegante escrever
“Concluindo que...”, “em conclusão...”.


Exemplos de expressões iniciais a serem usadas numa conclusão:
   Dessa forma...
   Sendo assim...
   Em vista dos argumentos apresentados...
   Em virtude do que foi mencionado...
   Assim...
   Levando-se em conta o que foi observado...
   Por todas essas ideias apresentadas...
   Tendo em vista os aspectos observados...
   Por tudo isso...
   Dado o exposto...



      Proporcionalmente, o tamanho da conclusão deve ser equivalente ao da
introdução, sugerindo-se que ocupe 1/5 do texto.


5.3   ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS


      Os elementos pós-textuais complementam o trabalho sem, contudo, integrá-
los. Os títulos dos elementos pós-textuais não são numerados, devem ser escritos
em letras maiúsculas, fonte tamanho 12, negritados e centralizados, devendo
aparecer no Sumário.


5.3.1 Glossário


      Consiste numa relação de palavras de uso restrito empregadas no texto, em
ordem alfabética, acompanhadas das respectivas definições. Tem como objetivo
esclarecer ao leitor sobre o significado de termos ou expressões poucos usuais ou
de sentido controverso.
46




5.3.2 Referências


         Denomina-se “Referências” o conjunto de elementos que identificam as obras
citadas no texto. Toda obra citada deverá ser referenciada, assim como toda obra
referenciada deverá ter sido citada no texto. A NBR 6023 orienta a confecção desta
lista.
         Devido à importância deste elemento na confecção do trabalho, dedicamos a
ele todo o capítulo 7 onde se apresenta detalhadamente as possibilidades de
elaboração das referências para cada tipo de obra.


Modelo
47




5.3.3 Apêndices


           O apêndice é um elemento opcional. Devem constar em apêndice
documentos complementares e/ou comprobatórios do trabalho, elaborados pelo
próprio autor. Esses devem trazer informações esclarecedoras que não se incluam
no texto para não prejudicar a sequência lógica da leitura. Os apêndices são
identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos
títulos.


Modelo




5.3.4 Anexos


           Os anexos representam a documentação suplementar abonadora do texto,
não elaborada pelo autor. São identificados através de letras maiúsculas
consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
48




Modelo




5.3.5 Índice


         O índice é a lista de entradas ordenadas segundo determinado critério,
normalmente alfabético. É elemento opcional. Deve ser confeccionado segundo a
NBR 6034.

Modelo

ÍNDICE
A
acessibilidade, 20, 21, 68, 79
automóvel, 24, 25, 44, 46, 126, 131

B
bicicleta, 120
- bicicletários, 121
- ciclovias, 121
- faixas exclusivas, 121
bilhetagem automática (ver tarifa coleta), 55
bilhete magnético, cartão magnético e cartão inteligente (ver tarifa coleta), 55
49




6      CITAÇÕES



           A citação é a transposição, para o texto, de um trecho ou uma informação
extraída de outra fonte, normalmente de outro texto. As citações são normatizadas
pela NBR 10520 e podem aparecer no texto ou em nota de rodapé. Podem ser
diretas, indiretas ou citação de citação.
           As citações devem ser usadas como apoio às afirmações feitas no texto;
devem ser citadas as obras críticas e não os argumentos de autoridades para
afirmativas genéricas ou amplamente conhecidas.
           A indicação da fonte das citações deverá seguir um destes sistemas: autor-
data ou notas de referência, os quais são excludentes, ou seja, ao adotar um
desses métodos, ele deve ser utilizado consistentemente ao longo de todo o
trabalho. Ambos os métodos não excluem a necessidade de apresentação da
referência completa que deverá constar na lista de referências ao final do trabalho.
Todas as citações devem ser referenciadas, ou seja, todos os autores e obras
citadas devem obrigatoriamente aparecer na lista de referências.


                              Citações em língua estrangeira podem ser utilizadas, mas por questões de
                              elegância, afinal de contas o texto está sendo publicado para o seu leitor e
                              deve primar pela clareza, após a citação faça a tradução e indique ao final
                              da mesma a expressão “tradução nossa”. (MEDEIROS, 2007, p.28, grifo do
                              autor)


6.1      CITAÇÃO INDIRETA


           Citação indireta é a transcrição livre do texto consultado, também chamada de
paráfrase5. O tema deve ser reescrito e reestruturado sintaticamente (e não uma
simples troca das palavras originais do texto por sinônimos).
           A indicação do ano de publicação é obrigatória; não é obrigatório, mas
recomendável, indicar as páginas.
           Deve-se ter cuidado ao utilizar esse tipo de citação para não ser confundido
com plágio. Portanto, o autor deve explicitar a intenção deixando clara a fonte.

5
    Paráfrase representa uma reescritura do texto original com novas palavras, sem que o sentido seja modificado.
    Portanto, parafrasear consiste em transcrever, com novas palavras, as ideias centrais de um texto.
50




Importante lembrar que plágio, que significa apresentar como seu o trabalho
intelectual de outra pessoa, é tratado pela Lei de Direitos Autorais (9.610/98) como
uma questão ética e criminal, sujeitando o plagiador às sanções legais. É
recomendável que se recorra aos orientadores em caso de dúvidas e/ou utilizem o
apoio institucional (cursos e plantões de metodologia), bem como o serviço de
referência oferecido pela biblioteca.


6.2   CITAÇÃO DIRETA


      Citação direta é a transcrição exata de palavras ou trechos de textos de um
autor, respeitando-se rigorosamente a redação, a ortografia e a pontuação.
      Citações até três linhas são consideradas curtas devendo ser inseridas no
texto. São reproduzidas entre aspas duplas, indicando-se o nome do autor antes ou
após a citação. Caso o texto original já possua aspas, estas serão substituídas por
aspas simples.
      Citações longas, com mais de três linhas, devem constituir um parágrafo
independente, recuado 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto
(sugere-se tamanho 10), espaçamento simples e sem aspas. Citações longas
admitem o uso de parágrafo normalmente. (MEDEIROS, 2002, p.197).


6.3   SISTEMA AUTOR-DATA


      Neste sistema, a indicação da fonte é feita entre parênteses, após a citação,
com o sobrenome de cada autor ou o nome de cada entidade responsável, em letras
maiúsculas, seguido de vírgula e da data de publicação e do número das páginas da
citação. Quando o sobrenome do autor está citado na frase fora do parêntese, segue
o padrão gráfico da redação do texto (minúsculo).


     Helgard (1977, p.270) tratam a questão da aprendizagem relacionando-a com
mudanças comportamentais.


      Quando o sobrenome do autor está dentro do parêntese, usam-se letras
maiúsculas.
51




        Podemos definir a aprendizagem como “[...] uma mudança relativamente perma-
nente no comportamento e o que ocorre como resultado de prática.” (HELGARD; 1977,
p.270).


        Notas de rodapé apenas serão utilizadas no sistema autor-data quando tratar-
se de notas explicativas ou quando forem endereços eletrônicos com indicações de
sites, instituições, entre outros, que não constituírem o referencial teórico do
trabalho.


        O guia de alimentação saudável para modelos1 possui orientações sobre
alimentação, dieta e manutenção do peso e é orientado por nutricionistas e uma médica
psiquiatra.
___________________
¹ Coma bem e sem culpa. Disponível em: <http://ffw.com.br/noticias/files/cartilha-dieta-modelos.pdf>. Acesso
  em: 15 nov. 2010.


6.3.1 Sobrenomes iguais de autores diferentes


        No sistema autor-data, quando houver coincidência de sobrenomes de
autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes, se mesmo assim existir
coincidência colocam-se os prenomes por extenso.


            (BARBOSA, C., 1958)                    (BARBOSA, Cássio, 2003)
            (BARBOSA, C., 1959)                     (BARBOSA, Celso, 1988)


6.3.2 Diversos documentos de mesma autoria


        No sistema autor-data, quando existirem diversas citações de documentos de
mesma autoria, publicados no mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras
minúsculas, em ordem alfabética, depois da data e sem espacejamento, conforme a
ordem na lista de referências.


  De acordo com Rezende (2001a)                   (REZENDE, 2001a)
Ainda de acordo com Rezende (2001b)                (REZENDE, 2001b)
52




               6.3.3 Citações de diversos autores em uma mesma publicação


                      No sistema autor-data na citação da mesma publicação com dois autores,
               separam-se os autores conforme os exemplos abaixo:


                      Podemos definir a aprendizagem como “[...] uma mudança relativamente
               permanente no comportamento e que ocorre como resultado de prática.” (HELGARD;
               ATKINSON, 1979, p.270). A aprendizagem ainda pode ser definida [...] como...



                      Helgard e Atkinson (1979, p.270) tratam a questão da aprendizagem relacionando-
               a com mudanças comportamentais.


                      Se houver mais de 3 autores usa-se o sobrenome do primeiro autor
               acompanhado da expressão latina et al.


                      Podemos dizer que o uso das normas para documentação acadêmica são a
               garantia do desenvolvimento adequado da produção docente institucional (OLIVEIRA et al.,
               2011, p.12-13).


               6.3.4 Citação indireta


                      Segundo Clóvis do Couto e Silva (1998), o grau de proximidade ou distância das
               relações entre indivíduos é dado juridicamente relevante. O grau mínimo de contato é a
               pertinência ao mesmo grupo social.



               6.3.5 Citação direta curta
Letra maiús-
cula
                      A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. “Pes-
               soa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos
               essenciais a subsistência e a manifestação.” (LIMA VAZ, 2000, p.234).

                                                                                  Ponto dentro
                                                                                  das aspas
53




Letra minúscula

                A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa, defini-
         da por Lima Vaz (2000, p.234) “pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética,
         tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação”.
                                                                                   Ponto fora das aspas
         6.3.6 Citação direta longa


                  A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.


                                      Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre
                                      como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O
                                      existir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a
                                      singularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais se-
                                      res vivos. (LIMA VAZ, 2000, p.234).


         Dica Word (versão 2010) – Altere o espaçamento entrelinhas em “Parágrafo” > “Espaçamento”, colocando “Antes” e
         “Depois” 0 pt (zero ponto) e espaçamento entrelinhas “Simples”.



         6.4      SISTEMA DE NOTAS DE REFERÊNCIA (NOTAS DE RODAPÉ)


                  As notas de referência são notas que indicam as fontes consultadas ou que
         remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. Devem estar
         localizadas na margem inferior da mesma página, onde ocorre a chamada numérica
         recebida no texto. São separadas do texto por um traço contínuo de 4 cm e digitadas
         em espaço simples, fonte tamanho 10. Para fazer a chamada das notas de rodapé,
         use algarismos arábicos sobrescritos em sequência única e consecutiva para todo o
         trabalho.


         Dica Word (versão 2010) – Para inserir notas de rodapé, utilize o recurso “Referências” > “Inserir nota de rodapé” com
         o cursor no ponto do texto onde ocorre a citação. Isso garantirá que as notas não se percam, caso haja mudança de
         página, e que a numeração das notas seja contínua, além de criar automaticamente a linha e a numeração sobrescrita
         no pé da página.



                  No corpo do trabalho, o número da nota aparece sempre após o sinal de
         pontuação que fecha a citação (MEDEIROS, 2004, p.197). No rodapé, o número de
54




chamada da citação deve ficar em destaque, alinhando-se todo o texto pela primeira
letra da primeira palavra.
       No texto:


       Por tal razão, inclusive, nossa jurisprudência não vinha aceitando a
possibilidade de pessoas separadas de fato manterem união estável com terceiros.
Nesse sentido, cumpre transcrever:

                        Para que a companheira participe da sucessão do seu companheiro, tendo
                        direito ao usufruto da quarta parte dos bens deste é preciso que tenham
                        convivido por mais de cinco anos ou que da união tenha havido prole.¹


       No rodapé
_____________________
¹ SÃO PAULO. Tribunal de Justiça. Apelação n. 544.013-00/99, Relator: Des. Manuel Ramos, 1999.



       No rodapé, sempre que se cita uma obra pela primeira vez, deve-se fazer sua
referência completa, a não ser que seja de legis as citações subsequentes podem
ser referenciadas utilizando-se as expressões latinas (NBR 10520), desde que no
mesmo rodapé.
       Na citação subsequente de uma obra já citada no trabalho, porém em outro
rodapé, deverá constar, novamente, a referência completa.
       Seguem instruções sobre o uso das expressões latinas:


Ibidem ou Ibid. (na mesma obra): só deve ser utilizado quando forem realizadas várias
citações de um mesmo documento, variando apenas as páginas das quais se extraíram os
trechos citados.
Idem ou Id. (do mesmo autor): substitui o nome, quando se tratar de citação de diferentes
obras do mesmo autor.
Op. cit. ou opus citatum, opere citato (na obra citada): utilizado em seguida ao nome do
autor, referindo-se à obra citada anteriormente, na mesma página, quando houver
intercalação de outras notas.
Loc. cit. ou loco citato (no lugar citado): empregado para mencionar a mesma página de
uma obra já citada, quando houver intercalação de outras notas de indicação bibliográfica.


       Outras expressões latinas podem ser utilizadas para otimizar as referências
de citações no rodapé:
55




et seq. (seguinte ou que se segue): usado quando não se quer mencionar todas as páginas
da obra referenciada. Nesse caso, indica-se a primeira página, seguida da expressão.
passim (aqui e ali; em vários trechos): utilizado quando se faz referência a diversas
páginas de onde tenham sido compiladas as ideias do autor, evitando-se a indicação
repetitiva dessas páginas. Menciona-se a página inicial e a final do trecho que contém as
definições ou conceitos utilizados.
cf. (confira): usualmente empregado para fazer referência a trabalhos de outros autores
que não fazem parte do referencial teórico.
et al. (e outros): utilizado sempre que houverem mais de 3 autores.
e.g. (por exemplo): (“...dele não existe um exemplar, e.g., um selo...”).
i.e. (isto é): usado como nota explicativa (“Emprazar, i.e., dar um prazo”).


          Poderão ser inseridas no mesmo rodapé as notas de citação e as notas
explicativas, numeradas sequencialmente.


Expressão           Significado         Exemplo no rodapé

Ibidem*             Do mesmo            __________
Ibid.               autor, na           ¹ GOMES, Luiz Antônio Vidal de Negreiros.
                    mesma obra            Criatividade: projeto, desenho, produto. Santa Maria:
                                          Schds, 2004. p.85.
                                        ² Ibidem, p.93.
Idem*               Mesmo autor,        __________
Id.                 mas em outra        ¹ GOMES, Luiz Antônio Vidal de Negreiros.
                    obra                  Criatividade: projeto, desenho, produto. Santa Maria:
                                          Schds, 2004. p.85.
                                        ² Idem. Desenhismo. Santa Maria: Ed. UFSM, 1996.
                                          p.47.
Opus citatum*       Obra citada         __________
Opere citato                            ¹ SHAKESPEARE, William. O mercador de Veneza.
op. cit.                                  Rio de Janeiro: Lacerda, 1999. p.29.
                                        ² SCHOPENHAUER, Arthur. Como vencer um debate
                                          sem precisar ter razão. Rio de Janeiro: Topbooks,
                                          2003. p.258.
                                        ³ SHAKESPEARE, op. cit., p.31.

Loco citato*        No lugar citado     __________
loc. cit.           (mesmo autor,       ¹ SARAMAGO, José. A caverna. São Paulo:
                    mesma obra,           Companhia das Letras, 2003. p.350-353.
                    mesma página)       ² SARAMAGO, loc. cit.
Sequentia           Seguinte            __________
et seq.             Que se segue        ¹ GUIMARÃES, Isaac Sabbá. Nova lei antidrogas
                                         comentada. Curitiba: Juruá, 2006. p.301 et seq.

Passim              Aqui e ali          __________
                    Em diversas         ¹ FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Estado de
                    páginas               direito e constituição. 3.ed. São Paulo: Saraiva,
                                          2004. passim.

* Expressões que só podem ser usadas na mesma página ou na folha da citação a que se referem. Ao trocar de
página, volta-se a usar a forma de referência completa.
56




         Vale salientar que a jurisprudência deve ser citada preferencialmente a partir
dos Tribunais ou de alguma revista científica, nunca de sites aleatórios da Internet.
Também a legislação deve ser citada a partir do site do SICON (Senado Federal),
Presidência da República ou dos Diários Oficiais, não utilizando os Vade-Mécuns
nem sites aleatórios da Internet. Deve-se, portanto, buscar as informações nas
fontes primárias sempre que possível. A consulta de legislação e jurisprudência deve
ser realizada em sites próprios para sua divulgação.
         Por serem longas, as referências em rodapé de legislação e jurisprudência,
podem ser apresentadas em formato reduzido já na primeira vez em que ocorrem no
texto.


6.4.1 Citação indireta


         A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.
Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus
constitutivos a subsistência e a manifestação.¹
___________________
¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p.234.


6.4.2 Citação direta curta


         A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.
“Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus
constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação.”¹
___________________
¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p.234.
57




6.4.3 Citação direta longa


         A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa.

                             Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre co-
                             mo seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O exis-
                             tir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a sin-
                             gularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais seres
                             vivos.¹

___________________
¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p.234.


Dica Word (versão 2010) – Altere o espaçamento entrelinhas em “Parágrafo” > “Espaçamento”, colocando “Antes” e
“Depois” com 0 pt (zero ponto) e espaçamento entrelinhas “Simples”.



6.5    SUPRESSÕES


         A supressão é a eliminação de uma parte do trecho que se está citando. Usa-
se o colchete com reticências, no início, no meio ou no final de uma citação para
marcar onde ocorre a supressão. A supressão de parágrafo(s) inteiro(s) é indicada
por linha pontilhada. (MEDEIROS, 2002, p.196)
         Exemplo sistema autor-data:


        Meyr parte de uma passagem da crônica de “14 de maio”, de A Semana:
  “Houve sol, naquele domingo de 1888, em que o Senado votou a lei, que a re-
  gente sancionou [...]”. (ASSIS, 1994, v.3, p.583).


         Numa citação longa de legislação poderão ser inseridos os artigos e
parágrafos exatamente como constam no documento original, indicando-se a
supressão de algum deles por uma linha pontilhada.
58




       Quanto à incidência de IR sobre o rendimento de operações efetuadas com o
ouro, a Lei nº 7.766 deixa claro que:


                        Art. 4º O ouro destinado ao mercado financeiro sujeita-se, desde sua
                        extração inclusive, exclusivamente à incidência do imposto sobre operações
                        de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários.
                        ..........................................................................................................................

                         Art. 8º O fato gerador do imposto é a primeira aquisição do ouro, ativo
                        financeiro, efetuada por instituição autorizada, integrante do Sistema
                        Financeiro Nacional.
                        ..........................................................................................................................

                        Art. 13º Os rendimentos e ganhos de capital decorrentes de operações com
                        ouro, ativo financeiro, sujeitam-se às mesmas normas de incidência do
                        imposto de renda aplicáveis aos demais rendimentos e ganhos de capital
                                                                        1
                        resultantes de operações no mercado financeiro.


_________________
¹ BRASIL. Lei nº 7.766, de 11 de maio de 1989.

6.6   INTERPOLAÇÕES


       A interpolação é a inserção de comentários ou observações que o redator do
trabalho acadêmico faz na citação para facilitar a leitura, salientando ou explicando
alguma expressão do trecho. Quando usados, os colchetes devem aparecer sem
reticências, junto à citação.


       Afirma-se, então, o “[...] desejo de criar uma literatura independente, diversa,
[a exemplo do que se verificava em outros países à época] aparecendo o classicis-
mo como manifestação de passado colonial”. (CÂNDIDO, 1993, p.12, grifo nosso)


       Sônia Felipe, ao comentar Singer, nos diz: “Os interesses devem constituir o
novo parâmetro ético [apresentado e defendido por Singer], e para ter interesses
basta sentir dor, sofrer ou sentir prazer, e consequentemente, empreender
movimentos no sentido de evitar aquela e alcançar este.”1. [grifo nosso].

____________________
¹ FELIPE, Sônia T. Natureza e moralidade. Igualdade antropomórfica, antropocêntrica, ou ética?
  Revista Philosophica, n.25, p.43-75, 2004.
59




6.7   CITAÇÃO DE CITAÇÃO (APUD)


      É aquela em que o autor do texto não tem acesso direto à obra citada,
valendo-se de citação constante em outra obra, ou seja, é a menção de um
documento ao qual não se teve acesso, mas do qual se tomou conhecimento por ter
sido citado em outro trabalho. Deve-se primar pelo acesso à fonte primária, isto é,
pela utilização da obra em que se encontra, em primeira mão, a informação que se
deseja utilizar. Porém, se isso não for possível, faz-se a citação de citação, ou seja,
a citação de um texto que se teve acesso a partir de outro documento.
      No trabalho, deve ser indicado o sobrenome do(s) autor(es) da fonte primária,
não consultada, seguido da expressão “apud”, que significa “citado por, conforme” e
o sobrenome do autor do documento consultado. Na lista de referências, ao final do
trabalho, deverá aparecer somente a referência completa do documento
consultado, não mais aparecendo o autor da citação indicada por apud.


      Sistema autor-data


      No texto:
      Marinho (1980 apud MARCONI; LAKATOS, 1982) apresenta a formulação do
problema como uma fase de pesquisa que, sendo bem delimitado, simplifica e
facilita a maneira de conduzir a investigação.


      Nas Referências (a obra em mãos):
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.
60




      Sistema autor-data


      No texto:
      A definição de pessoa para John Locke (apud SINGER, 2002, p.97) vem de
encontro a uma quebra de paradigmas das sociedades contemporâneas na questão
da individualidade do ser e de seus êxitos, como sendo “um ser pensante e inteli-
gente dotado de razão e reflexão, que pode ver-se como tal, a mesma coisa pen-
sante, em tempos e lugares diferentes”.


      Nas Referências (a obra em mãos):
      SINGER, Peter. Ética prática. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002.


      Sistema notas de referência


      No texto:
      Marinho apresenta a formulação do problema como uma fase de pesquisa
que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a
investigação.1.


      No rodapé:
___________________
1
  MARINHO, 1980 apud MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo:
Atlas, 1982.


      Nas Referências (a obra em mãos):
MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.
61




           Sistema notas de referência


           No texto:
           A definição de pessoa para John Locke vem de encontro a uma quebra de
     paradigmas das sociedades contemporâneas na questão da individualidade do
     ser e de seus êxitos, como sendo “um ser pensante e inteligente dotado de ra-
     zão e reflexão, que pode ver-se como tal, a mesma coisa pensante, em tempos
     e lugares diferentes.”1


           No rodapé:
     _________________
     1
         LOCKE apud SINGER, Peter. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes, 2002. p.97.


6.8       CITAÇÃO EM RODAPÉ


            “Deve vir sempre entre aspas, independentemente de sua extensão.” (BRA-
SIL, 1999, p.32)


            No texto:


            Num primeiro momento, reafirma a versão oficial de que o exército naquela
ocasião, como de costume, apenas patrulhou a cidade. Sem qualquer amparo do-
cumental1, vê-se vencida pelas evidências levantadas em pesquisa posterior.


            No rodapé:
________________
1
    Sua única fonte comprobatória é a seguinte: “Várias pessoas que moravam em Francisco Beltrão,
    na época, afirmaram isso, inclusive Walter Pecoils e Luiz Prolo, que eram da comissão”. (GOMES,
    1986, p.104.)


6.9       TRADUÇÃO EM CITAÇÃO


            Quando citados textos em língua estrangeira devem constar no trabalho o
trecho na língua original e a tradução do mesmo. A tradução pode ser feita em nota
de rodapé com a indicação “tradução nossa”. O inverso também pode ocorrer.
62




          No texto:


          Ainda refletindo sobre a importância do uso da cor, Rudolf Arnheim nos diz que
“Strictly speaking, all visual appearance owes its existence to brightness and color.” 1
(1974, p.332)


          No rodapé:
________________
1
    Estritamente falando, toda aparência visual deve sua existência ao brilho e à cor. (ARNHEIM, 1974,
    p.332, tradução nossa).


Ou


          No texto:


          Ainda refletindo sobre a importância do uso da cor, Rudolf Arnheim nos diz que
“Estritamente falando, toda aparência visual deve sua existência ao brilho e à cor.” 1
(1974, p.332, tradução nossa)


          No rodapé:
________________
1
    “Strictly speaking, all visual appearance owes its existence to brightness and color.” (ARNHEIM, 1974,
    p.332)


6.10 CITAÇÕES DE UMA IDEIA COMUM A VÁRIOS AUTORES


          Quando se quer referir, numa única citação, ideias de vários autores,
defendidas em diversas publicações, mencionadas simultaneamente, deve-se
respeitar a ordem cronológica, elencando as referências da mais antiga para a mais
recente (para trabalhos do mesmo ano, adota-se o critério da ordenação alfabética a
partir do último sobrenome do autor).
63




       Sistema autor-data


       No texto:
       A    semiperiferia    tornou-se     uma     categoria     analítica   de    grande
operacionalidade para promover estudos sobre a sociedade portuguesa
(FORTUNA, 1989; SANTOS, 1989; HESPANHA, 1992).

       Nas referências

FORTUNA, J. O que é urbanismo. São Paulo: Ática, 1989.

HESPANHA, D. Estudos de urbanismo. São Paulo: Saraiva, 1992.

SANTOS, A. Urbanismo hoje. São Paulo: Saraiva, 1989.



       Sistema notas de referência


       No texto:
       A semiperiferia tornou-se uma categoria analítica de grande operacionalidade
para promover estudos sobre a sociedade portuguesa.1


       No rodapé:
____________
1
  FORTUNA, J. O que é urbanismo. São Paulo: Ática, 1989. p.12.; SANTOS, A. Urbanismo hoje.
São Paulo: Saraiva, 1989. p.89.; HESPANHA, D. Estudos de urbanismo. São Paulo: Saraiva, 1992.
p.45.


6.11 ERROS GRÁFICOS


       Quando, numa citação, há erro gráfico ou de outra natureza, deve-se manter
o texto original, seguido da expressão latina [sic], que informa ao leitor não se tratar
de um engano do autor, e sim a forma como é apresentado o texto no original.


       “O controlo [sic] e a avaliação são partes integrantes e necessárias de todo o
processo pedagógico.” (BENTO, 1998, p.115).
64




       “A nossa jovem psicologia recebeu esse velho lagado [sic] da física clássica
que [...] teve um papel fundamental na construção do saber psicológico” 1.


       No rodapé
____________________
1
  ABREU, Cristiano Nabuco de. Teoria do apego. São Paulo: Casa do psicólogo, 2005. p.11.


       “O manifesto dos professores de 1987 [sic]1 já nos convidava e alertava sobre
a importância do engajamento entusiasmado da classe.”2


       No rodapé
________________
1
  Na verdade o manifesto é de 1978.
2
  OLIVEIRA, João B. Educação e sociedade. Porto Alegre: Do Autor, 1995. p.36.

Ou


       “O manifesto dos professores de 1987 [sic] [na verdade é 1978] já nos convi-
dava e alertava sobre a importância do engajamento entusiasmado da classe.” 1


       No rodapé
________________
1
  OLIVEIRA, João B. Educação e sociedade. Porto Alegre: Do Autor, 1995. p.36.
65




7      APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS



          Referências     são    conjuntos     padronizados      de    elementos     descritivos,
considerados essenciais ou complementares, que permitem a identificação
individual, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em
diversos tipos de materiais e que tenham sido utilizados para a produção do
trabalho. A NBR 6023 estabelece os elementos a serem incluídos em referências.
          É elemento obrigatório mesmo quando se faz uso do sistema de citação de
notas de rodapé, pois reúne, em um só lugar, todo embasamento teórico do
trabalho. Todo o autor citado no texto deve constar na lista de referências ao final do
trabalho.
          Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no
texto. Caso haja extrema necessidade de referenciar material bibliográfico sem
alusão explícita no texto, isso deve ser feito após as referências, sob o título
“Bibliografia Consultada”.
          Para os alunos do curso de Direito, quando o trabalho trouxer muitas citações
de legislação e jurisprudência, pode ser feita uma lista em separado da bibliografia,
denominada "Legislação e Jurisprudência Consultadas".
          A confiança e a credibilidade no conteúdo de um trabalho ficam prejudicadas
quando uma citação da lista de referências não existe, ou quando os dados não
conferem.


                          Citar é como testemunhar um processo. Precisamos estar sempre em
                          condições de retomar o depoimento e demonstrar que é fidedigno. Por isso
                          a Referência Bibliográfica deve ser exata e precisa como também
                                                6
                          averiguável por todos


          Os elementos essenciais a serem referenciados são as informações
indispensáveis à identificação do documento, estando estritamente vinculados ao
seu suporte. Os complementares são informações que facilitam a caracterização dos
documentos, podendo ser dispensados. Ao optar pela utilização de elementos
complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências.


6
    ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo, Perspectiva, 1996. p.127.
66




          As referências devem ser apresentadas alfabeticamente, com alinhamento
pela margem esquerda, e separadas entre si por um espaço simples em branco
(NBR 14724), obedecendo aos seguintes critérios:


     a) os autores deverão ser referenciados iniciando-se com seu sobrenome em
          caixa-alta, seguido de seu prenome em caixa-baixa. O prenome pode ser
          redigido por extenso ou abreviado (apenas a primeira letra), no entanto,
          dentro do possível, deve haver padrão ao longo de todo o trabalho. Caso opte
          escrever por extenso, tente fazê-lo ao longo de todo o texto;


Abreviados:
BOURDIEU, P.; CHAMBOREDON, J.; PASSERON, J. El oficio de sociólogo: presupues-
tos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994.

CIUCCI, G. et. al. La ciudad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona: Gustavo
Gili, 1975.

ou

Por extenso:
BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. El oficio
de sociólogo: presupuestos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994.

CIUCCI, Giorgio et al. La ciudad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona:
Gustavo Gili, 1975.


     b) quando a responsabilidade do documento é uma entidade, todo o nome da
          entidade deve ser registrado em caixa-alta, por extenso, e em ordem direta;


BRASIL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional.
Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: SEFOR,
1995.


     c)    os nomes dos autores, pessoais e/ou de entidades, devem ser separados
           por ponto e vírgula. Quando existirem mais de três autores, indica-se apenas
           o primeiro, seguido da expressão et al. (essa abreviatura significa: “e
           outros”). A entrada é dada para o autor que estiver em primeiro na indicação
           de autoria da obra;
67




MEIRA, Paulo Ricardo; OLIVEIRA, Renato Luiz Tavares. Ética em marketing e o novo
consumidor brasileiro: teoria e prática para o administrador responsável. Porto Alegre:
Ed. UniRitter, 2006.


BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. El oficio
de sociólogo: presupuestos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994.


CIUCCI, Giorgio et al. La ciudad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona:
Gustavo Gili, 1975.


     d)   quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da
          obra, em coletâneas de vários autores, a entrada deverá ser feita pelo nome
          do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação
          (organizador, compilador, editor, coordenador, etc.), entre parênteses;


COSTA, Bárbara Silva; RUDNICKI, Dani (Org.). Ensino jurídico e realidade prisional:
impressões dos acadêmicos de Direito do UniRitter sobre presídios gaúchos. Porto
Alegre: Ed. UniRitter, 2005.


MASCARO, Lucia (Coord.). Tecnologia e arquitetura. São Paulo: Nobel, 1990.


     e)   quando não existir nenhuma indicação de responsabilidade da publicação, a
          referência inicia pelo título da obra, usando-se apenas a primeira palavra
          toda em caixa-alta. Neste caso, não haverá grifo em nenhum elemento, pois
          o destaque já está no título em caixa-alta;


COLETÂNEA de documentos de Bento Gonçalves da Silva. Porto Alegre: Comissão
Executiva do Sesquicentenário da Revolução Farroupilha, 1985.


     f)   recomenda-se o uso de negrito ou itálico para dar destaque ao título do livro,
          nome do periódico, etc. Uma vez escolhido um recurso, ele deve ser
          utilizado em todas as referências do trabalho;


GOMES, Leny da Silva; GOMES, Neiva Maria Tebaldi (Org.). Aprendizagem de língua e
literatura: gêneros & vivências de linguagem. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2006.

ou
68




GOMES, Leny da Silva; GOMES, Neiva Maria Tebaldi (Org.). Aprendizagem de língua e
literatura: gêneros & vivências de linguagem. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2006.


   g)   título e subtítulo devem ser reproduzidos. São separados por dois pontos,
        mas só o título deve ser destacado por recurso tipográfico;


CERVO, Amado L; BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica: normas. São Paulo:
Prentice Hall, 2002.


   h)   a edição deve ser transcrita utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais
        e da palavra edição, ambas na forma adotada na língua do documento.


          2.ed. (publicação em português)
          5th ed. (publicação em inglês)


   i)   indicam-se emendas e acréscimos à edição também em forma abreviada.


          5.ed. rev. e aum.
          2.ed. atual.


   j)   deve-se escrever o nome completo do lugar em que o livro tenha sido
        publicado, sem abreviar. Quando o local de publicação não aparece no
        documento, utiliza-se a expressão sine loco, abreviada, entre colchetes [s.l.].
   k)   o nome da editora deve ser escrito sem os elementos jurídicos. Quando o
        nome da editora não puder ser identificado no documento, deve-se indicar a
        expressão sine nomine, abreviada, entre colchetes [s.n.].


          Saraiva (e não Editora Saraiva)
          Summa (e não Ediciones Summa S.A.)


   l)   quando o local e o nome da editora não puderem ser identificados na
        publicação, usa-se ambas as expressões [s.l.: s.n.].
   m) quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria
        e já tiver sido mencionada, não é indicada.
69




UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL. Catálogo de teses. Porto
Alegre, 1998.


      n)    quando a editora pertencer a uma instituição de ensino, incluir Ed. antes do
            nome.


              Ed. UniRitter


      o)    caso nenhuma data de publicação puder ser identificada no item, registra-se
            uma data aproximada entre colchetes.


[1969?] data provável
[1973] data certa, não indicada no item
[197-] década certa
[197-?] década provável
[18--] século certo
[ca. 1960] data aproximada


      p) quando se referenciam obras de mesma autoria, sucessivamente, na mesma
           página, podem ser substituídas, nas referências seguintes à primeira, por um
           traço sublinear (composto por 6 caracteres) e ponto. Assim, quando se tem
           mesma autoria e mesmo título, de várias edições, ambos os elementos são
           substituídos por traços sublineares nas referências seguintes à primeira;


SANTOS, Pedro. Introdução ao direito. São Paulo: Saraiva, 1999.
________. Direito romano: uma revisão. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1995.
________. ________. 2.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais 2000.


7.1        MODELO DE REFERÊNCIA PARA LIVROS


SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data.

CANEZ, Anna Paula et al. Acervos Azevedo Moura & Gertum e João Alberto: imagem
e construção da modernidade em Porto Alegre. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2004.


LOPES, Luiz Martins; VASCONCELLOS, Marcos Antonio Sandoval de (Org.). Manual de
macroeconomia: nível intermediário. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000.


SILVA, Daiçon Maciel da; SOUTO, André Kraemer. Estruturas: uma abordagem arquite-
70




tônica. 2.ed. Porto Alegre: Sagra Luzzato, 2000. v.5.


TÍTULO: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. (obra de autoria
desconhecida):


DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993.


7.2   MODELO DE REFERÊNCIA PARA CAPÍTULOS DE LIVROS


SOBRENOME, Prenome (do autor do capítulo). Título do Capítulo. In:
SOBRENOME, Prenome (do autor do livro). Título do livro: subtítulo (se houver).
Edição. Local: Editora, data. Capítulo, página inicial-página final do capítulo.

BARCELOS, Jorge Luís Pacheco. Animação como ferramenta estratégica do design. In:
MARCHI, Salette (Org.). Design: múltiplos enfoques. Santa Maria: Centro Universitário
Franciscano, 2009. p.75-84.


       Quando o autor do capítulo for o mesmo do livro por inteiro, pode-se substituir
seu nome por um traço sublinear (composto por 6 caracteres) e ponto.


HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, Gerard J. Game theory. In: ______. Introduction to
mathematical programming. 2nd ed. New York: McGraw-Hill, 1995. cap.11, p.514-537.


7.3   MODELO DE REFERÊNCIA PARA DISSERTAÇÕES E TESES


SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo (se houver). Ano. Número de folhas.
Indicação de tipo de documento (tese, dissertação, monografia, trabalho de
conclusão de curso). Grau (Bacharelado, Licenciatura, Especialização, Mestrado ou
Doutorado) e área de concentração, entre parênteses – Instituição, local, data de
defesa, mencionada na folha de aprovação (se houver).

CANDI, Nestor Rodolfo. Mutação da borboleta: o roteiro audiovisual como gênero literário
de transição. 2009. 182 f. Dissertação (Mestrado) - Centro Universitário Ritter dos Reis,
Faculdade de Letras, Porto Alegre, 2009.


PEREIRA, Liandra. Percursos de profissionalização docente no ensino superior:
trajetória e renovação na prática pedagógica. 2010. 270 f. Tese (Doutorado) - Pontifícia
Universidade Católica do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Educação, Curitiba,
2010.
71




FELIPPE, Beatriz Tricerri. A construção da docência para o ensino médio: políticas
públicas educacionais em ação. 2000. 273f. Dissertação (Mestrado em Educação) –
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2000.


7.4     MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGOS DE PERIÓDICOS


SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo (se houver).
Título do periódico, local, número do volume, número do fascículo, páginas inicial-
final, mês e ano.

HALL, Joan Kelly. Classroom interaction and language learning. Ilha do Desterro, Floria-
nópolis, n.44, jan./jun. 2003, p.165-187.


PACHECO, Roberto Carlos dos Santos; KERN, Vinícius Medina. Transparência e gestão
do conhecimento por meio de um banco de teses e dissertações: a experiência do
PPGEP/UFSC. Ciência da Informação, Brasília, v.30, n.3, 2001. DOI7: 10.1590/S0100-
19652001000300009


SILVA, Aloísio Firmo Guimarães da. Reflexos da Lei de porte de arma sobre a
competência da Justiça Federal. Jus Navigandi, Teresina, ano 2, n.25, jun 1998.
Disponível em: <http://jusuol.com.br/revista/texto/1123/reflexos-da-lei-de-porte-de-arma-
sobre-a-competencia-da-justiça-federal>. Acesso em: 14 abr. 2003.


7.5     MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGO DE JORNAL


SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo. Título do
jornal, local, dia mês, ano. Número ou título do caderno, seção ou suplemento,
páginas inicial-final.

CLIMA da campanha esquenta. O Globo, Rio de Janeiro, 5 jun. 2006, 1. Caderno, p.17.


ROCHA, Patrícia. Com os pés no chão: bailarinos e coreógrafos são obrigados a ter ou-
tras atividades para se sustentar. Zero Hora, Porto Alegre, 29 abr. 2002. Segundo Cader-
no, p.6.


NASCIMENTO, Carla. Leka deseja que sucesso do “Big Brother” acabe logo. Folha Onli-
ne. 06 maio 2002. Disponível em: <http://www.folha.com.br/folha/ilustrada>. Acesso em:
06 mar. 2002.


7.6     MODELO DE REFERÊNCIA PARA ENTREVISTAS


7
    Quando se usa o DOI não é necessário informar o URL e a data de acesso.
72




Entrevistas não publicadas:
AUTORIA. (entrevistado). Ementa da entrevista. Local, data.


MARIA, Joaquim. Entrevista concedida a João de Deus. São Paulo, 20 out. 2002.


Entrevistas publicadas:
AUTORIA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota
indicativa da entrevista.

FIUZA, R. O ponto de lança. Veja, São Paulo, n.1569, 24 fev. 1999. p.11-13. Entrevista
concedida a Consuelo Dieguez.


Entrevistas publicadas em meio eletrônico:


AUTORIA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota
indicativa da entrevista. Indicação de publicação.


BÜNDCHEN, Gisele. Gisele Bündchen. GNT Fashion, 17 jun. 2009. Vídeo em meio
eletrônico (7min20s), son., color. Entrevista concedida à Lilian Pacce. Disponível
em: <http://www.youtube.com/watch?v=fpY0nCcr-Hs&NR=1>. Acesso em: 26 abr.
2011.

7.7     MODELO DE REFERÊNCIA PARA PALESTRAS


AUTOR. Título da palestra. Ano em que foi proferida. Palestra realizada LOCAL em
DATA.

CARVALHO, I. C. L.; PEROTA, M. L. L. R. Estratégia de marketing aplicada à área da
Biblioteconomia. 1989. Palestra realizada no Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia
em 29 out. 1989.


7.8     MODELO DE REFERÊNCIA PARA ANOTAÇÕES DE AULA8


AUTOR. Título do material. Data. Extensão do material. Nota de tipo de material.




8
    “Apostilas e anotações de aula não são fontes que mereçam grande consideração; por isso, são
    rejeitadas quase sempre como fundamentação de um argumento.” (MEDEIROS, 2002, p.192)
73




MACARIO, C. G. do N.; CAMARGO, F. B. Estudos de metodologias para produção de
componentes. 1991. 54p. Apostila.


PEROTA, M. L. R. Representação descritiva. 1994. 55f. Notas de aula.


7.9     MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONGRESSOS E OUTROS EVENTOS
        CIENTÍFICOS CONSIDERADOS NO TODO


NOME DO CONGRESSO, número, ano, local de realização. Título: subtítulo da
publicação (se houver). Local: Editora, data. Número de páginas ou volumes.

CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrôni-
cos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais /htm>.
Acesso em: 21 jan. 2000.


7.10 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRABALHOS PUBLICADOS EM ANAIS
        DE EVENTOS


SOBRENOME, Prenome (do autor do trabalho). Título. In: NOME DO EVENTO,
número do evento, data, local. Anais... Local: Instituição em que se realizou o
evento, data. Páginas inicial-final.

TEMPLE, Giovana; POKER, José Geraldo A. B. Inteligência artificial e o Direito. In: SEMI-
NÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2., 2000. Anais... Marília: Fundação de Ensino Euri-
pides Soares da Rocha, 2000. p.55-65.


SILVEIRA, André Luis Marques da; GOMES, Leny da Silva. Ambiente de aprendizagem
para leitura e interação. In: SEMANA DE EXTENSÃO, PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO,
5., 2009, Porto Alegre. Anais eletrônicos... Porto Alegre: UniRitter, 2009. 1 CD-ROM.


7.11 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LEGISLAÇÃO9


NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Número da Lei e data da publicação.
Indicação de publicação que divulgou a Lei (quando houver) e outros dados da
publicação, como volume, número, páginas e ano.

BRASIL. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. Disponível em:
<https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm>. Acesso em:
11 jan. 2011.


9
    O UniRitter adaptou a orientação da norma.
74




BRASIL. Decreto 11.340, de 15 de janeiro de 1943. Disponível em:
<http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=11097&tipoDocumento=
DEC&tipoTexto=PUB>. Acesso em: 12 jan. 2011.


  Exemplo de Projeto de Lei:


BRASIL. Projeto de Lei n. 8.035 de 2010. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Projetos/PL/2010/msg701-101215.htm>. Acesso em:
12 jan. 2011.


       Exemplos em publicação impressa:


BRASIL. Decreto-Lei n. 2.481, de 3 de outubro de 1988. Diário Oficial da República Fe-
derativa do Brasil, Poder Executivo. Brasília, 4 out. 1988. Seção 1, p.19291-19292.

BRASIL. Lei n. 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Diário Oficial da República Federati-
va do Brasil. Brasília, 8 dez. 1999. Disponível em:
<http://www.in.gov.br/MP.leis/leis.texto.asp?id=LEI%209887>. Acesso em: 22 dez. 1999.

7.12 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONSTITUIÇÕES


PAÍS, ESTADO. Constituição (data de promulgação). Título: subtítulo (se houver).
Local: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volumes.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promul-
gada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4.ed. São Pau-
lo: Saraiva, 1990. 168p. (Série Legislação Brasileira).


BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm>.
Acesso em: 16 mar. 2011.


7.13 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CÓDIGOS


PAÍS. Título do código: subtítulo (se houver). Notas (se houver). Edição. Local:
Editora, data. Páginas. (Série ou Coleção)

BRASIL. Código Civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de
Oliveira. 46.ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
75




7.14 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VADE-MÉCUNS10


Título. Número de edição. Local: Editora, ano de publicação. Número de páginas.
(Nome da série e/ou coleção, número).

Vade-mécum: Saraiva. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2007.


7.15 MODELO DE REFERÊNCIA PARA JURISPRUDÊNCIA11


NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Órgão judiciário competente. Tipo e
número do documento. Partes envolvidas. Nome do relator precedido da palavra
“Relator”. Data (dia, mês, ano). Indicação da publicação.

          Exemplos na internet:


RIO GRANDE DO SUL. Tribunal de Justiça. Apelação Crime 70039495015. Apelante:
Jacson da Silva Luz; Geverson Luiz Silva. Apelado: Ministério Público do Estado. Relator:
Des. Nereu José Giacomolli. Porto Alegre, 16 dez. 2010. Disponível em:
<http://google4.tjrs.jus.br/search?q=cache:www1.tjrs.jus.br/site_php/consulta/consulta_proce
sso.php%3Fnome_comarca%3DTribunal%2Bde%2BJusti%25E7a%26versao%3D%26versa
o_fonetica%3D1%26tipo%3D1%26id_comarca%3D700%26num_processo_mask%3D70039
495015%26num_processo%3D70039495015%26codEmenta%3D3930394+acord%C3%A3o
+6&site=ementario&client=buscaTJ&access=p&ie=UTF-
8&proxystylesheet=buscaTJ&output=xml_no_dtd&oe=UTF-
8&numProc=70039495015&comarca=Comarca+de+Bom+Jesus&dtJulg=16-12-
2010&relator=Nereu+Jos%E9+Giacomolli>. Acesso em: 11 jan. 2011.


BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 14. Disponível em:
<http://www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF.html>. Acesso em: 29 nov. 2007.


          Exemplos em publicação impressa:
Lex:


BRASIL. Tribunal Regional Federal (5. Região). Apelação cível n. 42.441-PE
(94.05.01629-6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Téc-
nica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997.
Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v.10, n.103, p.558-
562, mar. 1998.
10
  A legislação deve ser citada a partir de suas fontes primárias, como os diários oficiais. O SICON (do
Senado Federal) e a página da Presidência da República também são fontes confiáveis e
recomendadas.
11
     O UniRitter adaptou a orientação da norma.
76




BRASIL. Superior Tribunal Federal. Ação Rescisória... Acórdão em ação rescisória n. 75-
RJ. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. Relator: Ministro Barros Monteiro.
DJ, 20 nov. 1989. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v.2, n.5, jan.
1990. p.7-14.


Periódico:


BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso em Mandado de Segurança n. 76.087-
0/SP. Recorrente: Solange do Couto Melo. Recorrido: Carlos Pierucci do Espirito Santo.
Relator: Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira. Brasília, 3 de março de 1998. Revista Fo-
rense, v.344, ano 94, p.322-325, out./dez. 1998.


Livro:


BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 14. In: ______. Súmulas. São Paulo:
Associação dos Advogados do Brasil, 1994, p.16.

7.16 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PORTARIAS


ENTIDADE COLETIVA RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO. Ementa (quando
houver). Tipo de documento, número e data (dia, mês e ano). Publicação que
transcreveu e seus dados (conforme referência de periódico, livro, etc.).

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO. Portaria n. 322, de 16 de abril de 1998.
Disponível em : <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/port322_99.pdf>. Acesso em 12
jan. 2011.


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO. Portaria n. 322, de 16 de abril de 1998.
Consulex: leis e decisões, Brasília, v.2, n.18, jun. 1998.


7.17 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PARECERES


SOBRENOME, Prenome (pessoa ou instituição). Ementa. Tipo e número do parecer.
Relator (se entrar pelo nome do órgão). Data do parecer. Dados da publicação que
transcreveu o parecer.

BAPTISTA, Luiz Olavo. Comissão de Intermediação (“Flat Fee”) – Exame da legalidade do
pagamento e de sua fixação em empréstimo externo. 4 jun. 1984. Revista dos Tribunais,
São Paulo, v.595, p.49-62, maio 1985.
77




          Parecer de Projeto de Lei12:


BRASIL. Câmara dos Deputados. Projeto de Lei nº 1.876/99. Parecer do relator deputa-
do federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Brasília, DF, 08 jun. 2010. 270f. Disponível em:
<http://www.camara.gov.br/sileg/integras/777725.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2010.

7.18 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRATADOS INTERNACIONAIS


          Também referidos como: convenção, estatuto, carta, protocolo, ato, acordo
(GHERADI, 2005). Nas referências, indique o título do tratado na língua portuguesa
(se houver) e por extenso.


ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Convenção de Viena sobre os Direitos dos
Tratados, 22 maio 1969. Disponível em: <http://www.un.org/law/ilc/texts/treaties.htm>.
Acesso em: 15 abr. 2005.


ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Convenção 158, de 1982. Conven-
ção sobre terminação da relação de trabalho. Disponível em: <http://www.ilo.org>. Acesso
em: 19 ago. 2005.


7.19 MODELO            DE    REFERÊNCIA         PARA      COMISSÃO         PARLAMENTAR          DE
         INQUÉRITO (CPI)


BRASIL. Congresso. Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios. Transcrição
literal das notas taquigráficas da oitiva do depoente Sr. Luiz Gushiken. 2005. Disponí-
vel em: <http://www.cpmidoscorreios.org.br/depoimentos/luiz_gushiken14SET.htm>. Aces-
so em: 10 nov. 2008.


7.20 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VERBETES DE DICIONÁRIOS E
         ENCICLOPÉDIAS


CUSTEIO. In: ENCICLOPÉDIA e dicionário internacional. Rio de Janeiro: W. M. Jackson,
1983. v.6, p.32-37.


BOSSA-NOVA. In. SADIE, Stanley (Ed.). Dicionário grove de música: edição concisa. Rio
de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. p.124-125.




12
     Modelo baseado em orientações da Biblioteca do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
78




OLIVEIRA, Bianca de. Twitter. In: Dicionário informal da internet. Porto Alegre: Do Autor,
2011. p.50.

7.21 MODELO DE REFERÊNCIA PARA FITAS DE VÍDEO / DVD / CD


O NOME da rosa. Direção: Jean-Jacques Annaud; Produção: Bernd Eichinger. São
Paulo: Warner Home Video, 2004. 1 DVD (131 min.), widescreen, son. color.


FAYOL: como administrar. Produção Salenger Films. São Paulo: Siamar, [2000]. 1 video-
cassete (14 min.), VHS, son. color.


NÚCLEO de Comunicação e Computação Gráfica. Convênio da Secretaria Municipal da
Cultura de Porto Alegre com a Faculdade Ritter dos Reis: delimitações das áreas espe-
ciais. Porto Alegre: Núcleo de Comunicações e Computação Gráfica, 2001. 1 CD-ROM.


7.22 MODELO DE REFERÊNCIA PARA E-MAILS E LISTAS DE DISCUSSÃO


AUTOR da mensagem. Assunto da mensagem [mensagem pessoal]. Mensagem
recebida por <e-mail do destinatário> em data de recebimento (dia, mês e ano).

       E-mail13:
LIMA JUNIOR, José. Influência da cultura organizacional em processos de mudança
[mensagem pessoal]. Mensagem recebida por: <malurigo@uniritter.edu.br> em 20 set.
2007.


       Lista de Discussão:
BIOLINE Discussion List. List maintained by The Bases de Dados Tropical, BDT in
Brasil. Disponível em: <liserv@bdt.org.br>. Acesso em: 25 out. 2007.


7.23 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DESENHOS TÉCNICOS


UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Núcleo
de Pesquisa e Extensão. Mapa de saneamento, n. 18/28. Pelotas, 2001. 28f. Plantas di-
versas. originais em papel vegetal.


7.24 MODELO DE REFERÊNCIA PARA EXPOSIÇÕES, FEIRAS ARTÍSTICAS,
     CULTURAIS, E ARQUITETÔNICAS


13
  As mensagens que circulam por intermédio de correio eletrônico têm caráter informal, interpessoal e
 efêmero, não sendo recomendável seu uso como fonte científica de pesquisa.
79




WERLE, Guilherme. Eviscerações. Porto Alegre: 2001. 20p. Catálogo de exposição, 04
de maio – 02 de jul. 2001, Casa de Cultura Mário Quintana, Rua dos Cataventos.


7.25 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PROJETOS DE ARQUITETURA


LEVI, Rino. Edifício Columbus de propriedade de Lamberto Ramengoni à Rua da
Paz esquina da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio: n. 1930. 108f. Plantas diversas.
Originais em papel vegetal e manteiga.


DATUM CONSULTORIA E PROJETOS. Hotel Porto do Sol São Paulo: ar condiciona-
do e ventilação mecânica: fluxograma hidráulico, central de água gelada. 15 jul. 1996.
Projeto final. Desenhista: Pedro. N. da obra: 1744/96/Folha 10.



7.26 MODELO DE REFERÊNCIA PARA MAPAS


RIO GRANDE DO SUL. Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. Mapa geral
do Estado do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2005. 1 mapa: 78 x 57cm. Escala:
1:800.000.
80




8   CONSIDERAÇÕES FINAIS



       Antes de finalizar o trabalho, preste atenção nos seguintes detalhes:


    a) revisar os espaços entre as citações longas e os parágrafos (sempre um
       espaço 1,5 em branco entre parágrafo-citação-parágrafo);
       Dica Word (versão 2010) – usar o recurso “Mostrar tudo”, na aba Página inicial, botão com o
       símbolo ¶ para mostrar as marcas de parágrafos e outras formatações ocultas
    b) revisar a numeração progressiva;
    c) inserir os elementos pré-textuais e pós-textuais obrigatórios (capa, folha de
       rosto, referências);
    d) fazer a capa padrão UniRitter em arquivo separado (como ela não é regida
       pela ABNT não entra na contagem de páginas);
    e) inserir e fazer ajustes estéticos no Sumário;
    f) eliminar as redundâncias das notas de rodapé através das expressões latinas
       (apenas no final para não perder as referências em mudanças de página);
    g) alinhar as notas de rodapé pela primeira letra de cada nota, dando destaque
       ao número sequencial das mesmas;
    h) inserir números de páginas iniciando em zero (a contagem de páginas inicia
       apenas na folha de rosto);
    i) esconder o número de página nas folhas onde iniciam os grandes capítulos
       do trabalho (a forma inserida para esconder o número das páginas se move
       ao dar Enter); este recurso não é obrigatório, mas é esteticamente
       recomendável.


       As orientações apresentadas neste manual são referência obrigatória tanto
para professores quanto para alunos, pois se baseiam nas normas estabelecidas
pela ABNT. Caso sua demanda não seja atendida (falta de exemplos, explicação
pouco clara, entre outros), solicitamos que entre em contato com a Biblioteca de sua
unidade através de e-mail ou MSN, nos seguintes endereços:

bibpoa@uniritter.edu.br ou bibcanoas@uniritter.edu.br.
81




      A biblioteca possui uma equipe de bibliotecários, disponível durante todo o
período de funcionamento da Instituição, para esclarecer dúvidas que ainda persisti-
rem após a consulta deste manual. Os cursos também disponibilizam plantões tira-
dúvidas com professores das disciplinas de metodologia científica.
82




                                 REFERÊNCIAS


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Catalogação na
publicação de monografias: NBR 12899. Rio de Janeiro, 1991.

______. Citações em documentos: NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002.

______. Índice: NBR 6034. 2.ed. Rio de Janeiro, 2004.

______. Livros e folhetos: NBR 6029. 2.ed. Rio de Janeiro, 2006.

______. Normas para datar: NBR 5892. Rio de Janeiro, 1989.

______. Numeração progressiva das seções de um documento escrito: NBR
6024. Rio de Janeiro, 2003.

______. Ordem alfabética: NBR 6033. Rio de Janeiro,1989.

______. Preparação de folha de rosto de livro: NBR 10542. Rio de Janeiro, 1988.

______. O que é normalização. [Rio de Janeiro, 2011]. Disponível em:
<http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=931>. Acesso em: 28 abr. 2011.

______. Referências: NBR 6023. Rio de Janeiro, 2002.

______. Resumo: NBR 6028. Rio de Janeiro, 2003.

______. Sumários: NBR 6027. Rio de Janeiro, 2003.

______. Trabalhos acadêmicos: NBR 14724. 3.ed. Rio de Janeiro, 2011.

BRASIL. Senado Federal. Manual de elaboração de textos. Brasília: Senado Fede-
ral, Consultoria Legislativa, 1999. Disponível em:
<http://www.senado.gov.br/senado/conleg/manualdeelaboracaodetextos.pdf>. Aces-
so em: 17 set. 2010.

COLZANI, Valdir Francisco. Guia para redação do trabalho científico. 2.ed. Curiti-
ba: Juruá, 2006.

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1996.

FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Centro
de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação ta-
bular. 3.ed. Rio de Janeiro, 1993.

HOUAISS, A. Elementos de bibliologia. Rio de Janeiro: INL, 1967.

MEDEIROS, João Bosco. Manual de redação e normalização textual: técnicas de
83




editoração e revisão. São Paulo: Atlas, 2002.

______. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São
Paulo: Atlas, 2004.

MEDEIROS, Nicéia Lage de. Fórum de normalização: padronização, estilo e revi-
são do texto científico: perguntas, respostas, discussões e questionamentos sobre
ABNT, teses, dissertações, monografias, livros, artigos científicos --. Belo Horizonte:
Fórum, 2007. Disponível em:
<http://www.editoraforum.com.br/sist/diabiblioteca/ebook_bibliotecario1.pdf>. Acesso
em: 17 set. 2010.

NEGRA, Carlos Alberto Serra; NEGRA, Elizabete Marinho Serra. Manual de traba-
lhos monográficos de graduação, especialização, mestrado e doutorado. 2.ed.
São Paulo: Atlas, 2004.

OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesqui-
sas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2001.

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Pró-Reitoria de Gra-
duação. Sistema de Bibliotecas. Padrão PUC Minas de normalização: normas da
ABNT para apresentação de trabalhos científicos, teses, dissertações e monografi-
as. Belo Horizonte, 2008. Disponível em: <http://www.pucminas.br/ biblioteca>.
Acesso em: 21 jun. 2010.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de bibliotecas. Instituto Parana-
ense de Desenvolvimento Econômico e Social – IPARDES. Normas para apresen-
tação de documentos científicos. Curitiba: Ed. da UFPR, 2003. 10v.
84




                       APÊNDICE A- Atualizações da NBR 14724


       A NBR 14724 – Apresentação de trabalhos acadêmicos – foi atualizada em
março de 2011. As alterações referem-se aos seguintes itens:




          Texto e títulos devem ser digitados em fonte 12, inclusive capa, usando-se fonte 10
para citações longas, notas de rodapé, paginação, ficha catalográfica e legendas das ilus-
trações


              fonte 14 para os títulos




          Apresentação da epígrafe deverá obedecer à NBR 10520


              de apresentação livre




          Apresentação da errata: o cabeçalho deve ser em formato de referência


              de apresentação livre




          Identificação das ilustrações (título) na parte superior


              na parte inferior




          Utilização do verso e anverso das folhas para os elementos textuais e pós-textuais


              apenas anverso
85




         Possibilidade de utilização de papel reciclado


               apenas papel branco




         Espacejamento das referências deverá ser de um espaço simples em branco


               dois espaços simples




         Espacejamento das seções e subseções deverá ser de um espaço entre as linhas
de 1,5 linha


               dois espaços 1,5 linha




       O restante das mudanças limitam-se a uma nova redação de alguns trechos e
inclusão de exemplos.

Caderno de normas_24_junho_2011

  • 1.
    1 CADERNO DE NORMAS PARA FORMATAÇÃO DE TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCCs), DISSERTAÇÕES E TESES PORTO ALEGRE 2011
  • 2.
    2 Reitor Flávio D’Almeida Reis Pró-Reitora de Ensino Laura Coradini Frantz Pró-Reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão Sidnei Renato Silveira Diretora de Suporte Acadêmico Ivelone Nagel Reis Equipe responsável pela compilação e revisão Ana Glenyr de Godoy Bianca Bischoff de Oliveira Cláudio Maraschin Luciane Alves Santini Robson Ferrão Barcellos Consultoria sobre o Microsoft Word Renata de Souza Campus Porto Alegre: Rua Orfanotrófio, 555 – Alto Teresópolis Porto Alegre/RS – Fone: (51) 3230-3320 Campus Canoas: Rua Santos Dumont, 888 – Niterói Canoas/RS – Fone: (51) 3464-2045 Site: www.uniritter.edu.br/biblioteca E-mail: biblioteca@uniritter.edu.br
  • 3.
    3 Este manual refere-se às normas da ABNT para apresentação gráfica de mo- nografias, incluindo resumo, sumário, citações, notas de rodapé e referências, a partir do estudo das NBRs 6023, 6024, 6027, 6028, 10520 e 14724, servindo como exemplo para elaboração do projeto de TCC. Informações sobre capas, sobrecapas, encadernações, quantidade de cópias e forma de entrega dos Trabalhos de Conclusão de Curso, Dissertações e Teses devem ser obtidas diretamente com a Coordenação de cada curso. Certifique-se de que o trabalho a ser apresentado é em formato de “mo- nografia”. Caso seja um artigo, utilize o manual Como Elaborar um Artigo Científico: modelo, disponível no site da Biblioteca, no item “Trabalhos Acadêmicos”.
  • 4.
    4 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO.................................................................................................... 8 2 TRABALHOS ACADÊMICOS ............................................................................ 9 3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DO TEXTO MONOGRÁFICO .............................................................................................. 11 4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA........................................................................... 14 4.1 FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE ....................................................... 14 4.2 MARGENS ........................................................................................................ 16 4.3 ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS ................................................................. 16 4.4 PAGINAÇÃO..................................................................................................... 19 4.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA........................................................................ 20 4.6 ILUSTRAÇÕES................................................................................................. 21 4.6.1 Quadros .......................................................................................................... 21 4.6.2 Figuras ............................................................................................................ 22 4.6.3 Esquemas ....................................................................................................... 23 4.6.4 Fluxogramas ................................................................................................... 24 4.6.5 Organogramas................................................................................................ 25 4.6.6 Gráficos........................................................................................................... 26 4.7 TABELAS .......................................................................................................... 27 4.8 ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS ................................ 29 4.8.1 Abreviaturas ................................................................................................... 29 4.8.2 Unidades de medidas e símbolos ................................................................. 29 4.8.3 Equações e fórmulas ..................................................................................... 29 4.8.4 Numerais ......................................................................................................... 30 4.8.5 Porcentagem ................................................................................................... 30 5 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO ................................................... 31 5.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS ......................................................................... 31 5.1.1 Capa UniRitter ................................................................................................ 32
  • 5.
    5 5.1.2 Capa ABNT...................................................................................................... 32 5.1.3 Folha de rosto ................................................................................................. 33 5.1.4 Ficha catalográfica ......................................................................................... 34 5.1.5 Errata ............................................................................................................... 35 5.1.6 Folha de aprovação ........................................................................................ 36 5.1.7 Dedicatória, agradecimentos e epígrafe ...................................................... 37 5.1.8 Resumo na língua vernácula ......................................................................... 38 5.1.9 Resumo em língua estrangeira ..................................................................... 39 5.1.10 Lista de ilustrações ...................................................................................... 40 5.1.11 Lista de tabelas ............................................................................................. 41 5.1.12 Lista de abreviaturas e siglas ...................................................................... 41 5.1.13 Lista de símbolos ......................................................................................... 42 5.1.14 Sumário ......................................................................................................... 42 5.2 ELEMENTOS TEXTUAIS ................................................................................. 43 5.2.1 Introdução....................................................................................................... 44 5.2.2 Desenvolvimento ............................................................................................ 44 5.2.3 Conclusão ....................................................................................................... 44 5.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS......................................................................... 45 5.3.1 Glossário ......................................................................................................... 45 5.3.2 Referências..................................................................................................... 46 5.3.3 Apêndices ....................................................................................................... 47 5.3.4 Anexos ............................................................................................................ 47 5.3.5 Índice ............................................................................................................... 48 6 CITAÇÕES ....................................................................................................... 49 6.1 CITAÇÃO INDIRETA ........................................................................................ 49 6.2 CITAÇÃO DIRETA ............................................................................................ 50 6.3 SISTEMA AUTOR-DATA .................................................................................. 50 6.3.1 Sobrenomes iguais de autores diferentes ................................................... 51 6.3.2 Diversos documentos de mesma autoria ..................................................... 51
  • 6.
    6 6.3.3 Citações dediversos autores em uma mesma publicação ........................ 52 6.3.4 Citação indireta .............................................................................................. 52 6.3.5 Citação direta curta ........................................................................................ 52 6.3.6 Citação direta longa ....................................................................................... 53 6.4 SISTEMA DE NOTAS DE REFERÊNCIA (NOTAS DE RODAPÉ) ................... 53 6.4.1 Citação indireta .............................................................................................. 56 6.4.2 Citação direta curta ........................................................................................ 56 6.4.3 Citação direta longa ....................................................................................... 57 6.5 SUPRESSÕES ................................................................................................. 57 6.6 INTERPOLAÇÕES ........................................................................................... 58 6.7 CITAÇÃO DE CITAÇÃO (APUD) ...................................................................... 59 6.8 CITAÇÃO EM RODAPÉ ................................................................................... 61 6.9 TRADUÇÃO EM CITAÇÃO .............................................................................. 61 6.10 CITAÇÕES DE UMA IDEIA COMUM A VÁRIOS AUTORES ........................... 62 6.11 ERROS GRÁFICOS ......................................................................................... 63 7 APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS ......................................................... 65 7.1 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LIVROS.................................................... 69 7.2 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CAPÍTULOS DE LIVROS ........................ 70 7.3 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DISSERTAÇÕES E TESES..................... 70 7.4 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGOS DE PERIÓDICOS ................... 71 7.5 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGO DE JORNAL .............................. 71 7.6 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ENTREVISTAS ........................................ 71 7.7 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PALESTRAS ............................................ 72 7.8 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ANOTAÇÕES DE AULA .......................... 72 7.9 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONGRESSOS E OUTROS EVENTOS CIENTÍFICOS CONSIDERADOS NO TODO.................................................... 73 7.10 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRABALHOS PUBLICADOS EM ANAIS DE EVENTOS ................................................................................................... 73 7.11 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LEGISLAÇÃO .......................................... 73
  • 7.
    7 7.12 MODELO DEREFERÊNCIA PARA CONSTITUIÇÕES ................................... 74 7.13 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CÓDIGOS ................................................ 74 7.14 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VADE-MÉCUNS ...................................... 75 7.15 MODELO DE REFERÊNCIA PARA JURISPRUDÊNCIA ................................. 75 7.16 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PORTARIAS ............................................ 76 7.17 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PARECERES........................................... 76 7.18 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRATADOS INTERNACIONAIS .............. 77 7.19 MODELO DE REFERÊNCIA PARA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO (CPI)............................................................................................. 77 7.20 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VERBETES DE DICIONÁRIOS E ENCICLOPÉDIAS ............................................................................................. 77 7.21 MODELO DE REFERÊNCIA PARA FITAS DE VÍDEO / DVD / CD .................. 78 7.22 MODELO DE REFERÊNCIA PARA E-MAILS E LISTAS DE DISCUSSÃO ...... 78 7.23 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DESENHOS TÉCNICOS ......................... 78 7.24 MODELO DE REFERÊNCIA PARA EXPOSIÇÕES, FEIRAS ARTÍSTICAS, CULTURAIS, E ARQUITETÔNICAS ................................................................ 78 7.25 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PROJETOS DE ARQUITETURA ............. 79 7.26 MODELO DE REFERÊNCIA PARA MAPAS .................................................... 79 8 CONSIDERAÇÕES FINAIS.............................................................................. 80 REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 82 APÊNDICE A- Atualizações da NBR 14724 ........................................................... 84
  • 8.
    8 1 INTRODUÇÃO A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no País, representando no Brasil a International Organization for Standardization (ISO). É reconhecido como único Foro Nacional de Normalização. As normas brasileiras que dizem respeito à documentação e informação, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB-14) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (ABNT/CE-14:001.01 - Comissão de Estudo de Documentação), formadas por representantes dos setores envolvidos, dos quais fazem parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros). O objetivo maior da normalização é promover, através da redução da variedade de procedimentos, meios eficientes de troca de informações (ASSOCIAÇÃO, 2011). No que se refere aos textos acadêmico-científicos, o estabelecimento de padrões proporciona consistência à apresentação e, portanto, credibilidade, elementos imprescindíveis à divulgação do saber científico e sua socialização. Através deste manual, o Centro Universitário Ritter dos Reis busca estabelecer um padrão de qualidade na elaboração e na apresentação da produção intelectual, envolvendo as monografias (de graduação e especialização, lato e stricto sensu) defendidas na Instituição, segundo os padrões oficiais de normalização e adequado à identidade própria do UniRitter. A questão da padronização dos trabalhos finais de cursos tem sido motivo de discussão, e a importância da utilização de normas na apresentação desses trabalhos nem sempre é vista de uma forma tranquila por parte dos docentes orientadores e alunos. Todavia, num mundo globalizado e interativo como este, cada vez mais se observa a necessidade dessa padronização para efetivar intercâmbios e divulgar trabalhos. Por outro lado, a padronização contribui para marcar a identidade institucional por meio da produção científica gerada, fortalecendo a imagem da Instituição junto às comunidades onde circulam suas publicações acadêmicas.
  • 9.
    9 A 2 TRABALHOS ACADÊMICOS A NBR 14724 especifica princípios para a elaboração de trabalhos acadêmicos, visando a sua apresentação à Instituição (banca, comissão examinadora), podendo ser aplicada, ao que couber, aos trabalhos intra e extraclasse da graduação. Essa norma apresenta a seguinte definição para esse tipo de trabalho: trabalho de conclusão de curso, trabalho de graduação interdisciplinar, trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento documento que apresenta o resultado de estudo, devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, que deve ser obrigatoriamente emanado da disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e outros ministrados. Deve ser feito sob a coordenação de um orientador (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.4) No UniRitter, cada curso adota um nome específico para as monografias apresentadas como requisito parcial para a conclusão do curso. Verifique junto à Coordenação de seu curso qual denominação deverá ser utilizada. A referida norma também apresenta as seguintes definições para dissertação e tese: dissertação documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico retrospectivo, de tema único e bem delimitado em sua extensão, com o objetivo de reunir, analisar e interpretar informações. Deve evidenciar o conhecimento de literatura existente sobre o assunto e a capacidade de sistematização do candidato. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor), visando a obtenção do título de mestre (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.2) [...] tese documento que apresenta o resultado de um trabalho experimental ou exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado. Deve ser elaborado com base em investigação original, constituindo-se em real contribuição para a especialidade em questão. É feito sob a coordenação de um orientador (doutor) e visa a obtenção do título de doutor, ou similar (ASSOCIAÇÃO, 2011, p.4)
  • 10.
    10 As regras que determinam o encaminhamento dos trabalhos à Biblioteca estão detalhadas na Resolução CONSEPE 004-20081. 1 CENTRO UNIVERSITÁRIO RITTER DOS REIS (UNIRITTER). Resolução nº 04/2008. Porto Alegre, 2008. Disponível em: <http://tinyurl.com/64ytupb>. Acesso em: 28 abr. 2011.
  • 11.
    11 3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS PARA A CONSTRUÇÃO DO TEXTO MONOGRÁFICO O levantamento bibliográfico é o ponto de partida e uma importante etapa na elaboração de monografias. Durante a leitura, é fundamental anotar as principais ideias do autor, assim como os números das páginas onde estas estão descritas, a fim de fazer citações diretas com todas as informações completas. Fichas com apon- tamentos de leitura são extremamente úteis, onde devem ser anotadas todas as re- ferências concernentes ao livro objeto de leitura: o conteúdo, as citações-chave, análise de juízo e observações (ECO, 2009, p.96). Ao selecionar a bibliografia, prefira sempre a utilização de textos originais, evi- tando a citação de citação (apud). Usa-se apud quando o autor referenciado por al- guém é muito importante e quando não se tem, efetivamente, acesso direto ao texto do autor, por se tratar de um livro esgotado ou raro. Em outras palavras, apud deve ser uma exceção. Trabalhos escritos com muitos apuds denotam falta de qualidade, revisão bibliográfica malfeita e costumam ser rejeitados. O texto científico deve ser redigido de forma impessoal: na terceira pessoa do singular e na voz passiva. Escrever é um ato social: escrevo para que o leitor aceite aquilo que lhe proponho. Quando muito deve-se procurar evitar o pronome pessoal recor- rendo a expressões mais impessoais, como “cabe, pois, concluir que”, “pa- rece acertado que”, “deverse-ia dizer que”, “é lícito supor que”, “conclui-se daí que”, “ao exame deste texto percebe-se que”, etc. (ECO, 2009, p.122) O parágrafo é a unidade do discurso. Em geral, ideias novas compreendem parágrafos diversos; assim, quando mudar de assunto, mude de parágrafo. O texto deve apresentar um encadeamento de palavras que façam sentido quando combi- nadas. A coesão é mantida pela escolha de conetivos adequados. Conectivos que podem ser usados para introduzir uma citação Na opinião de... ...exemplifica... ...explicita seus pressupostos... De acordo com... ...quando afirma... ...alega que... Afirma... ...conceitua... ...caracteriza... Para... Segundo... Como descrito por... Na visão de... Como caracteriza... Outro ensinamento de... Em...encontra-se o seguinte Do ponto de vista de... No dizer de... esclarecimento...
  • 12.
    12 Cada parte da monografia deve cumprir seu propósito, apresentando texto condizente com a seção a que pertence (introdução, desenvolvimento, conclusão). ERRADO CERTO 2 ESTUDO COMPARATIVO 2 ESTUDO COMPARATIVO 2.1 CASO BRASILEIRO Neste capítulo será tratado o caso brasileiro... 2.1 CASO BRASILEIRO Deve-se cuidar a numeração progressiva, evitando-se abrir subseções únicas, isto é, para ter uma subseção deve haver ao menos 2 divisões, por exemplo: 2.1 passando direto para 3 sem ter uma divisão 2.2. ERRADO CERTO 2 2 2.1 2.1 2.1.1 2.2 3 3 Evite o uso excessivo de notas explicativas de rodapé, uma vez que interrompem a sequência lógica da leitura. Caso necessário, que sejam sucintas. Tipos itálicos devem ser utilizados para nomes científicos e palavras ou ex- pressões em língua estrangeira que ainda não foram absorvidas pela língua verná- cula. O uso de negrito no texto é pouco recomendado e deve ser usado apenas para dar destaque a letras ou a palavras quando não for possível destacá-las pela reda- ção. Ao utilizar documentos eletrônicos, certifique-se da fidedignidade da fonte. Grande parte da informação disponibilizada na Internet não está sujeita a um dos principais mecanismos de validação utilizados pelas publicações tradicionais: a arbi- tragem formal por parte de pares (peer-review mechanism). Na medida em que a qualidade do material disponibilizado não é, nem deve ser, controlada centralmente, é evidente que coexistem, lado a lado, informações de variável teor, desde as mais completas e confiáveis até as deliberadamente enviesadas e/ou falsificadas.
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    13 Como os documentos eletrônicos rapidamente podem perder seu URL, utilize para referenciá-los, sempre que possível, o número do Digital Object Identifier (DOI) ao invés do endereço da página. A citação deve levar a conhecer de forma clara o local onde podemos verificar a opinião transmitida. Portanto, cite de forma clara, não deixando margem para dú- vidas. As citações devem ser feitas na língua original e a tradução constar em nota de rodapé com a indicação “tradução nossa” no final do texto. Suas opiniões pesso- ais devem ser claramente identificadas. Não use reticências ou pontos de exclamação. Evite repetições, ecos, cacófa- tos, adjetivos e advérbios. Seja preciso: expressões como "nem todos", "praticamen- te todos", "vários deles" podem ser interpretadas de formas diferentes e prejudicam a compreensão das afirmações. Para o título na capa do trabalho, caso opte por não utilizar os dois-pontos pa- ra separá-lo do subtítulo, utilize, pelo menos, uma diferenciação tipográfica (título em negrito, subtítulo sem negrito, por exemplo). A linguagem científica deve ser clara, objetiva, escrita em ordem direta e com frases curtas. Lembre-se sempre que textos longos, complexos, com frases retóricas e palavras incomuns, não demonstram erudição. Ao contrário, indicam que o autor não sabe escrever. Quanto ao número de folhas, não existe padrão definido. Colzani (2006, p.85) sugere: Monografias: entre 60 e 80 folhas Dissertações: entre 110 e 180 folhas Teses: entre 150 e 250 folhas
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    14 4 APRESENTAÇÃO GRÁFICA A NBR 14724 dispõe que o projeto gráfico da monografia é de responsabilidade do autor do trabalho, mas apresenta algumas regras quanto ao seu formato. 4.1 FORMATAÇÃO DO PAPEL E DA FONTE Os textos devem ser apresentados em papel branco ou reciclado, formato A4 (21 cm x 29,7 cm), em cor preta ou automática, podendo-se utilizar outras cores somente nos textos das ilustrações. A fonte utilizada deve ser Arial ou Times New Roman. Os elementos textuais e pós-textuais podem ser impressos no verso e anverso das folhas. Dica Word (versão 2010) – Formate os títulos das seções utilizando o recurso “Estilos”. Selecione o título de uma seção secundária. Clique na aba Página inicial > Alterar Estilos, na pequena flecha abaixo. Coloque o cursor em cima do estilo “Seção 2”, por exemplo, e clique no pequeno botão à direita. Clique em “Modificar” e preencha com a formatação recomendada neste manual para as seções secundárias (caixa-alta, tamanho 12, alinhadas à esquerda). Ainda na tela “Modificar”, clique no botão “Formatar” e selecione “Numeração”. Clique em “Definir novo formato de número”. Digite um número que ocorra nas seções secundárias, como 1.1, por exemplo. Ok. Não se esqueça de marcar “Atualizar automaticamente” e “Apenas neste documento”. Ok. Repita essas operações para cada seção. Para as seções primárias, escolha o estilo “Seção 1”. Para as seções terciárias use “Seção 3” e assim por diante. Após defini-las, basta selecionar o texto e indicar o estilo correspondente àquela seção.
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    15 Descrição Formatação Fonte 12. Margem superior 11 cm e esquerda 5 Capa padrão UniRitter* cm. Fonte 12. Texto centralizado. Capa Fonte 12. Texto centralizado. Nota alinhada do Folha de rosto meio da mancha para a margem direita. Fonte 12. Texto centralizado. Folha de aprovação Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da Dedicatória mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha. Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da Agradecimentos mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha. Fonte 12. Espaço simples. Alinhado do meio da Epígrafe mancha para a margem direita, junto à margem inferior da folha. Fonte 12. Espaço simples. Parágrafo único justifi- Resumo cado. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, Lista de ilustrações e tabelas não numerado. Lista de abreviaturas, siglas E Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, símbolos não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Título centralizado, Sumário não numerado. Fonte 12. Espaço 1,5 linha. Espaçamento entre Corpo do texto parágrafos simples ou 1,5 linha. Fonte 12. Alinhados à esquerda. Numerados a partir da introdução até a conclusão. Indicativo Títulos de capítulos numérico separado do texto por um espaço de caractere. Fonte 12. Inseridas no parágrafo. Citação direta Citações curtas (até três linhas) entre aspas, citação indireta sem aspas. Citações longas (mais de três Fonte 10. Recuo 4 cm. Espaço simples. Sem as- linhas) pas. Legenda e fonte das ilustra- Fonte 10. Legenda na parte superior; identifica- ções ção da fonte na parte inferior. Fonte 10. Legenda na parte superior; identifica- Legenda e fonte das tabelas ção da fonte na parte inferior. Fonte 10. Espaço simples. Alinhadas somente à Notas de rodapé esquerda. Fonte 12. Espaço simples. Separadas por 1 es- Referências paço simples entre elas. Alinhadas somente à esquerda. Título centralizado, não numerado. Fonte 12. Identificados por letras. Título centrali- Apêndice/Anexo zado. * Solicite a capa padrão UniRitter na Secretaria Acadêmica. Fonte: NBR 14724
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    16 4.2 MARGENS As folhas devem apresentar margem esquerda e superior 3 cm, direita e inferior 2 cm. Trabalhos a serem encadernados em capa dura deverão prever 1 cm de medianiz. O espaço de digitação criado a partir da formatação das margens é denominado “mancha”. Dica Word (versão 2010) – Formate os espaçamentos da margem utilizando o recurso “Configurar Página” > “Margens”, colocando 3 cm na superior e esquerda e 2 cm na inferior e direita. Modelo 4.3 ESPAÇAMENTO E PARÁGRAFOS O texto do corpo do trabalho deve ser alinhado à esquerda e à direita (justificado), digitado em espaço de 1,5 linha (um e meio), em fonte tamanho 12, sendo facultativo o uso do espaçamento diferenciado entre os parágrafos. Optando-se por esse espaçamento, sugere-se que seja de 1,5 linha (um espaço e
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    17 meio em branco).A mudança de parágrafo deve ser indicada com o recuo de 1,25 cm (1 tab). As citações curtas consideram-se corpo do texto, devendo seguir a mesma formatação deste. Citações longas, notas de rodapé, legendas e fontes de ilustrações e tabelas devem ser apresentadas em espaço simples, em fonte tamanho 10. As referências no final do trabalho devem ser alinhadas somente à margem esquerda, separadas uma das outras por 1 (um) espaço simples; entre as linhas da mesma referência deve ser usado espaço simples. Os títulos principais (seção primária) devem ser separados do texto por 1 (um) espaço de 1,5 linha em branco. Títulos não numerados devem ser centralizados, títulos numerados devem ser alinhados à esquerda. A numeração deve ser separada dos títulos ou subtítulos por um espaço de caractere (sem ponto). Os títulos principais devem ser alinhados pela margem superior da mancha, sendo apresentados sempre em nova página. Os subtítulos (seções secundárias, terciárias, etc.) devem aparecer na sequência do texto (sem iniciar nova página), separados do texto anterior e posterior por 1 (um) espaço de 1,5 linha em branco. Dica Word (versão 2010) – Altere o espaçamento entrelinhas em “Parágrafo” > “Espaçamento”, colocando antes e depois 0 cm e espaçamento entrelinhas “1,5 linha”. Para as citações diretas longas, siga o mesmo procedimento, colocando espaçamento entrelinhas “Simples”.
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    18 Modelo A NBR 14724 não faz referência ao controle das linhas órfãs e viúvas. Entre- tanto, elas são consideradas inaceitáveis na diagramação de qualquer publicação. A linha órfã é a primeira linha de um parágrafo impressa sozinha na parte inferior de uma página. A linha viúva é a última linha de um parágrafo impressa sozinha na par- te superior de uma página. Se um parágrafo começar com uma única linha numa página (linha viúva), o começo do parágrafo é mudado para a próxima página e, se um parágrafo terminar com uma única linha (linha órfã) na página seguinte ao seu começo, a penúltima li- nha é enviada para aquela página. A mesma regra serve para os títulos das subse- ções. Dica word (versão 2010) – Formatação de parágrafo > Quebras de linha e de página > Controle de linhas órfãs/viúvas.
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    19 As indicações de volumes, páginas e edições não devem apresentar espaços em branco, impedindo, dessa forma, que sejam separadas quando digitadas no final da linha. ERRADO CERTO p. 15 / v. 5 / 2. ed. p.15 / v.5 / 2.ed. 4.4 PAGINAÇÃO Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas sequencialmente, mas nem todas são numeradas (cf. NBR 6029). A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual (não devendo aparecer nas páginas de seção primária), em algarismos arábicos, em fonte 10. No verso da folha, o número de página é inserido dentro da margem esquerda superior. No anverso da folha, o número é inserido na margem direita superior. Todo trabalho deverá ser numerado, incluindo apêndices e anexos. Utilize as ferramentas do Word através do recurso “Inserir” > “Número de Páginas”. Oculte as numerações das folhas que contêm seções primárias inserindo uma forma automática preenchida em branco ou utilizando o recurso de “quebra de seção”. Dica Word (versão 2010) – Para inserir número de página, utilize o recurso “Número de página” > “Formatar números de página”, colocando em “Iniciar em” o número 0, pois o trabalho inicia sua contagem na folha de rosto, e não na capa. Para inserir uma forma sobre o número a fim de escondê-lo nas páginas de seções primárias, deve-se clicar em “Inserir” > “Formas” >, selecionar um retângulo e desenhar sobre o número da página >, clicar com o botão direito sobre a forma e selecionar “Formatar forma” >, preenchimento sólido na cor branca e sem cor de linha.
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    20 Modelo 4.5 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA Para hierarquização do trabalho, deve-se utilizar numeração progressiva de acordo com a NBR 6024, limitando-se a, no máximo, seções quinárias. Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de caixa-alta, negrito, itálico ou sublinhado. 1 TÍTULO OU SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 SUBTÍTULO OU SEÇÃO SECUNDÁRIA 1.1.1 Subtítulo ou seção terciária 1.1.1.1 Subtítulo ou seção quaternária 1.1.1.1.1 Subtítulo ou seção quinária 2 TÍTULO OU SEÇÃO PRIMÁRIA Sobre a utilização de alíneas:
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    21 a) as divisões enumerativas devem ser indicadas por meio de alíneas; b) o trecho final anterior às alíneas termina com dois-pontos; c) as alíneas são ordenadas alfabeticamente; d) como alternativa ao sistema alfabético, pode-se utilizar os numerais romanos em letras minúsculas - x.: (i), (ii), (iii), (iv)...); e) as letras indicativas das alíneas são minúsculas, alinhadas na direção do pa- rágrafo, seguidas de sinal de fechamento de parênteses e terminam em pon- to e vírgula, exceto a última alínea que termina com ponto-final; f) o texto da alínea começa por letra minúscula (exceto os nomes próprios); g) a segunda e as seguintes linhas do texto da alínea começam na direção da primeira letra do texto da própria alínea, ou seja, são alinhadas sob a primei- ra letra do texto da alínea; h) as alíneas não comportam mais que um período sintático (não existe ponto- final no texto da alínea); i) as divisões de alíneas devem ser indicadas por meio de incisos ou subalí- neas com hífen; j) as alíneas possuem a mesma entrelinha do texto do trabalho. 4.6 ILUSTRAÇÕES Consideram-se ilustrações: esquemas, fluxogramas, gráficos, figuras, quadros, organogramas, fotografias, plantas, mapas. Sua identificação aparece na parte superior, precedida da palavra designativa, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto, em algarismos arábicos. A fonte deve ser indicada na parte inferior, de forma abreviada caso conste na lista de referências ou de forma completa caso refira-se exclusivamente à ilustração. A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do trecho ao qual se refere. Sua enumeração deve constar de lista pré-texto. 4.6.1 Quadros Quadro pressupõe arranjo de palavras ou números dispostos em colunas e linhas, porém predominantemente preenchidos com palavras, sendo utilizado para
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    22 dados qualitativos. Nasua formatação, deve-se usar letra e entrelinha menor (fonte 10, espaçamento simples). Os quadros devem ser alinhados às margens laterais do texto e, quando pequenos, centralizados. Usar linhas de delimitação no cabeçalho para definir as laterais e o limite inferior do quadro. Modelo Quadro 1 – Pareceres do CFE e Resoluções do MEC para a área de Comunicação Social Fonte: MOURA, 2000 4.6.2 Figuras Figura é a ilustração gráfica por meio de imagens representadas por desenhos ou gravuras.
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    23 Modelo Figura 4 –Velocidades e suas alterações na passada Fonte: MCDONALD, 2002 4.6.3 Esquemas Esquema é uma figura que dá uma representação muito simplificada e funcional de um objeto, um movimento, um processo, etc.
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    24 Modelo Esquema 1 –Estrutura interna do átomo Fonte: Departamento de Física, UFSC 4.6.4 Fluxogramas Fluxograma é a representação gráfica de um procedimento ou sistema, cujas etapas ou módulos são ilustrados de forma encadeada por meio de símbolos geométricos interconectados. Os fluxogramas representam todas as etapas que compõem um processo, baseando-se no raciocínio lógico. Cada símbolo geométrico tem um significado próprio dentro do processo e deve ser respeitado.
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    25 Modelo Figura 5 -Sequência de passos para o removedor de sufixos Fonte: ORENGO, 2005 4.6.5 Organogramas Organograma é um tipo específico de gráfico de uma estrutura hierárquica de uma organização social complexa, que representa simultaneamente os diferentes elementos do grupo e suas ligações.
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    26 Modelo Figura 6 -Antigo organograma das Agências da Instituição Bancária analisada Fonte: SOUZA; SOUZA, 2005 4.6.6 Gráficos Depois de sintetizados em tabelas, os dados podem ser apresentados em gráficos com a finalidade de proporcionar uma visão rápida do comportamento do fenômeno analisado. Serve, pois, para apresentar uma tabela de maneira simples e interessante, tornando claros os fatos que poderiam passar despercebidos em dados apenas tabulados. Vários tipos de gráficos podem ser elaborados a partir do Excel, cada um para uma situação diferente. Se um gráfico for definido de forma incorreta, poderá ocorrer a análise errada de uma situação, causando uma série de interpretações distorcidas. O uso correto das linhas deve obedecer: a) na linha horizontal (X) ou das abscissas, colocam-se os valores da variável (escores); b) na linha vertical (Y) ou das ordenadas, colocam-se as frequências observadas.
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    27 Modelo Gráfico 1: Gastosdo governo brasileiro e do Banco Mundial em DST e AIDS (1997-2001) Fonte: THE WORLD BANK GROUP, 2004 Nota: dados trabalhados pelo autor 4.7 TABELAS Tabela é uma forma não discursiva de apresentar informações, das quais o dado numérico se destaca como informação central. A NBR 14724 indica, para formatação das tabelas, o documento Normas de Apresentação Tabular, do IBGE (FUNDAÇÃO, 1993). O título deve ser colocado na parte superior, precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos. As fontes citadas na construção de tabelas e notas eventuais aparecem no final da tabela, após o fio (linha) de fechamento. As colunas externas devem aparecer abertas. Deve-se utilizar fios horizontais para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as colunas e os fios horizontais para separar as linhas. Quando houver transformação dos dados numéricos obtidos na fonte, deve- se identificar o responsável pela operação em nota geral ou específica. Não devem figurar dados em branco: a) traço indica dado inexistente; b) reticências indicam dado desconhecido;
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    28 c) “zeros” devem ser utilizados quando o dado for menor que a metade da uni- dade adotada para a expressão do dado. Anteriormente à apresentação, a tabela deve ser mencionada no texto através da palavra Tabela (com a inicial em maiúsculo), seguida do respectivo número em arábico. Quando muito extensas, as tabelas poderão ser apresentadas em apêndice (quando elaboradas pelo autor do texto) ou em anexo (quando extraídas de documento consultado pelo autor). Modelo Tabela 1 – Distribuição de rendimento do trabalho e Índice de Gini – Brasil 1960/70/80 Fonte: IBGE, 2004 Modelo Tabela 2 – Componentes da CTBB em 2005 (em R$ bilhões) Fonte: IBGE, 2007. Nota: dados trabalhados pelo autor.
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    29 Modelo Tabela 3 –Área colhida e previsão de colheita de uvas na Região Metropolitana de Porto Alegre Cidade Área em hectares em 2010 Área em hectares para 2011 Porto Alegre 7.610 8.500 Viamão 15.621 17.000 Canoas 4.874 5.400 Fonte: dados coletados pelo autor 4.8 ABREVIATURAS E OUTROS ELEMENTOS GRÁFICOS Devem ser utilizados de maneira padronizada e consistente ao longo do texto. 4.8.1 Abreviaturas Na primeira vez em que forem mencionadas no texto, as abreviaturas devem aparecer entre parênteses, precedidas de sua forma por extenso. A partir desta primeira inserção, poderá ser utilizada apenas a forma abreviada. Deverão constar em lista pré-texto. No texto: Organização Mundial da Saúde (OMS) Na lista: OMS - Organização Mundial da Saúde 4.8.2 Unidades de medidas e símbolos Devem restringir-se apenas àqueles usados convencionalmente ou sancionados pelo uso. Deverão constar em lista pré-texto. 4.8.3 Equações e fórmulas Devem ser destacadas no texto e, se necessário, numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Na sequencia normal do texto, é
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    30 permitido o usode uma entrelinha maior que comporte seus elementos (expoentes, índices, entre outros). X2 + y2 = z2 (x2 + y2) / 5 = n 4.8.4 Numerais Os numerais se escrevem, normalmente, com algarismos arábicos, mas por extenso nos seguintes casos: a) de zero a nove: oito livros, cinco mil, três milhões, etc.; b) as dezenas e centenas redondas: trinta, noventa, vinte mil, sessenta milhões, etc.; c) os números ordinais recebem o mesmo tratamento: segundo, quinto, sexto, etc. Em todos os casos só se usam palavras quando não houver nada nas ordens ou classes inferiores: 13 mil, mas 13 700 e não 13 mil e setecentos; 247 320 e não 247 mil e trezentos e vinte. Acima do milhar, todavia, é possível recorrer a dois procedimentos: a) aproximação do número fracionário, como em 23,6 milhões; b) desdobramento dos dois termos numéricos, como em 23 milhões e 635 mil. Números acima de 999 não se separam com ponto. Eles devem ser divididos por um espaço em branco entre cada três dígitos (ex.: 1 750 livros), exceto no uso de anos e de numeração de páginas (ex.: ano de 2003; página 1091). Artigos 1º ao 9º, do décimo em diante usar art. 10, art. 11. (BRASIL, 1999). 4.8.5 Porcentagem
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    31 As porcentagens são sempre indicadas por algarismos, sucedidas do símbolo próprio: 5%, 70%, 128%, etc. O símbolo % deve figurar junto dos algarismos. 5 ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO A NBR 14724 especifica os princípios gerais para a elaboração de trabalhos acadêmicos. O quadro abaixo apresenta os elementos de uma monografia: Estrutura Elemento Caráter Pré-textuais Capa Obrigatório Folha de rosto Obrigatório Ficha catalográfica Opcional Errata Opcional Folha de aprovação Opcional Dedicatória(s) Opcional Agradecimento(s) Opcional Epígrafe Opcional Resumo na língua vernácula Obrigatório Resumo em língua estrangeira Opcional Lista de ilustrações Opcional Lista de tabelas Opcional Lista de abreviaturas e siglas Opcional Lista de símbolos Opcional Sumário Obrigatório Textuais Introdução Obrigatório Desenvolvimento Obrigatório Conclusão Obrigatório Pós-textuais Referências Obrigatório Glossário Opcional Apêndice(s) Opcional Anexo(s) Opcional Índice(s) Opcional 5.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Elementos pré-textuais são aqueles que antecedem o texto. Contêm informações que permitem a identificação do trabalho, não devendo constar no sumário (uma vez que aparecem antes deste) nem receber indicativo de seção (i.e. não são numerados). Quando couber título, este deverá ser centralizado no topo da folha, respeitando a margem superior de 3 cm, ou seja, deverá ser inserido na parte superior da mancha.
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    32 5.1.1 Capa UniRitter Os exemplares que serão encaminhados à banca deverão ter, além da capa prevista na norma NBR 14724, uma capa adicional, conforme o tipo do trabalho: a) Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação: sobrecapa de cartão (padrão UniRitter) – nesta capa, deverão constar os seguintes dados: título da monografia, nome do graduando, nome do orientador, ano e semestre. Para fazer com que os dados apareçam na “janela” do cartão (solicite a capa padrão na Secretaria Acadêmica), deve-se formatar as margens da seguinte forma: superior 11 cm, direita e esquerda 5 cm. A capa padrão UniRitter é um documento à parte, não sendo contada ou paginada no trabalho. Dica Word (versão 2010) – Formate os espaçamentos da margem utilizando o recurso “Configurar Página” > “Margens”, colocando 11 cm na superior e 5 cm na esquerda e na direita. b) Teses, Dissertações e Trabalhos de Conclusão de Curso de Especialização – encadernação em capa dura, na cor preta; nesta encadernação deverão constar os seguintes dados: nome da instituição, nome do programa de pós-graduação, área de concentração2, nome do pós-graduando, título e subtítulo (se houver) do trabalho, cidade e ano. 5.1.2 Capa ABNT A capa a qual se refere a NBR 14724 deve ser impressa em papel A4, sendo parte integrante do trabalho. Nela devem estar impressos: a) logo da Instituição3; 2 Os logos com o nome da instituição, nome do programa de pós-graduação e a área de concentração podem ser usados na encadernação. Alguns estão disponíveis para download no site do UniRitter, na seção Comunicação > Identidade Visual > menu à esquerda. Também podem ser solicitados nas coordenações dos cursos. 3 O logo da Instituição encontra-se disponibilizado para download no site do UniRitter, na seção Comunicação > Identidade Visual.
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    33 b) nome do autor; c) título da monografia; d) local da Instituição (cidade); e) ano da entrega. Modelo 5.1.3 Folha de rosto A folha de rosto é um elemento de identificação obrigatório. Deve conter os seguintes elementos essenciais, impressos em uma única face do papel: a) nome do autor; b) título da monografia;
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    34 c) natureza (monografia) e objetivo (grau pretendido); nome da instituição a que é submetido; área de concentração; d) nome do professor que orientou o trabalho, com sua respectiva titulação; e) local da Instituição (cidade); f) ano da entrega. Modelo 5.1.4 Ficha catalográfica A ficha catalográfica é a representação de um cartão que traz as informações fundamentais do documento. Seu objetivo é permitir que a monografia se identifique por si mesma, visando a sua armazenagem adequada na biblioteca. Deve constar no verso da folha de rosto, de acordo com a NBR 12899, sendo elaborada obrigatoriamente por um bibliotecário. No UniRitter, é elemento opcional para as
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    35 monografias de graduaçãoe especialização. Caso deseje incluí-la em seu trabalho, solicite pelo e-mail da Biblioteca (biblioteca@uniritter.edu.br), enviando a folha de rosto, o sumário e o resumo, indicando como assunto Ficha catalográfica – Curso – Campus (Porto Alegre ou Canoas). Modelo 5.1.5 Errata A errata é um elemento opcional, condicionado à necessidade de retificar algum aspecto da redação do trabalho. Deve ser utilizada como último recurso, uma vez que demonstra falta de cuidado na revisão do trabalho. Não são admitidas erratas para erros como acentuação, pontuação, sumário ou citações mal elaboradas. Deve ser encartada após a folha de rosto. É constituída pela referência do trabalho e seguida de uma tabela contendo a folha e a linha onde o erro aparece, o termo errado e o termo corrigido.
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    36 Modelo 5.1.6 Folha deaprovação Deve ser colocada logo após a folha de rosto e assinada pelos componentes da banca examinadora. Trata-se de um elemento obrigatório para as Teses e Dissertações, mas opcional para os TCCs (uma vez que, na maioria das vezes, o aluno não possui informações sobre a composição da banca). Nesta folha devem constar: a) nome do autor; b) título por extenso (e subtítulo, se houver); c) local e data de aprovação; d) nome dos membros componentes da banca examinadora e de suas respectivas instituições.
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    37 Modelo 5.1.7 Dedicatória, agradecimentose epígrafe Não são elementos obrigatórios, mas podem ser usados pelo autor caso haja o desejo de dedicar o trabalho a alguém, fazer algum agradecimento a pessoas que contribuíram de maneira relevante com o trabalho ou adicionar alguma epígrafe antes do início do trabalho. A epígrafe demonstra erudição do autor, devendo haver ligação entre o pensamento e o conteúdo de sua obra. (NEGRA; NEGRA, 2004, p.77). Deverá obedecer à NBR 10520, formato autor-data.
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    38 Modelos 5.1.8 Resumo nalíngua vernácula Monografias deverão utilizar resumos do tipo “informativo”, conforme a NBR 6028. Este tipo de resumo fornece informações suficientes para que o leitor possa decidir sobre a conveniência da leitura do texto. O resumo deve expor as finalidades, a metodologia, os resultados e as conclusões. A mesma norma recomenda que para monografias o resumo tenha extensão de 150 a 500 palavras.. A NBR 6028 recomenda a utilização de parágrafo único sem recuo e justificado. Dependendo do tamanho do resumo, recomenda-se usar o espaçamento simples entrelinhas com o objetivo de manter todo o texto em uma única página. Deve-se utilizar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. Resumos não devem conter citações. No final do resumo, separado por um espaço de 1,5 linha em branco, devem constar as palavras-chave representativas do conteúdo do trabalho, separadas entre si por um ponto. Sugere-se o número mínimo de três e o máximo de cinco palavras, retiradas preferencialmente do título ou do resumo. Ao escolher as palavras-chave, lembre-se que elas são fundamentais na indexação e, portanto, na recuperação do trabalho nas bibliotecas.
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    39 Modelo 5.1.9 Resumo emlíngua estrangeira Trata-se da versão do resumo em idioma de divulgação internacional. Deve ser a tradução literal do resumo em português e apresentar palavras-chave logo abaixo do texto. Deverá ser escolhida apenas uma das seguintes línguas para elaboração do resumo em língua estrangeira: inglês, espanhol ou francês. Para as monografias de graduação, o resumo em língua estrangeira é opcional. Desejando incluí-lo, apresente um texto adequadamente redigido, jamais utilize traduções automáticas.
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    40 Modelo 5.1.10 Lista deilustrações A lista de ilustrações deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparece no texto, com cada item designado por seu nome específico, acompanhado do respectivo número da página. Consideram-se ilustrações: esquemas, fluxogramas, gráficos, figuras, quadros, organogramas, fotografias, plantas e mapas. Recomenda-se a elaboração de uma lista para cada tipo de ilustração. A lista de ilustrações torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar número considerável de ilustrações (mais de três). Dois gráficos Sem lista de gráficos Um gráfico e um quadro Sem lista de ilustrações Um gráfico, um quadro e um organograma LISTA DE ILUSTRAÇÕES Três gráficos LISTA DE GRÁFICOS Dois gráficos, uma fotografia e uma planta LISTA DE ILUSTRAÇÕES Três gráficos, uma fotografia e uma planta LISTA DE ILUSTRAÇÕES Três gráficos, três fotografias e três plantas LISTA DE GRÁFICOS, LISTA DE FOTOGRAFIAS, LISTA DE PLANTAS Sete mapas, três fotografias e 14 plantas LISTA DE MAPAS, LISTA DE FOTOGRAFIAS, LISTA DE PLANTAS
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    41 Modelo 5.1.11 Lista detabelas A lista de tabelas deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparece no texto, com cada item designado por seu nome específico, seguido do respectivo número da página. A lista de tabelas torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar número considerável de tabelas (mais de três). 5.1.12 Lista de abreviaturas e siglas Consiste na relação alfabética das abreviaturas e siglas usadas no texto, seguidas das palavras ou expressões correspondentes, por extenso. A lista de abreviaturas e siglas torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar número considerável de siglas ou abreviaturas (mais de três).
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    42 5.1.13 Lista desímbolos A lista de símbolos deve ser elaborada de acordo com a ordem em que aparece no texto, com o devido significado. Torna-se elemento obrigatório quando o trabalho apresentar número considerável de símbolos (mais de três). 5.1.14 Sumário O sumário consiste na enumeração das divisões e subdivisões de um trabalho, apresentada na mesma ordem e grafia em que os temas sucedem-se (NBR 6027). Não se deve confundir sumário com índice, pois o índice é a lista de entradas ordenadas seguindo determinado critério (NBR 6034), normalmente alfabético4. Para hierarquização do trabalho e, portanto, do sumário, deve-se utilizar numeração progressiva, de acordo com a NBR 6024, limitando-se a, no máximo, seções quinárias. Os títulos das seções são destacados gradativamente, usando-se racionalmente os recursos de caixa-alta/baixa, negrito, itálico ou sublinhado. A mesma estrutura de seções e subseções apresentada no decorrer do trabalho deverá estar contemplada no sumário, que deverá apresentar-se, preferencialmente, em uma única página. Os elementos pré-textuais não devem constar no sumário. Já os elementos pós-textuais devem constar no sumário. Dica Word (versão 2010) – Sugere-se a formatação do sumário através da utilização do recurso “Estilos” para os títulos das seções e, após, a ferramenta “Referências” > “Sumário”. Dica Word (versão 2010) 2 – Caso não utilize a criação de estilos, o Sumário pode ser inserido criando-se uma tabela. “Inserir” > “Tabela” > criar duas colunas e o número necessário de linhas >, utilizar a régua para ajustar as colunas de forma que a coluna da direita (onde vão as páginas) fique bem menor que a da esquerda (onde vão os títulos) >, digitar 4 Segundo o prof. Antônio Houaiss, "índices, stricto sensu, são sempre alfabéticos, enquanto as tábuas [sumário] só serão por acaso, porque o princípio que as informa é o da estruturação orgânica da obra". HOUAISS, A. Elementos de bibliologia. Rio de Janeiro: INL, 1967. p.xvii.
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    43 os títulos eas páginas correspondentes dentro das colunas e linhas (cada seção em uma linha da tabela) >, após cada título, dê um espaço e insira o pontilhado até o limite final da coluna, encostando na coluna da página > no final, para que as linhas da tabela não apareçam, clique com o botão direito sobre ela e acesse “Bordas e sombreamento” > “Bordas” > marque “Nenhuma” borda. Modelo 5.2 ELEMENTOS TEXTUAIS São considerados elementos textuais pela NBR 14724 a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. As seções relativas aos elementos textuais deverão ser numeradas, sendo a introdução a primeira da numeração progressiva que guiará o restante do trabalho.
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    44 5.2.1 Introdução A introdução é a parte inicial do trabalho, é o momento de apresentar resumidamente os temas abordados ao longo do texto. Sugere-se que a introdução ocupe em torno de 1/5 do texto e que apresente os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração, bem como a relação com outros trabalhos existentes. O texto da introdução não deve repetir ou parafrasear o resumo nem antecipar as conclusões, mas pode apresentar a natureza do trabalho, a justificativa, os objetivos, o tema proposto e outros elementos para situar o trabalho. 5.2.2 Desenvolvimento O desenvolvimento compreende a revisão da literatura, a metodologia e a exposição da pesquisa. A revisão de literatura apresenta a evolução do tema, com ideias de diferentes autores sobre o assunto. Deve conter citações textuais ou livres, com indicação dos autores, conforme norma NBR 10520. Os procedimentos metodológicos empregados para o levantamento de dados e sua análise devem estar claramente apresentados. Os argumentos para a exposição da pesquisa devem ser adequados, apresentando prova matemática, exemplos, equações, análises estatísticas, padrões/tendências observadas, opiniões e ideias, além da relação de números coletados e tabelados. É importante que apresente comparações com resultados obtidos por outros pesquisadores, caso existam, bem como sugestão de aplicações para o trabalho. 5.2.3 Conclusão É o espaço destinado à discussão dos resultados obtidos na pesquisa, onde se verificam as observações pessoais do autor. Poderá também apresentar sugestões de novas linhas de estudo. A conclusão será o somatório de uma expressão inicial mais a reafirmação do tópico que originou a pesquisa, seguido de uma observação final.
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    45 A conclusão não deve apresentar citações ou interpretações de outros autores. Um texto bem concluído deve evitar repetir argumentos já utilizados. Assim, devem ser evitadas expressões como “Portanto, como já dissemos antes...” ou “Então, como já vimos...”. O caráter de fechamento da conclusão deve ficar evidente na clareza e força de argumentos do autor. Portanto, é desnecessário e pouco elegante escrever “Concluindo que...”, “em conclusão...”. Exemplos de expressões iniciais a serem usadas numa conclusão: Dessa forma... Sendo assim... Em vista dos argumentos apresentados... Em virtude do que foi mencionado... Assim... Levando-se em conta o que foi observado... Por todas essas ideias apresentadas... Tendo em vista os aspectos observados... Por tudo isso... Dado o exposto... Proporcionalmente, o tamanho da conclusão deve ser equivalente ao da introdução, sugerindo-se que ocupe 1/5 do texto. 5.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Os elementos pós-textuais complementam o trabalho sem, contudo, integrá- los. Os títulos dos elementos pós-textuais não são numerados, devem ser escritos em letras maiúsculas, fonte tamanho 12, negritados e centralizados, devendo aparecer no Sumário. 5.3.1 Glossário Consiste numa relação de palavras de uso restrito empregadas no texto, em ordem alfabética, acompanhadas das respectivas definições. Tem como objetivo esclarecer ao leitor sobre o significado de termos ou expressões poucos usuais ou de sentido controverso.
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    46 5.3.2 Referências Denomina-se “Referências” o conjunto de elementos que identificam as obras citadas no texto. Toda obra citada deverá ser referenciada, assim como toda obra referenciada deverá ter sido citada no texto. A NBR 6023 orienta a confecção desta lista. Devido à importância deste elemento na confecção do trabalho, dedicamos a ele todo o capítulo 7 onde se apresenta detalhadamente as possibilidades de elaboração das referências para cada tipo de obra. Modelo
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    47 5.3.3 Apêndices O apêndice é um elemento opcional. Devem constar em apêndice documentos complementares e/ou comprobatórios do trabalho, elaborados pelo próprio autor. Esses devem trazer informações esclarecedoras que não se incluam no texto para não prejudicar a sequência lógica da leitura. Os apêndices são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Modelo 5.3.4 Anexos Os anexos representam a documentação suplementar abonadora do texto, não elaborada pelo autor. São identificados através de letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos.
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    48 Modelo 5.3.5 Índice O índice é a lista de entradas ordenadas segundo determinado critério, normalmente alfabético. É elemento opcional. Deve ser confeccionado segundo a NBR 6034. Modelo ÍNDICE A acessibilidade, 20, 21, 68, 79 automóvel, 24, 25, 44, 46, 126, 131 B bicicleta, 120 - bicicletários, 121 - ciclovias, 121 - faixas exclusivas, 121 bilhetagem automática (ver tarifa coleta), 55 bilhete magnético, cartão magnético e cartão inteligente (ver tarifa coleta), 55
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    49 6 CITAÇÕES A citação é a transposição, para o texto, de um trecho ou uma informação extraída de outra fonte, normalmente de outro texto. As citações são normatizadas pela NBR 10520 e podem aparecer no texto ou em nota de rodapé. Podem ser diretas, indiretas ou citação de citação. As citações devem ser usadas como apoio às afirmações feitas no texto; devem ser citadas as obras críticas e não os argumentos de autoridades para afirmativas genéricas ou amplamente conhecidas. A indicação da fonte das citações deverá seguir um destes sistemas: autor- data ou notas de referência, os quais são excludentes, ou seja, ao adotar um desses métodos, ele deve ser utilizado consistentemente ao longo de todo o trabalho. Ambos os métodos não excluem a necessidade de apresentação da referência completa que deverá constar na lista de referências ao final do trabalho. Todas as citações devem ser referenciadas, ou seja, todos os autores e obras citadas devem obrigatoriamente aparecer na lista de referências. Citações em língua estrangeira podem ser utilizadas, mas por questões de elegância, afinal de contas o texto está sendo publicado para o seu leitor e deve primar pela clareza, após a citação faça a tradução e indique ao final da mesma a expressão “tradução nossa”. (MEDEIROS, 2007, p.28, grifo do autor) 6.1 CITAÇÃO INDIRETA Citação indireta é a transcrição livre do texto consultado, também chamada de paráfrase5. O tema deve ser reescrito e reestruturado sintaticamente (e não uma simples troca das palavras originais do texto por sinônimos). A indicação do ano de publicação é obrigatória; não é obrigatório, mas recomendável, indicar as páginas. Deve-se ter cuidado ao utilizar esse tipo de citação para não ser confundido com plágio. Portanto, o autor deve explicitar a intenção deixando clara a fonte. 5 Paráfrase representa uma reescritura do texto original com novas palavras, sem que o sentido seja modificado. Portanto, parafrasear consiste em transcrever, com novas palavras, as ideias centrais de um texto.
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    50 Importante lembrar queplágio, que significa apresentar como seu o trabalho intelectual de outra pessoa, é tratado pela Lei de Direitos Autorais (9.610/98) como uma questão ética e criminal, sujeitando o plagiador às sanções legais. É recomendável que se recorra aos orientadores em caso de dúvidas e/ou utilizem o apoio institucional (cursos e plantões de metodologia), bem como o serviço de referência oferecido pela biblioteca. 6.2 CITAÇÃO DIRETA Citação direta é a transcrição exata de palavras ou trechos de textos de um autor, respeitando-se rigorosamente a redação, a ortografia e a pontuação. Citações até três linhas são consideradas curtas devendo ser inseridas no texto. São reproduzidas entre aspas duplas, indicando-se o nome do autor antes ou após a citação. Caso o texto original já possua aspas, estas serão substituídas por aspas simples. Citações longas, com mais de três linhas, devem constituir um parágrafo independente, recuado 4 cm da margem esquerda, com letra menor que a do texto (sugere-se tamanho 10), espaçamento simples e sem aspas. Citações longas admitem o uso de parágrafo normalmente. (MEDEIROS, 2002, p.197). 6.3 SISTEMA AUTOR-DATA Neste sistema, a indicação da fonte é feita entre parênteses, após a citação, com o sobrenome de cada autor ou o nome de cada entidade responsável, em letras maiúsculas, seguido de vírgula e da data de publicação e do número das páginas da citação. Quando o sobrenome do autor está citado na frase fora do parêntese, segue o padrão gráfico da redação do texto (minúsculo). Helgard (1977, p.270) tratam a questão da aprendizagem relacionando-a com mudanças comportamentais. Quando o sobrenome do autor está dentro do parêntese, usam-se letras maiúsculas.
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    51 Podemos definir a aprendizagem como “[...] uma mudança relativamente perma- nente no comportamento e o que ocorre como resultado de prática.” (HELGARD; 1977, p.270). Notas de rodapé apenas serão utilizadas no sistema autor-data quando tratar- se de notas explicativas ou quando forem endereços eletrônicos com indicações de sites, instituições, entre outros, que não constituírem o referencial teórico do trabalho. O guia de alimentação saudável para modelos1 possui orientações sobre alimentação, dieta e manutenção do peso e é orientado por nutricionistas e uma médica psiquiatra. ___________________ ¹ Coma bem e sem culpa. Disponível em: <http://ffw.com.br/noticias/files/cartilha-dieta-modelos.pdf>. Acesso em: 15 nov. 2010. 6.3.1 Sobrenomes iguais de autores diferentes No sistema autor-data, quando houver coincidência de sobrenomes de autores, acrescentam-se as iniciais de seus prenomes, se mesmo assim existir coincidência colocam-se os prenomes por extenso. (BARBOSA, C., 1958) (BARBOSA, Cássio, 2003) (BARBOSA, C., 1959) (BARBOSA, Celso, 1988) 6.3.2 Diversos documentos de mesma autoria No sistema autor-data, quando existirem diversas citações de documentos de mesma autoria, publicados no mesmo ano, são distinguidas pelo acréscimo de letras minúsculas, em ordem alfabética, depois da data e sem espacejamento, conforme a ordem na lista de referências. De acordo com Rezende (2001a) (REZENDE, 2001a) Ainda de acordo com Rezende (2001b) (REZENDE, 2001b)
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    52 6.3.3 Citações de diversos autores em uma mesma publicação No sistema autor-data na citação da mesma publicação com dois autores, separam-se os autores conforme os exemplos abaixo: Podemos definir a aprendizagem como “[...] uma mudança relativamente permanente no comportamento e que ocorre como resultado de prática.” (HELGARD; ATKINSON, 1979, p.270). A aprendizagem ainda pode ser definida [...] como... Helgard e Atkinson (1979, p.270) tratam a questão da aprendizagem relacionando- a com mudanças comportamentais. Se houver mais de 3 autores usa-se o sobrenome do primeiro autor acompanhado da expressão latina et al. Podemos dizer que o uso das normas para documentação acadêmica são a garantia do desenvolvimento adequado da produção docente institucional (OLIVEIRA et al., 2011, p.12-13). 6.3.4 Citação indireta Segundo Clóvis do Couto e Silva (1998), o grau de proximidade ou distância das relações entre indivíduos é dado juridicamente relevante. O grau mínimo de contato é a pertinência ao mesmo grupo social. 6.3.5 Citação direta curta Letra maiús- cula A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. “Pes- soa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação.” (LIMA VAZ, 2000, p.234). Ponto dentro das aspas
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    53 Letra minúscula A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa, defini- da por Lima Vaz (2000, p.234) “pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação”. Ponto fora das aspas 6.3.6 Citação direta longa A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O existir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a singularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais se- res vivos. (LIMA VAZ, 2000, p.234). Dica Word (versão 2010) – Altere o espaçamento entrelinhas em “Parágrafo” > “Espaçamento”, colocando “Antes” e “Depois” 0 pt (zero ponto) e espaçamento entrelinhas “Simples”. 6.4 SISTEMA DE NOTAS DE REFERÊNCIA (NOTAS DE RODAPÉ) As notas de referência são notas que indicam as fontes consultadas ou que remetem a outras partes da obra em que o assunto foi abordado. Devem estar localizadas na margem inferior da mesma página, onde ocorre a chamada numérica recebida no texto. São separadas do texto por um traço contínuo de 4 cm e digitadas em espaço simples, fonte tamanho 10. Para fazer a chamada das notas de rodapé, use algarismos arábicos sobrescritos em sequência única e consecutiva para todo o trabalho. Dica Word (versão 2010) – Para inserir notas de rodapé, utilize o recurso “Referências” > “Inserir nota de rodapé” com o cursor no ponto do texto onde ocorre a citação. Isso garantirá que as notas não se percam, caso haja mudança de página, e que a numeração das notas seja contínua, além de criar automaticamente a linha e a numeração sobrescrita no pé da página. No corpo do trabalho, o número da nota aparece sempre após o sinal de pontuação que fecha a citação (MEDEIROS, 2004, p.197). No rodapé, o número de
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    54 chamada da citaçãodeve ficar em destaque, alinhando-se todo o texto pela primeira letra da primeira palavra. No texto: Por tal razão, inclusive, nossa jurisprudência não vinha aceitando a possibilidade de pessoas separadas de fato manterem união estável com terceiros. Nesse sentido, cumpre transcrever: Para que a companheira participe da sucessão do seu companheiro, tendo direito ao usufruto da quarta parte dos bens deste é preciso que tenham convivido por mais de cinco anos ou que da união tenha havido prole.¹ No rodapé _____________________ ¹ SÃO PAULO. Tribunal de Justiça. Apelação n. 544.013-00/99, Relator: Des. Manuel Ramos, 1999. No rodapé, sempre que se cita uma obra pela primeira vez, deve-se fazer sua referência completa, a não ser que seja de legis as citações subsequentes podem ser referenciadas utilizando-se as expressões latinas (NBR 10520), desde que no mesmo rodapé. Na citação subsequente de uma obra já citada no trabalho, porém em outro rodapé, deverá constar, novamente, a referência completa. Seguem instruções sobre o uso das expressões latinas: Ibidem ou Ibid. (na mesma obra): só deve ser utilizado quando forem realizadas várias citações de um mesmo documento, variando apenas as páginas das quais se extraíram os trechos citados. Idem ou Id. (do mesmo autor): substitui o nome, quando se tratar de citação de diferentes obras do mesmo autor. Op. cit. ou opus citatum, opere citato (na obra citada): utilizado em seguida ao nome do autor, referindo-se à obra citada anteriormente, na mesma página, quando houver intercalação de outras notas. Loc. cit. ou loco citato (no lugar citado): empregado para mencionar a mesma página de uma obra já citada, quando houver intercalação de outras notas de indicação bibliográfica. Outras expressões latinas podem ser utilizadas para otimizar as referências de citações no rodapé:
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    55 et seq. (seguinteou que se segue): usado quando não se quer mencionar todas as páginas da obra referenciada. Nesse caso, indica-se a primeira página, seguida da expressão. passim (aqui e ali; em vários trechos): utilizado quando se faz referência a diversas páginas de onde tenham sido compiladas as ideias do autor, evitando-se a indicação repetitiva dessas páginas. Menciona-se a página inicial e a final do trecho que contém as definições ou conceitos utilizados. cf. (confira): usualmente empregado para fazer referência a trabalhos de outros autores que não fazem parte do referencial teórico. et al. (e outros): utilizado sempre que houverem mais de 3 autores. e.g. (por exemplo): (“...dele não existe um exemplar, e.g., um selo...”). i.e. (isto é): usado como nota explicativa (“Emprazar, i.e., dar um prazo”). Poderão ser inseridas no mesmo rodapé as notas de citação e as notas explicativas, numeradas sequencialmente. Expressão Significado Exemplo no rodapé Ibidem* Do mesmo __________ Ibid. autor, na ¹ GOMES, Luiz Antônio Vidal de Negreiros. mesma obra Criatividade: projeto, desenho, produto. Santa Maria: Schds, 2004. p.85. ² Ibidem, p.93. Idem* Mesmo autor, __________ Id. mas em outra ¹ GOMES, Luiz Antônio Vidal de Negreiros. obra Criatividade: projeto, desenho, produto. Santa Maria: Schds, 2004. p.85. ² Idem. Desenhismo. Santa Maria: Ed. UFSM, 1996. p.47. Opus citatum* Obra citada __________ Opere citato ¹ SHAKESPEARE, William. O mercador de Veneza. op. cit. Rio de Janeiro: Lacerda, 1999. p.29. ² SCHOPENHAUER, Arthur. Como vencer um debate sem precisar ter razão. Rio de Janeiro: Topbooks, 2003. p.258. ³ SHAKESPEARE, op. cit., p.31. Loco citato* No lugar citado __________ loc. cit. (mesmo autor, ¹ SARAMAGO, José. A caverna. São Paulo: mesma obra, Companhia das Letras, 2003. p.350-353. mesma página) ² SARAMAGO, loc. cit. Sequentia Seguinte __________ et seq. Que se segue ¹ GUIMARÃES, Isaac Sabbá. Nova lei antidrogas comentada. Curitiba: Juruá, 2006. p.301 et seq. Passim Aqui e ali __________ Em diversas ¹ FERREIRA FILHO, Manoel Gonçalves. Estado de páginas direito e constituição. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2004. passim. * Expressões que só podem ser usadas na mesma página ou na folha da citação a que se referem. Ao trocar de página, volta-se a usar a forma de referência completa.
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    56 Vale salientar que a jurisprudência deve ser citada preferencialmente a partir dos Tribunais ou de alguma revista científica, nunca de sites aleatórios da Internet. Também a legislação deve ser citada a partir do site do SICON (Senado Federal), Presidência da República ou dos Diários Oficiais, não utilizando os Vade-Mécuns nem sites aleatórios da Internet. Deve-se, portanto, buscar as informações nas fontes primárias sempre que possível. A consulta de legislação e jurisprudência deve ser realizada em sites próprios para sua divulgação. Por serem longas, as referências em rodapé de legislação e jurisprudência, podem ser apresentadas em formato reduzido já na primeira vez em que ocorrem no texto. 6.4.1 Citação indireta A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos a subsistência e a manifestação.¹ ___________________ ¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p.234. 6.4.2 Citação direta curta A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. “Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre como seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação.”¹ ___________________ ¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p.234.
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    57 6.4.3 Citação diretalonga A consciência moral é moldada a partir da realização existencial da pessoa. Pessoa é o ser humano capaz de viver uma vida ética, tendo sempre co- mo seus constitutivos essenciais a subsistência e a manifestação. O exis- tir como pessoa, fundamento de todos os predicados que formam a sin- gularidade do ser humano, é o que o distingue de todos os demais seres vivos.¹ ___________________ ¹ LIMA VAZ, Henrique C. de. Escritos de filosofia. São Paulo: Loyola, 2000. p.234. Dica Word (versão 2010) – Altere o espaçamento entrelinhas em “Parágrafo” > “Espaçamento”, colocando “Antes” e “Depois” com 0 pt (zero ponto) e espaçamento entrelinhas “Simples”. 6.5 SUPRESSÕES A supressão é a eliminação de uma parte do trecho que se está citando. Usa- se o colchete com reticências, no início, no meio ou no final de uma citação para marcar onde ocorre a supressão. A supressão de parágrafo(s) inteiro(s) é indicada por linha pontilhada. (MEDEIROS, 2002, p.196) Exemplo sistema autor-data: Meyr parte de uma passagem da crônica de “14 de maio”, de A Semana: “Houve sol, naquele domingo de 1888, em que o Senado votou a lei, que a re- gente sancionou [...]”. (ASSIS, 1994, v.3, p.583). Numa citação longa de legislação poderão ser inseridos os artigos e parágrafos exatamente como constam no documento original, indicando-se a supressão de algum deles por uma linha pontilhada.
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    58 Quanto à incidência de IR sobre o rendimento de operações efetuadas com o ouro, a Lei nº 7.766 deixa claro que: Art. 4º O ouro destinado ao mercado financeiro sujeita-se, desde sua extração inclusive, exclusivamente à incidência do imposto sobre operações de crédito, câmbio e seguro, ou relativas a títulos ou valores mobiliários. .......................................................................................................................... Art. 8º O fato gerador do imposto é a primeira aquisição do ouro, ativo financeiro, efetuada por instituição autorizada, integrante do Sistema Financeiro Nacional. .......................................................................................................................... Art. 13º Os rendimentos e ganhos de capital decorrentes de operações com ouro, ativo financeiro, sujeitam-se às mesmas normas de incidência do imposto de renda aplicáveis aos demais rendimentos e ganhos de capital 1 resultantes de operações no mercado financeiro. _________________ ¹ BRASIL. Lei nº 7.766, de 11 de maio de 1989. 6.6 INTERPOLAÇÕES A interpolação é a inserção de comentários ou observações que o redator do trabalho acadêmico faz na citação para facilitar a leitura, salientando ou explicando alguma expressão do trecho. Quando usados, os colchetes devem aparecer sem reticências, junto à citação. Afirma-se, então, o “[...] desejo de criar uma literatura independente, diversa, [a exemplo do que se verificava em outros países à época] aparecendo o classicis- mo como manifestação de passado colonial”. (CÂNDIDO, 1993, p.12, grifo nosso) Sônia Felipe, ao comentar Singer, nos diz: “Os interesses devem constituir o novo parâmetro ético [apresentado e defendido por Singer], e para ter interesses basta sentir dor, sofrer ou sentir prazer, e consequentemente, empreender movimentos no sentido de evitar aquela e alcançar este.”1. [grifo nosso]. ____________________ ¹ FELIPE, Sônia T. Natureza e moralidade. Igualdade antropomórfica, antropocêntrica, ou ética? Revista Philosophica, n.25, p.43-75, 2004.
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    59 6.7 CITAÇÃO DE CITAÇÃO (APUD) É aquela em que o autor do texto não tem acesso direto à obra citada, valendo-se de citação constante em outra obra, ou seja, é a menção de um documento ao qual não se teve acesso, mas do qual se tomou conhecimento por ter sido citado em outro trabalho. Deve-se primar pelo acesso à fonte primária, isto é, pela utilização da obra em que se encontra, em primeira mão, a informação que se deseja utilizar. Porém, se isso não for possível, faz-se a citação de citação, ou seja, a citação de um texto que se teve acesso a partir de outro documento. No trabalho, deve ser indicado o sobrenome do(s) autor(es) da fonte primária, não consultada, seguido da expressão “apud”, que significa “citado por, conforme” e o sobrenome do autor do documento consultado. Na lista de referências, ao final do trabalho, deverá aparecer somente a referência completa do documento consultado, não mais aparecendo o autor da citação indicada por apud. Sistema autor-data No texto: Marinho (1980 apud MARCONI; LAKATOS, 1982) apresenta a formulação do problema como uma fase de pesquisa que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação. Nas Referências (a obra em mãos): MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.
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    60 Sistema autor-data No texto: A definição de pessoa para John Locke (apud SINGER, 2002, p.97) vem de encontro a uma quebra de paradigmas das sociedades contemporâneas na questão da individualidade do ser e de seus êxitos, como sendo “um ser pensante e inteli- gente dotado de razão e reflexão, que pode ver-se como tal, a mesma coisa pen- sante, em tempos e lugares diferentes”. Nas Referências (a obra em mãos): SINGER, Peter. Ética prática. 3.ed. São Paulo: Martins Fontes, 2002. Sistema notas de referência No texto: Marinho apresenta a formulação do problema como uma fase de pesquisa que, sendo bem delimitado, simplifica e facilita a maneira de conduzir a investigação.1. No rodapé: ___________________ 1 MARINHO, 1980 apud MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982. Nas Referências (a obra em mãos): MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa. São Paulo: Atlas, 1982.
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    61 Sistema notas de referência No texto: A definição de pessoa para John Locke vem de encontro a uma quebra de paradigmas das sociedades contemporâneas na questão da individualidade do ser e de seus êxitos, como sendo “um ser pensante e inteligente dotado de ra- zão e reflexão, que pode ver-se como tal, a mesma coisa pensante, em tempos e lugares diferentes.”1 No rodapé: _________________ 1 LOCKE apud SINGER, Peter. Ética prática. São Paulo: Martins Fontes, 2002. p.97. 6.8 CITAÇÃO EM RODAPÉ “Deve vir sempre entre aspas, independentemente de sua extensão.” (BRA- SIL, 1999, p.32) No texto: Num primeiro momento, reafirma a versão oficial de que o exército naquela ocasião, como de costume, apenas patrulhou a cidade. Sem qualquer amparo do- cumental1, vê-se vencida pelas evidências levantadas em pesquisa posterior. No rodapé: ________________ 1 Sua única fonte comprobatória é a seguinte: “Várias pessoas que moravam em Francisco Beltrão, na época, afirmaram isso, inclusive Walter Pecoils e Luiz Prolo, que eram da comissão”. (GOMES, 1986, p.104.) 6.9 TRADUÇÃO EM CITAÇÃO Quando citados textos em língua estrangeira devem constar no trabalho o trecho na língua original e a tradução do mesmo. A tradução pode ser feita em nota de rodapé com a indicação “tradução nossa”. O inverso também pode ocorrer.
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    62 No texto: Ainda refletindo sobre a importância do uso da cor, Rudolf Arnheim nos diz que “Strictly speaking, all visual appearance owes its existence to brightness and color.” 1 (1974, p.332) No rodapé: ________________ 1 Estritamente falando, toda aparência visual deve sua existência ao brilho e à cor. (ARNHEIM, 1974, p.332, tradução nossa). Ou No texto: Ainda refletindo sobre a importância do uso da cor, Rudolf Arnheim nos diz que “Estritamente falando, toda aparência visual deve sua existência ao brilho e à cor.” 1 (1974, p.332, tradução nossa) No rodapé: ________________ 1 “Strictly speaking, all visual appearance owes its existence to brightness and color.” (ARNHEIM, 1974, p.332) 6.10 CITAÇÕES DE UMA IDEIA COMUM A VÁRIOS AUTORES Quando se quer referir, numa única citação, ideias de vários autores, defendidas em diversas publicações, mencionadas simultaneamente, deve-se respeitar a ordem cronológica, elencando as referências da mais antiga para a mais recente (para trabalhos do mesmo ano, adota-se o critério da ordenação alfabética a partir do último sobrenome do autor).
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    63 Sistema autor-data No texto: A semiperiferia tornou-se uma categoria analítica de grande operacionalidade para promover estudos sobre a sociedade portuguesa (FORTUNA, 1989; SANTOS, 1989; HESPANHA, 1992). Nas referências FORTUNA, J. O que é urbanismo. São Paulo: Ática, 1989. HESPANHA, D. Estudos de urbanismo. São Paulo: Saraiva, 1992. SANTOS, A. Urbanismo hoje. São Paulo: Saraiva, 1989. Sistema notas de referência No texto: A semiperiferia tornou-se uma categoria analítica de grande operacionalidade para promover estudos sobre a sociedade portuguesa.1 No rodapé: ____________ 1 FORTUNA, J. O que é urbanismo. São Paulo: Ática, 1989. p.12.; SANTOS, A. Urbanismo hoje. São Paulo: Saraiva, 1989. p.89.; HESPANHA, D. Estudos de urbanismo. São Paulo: Saraiva, 1992. p.45. 6.11 ERROS GRÁFICOS Quando, numa citação, há erro gráfico ou de outra natureza, deve-se manter o texto original, seguido da expressão latina [sic], que informa ao leitor não se tratar de um engano do autor, e sim a forma como é apresentado o texto no original. “O controlo [sic] e a avaliação são partes integrantes e necessárias de todo o processo pedagógico.” (BENTO, 1998, p.115).
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    64 “A nossa jovem psicologia recebeu esse velho lagado [sic] da física clássica que [...] teve um papel fundamental na construção do saber psicológico” 1. No rodapé ____________________ 1 ABREU, Cristiano Nabuco de. Teoria do apego. São Paulo: Casa do psicólogo, 2005. p.11. “O manifesto dos professores de 1987 [sic]1 já nos convidava e alertava sobre a importância do engajamento entusiasmado da classe.”2 No rodapé ________________ 1 Na verdade o manifesto é de 1978. 2 OLIVEIRA, João B. Educação e sociedade. Porto Alegre: Do Autor, 1995. p.36. Ou “O manifesto dos professores de 1987 [sic] [na verdade é 1978] já nos convi- dava e alertava sobre a importância do engajamento entusiasmado da classe.” 1 No rodapé ________________ 1 OLIVEIRA, João B. Educação e sociedade. Porto Alegre: Do Autor, 1995. p.36.
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    65 7 APRESENTAÇÃO DAS REFERÊNCIAS Referências são conjuntos padronizados de elementos descritivos, considerados essenciais ou complementares, que permitem a identificação individual, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diversos tipos de materiais e que tenham sido utilizados para a produção do trabalho. A NBR 6023 estabelece os elementos a serem incluídos em referências. É elemento obrigatório mesmo quando se faz uso do sistema de citação de notas de rodapé, pois reúne, em um só lugar, todo embasamento teórico do trabalho. Todo o autor citado no texto deve constar na lista de referências ao final do trabalho. Não devem ser referenciadas fontes bibliográficas que não foram citadas no texto. Caso haja extrema necessidade de referenciar material bibliográfico sem alusão explícita no texto, isso deve ser feito após as referências, sob o título “Bibliografia Consultada”. Para os alunos do curso de Direito, quando o trabalho trouxer muitas citações de legislação e jurisprudência, pode ser feita uma lista em separado da bibliografia, denominada "Legislação e Jurisprudência Consultadas". A confiança e a credibilidade no conteúdo de um trabalho ficam prejudicadas quando uma citação da lista de referências não existe, ou quando os dados não conferem. Citar é como testemunhar um processo. Precisamos estar sempre em condições de retomar o depoimento e demonstrar que é fidedigno. Por isso a Referência Bibliográfica deve ser exata e precisa como também 6 averiguável por todos Os elementos essenciais a serem referenciados são as informações indispensáveis à identificação do documento, estando estritamente vinculados ao seu suporte. Os complementares são informações que facilitam a caracterização dos documentos, podendo ser dispensados. Ao optar pela utilização de elementos complementares, estes devem ser incluídos em todas as referências. 6 ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo, Perspectiva, 1996. p.127.
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    66 As referências devem ser apresentadas alfabeticamente, com alinhamento pela margem esquerda, e separadas entre si por um espaço simples em branco (NBR 14724), obedecendo aos seguintes critérios: a) os autores deverão ser referenciados iniciando-se com seu sobrenome em caixa-alta, seguido de seu prenome em caixa-baixa. O prenome pode ser redigido por extenso ou abreviado (apenas a primeira letra), no entanto, dentro do possível, deve haver padrão ao longo de todo o trabalho. Caso opte escrever por extenso, tente fazê-lo ao longo de todo o texto; Abreviados: BOURDIEU, P.; CHAMBOREDON, J.; PASSERON, J. El oficio de sociólogo: presupues- tos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994. CIUCCI, G. et. al. La ciudad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona: Gustavo Gili, 1975. ou Por extenso: BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. El oficio de sociólogo: presupuestos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994. CIUCCI, Giorgio et al. La ciudad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona: Gustavo Gili, 1975. b) quando a responsabilidade do documento é uma entidade, todo o nome da entidade deve ser registrado em caixa-alta, por extenso, e em ordem direta; BRASIL. Ministério do Trabalho. Secretaria de Formação e Desenvolvimento Profissional. Educação profissional: um projeto para o desenvolvimento sustentado. Brasília: SEFOR, 1995. c) os nomes dos autores, pessoais e/ou de entidades, devem ser separados por ponto e vírgula. Quando existirem mais de três autores, indica-se apenas o primeiro, seguido da expressão et al. (essa abreviatura significa: “e outros”). A entrada é dada para o autor que estiver em primeiro na indicação de autoria da obra;
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    67 MEIRA, Paulo Ricardo;OLIVEIRA, Renato Luiz Tavares. Ética em marketing e o novo consumidor brasileiro: teoria e prática para o administrador responsável. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2006. BOURDIEU, Pierre; CHAMBOREDON, Jean-Claude; PASSERON, Jean-Claude. El oficio de sociólogo: presupuestos epistemológicos. México: Siglo Veintiuno, 1994. CIUCCI, Giorgio et al. La ciudad americana: de la guerra civil al New Deal. Barcelona: Gustavo Gili, 1975. d) quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletâneas de vários autores, a entrada deverá ser feita pelo nome do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador, compilador, editor, coordenador, etc.), entre parênteses; COSTA, Bárbara Silva; RUDNICKI, Dani (Org.). Ensino jurídico e realidade prisional: impressões dos acadêmicos de Direito do UniRitter sobre presídios gaúchos. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2005. MASCARO, Lucia (Coord.). Tecnologia e arquitetura. São Paulo: Nobel, 1990. e) quando não existir nenhuma indicação de responsabilidade da publicação, a referência inicia pelo título da obra, usando-se apenas a primeira palavra toda em caixa-alta. Neste caso, não haverá grifo em nenhum elemento, pois o destaque já está no título em caixa-alta; COLETÂNEA de documentos de Bento Gonçalves da Silva. Porto Alegre: Comissão Executiva do Sesquicentenário da Revolução Farroupilha, 1985. f) recomenda-se o uso de negrito ou itálico para dar destaque ao título do livro, nome do periódico, etc. Uma vez escolhido um recurso, ele deve ser utilizado em todas as referências do trabalho; GOMES, Leny da Silva; GOMES, Neiva Maria Tebaldi (Org.). Aprendizagem de língua e literatura: gêneros & vivências de linguagem. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2006. ou
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    68 GOMES, Leny daSilva; GOMES, Neiva Maria Tebaldi (Org.). Aprendizagem de língua e literatura: gêneros & vivências de linguagem. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2006. g) título e subtítulo devem ser reproduzidos. São separados por dois pontos, mas só o título deve ser destacado por recurso tipográfico; CERVO, Amado L; BERVIAN, Pedro A. Metodologia científica: normas. São Paulo: Prentice Hall, 2002. h) a edição deve ser transcrita utilizando-se abreviaturas dos numerais ordinais e da palavra edição, ambas na forma adotada na língua do documento. 2.ed. (publicação em português) 5th ed. (publicação em inglês) i) indicam-se emendas e acréscimos à edição também em forma abreviada. 5.ed. rev. e aum. 2.ed. atual. j) deve-se escrever o nome completo do lugar em que o livro tenha sido publicado, sem abreviar. Quando o local de publicação não aparece no documento, utiliza-se a expressão sine loco, abreviada, entre colchetes [s.l.]. k) o nome da editora deve ser escrito sem os elementos jurídicos. Quando o nome da editora não puder ser identificado no documento, deve-se indicar a expressão sine nomine, abreviada, entre colchetes [s.n.]. Saraiva (e não Editora Saraiva) Summa (e não Ediciones Summa S.A.) l) quando o local e o nome da editora não puderem ser identificados na publicação, usa-se ambas as expressões [s.l.: s.n.]. m) quando a editora é a mesma instituição ou pessoa responsável pela autoria e já tiver sido mencionada, não é indicada.
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    69 UNIVERSIDADE FEDERAL DORIO GRANDE DO SUL. Catálogo de teses. Porto Alegre, 1998. n) quando a editora pertencer a uma instituição de ensino, incluir Ed. antes do nome. Ed. UniRitter o) caso nenhuma data de publicação puder ser identificada no item, registra-se uma data aproximada entre colchetes. [1969?] data provável [1973] data certa, não indicada no item [197-] década certa [197-?] década provável [18--] século certo [ca. 1960] data aproximada p) quando se referenciam obras de mesma autoria, sucessivamente, na mesma página, podem ser substituídas, nas referências seguintes à primeira, por um traço sublinear (composto por 6 caracteres) e ponto. Assim, quando se tem mesma autoria e mesmo título, de várias edições, ambos os elementos são substituídos por traços sublineares nas referências seguintes à primeira; SANTOS, Pedro. Introdução ao direito. São Paulo: Saraiva, 1999. ________. Direito romano: uma revisão. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1995. ________. ________. 2.ed. São Paulo: Revista dos Tribunais 2000. 7.1 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LIVROS SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. CANEZ, Anna Paula et al. Acervos Azevedo Moura & Gertum e João Alberto: imagem e construção da modernidade em Porto Alegre. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2004. LOPES, Luiz Martins; VASCONCELLOS, Marcos Antonio Sandoval de (Org.). Manual de macroeconomia: nível intermediário. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2000. SILVA, Daiçon Maciel da; SOUTO, André Kraemer. Estruturas: uma abordagem arquite-
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    70 tônica. 2.ed. PortoAlegre: Sagra Luzzato, 2000. v.5. TÍTULO: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. (obra de autoria desconhecida): DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993. 7.2 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CAPÍTULOS DE LIVROS SOBRENOME, Prenome (do autor do capítulo). Título do Capítulo. In: SOBRENOME, Prenome (do autor do livro). Título do livro: subtítulo (se houver). Edição. Local: Editora, data. Capítulo, página inicial-página final do capítulo. BARCELOS, Jorge Luís Pacheco. Animação como ferramenta estratégica do design. In: MARCHI, Salette (Org.). Design: múltiplos enfoques. Santa Maria: Centro Universitário Franciscano, 2009. p.75-84. Quando o autor do capítulo for o mesmo do livro por inteiro, pode-se substituir seu nome por um traço sublinear (composto por 6 caracteres) e ponto. HILLIER, Frederick S.; LIEBERMAN, Gerard J. Game theory. In: ______. Introduction to mathematical programming. 2nd ed. New York: McGraw-Hill, 1995. cap.11, p.514-537. 7.3 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DISSERTAÇÕES E TESES SOBRENOME, Prenome. Título: subtítulo (se houver). Ano. Número de folhas. Indicação de tipo de documento (tese, dissertação, monografia, trabalho de conclusão de curso). Grau (Bacharelado, Licenciatura, Especialização, Mestrado ou Doutorado) e área de concentração, entre parênteses – Instituição, local, data de defesa, mencionada na folha de aprovação (se houver). CANDI, Nestor Rodolfo. Mutação da borboleta: o roteiro audiovisual como gênero literário de transição. 2009. 182 f. Dissertação (Mestrado) - Centro Universitário Ritter dos Reis, Faculdade de Letras, Porto Alegre, 2009. PEREIRA, Liandra. Percursos de profissionalização docente no ensino superior: trajetória e renovação na prática pedagógica. 2010. 270 f. Tese (Doutorado) - Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Programa de Pós-Graduação em Educação, Curitiba, 2010.
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    71 FELIPPE, Beatriz Tricerri.A construção da docência para o ensino médio: políticas públicas educacionais em ação. 2000. 273f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2000. 7.4 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGOS DE PERIÓDICOS SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo (se houver). Título do periódico, local, número do volume, número do fascículo, páginas inicial- final, mês e ano. HALL, Joan Kelly. Classroom interaction and language learning. Ilha do Desterro, Floria- nópolis, n.44, jan./jun. 2003, p.165-187. PACHECO, Roberto Carlos dos Santos; KERN, Vinícius Medina. Transparência e gestão do conhecimento por meio de um banco de teses e dissertações: a experiência do PPGEP/UFSC. Ciência da Informação, Brasília, v.30, n.3, 2001. DOI7: 10.1590/S0100- 19652001000300009 SILVA, Aloísio Firmo Guimarães da. Reflexos da Lei de porte de arma sobre a competência da Justiça Federal. Jus Navigandi, Teresina, ano 2, n.25, jun 1998. Disponível em: <http://jusuol.com.br/revista/texto/1123/reflexos-da-lei-de-porte-de-arma- sobre-a-competencia-da-justiça-federal>. Acesso em: 14 abr. 2003. 7.5 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ARTIGO DE JORNAL SOBRENOME, Prenome (do autor do artigo). Título: subtítulo do artigo. Título do jornal, local, dia mês, ano. Número ou título do caderno, seção ou suplemento, páginas inicial-final. CLIMA da campanha esquenta. O Globo, Rio de Janeiro, 5 jun. 2006, 1. Caderno, p.17. ROCHA, Patrícia. Com os pés no chão: bailarinos e coreógrafos são obrigados a ter ou- tras atividades para se sustentar. Zero Hora, Porto Alegre, 29 abr. 2002. Segundo Cader- no, p.6. NASCIMENTO, Carla. Leka deseja que sucesso do “Big Brother” acabe logo. Folha Onli- ne. 06 maio 2002. Disponível em: <http://www.folha.com.br/folha/ilustrada>. Acesso em: 06 mar. 2002. 7.6 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ENTREVISTAS 7 Quando se usa o DOI não é necessário informar o URL e a data de acesso.
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    72 Entrevistas não publicadas: AUTORIA.(entrevistado). Ementa da entrevista. Local, data. MARIA, Joaquim. Entrevista concedida a João de Deus. São Paulo, 20 out. 2002. Entrevistas publicadas: AUTORIA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota indicativa da entrevista. FIUZA, R. O ponto de lança. Veja, São Paulo, n.1569, 24 fev. 1999. p.11-13. Entrevista concedida a Consuelo Dieguez. Entrevistas publicadas em meio eletrônico: AUTORIA. (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota indicativa da entrevista. Indicação de publicação. BÜNDCHEN, Gisele. Gisele Bündchen. GNT Fashion, 17 jun. 2009. Vídeo em meio eletrônico (7min20s), son., color. Entrevista concedida à Lilian Pacce. Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=fpY0nCcr-Hs&NR=1>. Acesso em: 26 abr. 2011. 7.7 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PALESTRAS AUTOR. Título da palestra. Ano em que foi proferida. Palestra realizada LOCAL em DATA. CARVALHO, I. C. L.; PEROTA, M. L. L. R. Estratégia de marketing aplicada à área da Biblioteconomia. 1989. Palestra realizada no Instituto Brasileiro de Ciência e Tecnologia em 29 out. 1989. 7.8 MODELO DE REFERÊNCIA PARA ANOTAÇÕES DE AULA8 AUTOR. Título do material. Data. Extensão do material. Nota de tipo de material. 8 “Apostilas e anotações de aula não são fontes que mereçam grande consideração; por isso, são rejeitadas quase sempre como fundamentação de um argumento.” (MEDEIROS, 2002, p.192)
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    73 MACARIO, C. G.do N.; CAMARGO, F. B. Estudos de metodologias para produção de componentes. 1991. 54p. Apostila. PEROTA, M. L. R. Representação descritiva. 1994. 55f. Notas de aula. 7.9 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONGRESSOS E OUTROS EVENTOS CIENTÍFICOS CONSIDERADOS NO TODO NOME DO CONGRESSO, número, ano, local de realização. Título: subtítulo da publicação (se houver). Local: Editora, data. Número de páginas ou volumes. CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFPe, 4., 1996, Recife. Anais eletrôni- cos... Recife: UFPe, 1996. Disponível em: <http://www.propesq.ufpe.br/anais /htm>. Acesso em: 21 jan. 2000. 7.10 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRABALHOS PUBLICADOS EM ANAIS DE EVENTOS SOBRENOME, Prenome (do autor do trabalho). Título. In: NOME DO EVENTO, número do evento, data, local. Anais... Local: Instituição em que se realizou o evento, data. Páginas inicial-final. TEMPLE, Giovana; POKER, José Geraldo A. B. Inteligência artificial e o Direito. In: SEMI- NÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2., 2000. Anais... Marília: Fundação de Ensino Euri- pides Soares da Rocha, 2000. p.55-65. SILVEIRA, André Luis Marques da; GOMES, Leny da Silva. Ambiente de aprendizagem para leitura e interação. In: SEMANA DE EXTENSÃO, PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO, 5., 2009, Porto Alegre. Anais eletrônicos... Porto Alegre: UniRitter, 2009. 1 CD-ROM. 7.11 MODELO DE REFERÊNCIA PARA LEGISLAÇÃO9 NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Número da Lei e data da publicação. Indicação de publicação que divulgou a Lei (quando houver) e outros dados da publicação, como volume, número, páginas e ano. BRASIL. Lei n. 11.340, de 7 de agosto de 2006. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11340.htm>. Acesso em: 11 jan. 2011. 9 O UniRitter adaptou a orientação da norma.
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    74 BRASIL. Decreto 11.340,de 15 de janeiro de 1943. Disponível em: <http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=11097&tipoDocumento= DEC&tipoTexto=PUB>. Acesso em: 12 jan. 2011. Exemplo de Projeto de Lei: BRASIL. Projeto de Lei n. 8.035 de 2010. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Projetos/PL/2010/msg701-101215.htm>. Acesso em: 12 jan. 2011. Exemplos em publicação impressa: BRASIL. Decreto-Lei n. 2.481, de 3 de outubro de 1988. Diário Oficial da República Fe- derativa do Brasil, Poder Executivo. Brasília, 4 out. 1988. Seção 1, p.19291-19292. BRASIL. Lei n. 9.887, de 7 de dezembro de 1999. Diário Oficial da República Federati- va do Brasil. Brasília, 8 dez. 1999. Disponível em: <http://www.in.gov.br/MP.leis/leis.texto.asp?id=LEI%209887>. Acesso em: 22 dez. 1999. 7.12 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CONSTITUIÇÕES PAÍS, ESTADO. Constituição (data de promulgação). Título: subtítulo (se houver). Local: Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volumes. BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promul- gada em 5 de outubro de 1988. Organização do texto: Juarez de Oliveira. 4.ed. São Pau- lo: Saraiva, 1990. 168p. (Série Legislação Brasileira). BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm>. Acesso em: 16 mar. 2011. 7.13 MODELO DE REFERÊNCIA PARA CÓDIGOS PAÍS. Título do código: subtítulo (se houver). Notas (se houver). Edição. Local: Editora, data. Páginas. (Série ou Coleção) BRASIL. Código Civil. Organização dos textos, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. 46.ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
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    75 7.14 MODELO DEREFERÊNCIA PARA VADE-MÉCUNS10 Título. Número de edição. Local: Editora, ano de publicação. Número de páginas. (Nome da série e/ou coleção, número). Vade-mécum: Saraiva. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2007. 7.15 MODELO DE REFERÊNCIA PARA JURISPRUDÊNCIA11 NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Órgão judiciário competente. Tipo e número do documento. Partes envolvidas. Nome do relator precedido da palavra “Relator”. Data (dia, mês, ano). Indicação da publicação. Exemplos na internet: RIO GRANDE DO SUL. Tribunal de Justiça. Apelação Crime 70039495015. Apelante: Jacson da Silva Luz; Geverson Luiz Silva. Apelado: Ministério Público do Estado. Relator: Des. Nereu José Giacomolli. Porto Alegre, 16 dez. 2010. Disponível em: <http://google4.tjrs.jus.br/search?q=cache:www1.tjrs.jus.br/site_php/consulta/consulta_proce sso.php%3Fnome_comarca%3DTribunal%2Bde%2BJusti%25E7a%26versao%3D%26versa o_fonetica%3D1%26tipo%3D1%26id_comarca%3D700%26num_processo_mask%3D70039 495015%26num_processo%3D70039495015%26codEmenta%3D3930394+acord%C3%A3o +6&site=ementario&client=buscaTJ&access=p&ie=UTF- 8&proxystylesheet=buscaTJ&output=xml_no_dtd&oe=UTF- 8&numProc=70039495015&comarca=Comarca+de+Bom+Jesus&dtJulg=16-12- 2010&relator=Nereu+Jos%E9+Giacomolli>. Acesso em: 11 jan. 2011. BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 14. Disponível em: <http://www.truenetm.com.br/jurisnet/sumusSTF.html>. Acesso em: 29 nov. 2007. Exemplos em publicação impressa: Lex: BRASIL. Tribunal Regional Federal (5. Região). Apelação cível n. 42.441-PE (94.05.01629-6). Apelante: Edilemos Mamede dos Santos e outros. Apelada: Escola Téc- nica Federal de Pernambuco. Relator: Juiz Nereu Santos. Recife, 4 de março de 1997. Lex: jurisprudência do STJ e Tribunais Regionais Federais, São Paulo, v.10, n.103, p.558- 562, mar. 1998. 10 A legislação deve ser citada a partir de suas fontes primárias, como os diários oficiais. O SICON (do Senado Federal) e a página da Presidência da República também são fontes confiáveis e recomendadas. 11 O UniRitter adaptou a orientação da norma.
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    76 BRASIL. Superior TribunalFederal. Ação Rescisória... Acórdão em ação rescisória n. 75- RJ. Manoel da Silva Abreu e Estado do Rio de Janeiro. Relator: Ministro Barros Monteiro. DJ, 20 nov. 1989. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São Paulo, v.2, n.5, jan. 1990. p.7-14. Periódico: BRASIL. Superior Tribunal de Justiça. Recurso em Mandado de Segurança n. 76.087- 0/SP. Recorrente: Solange do Couto Melo. Recorrido: Carlos Pierucci do Espirito Santo. Relator: Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira. Brasília, 3 de março de 1998. Revista Fo- rense, v.344, ano 94, p.322-325, out./dez. 1998. Livro: BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Súmula n. 14. In: ______. Súmulas. São Paulo: Associação dos Advogados do Brasil, 1994, p.16. 7.16 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PORTARIAS ENTIDADE COLETIVA RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO. Ementa (quando houver). Tipo de documento, número e data (dia, mês e ano). Publicação que transcreveu e seus dados (conforme referência de periódico, livro, etc.). MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO. Portaria n. 322, de 16 de abril de 1998. Disponível em : <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/port322_99.pdf>. Acesso em 12 jan. 2011. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DESPORTO. Portaria n. 322, de 16 de abril de 1998. Consulex: leis e decisões, Brasília, v.2, n.18, jun. 1998. 7.17 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PARECERES SOBRENOME, Prenome (pessoa ou instituição). Ementa. Tipo e número do parecer. Relator (se entrar pelo nome do órgão). Data do parecer. Dados da publicação que transcreveu o parecer. BAPTISTA, Luiz Olavo. Comissão de Intermediação (“Flat Fee”) – Exame da legalidade do pagamento e de sua fixação em empréstimo externo. 4 jun. 1984. Revista dos Tribunais, São Paulo, v.595, p.49-62, maio 1985.
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    77 Parecer de Projeto de Lei12: BRASIL. Câmara dos Deputados. Projeto de Lei nº 1.876/99. Parecer do relator deputa- do federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Brasília, DF, 08 jun. 2010. 270f. Disponível em: <http://www.camara.gov.br/sileg/integras/777725.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2010. 7.18 MODELO DE REFERÊNCIA PARA TRATADOS INTERNACIONAIS Também referidos como: convenção, estatuto, carta, protocolo, ato, acordo (GHERADI, 2005). Nas referências, indique o título do tratado na língua portuguesa (se houver) e por extenso. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Convenção de Viena sobre os Direitos dos Tratados, 22 maio 1969. Disponível em: <http://www.un.org/law/ilc/texts/treaties.htm>. Acesso em: 15 abr. 2005. ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO. Convenção 158, de 1982. Conven- ção sobre terminação da relação de trabalho. Disponível em: <http://www.ilo.org>. Acesso em: 19 ago. 2005. 7.19 MODELO DE REFERÊNCIA PARA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO (CPI) BRASIL. Congresso. Comissão Parlamentar Mista de Inquérito dos Correios. Transcrição literal das notas taquigráficas da oitiva do depoente Sr. Luiz Gushiken. 2005. Disponí- vel em: <http://www.cpmidoscorreios.org.br/depoimentos/luiz_gushiken14SET.htm>. Aces- so em: 10 nov. 2008. 7.20 MODELO DE REFERÊNCIA PARA VERBETES DE DICIONÁRIOS E ENCICLOPÉDIAS CUSTEIO. In: ENCICLOPÉDIA e dicionário internacional. Rio de Janeiro: W. M. Jackson, 1983. v.6, p.32-37. BOSSA-NOVA. In. SADIE, Stanley (Ed.). Dicionário grove de música: edição concisa. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. p.124-125. 12 Modelo baseado em orientações da Biblioteca do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
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    78 OLIVEIRA, Bianca de.Twitter. In: Dicionário informal da internet. Porto Alegre: Do Autor, 2011. p.50. 7.21 MODELO DE REFERÊNCIA PARA FITAS DE VÍDEO / DVD / CD O NOME da rosa. Direção: Jean-Jacques Annaud; Produção: Bernd Eichinger. São Paulo: Warner Home Video, 2004. 1 DVD (131 min.), widescreen, son. color. FAYOL: como administrar. Produção Salenger Films. São Paulo: Siamar, [2000]. 1 video- cassete (14 min.), VHS, son. color. NÚCLEO de Comunicação e Computação Gráfica. Convênio da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre com a Faculdade Ritter dos Reis: delimitações das áreas espe- ciais. Porto Alegre: Núcleo de Comunicações e Computação Gráfica, 2001. 1 CD-ROM. 7.22 MODELO DE REFERÊNCIA PARA E-MAILS E LISTAS DE DISCUSSÃO AUTOR da mensagem. Assunto da mensagem [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por <e-mail do destinatário> em data de recebimento (dia, mês e ano). E-mail13: LIMA JUNIOR, José. Influência da cultura organizacional em processos de mudança [mensagem pessoal]. Mensagem recebida por: <malurigo@uniritter.edu.br> em 20 set. 2007. Lista de Discussão: BIOLINE Discussion List. List maintained by The Bases de Dados Tropical, BDT in Brasil. Disponível em: <liserv@bdt.org.br>. Acesso em: 25 out. 2007. 7.23 MODELO DE REFERÊNCIA PARA DESENHOS TÉCNICOS UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Núcleo de Pesquisa e Extensão. Mapa de saneamento, n. 18/28. Pelotas, 2001. 28f. Plantas di- versas. originais em papel vegetal. 7.24 MODELO DE REFERÊNCIA PARA EXPOSIÇÕES, FEIRAS ARTÍSTICAS, CULTURAIS, E ARQUITETÔNICAS 13 As mensagens que circulam por intermédio de correio eletrônico têm caráter informal, interpessoal e efêmero, não sendo recomendável seu uso como fonte científica de pesquisa.
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    79 WERLE, Guilherme. Eviscerações.Porto Alegre: 2001. 20p. Catálogo de exposição, 04 de maio – 02 de jul. 2001, Casa de Cultura Mário Quintana, Rua dos Cataventos. 7.25 MODELO DE REFERÊNCIA PARA PROJETOS DE ARQUITETURA LEVI, Rino. Edifício Columbus de propriedade de Lamberto Ramengoni à Rua da Paz esquina da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio: n. 1930. 108f. Plantas diversas. Originais em papel vegetal e manteiga. DATUM CONSULTORIA E PROJETOS. Hotel Porto do Sol São Paulo: ar condiciona- do e ventilação mecânica: fluxograma hidráulico, central de água gelada. 15 jul. 1996. Projeto final. Desenhista: Pedro. N. da obra: 1744/96/Folha 10. 7.26 MODELO DE REFERÊNCIA PARA MAPAS RIO GRANDE DO SUL. Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem. Mapa geral do Estado do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2005. 1 mapa: 78 x 57cm. Escala: 1:800.000.
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    80 8 CONSIDERAÇÕES FINAIS Antes de finalizar o trabalho, preste atenção nos seguintes detalhes: a) revisar os espaços entre as citações longas e os parágrafos (sempre um espaço 1,5 em branco entre parágrafo-citação-parágrafo); Dica Word (versão 2010) – usar o recurso “Mostrar tudo”, na aba Página inicial, botão com o símbolo ¶ para mostrar as marcas de parágrafos e outras formatações ocultas b) revisar a numeração progressiva; c) inserir os elementos pré-textuais e pós-textuais obrigatórios (capa, folha de rosto, referências); d) fazer a capa padrão UniRitter em arquivo separado (como ela não é regida pela ABNT não entra na contagem de páginas); e) inserir e fazer ajustes estéticos no Sumário; f) eliminar as redundâncias das notas de rodapé através das expressões latinas (apenas no final para não perder as referências em mudanças de página); g) alinhar as notas de rodapé pela primeira letra de cada nota, dando destaque ao número sequencial das mesmas; h) inserir números de páginas iniciando em zero (a contagem de páginas inicia apenas na folha de rosto); i) esconder o número de página nas folhas onde iniciam os grandes capítulos do trabalho (a forma inserida para esconder o número das páginas se move ao dar Enter); este recurso não é obrigatório, mas é esteticamente recomendável. As orientações apresentadas neste manual são referência obrigatória tanto para professores quanto para alunos, pois se baseiam nas normas estabelecidas pela ABNT. Caso sua demanda não seja atendida (falta de exemplos, explicação pouco clara, entre outros), solicitamos que entre em contato com a Biblioteca de sua unidade através de e-mail ou MSN, nos seguintes endereços: bibpoa@uniritter.edu.br ou bibcanoas@uniritter.edu.br.
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    81 A biblioteca possui uma equipe de bibliotecários, disponível durante todo o período de funcionamento da Instituição, para esclarecer dúvidas que ainda persisti- rem após a consulta deste manual. Os cursos também disponibilizam plantões tira- dúvidas com professores das disciplinas de metodologia científica.
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    82 REFERÊNCIAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). Catalogação na publicação de monografias: NBR 12899. Rio de Janeiro, 1991. ______. Citações em documentos: NBR 10520. Rio de Janeiro, 2002. ______. Índice: NBR 6034. 2.ed. Rio de Janeiro, 2004. ______. Livros e folhetos: NBR 6029. 2.ed. Rio de Janeiro, 2006. ______. Normas para datar: NBR 5892. Rio de Janeiro, 1989. ______. Numeração progressiva das seções de um documento escrito: NBR 6024. Rio de Janeiro, 2003. ______. Ordem alfabética: NBR 6033. Rio de Janeiro,1989. ______. Preparação de folha de rosto de livro: NBR 10542. Rio de Janeiro, 1988. ______. O que é normalização. [Rio de Janeiro, 2011]. Disponível em: <http://www.abnt.org.br/m3.asp?cod_pagina=931>. Acesso em: 28 abr. 2011. ______. Referências: NBR 6023. Rio de Janeiro, 2002. ______. Resumo: NBR 6028. Rio de Janeiro, 2003. ______. Sumários: NBR 6027. Rio de Janeiro, 2003. ______. Trabalhos acadêmicos: NBR 14724. 3.ed. Rio de Janeiro, 2011. BRASIL. Senado Federal. Manual de elaboração de textos. Brasília: Senado Fede- ral, Consultoria Legislativa, 1999. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/senado/conleg/manualdeelaboracaodetextos.pdf>. Aces- so em: 17 set. 2010. COLZANI, Valdir Francisco. Guia para redação do trabalho científico. 2.ed. Curiti- ba: Juruá, 2006. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1996. FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação ta- bular. 3.ed. Rio de Janeiro, 1993. HOUAISS, A. Elementos de bibliologia. Rio de Janeiro: INL, 1967. MEDEIROS, João Bosco. Manual de redação e normalização textual: técnicas de
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    83 editoração e revisão.São Paulo: Atlas, 2002. ______. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas. São Paulo: Atlas, 2004. MEDEIROS, Nicéia Lage de. Fórum de normalização: padronização, estilo e revi- são do texto científico: perguntas, respostas, discussões e questionamentos sobre ABNT, teses, dissertações, monografias, livros, artigos científicos --. Belo Horizonte: Fórum, 2007. Disponível em: <http://www.editoraforum.com.br/sist/diabiblioteca/ebook_bibliotecario1.pdf>. Acesso em: 17 set. 2010. NEGRA, Carlos Alberto Serra; NEGRA, Elizabete Marinho Serra. Manual de traba- lhos monográficos de graduação, especialização, mestrado e doutorado. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2004. OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesqui- sas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS. Pró-Reitoria de Gra- duação. Sistema de Bibliotecas. Padrão PUC Minas de normalização: normas da ABNT para apresentação de trabalhos científicos, teses, dissertações e monografi- as. Belo Horizonte, 2008. Disponível em: <http://www.pucminas.br/ biblioteca>. Acesso em: 21 jun. 2010. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de bibliotecas. Instituto Parana- ense de Desenvolvimento Econômico e Social – IPARDES. Normas para apresen- tação de documentos científicos. Curitiba: Ed. da UFPR, 2003. 10v.
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    84 APÊNDICE A- Atualizações da NBR 14724 A NBR 14724 – Apresentação de trabalhos acadêmicos – foi atualizada em março de 2011. As alterações referem-se aos seguintes itens: Texto e títulos devem ser digitados em fonte 12, inclusive capa, usando-se fonte 10 para citações longas, notas de rodapé, paginação, ficha catalográfica e legendas das ilus- trações fonte 14 para os títulos Apresentação da epígrafe deverá obedecer à NBR 10520 de apresentação livre Apresentação da errata: o cabeçalho deve ser em formato de referência de apresentação livre Identificação das ilustrações (título) na parte superior na parte inferior Utilização do verso e anverso das folhas para os elementos textuais e pós-textuais apenas anverso
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    85 Possibilidade de utilização de papel reciclado apenas papel branco Espacejamento das referências deverá ser de um espaço simples em branco dois espaços simples Espacejamento das seções e subseções deverá ser de um espaço entre as linhas de 1,5 linha dois espaços 1,5 linha O restante das mudanças limitam-se a uma nova redação de alguns trechos e inclusão de exemplos.