O documento discute as diferenças entre a escravidão na antiguidade, idade média e modernidade. Na antiguidade, os escravos eram prisioneiros de guerra ou endividados, independente de cor ou crença. Na idade média, os servos eram livres, mas dependentes dos senhores e sujeitos a taxas. Na modernidade, a escravidão se baseava na cor da pele dos africanos, que eram explorados como mão de obra nas Américas.