Mário Matta E Silva
Lisboa – Portugal
24/03/2025
Fala-.se muito em liberdade
Mundo fora procura-se a democracia
Mas a tirania está aí
A mulher, essa obreira do Mundo
É ainda hoje perseguida,
violentada
São as mulheres afegãs
As burcas, que cobrem o corpo
E o rosto macilento, cor de pérola
São o espelho de um povo doente
O corte à expressão torna-se
valorização
Da mulher, tornada maldita,
repugnante
E os ocidentais apenas observam
A impunidade aos crimes permanentes
É uma constatação anti poesia
e anti fé
O crente não existe ali
O mal é um cancro citadino, cruel
Anti minorias étnicas, religiosas,
ultrajadas
A morte violenta é um quotidiano
Apenas restam os olhos para verem
a luz
Toda a mulher e rapariga vestem
de preto
Mas a ingenuidade interior existe
Vem a hora de pôr o corpo delas a nu
Para, na cópula, serem sacrificadas
Sem doçura, sem prazer
Todo o martírio está em esconder a
mulher
Tirar-lhe a merecida dignidade
E o saber proibido nas escolas
Pensamentos diabólicos vacilam com
o mal
Elas são múmias, são sombras da
humanidade
Tudo se extingue, até o amor.
Formatação e Criação: Luzia Gabriele
E-mail: luziagabriele@hotmail.com
Texto: Mário Matta e Silva
Imagens: Internet e Arquivo Pessoal
Música: Franck Pourcedl Lettre a France
http://www.slideshare.net/luziagabriele
https://www.youtube.com/channel/UCAdCeCGHGTxtxQskjl4zkow
Data: 05 de Abril de 2025
Fortaleza-Ceará-Brasil

As Mulheres Afegãs Mário Matta E Silva.ppsx

  • 3.
    Mário Matta ESilva Lisboa – Portugal 24/03/2025
  • 5.
    Fala-.se muito emliberdade Mundo fora procura-se a democracia Mas a tirania está aí
  • 7.
    A mulher, essaobreira do Mundo É ainda hoje perseguida, violentada São as mulheres afegãs
  • 9.
    As burcas, quecobrem o corpo E o rosto macilento, cor de pérola São o espelho de um povo doente
  • 11.
    O corte àexpressão torna-se valorização Da mulher, tornada maldita, repugnante E os ocidentais apenas observam
  • 13.
    A impunidade aoscrimes permanentes É uma constatação anti poesia e anti fé O crente não existe ali
  • 15.
    O mal éum cancro citadino, cruel Anti minorias étnicas, religiosas, ultrajadas A morte violenta é um quotidiano
  • 17.
    Apenas restam osolhos para verem a luz Toda a mulher e rapariga vestem de preto Mas a ingenuidade interior existe
  • 19.
    Vem a horade pôr o corpo delas a nu Para, na cópula, serem sacrificadas Sem doçura, sem prazer
  • 21.
    Todo o martírioestá em esconder a mulher Tirar-lhe a merecida dignidade E o saber proibido nas escolas
  • 23.
    Pensamentos diabólicos vacilamcom o mal Elas são múmias, são sombras da humanidade Tudo se extingue, até o amor.
  • 25.
    Formatação e Criação:Luzia Gabriele E-mail: luziagabriele@hotmail.com Texto: Mário Matta e Silva Imagens: Internet e Arquivo Pessoal Música: Franck Pourcedl Lettre a France http://www.slideshare.net/luziagabriele https://www.youtube.com/channel/UCAdCeCGHGTxtxQskjl4zkow Data: 05 de Abril de 2025 Fortaleza-Ceará-Brasil