REVISTA DE BIOLOGIAE CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228
Volume 25 - Número 1 - 1º Semestre 2025
UTILIZAÇÃO DE MÉTODOS DE CRIAÇÃO DE NINFAS DE EPHEMEROPTERA, COM
REGISTRO DE OCORRÊNCIA DE Terpides guyanensis Demoulin, 1966 PARA O PARÁ
Amanda da Silva Corrêa¹*; Laura Almeida de Oliveira²; Sheyla Regina Marques Couceiro²
RESUMO
A ordem Ephemeroptera é formada por insetos hemimetábolos e anfibióticos, cuja nomeação das
espécies é baseada, quase sempre, nos adultos, havendo necessidade da associação ninfa-adulto para
conhecimento e descrição das ninfas. Assim, a criação desses imaturos em campo ou laboratório é
uma via de acesso a esse conhecimento. O presente estudo traz informações sobre a criação de
Ephemeroptera em campo e laboratório. Nesse estudo foi possível obter subimago e/ou imagos de
sete espécies/morfoespécies, sendo Terpides guyanensis Demoulin, 1966, um novo registro para o
estado do Pará.
Palavras-chave: Amazônia, insetos aquáticos, água doce, biologia.
USE OF EPHEMEROPTERA NYMPHS REARING METHODS, WITH RECORD
OF OCCURRENCE OF Terpides guyanensis Demoulin, 1966 FOR PARÁ
ABSTRACT
The order Ephemeroptera is made up of hemimetabolous and amphibiotic insects, whose species
naming is almost always based on adults, requiring a nymph-adult association to understand and
describe nymphs. Therefore, the creation of these immatures in the field or laboratory is a way of
accessing this knowledge. The present study provides information on the rearing of Ephemeroptera
in the field and laboratory. In this study it was possible to obtain subimago and/or imagos of seven
species/morphospecies, with Terpides guyanensis Demoulin, 1966, a new record for the state of Pará.
Keywords: Amazon, aquatic insect, freshwater, biology.
78
2.
INTRODUÇÃO
A ordem EphemeropteraHyatt & Arms,
1890 é um grupo formado por insetos
hemimetábolos e anfibióticos (SALLES et al.,
2004) que apresentam em seu ciclo de vida um
estágio aquático duradouro, a ninfa e, dois curtos
estágios alares, a subimago e imago (DA SILVA
& SALLES, 2024). São importantes
componentes dos ecossistemas aquáticos, com
hábitos alimentares diversos, participando da
cadeia trófica e ciclagem de nutrientes, que
impactam no funcionamento dos ecossistemas,
como também são considerados bons
indicadores, pois apresentam uma sensibilidade a
mudanças ambientais, sendo bastante utilizados
em programas de biomonitoramento
(DOMÍNGUEZ et al., 2006; ALBA-
TERCEDOR, 2015).
No Brasil, Ephemeroptera é composto
por 462 espécies válidas, distribuídas em 83
gêneros e dez famílias (SALLES et al., 2024). A
diversidade da ordem vem sendo melhor
conhecida ao longo das últimas décadas em
decorrência do aumento de estudos e
levantamentos realizados em todo o país (e.g.
SALLES et al., 2010; LIMA et al., 2016; COSTA
et al., 2018; LIMA et al., 2015; RAIMUNDI,
2019; NASCIMENTO et al., 2020; FARIA et al.,
2024; OLIVEIRA et al., 2023). Porém, estima-se
que seja muito maior do que é catalogada até o
momento, tendo aproximadamente o triplo do
número de espécies conhecidas a descrever (DA-
SILVA; SALLES 2024).
Muitos fatores contribuem para o não
conhecimento real das espécies (CARDOSO et
al., 2015), dentre eles, a complexibilidade na
identificação, uma vez que o grupo apresenta um
estágio intermediário-subimago que não é
utilizado nas identificações, principalmente na
descrição de espécies, pois as estruturas
morfológicas não estão inteiramente formadas;
assim como nas ninfas, que por si só são
desconhecidas ou simplesmente não nomeadas.
A exceção das famílias Baetidae e
Leptohyphidae que tem a taxonomia mais
estudada no estágio ninfal (SALLES et al., 2004;
FALCÃO et al., 2011; CRUZ et al., 2014).
Outro fator implicante no conhecimento
das espécies está ligado às formas de coletas dos
alados (ORLANDO, 2020). Em geral, se coleta
com auxílio de lençol iluminado ou de
armadilhas do tipo Malaise e Pensilvânia, sendo
essas armadilhas pouco eficientes para
Ephemeroptera, pois após a queda na armadilha
o material é imediatamente fixado em álcool, o
que acarreta na morte dos indivíduos ainda como
subimago (ALMEIDA et al., 2024). Assim, o
lençol iluminado torna-se mais efetivo, uma vez
que o indivíduo é capturado ativamente e
separado em potes secos para que faça a muda de
subimago para imago (EDMUNDS JR et al.,
1976). Ainda que efetivo, nem sempre é possível
realizar esse método, seja pelo local de difícil
acesso ou também o horário da emergência dos
insetos, que ocorre desde a madrugada até o
anoitecer, impossibilitando em muitos casos, que
os pesquisadores fiquem em campo.
Com isso, a criação de ninfas para
obtenção de adultos vem sendo aplicada em
estudos taxonômicos de efemerópteros, sendo
uma prática descrita minuciosamente por
Edmunds Jr et al. (1976) e, ao longo dos anos,
vem sendo aprimorada, visto que por meio desta
é possível obter adultos, mas também fazer
descrições de estágios que ainda não foram
descritos, minimizando a problemática
taxonômica comum de Ephemeroptera, de se ter
espécies descritas com base em apenas um
estágio de vida (EDMUNDS; ALLEN, 1966;
BOLDRINI; CRUZ, 2013) (OLIVEIRA et al.,
2023; SALLES et al., 2004).
Apesar da sua utilidade, a criação não é
uma tarefa fácil, pois cada espécie apresenta sua
especificidade de habitat, comportamento e
fisiologia (EDMUNDS, 1964). Dessa forma, este
estudo tem como objetivo trazer informações
sobre biologia e comportamento de
Ephemeroptera em criações no laboratório e
campo.
MATERIAL E MÉTODOS
Coleta
Esse estudo foi realizado com alguns
indivíduos coletados em expedições na região
Oeste do Pará. A coleta dos imaturos foi
realizada em igarapés, lagos e rios, com o auxílio
de uma rede aquática em forma de D (1 mm² de
malha) e peneira, em seguida as amostras foram
triadas em uma bandeja branca. As ninfas com a
teca alar escuras ou turgidas foram separadas
para a criação. O experimento foi feito com duas
3.
metodologias de criação,tanto em campo, quanto
em laboratório.
Criação em copos
Foi realizada a criação em potes plásticos
telados, seguindo a metodologia proposta por
Boldrini et al. (2013) (modificada de
EDMUNDS JR. et al., 1976). As ninfas maduras
foram inseridas individualmente nesses copos,
contendo pouca água, com alguns galhos ou
folhas semi-submersas para auxiliar as ninfas no
processo de emergência. Sempre que possível os
copos foram deixados no corpo hídrico flutuando
em prancha de isopor para simular o ambiente
real.
Criação em aquário
Quando não viável a criação em campo,
as ninfas foram transportadas para o laboratório
em caixa de isopor para iniciar o monitoramento
de criação. Assim, houve o aproveitamento não
somente de ninfas maduras, mas também das
mais jovens, a fim de entender o comportamento
de alguns grupos por períodos mais longos. Os
aquários foram montados para representar as
condições mais próximas possíveis aos
ambientes dos quais as ninfas foram
retiradas. Essa metodologia foi uma adaptação
do experimento de Grant & Rymer (2016), no
qual foi utilizado um aquário (39 x 20 x 25 cm),
com 4 litros de água, perfazendo uma
profundidade de 8 cm. Como substratos foi
inserido no fundo: areia, pedras e folhas
provindas dos locais que as ninfas foram
coletadas. O aquário foi tampado com filó e
fixado com um fio torcido de nylon para que não
houvesse a fuga das eventuais subimagos. A água
do aquário foi mantida oxigenada por meio de
dois compressores (Regent 8500 110V 6W) e
trocada juntamente com as folhas a cada três dias.
4.
Figura 1. (A-E)Metodologias de criação de Ephemeroptera. (A) Vista do interior do copo de criação com
uma ninfa e um galho seco como substrato. (B-C) Prancha de isopor contendo alguns copos de criação. (D)
Aquário de criação. (E) Ninfa de Tricorythodes sp. se alimentando de detritos orgânicos.
5.
Identificação e fotografias
Apósa emergência das imagos, as
exúvias das subimagos e das ninfas foram
armazenados em álcool etílico 96º dentro de
microtubos 2 ml. Os espécimes foram
identificados com o auxílio do
estereomicroscópio e chaves de identificação
(e.g., DOMÍNGUEZ et al., 2006; CRUZ et al.,
2014; HAMADA et al., 2014). As fotografias
foram obtidas com o uso de uma câmera
acoplada ao estereomicroscópio, utilizando o
programa Leica Application Suite (Version
2019). Para a montagem das fotos foi utilizado o
programa CombineZP. Para a montagem das
pranchas foi utilizado o programa Photoshop.
RESULTADOS
Neste estudo foi realizada a criação de
sete espécies/morfoespécies, representadas por
cinco gêneros e quatro famílias da ordem
Ephemeroptera. No qual foi possível obter
adultos de três espécies, incluindo o primeiro
registro do gênero Terpides para o estado do
Pará.
Americabaetis sp.
Foi realizada a tentativa de criação de cinco
ninfas coletadas às 16h do dia 03/01/2023. As
ninfas viveram por duas semanas e durante esse
período houve somente a ecdise de uma ninfa.
Callibaetis gonzalezi (Navás, 1934)
Foi iniciada a criação de um espécime no dia
24/04/2023 às 16h. No dia 26/04/2023 por volta
de 21h, a ninfa emergiu para o estágio de
subimago, a qual foi transferida do recipiente
para o eppendorf para realizar a última muda
(imago), a qual foi realizada às 6h do dia
27/04/2023. Assim, a ninfa madura de
Callibaetis gonzalezi levou pouco mais de dois
dias para passar de ninfa madura a adulto.
Callibaetis nigracyclus Cruz, Salles &
Hamada, 2014
Foi iniciada a criação de um espécime no dia
31/05/2023 às 15h. No mesmo dia, ainda em
campo, por volta de 18h, a ninfa emergiu para o
estágio de subimago. A última muda (imago) foi
realizada duas horas depois. A ninfa madura de
Callibaetis nigracyclus levou menos que um dia
para passar de ninfa madura a adulto.
Callibaetis sp.
Foi realizada a tentativa de criação de um
espécime coletado no dia 08/02/2023 por volta
das 16h. A ninfa emergiu no dia 11/02/2023 por
volta das 8h, mas morreu como subimago, dessa
forma não foi possível realizar a identificação da
espécie.
Brasilocaenis sp.
Foi realizada a tentativa de criação de um
espécime coletado no dia 30/05/2023 por volta
das 15h. A ninfa emergiu na madrugada do dia
seguinte, mas não realizou a última muda, não
sendo possível fazer a identificação da espécie.
Terpides guyanensis Demoulin, 1966
Foi realizado a criação de um espécime no dia
28/06/2023 às 15h. No mesmo dia, por volta de
18h a ninfa emergiu para o estágio de subimago.
A última muda (imago) foi realizada durante a
madrugada. A ninfa madura de Terpides
guyanensis levou menos que um dia para passar
do estágio de ninfa madura a adulto.
Tricorythodes sp.
Foi realizada a tentativa de criação no aquário de
quatro espécimes coletados entre as 16h e 18h do
dia 08/10/2022. As ninfas viveram pelo período
de um mês e morreram no dia 08/11/2022.
Durante esse período fizeram uma ecdise a cada
semana.
6.
Figura 2. (A-C)(A) Imago de Callibaetis gonzalezi. (B) Imago de Callibaetis nigracyclus. (C) Imago de
Terpides guyanensis.
DISCUSSÃO
A taxonomia de Ephemeroptera ainda é
muito baseada em caracteres de adultos, o que
acaba por limitar os estudos sobre biodiversidade
e mesmo ecologia, com esses organismos em
ambientes aquáticos, onde desenvolvem a maior
parte do seu ciclo de vida (EDMUNDS; ALLEN,
1966; BOLDRINI; CRUZ, 2013). Através da
criação de ninfas, obtivemos exemplares de
Terpides guyanensis, sendo esse o primeiro
registro de ocorrência do gênero e da espécie
para o estado do Pará. Isso demonstra a
importância das criações de Ephemeroptera para
associação de estágios e descrição dos estágios
não descritos e até mesmo para registro de
espécies ainda não coletadas, por serem
consideradas raras, pois anteriormente só havia
registro da espécie para Roraima (BOLDRINI et
al., 2009).
A forma mais rápida de se obter adultos
de Ephemeroptera é a coleta de ninfas maduras,
mantidas em copos telados semi submersos em
ambiente natural (EDMUNDS et al., 1976). Com
a criação em potes, ninfas de Callibaetis
nigracyclus e Terpides guyanensis quando
maduras, levaram menos de um dia para realizar
as últimas mudas (subimago e imago), sendo
possível a obtenção do adulto ainda em campo,
evitando o estresse do transporte. Por outro lado,
ninfas maduras de Callibaetis gonzalezi levaram
mais de dois dias para a emergência do adulto.
Essa delonga na criação também foi observada
por Boldrini e Cruz (2013), onde alguns
espécimes levaram uma semana para obtenção
do adulto. Nesse caso, quando a espécie demora
um pouco mais para realizar a emergência final,
a criação em laboratório (aquário) é uma opção.
Já para ninfas de Callibaetis e
Brasilocaenis, houve a tentativa de criação,
entretanto ambas morreram no estágio subimago,
provavelmente, pelo horário de emergência não
ter sido acompanhado pelos criadores e
7.
consequentemente terem permanecidono copo
de criação. Acredita-se que essa transferência da
subimago para potes secos seja peça-chave para
obter imagos, que de modo contrário podem
morrer ao se chocarem contra água e ou
substrato, (BOLDRINI; CRUZ, 2013).
A criação de ninfas imaturas em
condições laboratoriais nem sempre é fácil
(EDMUNDS; ALLEN, 1966; VÁNCSA et al.,
2014), pois as condições de criação devem
simular as mesmas condições ambientais dos
locais de onde foram retiradas para uma maior
adaptabilidade (SPIETH, 1938; ALMEIDA et
al., 2003). Quatro ninfas jovens de Tricorythodes
sobreviveram no aquário pelo período de um
mês, fazendo uma ecdise a cada semana.
Infelizmente não obtivemos as imagos. Ninfas
de Tricorythodes têm preferência por ambientes
com corredeiras e bem oxigenados
(DOMÍNGUEZ et al., 2006), fato que pode
justificar a morte prematura dessas ninfas.
Esperava-se que a criação de ninfas de
Baetidae fosse mais fácil, sendo considerados
organismos resistentes, ocorrendo em ampla
variedade de ambientes aquáticos (DA SILVA;
SALLES, 2012). Porém, ninfas jovens de
Americabaetis criadas nos potes e alimentadas
com algas, sobreviveram por apenas duas
semanas e, durante esse período fizeram uma
única muda, de modo que a maioria morreu
durante o transporte do campo para o laboratório,
provavelmente pela demanda de oxigênio e
mudança brusca de temperatura (CRAIG, 1966).
Assim, concluímos que a criação de
Ephemeroptera demanda um conjunto de fatores
para o êxito, como condições adequadas e
monitoramento constante do pesquisador, uma
vez que o horário de emergência das espécies é
diferente. Mas, são necessárias para o
conhecimento da real diversidade de espécies,
que incluem diferentes estágios de vida.
AGRADECIMENTOS
Os autores agradecem ao CNPq pelo suporte
financeiro através do edital
02/2023/PROPPIT/UFOPA. Agradecemos
também a Suzane Evaristo, Iandra e Carlos
Souza pela coleta de campo.
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______________________________________
[1] Estudante do curso de Licenciatura em
Ciências Biológicas, Universidade Federal do
Oeste do Pará, PA,
Brasil. *amanda.correa@discente.ufopa.edu.br
[2] Universidade Federal do Oeste do Pará, PA,
Brasil. Programa de Pós-graduação em
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