Este documento discute metodologias para avaliação do ruído ocupacional. Critica a prática comum de usar sonómetros fixos distantes dos trabalhadores, que fornecem avaliações imprecisas. Defende que sonómetros móveis que acompanham os trabalhadores são mais precisos e fornecem dados essenciais para estratégias de prevenção e proteção, de acordo com a legislação. Relata um estudo de campo que compara medições de sonómetros fixos e móveis, mostrando que os fixos sobreavaliam ou sub