INTEGRAIS
1. FUNÇÃO PRIMITIVA
 Dada uma função f(x), chama-se função primitiva f(x) a função F(x) que derivada dê f(x), isto é,
F’(x) = f(x)
Ex.: f(x) = 2x  F(x) = x2

2. INTEGRAL INDEFINIDA

2.1. CONCEITO
  Chama-se integral indefinida de uma função f(x), a toda expressão do tipo F(x) + c, onde F(x) é uma
primitiva de f(x). Indica-se por  f ( x) dx  F ( x)  c

         2 x dx  x
                       2
Ex.:                       c

Obs.: A integração é a operação inversa da diferenciação
           dF( x)
     Ex.:          2 x  dF( x)  2 x  dx   dF( x)  2 x dx  F ( x)  x2  c
             dx

2.2. PROPRIEDADES
(i)   f ( x)  g ( x) dx   f ( x) dx   g ( x) dx
(ii)    k  f ( x) dx  k   f ( x) dx
3. MÉTODOS DE INTEGRAÇÃO

3.1. INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO
  Dada  f ( x) dx , não imediata, o método da substituição consiste em fazer uma mudança de variável
x = g(t) e dx = g’(t) dt, de maneira que a nova integral  f ( g (t )) g ' (t ) dt seja mais fácil de calcular que a
original
         x         t 1              dt
Ex.:       dx        dt   dt    t  ln | t |  k  x  ln | x  1 |  c
       x 1          t               t

3.2. INTEGRAÇÃO ENVOLVENDO TRINÔMIO QUADRADO
           1
(i)               dx
      ax  bx  c
          2

         mx  q
(ii)  2            dx
       ax  bx  c
              1
(iii)                  dx
         ax  bx  c
            2

           mx  q
(iv)                  dx
         ax 2  bx  c
              1                      1                       1                 1
Ex.:  2               dx   2                 dx                dx   2              dx 
        x  10 x  30         x  10 x  25  5        ( x  5)  5
                                                               2
                                                                           5  ( x  5) 2
         1          x5
      =     arctan         c
          5            5




Professor Emerson                                         1
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          x 1           1      2x  2        1 2x  4  6
Ex.:              dx   2               dx   2             dx 
      x  4x  8
         2
                         2 x  4x  8          2 x  4x  8
       1      2x  4                6          1                       1      6
     =  2              dx   2           dx   ln | x 2  4 x  8 |   2           dx 
       2  x  4x  8           x  4x  8  2                           2 x  4x  8
                                       1                                         1
     = ln | x 2  4 x  8 |  3 2              dx  ln | x 2  4 x  8  3 2             dx 
                                x  4x  4  4                              2  ( x  2) 2
                              3        x2
     = ln | x 2  4 x  8 |  arctan         c
                              2          2

3.3. INTEGRAÇÃO POR PARTES
  Sejam u e v duas funções diferenciais de x. Diferenciando o produto u . v, temos:
d (u  v)  u  dv  v  du   d (u  v)   u  dv   v  du  u  v   u  dv   v  du 
  u  dv  u  v   v  du
Ex.: I =  x  sen x dx
      u  sen x  du  cos x dx
                          x2
    dv  x dx  v 
                          2
          2             2
        x sen x       x cos x
    I=                       dx (não convém)
            2             2
   nova tentativa:
   u  x  du  dx
   dv  sen x dx  v   cos x
   I = – x cos x    cos x dx   x cos x   cos x dx   x cos x  sen x  c

4. APLICAÇÕES DE INTEGRAIS

4.1. CÁLCULO DE ÁREAS

4.1.1. CONCEITO
 Consideremos a curva que representa a função y = f(x), positiva e contínua no intervalo
                           b
a  x  b. Indicamos por S a , a área limitada por essa curva, e o eixo do x entre os pontos de abscissa a e b

                                              y = f(x)




                                       b
                                      Sa


                             a                b




            a
Obs.: (i) S a  0
                           b     c     b
     (ii) se a  c  b  S a  S a  S c



Apostila 15                                           2
4.1.2. TEOREMA DO VALOR MÉDIO
  Seja y = f(x) uma função positiva e contínua no intervalo [a, b]. Então existe pelo menos um número c
                      b
entre a e b tal que S a  f (c)  (b  a)
demonstração:
com efeito,
suponhamos que m e M sejam ,respectivamente, os valores mínimos e máximos da função y = f(x) no
intervalo considerado

                                                      y = f(x)

        M

      f(c)
        m
                                      b
                                     Sa

                             a           c            b

                                               b
             b                                Sa                              Sb
m(b  a)  S a  M (b  a)  m                   M   c  [a, b] | f (c)  a
                                             ba                             ba

Obs.: o teorema do valor médio nos mostra que existe um retângulo de base b – a e altura f(c) cuja área é
          b
igual a S a

4.1.3. ÁREA PELO CÁLCULO INTEGRAL


                                                                     y = f(x)




                                                 S
                                 a   x       c            x+x   b



                                    S
pelo TVM; S  f (c)  x               f (c)
                                    x
          S                         dS
lim x 0        lim c  x f (c)       f (x)  dS  f ( x) dx
          x                         dx
 dS   f ( x) dx  Sa  a f ( x) dx  Sa  F ( x)  k
                            x    x              x


fazendo x = a; Sa  F (a)  k  0 = F(a) + k  k = -F(a)  Sa  F ( x)  F (a)
                a                                           x


fazendo x = b; Sa  F (b)  F (a)
                b


logo: Sa  a f ( x) dx  [ F ( x)]b  F (b)  F (a)
       b      b
                                   a
                              n
Obs.: a f ( x) dx  lim n  f (c k )  x (integral definida)
        b

                             k 1



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4.2. CÁCULO DE VOLUME
Consideremos uma curva de equação y = f(x), onde f(x) é uma função contínua, que delimita com o eixo dos
x uma superfície plana ABCD. Fazendo-se a rotação com revolução desta superfície em torno do eixo dos x,
será gerado um corpo de revolução cujo volume queremos calcular

                                                                   y = f(x)
                                                           D

                                    C


                                   A                           B




dividindo-se o intervalo [a, b] em n subintervalos, vamos inscrever n cilindros de revolução no corpo
considerado;
calculando-se o volume desses cilindros e somando-os, teremos um valor aproximado do volume procurado, ou
seja:
V1 = .f 2(x1).x1
V2 = .f 2(x2).x2
__   __ __       __   __ __

Vn = .f (xn).xn
             2

fazendo n tender ao infinito, teremos o volume exato do corpo de revolução, ou seja:
                             n
V  lim n    f 2 ( x k )  x  V    a f 2 ( x) dx
                                                b

                            k 1


                                           EXERCÍCIOS PROPOSTOS

1) Calcule as integrais abaixo:
                                                                      j)  sec 5 x  tan 5 x dx
        a)        dx
                      dx                                              k)  sen x cos x  e3 cos 2 x dx
        b) 
             3
                x2                                                             dx
                                                                      l) 
             dx                                                            4  x2
        c) 
              x                                                              dx
                                                                      m) 
        d)  (1  x) x dx                                                  9  x2
                                                                                dx
        e)  6 x dx
                        2
                                                                      n)    11  x 2
        f) x.e x dx                                                               dx
                                                                      o) 
        g)  ( x3  2)17  x 2 dx                                              25  16 x 2
                 
        h) sen 3x dx
                                                                      p) 
                                                                                 dx
                 dx                                                           x 4x2  9
        i) 
             (2 x  3) 2




Apostila 15                                            4
2) Determine as integrais das funções abaixo:
a)  2
            1
                 dx                                           k)  sen n x dx
     x  8x  9                                                   x3  1
          5x  3                                              l)         dx
b)  2             dx                                             x2
     x  4 x  17
                                                                     12 x 2  22 x  12
               1                                              m)  3                     dx
c)                    dx                                          x  6 x 2  11x  6
       28  12 x  x 2
                                                                           x3  1
             1                                                n)  4                    dx
d)                dx                                             x  3x3  3x 2  x
        x2  x  1                                                        x2  1
e)  x  e x dx                                               o)  3                   dx
                                                                  x  3x 2  4 x  2
f)  x 2  e x dx                                                    x2  x  2
                                                              p)  2                dx
g)  x 2  ln x dx                                                ( x  2 x  3) 2
h)  x 1  x dx                                               q) 
                                                                           x
                                                                               dx
i)  arcsen x dx
                                                                   4
                                                                       x 1
                                                                       3


j)  sen 2 x dx

3) Calcular a área limitada pela curva y = x3 e o eixo dos x entre os pontos de abscissa
1 e 2.

4) Calcular a área limitada pela curva y = x3 e o eixo dos x entre os pontos de abscissa
-2 e -1.

5) Calcular a área limitada pela curva y = x3 e o eixo dos x entre os pontos de abscissa
-1 e 2.

6) Calcular a área limitada pela curva y = sen x e o eixo dos x entre os pontos de abscissa 0 e 2.

7) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x2 e y = x

8) Determinar a área delimitada pelas curvas y = 4x – x2 e y = x

                                                                                                x2 y2
9) Achar o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos y da região limitada pela elipse        1
                                                                                                16 9

10) Calcular o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos y da região limitada pela função y  x3 ,
x  0 no intervalo [0, 1]

11) Achar o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos x da região limitada pela curva y = 4 – x2 e
y = x2




Professor Emerson                                5
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                                                 EXERCÍCIOS SUPLEMENTARES

1) Calcule as integrais abaixo:
            x 2 dx                                                    (arcsen x )3
      a)                                                      j)                      dx
            1  x6                                                       1  x2
      b)  (1  tan x) 2                                               csc 2 2 x dx
                                                               k) 
                dx                                                      1  cot 2 x
      c)  x  x
            e e                                                       1 x
                                                               l)          dx
               ( x  1) dx                                             1 x
      d) 
            3 2
               x  2x  2                                                dx
                                                               m) 
      e) 
            ln x
                  dx                                                   e6 x  4
              x                                                         dx
                                                               n) 
      f)  tan 5 x  sec 2 x dx                                     1  cos 2 x
            x dx                                                    cos 2 x
      g)                                                      o)          dx
           1  x4                                                   sen 4 x
                                                                                    3
               x3                                                   x 2 (2arctan x  x3 ln(1  x 6 )  1)
      h)               dx                                     p)                                        dx
           (1  x 4 ) 2                                                            1  x6
             e arctan2 x
      i)                   dx
             1  4x 2

      2) Calcule as integrais abaixo:

      a) 
               1 3 x
                3
                                dx                                
                                                               j) sen2 x  cos4 x dx k)
                        2
                    x                                          k)  sen 2 x  cos 6 x dx
      b)  x3 x2  a2 dx                                       l)  sen 3x  cos 5 x dx
                            1                                  m)  cos x  cos 2 x  cos 3x dx
      c)                             dx
           3
               (1  x)  1  x
                            2
                                                                         x2
                                                               n)                dx
      d) 
                                 1
                                            dx                          9  x2
           1 e x / 2  e x / 3  e x / 6                                  1
                     1                                         o)                      dx
      e)                        dx                                   x 9  4x2
           1  sen x  cos x
                                                                         x2
                1                                              p)                dx
      f)               dx                                              x2  4
           3  2 cosx
             sen 3 x                                                    1 x
      g)              dx                                      q)             dx
           2  cos x                                                  1 x
      h)  sen 4 x  cos 5 x dx
      i)  sen 3 x  cos 2 x dx

3) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x3 e y = x2

4) Determinar a área delimitada pelas curvas y = 16 – x4 e y = x4 – 5x2 + 4

5) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x3 – 2x e y = x2

6) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x3 , y = 2x e y = x

7) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x2 + 1 , y = x2 / 2 e y = 5


Apostila 15                                              6
x2 y 2
8) Calcular o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos x da região limitada pela elipse         1
                                                                                                   a 2 b2

9) Calcular o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos x da região limitada pela função y = sen x
no intervalo [0, 2]

10) Achar o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos x da região limitada pela curva y = x2 e y =
     x

11) Um barril de vinho tem a forma de um elipsóide de revolução com as extremidades cortadas. Mais
especificamente ,ele é formado geometricamente pela revolução da
semi- elipse truncada da figura abaixo. Calcule o volume do barril.




         -4       -3                           3      4




                                               RESPOSTAS
EXERCÍCIOS PROPOSTOS
3) 15 / 4 u.a.                                                4
4) 15 / 4 u.a.                                            10)    u.v.
                                                               7
5) 1 / 4 u.a.
6) 4 u.a.                                                     64 2
                                                          11)         u.v.
7) 1 / 6 u.a.                                                    3
8) 9 / 2 u.a.
9) 64 u.v.

EXERCÍCIOS SUPLEMENTARES
3) 1 / 12 u.a.                                               2
4) 736 / 15 u.a.                                          9)      u.v.
5) 37 /12 u.a.                                                2
6) 3 / 2 u.a.                                                 3
                                                          10)      u.v.
7) 10,42 u.a.                                                 10
     4 2                                                     39
8)      ab u.v.                                           11)       u.v.
      3                                                         2




Professor Emerson                               7

Apostila integrais

  • 1.
    INTEGRAIS 1. FUNÇÃO PRIMITIVA Dada uma função f(x), chama-se função primitiva f(x) a função F(x) que derivada dê f(x), isto é, F’(x) = f(x) Ex.: f(x) = 2x  F(x) = x2 2. INTEGRAL INDEFINIDA 2.1. CONCEITO Chama-se integral indefinida de uma função f(x), a toda expressão do tipo F(x) + c, onde F(x) é uma primitiva de f(x). Indica-se por  f ( x) dx  F ( x)  c  2 x dx  x 2 Ex.: c Obs.: A integração é a operação inversa da diferenciação dF( x) Ex.:  2 x  dF( x)  2 x  dx   dF( x)  2 x dx  F ( x)  x2  c dx 2.2. PROPRIEDADES (i)   f ( x)  g ( x) dx   f ( x) dx   g ( x) dx (ii)  k  f ( x) dx  k   f ( x) dx 3. MÉTODOS DE INTEGRAÇÃO 3.1. INTEGRAÇÃO POR SUBSTITUIÇÃO Dada  f ( x) dx , não imediata, o método da substituição consiste em fazer uma mudança de variável x = g(t) e dx = g’(t) dt, de maneira que a nova integral  f ( g (t )) g ' (t ) dt seja mais fácil de calcular que a original x t 1 dt Ex.:  dx   dt   dt    t  ln | t |  k  x  ln | x  1 |  c x 1 t t 3.2. INTEGRAÇÃO ENVOLVENDO TRINÔMIO QUADRADO 1 (i)  dx ax  bx  c 2 mx  q (ii)  2 dx ax  bx  c 1 (iii)  dx ax  bx  c 2 mx  q (iv)  dx ax 2  bx  c 1 1 1 1 Ex.:  2 dx   2 dx   dx   2 dx  x  10 x  30 x  10 x  25  5 ( x  5)  5 2 5  ( x  5) 2 1 x5 = arctan c 5 5 Professor Emerson 1
  • 2.
    Matemática / Integrais http://professor-emerson.blogspot.com x 1 1 2x  2 1 2x  4  6 Ex.:  dx   2 dx   2 dx  x  4x  8 2 2 x  4x  8 2 x  4x  8 1 2x  4 6  1 1 6 =  2 dx   2 dx   ln | x 2  4 x  8 |   2 dx  2  x  4x  8 x  4x  8  2 2 x  4x  8 1 1 = ln | x 2  4 x  8 |  3 2 dx  ln | x 2  4 x  8  3 2 dx  x  4x  4  4 2  ( x  2) 2 3 x2 = ln | x 2  4 x  8 |  arctan c 2 2 3.3. INTEGRAÇÃO POR PARTES Sejam u e v duas funções diferenciais de x. Diferenciando o produto u . v, temos: d (u  v)  u  dv  v  du   d (u  v)   u  dv   v  du  u  v   u  dv   v  du    u  dv  u  v   v  du Ex.: I =  x  sen x dx u  sen x  du  cos x dx x2 dv  x dx  v  2 2 2 x sen x x cos x I=  dx (não convém) 2 2 nova tentativa: u  x  du  dx dv  sen x dx  v   cos x I = – x cos x    cos x dx   x cos x   cos x dx   x cos x  sen x  c 4. APLICAÇÕES DE INTEGRAIS 4.1. CÁLCULO DE ÁREAS 4.1.1. CONCEITO Consideremos a curva que representa a função y = f(x), positiva e contínua no intervalo b a  x  b. Indicamos por S a , a área limitada por essa curva, e o eixo do x entre os pontos de abscissa a e b y = f(x) b Sa a b a Obs.: (i) S a  0 b c b (ii) se a  c  b  S a  S a  S c Apostila 15 2
  • 3.
    4.1.2. TEOREMA DOVALOR MÉDIO Seja y = f(x) uma função positiva e contínua no intervalo [a, b]. Então existe pelo menos um número c b entre a e b tal que S a  f (c)  (b  a) demonstração: com efeito, suponhamos que m e M sejam ,respectivamente, os valores mínimos e máximos da função y = f(x) no intervalo considerado y = f(x) M f(c) m b Sa a c b b b Sa Sb m(b  a)  S a  M (b  a)  m   M   c  [a, b] | f (c)  a ba ba Obs.: o teorema do valor médio nos mostra que existe um retângulo de base b – a e altura f(c) cuja área é b igual a S a 4.1.3. ÁREA PELO CÁLCULO INTEGRAL y = f(x) S a x c x+x b S pelo TVM; S  f (c)  x   f (c) x S dS lim x 0  lim c  x f (c)   f (x)  dS  f ( x) dx x dx  dS   f ( x) dx  Sa  a f ( x) dx  Sa  F ( x)  k x x x fazendo x = a; Sa  F (a)  k  0 = F(a) + k  k = -F(a)  Sa  F ( x)  F (a) a x fazendo x = b; Sa  F (b)  F (a) b logo: Sa  a f ( x) dx  [ F ( x)]b  F (b)  F (a) b b a n Obs.: a f ( x) dx  lim n  f (c k )  x (integral definida) b k 1 Professor Emerson 3
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    Matemática / Integrais http://professor-emerson.blogspot.com 4.2. CÁCULO DE VOLUME Consideremos uma curva de equação y = f(x), onde f(x) é uma função contínua, que delimita com o eixo dos x uma superfície plana ABCD. Fazendo-se a rotação com revolução desta superfície em torno do eixo dos x, será gerado um corpo de revolução cujo volume queremos calcular y = f(x) D C A B dividindo-se o intervalo [a, b] em n subintervalos, vamos inscrever n cilindros de revolução no corpo considerado; calculando-se o volume desses cilindros e somando-os, teremos um valor aproximado do volume procurado, ou seja: V1 = .f 2(x1).x1 V2 = .f 2(x2).x2 __ __ __ __ __ __ Vn = .f (xn).xn 2 fazendo n tender ao infinito, teremos o volume exato do corpo de revolução, ou seja: n V  lim n    f 2 ( x k )  x  V    a f 2 ( x) dx b k 1 EXERCÍCIOS PROPOSTOS 1) Calcule as integrais abaixo: j)  sec 5 x  tan 5 x dx a)  dx dx k)  sen x cos x  e3 cos 2 x dx b)  3 x2 dx l)  dx 4  x2 c)  x dx m)  d)  (1  x) x dx 9  x2 dx e)  6 x dx 2 n)  11  x 2 f) x.e x dx dx o)  g)  ( x3  2)17  x 2 dx 25  16 x 2  h) sen 3x dx p)  dx dx x 4x2  9 i)  (2 x  3) 2 Apostila 15 4
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    2) Determine asintegrais das funções abaixo: a)  2 1 dx k)  sen n x dx x  8x  9 x3  1 5x  3 l)  dx b)  2 dx x2 x  4 x  17 12 x 2  22 x  12 1 m)  3 dx c)  dx x  6 x 2  11x  6 28  12 x  x 2 x3  1 1 n)  4 dx d)  dx x  3x3  3x 2  x x2  x  1 x2  1 e)  x  e x dx o)  3 dx x  3x 2  4 x  2 f)  x 2  e x dx x2  x  2 p)  2 dx g)  x 2  ln x dx ( x  2 x  3) 2 h)  x 1  x dx q)  x dx i)  arcsen x dx 4 x 1 3 j)  sen 2 x dx 3) Calcular a área limitada pela curva y = x3 e o eixo dos x entre os pontos de abscissa 1 e 2. 4) Calcular a área limitada pela curva y = x3 e o eixo dos x entre os pontos de abscissa -2 e -1. 5) Calcular a área limitada pela curva y = x3 e o eixo dos x entre os pontos de abscissa -1 e 2. 6) Calcular a área limitada pela curva y = sen x e o eixo dos x entre os pontos de abscissa 0 e 2. 7) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x2 e y = x 8) Determinar a área delimitada pelas curvas y = 4x – x2 e y = x x2 y2 9) Achar o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos y da região limitada pela elipse  1 16 9 10) Calcular o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos y da região limitada pela função y  x3 , x  0 no intervalo [0, 1] 11) Achar o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos x da região limitada pela curva y = 4 – x2 e y = x2 Professor Emerson 5
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    Matemática / Integrais http://professor-emerson.blogspot.com EXERCÍCIOS SUPLEMENTARES 1) Calcule as integrais abaixo: x 2 dx (arcsen x )3 a)  j)  dx 1  x6 1  x2 b)  (1  tan x) 2 csc 2 2 x dx k)  dx 1  cot 2 x c)  x  x e e 1 x l)  dx ( x  1) dx 1 x d)  3 2 x  2x  2 dx m)  e)  ln x dx e6 x  4 x dx n)  f)  tan 5 x  sec 2 x dx 1  cos 2 x x dx cos 2 x g)  o)  dx 1  x4 sen 4 x 3 x3 x 2 (2arctan x  x3 ln(1  x 6 )  1) h)  dx p)  dx (1  x 4 ) 2 1  x6 e arctan2 x i)  dx 1  4x 2 2) Calcule as integrais abaixo: a)  1 3 x 3 dx  j) sen2 x  cos4 x dx k) 2 x k)  sen 2 x  cos 6 x dx b)  x3 x2  a2 dx l)  sen 3x  cos 5 x dx 1 m)  cos x  cos 2 x  cos 3x dx c)  dx 3 (1  x)  1  x 2 x2 n)  dx d)  1 dx 9  x2 1 e x / 2  e x / 3  e x / 6 1 1 o)  dx e)  dx x 9  4x2 1  sen x  cos x x2 1 p)  dx f)  dx x2  4 3  2 cosx sen 3 x 1 x g)  dx q)  dx 2  cos x 1 x h)  sen 4 x  cos 5 x dx i)  sen 3 x  cos 2 x dx 3) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x3 e y = x2 4) Determinar a área delimitada pelas curvas y = 16 – x4 e y = x4 – 5x2 + 4 5) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x3 – 2x e y = x2 6) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x3 , y = 2x e y = x 7) Determinar a área delimitada pelas curvas y = x2 + 1 , y = x2 / 2 e y = 5 Apostila 15 6
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    x2 y 2 8)Calcular o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos x da região limitada pela elipse  1 a 2 b2 9) Calcular o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos x da região limitada pela função y = sen x no intervalo [0, 2] 10) Achar o volume gerado pela revolução em torno do eixo dos x da região limitada pela curva y = x2 e y = x 11) Um barril de vinho tem a forma de um elipsóide de revolução com as extremidades cortadas. Mais especificamente ,ele é formado geometricamente pela revolução da semi- elipse truncada da figura abaixo. Calcule o volume do barril. -4 -3 3 4 RESPOSTAS EXERCÍCIOS PROPOSTOS 3) 15 / 4 u.a. 4 4) 15 / 4 u.a. 10) u.v. 7 5) 1 / 4 u.a. 6) 4 u.a. 64 2 11) u.v. 7) 1 / 6 u.a. 3 8) 9 / 2 u.a. 9) 64 u.v. EXERCÍCIOS SUPLEMENTARES 3) 1 / 12 u.a. 2 4) 736 / 15 u.a. 9) u.v. 5) 37 /12 u.a. 2 6) 3 / 2 u.a. 3 10) u.v. 7) 10,42 u.a. 10 4 2 39 8) ab u.v. 11) u.v. 3 2 Professor Emerson 7