Não existe amor perfeito, se o
 coração não é perfeito. Amor
  não se pesa, não se mede, não
   se avalia. Não se dá, não se
  perde, não se rouba. O amor
sozinho é suficiente a si mesmo.
    O que nos resta é a nossa
  capacidade para entendê-lo,
  acolhê-lo e tomarmos conta
 dele sem que possamos alterá-
   lo na nossa vida de alguma
forma. O amor se oferece a nós
gratuitamente, como todo dom.
   Mas questionamos sempre.
E tropeçamos nas nossas pernas
tentando moldá-lo ao nosso jeito, à
 nossa visão, à nossa vontade como
se ele fosse uma coisa qualquer que
    pudesse ser modificada. Somos
 pequenos e o amor é grande; somos
   pequenininhos e o amor é imenso,
       rico, cheio de mistérios e
     felicidades que nem podemos
 imaginar que existam. E perdemos o
amor porque perdemos a razão dele.
Perdemos, porque perdemos o senso
   de nos contentar com o que ele
    pode nos oferecer. Perdemos,
  porque exigimos demais, cobramos
      demais, sufocamos demais.
Ser feliz no amor é guardar a
  capacidade de vê-lo feliz. Se
  fazemos dos nossos braços
 uma prisão em nome do amor, a
quem fazemos feliz? Com nossa
 insaciável sede de querer ter
 sempre mais do que a vida nos
  oferece acabamos sem nada,
porque não soubemos valorizar
 o pouco, mas verdadeiro, que
 recebemos. Jogamos fora com
  nossas mãos o que nelas foi
  colocado para ser bênção.
E tudo isso porque somos
humanos, seres feridos e cheios
   de cicatrizes, sangrados e
machucados pelos percalços da
  vida. Mas quando a gente ama
    muito uma pessoa precisa
aprender a deixar a própria dor
 de lado de vez em quando para
 estar do lado da pessoa que a
  gente ama, principalmente se
 sabemos que essa pessoa está
   ferida também. E não é bom
 questionar o amor, mas vivê-lo;
   porque o amor em si, mesmo
imperfeito, já é um presente sem
Música:
            Michael Bolton – All for love
                    Elaborado por:
                   Sérgio S. Oliver


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Amor perfeito

  • 2.
    Não existe amorperfeito, se o coração não é perfeito. Amor não se pesa, não se mede, não se avalia. Não se dá, não se perde, não se rouba. O amor sozinho é suficiente a si mesmo. O que nos resta é a nossa capacidade para entendê-lo, acolhê-lo e tomarmos conta dele sem que possamos alterá- lo na nossa vida de alguma forma. O amor se oferece a nós gratuitamente, como todo dom. Mas questionamos sempre.
  • 3.
    E tropeçamos nasnossas pernas tentando moldá-lo ao nosso jeito, à nossa visão, à nossa vontade como se ele fosse uma coisa qualquer que pudesse ser modificada. Somos pequenos e o amor é grande; somos pequenininhos e o amor é imenso, rico, cheio de mistérios e felicidades que nem podemos imaginar que existam. E perdemos o amor porque perdemos a razão dele. Perdemos, porque perdemos o senso de nos contentar com o que ele pode nos oferecer. Perdemos, porque exigimos demais, cobramos demais, sufocamos demais.
  • 4.
    Ser feliz noamor é guardar a capacidade de vê-lo feliz. Se fazemos dos nossos braços uma prisão em nome do amor, a quem fazemos feliz? Com nossa insaciável sede de querer ter sempre mais do que a vida nos oferece acabamos sem nada, porque não soubemos valorizar o pouco, mas verdadeiro, que recebemos. Jogamos fora com nossas mãos o que nelas foi colocado para ser bênção.
  • 5.
    E tudo issoporque somos humanos, seres feridos e cheios de cicatrizes, sangrados e machucados pelos percalços da vida. Mas quando a gente ama muito uma pessoa precisa aprender a deixar a própria dor de lado de vez em quando para estar do lado da pessoa que a gente ama, principalmente se sabemos que essa pessoa está ferida também. E não é bom questionar o amor, mas vivê-lo; porque o amor em si, mesmo imperfeito, já é um presente sem
  • 6.
    Música: Michael Bolton – All for love Elaborado por: Sérgio S. Oliver ssoliver@terra.com.br Reiniciar Ver outras Mensagens Sair