O documento descreve vários símbolos e práticas da Igreja Católica Romana que são alegadamente derivados de religiões pagãs antigas e adoração a demônios, como Baal e o deus-sol. Entre eles estão o uso da cruz invertida, mitra, ostensório, tridente, rosário e pinha no báculo papal. O documento argumenta que a igreja católica se apropriou de símbolos pagãos e os utiliza para adorar Satanás, não Cristo.