O autor argumenta que os portugueses tendem a culpar seus governantes pelos problemas do país, mas o verdadeiro problema está no povo português. Ele aponta que os portugueses valorizam a malandragem em vez da sabedoria, não respeitam a cultura e as leis, e elegem políticos que não merecem respeito. O autor conclui que os políticos apenas refletem os valores do povo que os elege.