O documento discute a importância dos líderes cristãos serem "amigos do bem", fazendo o bem e não o mal. Ele analisa passagens bíblicas que contrastam o bem e o mal e explica que, quando aceitamos Cristo, Seu Espírito Santo nos capacita a produzir o "fruto do Espírito", que é o bem. O documento encoraja a autoavaliação para garantir que estejamos aproveitando todas as oportunidades para fazer o bem e edificar os outros.