O documento discute os saberes transmitidos pela bebida ayahuasca na religião brasileira Santo Daime. A autora argumenta que a religião promove um processo educativo no qual diversos tipos de conhecimento são compartilhados e aprendidos, incluindo saberes ecológicos, cognitivos, estéticos, medicinais e para a paz. A ayahuasca é vista como uma professora espiritual cuja ingestão gera encontros entre diferentes saberes dentro de uma "ecologia de conhecimentos".