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PRIVACIDADE NA ERA DA
INFORMAÇÃO E A NOÇÃO DE
INTEGRIDADE CONTEXTUAL
Paulo Henrique Padovan
O QUE É PRIVACIDADE?
TEM A VER COM NOSSAS
INFORMAÇÕES
COM O QUE DIZEMOS
COM O QUE FAZEMOS
COM O QUE GOSTAMOS
COM O QUE COMPRAMOS
TEM A VER COM QUEM
CONHECEMOS
COM QUEM COMPARTILHAMOS
ESSAS INFORMAÇÕES
TEM A VER COM O PORQUÊ DA
INFORMAÇÃO SER PRIVADA
POR QUE SE ORIGINOU A
PORTAS FECHADAS?
POR SUA NATUREZA
POR RESTRIÇÕES QUE
IMPOMOS A ELA
OU POR SIMPLES MEDO QUE SE
TORNEM PÚBLICAS.
TEM A VER COM O USO QUE É
DADO A INFORMAÇÃO
SE É PARA NOS SERVIR
PARA NOS VIGIAR
PARA NOS VENDER
OU PARA NOS JULGAR
TEM A VER COM O CONTEXTO.
NOSSO LAR
TRABALHO...
COMUNIDADE...
E GOVERNO
COMO ORGANIZAR TUDO ISSO?
MELHOR VER ALGUNS CONCEITOS DE
PRIVACIDADE...
CONCEITOS DE PRIVACIDADE
CONCEITOS UNITÁRIOS DE
PRIVACIDADE
Se limitam a um só núcleo
do enunciado.
THE RIGHT TO BE LET ALONE
1890 SAMUEL D. WARREN E
LOUIS D. BRANDEIS
The right to be let alone
Samuel Dennis Warren Louis Dembitz Brandeis
NOVOS DESENVOLVIMENTOS
TECNOLÓGICOS AMEAÇAVAM A
PRIVACIDADE, INVADINDO A
INTIMIDADE E A VIDA PRIVADA.
The right to be let ...
E DEFINIRAM A PRIVACIDADE
COMO O DIREITO GERAL À
INVIOLABILIDADE DA
PERSONALIDADE
Direito a ser deixado em
paz
ESSE DIREITO É ASSEGURADO
PELA CAPACIDADE DE IMPEDIR A
PRÓPRIA PUBLICAÇÃO.
Direito a ser deixado em
paz
É POSSÍVEL CONCLUIR COMO ILÍCITA
QUALQUER CONDUTA DIRECIONADA A
OUTREM COMO VIOLAÇÃO DE SUA
PRIVACIDADE
É MELHOR DELIMITAR O QUE DEVE SER
PROTEGIDO...
PROTEÇÃO CONTRA
INTERFERÊNCIAS ALHEIAS
DIREITO DO INDIVÍDUO SER
DEIXADO EM PAZ PARA VIVER
SUA PRÓPRIA VIDA COM UM
GRAU MÍNIMO DE
INTERFERÊNCIA
Proteção contra
in...
E O QUE SE ESPERA PROTEGER?
INTIMIDADE
Esfera secreta da vida do
indivíduo, na qual, este tem
o poder legal de evitar os
demais.
Formada por 3 esferas
ESFERA DA VIDA
PRIVADA
Parcela da vida particular,
conservada em segredo pelo
indivíduo, da a qual pouquíssimas
pessoas compartilham
A ESFERA DO
...
Abrange as pessoas nas quais o
indivíduo deposita certa confiança
e com as quais mantém certa
intimidade
ESFERA DA
INTIMID...
Compreende todos os
comportamentos e acontecimentos
que o indivíduo não quer que se
tornem públicos
ESFERA PRIVADA
NÃO HÁ RELAÇÃO DIRETA ENTRE O GRAU
DE INTIMIDADE DA INFORMAÇÃO E OS
DANOS CAUSADOS POR SUA DIVULGAÇÃO
É MELHOR ATRIBUIR IMPORTÂNCIA AO
QUE DEVE SER PROTEGIDO...
SEGREDO
INFORMAÇÃO QUE SE GUARDA
PARA SI OU QUE SE COMUNICA A
OUTREM APENAS
CONFIDENCIALMENTE
Segredo
ATRIBUÍMOS À INFORMAÇÃO O
CUNHO DE PRIVADA OU PÚBLICA
Segredo
PRIVACIDADE É O SEGREDO DE
DETERMINADAS INFORMAÇÕES
SOBRE O INDIVÍDUO
Segredo
ESSA FORMA DE SEPARAÇÃO NÃO IMPEDE A
DEDUÇÃO DE INFORMAÇÕES PRIVADAS,
ATRAVÉS DE INFORMAÇÕES PÚBLICAS
CONTROLE SOBRE
INFORMAÇÕES PESSOAIS
Conjunto de
informações acerca do
indivíduo que ele pode
decidir manter sob seu
exclusivo controle, ou
comunicar, decidind...
E as informações acerca
do indivíduo que não
estão sob seu controle
exclusivo, ou fora das
condições de controle?
CONTROLE...
E QUANDO TUDO PARECIA PERDIDO...
O JEITO É MUDAR A ESTRATÉGIA...
CONCEITOS PLURAIS DE
PRIVACIDADE
SOLOVE OU
FAMILIENÄHNLICHKEIT
DANIEL SOLOVE Solove ou
Familienähnlichkeit
TAXONOMIA DA PRIVACIDADE, E
OS DANOS QUE RESULTAM DE SUA
VIOLAÇÃO
Solove ou
Familienähnlichkeit
FAMILIENÄHNLICHKEIT
Uma série de semelhanças
que se justapõem, onde
nenhuma característica é
comum a todas
PRIVACIDADE É O CONJUNTO DE
PROTEÇÕES CONTRA PROBLEMAS
DISTINTOS, RELACIONADOS
Solove ou
Familienähnlichkeit
TAXONOMIA DA PRIVACIDADE
ColetadeInformações
• Vigilância
• Interrogação
ProcessamentodeInformações
• Agregação
• Identifi...
QUEM DECIDE O QUE FAZ PARTE DESSA
TAXONOMIA? COMO INSERIR OU REMOVER?
QUAIS SÃO OS DANOS A PRIVACIDADE?
CALO OU OS LIMITES DOS
DANOS À PRIVACIDADE
RYAN CALO The Boundaries of Privacy
Harm
DANO A PRIVACIDADE É IGUAL
A QUEIMADURA
Uma condição específica e
diagnosticável
DANO À PRIVACIDADE - DUAS
CATEGORIAS: SUBJETIVA E
OBJETIVA.
Os limites dos danos à
privacidade
SUBJETIVA - É A PERCEPÇÃO
DE OBSERVAÇÃO INDESEJADA.
Os limites dos danos à
privacidade
OBJETIVA - É O USO IMPREVISTO
OU FORÇADO DE INFORMAÇÕES
SOBRE UMA PESSOA CONTRA ELA
Os limites dos danos à
privacidade
A abordagem fornece
critérios para classificar
a intensidade relativa
dos danos à privacidade.
Os componentes são
testávei...
No entanto, viola
algumas das nossas
crenças compartilhadas
e trata apenas de casos
específicos de danos
individuais ou gr...
SEM CONTAR QUE ATÉ AGORA NENHUM
CONCEITO REUNIU TODAS AS
CARACTERÍSTICAS LEVANTADAS
CONCEITUAR PRIVACIDADE OU
COMPREENDER AS EXPECTATIVAS DE
PRIVACIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES ?
MELHOR COMPREENDER AS EXPECTATIVAS DE
PRIVACIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES
MODELO DE INTEGRIDADE
CONTEXTUAL
HELEN NISSENBAUM Modelo de Integridade
Contextual
ESTRUTURA CONCEITUAL PARA
COMPREENSÃO DAS
EXPECTATIVAS DE PRIVACIDADE E
SUAS IMPLICAÇÕES
Modelo de Integridade
Contextual
INTEGRIDADE CONTEXTUAL
preservada, quando as
normas informacionais são
respeitadas e, violada, do
contrário.
NORMAS INFORMACIONAIS
Normas relacionadas ao
fluxo de informações
pessoais
NORMAS
MORAL
Diretrizes inatas ou
culturais que norteiam a
tomada de decisão das
pessoas ao analisarem
questões de equilíbrio
REPUTAÇÃO
Opinião do público em
relação a uma pessoa, um
grupo de pessoas ou uma
organização.
LEIS
Toda a regra jurídica,
abrangendo os costumes e
normas formalmente
produzidas pelo estado
NORMAS RELATIVAS AO
CONTEXTO INFORMACIONAL
Parâmetros do modelo
CONTEXTOS
Conjunto de condições
materiais, culturais,
psicológicas e morais que
regem os fluxos de
informação.
ATORES Remetentes, destinatários
ou assunto da informação.
ATRIBUTOS
TIPOS DE INFORMAÇÃO
PRINCÍPIOS DE TRANSMISSÃO
Restrições no fluxo da
informação de uma parte
para outra, num contexto.
MODELO DE INTEGRIDADE
CONTEXTUAL
1. ESTABELECER O
CONTEXTO VIGENTE
Modelo de Integridade
Contextual
2. ESTABELECER OS
PRINCIPAIS ATORES
Modelo de Integridade
Contextual
3. VERIFICAR QUAIS
ATRIBUTOS SÃO AFETADOS
Modelo de Integridade
Contextual
4. ESTABELECER MUDANÇAS
NOS PRINCÍPIOS DE
TRANSMISSÃO
Modelo de Integridade
Contextual
5. SINALIZAÇÃO
Se a nova prática gera
mudanças, é sinalizada
como infringente às normas
informacionais.
E SE EU QUISER INSERIR OU REMOVER
UMA PRÁTICA?
SE AS NOVAS PRÁTICAS FOREM SUPERIORES
ÀS NORMAS INFORMACIONAIS VIGENTES,
DEVEMOS SUBSTITUIR A PRÁTICA VIGENTE
PELA NOVA.
PRECISAMOS DE UM COMPONENTE
NORMATIVO PARA ASSEGURAR QUE AS
NORMAS VIGENTES SEJAM JUSTIFICADAS E
EVENTUALMENTE MODIFICADAS
MODELO AUMENTADO DE
INTEGRIDADE CONTEXTUAL
1. DESCREVER A NOVA
PRÁTICA EM TERMOS DOS
FLUXOS DE INFORMAÇÃO
Casal na floresta
2. IDENTIFICAR O
CONTEXTO EXISTENTE
Floresta
3. IDENTIFICAR REMETENTE,
DESTINATÁRIO E ASSUNTO DA
INFORMAÇÃO
Homem e mulher
4. IDENTIFICAR OS
PRINCÍPIOS DE TRANSMISSÃO
Linguagem Corporal
Homem – Interrogativo
Mulher – Negando com
olhar e boca
5. LOCALIZAR NORMAS
INFORMACIONAIS APLICÁVEIS E
IDENTIFICAR OS ASPECTOS MAIS
IMPORTANTES
Homem – Pergunta
Mulher – Mulher ...
6. AVALIAÇÃO PRELIMINAR Houve discrepância?
7. 1ª AVALIAÇÃO:
CONSIDERAR FATORES MORAIS E
POLÍTICOS AFETADOS PELA
PRÁTICA EM QUESTÃO
Mulher – Noiva com outro
homem num...
8. 2ª AVALIAÇÃO: ANALISAR
COMO A PRÁTICA INCIDE
DIRETAMENTE SOBRE O
CONTEXTO
Mulher – Com outros
homens numa festa
9. COM BASE NO QUE FOI
APURADO, DELIBERA A FAVOR OU
CONTRA A PRÁTICA EM ESTUDO
ESTABELECER OS PARÂMETROS NEM SEMPRE
É FÁCIL E A MEDIDA QUE A QUANTIDADE
AUMENTA, MAIS COMPLEXA SE TORNA A
AVALIAÇÃO.
O MODELO AUMENTADO MARCA UM OLHAR
MAIS AMPLO SOBRE AS QUESTÕES DE
PRIVACIDADE E MORAIS
SERÁ QUE FALTOU ALGUMA COISA?
A RELAÇÃO ENTRE PRIVACIDADE E
TECNOLOGIA!
TECNOLOGIA
MAS ANTES, UM POUCO DE FILOSOFIA...
FILOSOFIA DA INFORMAÇÃO
LUCIANO FLORIDI Filosofia da Informação
CONCILIAR A NATUREZA E A
TECNOLOGIA
Filosofia da Informação
A REVOLUÇÃO DA
INFORMAÇÃO
Filosofia da Informação
E UMA INTERPRETAÇÃO
FILOSÓFICA DA INFOSFERA
Ambiente formado por todas
as entidades informacionais,
suas propriedades, int...
FAMÍLIA DE TEORIAS
INTEGRADAS
Filosofia da Informação
QUE ANALISAM, AVALIAM E
EXPLICAM
Filosofia da Informação
OS PRINCÍPIOS E CONCEITOS
DE INFORMAÇÃO
Filosofia da Informação
DINÂMICA E UTILIZAÇÃO Filosofia da Informação
PRIVILEGIANDO
INFORMAÇÃO A
COMPUTAÇÃO
Filosofia da Informação
VEJAMOS AGORA AS BASES DA
INFORMÁTICA
TAXONOMIA DA INFORMÁTICA
Controle
CONTROLE
Processo de influenciar o
comportamento de um
sistema para atingir um
objetivo desejado.
DRONE Aeronave não tripulada
DRONE
COMUNICAÇÃO
Forma pela qual as
pessoas se relacionam
entre si, compartilhando
informações modificando
mutuamente a socieda...
COMUNICAR
Materialização do
pensamento em signos
conhecidos por ambas as
partes, posteriormente
transmitidos e
reinterpret...
TEORIA DA INFORMAÇÃO
1948 - CLAUDE SHANNON A Mathematical Theory of
Communication
CAPACIDADE DO CANAL
REPRESENTAÇÃO DIGITAL
O Conteúdo da mensagem
é irrelevante para sua
transmissão
O QUE POSSIBILITOU O
DESENVOLVIMENTO DE TODA A
TELECOMUNICAÇÃO
COMO VALORAR UMA REDE?
LEI DE METCALFE
GEORGE GILDER Lei de Metcalfe
George Gilder Robert Metcalfe
VALOR = (USUÁRIOS)² Lei de Metcalfe
ISSO JUSTIFICA, EM PARTE, O
VALOR DO FACEBOOK!
Lei de Metcalfe
E A COMPUTAÇÃO?
COMPUTAÇÃO
SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA Computação
CÁLCULO DE UMA FUNÇÃO
ATRAVÉS DE UM ALGORITMO
MODELOS PROPOSTOS
MÁQUINA DE TURING
λ-CÁLCULO
ARQUITETURA VON NEUMANN
LEI DE MOORE
1965 – GORDON E. MOORE Eletronic Magazine
O NÚMERO DE TRANSÍSTORES
DOS CHIPS TERIA UM AUMENTO
DE 100%, PELO MESMO CUSTO, A
CADA PERÍODO DE 18 MESES
Lei de Moore
RICHARD DAWKINS Lei de Moore
LEI DE MOORE SE APLICA A
QUALQUER PROBLEMA QUE PODE
SER ATACADO POR
COMPUTADORES DIGITAIS
Lei de Moore
E SE ESTENDERMOS ESSE RACIOCÍNIO?
SINGULARIDADE
RAY KURZWEIL, BRUCE
STERLING, E VERNOR VINGE
Singularidade
Ray Kurzweil Vernor VingerBruce Sterling
O COMPORTAMENTO DESCRITO
PELA LEI DE MOORE RESULTARÁ
EM PROGRESSOS QUASE
INSTANTÂNEOS
Singularidade
SEMPRE QUE UMA TECNOLOGIA
SE APROXIMA DE UMA BARREIRA,
OUTRA SERÁ INVENTADA, PARA
TRANSPOR ESSA BARREIRA
Singularidade
Ano...
A LEI DO RETORNO
ACELERADO
Sistemas evolutivos tendem
a aumentar de forma
exponencial
SERÁ?
NÃO SEI...
MAS VAMOS ANALISAR ALGUMAS
CONSEQUÊNCIAS
TECNOLOGIA E SOCIEDADE
O CARÁTER CÉLERE IMPOSTO PELA
TECNOLOGIA VS. A RELATIVA MOROSIDADE
DAS DEMAIS COMPONENTES NORMATIVAS
LARRY DOWNES Laws of Disruption
Os sistemas sociais, políticos e
econômicos mudam de forma
incremental, mas a tecnologia
muda de forma exponencial
A LEI D...
ALÉM DO MAIS...
MAIS PESSOAS ACARRETAM EM MAIS
INTERAÇÕES ENTRE ELAS E EM MUDANÇAS
NAS DIFERENTES PRESSÕES REPUTACIONAIS.
COM O AVANÇO DA TECNOLOGIA NOVOS
DILEMAS SOCIAIS E NOVAS OPORTUNIDADES
PARA A INFRAÇÃO SURGEM!
A TECNOLOGIA PASSA ENTÃO A TER UM
CARÁTER DUAL...
ENQUANTO VIABILIZA O AUMENTO DE
PRESSÕES SOCIAIS, DA COMUNICAÇÃO E DA
CAPACIDADE DE TRABALHO...
TAMBÉM AUMENTAM A FREQUÊNCIA, O
PODER E AS FORMAS DE CRIME.
A DISPARIDADE NA SEGURANÇA TAMBÉM
AUMENTA EM PERÍODOS DE MUDANÇAS
TECNOLÓGICAS ABRUPTAS.
A TECNOLOGIA ALTERA DIRETAMENTE A
SOCIEDADE.
HOJE, VEMOS OS EFEITOS DESSA
ABUNDÂNCIA TECNOLÓGICA E SEU RITMO
FRENÉTICO EM VÁRIAS AÇÕES DA VIDA
COTIDIANA.
CONCLUSÃO Parte 5
SERÁ QUE CHEGAMOS PERTO DE UMA
DEFINIÇÃO DE PRIVACIDADE?
O QUE VIMOS ATÉ AGORA:
UM EMARANHADO CONFUSO DE
PREOCUPAÇÕES, MUDANÇAS DE NORMAS,
MISCELÂNEA CULTURAL, LEIS E
REGULAMENTAÇÕES POUCO CLARAS.
QUEREMOS MANTER UM ALTO NÍVEL DE
PRIVACIDADE...
QUASE COMO SE ISSO FOSSE A ÚNICA
MANEIRA DE SALVAGUARDAR UM BEM
PRECIOSO!
MAS, PRIVACIDADE NÃO É SÓ ISSO!
O MODELO DE INTEGRIDADE CONTEXTUAL
NÃO SE PREOCUPOU EM DEFINIR A
PRIVACIDADE.
SEU MÉRITO RESIDE EM IDENTIFICAR
QUANDO E COMO SE DÁ UMA VIOLAÇÃO, E
SE DE FATO É UMA TRANSGRESSÃO.
NO ENTANTO, O MODELO SOFRE ANTE O
CARÁTER CÉLERE IMPOSTO PELA
TECNOLOGIA.
A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO, CADA VEZ
MAIS, DEPENDE DE TECNOLOGIA PARA
PROSPERAR...
MAS PRECISA TAMBÉM, DE UM AMBIENTE
SAUDÁVEL E NATURAL PARA FLORESCER.
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Privacidade na Era da Informação e a Noção de Integridade Contextual

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Privacidade na Era da Informação e a Noção de Integridade Contextual. Como a tecnologia e seu caráter célere afetam as relações humanas no tocante a privacidade.

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Privacidade na Era da Informação e a Noção de Integridade Contextual

  1. 1. PRIVACIDADE NA ERA DA INFORMAÇÃO E A NOÇÃO DE INTEGRIDADE CONTEXTUAL Paulo Henrique Padovan
  2. 2. O QUE É PRIVACIDADE?
  3. 3. TEM A VER COM NOSSAS INFORMAÇÕES
  4. 4. COM O QUE DIZEMOS
  5. 5. COM O QUE FAZEMOS
  6. 6. COM O QUE GOSTAMOS
  7. 7. COM O QUE COMPRAMOS
  8. 8. TEM A VER COM QUEM CONHECEMOS
  9. 9. COM QUEM COMPARTILHAMOS ESSAS INFORMAÇÕES
  10. 10. TEM A VER COM O PORQUÊ DA INFORMAÇÃO SER PRIVADA
  11. 11. POR QUE SE ORIGINOU A PORTAS FECHADAS?
  12. 12. POR SUA NATUREZA
  13. 13. POR RESTRIÇÕES QUE IMPOMOS A ELA
  14. 14. OU POR SIMPLES MEDO QUE SE TORNEM PÚBLICAS.
  15. 15. TEM A VER COM O USO QUE É DADO A INFORMAÇÃO
  16. 16. SE É PARA NOS SERVIR
  17. 17. PARA NOS VIGIAR
  18. 18. PARA NOS VENDER
  19. 19. OU PARA NOS JULGAR
  20. 20. TEM A VER COM O CONTEXTO. NOSSO LAR
  21. 21. TRABALHO...
  22. 22. COMUNIDADE...
  23. 23. E GOVERNO
  24. 24. COMO ORGANIZAR TUDO ISSO?
  25. 25. MELHOR VER ALGUNS CONCEITOS DE PRIVACIDADE...
  26. 26. CONCEITOS DE PRIVACIDADE
  27. 27. CONCEITOS UNITÁRIOS DE PRIVACIDADE Se limitam a um só núcleo do enunciado.
  28. 28. THE RIGHT TO BE LET ALONE
  29. 29. 1890 SAMUEL D. WARREN E LOUIS D. BRANDEIS The right to be let alone Samuel Dennis Warren Louis Dembitz Brandeis
  30. 30. NOVOS DESENVOLVIMENTOS TECNOLÓGICOS AMEAÇAVAM A PRIVACIDADE, INVADINDO A INTIMIDADE E A VIDA PRIVADA. The right to be let alone
  31. 31. E DEFINIRAM A PRIVACIDADE COMO O DIREITO GERAL À INVIOLABILIDADE DA PERSONALIDADE Direito a ser deixado em paz
  32. 32. ESSE DIREITO É ASSEGURADO PELA CAPACIDADE DE IMPEDIR A PRÓPRIA PUBLICAÇÃO. Direito a ser deixado em paz
  33. 33. É POSSÍVEL CONCLUIR COMO ILÍCITA QUALQUER CONDUTA DIRECIONADA A OUTREM COMO VIOLAÇÃO DE SUA PRIVACIDADE
  34. 34. É MELHOR DELIMITAR O QUE DEVE SER PROTEGIDO...
  35. 35. PROTEÇÃO CONTRA INTERFERÊNCIAS ALHEIAS
  36. 36. DIREITO DO INDIVÍDUO SER DEIXADO EM PAZ PARA VIVER SUA PRÓPRIA VIDA COM UM GRAU MÍNIMO DE INTERFERÊNCIA Proteção contra interferências alheias
  37. 37. E O QUE SE ESPERA PROTEGER?
  38. 38. INTIMIDADE Esfera secreta da vida do indivíduo, na qual, este tem o poder legal de evitar os demais.
  39. 39. Formada por 3 esferas ESFERA DA VIDA PRIVADA
  40. 40. Parcela da vida particular, conservada em segredo pelo indivíduo, da a qual pouquíssimas pessoas compartilham A ESFERA DO SEGREDO
  41. 41. Abrange as pessoas nas quais o indivíduo deposita certa confiança e com as quais mantém certa intimidade ESFERA DA INTIMIDADE
  42. 42. Compreende todos os comportamentos e acontecimentos que o indivíduo não quer que se tornem públicos ESFERA PRIVADA
  43. 43. NÃO HÁ RELAÇÃO DIRETA ENTRE O GRAU DE INTIMIDADE DA INFORMAÇÃO E OS DANOS CAUSADOS POR SUA DIVULGAÇÃO
  44. 44. É MELHOR ATRIBUIR IMPORTÂNCIA AO QUE DEVE SER PROTEGIDO...
  45. 45. SEGREDO
  46. 46. INFORMAÇÃO QUE SE GUARDA PARA SI OU QUE SE COMUNICA A OUTREM APENAS CONFIDENCIALMENTE Segredo
  47. 47. ATRIBUÍMOS À INFORMAÇÃO O CUNHO DE PRIVADA OU PÚBLICA Segredo
  48. 48. PRIVACIDADE É O SEGREDO DE DETERMINADAS INFORMAÇÕES SOBRE O INDIVÍDUO Segredo
  49. 49. ESSA FORMA DE SEPARAÇÃO NÃO IMPEDE A DEDUÇÃO DE INFORMAÇÕES PRIVADAS, ATRAVÉS DE INFORMAÇÕES PÚBLICAS
  50. 50. CONTROLE SOBRE INFORMAÇÕES PESSOAIS
  51. 51. Conjunto de informações acerca do indivíduo que ele pode decidir manter sob seu exclusivo controle, ou comunicar, decidindo a quem, quando, onde e em que condições, sem a isso poder ser legalmente sujeito CONTROLE SOBRE INFORMAÇÕES PESSOAIS
  52. 52. E as informações acerca do indivíduo que não estão sob seu controle exclusivo, ou fora das condições de controle? CONTROLE SOBRE INFORMAÇÕES PESSOAIS
  53. 53. E QUANDO TUDO PARECIA PERDIDO...
  54. 54. O JEITO É MUDAR A ESTRATÉGIA...
  55. 55. CONCEITOS PLURAIS DE PRIVACIDADE
  56. 56. SOLOVE OU FAMILIENÄHNLICHKEIT
  57. 57. DANIEL SOLOVE Solove ou Familienähnlichkeit
  58. 58. TAXONOMIA DA PRIVACIDADE, E OS DANOS QUE RESULTAM DE SUA VIOLAÇÃO Solove ou Familienähnlichkeit
  59. 59. FAMILIENÄHNLICHKEIT Uma série de semelhanças que se justapõem, onde nenhuma característica é comum a todas
  60. 60. PRIVACIDADE É O CONJUNTO DE PROTEÇÕES CONTRA PROBLEMAS DISTINTOS, RELACIONADOS Solove ou Familienähnlichkeit
  61. 61. TAXONOMIA DA PRIVACIDADE ColetadeInformações • Vigilância • Interrogação ProcessamentodeInformações • Agregação • Identificação • Insegurança • Uso secundário • Exclusão DisseminaçãodeInformações • Quebra de confidencialidade • Revelação • Exposição • Aumento da acessibilidade • Chantagem • Apropriação • Distorção Invasão • Intrusão • Interferência em Decisões Solove ou Familienähnlichkeit
  62. 62. QUEM DECIDE O QUE FAZ PARTE DESSA TAXONOMIA? COMO INSERIR OU REMOVER?
  63. 63. QUAIS SÃO OS DANOS A PRIVACIDADE?
  64. 64. CALO OU OS LIMITES DOS DANOS À PRIVACIDADE
  65. 65. RYAN CALO The Boundaries of Privacy Harm
  66. 66. DANO A PRIVACIDADE É IGUAL A QUEIMADURA Uma condição específica e diagnosticável
  67. 67. DANO À PRIVACIDADE - DUAS CATEGORIAS: SUBJETIVA E OBJETIVA. Os limites dos danos à privacidade
  68. 68. SUBJETIVA - É A PERCEPÇÃO DE OBSERVAÇÃO INDESEJADA. Os limites dos danos à privacidade
  69. 69. OBJETIVA - É O USO IMPREVISTO OU FORÇADO DE INFORMAÇÕES SOBRE UMA PESSOA CONTRA ELA Os limites dos danos à privacidade
  70. 70. A abordagem fornece critérios para classificar a intensidade relativa dos danos à privacidade. Os componentes são testáveis, e demonstra que pode haver dano a privacidade sem a participação humana OS LIMITES DOS DANOS À PRIVACIDADE
  71. 71. No entanto, viola algumas das nossas crenças compartilhadas e trata apenas de casos específicos de danos individuais ou grupais OS LIMITES DOS DANOS À PRIVACIDADE
  72. 72. SEM CONTAR QUE ATÉ AGORA NENHUM CONCEITO REUNIU TODAS AS CARACTERÍSTICAS LEVANTADAS
  73. 73. CONCEITUAR PRIVACIDADE OU COMPREENDER AS EXPECTATIVAS DE PRIVACIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES ?
  74. 74. MELHOR COMPREENDER AS EXPECTATIVAS DE PRIVACIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES
  75. 75. MODELO DE INTEGRIDADE CONTEXTUAL
  76. 76. HELEN NISSENBAUM Modelo de Integridade Contextual
  77. 77. ESTRUTURA CONCEITUAL PARA COMPREENSÃO DAS EXPECTATIVAS DE PRIVACIDADE E SUAS IMPLICAÇÕES Modelo de Integridade Contextual
  78. 78. INTEGRIDADE CONTEXTUAL preservada, quando as normas informacionais são respeitadas e, violada, do contrário.
  79. 79. NORMAS INFORMACIONAIS Normas relacionadas ao fluxo de informações pessoais
  80. 80. NORMAS
  81. 81. MORAL Diretrizes inatas ou culturais que norteiam a tomada de decisão das pessoas ao analisarem questões de equilíbrio
  82. 82. REPUTAÇÃO Opinião do público em relação a uma pessoa, um grupo de pessoas ou uma organização.
  83. 83. LEIS Toda a regra jurídica, abrangendo os costumes e normas formalmente produzidas pelo estado
  84. 84. NORMAS RELATIVAS AO CONTEXTO INFORMACIONAL Parâmetros do modelo
  85. 85. CONTEXTOS Conjunto de condições materiais, culturais, psicológicas e morais que regem os fluxos de informação.
  86. 86. ATORES Remetentes, destinatários ou assunto da informação.
  87. 87. ATRIBUTOS TIPOS DE INFORMAÇÃO
  88. 88. PRINCÍPIOS DE TRANSMISSÃO Restrições no fluxo da informação de uma parte para outra, num contexto.
  89. 89. MODELO DE INTEGRIDADE CONTEXTUAL
  90. 90. 1. ESTABELECER O CONTEXTO VIGENTE Modelo de Integridade Contextual
  91. 91. 2. ESTABELECER OS PRINCIPAIS ATORES Modelo de Integridade Contextual
  92. 92. 3. VERIFICAR QUAIS ATRIBUTOS SÃO AFETADOS Modelo de Integridade Contextual
  93. 93. 4. ESTABELECER MUDANÇAS NOS PRINCÍPIOS DE TRANSMISSÃO Modelo de Integridade Contextual
  94. 94. 5. SINALIZAÇÃO Se a nova prática gera mudanças, é sinalizada como infringente às normas informacionais.
  95. 95. E SE EU QUISER INSERIR OU REMOVER UMA PRÁTICA?
  96. 96. SE AS NOVAS PRÁTICAS FOREM SUPERIORES ÀS NORMAS INFORMACIONAIS VIGENTES, DEVEMOS SUBSTITUIR A PRÁTICA VIGENTE PELA NOVA.
  97. 97. PRECISAMOS DE UM COMPONENTE NORMATIVO PARA ASSEGURAR QUE AS NORMAS VIGENTES SEJAM JUSTIFICADAS E EVENTUALMENTE MODIFICADAS
  98. 98. MODELO AUMENTADO DE INTEGRIDADE CONTEXTUAL
  99. 99. 1. DESCREVER A NOVA PRÁTICA EM TERMOS DOS FLUXOS DE INFORMAÇÃO Casal na floresta
  100. 100. 2. IDENTIFICAR O CONTEXTO EXISTENTE Floresta
  101. 101. 3. IDENTIFICAR REMETENTE, DESTINATÁRIO E ASSUNTO DA INFORMAÇÃO Homem e mulher
  102. 102. 4. IDENTIFICAR OS PRINCÍPIOS DE TRANSMISSÃO Linguagem Corporal Homem – Interrogativo Mulher – Negando com olhar e boca
  103. 103. 5. LOCALIZAR NORMAS INFORMACIONAIS APLICÁVEIS E IDENTIFICAR OS ASPECTOS MAIS IMPORTANTES Homem – Pergunta Mulher – Mulher não concede
  104. 104. 6. AVALIAÇÃO PRELIMINAR Houve discrepância?
  105. 105. 7. 1ª AVALIAÇÃO: CONSIDERAR FATORES MORAIS E POLÍTICOS AFETADOS PELA PRÁTICA EM QUESTÃO Mulher – Noiva com outro homem numa floresta
  106. 106. 8. 2ª AVALIAÇÃO: ANALISAR COMO A PRÁTICA INCIDE DIRETAMENTE SOBRE O CONTEXTO Mulher – Com outros homens numa festa
  107. 107. 9. COM BASE NO QUE FOI APURADO, DELIBERA A FAVOR OU CONTRA A PRÁTICA EM ESTUDO
  108. 108. ESTABELECER OS PARÂMETROS NEM SEMPRE É FÁCIL E A MEDIDA QUE A QUANTIDADE AUMENTA, MAIS COMPLEXA SE TORNA A AVALIAÇÃO.
  109. 109. O MODELO AUMENTADO MARCA UM OLHAR MAIS AMPLO SOBRE AS QUESTÕES DE PRIVACIDADE E MORAIS
  110. 110. SERÁ QUE FALTOU ALGUMA COISA?
  111. 111. A RELAÇÃO ENTRE PRIVACIDADE E TECNOLOGIA!
  112. 112. TECNOLOGIA
  113. 113. MAS ANTES, UM POUCO DE FILOSOFIA...
  114. 114. FILOSOFIA DA INFORMAÇÃO
  115. 115. LUCIANO FLORIDI Filosofia da Informação
  116. 116. CONCILIAR A NATUREZA E A TECNOLOGIA Filosofia da Informação
  117. 117. A REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO Filosofia da Informação
  118. 118. E UMA INTERPRETAÇÃO FILOSÓFICA DA INFOSFERA Ambiente formado por todas as entidades informacionais, suas propriedades, interações, processos e demais relações
  119. 119. FAMÍLIA DE TEORIAS INTEGRADAS Filosofia da Informação
  120. 120. QUE ANALISAM, AVALIAM E EXPLICAM Filosofia da Informação
  121. 121. OS PRINCÍPIOS E CONCEITOS DE INFORMAÇÃO Filosofia da Informação
  122. 122. DINÂMICA E UTILIZAÇÃO Filosofia da Informação
  123. 123. PRIVILEGIANDO INFORMAÇÃO A COMPUTAÇÃO Filosofia da Informação
  124. 124. VEJAMOS AGORA AS BASES DA INFORMÁTICA
  125. 125. TAXONOMIA DA INFORMÁTICA Controle
  126. 126. CONTROLE Processo de influenciar o comportamento de um sistema para atingir um objetivo desejado.
  127. 127. DRONE Aeronave não tripulada
  128. 128. DRONE
  129. 129. COMUNICAÇÃO Forma pela qual as pessoas se relacionam entre si, compartilhando informações modificando mutuamente a sociedade
  130. 130. COMUNICAR Materialização do pensamento em signos conhecidos por ambas as partes, posteriormente transmitidos e reinterpretados
  131. 131. TEORIA DA INFORMAÇÃO
  132. 132. 1948 - CLAUDE SHANNON A Mathematical Theory of Communication
  133. 133. CAPACIDADE DO CANAL
  134. 134. REPRESENTAÇÃO DIGITAL O Conteúdo da mensagem é irrelevante para sua transmissão
  135. 135. O QUE POSSIBILITOU O DESENVOLVIMENTO DE TODA A TELECOMUNICAÇÃO
  136. 136. COMO VALORAR UMA REDE?
  137. 137. LEI DE METCALFE
  138. 138. GEORGE GILDER Lei de Metcalfe George Gilder Robert Metcalfe
  139. 139. VALOR = (USUÁRIOS)² Lei de Metcalfe
  140. 140. ISSO JUSTIFICA, EM PARTE, O VALOR DO FACEBOOK! Lei de Metcalfe
  141. 141. E A COMPUTAÇÃO?
  142. 142. COMPUTAÇÃO
  143. 143. SOLUÇÃO DE UM PROBLEMA Computação
  144. 144. CÁLCULO DE UMA FUNÇÃO ATRAVÉS DE UM ALGORITMO
  145. 145. MODELOS PROPOSTOS
  146. 146. MÁQUINA DE TURING
  147. 147. λ-CÁLCULO
  148. 148. ARQUITETURA VON NEUMANN
  149. 149. LEI DE MOORE
  150. 150. 1965 – GORDON E. MOORE Eletronic Magazine
  151. 151. O NÚMERO DE TRANSÍSTORES DOS CHIPS TERIA UM AUMENTO DE 100%, PELO MESMO CUSTO, A CADA PERÍODO DE 18 MESES Lei de Moore
  152. 152. RICHARD DAWKINS Lei de Moore
  153. 153. LEI DE MOORE SE APLICA A QUALQUER PROBLEMA QUE PODE SER ATACADO POR COMPUTADORES DIGITAIS Lei de Moore
  154. 154. E SE ESTENDERMOS ESSE RACIOCÍNIO?
  155. 155. SINGULARIDADE
  156. 156. RAY KURZWEIL, BRUCE STERLING, E VERNOR VINGE Singularidade Ray Kurzweil Vernor VingerBruce Sterling
  157. 157. O COMPORTAMENTO DESCRITO PELA LEI DE MOORE RESULTARÁ EM PROGRESSOS QUASE INSTANTÂNEOS Singularidade
  158. 158. SEMPRE QUE UMA TECNOLOGIA SE APROXIMA DE UMA BARREIRA, OUTRA SERÁ INVENTADA, PARA TRANSPOR ESSA BARREIRA Singularidade Anosatéautilizaçãopor25%dapopulação Ano Telefone Radio Televisão PC Celular World Wide Web Escala Logarítmica 35 anos 13 anos
  159. 159. A LEI DO RETORNO ACELERADO Sistemas evolutivos tendem a aumentar de forma exponencial
  160. 160. SERÁ?
  161. 161. NÃO SEI...
  162. 162. MAS VAMOS ANALISAR ALGUMAS CONSEQUÊNCIAS
  163. 163. TECNOLOGIA E SOCIEDADE
  164. 164. O CARÁTER CÉLERE IMPOSTO PELA TECNOLOGIA VS. A RELATIVA MOROSIDADE DAS DEMAIS COMPONENTES NORMATIVAS
  165. 165. LARRY DOWNES Laws of Disruption
  166. 166. Os sistemas sociais, políticos e econômicos mudam de forma incremental, mas a tecnologia muda de forma exponencial A LEI DE DISRUPÇÃO
  167. 167. ALÉM DO MAIS...
  168. 168. MAIS PESSOAS ACARRETAM EM MAIS INTERAÇÕES ENTRE ELAS E EM MUDANÇAS NAS DIFERENTES PRESSÕES REPUTACIONAIS.
  169. 169. COM O AVANÇO DA TECNOLOGIA NOVOS DILEMAS SOCIAIS E NOVAS OPORTUNIDADES PARA A INFRAÇÃO SURGEM!
  170. 170. A TECNOLOGIA PASSA ENTÃO A TER UM CARÁTER DUAL...
  171. 171. ENQUANTO VIABILIZA O AUMENTO DE PRESSÕES SOCIAIS, DA COMUNICAÇÃO E DA CAPACIDADE DE TRABALHO...
  172. 172. TAMBÉM AUMENTAM A FREQUÊNCIA, O PODER E AS FORMAS DE CRIME.
  173. 173. A DISPARIDADE NA SEGURANÇA TAMBÉM AUMENTA EM PERÍODOS DE MUDANÇAS TECNOLÓGICAS ABRUPTAS.
  174. 174. A TECNOLOGIA ALTERA DIRETAMENTE A SOCIEDADE.
  175. 175. HOJE, VEMOS OS EFEITOS DESSA ABUNDÂNCIA TECNOLÓGICA E SEU RITMO FRENÉTICO EM VÁRIAS AÇÕES DA VIDA COTIDIANA.
  176. 176. CONCLUSÃO Parte 5
  177. 177. SERÁ QUE CHEGAMOS PERTO DE UMA DEFINIÇÃO DE PRIVACIDADE?
  178. 178. O QUE VIMOS ATÉ AGORA:
  179. 179. UM EMARANHADO CONFUSO DE PREOCUPAÇÕES, MUDANÇAS DE NORMAS, MISCELÂNEA CULTURAL, LEIS E REGULAMENTAÇÕES POUCO CLARAS.
  180. 180. QUEREMOS MANTER UM ALTO NÍVEL DE PRIVACIDADE...
  181. 181. QUASE COMO SE ISSO FOSSE A ÚNICA MANEIRA DE SALVAGUARDAR UM BEM PRECIOSO!
  182. 182. MAS, PRIVACIDADE NÃO É SÓ ISSO!
  183. 183. O MODELO DE INTEGRIDADE CONTEXTUAL NÃO SE PREOCUPOU EM DEFINIR A PRIVACIDADE.
  184. 184. SEU MÉRITO RESIDE EM IDENTIFICAR QUANDO E COMO SE DÁ UMA VIOLAÇÃO, E SE DE FATO É UMA TRANSGRESSÃO.
  185. 185. NO ENTANTO, O MODELO SOFRE ANTE O CARÁTER CÉLERE IMPOSTO PELA TECNOLOGIA.
  186. 186. A SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO, CADA VEZ MAIS, DEPENDE DE TECNOLOGIA PARA PROSPERAR...
  187. 187. MAS PRECISA TAMBÉM, DE UM AMBIENTE SAUDÁVEL E NATURAL PARA FLORESCER.

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