Curso XML - IBM Academic Initiative

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Mini curso de XML, com duração de 3 horas e meia que foi apresentado na FAESA, pelo programa IBM Academic Initiative.

Todo o conteúdo presente é de autoria de Loiane Groner

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Curso XML - IBM Academic Initiative

  1. 1. Mini Curso XML - FAESA XML Básico Loiane Groner Java Developer/IT Specialist loianeg@br.ibm.com IBM Academic Initiative 16 Outubro 2009 © 2009 IBM Corporation
  2. 2. Mini Curso XML Quem sou eu na IBM? IBM – Março de 2009 IBM Hortolândia – Campinas - SP Analista de Sistemas + Desenvolvedora Java Projeto Internacional : Medco Account Team: USA + Brasil Tecnologias:J2EE, WebSphere, Spring, iBatis, ExtJS, JQuery, Oracle, Rational Application Developer (RAD). Academic Initiative Ambassador - Abril/2008 2 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  3. 3. Mini Curso XML Agenda Fundamentos XML Documentos XML bem formados Validação de documentos XML com DTD e Schema Java e XML Manipulação com a API DOM Manipulação com a API SAX Frameworks para leitura e manipulação de arquivos XML 3 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  4. 4. Mini Curso XML - FAESA Fundamentos XML IBM Academic Initiative 16 Outubro 2009 © 2009 IBM Corporation
  5. 5. Mini Curso XML O que é XML? Extensible Markup Language (XML) –Linguagem de marcação de dados Descreve dados estruturados Definição Infinita de tags –Exemplo: pessoa, nome, endereço, telefone, etc 5 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  6. 6. Mini Curso XML XML x HTML HTML: descreve aparência e ações XML: descreve o que representa 6 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  7. 7. Mini Curso XML Estrutura de um documento XML (1/2) Tags, elementos, atributos Tag: “<“ + texto + “>” –Início: <nome> ; Fim: </nome> Elemento: <inicio> conteúdo </inicio> Atributos: par nome+valor na tag <inicio> –<inicio atributo=“valor”> conteúdo </inicio> Elemento: <inicio> conteúdo </inicio> Apenas um único elemento: elemento raiz 7 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  8. 8. Mini Curso XML Estrutura de um documento XML (2/2) 8 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  9. 9. Mini Curso XML Estrutura Árvore XML 9 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  10. 10. Mini Curso XML Para que usar XML? Principal: compartilhamento de informações através da Internet Identificação da informação: você pode definir suas próprias tags Armazenamento de informação: XML é portável e não é proprietário Padrão internacional Estruturar informação: XML pode ser usado para identificar qualquer tipo (hierárquico) de estrutura Publicação: combinando os últimos três tópicos (identificação, armazenamento e estruturação) significa que podemos utilizar o XML para publicá-lo na Web Mensagens e tranferência de dados Simplificação da mudança de plataforma Web Services: o XML é usado para gestão da informação e transmissão 10 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  11. 11. Mini Curso XML Por que usar XML? É recomendado pelo W3C (World Wide Web Consortium); É padrão aberto, você não precisa pagar nada para usar Existem várias ferramentas e editores bons no mercado, e o melhor: free Simplicidade e Legibilidade, tanto para humanos quanto para computadores Separação do conteúdo da formatação Concentração na estrutura da informação, e não na sua aparência Possibilidade de criar sua própria sintaxe de dados Possui suporte a Unicode, permitindo que praticamente qualquer informação escrita em língua humana possa ser transmitida Permite validação, o que torna os teste unitários mais efetivos, e a construção de aplicações bem mais fácil 11 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  12. 12. Mini Curso XML Quando não usar XML? (1/2) A sintaxe do XML é redundante ou torna-se grande em relação a representações de dados semelhantes A redundância pode afetar a eficiência quando utiliza-se o XML para armazenamento, afetando também transmissão e processamento, os custos ficam muito mais elevados Resumindo: em muitas situações, o XML pode ser substituído por documentos com formatos mais simples, como os arquivos properties ou texto. A grande quantidade de informação repetida pode prejudicar a velocidade de transferência real da informação (se estiver em formato XML) 12 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  13. 13. Mini Curso XML Criando um documento XML 13 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  14. 14. Mini Curso XML Partes de um XML Declaração XML Prólogo Instruções de processamento Elementos e atributos Comentários Entidades Seções CDATA 14 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  15. 15. Mini Curso XML Declaração XML A declaração XML utiliza o elemento <?xml?>. Se utilizar <?XML?> terá um erro de validação. <?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="yes"?> Existem três atributos que podem ser usados na declaração: - Version – é a versão do XML, que pode ser 1.0 ou 1.1. Este atributo é obrigatório se você usar a declaração XML; - Enconding – é a linguagem de codificação do documento. O padrão é UTF-8. Este atributo é opcional. - Standalone – os valores possíveis são “yes” ou “no”. Use “yes” se o documento não faz referência a documentos externos ou entidades. Use “no” caso contrário. Este atributo é opcional. 15 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  16. 16. Mini Curso XML Comentários <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <!-- Aqui começa o email --> <mensagem> <!-- quem enviou a mensagem --> <de>alguém</de> <para>outra pessoa</para> <!-- tag assunto foi comentada --> <!-- <assunto>digite o assunto</assunto> --> <texto>abcdefghijk</texto> </mensagem> 16 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  17. 17. Mini Curso XML Instruções de Processamento O XML permite que você utilize instruções especiais para passar informação para os programas que possam ler o documento XML. Uma instrução de processamento comença com “<?” e termina com “?>“. A única restrição é que você não pode usar <?xml?> ou <?XML?> (que também é reservado). No exemplo abaixo, a instrução de processamento é para o Cocoon, um framework da Apache que é focado em publicação XML. Quando o Cocoon está processando um XML, procura por instruções que comecem com cocoon-process, então processa o XML de acordo com esta instrução. O atributo type=”sql” indica que o documento XML contém uma instrução SQL. <?cocoon-process type="sql"?> 17 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  18. 18. Mini Curso XML Prólogo O prólogo aparece no início de um documetno XML, e contém informações sobre o restante do documento. Um prólogo pode conter uma declaração XML, comentários (que descreve o documento), instruções de processamento, e declarações de tipo de documento (DTD). O XML abaixo exemplifica um prólogo contendo uma declaração XML, comentário, uma instrução de processamento e um DTD (no elemento <!DOCTYPE>). <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <!-- comentário --> <?comando tipo="simples" ?> <!DOCTYPE mensagem SYSTEM "prologo.dtd"> <mensagem>mensagem</mensagem> 18 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  19. 19. Mini Curso XML Entidades (1/2) As entidades são constantes associadas a um valor de texto. São substituídas durante o processamento do documento XML. Por exemplo, se o texto “XML é legal” for aparecer em várias partes do documento podemos criar uma entidade assim: <!ENTITY legal " XML é legal "> Após a criação desta entidade, se quiser usar essa frase no documento XML, basta substituir por &legal. Também existem algumas entidades pré-definidas. O XML possui alguns caracteres especiais, que podem até gerar conflito com o conteúdo do documento. Por exemplo, suponha que você queria utilizar a fórmula “x < y”. No XML, a fórmula ficaria assim: <formula>x < y</formula> 19 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  20. 20. Mini Curso XML Entidade (2/2) Observe que a leitura não ficou muito legível. O que está confundindo a leitura é o carácter “<”, já que as tags são identificadas por este também. Para evitar essa confusão, podemos utilizar uma entidade pré- definida. O XML escrito corretamente com a entidade fica assim: <formula>x &lt y</formula> A listagem abaixo contém as entidades pré-definidas: * &lt; que corresponde a < * &gt; que corresponde a > * &amp; que corresponde a & * &quot; que corresponde a “ * &apos; que corresponde a ‘ Alguns documentos XML possuem caracteres não usuais, especialmente os documentos que possuem conteúdo científico ou matemático. Se quisermos inserir o símbolo Π (pi), devemos fazer referência ao seu código no Unicode, como abaixo: <PI>ã</PI> 20 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  21. 21. Mini Curso XML CDATA (1/2) A seção CDATA serve para prevenir o processamento de uma porção de conteúdo. Tudo o que está nessa seção não será processado pelo parser. <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <documentoXML> <titulo>Este é o conteúdo do XML de exemplo</titulo> <conteudo> <![CDATA[<contato> <nome>Maria</nome> <telefone>99999999</telefone> </contato> ]]> </conteudo> </documentoXML> 21 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  22. 22. Mini Curso XML CDATA (2/2) <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <documentoXML> <titulo>Este é o conteúdo do XML de exemplo</titulo> <conteudo> <![CDATA[<contato> <nome>Maria</nome> <telefone>99999999</telefone> </contato> ]]> </conteudo> </documentoXML> 22 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  23. 23. Mini Curso XML Tags e Atributos A especificação XML é bem específica em relação ao nome das tags. Você pode começar uma tag com uma letra, underscore (_) ou dois pontos (:). Os próximos caracteres podem ser letras, dígitos, underscore, hífen, e dois pontos. Espaço não é permitido. Exemplo de tags que são permitidas: <documento> <_documento> <documento01> <documento-01> <2documento> <.documento> <numero documento> <numero*documento> <DOCUMENTO(ID)> < 2009> 23 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  24. 24. Mini Curso XML Documento XML bem formado 24 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  25. 25. Mini Curso XML O documento XML deve começar com uma declaração XML <!-- Não é permitido! --> <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> 25 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  26. 26. Mini Curso XML O Elemento Raiz deve conter todos os outros elementos <mensagem>Olá!</mensagem> <mensagem>Hello!</mensagem> 26 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  27. 27. Mini Curso XML O documento XML deve ter pelo menos 1 elemento <mensagem>Olá!</mensagem > 27 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  28. 28. Mini Curso XML Elementos devem ter tags inicial e final <mensagem> <frase>Olá Mundo! </mensagem> <mensagem> <frase>Olá Mundo!</frase> <frase/> </mensagem> 28 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  29. 29. Mini Curso XML As tags são case-sensitive <b>As tags são case sensitive!</B> 29 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  30. 30. Mini Curso XML Elementos não podem se sobrepor <mensagem> Mensagem de <saudacao>Saudacao </mensagem> </saudacao> <mensagem> Mensagem de <saudacao>Saudacao</saudacao> </mensagem> 30 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  31. 31. Mini Curso XML Os atributos devem estar entre aspas <mensagem id>Olá!</mensagem> <documento> <mensagem id="01">Olá</mensagem> <mensagem id='02'>Mundo!</mensagem> </documento> 31 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  32. 32. Mini Curso XML Os atributos devem ser únicos <mensagem id="01" id="txt">Olá</mensagem> <mensagem id="01" ID="02" iD="03" Id="04"> Olá </mensagem> 32 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  33. 33. Mini Curso XML Utilize < e & apenas para iniciar uma tag e entidade Os processadores XML sempre assumem que o carácter < inicia uma tag e que o carácter & inicia uma referência a uma entidade. Por este motivo, utilize as entidades pré-definidas. Se por algum motivo o valor de um atributo ou elemento utilizar algum dos caracteres < > “ ‘ e &, utilize as entidades pré- definidas, pois os processadores dão importância a esses caracteres. 33 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  34. 34. Mini Curso XML Validação de documentos XML 34 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  35. 35. Mini Curso XML O que é modelar um documento XML? 35 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  36. 36. Mini Curso XML Como saber se eu preciso criar um documento que especifica o modelo do meu XML? Os documentos XML são escritos por pessoas (ou uma aplicação) e são usados como dados para outros aplicativos. Quando você restringe, cria uma padrão, escrever um programa que vai consumir aquele XML fica muito mais fácil e reduz bastante a possibilidade de erros. Seu documento XML deve ter alguns campos obrigatórios. Por exemplo, um email precisa ter um destinatário, se não tiver, como você vai enviar a mensagem? Você solicita um XML a pessoas que não estão familiarizadas com a estrutura do XML. Como o modelo é um documento, você pode torná-lo público, e essas pessoas poderão fazer o download. Um modelo de documento XML também pode ser utilizado em editores de XML (serve de guia, pois contém a lista dos elementos apropriados, e que podem ser usados para construir o XML). 36 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  37. 37. Mini Curso XML E se eu não quiser usar um documento que especifique o conteúdo do meu XML? Vocabulário ilimitado: você pode utilizar qualquer nome para seus elementos. Sem regras de gramática: um elemento pode conter qualquer coisa: conteúdo misto, elementos, texto, ou pode ser vazio. Sem restrições aos atributos: qualquer elemento pode conter qualquer atributo. 37 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  38. 38. Mini Curso XML Como criar o modelo? DTD Schema 38 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  39. 39. Mini Curso XML Validação de documentos XML DTD 39 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  40. 40. Mini Curso XML Sintaxe Declaração de um conjunto de elementos. Você não pode utilizar outros elementos que não estejam definidos neste conjunto. Imagine como se fosse o vocabulário do XML. Definição do conteúdo para cada elemento. A definição de conteúdo é um padrão que nos diz quais os elementos ou dados que aquele determinado elemento XML pode conter, em qual ordem, quantidade e se é opcional ou obrigatório. Imagine como se fosse a gramática do XML. Declaração de um conjunto de atributos para cada elemento. Cada declaração de atributo define o nome, tipo (datatype), valores padrões (se aplicável), e comportamento (obrigatório ou opcional). 40 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  41. 41. Mini Curso XML Estrutura 41 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  42. 42. Mini Curso XML Elementos do DTD (1/2) 1- Elementos vazios: a maneira mais simples de declarar um elemento vazio é através da palavra-chave EMPTY. Exemplo: <!ELEMENT grafico EMPTY> 2- Elementos que não contém restrições de conteúdo: neste tipo de declaração, o elemento XML pode conter qualquer outro elemento. Exemplo: <!ELEMENT contem_qualquer_coisa ALL> 3- Elementos que podem conter apenas dados do tipo texto (informação): Para elementos que apenas podem conter informação, mas não outros elementos, utiliza-se (#PCDATA), que significa “parsed-character data”. Isso significa que os caracteres serão verificados por um parser XML à procura de referências de entidades, e caso houver alguma, então esta entidade será substituída por seu valor correspondente. 42 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  43. 43. Mini Curso XML Elementos do DTD (2/2) 4- Elementos que podem contem apenas outros elementos: - , -> Descreve uma sentença obrigatória de elementos. Também funciona como operador E (AND). Exemplo: A,B significa que B deve vir depois de A. B seguido de A não é permitido. - | -> Descreve uma alternativa, funciona como o operador OU (OR). Exemplo: A|B|C significa que qualquer elemento é aceitável. Apenas uma opção é permitida, você deve escolher entre um dos três elementos. - (…) -> Agrupa o conteúdo. Você pode usar a quantidade e parênteses que for preciso. Exemplo: (A|B), C significa que você deve escolher entre A ou B, e este deve ser seguido por um C. Portanto, tanto A C e B C são permitidos. - ? -> Descreve uma sentença opcional. Exemplo: A ? significa que você pode escolher se vai usar ou não o elemento A. - + -> Requere que pelo menos uma vez o elemento seja declarado, e não limite de quantas vezes este se repete. Exemplo: (A|B)+ significa que deve haver um número positivo e diferente de zero de As ou Bs. A sequência ABBBAAA é válida. - * -> Significa que o elemento pode aparecer várias vezes, não tendo limite, e também é opcional. Exemplo: (A|B)* significa que a sequência pode ter tamanho zero e pode ter inúmeros elementos A ou B. 43 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  44. 44. Mini Curso XML Atributos DTD (1/3) 1- CDATA (character data) Qualquer caracter pode ser usado, incluindo caracteres de entidades. Declaração: <!ATTLIST circulo raio CDATA “12 cm”> Exemplos: dimensoes=”35×12x9 mm” | expressao=” 5 + 7 = 3 * 4 “ 2- NMTOKEN (name token) Um name token é uma sequência de caracteres que começam com uma letra e pode conter números, letras e alguns caracteres de pontuação. Exemplo: <!ATTLIST parte numero NMTOKEN #REQUIRED> Obs.: qualquer espaço em branco (whitespace) é removido pelo processador XML. 3- ID (unique identifier) Este tipo de atributo é especial, pois fornece ao atributo a garantia de ser único no documento. Dois elementos do XML não podem ter o mesmo valor de um atributo do tipo ID. Exemplo: <!ATTLIST nome_id ID #REQUIRED> 44 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  45. 45. Mini Curso XML Atributos DTD (2/3) 4- IDREF (identifier reference) Este tipo de atributo é similar ao tipo ID, mas em vez do valor do atributo se referir ao elemento em questão, refere-se ao ID de outro elemento. Se não existir nenhum elemento com o ID referenciado, o parser mostrará um erro. Este tipo é usado para fazer referência a relacionamentos. Exemplo: <!ATTLIST relacionamento cliente ref IDREF #REQUIRED> 5- IDREFS (identifier reference list) Uma lista separada por um espaço de valores de IDREF. Se não existir nenhum elemento com o ID referenciado, o parser mostrará um erro. Exemplo: <!ATTLIST boxdvd refs IDREFS #REQUIRED> 6- ENTITY (nome de entidade) Este tipo aceita um nome de entidade como valor. Você pode usá-lo após declarar uma entidade no DTD. Exemplo: <!ATTLIST bulletlist icon ENTITY #IMPLIED> <!ENTITY bluedot SYSTEM “icons/bluedot.png”> 45 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  46. 46. Mini Curso XML Atributos DTD (3/3) 7- ENTITIES (lista de nomes de entidades) O valor do atributo é uma lista de nomes de entidades separados por um espaço. Exemplo: <!ATTLIST album filelist ENTITIES #REQUIRED> 8- Lista de valores Enumerados Uma lista de valores enumerados é uma lista com palavras-chave que você define. Esse tipo de atributo é util quando se tem um conjunto pequeno de possibilidades de valores. Na declaração, você especifica a lista de valores cercada por parênteses, separados por barras verticais (|). Exemplo: <!ATTLIST cliente genero ( F | M ) #IMPLIED> Um atributo só pode ter um valor: <cliente genero=”F”> 9- NOTATION (lista de notações) O valor de um atributo do tipo notação consiste em uma sequência de name tokens. Uma notação pode ser definida para preservar espaços em um elemento que normalmente seriam removidos pelo parser. 46 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  47. 47. Mini Curso XML Hands On 47 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  48. 48. Mini Curso XML Validação de documentos XML Schema 48 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  49. 49. Mini Curso XML Hands On 49 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  50. 50. Mini Curso XML Java e XML 50 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  51. 51. Mini Curso XML 51 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  52. 52. Mini Curso XML DOM 52 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  53. 53. Mini Curso XML Mapa DOM 53 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  54. 54. Mini Curso XML Interfaces Principais 54 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  55. 55. Mini Curso XML Exemplo 55 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  56. 56. Mini Curso XML Hands On Vamos ver código! 56 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  57. 57. Mini Curso XML SAX 57 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  58. 58. Mini Curso XML Eventos startDocument() -Indica que o parser achou o início do documento XML. Este evento não lhe passa qualquer informação, apenas indica que o parser vai começar a escanear o arquivo XML. endDocument() – Indica que o parser achou e fim do documento XML. startElement(…) – Indica que o parser achou o início de uma tag (tag de abertura/início). Este evento fornece o nome do elemento, o nome e valor dos atributos deste elemento, e também pode fornecer as informações sobre o namespace. characters(…) – Indica que o parser achou algum Texto (Informação). endElement(…) -Indica que o parser achou o fim de uma tag/elemento. Este evento fornece o nome do elemento 58 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  59. 59. Mini Curso XML Exemplo statDocument() startElement chamado com name=”exemplo” e attrib contendo um único valor para id startElement chamado com name=”no_de_texto” characters chamado uma ou mais vezes com o conteúdo “Olá mundo” endElement chamado com name=”no_de_texto” endElement chamado com name=”exemplo” endDocument() 59 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  60. 60. Mini Curso XML Hands On 60 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  61. 61. Mini Curso XML Frameworks 61 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  62. 62. Mini Curso XML Alguns Frameworks XStream Xml Beans Digester Xerces/Xalan DOM4J Castor Project JiBX Abstraem toda a parte “manual” da leitura DOM/SAX 62 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  63. 63. Mini Curso XML E agora? 63 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  64. 64. Mini Curso XML Referência dos projetos/arquivos Os arquivos apresentados neste mini-curso estão hospedados no GitHub: Validação de documentos XML com DTD – http://github.com/loiane/DTD Validaçao de documentos XML com Schema – http://github.com/loiane/Xml-Schema Leitura arquivos XML em Java com a API DOM – http://github.com/loiane/ManipulacaoXMLComDOM Manipulação arquivos XML em Java com a API DOM – http://github.com/loiane/ModificacaoXMLComDOM Leitura arquivos XML em Java com a API SAX – http://github.com/loiane/ManipulacaoXMLComSAX 64 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  65. 65. Mini Curso XML OBRIGADO!! 65 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation
  66. 66. Mini Curso XML Contato Email: loianeg@gmail.com Office: loianeg@br.ibm.com Msn/Gtalk (raro): loianeg@gmail.com Twitter: @loiane Wave: loianeg@googlewave.com Blog: http://www.loiane.com 66 XML Básico – FAESA – 16-out-2009 | Confidencial © 2009 IBM Corporation

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