IBM SMP/E

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Conceitos de SMP/E IBM zOS System z

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IBM SMP/E

  1. 1. SMP/E PRIMER Anderson David de Souza 21 November 2013
  2. 2. 2 Table of contents O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Como o SMP/E trabalha? Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber? Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets Aplicando o SYSMOD às target libraries Restaurando as target libraries a um nível anterior Aceitando o SYSMOD às distribution libraries Exibindo dados SMP/E z/OS storage concepts
  3. 3. 3 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? System Modification Program Extended (SMP/E) –Gerenciar a instalação de produtos de software –E acompanhar as modificações
  4. 4. 4 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Entendendo o sistema –O z/OS pode parecer ser um grande bloco de código que movimenta sua CPU, na verdade, o z/OS é um sistema complexo com diversos blocos menores de código, cada um desses blocos menores de código executam uma função específica no sistema z/OS SMP RACF TSO ...
  5. 5. 5 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Entendendo o sistema – Cada função do sistema é composta por um ou mais load modules • Unidade básica legível por máquina, código executável
  6. 6. 6 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Alterando os elementos do sistema – Modificações no sistema (SYSMODs) • Modification control statements (MCS), ++ Quais elementos estão sendo atualizados/substituídos Como o SYSMOD se refere ao software e outros SYSMODs Outras informações de instalação especificas • Modification text Object modules, macros, e outros elementos – Categorias SYSMODs • Function SYSMODs • PTF (program temporary fix) SYSMODs • APAR (authorized program analysis reports) SYSMODs • USERMOD (user modifications) SYSMODs
  7. 7. 7 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Alterando os elementos do sistema – Introduzindo um elemento – Function SYSMOD
  8. 8. 8 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Alterando os elementos do sistema – Tipos de function SYSMOD • base • dependent
  9. 9. 9 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Alterando os elementos do sistema – Impedindo ou corrigindo problemas com um elemento – PTF SYSMOD
  10. 10. 10 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Alterando os elementos do sistema – Corrigindo problemas com um elemento – APAR SYSMOD
  11. 11. 11 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Alterando os elementos do sistema – Personalizando um elemento – USERMOD SYSMOD
  12. 12. 12 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Alterando os elementos do sistema – Pré-requisitos SYSMOD • PTF SYSMODs pode depender de outra PTF SYSMODs • APAR SYSMODs pode depender de PTF SYSMODs e outros APAR SYSMODs • USERMOD SYSMODs pode depender de PTF SYSMODs, APAR SYSMODs e outro USERMOD SYSMODs – Considere a complexidade dessas dependências • Quando você multiplica essa complexidade por centenas de load modules em dezenas de libraries, a necessidade de uma ferramenta como o SMP/E torna-se evidente
  13. 13. 13 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Alterando os elementos do sistema
  14. 14. 14 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Mantendo o controle dos elementos do sistema – Modification control statements (MCS)
  15. 15. 15 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Mantendo o controle dos elementos do sistema
  16. 16. 16 O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo?  Mantendo o controle dos elementos do sistema – Acompanhamento e controle de requisitos • Function modification identifiers (FMIDs) Identifica a function SYSMOD que introduz o elemento no sistema • Replacement modification identifiers (RMIDs) Identifica a última SYSMOD (usualmente a PTF SYSMOD) para substituir o elemento • Update modification identifiers (UMIDs) Identifica as SYSMODs que atualizaram um elemento desde a última vez que ele foi substituído
  17. 17. 17 Table of contents O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Como o SMP/E trabalha? Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber? Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets Aplicando o SYSMOD às target libraries Restaurando as target libraries a um nível anterior Aceitando o SYSMOD às distribution libraries Exibindo dados SMP/E z/OS storage concepts
  18. 18. 18 Como o SMP/E trabalha?  Distribution and target libraries
  19. 19. 19 Como o SMP/E trabalha?  Distribution and target libraries
  20. 20. 20 Como o SMP/E trabalha?  Consolidated software inventory (CSI) – Zonas SMP/E • Distribution zone • Target zone • Global zone – Global zone • Entradas necessárias para identificar e descrever cada target e distribution zone • Informações sobre SMP/E processing options • Informações de status para todos SYSMODs SMP/E iniciados • Dados de exceção (geralmente HOLDDATA) para SYSMODs que requerem tratamento especial ou que estão em erro – HOLDDATA, uma SYSMOD especifica mantida desde a instalação • A PTF contém erro e não deve ser instalada antes da correção (ERROR HOLD) • Ações do sistema podem ser necessárias antes da instalação (SYSTEM HOLD) • O usuário pode querer executar ações antes de instalar o SYSMOD (USER HOLD)
  21. 21. 21 Como o SMP/E trabalha?  Consolidated software inventory (CSI)
  22. 22. 22 Table of contents O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Como o SMP/E trabalha? Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber? Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets Aplicando o SYSMOD às target libraries Restaurando as target libraries a um nível anterior Aceitando o SYSMOD às distribution libraries Exibindo dados SMP/E z/OS storage concepts
  23. 23. 23 Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber?  Definindo a zona que você deseja trabalhar – Comando SET  Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets – Comando RECEIVE  Aplicando o SYSMOD às target libraries – Comando APPLY  Restaurando as target libraries a um nível anterior – Comando RESTORE  Aceitando o SYSMOD e atualizando as distribution libraries – Comando ACCEPT
  24. 24. 24 Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber?  Exibindo dados SMP/E – Query dialogs • Informações específicas que você solicita em diálogos interativos SMP/E – LIST command • Gera uma lista de informações sobre o sistema – REPORT commands • Verifica, compara e gera informações do conteúdo das zonas no sistema – SMP/E CSI application programming interface • Pode ser usado para escrever programas de aplicação para consultar o conteúdo dos CSI data sets do seu sistema
  25. 25. 25 Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber?  Fluxo do processamento SMP/E SYSMOD
  26. 26. 26 Table of contents O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Como o SMP/E trabalha? Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber? Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets Aplicando o SYSMOD às target libraries Restaurando as target libraries a um nível anterior Aceitando o SYSMOD às distribution libraries Exibindo dados SMP/E z/OS storage concepts
  27. 27. 27 SMPPTS SMPTLIB RelativeFiles Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets  O que acontece durante o processamento de RECEIVE SYSMODs Instruções de quais os elementos estão no SYSMOD e como instalá-los Substituições de elementos atuais ou atualizações contidas no SYSMOD MCSs O método RELFILE empacota os elementos em arquivos relativos separados dos MCS O método inline empacota os elementos imediatamente após os MCS associados O método indirect library empacota os elementos em DASD data sets separados do MCS HOLDDATA é processada e é armazenada para utilização futura durante a instalação das SYSMODs afetadas MCSs
  28. 28. 28 Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets  O que acontece durante o internet service retrieval – Internet Service Retrieval • Comando RECEIVE ORDER • Servidor IBM Automated Delivery Request – RECEIVE ORDER • HOLDDATA ou PTF – HOLDDATA • 2 anos do Enhanced HOLDDATA – PTF (inclui HOLDDATA) • Corrective: PTFs que resolvem APARS específicas • Preventive: PTFs disponíveis que atendem aos seus critérios de seleção – PTF Preventive • Critical: PTFs para problemas high impact pervasive (HIPER) ou PTFs em erro (PE) • Recommended: PTFs Recommended Service Update SOURCEID (RSUyymm) e PTFs Critical. Inclui PTFs através do nível de RSU mais recente • All: Todas as PTFs disponíveis – RECEIVE ORDER automatizado
  29. 29. 29 Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets  Como SMP/E mantém o controle do processamento de RECEIVE
  30. 30. 30 Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets  Utilizando o comando RECEIVE – Suponha receber de uma fita CBPDO ou uma fita ESO – Recebendo SYSMODs e HOLDDATA • SET BDY(GLOBAL). RECEIVE. – Recebendo apenas HOLDDATA • SET BDY(GLOBAL). RECEIVE HOLDDATA. – Recebendo apenas SYSMODs • SET BDY(GLOBAL). RECEIVE SYSMODS. – Recebendo SYSMODs e HOLDDATA de um produto específico • SET BDY(GLOBAL). RECEIVE FORFMID(HOP0001).
  31. 31. 31 Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets  Utilizando o comando RECEIVE – Solicitando uma nova requisição PTF com o comando RECEIVE ORDER
  32. 32. 32 Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets  Utilizando o comando RECEIVE – Relatórios • RECEIVE summary report: Fornece uma olhada rápida em todos os SYSMODs que foram processados durante a execução do comando RECEIVE. Mostra os SYSMODs que foram recebidos , que não foram recebidos, e o motivo • RECEIVE exception SYSMOD Data report: Fornece um resumo rápido de informações de HOLDDATAs processadas durante a execução do comando RECEIVE. Lista as SYSMODs que requerem um tratamento especial ou que estão em erro, e aqueles SYSMODs que não exigem tratamento especial ou que tiveram um erro corrigido • File allocation report: Fornece uma lista de data sets usados para o processamento RECEIVE e informações sobre esses data sets
  33. 33. 33 Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets  Sumário do comando RECEIVE – RECEIVE • Copia o MCS de cada SYSMOD para o SMPPTS • Carrega elementos no SMPTLIB para SYSMODs utilizando relative file packaging • Entradas SYSMOD serão recebidas na global zone • Entradas HOLDDATA serão recebidas na global zone • Relata os resultados do processamento – RECEIVE ORDER: • Coloca a ordem de serviço diretamente com o Servidor IBM • Espera a ordem ser atendida • Faz downloads e processa o conteúdo do pacote de serviços
  34. 34. 34 Table of contents O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Como o SMP/E trabalha? Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber? Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets Aplicando o SYSMOD às target libraries Restaurando as target libraries a um nível anterior Aceitando o SYSMOD às distribution libraries Exibindo dados SMP/E z/OS storage concepts
  35. 35. 35  O que acontece durante o processamento de APPLY – Selecionando os SYSMODs – Selecionando os elementos – Verificando o processo APPLY – Atualizando as target libraries APPLY Aplicando o SYSMOD às target libraries SYSMODs Pré-Requisito SYSMODs Instalado Pré-RequisitoPré-Requisito APPLY SYSMODs Pré-Requisito elemento elemento elemento elemento APPLY Analise de Pré-Requisitos System UtilitiesAPPLY SMPTLIB, SMPPTS / indirect libraries Target Libraries elementos
  36. 36. 36 Aplicando o SYSMOD às target libraries  Como SMP/E mantém o controle do processamento de APPLY
  37. 37. 37 Aplicando o SYSMOD às target libraries  Utilizando o comando APPLY – Aplicando PTF SYSMODs • SET BDY(ZOSTGT1). APPLY PTFS. • SET BDY(ZOSTGT1). APPLY SELECT(UZ00001,UZ00002). – Aplicando APAR e USERMOD SYSMODs • SET BDY(ZOSTGT1). APPLY APARS USERMODS. – Aplicando SYSMODs para produtos selecionados • SET BDY(ZOSTGT1). APPLY PTFS FORFMID(HOP0001).
  38. 38. 38 Aplicando o SYSMOD às target libraries  Utilizando o comando APPLY – Aplicando SYSMODs com pré-requisitos • SET BDY(ZOSTGT1). APPLY PTFS APARS FORFMID(HOP0001) GROUPEXTEND. – Aplicando SYSMODs usando o operando CHECK • SET BDY(ZOSTGT1). APPLY PTFS APARS FORFMID(HOP0001) GROUPEXTEND CHECK.
  39. 39. 39 Aplicando o SYSMOD às target libraries  Utilizando o comando APPLY – Relatórios • SYSMOD status report: Fornece um resumo do processamento que ocorreu para cada SYSMOD elegível com base nos operandos especificados no APPLY. Mostra que SYSMODs foram aplicados, que não foram aplicados, e o motivo • Element summary report: Fornece uma visão detalhada de cada elemento afetado pelo processamento APPLY, quais bibliotecas os elementos foram instalados • Causer SYSMOD summary report: Fornece uma lista de SYSMODs que causaram falha em outros SYSMODs, e descreve os erros que devem ser corrigidos para processar com sucesso os SYSMODs • File allocation report: Fornece uma lista de data sets utilizados para o processamento APPLY e fornece informações sobre esses data sets
  40. 40. 40 Aplicando o SYSMOD às target libraries  Sumário do comando APPLY – Seleciona os SYSMODs para instalação – Verifica se todos os outros SYSMODs necessários foram (ou estão sendo) instalados – Com base nos SYSMODs, seleciona os elementos para instalar – Direciona o SMP/E para chamar os utilitários do sistema para atualizar as target libraries – Registros que são aplicados • Target zone: Cria entradas SYSMOD e entradas de elementos • Global zone: Atualiza as entradas SYSMOD • SMPSCDS data set: Cria entradas BACKUP – Relata os resultados do processamento
  41. 41. 41 Table of contents O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Como o SMP/E trabalha? Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber? Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets Aplicando o SYSMOD às target libraries Restaurando as target libraries a um nível anterior Aceitando o SYSMOD às distribution libraries Exibindo dados SMP/E z/OS storage concepts
  42. 42. 42 Restaurando as target libraries a um nível anterior  O que acontece durante o processamento de RESTORE – Removendo os SYSMODs – Selecionando os elementos – Verificando o processo RESTORE – Substituindo os elementos nas target libraries RESTORE SYSMOD A1 SYSMOD A2 SYSMOD B SYSMOD C1 SYSMOD C2 RESTORE SYSMOD A1 SYSMOD A2 Target Zone Distribution Libraries elementos elementos RESTORE Analise de Pré-Requisitos System Utilities RESTORE Distribution Libraries Target Libraries elementoselementos
  43. 43. 43 Restaurando as target libraries a um nível anterior  Como SMP/E mantém o controle do processamento de RESTORE
  44. 44. 44 Restaurando as target libraries a um nível anterior  Utilizando o comando RESTORE – Restaurando um único SYSMOD • SET BDY(ZOZTGT1). RESTORE SELECT(UZ00001). – Restaurando SYSMODs usando o operando GROUP • SET BDY(ZOZTGT1). RESTORE SELECT(UZ00003) GROUP. – Restaurando SYSMODs usando o operando CHECK • SET BDY(ZOZTGT1). RESTORE SELECT(UZ00003) GROUP CHECK.
  45. 45. 45 Restaurando as target libraries a um nível anterior  Utilizando o comando RESTORE – Relatórios • SYSMOD status report: Fornece um resumo do processamento que ocorreu para cada SYSMOD elegível com base nos operandos especificados no RESTORE. Mostra que SYSMODs foram restaurados, que não foram restaurados, e o motivo • Element summary report: Fornece uma visão detalhada de cada um dos elementos substituídos ou modificados no RESTORE, diz em quais bibliotecas os elementos foram restaurados • Causer SYSMOD summary report: Fornece uma lista de SYSMODs que causaram falha em outros SYSMODs, e descreve os erros que devem ser corrigidos para processar com sucesso os SYSMODs • File allocation report: Fornece uma lista de data sets utilizados para o processamento RESTORE e fornece informações sobre esses data sets
  46. 46. 46 Restaurando as target libraries a um nível anterior  Sumário do comando RESTORE – Remove o SYSMOD da target zone indicada – Substitui elementos da SYSMOD nas target libraries com os das distribution libraries – Registros que são restaurados: • Target zone: Restaura entradas de elementos para refletir seu nível da distribution zone e apaga todas as informações sobre o SYSMOD restaurado • Global zone: Exclui entradas SYSMOD e declarações MCS no SMPPTS para o SYSMOD restaurado. Quaisquer SMPTLIB data sets criados durante o processamento RECEIVE também são excluídos para o SYSMOD restaurado (Processamento opcional) • SMPSCDS data set: Exclui as entradas BACKUP para o SYSMOD restaurado – Relata os resultados do processamento
  47. 47. 47 Table of contents O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Como o SMP/E trabalha? Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber? Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets Aplicando o SYSMOD às target libraries Restaurando as target libraries a um nível anterior Aceitando o SYSMOD às distribution libraries Exibindo dados SMP/E z/OS storage concepts
  48. 48. 48 Aceitando o SYSMOD às distribution libraries  O que acontece durante o processamento de ACCEPT – Selecionando os SYSMODs – Selecionando os elementos – Verificando o processo ACCEPT – Atualizando as distribution libraries ACCEPTSYSMODs Pré-Requisito SYSMODs Instalado Pré-RequisitoPré-Requisito ACCEPT SYSMODs Pré-Requisito elemento elemento elemento elemento ACCEPT Analise de Pré-Requisitos System UtilitiesACCEPT SMPTLIB, SMPPTS / indirect libraries Distribution Libraries elementos
  49. 49. 49 Aceitando o SYSMOD às distribution libraries  Como SMP/E mantém o controle do processamento de ACCEPT
  50. 50. 50 Aceitando o SYSMOD às distribution libraries  Utilizando o comando ACCEPT – Aceitando PTF SYSMODs • SET BDY(ZOSDLB1). ACCEPT PTFS. • SET BDY(ZOSDLB1). ACCEPT SELECT(UZ00001,UZ00002). – Aceitando SYSMODs para produtos selecionados • SET BDY(ZOSDLB1). ACCEPT PTFS FORFMID(HOP0001). • SET BDY(ZOSDLB1). ACCEPT FORFMID(HOP0001).
  51. 51. 51 Aceitando o SYSMOD às distribution libraries  Utilizando o comando ACCEPT – Aceitando SYSMODs com pré-requisitos • SET BDY(ZOSDLB1). ACCEPT PTFS FORFMID(HOP0001) GROUPEXTEND. – Aceitando SYSMODs usando o operando CHECK • SET BDY(ZOSDLB1). ACCEPT PTFS FORFMID(HOP0001) GROUPEXTEND CHECK.
  52. 52. 52 Aceitando o SYSMOD às distribution libraries  Utilizando o comando ACCEPT – Relatórios • SYSMOD status report: Fornece um resumo do processamento que ocorreu para cada SYSMOD elegível, com base nos operandos especificados no ACCEPT. Mostra que SYSMODs foram aceitos, que não foram aceitos, e o motivo • Element summary report: Fornece uma visão detalhada de cada elemento afetado pelo processamento ACCEPT. Quais bibliotecas os elementos foram instalados • Causer SYSMOD summary report: Fornece uma lista de SYSMODs que causaram falha em outros SYSMODs, e descreve os erros que devem ser corrigidos para processar com sucesso os SYSMODs • File allocation report: Fornece uma lista de data sets utilizados para o processamento ACCEPT e fornece informações sobre esses data sets
  53. 53. 53 Aceitando o SYSMOD às distribution libraries  Sumário do comando ACCEPT – Seleciona os SYSMODs para instalação – Verifica se todos os outros SYSMODs necessários foram (ou estão sendo) instalados – Com base nos SYSMODs, seleciona os elementos para instalar – Direciona o SMP/E para chamar os utilitários do sistema para atualizar as distribution libraries – Registros que são aceitos • Distribution zone: Cria entradas SYSMOD e entradas de elementos • Global zone: Exclui entradas SYSMOD e declarações MCS no SMPPTS. Qualquer data set SMPTLIB criado durante o processamento RECEIVE também são excluídos (Processamento opcional) – Relata os resultados do processamento
  54. 54. 54 Aceitando o SYSMOD às distribution libraries
  55. 55. 55 Table of contents O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Como o SMP/E trabalha? Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber? Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets Aplicando o SYSMOD às target libraries Restaurando as target libraries a um nível anterior Aceitando o SYSMOD às distribution libraries Exibindo dados SMP/E z/OS storage concepts
  56. 56. 56 Exibindo dados SMP/E  Query dialogs – A maneira mais fácil e rápida de obter apenas as informações desejadas  LIST command – Quando você precisar de uma lista de informações sobre o sistema  REPORT commands – Para verificar e comparar o conteúdo da zona e gerar a saída de comando que pode ser usada para atualizar o seu sistema  SMP/E CSI application programming interface – Para escrever um programa de aplicação para consultar o conteúdo dos CSI data sets do seu sistema
  57. 57. 57 Exibindo dados SMP/E  Utilizando query dialogs
  58. 58. 58 Exibindo dados SMP/E  Utilizando query dialogs
  59. 59. 59 Exibindo dados SMP/E  Utilizando query dialogs
  60. 60. 60 Exibindo dados SMP/E  Utilizando query dialogs
  61. 61. 61 Exibindo dados SMP/E  Utilizando query dialogs
  62. 62. 62 Exibindo dados SMP/E  Utilizando o comando LIST – Listando entradas em uma zona particular • SET BDY(GLOBAL). LIST SYSMODS. – Listando entradas especificas • SET BDY(ZOSTGT1). LIST SYSMOD(UZ00001). – Listando SYSMODs que foram recebidos mas não instalados • SET BDY(GLOBAL). LIST SYSMODS NOAPPLY(ZOSTGT1).
  63. 63. 63 Exibindo dados SMP/E  Utilizando o comando LIST – Relatórios • LIST summary report: Fornece informações sobre o tipo de entrada, o nome da entrada e status da entrada para as zonas e data sets que você especificou • File allocation report: Fornece uma lista de data sets utilizados para o processamento LIST, e fornece informações sobre esses data sets
  64. 64. 64 Exibindo dados SMP/E  Utilizando os comandos REPORT – Útil quando você quiser comparar os SYSMODs instalados em duas zonas • Distribution zone para outra distribution zone • Target zone para outra target zone • Distribution zone para a target zone • Target zone para a distribution zone – Verificando SYSMODs instalados em uma target zone em um sistema, mas não instalados em uma target zone no outro sistema • SET BDY(GLOBAL). REPORT SYSMODS INZONE(ZOSTGT1) COMPARED(ZOSTGT2).
  65. 65. 65 Exibindo dados SMP/E  Utilizando os comandos REPORT – Relatórios • SYSMOD comparison report: Fornece um resumo dos SYSMODs encontrados na input zone, mas que não se encontram na comparison zone. Ele pode ajudá-lo a determinar quais SYSMODs podem precisar ser instalados na comparison zone, assim o seu conteúdo reflete o da input zone • File allocation report: Fornece uma lista de data sets utilizados para o processamento do REPORT, e fornece informações sobre esses data sets
  66. 66. 66 Exibindo dados SMP/E  SMP/E CSI application programming interface (GIMAPI) – Permite escrever programas aplicativos que têm acesso somente leitura aos dados armazenados em SMP/E CSI data sets (Consolidated Software Inventory) – GIMAPI usa estruturas de dados tanto para receber o parâmetros de consulta do chamador e devolver o resultado da consulta para o chamador • Para solicitar uma consulta, você deve definir a estrutura de dados contendo os parâmetros de consulta apropriados e chamar o GIMAPI – Forma geral da chamada GIMAPI • GIMAPI(apicmd,parmptr,outptr,language,rc,cc,msgbuff) • Onde apicmd especifica o comando API que o GIMAPI processa (ou QUERY, FREE ou VERSION)
  67. 67. 67 Exibindo dados SMP/E  Sumário – Query dialogs • Maneira fácil e rápida para obter informações – LIST command • Melhor para listagem – REPORT commands • Melhor para verificar e comparar o conteúdo da zona – SMP/E CSI application programming interface • Melhor para escrever um programa de aplicação para consultar o conteúdo dos CSI data sets do seu sistema
  68. 68. 68 Table of contents O que é o SMP/E e por que devo utilizá-lo? Como o SMP/E trabalha? Quais comandos básicos SMP/E eu preciso saber? Recebendo o SYSMOD em SMP/E data sets Aplicando o SYSMOD às target libraries Restaurando as target libraries a um nível anterior Aceitando o SYSMOD às distribution libraries Exibindo dados SMP/E z/OS storage concepts
  69. 69. 69 z/OS storage concepts  Adress space – Intervalo de endereços virtuais que o SO atribui a um usuário ou separadamente executa o programa é chamado de um address space. Área contígua de endereços virtuais disponíveis à execução de instruções e o armazenamento de dados  Previous IBM architectures – System/370, 1ª arquitetura IBM a utilizar conceitos de virtual storage e address space • S/370 utiliza 24 bits para endereçamento. Portanto, o maior endereço acessível no MVS/370 foi de 16 MB, que também foi o tamanho do address space – MVS/XA, a arquitetura XA aumentou para 31 bits para endereçamento e o tamanho do address space passou de 16 MB (line) para 2 GB (128x) – Bit de ordem superior do endereço: 31 bits (bit 32 on) ou de 24 bits (bit 32 off)  z/OS z/Architecture – Com o z/OS, a z/Architecture extendeu a 64 bits e o tamanho do address space passou de 2 GB (the bar) para 16 EB (8 GBx)
  70. 70. 70 z/OS storage concepts  Address space concept
  71. 71. 71 z/OS storage concepts  Addressing mode – AMODE – AMODE é um atributo de programa para indicar qual modo de endereçamento que deve estar ativo quando um programa é inserido • AMODE=24: O programa pode enviar até 16 M de endereços virtuais (24 bits) • AMODE=31: O programa pode enviar até 2 G de endereços virtuais (31 bits) • AMODE=ANY: O programa foi projetado ao modo de endereçamento 24 bit ou 31 bit • AMODE=64: O programa pode enviar até 16 E de endereços virtuais (z/Architecture)  Residency mode – RMODE – Utilizado para indicar onde um programa deve ser colocado no virtual storage (by z/OS program management) quando o sistema o carrega a partir do DASD • RMODE=24: O module deverá residir abaixo dos 16 MB da linha do virtual storage. Entre as razões para RMODE24 é que o programa é AMODE24 • RMODE=ANY: O module pode residir em qualquer lugar no virtual storage, mas preferencialmente acima dos 16 MB da linha do virtual storage. Por isso, um RMODE é também chamado de RMODE 31. Observe, no z/OS não há RMODE=64, o virtual storage acima de 2 G não é adequado para programas, apenas dados
  72. 72. 72 z/OS storage concepts  Addressing mode and residence mode
  73. 73. 73 Publicações úteis  IBM SMP/E for z/OS

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