vaga vento   tomou forma em meados de outubro de dois mil e seis e  irá projectar sombras, rostos, formas e perfis em cru,...
Marta Ré os corpos sólidos tocam-se, ajustam-se em espaços insones rosto abafado pelo amornar do vento
Marta Ré missão  no tempo no que  resta  ser  movimento  insólito ao longe vejo-te… por aí, onde te olho
Marta Ré procuro-te, encontro-te sem te ver   baralho-me desalinho as rectas por onde passo.
Marta Ré Fixo-te…onde vais? é apenas o querer sentar e afagar no escuro
Marta Ré apanha-me…já cheguei.
Marta Ré brinco como se me perseguisses com os teus gestos  sou quem espreita quem fica no rebordo de um vão desequilibrado
vaga vento   não tenho nada mais senão os gestos, as percussões em baldes de plástico e a liberdade de um querer incorpora...
Marta Ré licenciada em educação física pela faculdade de motricidade humana, é no corpo que compreendo o primeiro contacto...
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  1. 1. vaga vento tomou forma em meados de outubro de dois mil e seis e irá projectar sombras, rostos, formas e perfis em cru, de um dia em que o por do sol se desprende ao virar da noite. é na incerteza que arrasto os mesmos olhares e os cruzo com vagas desconhecidas e vibrações guardadas num aperfeiçoamento nítido. Marta Ré
  2. 2. Marta Ré os corpos sólidos tocam-se, ajustam-se em espaços insones rosto abafado pelo amornar do vento
  3. 3. Marta Ré missão no tempo no que resta ser movimento insólito ao longe vejo-te… por aí, onde te olho
  4. 4. Marta Ré procuro-te, encontro-te sem te ver baralho-me desalinho as rectas por onde passo.
  5. 5. Marta Ré Fixo-te…onde vais? é apenas o querer sentar e afagar no escuro
  6. 6. Marta Ré apanha-me…já cheguei.
  7. 7. Marta Ré brinco como se me perseguisses com os teus gestos sou quem espreita quem fica no rebordo de um vão desequilibrado
  8. 8. vaga vento não tenho nada mais senão os gestos, as percussões em baldes de plástico e a liberdade de um querer incorporar nos contrastes que por mim vagueiam. é na vaga vento que se permanece no absurdo sentir de estar só ( não estando), na inquietação que ilumina o corpo como uma projecção de absoluta realeza. imagens que passam em sístoles na acústica criativa. Marta Ré
  9. 9. Marta Ré licenciada em educação física pela faculdade de motricidade humana, é no corpo que compreendo o primeiro contacto. é nele que sei reunir os sentidos e crio expectativas no amanhã. é a partir dos finais de 2005 que ao ombro transporto diariamente (quase) a minha máquina. em cada esquina registo uma foto por dia. sem pensar ou programar com exactidão, não existem motivos concretos anteriormente definidos, gosto de ser surpreendida pelo acaso. forma, tons, ruídos, sabores, texturas, atitudes. existe, em cada momento, sempre, um rosto, uma silhueta, um qualquer feminino ou masculino. só assim me propago, vendo movimento em cada sístole.

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