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Experimento 1 barquinho

  1. 1. Velocidade Escalar Média<br />Canhão de Borrachinhas<br />Objetivo <br />Mostrar que num sistema onde inicialmente não existe movimento nenhum e então 2 partes diferentes do sistema começam a se movimentar, existe uma compensação: os movimentos ocorrem na mesma direção, porém em sentido opostos.<br />Contexto<br />O princípio de Conservação da Quantidade de Movimento Linear diz que “todo sistema sempre conserva constante a sua quantidade de movimento linear”, esta podendo ser inicialmente nula ou não.<br />Neste experimento, o sistema considerado é todo conjunto da base que sustenta o “canhão ” mais os lápis de rolagem, para qual a quantidade de movimento linear inicial é nula.<br />Idéia do Experimento <br />O experimento consiste em construir um sistema muito similar a um canhão real. Uma borrachinha de dinheiro é disposta sobre a base da madeira como se fosse uma atiradeira que está prestes a impulsionar o projétil. A linha de costura e o palito de fósforo servem para disparar o “tiro” com a menor interferência possível. <br />Depois de armado o sistema, dispara-se o “tiro” simplesmente queimando a linha que mantém a borrachinha esticada. O que se observa é que enquanto o projétil é lançado num sentido, o resto do sistema se move noutro sentido, ou seja, recua.<br />A idéia é a de explorar a compensação de quantidades de movimentos bastante visíveis que ocorre neste experimento. O projétil, mais leve, se desloca com velocidade maior; o reto do sistema, mais pesado, se desloca noutro sentido com velocidade menor.<br /> <br />Montagem <br />Prepare a madeira, de forma que ela fique a mais lisa possível, retirando todas as farpas e possíveis defeitos.<br />Numa das bordas de menor largura fixe dois parafusos nos cantos da placa, e no centro da borda oposta, o outro parafuso.<br />Passe cada uma das pontas da borrachinha pelos parafusos da extremidade que contém dois parafusos.<br />Amarre no centro do elástico em pedaço de linha.<br />Puxando a borrachinha pela linha, estique-a na direção do parafuso que está no centro da outra extremidade, e enrole a linha nele, para que fique preso esticado. Não encoste a borrachinha no parafuso deixe uma folga de mais ou menos um centímetro.<br />Coloque algo que sirva de projétil (bolinha de papel) dentro do vértice em V formado pela borrachinha esticada.<br />Coloque o esquema acima dentro de uma bacia com água, e queime a linha.<br /> <br />Dados<br />AlunasTempo inicial (s)Tempo final (s)Espaço (m)Velocidade media (m/s)Lidia 00,50,290,58Lorrany00,60,300,5Rayane00,60,290,48Rhonara00,70,310,44Tabata00,50,300,6Thays00,70,310,44<br />*Os dados da tabela estão arredondados<br />MédiasTempo (s)Espaço (m)Velocidade Média (m/s)0,6 0,30,5<br />Conclusão<br />Concluímos que ao queimar a linha, a força elástica contida na liga, que estava amarrada nesta, faz com que a tábua seja empurrada para frente, em um movimento contrário ao da linha. Podemos perceber também que quanto maior o tempo maior o espaço. E os dados comuns são bem próximos das medias. E quanto maior a massa da bolinha de papel maior a velocidade da tábua. <br />Grupo de Elaboração:<br />Lídia<br />Lorrany <br />Rayane <br />Rhonara <br />Tábata <br />Thays<br />

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